A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR

THE IMPORTANCE OF PLAY

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511151632


Ingridy Christine Oliveira Triaquim1
Erica Piovam de Ulhoa Cintra2


Resumo

Quando escolhi realizar o curso de Pedagogia, o fiz pelo gosto do trabalho com crianças e, também, por promover o universo lúdico. Ao longo do curso, pude compreender como é importante que as crianças possam se desenvolver nas diferentes etapas de desenvolvimento, por meio de brincadeiras que auxiliam o seu processo de desenvolvimento pessoal e social. Em meio ao meu próprio processo de desenvolvimento ao longo do curso, participo, desde a proposta de criação, do projeto de extensão “Uniduni-tê”, iniciado em 2023. O objetivo geral do projeto é rememorar, refletir e levar os jogos e as brincadeiras tradicionais infantis ao público infantil, mas sobretudo aos acadêmicos e licenciandos como parte de sua formação, com oportunidades de experimentação e pertencimento da cultura de um povo e lugar. Nesse artigo, discuto a importância do brincar e destaco algumas das ações que auxiliei na promoção e participei ativamente de suas propostas e do impacto na comunidade do litoral do Paraná.

Palavras-chave: Brincar. Infância. Litoral do Paraná.

1  INTRODUÇÃO

Quando escolhi realizar o curso de Pedagogia, o fiz pelo gosto do trabalho com crianças e por experimentar e promover o universo lúdico infanto-juvenil. Conforme o currículo do curso avançava deparei-me com a criação do projeto de extensão “Uni-duni-tê”, a partir de um tema ocorrido em sala de aula: o retorno às brincadeiras tradicionais infantis como recurso para propiciar a criança o reencontro às atividades coletivas e solidárias, competindo com o exacerbado uso do celular. O interesse cresceu com o objetivo de investigar as brincadeiras tradicionais infantis e entender de que forma ela contribui para o desenvolvimento integral das crianças e, também, como contribui para a formação dos licenciandos em pedagogia no litoral do Paraná.

Essa escolha tem como problema de pesquisa o reconhecimento do fortalecimento entre a teoria e a prática do brincar, do vínculo com as brincadeiras tradicionais infantis como parte tanto da formação docente e da cultura infantil. A experiência adquirida nesse projeto reforça o entendimento da importância dos jogos e brincadeiras tradicionais infantis ao público infantil, e a sua efetividade na formação dos acadêmicos e licenciandos no trabalho com a criança pequena, esta que é diretamente o foco da educação infantil.

Isso porque, para o desenvolvimento da criança, é de fundamental importância o ato do brincar, ou a brincadeira em si, que as auxilia muito para a aquisição da linguagem, a criatividade e a exploração do mundo através do seu livre pensar e agir no meio social. Segundo Vygotsky (1991), o ato de brincar é um processo fundamental como atividade mediadora na criação de regras de convívio social, na interação autônoma, na preparação para a vida em sociedade. Portanto, nesses momentos em que a criança brinca, mesmo sozinha, ela cria cenários, estimula a imaginação, constrói vínculos com seus amigos, o que auxilia no desenvolvimento social e a prepara para o regramento da vida adulta.

Já o contato que a criança estabelece com as brincadeiras e brinquedos durante a Educação Infantil a preparará para situações mais complexas como a pega do lápis, por exemplo, iniciando com o rabiscar com o giz de cera. É a expertise do professor, sua metodologia e variedade de oferta de momentos lúdicos que permitirá, no futuro muito próximo, as primeiras conquistas dos pequenos com o universo letrado. Por isso que o brincar, propriamente, deve ter um lugar muito importante no meio escolar da Educação Infantil, para que sejam orientadas oportunidades de desenvolvimento dos aspectos emocionais, afetivos, cognitivos e sociais, assim como norteiam as Diretrizes para tal ensino:

Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, DCNEI (1999), as instituições de Educação Infantil devem promover em suas Propostas Pedagógicas, práticas e cuidados que promovam a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/linguísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível. (Moura e Moreno, 2017, p. 83)

É muito interessante esse universo da criança pequena com o brinquedo e o que essa relação criativa e antecipadora da vida adulta promove para a sua aproximação ao mundo real e ao universo lúdico, criativo, e até imaterial, como nos explica Vygotsky:

O primeiro paradoxo contido no brinquedo é que a criança opera com um significado alienado numa situação real. O segundo é que, no brinquedo, a criança segue o caminho do menor esforço – ela faz o que mais gosta de fazer, porque o brinquedo está unido ao prazer – e ao mesmo tempo, aprende a seguir os caminhos mais difíceis, subordinando-se a regras e, por conseguinte renunciando ao que ela quer, uma vez que a sujeição a regras e a renúncia a ação impulsiva constitui o caminho para o prazer do brinquedo. (Vygotsky, 1991, p. 78)

Nesse extrato, Vygotsky traz os paradoxos do encontro da criança com o brinquedo, é o que a leva a imaginar sob uma situação real, que a faz seguir “o caminho do menor esforço” já que o brinquedo está diretamente ligado “ao prazer e ao que gosta de fazer”, e embora sendo uma atividade prazerosa a criança também se coloca em situações de subordinação à regras, à troca de papéis, à renúncia de posição e da ação impulsiva, o que acaba sendo um caminho complexo de aprendizagem, de variações de significados, de relação dela com o mundo, com os outros ao redor e consigo mesma. Portanto, ao brincar a criança se prepara para a convivência comum e para a alfabetização, pois não é apenas o momento do jogo pelo jogo, há uma relação de linguagem de códigos, de símbolos, e muitas vezes está mediada pela escrita.

A brincadeira tem um papel muito importante na Educação Infantil, pois são características do momento de ser criança, da infância, que se constroem e reconstroem de modo imaginativo e ordenado antecipando o tempo escolar e o futuro adulto. No universo escolar, o lúdico na infância é um processo essencial para a aprendizagem significativa; é um auxiliar no processo de aprendizagem e de alfabetização, pois a escrita está ao nosso redor, no nosso cotidiano e em toda a nossa cultura.

A escola precisa usufruir da importância do brincar e do brinquedo dando vazão a toda oportunidade de ludicidade na Educação Infantil. É preciso definir a finalidade da brincadeira, seja com a intenção simbólica de que a criança possa utilizar o brinquedo e o compreender de forma imaginária, seja reinventando brincadeiras que já são do seu cotidiano, com o objetivo de alcançar algum passo em direção a sua aprendizagem. Para isso é preciso dispor desses materiais diversos em sala, que o ambiente esteja preparado para receber as crianças, para que se possa transformá-lo em algo interessante e atrativo para que as crianças brinquem, que os objetos disponibilizados despertem o uso da imaginação e o propósito ao qual foram ali apresentados. É nesse sentido que as crianças, ao brincar, estão, na verdade, a explorar o mundo.

Em geral, muitos autores afirmam (Winnicott, 2019; Araujo, 2017; Vygostsky, 1991; Freire, 1996) que a brincadeira livre pode proporcionar várias possibilidades da criança aprender e se desenvolver; o papel da brincadeira na educação infantil satisfaz as necessidades das crianças na criação de mundos e situações imaginárias que reproduzem a vida real e são preparatórias para a vida adulta; o brincar e o aprender são um processo conjunto de ações articuladas para o desenvolvimento da infância, e que se inicia ainda no seio familiar, antes mesmo da criança entrar no sistema educacional.

Foi com esse intuito que me coloquei imediatamente à disposição para participar da criação do projeto de extensão no tema das brincadeiras tradicionais infantis, o qual voltarei a mencionar a seguir. Para Piaget (1978), o jogo simbólico é como a criança utiliza a sua imaginação para elaborar e construir esquemas mentais, pois esse é um dos fatores principais para o desenvolvimento cognitivo, e que o brincar possibilita às crianças atribuir novos significados à sua própria vida e a seu cotidiano, particularmente, o escolar.

2  BRINCANDO PARA ENSINAR

Por ter participado na criação e em muitas de suas ações farei aqui uma breve menção ao projeto de extensão “Uni-duni-tê”, vinculado ao Colegiado de Pedagogia da Unespar, sob a coordenação da professora Erica, e que reuniu um repertório de jogos, cantigas e brincadeiras tradicionais infantis a fim de constituir um catálogo dessas variadas atividades ao longo do tempo e que marcaram a vida de gerações de crianças. É o esforço coletivo, do projeto, de recuperar e redespertar o gosto pela atividade lúdica infantil como alternativa ao uso precoce de celulares pelas crianças.

O projeto teve início, em julho de 2023, a partir de reflexões ocorridas na disciplina pedagógica Didática I e do interesse peculiar da turma vespertina do 2.º ano que observava com preocupação os excessos da vida virtual sobre as crianças. O projeto investe na (re)difusão da ludicidade levando os jogos e as brincadeiras tradicionais às ações de extensão e cultura diversas, bem como a comunidade em geral. Pude acompanhar e promover várias dessas ações, como a Mostra 2023, à Fotografia 1, estou com jaleco branco no centro da foto, as atividades nos CMEIs – Centros Municipais de Educação Infantil de Pontal do Paraná, este ainda em parceria com outro projeto de extensão do curso, o Brinquedoteca Itinerante da professora Daniele, dentre outros eventos.

Fotografia 1 – Equipe inicial do Uni-duni-tê na Mostra de Profissões da Unespar, em agosto de 2023.

Fonte: Acervo do projeto.

A primeira atuação do projeto “Uni-duni-tê” com o público diverso ocorreu na Mostra de Profissões, da Unespar, em agosto de 2023. Esse é o momento em que a comunidade em geral e, mais especialmente, os estudantes de Ensino Médio e Profissionalizantes visitam a universidade para conhecer os cursos de graduação e seus projetos ofertados. Nessa ocasião, o projeto ocupou parte do pátio central, com a promoção de brincadeiras e jogos de mesa tradicionais infantis nos mais diversos níveis de dificuldade ao público em geral. E logo o público compareceu para conferir a proposta e participar.

As brincadeiras e jogos escolhidos compõem um repertório livre, sendo, em geral, as seguintes: amarelinha, peteca, pião, corda, elástico, bolinha de sabão, bolinha de gude, cinco marias, ciranda, passar anel, mímica; jogos de mesa, como jogo da memória, da velha, futebol de botão, torre e outras criações; e, o chinelão. Tais jogos e brincadeiras fazem parte do repertório pessoal experimentado pela ampla maioria dos participantes quando criança, e como memória prazerosa das brincadeiras coletivas do passado. E essa específica manifestação de oportunidade de participação em jogos coletivos, coopera para refletir sobre várias questões dentre as quais o desenvolvimento estético e fraternal da participação nas atividades lúdicas, e muitas outras conexões.

Fotografia 2 – Brincadeiras coletivas do tempo de criança

Fonte: Acervo do projeto.

O projeto também participa no cumprimento do papel da universidade em ampliar as oportunidades culturais à população em geral, e acadêmicas aos alunos de graduação, em especial os licenciandos, como os de Pedagogia e outras áreas afins, contemplando a articulação da relação universidade-comunidade o que coopera diretamente para a melhoria do ensino superior no estado do Paraná.

3   O TEMA DAS BRINCADEIRAS INFANTIS HOJE

O ato de brincar e o tema das brincadeiras infantis tem ganhado relevo recente nos cursos de licenciaturas, em geral, muito provavelmente como esforço ao enfrentamento ao uso excessivo das telas – celulares e computadores. Uma contribuição das mais importantes é a produção da professora Regina Márcia Moura Tavares, com o livro “Brinquedos e brincadeiras: patrimônio cultural da humanidade”, publicação de 2004, que contou com apoio da Unesco. É um documento síntese de seu projeto desenvolvido em Campinas, e levado a outros países na América Latina. As práticas lúdicas favorecem muito a formação dos licenciados em Pedagogia, pois o que é estudado na teoria pode ser vivenciado na prática. De acordo com Freire (1996), o brincar não é só a brincadeira, e sim um espaço de aprendizagem dialógica e crítica. 

Fotografia 3 – Capa do Livro

Fonte: Tavares, 2004.

O título original de seu projeto, aliás, que recebeu o selo “Década Cultural Mundial” da Unesco, é: “Brinquedos e brincadeiras tradicionais: patrimônio cultural da humanidade” (Tavares, 2004, p. 11). Nesse documento, a autora aponta a trajetória do seu projeto desenvolvido por quase duas décadas na PUC-Campinas, com apoio inicial da Funarte, e que teve início entre os anos 1987 e 1988. A pesquisa de Tavares (2004), tratou da observação de brincadeiras infantis desenvolvidas espontaneamente em bairros de Campinas, documentando suas regras, variações e os aspectos culturais, sendo realizadas, posteriormente, oficinas e exposições culturais como devolutivas locais.

Esse projeto incentivou a confecção de brinquedos artesanais e a criação de um acervo material para um eventual “Museu do Brinquedo” junto às comunidades, porém, do qual não se teve notícia de continuidade. O documento destaca ainda a importância das brincadeiras infantis como forma de comunicação, preservação da identidade cultural e desenvolvimento social, e apresenta as cartas e resoluções de encontros nacionais e internacionais na América Latina que reforçam a necessidade de políticas públicas para preservar esse patrimônio lúdico.

O projeto de Tavares (2004), em si, buscou sensibilizar comunidades, governos e instituições para a valorização da cultura lúdica, promovendo ações educativas e culturais que garantissem o direito de brincar e cooperassem para preservar a memória coletiva – algo que, em menor escala, o projeto “Uni-duni-tê” tem desenvolvido em Paranaguá e Pontal do Paraná.

Escolhemos brinquedos e brincadeiras do município de Campinas como alvo de nossa investigação por considerarmos esse tema com possibilidades de mostrar à população, em geral, que um patrimônio cultural significativo não se encontra só em bibliotecas, arquivos, museus, centros de memória ou academias da cidade, região ou país. Nossa pretensão foi colocar em evidência que o simples ato de brincar de determinadas formas, no espaço da rua, constitui-se, ele mesmo, um patrimônio cultural relevante. (Tavares, 2004, p. 11)

Muito interessante o reforço “brinquedos e brincadeiras como patrimônio cultural significativo”, algo a recuperar nos tempos atuais. Especialmente, se considerarmos as mudanças da nova revolução tecnológica com o uso da inteligência artificial (IA). A introdução de aplicativos e de plataformas digitais na Educação Básica, por exemplo, já é uma realidade incômoda no momento presente para o qual ainda não se tem consenso dentro e fora das escolas. O importante é não perder de vista que o ser humano é um ser relacional.

Lembrando que essa questão das tecnologias não é a preocupação de Tavares (2004), nesse estudo e que reflete um outro tempo muito anterior à presença de celulares e até computadores, porém, é um tema dos mais atuais para os cursos de Pedagogia e tem de ser a preocupação em eventos e oportunidades de reflexão sobre o tema.

Uma outra área, além da educação, também tem estudado o tema das brincadeiras infantis. Advindos da Psicologia, Pontes e Magalhães (2002, p. 213) afirmam: “a brincadeira tradicional de rua é um fenômeno paradigmático da organização social de crianças e da cultura infantil.” Note como é essencial a retomada da rua como espaço de socialização e de brincadeira das crianças, ainda que essa experiência tenha se transferido para espaços mais controlados e seguros, como é a realidade das crianças de hoje, em pátios de escolas ou das residências em edifícios de apartamentos. Vale reflexão da educação a respeito.

Outra questão interessante a respeito das brincadeiras tradicionais infantis é que elas acontecem geralmente de modo espontâneo, isto é, sem a presença de adultos, são combinados realizados de modo verbal entre as próprias crianças, sem a necessidade de signos escritos, como “padrões lúdicos universais”: O estudo das brincadeiras tradicionais infantis possibilita a investigação de um fenômeno ‘espontâneo’, sem o planejamento adulto e sem o recurso da escrita. (…) Jogos tradicionais infantis caracterizam uma cultura local. (Friedmann, 1990)

“É interessante observar a existência de certos padrões lúdicos universais, mesmo com diferenças regionais, variações na designação ou na existência ou supressão de certas regras”. (Pontes e Magalhães, 2002, p. 213)

Nessas oportunidades as crianças podem, através dos combinados: estabelecer novas regras, suprimir itens, enfim, criar e experimentar. Por isso, as brincadeiras tradicionais devem ser estimuladas, e, sempre que possível, reconhecidas como um real patrimônio imaterial da humanidade, como já nos apontava Tavares (2004) em seu estudo.

Fotografia 4 – O desafio e a alegria do brincar

Fonte: Acervo do projeto.

Inclui-se ainda o efeito educacional e criativo das brincadeiras, como nos aponta Winnicott (2019), a partir de sua obra “O brincar e a realidade”, que trata da psicoterapia dos pacientes pequenos, em que a brincadeira caracteriza uma área intermediária entre a realidade interna e a externa, é parte da criação de si mesma, do outro e do mundo.

4  CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ainda haveria o que considerar a respeito do efeito das brincadeiras tradicionais com as crianças pequenas na questão do desenvolvimento corporal e cognitivo da criança, da lateralidade, entretanto, procuramos entendê-la aqui de modo mais ampliado, da ação como antídoto ao excesso das telas, o que deve ser um compromisso para educadores, manter essa tradição viva, das brincadeiras tradicionais, para as futuras gerações. De todas as experiências vivenciadas no projeto, pude compreender o quanto as brincadeiras infantis são importantes para o desenvolvimento integral das crianças, e valoroso recurso para a formação dos acadêmicos de Pedagogia e licenciaturas, e que pode fortalecer as práticas pedagógicas tanto no ensino superior como na educação infantil, articulando teoria e prática, vivenciadas não apenas no litoral do Paraná, mas em todo o país.

REFERÊNCIAS

ARAUJO, Liane Castro de. Ler, escrever e brincar na educação infantil: uma dicotomia mal colocada. Revista contemporânea de educação, v. 12, 2017. 

MOURA, G. F. de; MORENO, G. L. Cuidar, educar e brincar: refletindo sobre a organização do trabalho pedagógico na educação infantil.UEL, 2017. Caderno de Resumos da XVI Semana da Educação. VI Simpósio de Pesquisa e Pós-graduação em Educação: “Desafios atuais para a Educação”, Londrina, UEL, 2017. 

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: LTC, 1978.

PONTES, Fernando Augusto Ramos; MAGALHÃES, Celina Maria Colino. A estrutura da brincadeira e a regulação das relações. Psic.: Teor. e Pesq. vol.18, n.º 2, maio/ago., 2002. DOI https://doi.org/10.1590/S0102-37722002000200011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pt p/a/vq5Kxp5mSXHMyJ4mfqF8Wbx/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 12 dez. 2024. 

TAVARES, Regina Márcia Moura. Brinquedos e brincadeiras: patrimônio cultural da humanidade. Campinas, SP: Ed. Pontes, Unesco, 2004. 

VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1991. 

WINNICOT, Donald. O brincar e a realidade. São Paulo: UBU Editora, 2019. 


1Discente do Curso Superior de Pedagogia da UNESPAR Campus Paranaguá. e-mail: ingridyy2002@gmail.com
2Docente do Curso Superior de Pedagogia da UNESPAR Campus Paranaguá. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Paraná. e-mail: erica.cintra@unespar.edu.br