INTELIGÊNCIA GEOESPACIAL E SUPRESSÃO DE NARCOCULTIVOS: A EFICÁCIA DA PMPA POR MEIO DO 2º BPR NO POLICIAMENTO DE ZONAS RURAIS DO NORDESTE PARAENSE

GEOSPATIAL INTELLIGENCE AND DRUG CROP SUPPRESSION: THE EFFECTIVENESS OF PMPA THROUGH THE 2ND BPR IN RURAL POLICING IN NORTHEASTERN PARÁ

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202602211248


José Augusto Melo Ribeiro1
Antonio Derleson de Melo Costa2
Adriano Nonato Chaves3
Roberto Rodrigues Alencar4


RESUMO

Este artigo analisa a relevância estratégica do 2º Batalhão de Polícia Rural (2º BPR), sediado em Castanhal, Pará, como vetor de segurança e soberania no interior paraense. A problemática central fundamenta-se na histórica lacuna de vigilância em vazios demográficos, cenário que favorece cultivos ilícitos de Cannabis sativa e a ocorrência de crimes agrários. O objetivo é demonstrar como o emprego de tecnologias geoespaciais, especificamente o sensoriamento remoto por satélite e o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA), permite a identificação precoce de polígonos de desmatamento e plantios de entorpecentes. A metodologia baseia-se em um estudo de caso com abordagem qualitativa e documental, apoiado na experiência operacional do autor em missões de erradicação de cultivos ilícitos. Os resultados indicam que a eficácia operacional não advém da tecnologia isolada, mas de uma logística integrada que articula o fluxo de informações entre a Central de Monitoramento, as seções administrativas, o comando da unidade e as equipes de campo, permitindo ainda uma resposta ágil e bidirecional junto aos produtores rurais. Essa produção compartilhada de conhecimento otimiza a economia de meios, amplia a segurança das tropas e promove a supressão de narcocultivos. Conclui-se que este modelo de policiamento tecnológico é essencial para a consolidação do domínio estatal e a preservação da ordem pública nas zonas rurais do Nordeste Paraense.

Palavras-chave: 2º BPR. Policiamento Rural. Cannabis sativa. Sensoriamento Remoto. Ordem Pública.

ABSTRACT

This article analyzes the strategic relevance of the 2nd Rural Police Battalion (2º BPR), headquartered in Castanhal, Pará, as a vector for security and sovereignty in the Pará countryside. The central problem is based on the historical lack of surveillance in demographic voids, a scenario that favors the illicit cultivation of Cannabis sativa and the occurrence of agrarian crimes. The objective is to demonstrate how the use of geospatial Technologies, specifically satellite remote sensing and Remotely Piloted Aircraft (RPA), allows for the early identification of deforestation polygons and drug plantations. The methodology is based on a qualitative and descriptive case study, supported by the author’s operational experience in eradication missions. Results indicate that operational effectiveness stems from an integrated logistics system that articulates the flow of information between the Monitoring Center, administrative sections, unit command, and field teams, while also providing an agile and bidirectional response to rural producers. This shared production of knowledge optimizes resources, increases troop safety, and promotes the suppression of narco-crops. It is concluded that this technological policing model is essential for consolidating state authority and preserving public order in the rural areas of Northeast Pará.

Keywords: 2nd BPR. Rural Policing. Narco-crops. Geospatial Intelligence. Northeast Pará.

1. INTRODUÇÃO

A segurança pública em ambientes rurais apresenta desafios singulares, especialmente em estados de dimensões continentais como o Pará, onde a complexidade geográfica e a vastidão territorial exigem estratégias de segurança que transcendem o modelo convencional urbano. Historicamente, as áreas rurais são vulneráveis à ocupação de grupos criminosos que se aproveitam da baixa densidade demográfica para o estabelecimento de economias ilícitas. Nesse cenário, a transição de um policiamento meramente reativo para um modelo especializado e proativo culminou na criação do 2º Batalhão de Polícia Rural (2º BPR) em dezembro de 2022, com sede no município de Castanhal.

Estrategicamente posicionado no Nordeste Paraense, este batalhão consolidou-se como peça-chave na estrutura do Comando de Policiamento Especializado (CPE). Sua atuação é pautada pela estratégia de patrulhamento georreferenciado, voltada a coibir ações criminosas, prevenir conflitos agrários e garantir a tranquilidade de famílias e produtores que residem e trabalham fora dos limites urbanos. A unidade não apenas preenche uma lacuna de vigilância em zonas de difícil acesso, mas redefine a relação entre o Estado e o campo, promovendo a segurança jurídica indispensável para o desenvolvimento socioeconômico regional.

O presente artigo analisa a trajetória e a performance operacional desta unidade entre os anos de 2023 e 2025, focando especificamente nas missões de alta complexidade voltadas à erradicação de cultivos ilícitos de Cannabis sativa. A investigação fundamenta-se na observação participante e na experiência direta do autor que, na condição de 3º Sargento da PMPA lotado no 2º BPR, atuou na execução e no comando das guarnições durante as incursões operacionais descritas neste estudo. Por meio de uma análise criteriosa de dados estatísticos operacionais, boletins de ocorrência e registros institucionais, busca-se compreender como a presença abrangente e tecnológica da Polícia Militar impactou a logística do narcotráfico no interior paraense. A investigação alinha-se estritamente à missão da PMPA, demonstrando como o 2º BPR materializa o policiamento rural em sua essência, caracterizada por uma atuação pautada pelo domínio técnico do terreno, pela capacidade de infiltração em áreas de difícil acesso e pela pronta resposta em ambientes adversos, garantindo a preservação da ordem pública e a incolumidade das pessoas em todo o território paraense.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A atuação do 2º BPR fundamenta-se no preceito de ocupação estratégica de áreas críticas para a superação da escassez de presença estatal em vazios demográficos. Historicamente, a configuração geográfica do Nordeste Paraense, marcada por densas áreas de reserva legal e malhas vicinais complexas, favoreceu a instalação de enclaves criminosos que se valem do isolamento rural como blindagem contra a fiscalização convencional.

Segundo a metodologia de segurança pública rural aplicada pela Polícia Militar do Pará, o policiamento especializado se consolida por meio da Inteligência Geográfica e do Monitoramento Georreferenciado. A utilização de tecnologias geoespaciais, como o sensoriamento remoto por satélite e o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAs), permite à corporação identificar polígonos de desmatamento e cultivos ilícitos de Cannabis sativa antes mesmo do deslocamento das tropas. Nesse sentido, Santos (2021) afirma que a inteligência geográfica atua como um multiplicador de força, permitindo que a segurança pública antecipe movimentos criminosos em áreas de difícil acesso, neutralizando a vantagem tática do isolamento rural. A aplicação prática desse modelo, acompanhada pelo autor em missões de erradicação, confirma que essa antecipação tecnológica otimiza a economia de meios e a segurança das guarnições durante a aproximação.

Essa presença estatal contínua rompe a lógica territorial do narcotráfico, visto que a supressão de plantios ilícitos deixa de ser uma ação isolada e consolida-se como parte de um sistema de dissuasão integrada. A integração entre o domínio tático do terreno e a inteligência geográfica desestabiliza a rentabilidade de grupos criminosos, garantindo que o isolamento rural não seja mais um ativo para a prosperidade do tráfico de drogas.

Nesse contexto, a estratégia do 2º BPR fundamenta-se em uma logística integrada, onde a Central de Monitoramento articula o fluxo de informações entre o comando, o suporte administrativo e as equipes de campo, garantindo uma resposta ágil e bidirecional junto aos produtores rurais. Esse fluxo de dados georreferenciados permite que o acionamento das guarnições ocorra com precisão cirúrgica, superando os obstáculos geográficos da região. A experiência operacional aqui relatada, fundamentada no comando de diversas incursões, demonstra que a eficácia na erradicação de plantios ilícitos não advém apenas da tecnologia isolada, mas da capacidade da unidade em converter inteligência em pronta resposta operacional, garantindo que o território rural permaneça sob o efetivo domínio do Estado.

3. METODOLOGIA

O presente estudo adota uma abordagem qualitativa e descritiva, estruturada sob o método de estudo de caso e relato de experiência profissional. A pesquisa analisa a eficácia operacional do 2º BPR no combate ao narcotráfico, focando na identificação e supressão de cultivos ilícitos no Nordeste Paraense. Para a viabilização deste trabalho, o percurso metodológico foi estruturado em dois eixos fundamentais que integram a análise documental à experiência técnica:

3.1. Coleta e Tratamento de Dados Operacionais 

A base de dados primária é composta pelo levantamento de informações contidas em Boletins de Ocorrência Policial (BOP) e Relatórios de Missão. Esses documentos fornecem os dados quantitativos necessários para a mensuração de cultivos ilícitos retirados de circulação pelo batalhão rural, permitindo o cálculo do volume de erradicação e a análise da produtividade operacional entre os anos de 2023 e 2025. Em estrita observância aos protocolos de Segurança Orgânica, as informações foram anonimizadas e consolidadas, preservando-se o sigilo das coordenadas geográficas e das identidades envolvidas, mantendo o foco acadêmico nos indicadores estatísticos de eficiência.

3.2. Relato de Experiência e Análise da Integração 

O estudo fundamenta-se na observação direta do autor que, na condição de graduado da unidade e comandante de guarnição, participou ativamente das incursões rurais descritas. Este eixo metodológico permite analisar a aplicação técnica da tecnologia disponível, baseada no esforço integrado entre a central de monitoramento do 2º BPR, setores administrativos da unidade e as equipes de campo. A análise evidencia o êxito da transição entre a identificação estratégica do alvo e a execução tática no terreno, demonstrando como a produção compartilhada de conhecimento agiliza a resposta policial. Essa dinâmica operacional converge com a metodologia defendida por Silva (2022), que caracteriza o emprego de RPA como elemento crucial para a precisão técnica e para a salvaguarda da integridade física dos agentes em ambientes de visibilidade limitada.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os dados analisados demonstram que o desempenho operacional do 2º BPR alcançou níveis elevados de eficiência e precisão tática no combate ao narcotráfico rural. Um dos indicadores mais expressivos dessa performance é a evolução exponencial do cadastramento de propriedades rurais georreferenciadas, visto que a unidade expandiu continuamente seu banco de dados geoespacial ao longo do período analisado, atingindo cerca de 2.500 propriedades cadastradas ao final de 2025. Esse incremento representa uma mudança estratégica, permitindo a inversão da lógica reativa para um modelo de policiamento de antecipação, focado na proteção da segurança jurídica e na integridade territorial do campo. 

Como resultado direto, houve uma intensificação do policiamento de proximidade, tornando a presença policial mais frequente e eficaz nas áreas rurais dos municípios atendidos. Essa ostensividade gerou um impacto imediato na logística do narcotráfico, reduzindo a janela de oportunidade para a instalação de cultivos ilícitos e inibindo a ocorrência de outros delitos penais. A presença constante da tropa desarticulou corredores estratégicos de escoamento de drogas, forçando o recuo de grupos criminosos que anteriormente se valiam do vácuo estatal para a manutenção de suas atividades ilegais.

No âmbito do enfrentamento direto aos cultivos ilícitos, as evidências colhidas ratificam a eficácia da unidade na conversão de inteligência geográfica em resultados operacionais. O histórico de intervenções reflete a continuidade das ações coordenadas pelo 2º BPR nas zonas rurais do nordeste paraense, onde o monitoramento por imagens de satélite e o reconhecimento aéreo viabilizaram a localização e erradicação de cultivos ilícitos, demonstrando uma evolução na precisão técnica da Unidade. 

A eficácia operacional da unidade é ratificada pelo histórico de apreensões: em março de 2023, foram suprimidos aproximadamente 10.000 pés de narcocultivos em Terra Alta (PARÁ, BOP nº 00097/2023.100100-8) e, no mês seguinte, a unidade localizou outras 6.200 unidades, entre pés e mudas (PARÁ, BOP nº 00097/2023.100127-9). Já em agosto de 2023, em área de mata densa, a precisão das coordenadas permitiu a erradicação de 2.000 pés de Cannabis sativa (PARÁ, BOP nº 00097/2023.100352-5). Dando continuidade ao ciclo estratégico, em janeiro de 2024, na zona rural de Marapanim, o emprego de tecnologia de RPA (Drone) viabilizou a identificação de fitofisionomias incompatíveis com a flora local, resultando na neutralização de dois plantios que somavam 1.300 pés do entorpecente (PARÁ, BOP nº 00066/2024.100021-0). Da mesma forma, em dezembro de 2025, a zona rural de Terra Alta foi palco de nova intervenção, onde localizou-se um complexo de produção contendo cerca de 1.000 unidades, entre mudas, pés e material em processo de secagem (PARÁ, BOP nº 00097/2025.100458-2). Tais ações totalizam uma supressão acumulada superior a 20.500 unidades no período analisado, demonstrando que a integração tecnológica aliada à estratégia de campo estabelece uma presença estatal capaz de desarticular infraestruturas de produção de forma sistêmica. Os dados consolidados desta produtividade estão detalhados na Tabela 1 abaixo:

TABELA 1 – Mensuração de retiradas de cultivos ilícitos (2023-2025)

PERÍODOMUNICÍPIOVOLUME DE ERRADICAÇÃO
Março de 2023Terra Alta10.000 unidades
Abril de 2023Terra Alta6.200 unidades
Agosto de 2023Terra Alta2.000 unidades
Janeiro de 2024Marapanim1.300 unidades
Dezembro de 2025Terra Alta1.000 unidades
TOTAL20.500 unidades

Fonte: Elaborada pelo autor com base em BOP e Relatórios Operacionais do 2º BPR/PMPA (2023-2025).

A análise dos resultados revela que o emprego coordenado de meios tecnológicos e expertise tática foi determinante para a otimização do tempo de resposta operacional no Nordeste Paraense. Os registros operacionais confirmam que as guarnições enfrentaram terrenos de alta complexidade técnica, com progressões que exigiram incursões profundas em mata densa e áreas de difícil acesso geográfico. Este cenário de risco iminente exige um elevado grau de profissionalismo e o uso técnico da força, conforme preconizado pela doutrina do Comando de Policiamento Especializado (CPE). A tecnologia, portanto, não substitui o esforço físico da tropa, mas o torna cirúrgico e taticamente superior, garantindo que a chegada ao alvo ocorra com a máxima precisão e segurança para a guarnição.

A integração entre o mapeamento preventivo via sensoriamento remoto e a pronta resposta do 2º BPR permitiu à PMPA desarticular a capacidade produtiva de cultivos ilícitos na região. Ao erradicar plantios que totalizam mais de 20.500 unidades, incluindo pés, mudas e plantas em processo de secagem, a unidade impediu que uma expressiva carga de entorpecentes entrasse na cadeia de distribuição. Em todas as intervenções, o ciclo de polícia judiciária foi rigorosamente cumprido com a coleta de amostras e o devido registro das ocorrências em delegacias de polícia civil, formalizando a prova técnica e garantindo a segurança jurídica das ações. Mais do que indicadores estatísticos, esses resultados consolidam a presença estatal, neutralizando enclaves criminosos reafirmando o compromisso com a Segurança Pública e a preservação da ordem pública, conforme preceitua o Art. 144 da Constituição Federal de 1988, em benefício das famílias que vivem e produzem na zona rural.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

As análises apresentadas neste estudo confirmam que o 2º BPR consolidou-se como um pilar fundamental para a modernização da segurança pública em ambiente rural no Estado do Pará. A transição de um modelo de patrulhamento convencional para uma atuação especializada, fundamentada na geointeligência, demonstrou ser a resposta mais eficaz contra o avanço de cultivos ilícitos e a interiorização da criminalidade. O sucesso da unidade reside na integração entre o planejamento tecnológico e a execução tática de excelência, comprovando que a tecnologia, quando aliada à tropa qualificada, permite operar com precisão e segurança em terrenos de alta complexidade.

O estudo conclui que a unidade cumpre com rigor a missão institucional da PMPA, entregando resultados que transcendem a métrica quantitativa das apreensões. O cadastramento de propriedades rurais, que atingiu o patamar de 2.500 unidades até o final de 2025, estabeleceu uma rede de proteção que atua na dissuasão e no afastamento de práticas criminosas nessas regiões, incluindo os cultivos ilícitos e crimes agrários, contribuindo diretamente para a preservação da ordem e para o desenvolvimento econômico regional. As implicações práticas desse modelo são evidentes na desarticulação sistemática de plantios em áreas de ação do 2º BPR, cuja erradicação de milhares de unidades de Cannabis sativa gerou um retrocesso logístico imediato ao narcotráfico. Esse esforço operacional protege a cadeia produtiva rural, abrangendo desde pequenos agricultores familiares até grandes produtores, consolidando a segurança e a paz social no campo.

Diante do êxito operacional exposto, torna-se estratégico estabelecer diretrizes para a manutenção e a expansão desta eficácia. É imperativo o investimento contínuo na atualização de tecnologias de sensoriamento remoto, com foco em Aeronaves Remotamente Pilotadas de maior autonomia, receptores GPS de alta precisão e sistemas avançados de monitoramento orbital, ferramentas essenciais para o balizamento tático em áreas de cobertura vegetal densa. Adicionalmente, a implementação de sistemas de rastreamento integrados às viaturas operacionais é fundamental para garantir a navegação precisa e a segurança das guarnições em áreas remotas. A consolidação da Central de Monitoramento, sob o suporte logístico e gerencial do setor administrativo do 2º Batalhão de Polícia Rural, aliada ao uso de softwares de processamento de imagens e à capacitação constante em inteligência geográfica, garantirá que este modelo permaneça como referência técnica e doutrinária na Polícia Militar do Pará. Tais medidas asseguram a vanguarda institucional no combate aos crimes agrários e a efetiva preservação da paz social no campo.

REFERÊNCIAS

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, [2026]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br. Acesso em: 15 jan. 2026.

PARÁ. Polícia Civil do Estado do Pará. Boletim de Ocorrência Policial nº 00097/2023.100100-8: Fato Atípico – Apreensão de objetos (Entorpecentes). Terra Alta: Delegacia de Polícia de Terra Alta, 09 mar. 2023.

PARÁ. Polícia Civil do Estado do Pará. Boletim de Ocorrência Policial nº 00097/2023.100127-9: Fato Atípico – Apreensão de objetos (Plantação ilícita). Terra Alta: Delegacia de Polícia de Terra Alta, 02 abr. 2023.

PARÁ. Polícia Civil do Estado do Pará. Boletim de Ocorrência Policial nº 00097/2023.100352-5: Drogas – Tráfico (Erradicação de plantio). Terra Alta: Delegacia de Polícia de Terra Alta, 12 ago. 2023.

PARÁ. Polícia Civil do Estado do Pará. Boletim de Ocorrência Policial nº 00066/2024.100021-0: Lei de Drogas – Produção não autorizada. Marapanim: Delegacia de Polícia de Marapanim, 07 jan. 2024.

PARÁ. Polícia Civil do Estado do Pará. Boletim de Ocorrência Policial nº 00097/2025.100458-2: Fato Atípico – Atitude suspeita e/ou apresentação. Terra Alta: Delegacia de Polícia de Terra Alta, 28 dez. 2025.

PARÁ. Polícia Militar do Pará. Ficha de Alterações Individuais: Registro de Elogios e Condecorações (3º SGT PM José Augusto Melo Ribeiro). Castanhal: 2º Batalhão de Polícia Rural (2º BPR), 2025.

SANTOS, J. C. Inteligência Geográfica no Combate ao Narcotráfico. São Paulo: Editora Acadêmica Militar, 2021.

SILVA, A. P. O emprego de VANTs na Segurança Pública: Uma nova doutrina operacional. Revista Brasileira de Ciências Policiais, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, 2022.


1Especialista em Perícia e Auditoria Ambiental. Graduado em Ciências Naturais, Universidade do Estado do Pará. Belém, Pará, Brasil. (jaugusto.pol@gmail.com). ID Lattes: 2090096650354256. ORCID: 0009-0009-5691-8201.
2Especialista em Contabilidade, Direito e Economia com Ênfase na Gestão Pública. Graduado em Ciências Contábeis, Universidade Norte do Paraná. Castanhal, Pará, Brasil. (aderleson@hotmail.com).
3Especialista em Segurança Pública. Graduado em Segurança Pública, Faculdade Estácio de Sá. Castanhal, Pará Brasil. (adrianoestaciosp2021@gmail.com).
4Graduado em História, Universidade Norte do Paraná. Castanhal, Pará, Brasil. (bethho35@hotmail.com).