AGING WOMEN IN ORGANIZATIONS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601201528
Cintia Santana da Silva1
Marinelva Pinto Gomes1
Orientador: Edilon Mendes Nunes2
Resumo
O envelhecimento de mulheres nas organizações configura-se como um tema relevante no contexto contemporâneo do trabalho, ao articular questões de gênero, etarismo e desigualdades estruturais no mercado laboral, especialmente diante do aumento da expectativa de vida e da feminização do envelhecimento. Este estudo teve como objetivo analisar como mulheres em processo de envelhecimento enfrentam desafios no ambiente organizacional, considerando preconceitos relacionados à idade, estereótipos e dificuldades de permanência e progressão na carreira a partir dos 40 anos. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, sendo realizada por meio de sete entrevistas semiestruturadas com mulheres com idade igual ou superior a 40 anos, atuantes em diferentes funções no município de Laranjal do Jari, no estado do Amapá. A análise dos dados evidenciou que, apesar da experiência acumulada e das competências desenvolvidas ao longo da trajetória profissional, essas mulheres enfrentam barreiras significativas no ambiente de trabalho, especialmente relacionadas ao etarismo, expresso por estereótipos negativos sobre capacidade produtiva, adaptabilidade às mudanças e aparência física. Os resultados também indicam a presença de forte pressão estética, sobretudo sobre mulheres em cargos de maior visibilidade, levando-as, em muitos casos, a recorrer a procedimentos estéticos como estratégia para manter sua inserção e valorização no mercado de trabalho, o que reforça a persistência de desigualdades de gênero associadas ao envelhecimento.
Palavras-chave: Envelhecimento feminino. Etarismo. Gênero. Mercado de trabalho. Desigualdade de gênero.
Abstract
The aging of women in organizations constitutes a relevant theme in the contemporary work context, as it articulates issues related to gender, ageism, and structural inequalities in the labor market, especially in light of increased life expectancy and the feminization of aging. This study aimed to analyze how women undergoing the aging process face challenges in organizational environments, considering agerelated prejudice, stereotypes, and difficulties in career maintenance and progression
from the age of 40 onward. The research adopted a qualitative approach and was conducted through seven semi-structured interviews with women aged 40 years or older, working in different occupational roles in the municipality of Laranjal do Jari, in the state of Amapá, Brazil. Data analysis revealed that, despite the accumulated experience and skills developed throughout their professional trajectories, these women face significant barriers in the workplace, particularly ageism, expressed through negative stereotypes regarding productive capacity, adaptability to change, and physical appearance. The findings also indicate the presence of strong aesthetic pressure, especially on women in positions of greater visibility, leading many of them to resort to aesthetic procedures as a strategy to maintain their employability and recognition in the labor market. These results highlight the persistence of genderbased inequalities associated with aging and reinforce the need for organizational practices that promote equity and value professional experience.
Keywords: Female aging. Ageism. Gender. Labor market. Gender inequality.
1 INTRODUÇÃO
O envelhecimento populacional tem se intensificado nas últimas décadas, em decorrência do aumento da expectativa de vida e das transformações demográficas e sociais, refletindo diretamente no mundo do trabalho e nas dinâmicas organizacionais. Nesse contexto, o envelhecimento feminino adquire centralidade, uma vez que as mulheres apresentam maior longevidade e representam parcela significativa da força de trabalho madura, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil. Estudos apontam que, apesar desse crescimento, as organizações ainda se mostram pouco preparadas para lidar com as demandas e especificidades do envelhecimento no trabalho, sobretudo quando associado às questões de gênero (LIMA, 1995; KINGSTON et al., 2010).
A literatura evidencia que mulheres em processo de envelhecimento enfrentam múltiplas formas de discriminação, resultantes da interseção entre etarismo e desigualdades de gênero, manifestadas por estereótipos negativos relacionados à produtividade, adaptabilidade, aparência física e atualização profissional (VIEIRA & SILVA, 1992). Conforme destacam Nogueira & Ramos (1987), o envelhecimento no ambiente organizacional tende a ser percebido de maneira mais severa para as mulheres, que são frequentemente submetidas a padrões estéticos rígidos e expectativas sociais que reforçam a valorização da juventude como sinônimo de competência e eficiência.
Esses estereótipos contribuem para a invisibilidade e marginalização de mulheres maduras no mercado de trabalho, impactando diretamente suas trajetórias profissionais, o acesso a oportunidades, a progressão na carreira e a permanência em cargos de maior visibilidade. Além disso, pesquisas indicam que tais práticas discriminatórias podem comprometer a saúde mental, a autoestima e o bem-estar dessas profissionais, reforçando desigualdades estruturais no contexto organizacional (ARAÚJO, NOGUEIRA & RAMOS, 1997).
Diante desse cenário, emerge a seguinte problematização: de que maneira mulheres em processo de envelhecimento enfrentam e se adaptam aos desafios impostos pelo ambiente organizacional, marcado por práticas etaristas e por desigualdades de gênero? Essa questão revela-se socialmente relevante, uma vez que reflete uma vivência concreta observada no cotidiano profissional e aponta para a necessidade de produção de conhecimentos que contribuam para a promoção de ambientes de trabalho mais inclusivos, equitativos e socialmente responsáveis.
Assim, o presente estudo tem como objetivo compreender como mulheres em fase de envelhecimento vivenciam o ambiente organizacional, identificar os principais desafios enfrentados ao longo de suas trajetórias profissionais e analisar as políticas e práticas organizacionais voltadas à inclusão etária e à valorização da experiência. Justifica-se a realização desta pesquisa pela relevância teórica e prática do tema, ao contribuir para o aprofundamento das discussões sobre gênero, envelhecimento e trabalho, bem como para subsidiar a formulação de políticas organizacionais que promovam a igualdade de oportunidades, o reconhecimento profissional e a valorização das mulheres em processo de envelhecimento no mercado de trabalho.
2 REVISÃO DA LITERATURA
Envelhecimento, trabalho e organizações
O envelhecimento no contexto organizacional tem se tornado um tema central nos estudos sobre trabalho, especialmente diante das transformações demográficas e do prolongamento da vida laboral. A literatura aponta que o aumento da expectativa de vida e a permanência de trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho desafiam modelos organizacionais historicamente orientados pela valorização da juventude, da flexibilidade e da alta performance imediata. Nesse cenário, o envelhecimento passa a ser frequentemente associado a perdas, declínio produtivo e resistência às mudanças, reforçando estereótipos que impactam negativamente as trajetórias profissionais (NORONHA FILHO, 2004).
O trabalho, conforme destacam Fontoura e Piccinini (2013), constitui-se como elemento central na construção da identidade, da subjetividade e das relações sociais, ultrapassando sua dimensão econômica. Além do sustento financeiro, o trabalho possibilita reconhecimento, pertencimento social, autonomia e sentimento de utilidade. Dessa forma, processos de exclusão ou desvalorização associados ao envelhecimento no ambiente organizacional podem gerar impactos significativos na autoestima, na saúde mental e no sentido atribuído à trajetória profissional.
Gênero, etarismo e estereótipos no ambiente organizacional
Quando o envelhecimento é analisado sob a perspectiva de gênero, observa-se que as mulheres enfrentam desafios adicionais em comparação aos homens. A literatura evidencia que o etarismo, quando associado às desigualdades de gênero, intensifica processos de discriminação e marginalização feminina no trabalho (VIEIRA & SILVA, 1992). Mulheres maduras são frequentemente submetidas a julgamentos mais rigorosos quanto à aparência, à produtividade e à capacidade de adaptação, o que contribui para a construção de barreiras simbólicas e institucionais à sua permanência e progressão profissional.
O corpo feminino envelhecido tende a ser desvalorizado no ambiente corporativo, tornando-se objeto de controle social e vigilância estética. Esse processo incentiva práticas de ocultamento dos sinais do envelhecimento, como o uso de procedimentos estéticos, que passam a ser compreendidos como estratégias de adequação às normas organizacionais implícitas. Tais exigências reforçam estereótipos de gênero e contribuem para a invisibilidade das mulheres mais velhas, sobretudo em cargos de maior visibilidade e poder.
Percepções sobre trabalhadores maduros e práticas organizacionais
Estudos empíricos indicam que, apesar da persistência de estereótipos negativos, gestores reconhecem diversas qualidades positivas associadas a profissionais mais velhos. Cepellos, Tonelli e Aranha Filho (2013) destacam atributos como comprometimento, lealdade à organização, pontualidade, equilíbrio emocional e capacidade analítica como características frequentemente relacionadas a trabalhadores maduros. Esses aspectos revelam o potencial estratégico da experiência profissional acumulada para o desempenho organizacional.
Entretanto, crenças negativas ainda exercem forte influência sobre as práticas de gestão de pessoas, especialmente nos processos de recrutamento, seleção, promoção e capacitação. A suposta dificuldade de adaptação às novas tecnologias, a inflexibilidade e a menor disposição para treinamentos são frequentemente utilizadas como justificativas para a exclusão ou estagnação profissional de trabalhadores mais velhos, afetando de maneira mais intensa as mulheres.
Estratégias de enfrentamento e lacunas na literatura
Grima (2011) aponta que profissionais em processo de envelhecimento respondem aos estereótipos de formas distintas, adotando estratégias que variam entre a aceitação passiva das práticas discriminatórias, o enfrentamento direto ou a busca contínua por qualificação e atualização profissional. Essas respostas evidenciam a complexidade do fenômeno e a necessidade de análises que considerem as experiências subjetivas e contextuais das mulheres no ambiente organizacional.
Apesar dos avanços teóricos e empíricos, a literatura ainda apresenta lacunas no que se refere à compreensão das vivências de mulheres em processo de envelhecimento em contextos organizacionais específicos, especialmente em realidades periféricas e fora dos grandes centros urbanos. Tal lacuna justifica a realização do presente estudo, que busca contribuir para o aprofundamento das discussões sobre gênero, etarismo e trabalho, oferecendo subsídios teóricos e práticos para a construção de ambientes organizacionais mais inclusivos e equitativos.
3 METODOLOGIA
A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, técnica que possibilita maior profundidade na apreensão das percepções, experiências e subjetividades das participantes, permitindo a emergência de sentidos atribuídos ao envelhecimento no trabalho. As entrevistas foram conduzidas individualmente, respeitando-se os princípios éticos da pesquisa, com garantia de confidencialidade e anonimato das participantes.
Participantes
O grupo de participantes foi composto por sete mulheres com idade igual ou superior a 40 anos, selecionadas por conveniência, atuantes em diferentes áreas profissionais. Para preservar o anonimato, as participantes foram identificadas por códigos alfanuméricos (M1 a M7). A caracterização das participantes quanto à idade, escolaridade, área de atuação e tempo de experiência profissional é apresentada na Tabela 1.
Tabela 1: Caracterização das Participantes

Fonte: Dados da pesquisa (2025).
Os dados obtidos foram submetidos à análise de conteúdo, conforme abordagem qualitativa, permitindo a identificação de categorias temáticas emergentes relacionadas ao etarismo, gênero e envelhecimento no ambiente organizacional.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
A análise dos dados revelou que o etarismo no contexto organizacional de Laranjal do Jari manifesta-se tanto de forma subjetiva quanto estrutural, atravessado por desigualdades de gênero. A partir das falas das participantes, foram identificadas categorias temáticas que evidenciam os principais desafios enfrentados por mulheres em processo de envelhecimento no trabalho.
O estigma da competência e gênero
Ao abordar as oportunidades de progressão na carreira, a participante M2 relatou a diminuição das chances de promoção à medida que a idade avança, destacando a desvalorização da experiência profissional acumulada. Essa percepção evidencia o que Cepellos (2021) define como a “invisibilidade da mulher madura” nas organizações. O etarismo, nesse sentido, não se manifesta apenas por meio da exclusão explícita, mas pela deslegitimação simbólica das competências femininas, criando um teto invisível à ascensão profissional. A interseção entre gênero e idade reforça desigualdades históricas, nas quais o envelhecimento masculino tende a ser associado à autoridade, enquanto o feminino é relacionado à perda de utilidade.
Tecnologia e resiliência
A adaptação às tecnologias organizacionais emergiu como um ponto central nos relatos, especialmente na fala de M5, que evidenciou a priorização de trabalhadores mais jovens nos treinamentos tecnológicos. Tal prática reforça estereótipos de obsolescência técnica associados à idade. Contudo, conforme argumenta França (2012), a dificuldade não reside na capacidade de aprendizagem dos trabalhadores maduros, mas na ausência de políticas organizacionais inclusivas. A necessidade de “esforçar-se o dobro”, relatada pela participante, revela a resiliência como estratégia de enfrentamento diante da marginalização tecnológica imposta pelo ambiente de trabalho.
Desafios de inserção e permanência no mercado de trabalho
As participantes M1 e M4 relataram dificuldades relacionadas à recolocação profissional e à permanência no mercado de trabalho, apontando a idade como um critério implícito de exclusão em processos seletivos. Esses relatos confirmam a existência do chamado “etarismo de recrutamento”, conceito discutido por Cepellos (2018), no qual a idade é utilizada como filtro baseado em estereótipos de rigidez comportamental e baixa adaptabilidade. Tal prática ignora atributos como maturidade emocional, experiência e capacidade de resolução de problemas, reforçando desigualdades estruturais no acesso ao trabalho.
Conflito entre autoridade e conhecimento
Entre as participantes com maior escolaridade e atuação técnica, como M3 e M7, destacou-se a dificuldade de validação da autoridade profissional. As falas indicam silenciamento, questionamento constante do conhecimento técnico e desconfiança quanto à atualização profissional. Lazzari (2020) denomina esse fenômeno como “dupla deslegitimação”, decorrente da combinação entre etarismo e desigualdade de gênero. Nesses contextos, as mulheres maduras sentem-se pressionadas a adotar posturas de supercompetência para legitimar sua presença e seu saber no ambiente organizacional.
Transição para a aposentadoria e identidade profissional
A participante M6 trouxe à tona a vivência do estágio final da carreira, evidenciando o desinvestimento organizacional em profissionais próximos à aposentadoria. A interrupção de investimentos em capacitação e a exclusão de planejamentos de longo prazo refletem uma visão instrumental do trabalho, que desconsidera o potencial desses profissionais como transmissores de conhecimento. França (2012) defende que a transição para a aposentadoria deveria ser compreendida como um período estratégico de compartilhamento de saberes, e não como um processo de marginalização produtiva.
De modo geral, os resultados evidenciam que o envelhecimento feminino nas organizações é marcado por múltiplas formas de discriminação, exigindo das mulheres estratégias constantes de adaptação, resistência e reafirmação de competências. Esses achados reforçam a necessidade de políticas organizacionais voltadas à inclusão etária e à valorização da experiência profissional, contribuindo para a redução das desigualdades de gênero no mundo do trabalho.
A análise dos dados revelou categorias temáticas que expressam os principais desafios enfrentados pelas participantes, conforme apresentado a seguir:
Tabela 2 – Categorias temáticas, principais desafios e suporte teórico

Fonte: Elaborado pelas autoras (2025)
A Tabela 2 sintetiza as principais categorias temáticas identificadas a partir da análise das entrevistas, evidenciando os desafios enfrentados pelas participantes e sua articulação com o referencial teórico. Observa-se que o etarismo de gênero, a obsolescência técnica, a necessidade de resiliência e o desinvestimento organizacional constituem eixos centrais da experiência das mulheres em processo de envelhecimento no ambiente organizacional, corroborando os achados da literatura e reforçando a pertinência do problema investigado.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os resultados desta pesquisa demonstram que o envelhecimento feminino no ambiente organizacional é atravessado por práticas etaristas e desigualdades de gênero que impactam diretamente a inserção, a permanência e a progressão profissional das mulheres. A investigação permite concluir que a experiência e as competências acumuladas ao longo da trajetória profissional não são plenamente reconhecidas pelas organizações, sendo frequentemente desvalorizadas por estereótipos associados à idade e à aparência feminina.
Os objetivos propostos são atingidos ao compreender como mulheres em processo de envelhecimento vivenciam o contexto organizacional, ao identificar os principais desafios enfrentados e ao analisar as práticas institucionais relacionadas à inclusão e valorização desses profissionais. Conclui-se que o etarismo manifesta-se de forma subjetiva e estrutural, exigindo das mulheres estratégias constantes de adaptação, resiliência e reafirmação de competências para manter sua legitimidade profissional.
A pesquisa evidencia como novas descobertas a centralidade da interseção entre gênero e idade na produção de desigualdades no trabalho, bem como o papel do desinvestimento organizacional na marginalização simbólica de mulheres maduras, especialmente em processos de capacitação, reconhecimento e planejamento de carreira. Do ponto de vista prático, os achados reforçam a necessidade de políticas organizacionais voltadas à inclusão etária, à valorização da experiência profissional e à promoção da equidade de gênero, contribuindo para ambientes de trabalho mais justos e sustentáveis.
Como limitações do estudo, destaca-se o número restrito de participantes e a delimitação geográfica da pesquisa, o que não permite generalizações amplas. Sugere-se que futuras investigações ampliem o universo amostral, incluam diferentes contextos organizacionais e utilizem abordagens metodológicas mistas, de modo a aprofundar a compreensão do envelhecimento feminino no trabalho e subsidiar intervenções institucionais mais eficazes.
REFERÊNCIAS
CEPELLOS, Vanessa. Envelhecimento e carreira: desafios e possibilidades para profissionais maduros nas organizações. São Paulo: Atlas, 2021.
CEPELLOS, Vanessa. A construção social da idade no contexto organizacional. Revista de Administração Contemporânea, v. 22, n. 2, p. 187-205, 2018.
CEPELLOS, Vanessa; TONELLI, Maria José; ARANHA FILHO, Francisco. Envelhecimento nas organizações: estereótipos e práticas de gestão da idade. Revista de Administração de Empresas, v. 53, n. 6, p. 575-590, 2013.
FONTOURA, Dione Oliveira; PICCININI, Valmiria Carolina. Envelhecimento no trabalho: significados atribuídos por trabalhadores mais velhos. Revista Psicologia: Organizações e Trabalho, v. 13, n. 2, p. 135-148, 2013.
FRANÇA, Lucia Helena de Freitas Pinho. O envelhecimento no trabalho: desafios para a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2012.
GRIMA, François. The influence of age management practices on older employees’ work engagement and retirement intentions. Human Resource Management Journal, v. 21, n. 4, p. 408-423, 2011.
LAZZARI, Marina. Gênero, envelhecimento e mercado de trabalho: desafios para a equidade nas organizações. Revista Estudos Feministas, v. 28, n. 3, p. 1-15, 2020.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
NORONHA FILHO, Aloísio. Discriminação etária no mercado de trabalho: limites e possibilidades da inclusão de trabalhadores mais velhos. Revista Brasileira de Sociologia, v. 2, n. 1, p. 89-105, 2004.
1Discentes do Curso Superior Bacharel em Administração do Instituto Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado do Amapá Campus Jari
e-mail: cintia87santana@gmail.com; marinelva.pinto@gmail.com
2Docente do Curso Superior de Bacharel em Administração do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado do Amapá Campus Jari. Mestre em Gerenciamento Ambiental (PPODEMA/UFPB).
e-mail: edilon.nunes@ifap.edubr
