REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510311151
Ana Clara Cebalho Ribeiro1
Laurenir Ramos Cebalho Ribeiro2
Graciele Magalhães da Silva3
Leticia Maria do Carmo4
Sheyla Socorro Oliveira Carneiro5
Aparecida Santana dos Santos Silva6
Silvia Keles Garcia de Moura Roca7
Simone Lopes de Oliveira8
Kilza da Silva Sousa9
Resumo:
O tema proposto nos permite fazer uma análise referente às brincadeiras no processo de desenvolvimento das crianças no âmbito escolar e familiar. Tais aspectos relacionam-se às culturas que refletem as tradições presentes na sociedade em que a criança está inserida e pontos importantes diante do espaço que se desenvolve o brincar, assim como, a importância da mediação pedagógica. A proposta baseia-se em autores como Kishimoto (2011), Borba (2012) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010), sustentando-se numa pesquisa qualitativa. A partir desses referenciais, será possível investigar a importância da mediação pedagógica no processo de escolarização, explorando como o ambiente escolar pode estimular práticas lúdicas que contribuem para o desenvolvimento integral das crianças.
Palavras-chave: Criança, Brincadeiras, Mediação, Culturas.
1. Introdução
O tema deste trabalho Brincadeiras e o desenvolvimento integral da criança: um olhar sobre a cultura, o espaço e a mediação docente têm como objetivo demonstrar a importância dos espaços escolares e o impacto que eles têm nas atividades lúdicas das crianças. A proposta é explorar as respostas das crianças, mostrando que os ambientes influenciam diretamente o brincar, que é essencial para o desenvolvimento social, cognitivo e emocional. Além disso, o trabalho busca evidenciar como a mediação pedagógica pode potencializar as oportunidades de brincar, promovendo aprendizagens significativas e respeitando as culturas e tradições que fazem parte do universo infantil, pois, “A brincadeira é uma manifestação singular da constituição infantil. Uma experiência criativa que favorece uma descoberta do eu e dos outros, por meio do recriar e de repensar sobre os acontecimentos naturais e sociais” (Moura, 2012, p.76).
Assim, pudemos dialogar por meio das experiências do Estágio Supervisionado II com crianças de 4 a 5 anos de idade residentes no município de Cáceres/MT a respeito desse universo das brincadeiras que fazem parte dos cotidianos das escolas de Educação Infantil. Foram realizadas perguntas numa roda de conversas na qual percebemos a importância do brincar para as crianças e os seus espaços de brincadeiras. No decorrer da pesquisa as crianças nos mostraram que suas brincadeiras podem estar em qualquer lugar dos espaços escolares, desde parques às salas de aulas, sabendo que os eixos norteadores da Educação Infantil são as interações e a brincadeira. Para obtermos esses dados, fomos em algumas escolas públicas da rede municipal da cidade de Cáceres-MT, para entendermos como está sendo desenvolvido o brincar na rotina das crianças.
2. A Brincadeira e o Desenvolvimento da Criança
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, 2009), aponta o conceito de criança como “Sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivência, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura”. O brincar abre para a criança múltiplas janelas, sobre a compreensão e a ação da realidade, dessa forma, ela transforma o mundo, deixando do avesso, isso faz com que a criança possa transitar no mundo de faz de conta, sendo autora de suas próprias histórias.
A importância do brincar é um dos direitos mais importantes da criança, o brincar é característico de processos imaginativos da criança, dando maior destaque apenas ao período posterior aos dois anos de idade. O período anterior é visto como preparatório para o aparecimento do lúdico. No entanto, temos clareza de que a opção pelo brincar desde o início na Educação Infantil é o que garante a cidadania da criança e ações pedagógicas de maior qualidade.
O brincar é a atividade principal do dia a dia. É importante porque dá o poder à criança para tomar decisões, expressar sentimentos e valores, conhecer a si mesmo, os outros e o mundo, repetir ações prazerosas, partilhar brincadeiras com o outro, expressar sua individualidade e identidade, explorar o mundo dos objetos, das pessoas, da natureza e da cultura para compreendê-lo, usar o corpo, os sentidos, os movimentos, as várias linguagens para experimentar situações que lhe chamam atenção, solucionar problemas e criar.
A partir do brincar as crianças tendem a desenvolver habilidades cognitivas importantes, estimulando o cérebro da criança, o seu pensamento crítico, memória e criatividade, como também resoluções de problemas. Com isso, é importante ressaltar o encorajamento das crianças ao brincar.
No brincar, as crianças vão também se constituindo como agentes de sua experiência social, organizando com autonomia suas ações e interações, elaborando planos e formas de ações conjuntas, criando regras, de convivência social e de participação nas brincadeiras. Nesse processo, instituem coletivamente uma ordem social que rege as violações entre pares e se afirmam como autoras de suas práticas sociais e culturais (Ângela Meyer Borba, 2012, p. 67).
Portanto, o brincar é um espaço essencial para a formação da autonomia e da socialização das crianças, tendo a ideia de que a infância é um período crítico para o desenvolvimento de habilidades sociais, contextualizando que as crianças não são meras receptoras de normas, mas ativas na construção de suas interações sociais. No brincar, elas elaboram regras que não apenas regulam as brincadeiras, mas também promovem um senso de pertencimento e cooperação. Sendo assim, é um ato pedagógico que favorece a construção de uma ordem social coletiva, essencial para a formação de cidadãos conscientes e participativos.
3. Metodologia
O processo metodológico que seguimos nos deu caminho para que pudéssemos realizar a coleta e análise de dados pertinentes à investigação do artigo aqui proposto. Para tal, utilizamos uma entrevista com crianças de 4 a 5 anos de idade do Pré I e Pré II, na qual as crianças responderam perguntas direcionadas às brincadeiras presentes em seu processo de desenvolvimento e aprendizagem.
No que diz respeito à análise qualitativa, utilizamos técnicas de categorização e codificação dos dados coletados, o que nos permitiu identificar padrões, tendências e possíveis variações nas respostas das crianças. O processo de categorização foi feito com base nos tipos de brincadeiras mencionadas, nas habilidades estimuladas por essas atividades e nas emoções associadas a cada tipo de brincadeira, buscando relacionar esses elementos com os aspectos do desenvolvimento infantil em estudo. A escolha de entrevistas como principal método de coleta de dados foi pautada na possibilidade de captar as percepções das crianças sobre suas próprias brincadeiras, e também para observar como elas narram suas experiências e preferências de forma espontânea e autêntica. Durante essas entrevistas, as crianças foram incentivadas a compartilhar suas experiências e percepções sobre as brincadeiras que fazem parte da sua rotina.
As perguntas direcionadas foram cuidadosamente elaboradas para explorar a importância das brincadeiras e o impacto na sua vida diária.
4. As Brincadeiras e as Culturas
As brincadeiras estão sofrendo diversos impactos devido às transformações sociais e culturais. A urbanização, a industrialização e o aumento do consumo ameaçam a infância e a sua cultura, resultando no desaparecimento de muitas brincadeiras que carregam saberes milenares. Além disso, a falta de tempo dos pais e das gerações mais velhas para interagir com as crianças dificulta a transmissão de repertórios de brincadeiras, levando a um empobrecimento cultural. As brincadeiras e brinquedos infantis, que fazem parte da cultura e da infância, muitas vezes se originaram de práticas culturais e religiosas realizadas por adultos.
Nesse sentido, estaremos potencializando a brincadeira como experiência de cultura quando: alimentamos a imaginação das crianças por meio de diferentes formas de expressão artísticas, tais como a literatura (poesia, contos tradicionais, lendas, trava-línguas; etc), o teatro, as artes plásticas, a música, a fotografia, o cinema etc.; possibilitamos às crianças a apropriação de novos conhecimentos sobre o mundo; aguçamos a sua observação sobre a realidade natural e social; resgatamos brincadeiras tradicionais da nossa cultura, das famílias e da comunidade a que pertencem as crianças (Angela Meyer Borba, 2012, p. 72).
É por meio das interações e das relações que as crianças começam a ter conhecimento de si e do mundo que o cerca. Percebe-se que as brincadeiras desenvolvidas são reflexos da cultura na qual a criança está inserida, são brincadeiras que foram criadas e passadas de geração em geração. O livro “Jogos Tradicionais Infantis”, da autora Tizuko Morchida Kishimoto (1993), fala que os jogos tradicionais têm a função de perpetuar na cultura infantil e desenvolver formas de convivência social. Sendo assim, é por meio dos jogos e das brincadeiras que as crianças brincam pelo prazer e de maneira espontânea. Dessa forma, fazendo com que, através das brincadeiras e dos jogos tradicionais, aconteça um resgate da cultura e das brincadeiras tradicionais presente na sociedade.
Desta maneira, é no brincar que surge a construção dos valores, dos conhecimentos e a compreensão de identidades e o respeito das especificidades de cada um. Por outra perspectiva, as brincadeiras e as culturas estão profundamente interligadas, pois, as brincadeiras refletem as tradições, valores e modos de vida de diferentes sociedades. Segundo Borba (2012, p. 67), “a brincadeira é em si mesma um fenômeno cultural” e, para compreendermos esse fenômeno que ela retrata, os acadêmicos ficaram curiosos em saber se essas brincadeiras culturais, ainda fazem parte do cotidiano das crianças e fizeram as seguintes perguntas: Qual é a sua brincadeira favorita? Porque gosta dela?
| RESPOSTA 1 Qual é sua brincadeira favorita? | RESPOSTA 2 Porque gosta dela? |
| Dança da cadeira | C1: Gosto de brincar, porque tem músicas e às vezes eu ganho. |
| Corre cutia | C2: Porque ficam todos juntos e meu coleguinha precisa correr atrás de mim. |
| Amarelinha | C3: É divertido pular e não podemos pisar na linha. |
Fonte Própria
Nesse quadro de perguntas e respostas, separamos as brincadeiras mais respondidas pelas crianças, sendo elas: dança da cadeira, corre cutia e amarelinha, onde podemos observar que as brincadeiras culturais ainda prevalecem e que por meio dessas brincadeiras as interações acontecem nitidamente, como as próprias crianças responderam. No brincar, as crianças vão se constituindo como agentes de suas experiências sociais e no ato de brincar que aprendem a resolver seus próprios conflitos e o sentido de ganhar ou perder, como a C1 diz: “Gosto de brincar, porque tem músicas e às vezes eu ganho”, mostrando sua autonomia e maturidade, sabendo que as brincadeiras tem regras que precisam ser respeitadas e que nem sempre ela ganha a brincadeira ou o jogo proposto pela turma ou professora, com isso, sustenta a importância do brincar na Educação Infantil. Com essa análise, a cultura lúdica torna a brincadeira possível, mas é no próprio espaço social do brincar que ela também emerge e é enriquecida, ressaltando que:
No seu percurso de crescimento e desenvolvimento, a criança vai então se apropriando dessa forma de ação social e do acervo cultural de brincadeiras constituídas historicamente no seu contexto cultural, incorporando referências que ajudam a participar de brincadeiras e a criar e reinventar novos modos de brincar (Ângela Meyer Borba, 2012, p. 68).
Diante disso, compreendemos que as brincadeiras culturais são passadas de pais para filhos como mencionadas neste artigo e com passar dos milênios as brincadeiras apenas evoluem e vão se adequando com a realidade de cada criança. Portanto, no decorrer das brincadeiras as crianças devem ser livres e autônomas do seu próprio brincar, fazendo com que elas se reinventem e criem novas brincadeiras culturais.
5. As Brincadeiras e os Espaços
No período de Estágio Supervisionado, observamos os espaços da escola na qual, encontramos espaços fora ou dentro da sala destinados à brincadeira. Esses espaços poderiam ser mais estruturados, como é o caso da brinquedoteca, representados por caixas em que se guardam os brinquedos. Para que as brincadeiras aconteçam de forma segura e divertida é preciso de espaços amplamente planejados e qualificados.
É através das brincadeiras que as crianças vão interagindo e descobrindo sua identidade e modo de vida ao seu redor, criando uma relação única com os processos. Ao brincar a criança não estará apenas se divertindo, como também participando de uma experiência rica entre criatividade e aprendizagem.
De acordo com a autora Daniela Guimarães (2012, p. 97), “Precisamos de três tipos de espaços na educação, sendo eles: flexível, relacional e instigador”. Começamos dizendo sobre o espaço flexível, aquele que é planejado pelo adulto com intuito de deixar as crianças livres, explorando possibilidades e adaptando o espaço conforme suas próprias necessidades e imaginação, permitindo liberdade de movimento favorecendo a criatividade e a autonomia das crianças. Relacional está envolvendo o acolhimento e as relações, de forma que as crianças brinquem de forma lúdica ajudando no desenvolvimento da criança ao estimular a aprendizagem e o desenvolvimento integral em diversas áreas. Esses espaços proporcionam contextos que promovem propostas enriquecedoras para as ações das crianças, permitindo experimentação, invenção e criação durante a infância.
Além disso, brincar nesses espaços não é apenas uma atividade recreativa, mas um campo de expressão e trocas recíprocas com o mundo, desenvolvendo capacidades importantes como atenção, memória, imitação, imaginação, afetividade, motricidade, inteligência, sociabilidade e criatividade, além da interação social e o vínculo afetivo, desenvolvendo habilidades de comunicação, cooperação, empatia e resolução de conflitos; o espaço instigador, devem oferecer objetos para a criatividade do brincar das crianças, como almofada, garrafas, papelão, caixas, etc., tirando a ideia dos brinquedos tradicionais que sempre encontramos nas creches e pré escolas. Desse modo, é aquela na qual tem objetos que ajudam as crianças a desenvolverem sua curiosidade, ampliando sua imaginação.
A criança necessita sentir que os ambientes da instituição são uma extensão de sua casa, um lugar aconchegante e que transmite alegria. Através dessas perguntas nas quais foram feitas para as crianças, compreendemos a importância dos espaços escolares, onde elas nos mostram que o ambiente vai além do parque, onde o brincar para elas podem e devem acontecer em qualquer lugar, basta ter criatividade.
| Você gosta de ir para escola? Se sim, porquê? | Qual a sua parte favorita da escola? |
| C1: Sim, porque é legal. | C1: Parque. |
| C2: Sim, porque na escola eu posso brincar. | C2: Sala de aula, porque tem pecinhas. |
| C3: Sim, porque fico com meus amigos. | C3: Refeitório. |
| C4: Sim, porque faço desenhos. | C4: Parque, porque dá para correr. |
Fonte Própria
Diante das respostas, a organização de um ambiente é de extrema relevância, pois o livre acesso faz com que as crianças se tornem autônomas e responsáveis, também acontecerá a ampliação do conhecimento através de interações e desafios que vai ser proposto pelo educador. A organização do ambiente escolar vai impactar na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças.
6. O Professor como Mediador das Brincadeiras
Para Carlos Drummond de Andrade (apud Fortuna, 2000, p.1), “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem”. Dessa forma, a mediação do professor no brincar se transforma em um processo simples, em um ato complexo, que vai promover o desenvolvimento que não ocorreria espontaneamente. A mediação do docente é essencial, porque as brincadeiras na instituição escolar têm que ser interessantes e de ótima qualidade, pois tem a responsabilidade de criar um ambiente que possa estimular as brincadeiras e possibilitá-las. Além disso, a mediação pedagógica se destaca pela intencionalidade da ação, orientando deliberadamente a aquisição de conhecimentos.
As salas completamente ocupadas com mesas e cadeiras, que sempre estão arrumadas da mesma maneira e brinquedos guardados inibem o brincar. Não só o professor, como também a equipe escolar, devem sempre estar atentos à disposição dos materiais nas salas. Assim, como explica Pimentel (2007, p.235) “[…] não é suficiente disponibilizar às crianças brinquedos e jogos; é fundamental organizar o cenário ludo-educativo e estabelecer modalidades interativas que extraiam os melhores proveitos da brincadeira para o desenvolvimento cognitivo”.
Tem várias maneiras de mediação, basta o docente reconhecer os valores dos objetos, do ambiente, e principalmente de sua organização, para possibilitar uma qualidade no momento de brincar das crianças. A mediação sempre vai estar presente, mesmo que o docente não faça a interação e nem interfira diretamente.
A qualidade das brincadeiras não está apenas no alcance dos professores(as), e sim de como o impacto da mediação pode haver significado de um impacto. O ambiente educacional tem um papel muito significativo, por exemplo, adquirir novos materiais adequados para as faixas etárias das crianças. Aliás, é possível repensar as estruturas físicas, criar ambientes apropriados para brincar, havendo variedade de brinquedos.
7. Considerações finais
No término dessa pesquisa, todas as respostas nos levam para a mesma direção, onde as crianças responderam basicamente que “é gostoso”, pois ficam todos juntos na hora de brincar e aprender coletivamente. Isso nos mostra a importância da interação e brincadeira, que através de um simples ato de brincar as crianças podem desenvolver múltiplas ações e o seu convívio social.
Percebemos a importância da mediação pedagógica que desempenha um papel fundamental na promoção do desenvolvimento integral da criança, possibilitando a construção de significados e valores culturais, desenvolvimento da criatividade e imaginação, aprendizagem de regras, limites e responsabilidade, fortalecimento da autoestima e da confiança, favorecendo assim, interação social e o desenvolvimento de habilidades comunicativas, tendo o/a educador/a como mediador/a, que trará um ambiente propício ao brincar, estimulando a exploração, a experimentação e a aprendizagem significativa, organizado a partir de atividades lúdicas com orientações durante o brincar.
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil / Secretaria de Educação Básica. – Brasília: MEC, SEB, 2010.
BORBA, Angela Meyer. A brincadeira como experiência de cultura. In: CORSINO, Patrícia (org). Educação infantil: cotidiano e políticas. Campinas: Autores Associados, 2012.
FORTUNA, T. R. Sala de aula é lugar de brincar? In: XAVIER, M. L. M.; DALLAZEN, M. I. H. (org.). Planejamento em destaque: análises menos convencionais. Porto Alegre: Mediação, 2000 (Caderno de Educação Básica, 6) p. 146-164.
BROUGUÉRE, Gilles. O jogo e a educação. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 2023.
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GUIMARÃES, Daniela. Educação infantil: espaços e experiências. In: CORSINO, Patrícia (org). Educação infantil: cotidianos e políticas. Campinas: Autores Associados, 2012.
LIRA, Bruno Carneiro. OSB. O passo a passo do trabalho científico. 2ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2014.
MOURA, Maria Tereza Jaguaribe. A brincadeira como encontro de todas as artes. In: CORSINO, Patrícia (org). Educação infantil: cotidianos e políticas. Campinas: Autores Associados, 2012.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida – Os Jogos tradicionais infantis: o jogo, a criança e a educação. Petrópolis; Vozes, 1993.
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