REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510121132
Allan Alisson da Silva1
Diego Augusto Lopes Oliveira2
Carolaine Aline da Silva2
Ana Priscila da Silva Costa2
Bruno Diêgo da Silva Santos2
Luiz Felipe Silva2
Adrielly Maria Gomes da Silva Amorim2
Karla Stefanne de França Claudino2
Diego Vinicius Gomes Rodrigues2
José Quintino dos Santos2
RESUMO
Objetivo: identificar as ações de apoio da rede social a mulheres com câncer de mama em tratamento quimioterápico. Método: Revisão integrativa da literatura realizada através de seis passos metodológicos nas bases indexadas na Biblioteca Virtual de Saúde por meio de combinação de descritores conectados pelo operador booleano “AND”. Os estudos foram analisados através de leitura crítica e uso da técnica de consenso através da técnica de grupo nominal. Resultados: foram selecionados quatro artigos para síntese da revisão que destacaram as ações relacionadas ao apoio da rede social nas dimensões do apoio emocional, instrumental e informativo. Conclusão: O apoio da rede social desempenha papel essencial no bem-estar físico e emocional da mulher com câncer de mama. O enfermeiro contribui na mobilização dos membros da rede e no desenvolvimento de ações que se adaptem ao cotidiano e a realidade de saúde da mulher para fortalecer o enfrentamento e qualidade de vida diante do câncer e do tratamento antineoplásico.
Palavras-chave: Neoplasia das mamas, Rede Social, Apoio Social, Quimioterapia, Enfermagem.
INTRODUÇÃO
O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama, formando um tumor com potencial de invadir tecidos ou órgãos. Esta neoplasia não tem uma causa única (RODRIGUES, et al., 2015). Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima-se que aproximadamente 3 milhões de casos novos foram diagnosticados em 2020, o que retrata 24,5% de casos novos e um quantitativo de 684.996 óbitos previstos no mesmo período (INCA, 2019). As estimativas de câncer no triênio 2023-2025 demonstram a ocorrência de 73.610 novos casos deste tipo de tumor com um risco da ocorrência de 66,54 novos casos a cada 100 mil mulheres (INCA, 2022).
A implantação de programas e políticas públicas com apoio e recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) em países da Europa, América Latina e Oceania geraram consequências positivas quanto ao rastreamento e diagnóstico precoce desta neoplasia, especialmente na redução da mortalidade. Esta medida expõe as mulheres a menos intervenções e reduz o sofrimento no desenvolvimento de terapias (COSTA, et al., 2018).
Ao longo do tempo e numa linha cronológica de evolução das terapias indicadas para esta neoplasia se entende que é necessário adotar intervenções que tragam menos impactos e sofrimento à vida da mulher. O câncer de mama tem como opções de tratamento a cirurgia (mastectomia), radioterapia, a hormonioterapia, os cuidados paliativos e a quimioterapia (ALEXANDRIA et al., 2020).
A quimioterapia é um tipo de tratamento que utiliza medicamentos citostáticos para eliminação de células tumorais. A terapia antineoplásica pode ser curativa, adjuvante, neoadjuvante e a paliativa (LÔBO, 2014). Esta modalidade de tratamento proporciona diversas alterações na vida da mulher que se estendem em diversos âmbitos, especialmente o físico, emocional, afetivo e social.
A vivência do diagnóstico e a inserção na quimioterapia interfere nos relacionamentos sociais e laços afetivos construídos pela mulher ao longo de sua história. A rede social de uma pessoa preenche um relacionamento interpessoal e dá forma a sua afinidade social, sendo classificadas em rede primária (representada por laços familiares, de parentesco, vizinhança, amizade e trabalho) e rede secundária (onde o apoio se dá através de um relacionamento formal constituído por laços de instituições e organizações ajustadas para atender alguma necessidade da pessoa) (SANICOLA, 2015; SANTOS, 2018).
O apoio ofertado pela rede social é resultado de informações que levam o indivíduo a acreditar que é amado, estimado, valorizado e que está inserido em uma rede de relações sociais (AMBRÓSIO, et al.,, 2015). Entende-se que o apoio intercambiado pelos membros da rede social é um elemento fortalecedor e positivo na vivência do câncer e deve ser privilegiado (KEILA, LISTON e DUPAS ,2010).
Logo, a relação do apoio da rede social agrega variáveis clínicas e não clínicas e, visa contribuir para a promoção, controle e a quantificação da mudança do status da qualidade de vida durante o processo de adoecimento, tratamento e da sobrevida em mulheres durante a quimioterapia (HOFFMANN, MULLER e FRASSON, 2006). Este estudo teve como objetivo identificar as ações de apoio da rede social a mulheres com câncer de mama em tratamento quimioterápico.
MÉTODO
Estudo de revisão integrativa da literatura entendido como método de pesquisa permite realizar uma síntese de resultados adquiridos em pesquisas experimentais ou não, já realizadas sobre um tema ou questão, de maneira ampla e sistemática, possibilitando aos revisores compilar os achados dos estudos sem afetar sua ideia original (MARIA, 2010).
Para desenvolvimento da busca a revisão foi orientada nos seguintes passos metodológicos: 1- elaboração da pergunta norteadora; 2- busca ou amostragem na literatura; 3- coleta de dados; 4- análise crítica dos estudos incluídos; 5- discussão dos resultados e 6- Apresentação da revisão integrativa (SOUZA M.T, SILVA M.D e CARVALHO R, 2010).
Na primeira etapa buscou-se orientação da busca através da elaboração da pergunta norteadora com base na estratégia PICO, onde: P – mulheres com câncer de mama; I – Quimioterapia; C- não existe; O – ações de apoio da rede social. Através da qual foi desenvolvida a seguinte questão orientadora da revisão:
“Quais as ações de apoio da rede social a mulher com câncer de mama durante a quimioterapia?”.
Na segunda etapa a busca se deu a partir da seleção de artigos científicos nas bases de dados eletrônica do LILACS (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde) MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online) e BDENF (Base de Dados em Enfermagem) através dos descritores: Neoplasias da mama/Breast Neoplasms/Neoplasias de las mamas AND Rede social/Social Network/Red Social AND Apoio social/Social Support/Apoyo Social AND Tratamento Farmacológico/Drug Terapy/ Quimioterapia.
Para realização da busca foram incluídos artigos com texto completo nos idiomas definidos e livre acesso nas bases selecionadas. Foram excluídos artigos que não apresentassem relação com a temática de pesquisa, materiais científicos oriundos de teses, dissertações ou trabalhos de conclusão de curso e manuais e boletins informativos na temática. Também foram eliminados estudos do tipo revisão narrativa e revisão integrativa da literatura.
Na terceira etapa se realizou a busca dos artigos que ocorreu nos meses de maio e junho de 2023 e através da aplicação dos descritores e critérios de elegibilidade se subsidiou o desenvolvimento da quarta etapa. Na análise dos artigos selecionados seguiu-se como método a realização de leitura crítica por três pesquisadores que adotaram a técnica de consenso utilizando os pressupostos da técnica de grupo nominal (TGN) (MULLEN R, KIDDK A, FLEMIN A e MACMILLAN, 2021; MCMILLAN, et al., 2016).
Na primeira análise foi realizada leitura crítica do título e resumo da publicação e, após votação para o consenso, os artigos eram incluídos ou excluídos da amostra. Na segunda etapa foi realizada leitura do texto completo pelos pesquisadores e reunião posterior, através da plataforma Microsoft Teams, para definição dos artigos incluídos na versão final da revisão. A pesquisa não necessitou de avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) por não utilizar dados ou informações coletadas com seres humanos.
RESULTADOS
A realização da busca nas bases elencadas resultou em 20 estudos para aplicação do nível de avaliação condicional e permitiu a análise crítica de 13 artigos após o desenvolvimento. O processo de seleção final foi desenvolvido por meio da análise dos resumos das publicações e resultou na eliminação de nove artigos após leitura do título e resumo por não possuir relação com o objetivo e pergunta norteadora da revisão integrativa (Figura 1).
Dentre os artigos analisados (n=04) todos foram publicados em periódicos internacionais e destes três foram publicados no idioma inglês. O intervalo das publicações variou entre 2015 e 2020 e em sua maioria os estudos possuíam abordagem metodológica qualitativa.

Fonte: Autores (2023). Adaptado de Page et. al. (2021).
Mediante a análise dos artigos selecionados para síntese da revisão foram elaborados compilados das informações referentes às produções (Quadro 1) e o detalhamento das publicações relacionados ao objetivo e resposta a pergunta norteadora da revisão (Quadro 2).
Quadro 1 – Artigos selecionados nas bases de dados e analisados após consenso para síntese da revisão integrativa. Caruaru – PE, 2023.
| N | TÍTULO | AUTORES | BASE/ANO DA PUBLICAÇÃO | REVISTA |
| 01 | A prática sexual de mulheres jovens em tratamento para o câncer de mama. | Mairink APAR, et al. | LILACS 2020 | Rev. Enferm. Esc. Anna Nery |
| 02 | The Experience of Fatigue in Breast Cancer Patients 1-12 Month Postchemotherapy: A Qualitative Study. | Levkovich I, Cohen M, Karkabi K. | MEDLINE 2019 | Behav Med. |
| 03 | Sentiment Analysis of an Online Breast Cancer Support Group: Communicating about Tamoxifen. | Cabling ML, et al. | MEDLINE 2018 | Health Commun. |
| 04 | Patients’ experiences following breast cancer treatment: an exploratory survey of personal and work experiences of breast cancer patients from three European countries. | Braybrooke JP, et al. | MEDLINE 2015 | Eur J Cancer Care |
Fonte: Autores, 2023.
Quadro 2 – Artigos selecionados nas bases de dados e analisados após consenso para síntese da revisão integrativa. Caruaru – PE, 2023.
| N | OBJETIVO | MÉTODO | AÇÕES DE APOIO DA REDE SOCIAL |
| 01 | Compreender como ocorre a prática sexual (PS) de mulheres jovens com câncer de mama. | Pesquisa qualitativa. Adotou-se o Interacionismo Simbólico (IS) como referencial teórico e, metodológico, a Teoria Fundamentada nos dados (TFD). | – Fortalecer o vínculo afetivo com a mulher durante seu adoecimento; – Incentivar a mulher a realizar o tratamento com quimioterapia; – Oferecer apoio emocional. |
| 02 | Avaliar a fadiga pós quimioterapia | O estudo utilizou a abordagem qualitativo fenomenológica, que visa compreender comportamentos e experiências das pessoas por meio de entrevistas semiestruturadas em profundidade. | – Apoiar a mulher nas atividades da vida diária; – Fornecer apoio emocional; – Orientar a mulher sobre estratégias para superar a fadiga após a quimioterapia. |
| 03 | Analisar as conversas que ocorrem em um Open Scene Graph (OSG) de câncer de mama, a fim de melhor caracterizar como ele pode mediar o suporte no contexto do Tamoxifeno. | Estudo qualitativo que utilizou dados de postagens de mídias sociais sobre sentimentos da mulher durante o tratamento do câncer de mama. | – Desenvolver grupos de apoio emocional online; – Estimular a mulher a falar sobre seu tratamento; – Incentivar a mulher a compartilhar experiências vividas durante a quimioterapia; |
| 04 | Explorar as experiências pessoais de mulheres com câncer de mama entre 1 a 5 anos após a conclusão do tratamento com AC. | Trata-se de uma pesquisa exploratória de experiências pessoais e de trabalho de pacientes com câncer de mama. | – Estimular o apoio emocional entre membros da família, especialmente marido e filhos; – Compreensão, por parte do empregador, para a modificação da jornada de trabalho e função desenvolvida pela mulher; – Estimular que a mulher continue sua vida laboral durante o tratamento. |
Fonte: Autores, 2023.
DISCUSSÃO
O apoio da rede social à mulher com câncer de mama durante a quimioterapia se coloca como uma alternativa para superação dos momentos de dificuldade e ao mesmo tempo oportunizar que os laços entre os seus membros se mantenham fortes e possibilitem avanços no cuidado da sua situação de saúde e manutenção da qualidade de vida (OLIVEIRA, et al., 2024; SANICOLA, 2015).
Os artigos oriundos da revisão evidenciaram ações de apoio pautadas no apoio emocional (através de iniciativas de empatia, carinho e preocupação com a mulher), no apoio instrumental (através da realização de ações de ajuda direta, de natureza prática) e informativo (oferta de conselhos, direcionamentos, sugestões ou retorno de como a mulher está se saindo no enfrentamento do câncer e do tratamento com quimioterapia) (SOUSA AM, FRACOLLI LA e ZOBOLI ELCP, 2013).
O estreitamento e fortalecimento dos laços afetivos entre os membros da rede social da mulher, especialmente da sua rede primária (familiares, amigos e vizinhos) permitem que a mulher desenvolva sensação de maior pertencimento a este grupo social e que isso se converta e motivação para realizar o tratamento e participar de outras atividades da vida. Entende-se que o apoio emocional ofertado pela rede primária ajuda melhorar a sua autoestima e contribui para a mulher se sentir bem e renovada, o que evolui a sua autoestima e ajuda no enfrentamento e etapas da quimioterapia. (SILVA LB, MARINHO, 2021).
Os grupos de apoio social online vêm ganhando força e promovendo uma interação pessoal e um apoio que diretamente influencia positivamente na saúde física e psicológica da mulher. Estes grupos permitem a troca de experiências entre as mulheres que também vivenciam o câncer e o tratamento quimioterápico, além de desempenhar um papel importante na sua adaptação pessoal e ajudarem diretamente em como lidar com os problemas e melhorar o seu bem-estar físico e emocional (RENAULD e CHERBA, 2023; CABLING, et al., 2018).
Um aspecto relevante na atualidade é o aumento do uso de redes sociais e de comunidades online no âmbito da saúde e, principalmente, de doenças crônicas como o câncer. Esta alternativa possibilita que mulheres com problemas semelhantes estejam em constante interação, compartilhem suas experiências e se apoiem mutuamente, trocando ideias e reflexões sobre as adversidades vinda do câncer de mama (MELO, 2018; CABLING, et al., 2018). Compreender esse aspecto contribui para a adoção de práticas de cuidado que não se limitam a abordagens puramente biológicas e técnicas, mas sim a uma assistência holística, abrangente e afetiva (LEVKOVICH I, COHEN M e KARKABI, 2019).
O tratamento quimioterápico expõe a mulher a reações adversas que impedem o desenvolvimento de muitas atividades corriqueiras de sua vida diária. O apoio da rede social na substituição da mulher nesses contextos exprime medidas de cuidado que fortalecem seu bem-estar físico e mental. Neste enredo o apoio dos membros da família faz com que essa experiência se torne mais leve e fácil de lidar. No entanto, as mulheres mesmo com instabilidades físicas desencadeadas pela doença e sua terapêutica, se reprimem por ter que deixar seus familiares ajudar em suas responsabilidades e preferem, mesmo as adversidades, assumir e se preocupar com a rotina familiar (SALCI e MARCON, 2005; LEVKOVICH, COHEN e KARKABI, 2019).
A reinserção da mulher a sua rotina doméstica e laborativa é bastante benéfica para a sua autoestima durante o tratamento do câncer, tendo em vista que vai auxiliá-la a se sentir bem realizando atividades costumeiras e melhorar sua qualidade de vida. Deve ser considerado, para fins da realização destas atividades que o desempenho da mulher pode sofrer alterações e que estas devem ser consideradas pelos membros da sua família, colegas de trabalho e empregador. O apoio ofertado pelos colegas de trabalho nessa fase é muito importante, ainda que, a mulher possa encontrar uma resistência, os pontos positivos no que se refere a solidariedade são consideráveis. O apoio ofertado no ambiente de trabalho fornece encorajamento para enfrentar a doença e favorece uma comunicação positiva (LOYOLA, 2020; BRAYBROOKE, et al, 2015).
No retorno às atividades de trabalho é importante que o empregador e colegas de trabalho estejam disponíveis para negociar e adaptar as tarefas executadas pela mulher em sua rotina. Deve-se ter um real panorama da capacidade da realização destas atividades, de acordo com as recomendações de cuidados expressas pelos profissionais da saúde, bem como evidenciar para mulher estas indicações para que não haja dificuldades em gerenciar bem suas tarefas (COSTA JB, LIMA MAG e NEVES R, 2020; BRAYBOOKE, et al., 2015).
As informações ofertadas pelos membros da família para o gerenciamento das reações adversas, especialmente a fadiga, se colocam de forma a reforçar os comportamentos positivos da mulher e motivála para enfrentar as imposições do tratamento. Diversas são as estratégias adotadas para gerenciamento da fadiga dentre elas o apoio dos membros da família para enfrentamento do sintoma, conversar com amigos sobre como se sentem, sair e se divertir, ocupar o tempo para esquecer o problema e até mesmo buscar suporte religioso/espiritual (CAMPOS C.S, OLIVEIRA T, PORTO, 2020).
O estudo apresenta como limitação a quantidade de bases de dados selecionadas para realização da busca pelos estudos. Este passo pode ter limitado as respostas a pergunta norteadora, especialmente pela quantidade de artigos para síntese e pelas ações se limitarem a três dimensões do apoio da rede social (Apoio emocional, instrumental e informativo).
CONCLUSÃO
As ações de apoio da rede social a mulher com câncer de mama durante a quimioterapia estão centradas no apoio emocional (fortalecimento do vínculo afetivo com a mulher, criação de grupo de apoio online, incentivar a mulher a verbalizar suas impressões sobre o tratamento), no apoio instrumental (substituindo a mulher na realização das atividades domésticas pela família e na adaptação da rotina e tarefas de trabalho pelos colegas e empregador) e informativo (através da orientação sobre medidas de gerenciamento de sintomas advindos das reações ao tratamento com quimioterapia).
O apoio social desempenha um papel fundamental no enfrentamento da quimioterapia contra o câncer de mama. Tanto o apoio da família quanto o apoio dos amigos, colegas de trabalho e comunidades online têm impacto positivo na vida das mulheres durante o diagnóstico, tratamento e recuperação da doença.
Compreender a importância do apoio da rede social e suas diferentes dimensões pode contribuir para a adoção de abordagens de cuidado mais abrangentes, humanizadas e individualizadas, que vão além das práticas puramente biológicas e técnicas. O enfermeiro deve ser agente mobilizador da rede social e, através da compreensão dos seus atributos e dimensões, oportunizar intervenções que se adequem as reais necessidades da mulher ao longo da vivência do câncer e da quimioterapia.
REFERÊNCIAS
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1Universidade Federal De Pernambuco (UFPE), Caruaru, Pernambuco. E-mail: enf.allanalisson@gmail.com
2Adriellymaria399@gmail.com / Karlinha_stefanne@hotmail.com / sesdiego23@gmail.com / thisjoseneto@gmail.com / brunosantos_oi@hotmail.com / Carolainealine15@gmail.com / priscilaana116@gmail.com / Institucional.luizfelipe@gmail.com / diegoaugusto.enf@gmail.com
