DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR: PATOLOGIAS LIGADAS A DTM

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202510131036


Mariana Francyellen do Amaral Nery1
Daniele Paraguassu Fagundes2
Flávio Martins da Silva3
Leopoldo Luiz Rocha Fujii4


RESUMO 

A Disfunção Temporomandibular (DTM) é uma condição multifatorial que afeta a  articulação temporomandibular, os músculos mastigatórios e estruturas associadas,  comprometendo funções essenciais como mastigação, deglutição e fonação, além de  impactar negativamente a qualidade de vida dos pacientes. O presente estudo teve  como objetivo analisar a DTM em seus aspectos etiológicos, clínicos e terapêuticos,  destacando a relevância da abordagem multidisciplinar para o diagnóstico e o  tratamento eficaz. Foram identificados fatores predisponentes, iniciadores e  perpetuantes relacionados ao desenvolvimento da disfunção, incluindo alterações  anatômicas, traumas, estresse emocional e hábitos parafuncionais, como o bruxismo.  As manifestações clínicas mais comuns englobam dor orofacial, limitação da abertura  bucal, ruídos articulares, cefaleias e sintomas otológicos, dificultando o diagnóstico  diferencial e favorecendo a progressão para quadros degenerativos quando não  tratados. A pesquisa reforça a importância da atuação interdisciplinar, envolvendo  cirurgiões-dentistas, fisioterapeutas, psicólogos e fonoaudiólogos, na promoção de  estratégias terapêuticas mais completas e eficazes. Conclui-se que a DTM deve ser  compreendida como uma condição sistêmica, cujas abordagens diagnósticas e  terapêuticas precisam ser individualizadas e baseadas em evidências científicas, a fim  de reduzir complicações e restabelecer a qualidade de vida dos indivíduos  acometidos. 

Palavras chaves: Disfunção temporomandibular. Dor orofacial. Oclusão. Terapêutica  interdisciplinar. Qualidade de vida. 

ABSTRACT 

Temporomandibular Dysfunction (TMD) is a multifactorial condition that affects the  temporomandibular joint, masticatory muscles, and associated structures,  compromising essential functions such as chewing, swallowing, and phonation, in  addition to negatively impacting patients’ quality of life. This study aimed to analyze  TMD in its etiological, clinical, and therapeutic aspects, highlighting the importance of  a multidisciplinary approach for diagnosis and effective treatment. Predisposing,  initiating, and perpetuating factors related to the development of the disorder were identified, including anatomical alterations, trauma, emotional stress, and  parafunctional habits such as bruxism. The most common clinical manifestations  include orofacial pain, limited mouth opening, joint noises, headaches, and otological  symptoms, complicating differential diagnosis and favoring progression to  degenerative conditions if left untreated. The research reinforces the importance of  interdisciplinary work, involving dentists, physical therapists, psychologists, and  speech therapists, in promoting more comprehensive and effective therapeutic  strategies. The conclusion is that TMD should be understood as a systemic condition,  with individualized diagnostic and therapeutic approaches based on scientific evidence  to reduce complications and restore the quality of life of affected individuals. 

Keywords: Temporomandibular dysfunction. Orofacial pain. Occlusion.  Interdisciplinary therapy. Quality of life. 

1. INTRODUÇÃO 

A Disfunção Temporomandibular (DTM) é uma condição complexa, de  caráter cíclico ou transitório, com etiologia multifatorial que afeta a articulação  temporomandibular, os músculos mastigatórios e estruturas associadas. Seus sinais  e sintomas podem se manifestar de diferentes formas, comprometendo funções  vitais como mastigação, fala e deglutição, além de impactar negativamente a  qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Diversas teorias procuram explicar a  relação entre DTM, ortodontia e oclusão; entretanto, ainda existem debates e  controvérsias na literatura, o que dificulta tanto o diagnóstico preciso quanto a  definição de abordagens terapêuticas eficazes e seguras5

Diante disso, a questão central deste estudo é compreender de que forma a  Disfunção Temporomandibular (DTM), enquanto condição multifatorial, impacta a  qualidade de vida dos pacientes e quais são os principais desafios para o diagnóstico  e tratamento eficaz? 

A Disfunção Temporomandibular (DTM), por ser uma condição multifatorial,  exerce impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes, comprometendo  funções do sistema estomatognático, como mastigação, deglutição e fonação.  Considera-se ainda que a ausência de diagnóstico e tratamento adequados pode  potencializar alterações motoras e sensoriais da mandíbula e da maxila, favorecendo o surgimento de outras patologias bucais, sobretudo em adultos e idosos. Nesse  sentido, acredita-se que a intervenção precoce e personalizada seja capaz de  minimizar complicações, restabelecer a função mastigatória e promover melhor  qualidade de vida6

O objetivo geral deste estudo é analisar a Disfunção Temporomandibular  (DTM) em seus aspectos etiológicos, clínicos e terapêuticos, destacando a  importância da abordagem multidisciplinar para o diagnóstico preciso e para a  promoção de qualidade de vida dos pacientes. Os objetivos específicos são:  identificar os principais fatores etiológicos relacionados ao desenvolvimento da DTM,  considerando aspectos mecânicos, emocionais, hormonais e sistêmicos; descrever  as manifestações clínicas mais comuns da DTM e seus impactos funcionais e  psicossociais na vida dos pacientes; avaliar as principais abordagens terapêuticas utilizadas no manejo da DTM, com ênfase em tratamentos conservadores,  interdisciplinares e baseados em evidências científicas.

A relevância deste estudo fundamenta-se na alta prevalência da Disfunção Temporomandibular (DTM) em diferentes faixas etárias, especialmente entre adultos  jovens, mas também em adolescentes e idosos. Essa condição compromete funções  vitais do sistema estomatognático, refletindo em sintomas como dor muscular, dor  articular, estalidos, tensão emocional e queixas auditivas. Apesar do  reconhecimento científico da associação entre DTM e sintomas otológicos, ainda há  inconsistências na literatura, o que reforça a necessidade de investigações mais  abrangentes e fundamentadas. A atuação interdisciplinar, incluindo a  fonoaudiologia, mostra-se essencial, uma vez que permite compreender tanto os  aspectos funcionais da motricidade orofacial quanto sua influência sobre os sintomas  auditivos. Dessa forma, o estudo justifica-se pela possibilidade de contribuir para o  avanço do conhecimento clínico e para o desenvolvimento de estratégias  diagnósticas e terapêuticas mais eficazes no manejo da DTM7.

Diante do exposto, este trabalho tem como propósito analisar a Disfunção  Temporomandibular (DTM) em seus aspectos etiológicos, clínicos e terapêuticos,  buscando compreender sua relação com sintomas otológicos e seus impactos  funcionais no sistema estomatognático. Espera-se, com isso, identificar correlações  relevantes entre o uso de fármacos relaxantes musculares, a ocorrência da DTM e  os efeitos percebidos pelos pacientes, além de propor recomendações clínicas que  envolvam terapias ortodônticas, ajustes oclusais, reabilitação oral e manejo da  inflamação sinovial. Assim, a pesquisa pretende colaborar para o aprimoramento das  práticas odontológicas e interdisciplinares, contribuindo para a melhoria da  qualidade de vida dos indivíduos acometidos pela DTM. 

2. MATERIAL E MÉTODOS 

Quanto aos procedimentos metodológicos, esta pesquisa terá natureza  básica, uma vez que busca ampliar o conhecimento científico e gerar subsídios  aplicáveis à prática odontológica. A abordagem adotada seguirá um raciocínio  dialético, analisando criticamente as evidências que sustentam ou contestam as  hipóteses propostas. Os objetivos do estudo são explicativos, visando compreender  de que forma a Disfunção Temporomandibular (DTM) e a oclusão desajustada  podem contribuir para o agravamento de seus sinais e sintomas, bem como  investigar os mecanismos subjacentes a essa relação. 

A pesquisa utilizará uma abordagem mista, combinando aspectos  qualitativos e quantitativos. O procedimento metodológico principal será uma revisão  sistemática de literatura, realizada em bases acadêmicas como o Portal de  Periódicos da CAPES e o Google Acadêmico, com o uso dos descritores: “Disfunção  Temporomandibular”, “DTM”, e “patologias motoras e sensoriais da maxila”. 

Serão incluídos artigos científicos recentes, que abordem de forma direta os  impactos da DTM sobre o sistema estomatognático e sua relação com a qualidade  de vida, publicados preferencialmente nos últimos 10 anos. Serão excluídos estudos  desatualizados. 

Assim, o conjunto desses procedimentos metodológicos garantirá maior rigor  científico à pesquisa, permitindo uma análise aprofundada e crítica da literatura  disponível. Espera-se que os resultados obtidos contribuam para o fortalecimento do  conhecimento acadêmico acerca da relação entre a Disfunção Temporomandibular e as alterações oclusais, fornecendo subsídios relevantes para a prática clínica em  odontologia e para o desenvolvimento de novas estratégias de prevenção,  diagnóstico e tratamento. 

3. RESULTADOS 

A análise da literatura evidenciou que a articulação temporomandibular (ATM)  é considerada uma das mais complexas do corpo humano, desempenhando papel  essencial no sistema estomatognático, relacionado a funções vitais como mastigação,  deglutição e fala. Andrade, Cunha e Reis8 reforçam que o funcionamento do sistema  estomatognático depende da integração de suas estruturas sob o controle do sistema  nervoso central, o que explica a repercussão sistêmica das disfunções  temporomandibulares (DTMs). 

Os resultados apontaram que a etiologia da DTM é multifatorial. Pascoal et  al.9 identificam como fatores relacionados hábitos parafuncionais, sobrecarga oclusal,  questões emocionais, alterações hormonais, predisposição genética e traumas. Essa  multiplicidade de causas é reforçada pela classificação proposta por Carrara, Conti e  Barbosa10, que organiza os fatores em predisponentes, iniciadores e perpetuantes.

Quadro 1 – Principais fatores etiológicos das DTMs

Categoria Exemplos Autores
Predisponentes Alterações anatômicas,  predisposição genética, fatores  hormonaisCarrara; Conti; Barbosa  (2010)
Iniciadores Traumas diretos, microtraumas  repetitivos, bruxismoPascoal et al. (2019)
PerpetuantesHábitos parafuncionais, estresse,  ansiedade, sobrecarga oclusalPascoal et al. (2019)
Fonte: Autoria própria, 2025.

No que se refere à prevalência, observou-se que as DTMs afetam entre 5% e  12% da população mundial, com maior incidência em mulheres jovens11. A  predominância de manifestações dolorosas foi confirmada por Andrade, Benevides e  Andrade12, enquanto Santos13 apontou impactos significativos na qualidade de vida,  especialmente no sono, no humor e na funcionalidade dos indivíduos. 

As manifestações clínicas mais frequentes foram dor orofacial, limitação da  abertura bucal, ruídos articulares, cefaleias e sintomas otológicos. Hentges e  Oliveira14 relataram que deslocamentos discais estão associados à limitação  mecânica, enquanto Costa15 destacou que estalos e crepitações representam  alterações estruturais importantes. Moura et al.16 observaram a associação entre  sintomas auditivos e DTM, apontando a necessidade de investigação interdisciplinar.

Quadro 2 – Principais manifestações clínicas das DTMs

Sintomas Características/Exemplos Autores
Dor orofacial Crônica, localizada ou irradiada Andrade; Benevides;  Andrade (2023)
Limitação funcional Dificuldade ou redução na  abertura bucalHentges; Oliveira (2023)
Ruídos articulares Estalos, crepitação, atrito  durante movimentoCosta (2020)
Sintomas  otológicosZumbido, plenitude auricular,  hipoacusiaMoura et al. (2013)
Cefaleias Tensão muscular, dor referida Santos (2018)
Fonte: Autoria própria, 2025.

Em relação à anatomia e função, os resultados confirmaram que a ATM é uma  articulação sinovial composta, dotada de disco articular fibrocartilaginoso, com  movimentos rotacionais e translacionais17. A presença de fibrocartilagem confere  maior resistência, diferenciando-a de outras articulações18, enquanto a inervação  realizada pelo nervo auriculotemporal e seus ramos explica a intensa sensibilidade à  dor relatada pelos pacientes19

Quanto às classificações, verificou-se que as DTMs podem ser divididas em  musculares, articulares internas e degenerativas, conforme o RDC/TMD20.

Quadro 3 – Classificação das DTMs segundo RDC/TMD

Categoria Exemplos Autores
Musculares Dor miofascial, contraturas Silva et al. (2023)
Articulares  internasDeslocamento de disco  com/sem reduçãoCruz et al. (2020)
Degenerativas Osteoartrite, osteoartrose Pereira; Carvalho; Reis (2021)
Fonte: Autoria própria, 2025.

Os achados também revelaram divergências quanto às abordagens  terapêuticas. Sassi et al.21 confirmaram o uso de medicamentos no controle da dor,  embora defendam cautela na prescrição. Koh22 reforçou a prioridade de tratamentos  conservadores em detrimento de intervenções irreversíveis. Lemos et al.23 observaram resultados positivos com a aplicação da laserterapia, que apresentou  efeitos analgésicos, anti-inflamatórios e reparadores, consolidando-se como  alternativa promissora no manejo clínico.

Quadro 4 – Abordagens terapêuticas das DTMs

Abordagem Exemplos Autores
Medicamentos Analgésicos, anti-inflamatórios,  relaxantes muscularesSassi et al. (2018)
Conservadoras Placas oclusais, fisioterapia,  orientação de hábitosKoh (2004)
Terapias complementares Laserterapia, acupuntura Lemos et al. (2015)
Cirúrgicas Artrocentese, artroscopia Koh (2004)
Fonte: Autoria própria, 2025.

Os resultados indicaram a relevância da abordagem multiprofissional.  Ferreira, Silva e Felício24 ressaltaram o papel do cirurgião-dentista na avaliação  criteriosa e encaminhamentos adequados. Figueiredo et al.25 identificaram a presença  de fatores emocionais, como ansiedade e depressão, associados às DTMs, o que  reforça a importância do acompanhamento psicológico. A Fonoaudiologia também se  destacou como área relevante, tanto na reabilitação da motricidade orofacial quanto  no auxílio a sintomas auditivos relacionados, embora ainda haja lacunas na literatura  sobre essa interface26.

Quadro 5 – Abordagem multiprofissional nas DTMs

Profissional Atuação Autores
Cirurgião dentistaAvaliação clínica, terapia conservadora,  encaminhamentosFerreira; Silva;  Felício (2016)
Psicólogo Manejo da ansiedade, depressão, estresse Figueiredo et al.  (2009)
Fonoaudiólogo Reabilitação orofacial, apoio em sintomas  auditivosAssis et al.  (2023)
Fisioterapeuta Exercícios musculares, controle da dor Koh (2004)
Fonte: Autoria própria, 2025.

Dessa forma, os resultados obtidos consolidam as DTMs como uma condição  clínica complexa, de etiologia multifatorial, marcada por manifestações clínicas  diversificadas e com impacto relevante na qualidade de vida, demandando diagnóstico  preciso, manejo individualizado e tratamento interdisciplinar.

4. DISCUSSÃO 

4.1 Disfunção Temporomandibular 

A articulação temporomandibular (ATM) é descrita como uma das mais  complexas do corpo humano, desempenhando papel essencial no sistema  estomatognático e estando diretamente relacionada a funções vitais como  mastigação, deglutição e fala. Andrade, Cunha e Reis27 ressaltam que o sistema  estomatognático funciona de forma integrada e dinâmica, sob controle do sistema  nervoso central (SNC), evidenciando a complexidade e a interdependência dessas  estruturas. Essa visão reforça que a ATM não deve ser analisada isoladamente, mas  como parte de um sistema funcional altamente coordenado. 

Segundo Okeson28, o sistema mastigatório apresenta atividades funcionais,  que são fisiológicas e protetoras, e parafuncionais, que podem sobrecarregar as  estruturas e desencadear disfunções. Essa distinção é relevante, pois permite  compreender como determinados hábitos podem ultrapassar a capacidade adaptativa  da ATM e, consequentemente, favorecer o surgimento das disfunções  temporomandibulares (DTMs). Nesse sentido, Maydana et al.29 destacam a  capacidade de remodelação da ATM frente a estímulos mecânicos, mas alertam que  estímulos excessivos se convertem em fatores patológicos. 

A etiologia da DTM é reconhecida como multifatorial. Pascoal et al.30 apontam  elementos como hábitos parafuncionais, sobrecarga oclusal, fatores emocionais,  alterações hormonais, predisposição genética e traumas, demonstrando que uma  avaliação global do paciente é imprescindível. O caráter multifatorial também é  evidenciado na terminologia histórica associada à DTM, que, conforme Januzzi et al.31, já foi descrita por diferentes denominações, mas que atualmente converge para  o entendimento de uma condição clínica complexa e abrangente. Greene et al.32 complementam, ao relatar que a associação entre oclusão e DTM remonta à década  de 1930, revelando a influência histórica dessa relação nas práticas clínicas, ainda que sua relevância absoluta tenha sido relativizada por pesquisas mais recentes. A definição da Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP), citada por Valle  e Grossmann33, reforça o envolvimento dos músculos mastigatórios e da ATM nas  DTMs, sendo as alterações musculares responsáveis por cerca de 90% dos casos.  Ainda segundo os autores, a má oclusão isolada dificilmente seria suficiente para  desencadear a disfunção, sendo a sobrecarga de hábitos como o bruxismo um fator  determinante. Essa perspectiva desloca o enfoque clínico do diagnóstico puramente  mecânico para uma análise mais ampla do paciente. 

Do ponto de vista terapêutico, observa-se uma diversidade de propostas.  Sassi et al. 34 destacam o uso de medicamentos como recurso para controle da dor e  da inflamação, embora alertem para a necessidade de prescrição criteriosa. Koh35 defende tratamentos conservadores, contrapondo-se a intervenções irreversíveis de  eficácia incerta, como ajustes oclusais ou cirurgias. Nesse cenário, terapias  alternativas e minimamente invasivas, como a laserterapia, vêm sendo valorizadas,  uma vez que, segundo Lemos et al.36, apresentam efeito analgésico, anti-inflamatório  e reparador, com boa aceitação clínica.

4.1.1 Aspectos etiológicos, abordagem multidisciplinar e papel da Fonoaudiologia 

Michelotti et al.37 apontam que sinais e sintomas das DTMs são flutuantes e  imprevisíveis, o que dificulta o diagnóstico e o planejamento terapêutico. A  classificação etiológica proposta por Carrara, Conti e Barbosa38, que organiza os  fatores em predisponentes, iniciadores e perpetuantes, facilita a compreensão da  complexidade envolvida. Essa categorização mostra que múltiplos fatores interagem  entre si, reforçando a necessidade de uma avaliação clínica abrangente. 

Nesse contexto, a Fonoaudiologia surge como área complementar. Assis et  al.39 destacam que sua atuação vai além da motricidade orofacial, alcançando áreas  como voz, audiologia e reabilitação neurofuncional, além de auxiliar no manejo de  sintomas auditivos associados. Apesar da relevância, ainda há lacunas na literatura  sobre a relação entre sintomas auditivos e DTM. Essa constatação evidencia a  importância de mais pesquisas e da integração multiprofissional no tratamento. 

A literatura reforça que o tratamento das Disfunções Temporomandibulares  (DTMs) deve ser individualizado e multidisciplinar, tendo em vista a diversidade de  fatores que influenciam seu desenvolvimento e manutenção. Ferreira, Silva e Felício40 destacam a necessidade de uma atuação criteriosa do cirurgião-dentista, com  encaminhamentos adequados quando a condição extrapola o âmbito odontológico.  De forma complementar, Figueiredo et al.41 ressaltam que aspectos emocionais, como  ansiedade, estresse e depressão, estão frequentemente associados às DTMs, o que  torna essencial o envolvimento de psicólogos no acompanhamento clínico. Dessa  forma, o manejo não deve se restringir aos sintomas físicos, mas contemplar também fatores psicossociais que interferem diretamente na evolução do quadro e na  qualidade de vida do paciente. 

4.1.2 Anatomia e função da ATM 

O estudo anatômico da ATM é fundamental para compreender a gênese das  DTMs. Santos42 descreve-a como articulação sinovial composta, capaz de  movimentos rotacionais e translacionais, com suporte de disco articular  fibrocartilaginoso. Donnarumma et al.43 e Bordoni e Varacallo44 ressaltam a  importância da vascularização e inervação das bordas do disco para a propriocepção,  enquanto Fernandes e Paixão45 destacam a cápsula articular e os ligamentos como  elementos críticos para estabilidade. 

A presença de fibrocartilagem, apontada por Costa Filho e Almeida46, confere  maior resistência à ATM em comparação a outras articulações, enquanto a inervação  realizada pelo nervo auriculotemporal e ramos adjacentes explica a sensibilidade à  dor47. Tenreiro e Santos48 evidenciam a relevância dos músculos mastigatórios para a dinâmica articular, reforçando que desequilíbrios musculares podem precipitar  disfunções. Portanto, alterações anatômicas mínimas podem impactar  significativamente a função da ATM, contribuindo para o surgimento de DTMs.

4.1.3 Classificação das DTMs e principais patologias 

As DTMs são classificadas em disfunções musculares, articulares internas e  degenerativas, segundo o RDC/TMD49. Silva et al.50 destacam a dor miofascial como  uma das formas mais prevalentes, enquanto Cruz et al.51 chamam atenção para  alterações estruturais como deslocamento de disco. Pereira, Carvalho e Reis52 ressaltam o caráter progressivo das disfunções degenerativas, como a osteoartrite,  que comprometem severamente a qualidade de vida. 

Entre as condições associadas, o bruxismo merece destaque, pois contribui  significativamente para a intensificação da sobrecarga articular e muscular, podendo  agravar os sintomas da disfunção temporomandibular. A compreensão detalhada  dessas classificações não apenas favorece um diagnóstico mais preciso, mas também  orienta a seleção de protocolos terapêuticos individualizados, sejam eles  conservadores ou cirúrgicos, de acordo com as características clínicas e as  necessidades específicas de cada paciente, promovendo um manejo mais eficaz e  seguro da condição53

4.1.4 Manifestações clínicas e sintomas associados 

As manifestações clínicas das DTMs incluem dor orofacial, limitação de  abertura bucal, ruídos articulares, sintomas otológicos e cefaleias. Okeson54 descreve  sua etiologia multifatorial, enquanto Goyata et al.55 apontam prevalência entre 5% e  12% da população mundial, com predomínio em mulheres jovens. Santos56 acrescenta que o impacto negativo da DTM na qualidade de vida é significativo,  afetando sono, humor e funcionalidade. 

Os sintomas dolorosos são amplamente relatados, assim como limitações  mecânicas decorrentes de deslocamentos discais57. Ruídos articulares, segundo  Costa58, indicam alterações estruturais importantes, enquanto sintomas otológicos,  descritos por Moura et al.59, ampliam a complexidade diagnóstica. Vieira e Salles60 reforçam a importância de uma avaliação criteriosa, com uso de exames de imagem,  para evitar diagnósticos equivocados.

Assim, observa-se que as DTMs constituem uma condição clínica de alta  complexidade, exigindo diagnóstico preciso, manejo individualizado e abordagem  interdisciplinar para promover melhora efetiva da qualidade de vida dos pacientes. 

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

A presente pesquisa evidenciou que a Disfunção Temporomandibular (DTM)  é uma condição complexa, de caráter multifatorial, que compromete diretamente  funções vitais do sistema estomatognático, como mastigação, deglutição e fonação,  repercutindo negativamente na qualidade de vida dos pacientes. Os resultados  apontaram que a etiologia da DTM envolve fatores predisponentes, iniciadores e  perpetuantes, abrangendo desde alterações anatômicas e traumas até aspectos  emocionais e hábitos parafuncionais, como o bruxismo. 

As manifestações clínicas mais frequentes incluem dor orofacial, limitação da  abertura bucal, ruídos articulares, cefaleias e sintomas otológicos, o que demonstra a  amplitude da sintomatologia e as dificuldades inerentes ao diagnóstico preciso. Tais  sintomas, quando não tratados, podem evoluir para quadros degenerativos como a  osteoartrite, comprometendo ainda mais a função mandibular. 

No campo terapêutico, constatou-se que os tratamentos conservadores, como  placas oclusais, fisioterapia e laserterapia, têm apresentado resultados positivos, com  menor risco de iatrogenias, quando comparados às intervenções irreversíveis. O uso  de fármacos mostrou-se útil no controle da dor e da inflamação, embora sua  prescrição deva ser criteriosa. Assim, confirma-se que o manejo eficaz da DTM exige  uma abordagem individualizada e fundamentada em evidências científicas. 

Outro ponto central refere-se à importância da atuação multiprofissional. O  cirurgião-dentista é responsável pela avaliação inicial e pelo encaminhamento  adequado, mas o tratamento da DTM demanda também a participação de  fisioterapeutas, psicólogos e fonoaudiólogos, sobretudo na reabilitação motora, no  manejo de fatores emocionais e na compreensão dos sintomas auditivos associados.  Essa integração de saberes amplia as possibilidades terapêuticas e favorece uma  recuperação mais abrangente. 

Conclui-se, portanto, que a DTM deve ser entendida não apenas como uma  disfunção localizada da articulação temporomandibular, mas como uma condição  sistêmica e multifatorial que requer investigação detalhada e estratégias terapêuticas integradas. A intervenção precoce e personalizada é capaz de reduzir complicações,  restabelecer a função mastigatória e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos  acometidos. 

Ainda que avanços significativos tenham sido registrados, permanecem  lacunas na literatura quanto à relação entre DTM e sintomas otológicos, bem como  sobre a efetividade comparativa de diferentes modalidades terapêuticas. Recomenda-se, portanto, a realização de estudos clínicos longitudinais e interdisciplinares, que  permitam aprofundar o conhecimento científico e consolidar protocolos mais eficazes  para o diagnóstico e tratamento da DTM. 


6ASSIS, Herick Santos; et. al. Profile of speech therapists trained in orofacial myology in Brazil. Audiology – Communication Research, v. 28, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-6431-2023- 2801en. Disponível em: https://www.scielo.br/j/acr/a/LvJNLGrx9gP56LnCdtZfNJw. Acesso em: 14 jul.  2025. 

7CRUZ, José Henrique de Araújo; et. al. Disfunção temporomandibular: revisão sistematizada.  Archives of Health Investigation, v. 9, n. 6, p. 570–575, 2020. DOI: 10.21270/archi.v9i6.3011. 2020.  Disponível em: https://www.archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/3011. Acesso em: 17 jul.  2025.

8ANDRADE, Rodrigo Alves de; CUNHA, Maria Deluana da; REIS, Ana Maria da Costa dos Santos.  Análise morfofuncional do sistema estomatognático em usuários de prótese total convencional  do centro integrado de saúde. CIS – Revista CEFAC, v19, n5, 2017. Disponível em:  https://www.scielo.br/j/rcefac/a/L4jtwv9wndkVFyCBcSfqZph/?lang=pt&format=pdf Acesso em: 08 set.  2024. 

9PASCOAL, Ana Luísa de Barros; et al. Effectiveness of Counseling on Chronic Pain Management  in Patients with Temporomandibular disorders. Journal of Oral & Facial Pain and Headache, 34(1),  77-82 Abril 2019. Disponível em: https://files.jofph.com/files/article/20231205- 83/pdf/ofph_34_1_Pascoal_p77.pdf. Acesso em: 18 set. 2024. 

10CARRARA, Simone V.; CONTI, Paulo C. R.; BARBOSA, Carlos M. P. Termo do 1º Consenso em  disfunção temporomandibular e dor orofacial. Dental Press Journal of Orthodontics, Maringá, v. 15,  n. 3, p. 114-120, maio/jun. 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S2176-94512010000300014.  Acesso em: 17 jul. 2025.

11GOYATA, Frederico dos Reis; et al. Avaliação de sinais e sintomas de disfunção  temporomandibular entre os acadêmicos do curso de Odontologia da Universidade Severino  Sombra, Vassouras – RJ. Revista Brasileira de Odontologia, v. 9, n. 4, p. 181–186, out./dez. 2010.  Disponível em: http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-146X2010000400003. Acesso em: 17 jul. 2025. 

12ANDRADE, Laylla Carolline Ferreira de; BENEVIDES, Sílvia Damasceno; ANDRADE, Wagner  Teobaldo Lopes de. Sinais e sintomas otológicos na disfunção temporomandibular: revisão  integrativa. TCC (Trabalho de Conclusão de Curso em Fonoaudiologia) – Universidade Federal da  Paraíba, 2023. Disponível em:  https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/29325/1/LCFA07112023.pdf. Acesso em: 19 jul.  2025. 

13SANTOS, Wanessa Ferreira. Impacto da disfunção temporomandibular na qualidade de vida:  revisão de literatura. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) – Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2018. Disponível em:  https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/29299/1/TCC-WANESSA%20FERREIRA.pdf. Acesso em: 19 jul.  2025. 

14HENTGES, Ana Carolina Sampaio Leite; OLIVEIRA, Talita Leite de. Ocorrência e conhecimento  dos sinais, sintomas e os corretos diagnósticos das disfunções temporomandibulares entre os  formandos em Odontologia. 2023. 85 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em  Odontologia) – Centro Universitário Doutor Leão Sampaio, Juazeiro do Norte, 2023. Disponível em:  https://sis.unileao.edu.br/uploads/3/ODONTOLOGIA/O1299.pdf. Acesso em: 17 jul. 2024. 

15COSTA, Ana Letícia Siqueira. Sintomas otológicos relacionados às disfunções  temporomandibulares: revisão de literatura. 2020. 69 f. Trabalho de Conclusão de Curso  (Graduação em Fonoaudiologia) – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2020. Disponível em: https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/1240/1/TCC%20Final%20-%20Ana%20Let%C3%ADcia%20Siqueira%20Costa.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.

16MOURA, Rosielle Santos das Neves; et. al. Sinais e sintomas da disfunção temporomandibular:  revisão de literatura. Revista Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, v. 25, n. 2, p. 135- 140, maio-ago. 2013. ISSN 1983-5183. Disponível em:  https://arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br/principal/old/revista_odontologia/pdf/maio_agosto_2 013/Odonto_02_135-140.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.

17SANTOS, Nídia Cristina Castro dos. Articulação temporomandibular: anatomia, dinâmica e  disfunções temporomandibulares. 2010. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em  Odontologia) — Faculdade de Odontologia de São José dos Campos, Universidade Estadual Paulista  “Júlio de Mesquita Filho”, São José dos Campos, 2010. Disponível em:  https://repositorio.unesp.br/bitstream/546a1be2-8e59-47e0-bac3-d1e03de0cc26/1/articulacao_temporomandibular.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.

18COSTA FILHO, Alberto Carlos Vasconcellos; ALMEIDA, Douglas Silva de. Anatomia funcional e a  biomecânica do sistema mastigatório. 2021. Disponível em:  https://wp.ufpel.edu.br/aditeme/files/2021/01/Anatomia-funcional-e-a-biomecanica-do-Sistema Mastigatorio_Rev01.pdf. Acesso em: 17 jul. 2025. 

19TRINDADE, Marcos Santos. Fisiologia e diagnósticos fisiopatológicos da articulação  temporomandibular. 2021. 27 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) — Faculdade de Macapá, Macapá, 2021. Orientador: Jean Trindade do Nascimento. Disponível em:  https://repositorio.pgsscogna.com.br/bitstream/123456789/44193/1/marcos_santos.pdf. Acesso em:  17 jul. 2025. 

20PRATO, Carolina Alves Del. Disfunção Temporomandibular: uma breve revisão. 2019. 58 f.  Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Universidade Federal de Santa  Catarina, Florianópolis, 2019. Disponível em:  https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/197123/tcc%20dtm%20carol.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 17 jul. 2025.

21SASSI, Fernanda Chiarion et. al. Tratamento para disfunções temporomandibulares: uma  revisão sistemática. Audiology -Communication Research, v. 23, n. 0, 23 abr. 2018. Disponível em:  https://observatorio-api.fm.usp.br/server/api/core/bitstreams/ccd18956-7d65-4c9d-a3d3- dab25eb925ee/content. Acesso em: 16 set. 2024. 

22KOH, Robinson PG. Occlusal adjustment for treating and preventing temporomandibular joint  disorders. J Oral Rehabil 2004. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15089931/. Acesso  em: 01 jul. 2024. 

23LEMOS, George Azevedo; et. al. Correlação entre sinais e sintomas da Disfunção  Temporomandibular (DTM) e severidade da má oclusão. Rev Odontol UNESP. 2015. Disponível  em: https://www.scielo.br/j/rounesp/a/JFWXzSSs73VgtW6Rqd7Xbkf/?lang=pt. Acesso em:16 ago.  2024.

24FERREIRA, Claudia Lúcia Pimenta; SILVA, Marco Antônio Moreira Rodrigues da; FELÍCIO, Cláudia  Maria de. Sinais e sintomas de desordem temporomandibular em mulheres e homens. CoDAS.  2016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20162014218. Acesso em: 05 set. 2024.

25FIGUEIREDO; Viviane Maria Gonçalves de. et. al. Prevalência de sinais, sintomas e fatores  associados em portadores de disfunção temporomandibular. Acta Scient Health Sci. 2009.  Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciHealthSci/article/view/5920/5920.  Acesso em 02 ago. 2024. 

26ASSIS, Herick Santos; et. al. Profile of speech therapists trained in orofacial myology in Brazil. Audiology – Communication Research, v. 28, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-6431-2023- 2801en. Disponível em: https://www.scielo.br/j/acr/a/LvJNLGrx9gP56LnCdtZfNJw. Acesso em: 14 jul.  2025.

27ANDRADE, Rodrigo Alves de; CUNHA, Maria Deluana da; REIS, Ana Maria da Costa dos Santos.  Análise morfofuncional do sistema estomatognático em usuários de prótese total convencional  do centro integrado de saúde. CIS – Revista CEFAC, v19, n5, 2017. Disponível em:  https://www.scielo.br/j/rcefac/a/L4jtwv9wndkVFyCBcSfqZph/?lang=pt&format=pdf Acesso em: 08 set.  2024. 

28OKESON, Jeffrey P. Tratamento das Desordens Temporomandibulares e Oclusão. 6ª edição,  2008.  

29MAYDANA, Aline Vettore, et al. Possíveis fatores etiológicos para desordens  temporomandibulares de origem articular com implicações para diagnóstico e tratamento. Dental Press J. Orthod. v15, n3, p78-89, 2010. Disponível em:  https://repositorio.unesp.br/bitstreams/eec71dc6-ee1b-4bd9-892a-8ef8ba13c247/download. Acesso  em: 29 ago. 2024. 

30PASCOAL, Ana Luísa de Barros; et al. Effectiveness of Counseling on Chronic Pain Management  in Patients with Temporomandibular disorders. Journal of Oral & Facial Pain and Headache, 34(1),  77-82 Abril 2019. Disponível em: https://files.jofph.com/files/article/20231205- 83/pdf/ofph_34_1_Pascoal_p77.pdf. Acesso em: 18 set. 2024.

31JANUZZI, Eduardo; et. al. Oclusão e Disfunção temporomandibular: Uma análise crítica da  literatura. Rev Dor, São Paulo, v 11, n. 4, Out- Dez 2010. Disponível em:  https://eduardojanuzzi.com.br/artigosPublicados/analise-critica-leiitura.pdf. Acesso em: 25 ago. 2024.

32GREENE, Charles S. et al. Treating Temporomandibular Disorders in the 21st Century: Can We  Finally Eliminate the “Third Pathway”? Journal of Oral & Facial Pain and Headache. 2020. Disponível  em: https://files.jofph.com/files/article/20231207-138/pdf/OFPH_34_3_Greene_p206.pdf. Acesso em:  17 jul. 2024. 

33VALLE, Ricardo Tanus; GROSSMANN, Eduardo. Disfunções temporomandibulares novas  perspectivas. 1. Ed, Ribeirão Preto, SP, 2019.  

34SASSI, Fernanda Chiarion et. al. Tratamento para disfunções temporomandibulares: uma  revisão sistemática. Audiology -Communication Research, v. 23, n. 0, 23 abr. 2018. Disponível em:  https://observatorio-api.fm.usp.br/server/api/core/bitstreams/ccd18956-7d65-4c9d-a3d3- dab25eb925ee/content. Acesso em: 16 set. 2024. 

35KOH, Robinson PG. Occlusal adjustment for treating and preventing temporomandibular joint  disorders. J Oral Rehabil 2004. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15089931/. Acesso  em: 01 jul. 2024. 

36LEMOS, George Azevedo; et. al. Correlação entre sinais e sintomas da Disfunção  Temporomandibular (DTM) e severidade da má oclusão. Rev Odontol UNESP. 2015. Disponível  em: https://www.scielo.br/j/rounesp/a/JFWXzSSs73VgtW6Rqd7Xbkf/?lang=pt. Acesso em:16 ago.  2024.

37MICHELOTTI, Andrea et al. Orthodontics and temporomandibular disorders: a review of the  literature. Journal of Orthodontics, London, v. 32, n. 2, p. 73-85, jun. 2005. Disponível em:  https://doi.org/10.1179/146531205225021580. Acesso em: 17 jul. 2025. 

38CARRARA, Simone V.; CONTI, Paulo C. R.; BARBOSA, Carlos M. P. Termo do 1º Consenso em  disfunção temporomandibular e dor orofacial. Dental Press Journal of Orthodontics, Maringá, v. 15,  n. 3, p. 114-120, maio/jun. 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S2176-94512010000300014.  Acesso em: 17 jul. 2025. 

39ASSIS, Herick Santos; et. al. Profile of speech therapists trained in orofacial myology in Brazil. Audiology – Communication Research, v. 28, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-6431-2023- 2801en. Disponível em: https://www.scielo.br/j/acr/a/LvJNLGrx9gP56LnCdtZfNJw. Acesso em: 14 jul.  2025. 

40FERREIRA, Claudia Lúcia Pimenta; SILVA, Marco Antônio Moreira Rodrigues da; FELÍCIO, Cláudia  Maria de. Sinais e sintomas de desordem temporomandibular em mulheres e homens. CoDAS.  2016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20162014218. Acesso em: 05 set. 2024.

41FIGUEIREDO; Viviane Maria Gonçalves de. et. al. Prevalência de sinais, sintomas e fatores  associados em portadores de disfunção temporomandibular. Acta Scient Health Sci. 2009.  Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciHealthSci/article/view/5920/5920.  Acesso em 02 ago. 2024.

42SANTOS, Nídia Cristina Castro dos. Articulação temporomandibular: anatomia, dinâmica e  disfunções temporomandibulares. 2010. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em  Odontologia) — Faculdade de Odontologia de São José dos Campos, Universidade Estadual Paulista  “Júlio de Mesquita Filho”, São José dos Campos, 2010. Disponível em:  https://repositorio.unesp.br/bitstream/546a1be2-8e59-47e0-bac3-d1e03de0cc26/1/articulacao_temporomandibular.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.

43DONNARUMMA, Mariana Del Cistia; et. al. Disfunções temporomandibulares: sinais, sintomas e  abordagem multidisciplinar. Revista CEFAC, São Paulo, v. 12, n. 5, p. 788–794, set.-out. 2010. DOI:  10.1590/S1516-18462010005000085. Disponível em:  https://www.scielo.br/j/rcefac/a/rd7PJ8RQW3KvYSkPsw9gxJd/?lang=pt. Acesso em: 17 jul. 2025.

44BORDONI, Bruno; VARACALLO, Matthew A. Anatomia, cabeça e pescoço, articulação  temporomandibular. In: STATPEARLS [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2025.  Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538486/. Acesso em: 18 jul. 2025.

45FERNANDES, Mariana Magalhães; PAIXÃO, Carlos. Reposicionamento discal da ATM: uma  análise comparativa entre as abordagens cirúrgicas aberta e artroscópica. 2023. Trabalho de  Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) — Universidade Ânima, Florianópolis, 2023.  Disponível em: https://repositorio.animaeducacao.com.br/server/api/core/bitstreams/6e7b93d8-1170- 46d2-8d46-fcee757ac0f1/content. Acesso em: 17 jul. 2025. 

46COSTA FILHO, Alberto Carlos Vasconcellos; ALMEIDA, Douglas Silva de. Anatomia funcional e a  biomecânica do sistema mastigatório. 2021. Disponível em:  https://wp.ufpel.edu.br/aditeme/files/2021/01/Anatomia-funcional-e-a-biomecanica-do-Sistema Mastigatorio_Rev01.pdf. Acesso em: 17 jul. 2025. 

47TRINDADE, Marcos Santos. Fisiologia e diagnósticos fisiopatológicos da articulação  temporomandibular. 2021. 27 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) — Faculdade de Macapá, Macapá, 2021. Orientador: Jean Trindade do Nascimento. Disponível em:  https://repositorio.pgsscogna.com.br/bitstream/123456789/44193/1/marcos_santos.pdf. Acesso em:  17 jul. 2025.

48TENREIRO, Marcelo, SANTOS, Robson. Terapia manual nas disfunções da ATM. Rio de janeiro: Rubio, 2018.

49PRATO, Carolina Alves Del. Disfunção Temporomandibular: uma breve revisão. 2019. 58 f.  Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Universidade Federal de Santa  Catarina, Florianópolis, 2019. Disponível em:  https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/197123/tcc%20dtm%20carol.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 17 jul. 2025. 

50 SILVA, Ludmila Maria Alves e. et. al. Diagnóstico dos subtipos de disfunção temporomandibular  em uma população que busca atendimento especializado. Brazilian Journal of Pain, São Paulo, v.  6, n. 1, p. 16–20, jan./mar. 2023. DOI: 10.5935/2595-0118.20230008. Disponível em:  https://www.scielo.br/j/brjp/a/mnqBSD8JZ9cLV9zRd7mFqCh/?lang=pt. Acesso em: 17 jul. 2025. 

51CRUZ, José Henrique de Araújo; et. al. Disfunção temporomandibular: revisão sistematizada.  Archives of Health Investigation, v. 9, n. 6, p. 570–575, 2020. DOI: 10.21270/archi.v9i6.3011. 2020.  Disponível em: https://www.archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/3011. Acesso em: 17 jul.  2025. 

52PEREIRA, Gabriel Gomes; CARVALHO, Gustavo Felipe; REIS, Taís Alves dos. Disfunções  temporomandibulares musculares e articulares: uma revisão descritiva da literatura. Research,  Society and Development, v. 10, n. 15, e457101522944, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd v10i15.22944. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/22944/20184.  Acesso em: 17 jul. 2025. 

53BUDIN, Renan Romanini. Diagnóstico e tratamento da disfunção temporomandibular. 2017. 46  f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Faculdade de Odontologia de  Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas, Piracicaba, 2017. Disponível em:  https://repositorio.unicamp.br/Busca/Download?codigoArquivo=509237. Acesso em: 17 jul. 2025.

54OKESON, Jeffrey P. Management of temporomandibular disorders and occlusion. 8. ed. St.  Louis: Elsevier, 2019. 

55GOYATA, Frederico dos Reis; et al. Avaliação de sinais e sintomas de disfunção  temporomandibular entre os acadêmicos do curso de Odontologia da Universidade Severino  Sombra, Vassouras – RJ. Revista Brasileira de Odontologia, v. 9, n. 4, p. 181–186, out./dez. 2010.  Disponível em: http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-146X2010000400003. Acesso em: 17 jul. 2025. 

56SANTOS, Wanessa Ferreira. Impacto da disfunção temporomandibular na qualidade de vida:  revisão de literatura. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) – Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2018. Disponível em:  https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/29299/1/TCC-WANESSA%20FERREIRA.pdf. Acesso em: 19 jul.  2025. 

57HENTGES, Ana Carolina Sampaio Leite; OLIVEIRA, Talita Leite de. Ocorrência e conhecimento  dos sinais, sintomas e os corretos diagnósticos das disfunções temporomandibulares entre os  formandos em Odontologia. 2023. 85 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em  Odontologia) – Centro Universitário Doutor Leão Sampaio, Juazeiro do Norte, 2023. Disponível em:  https://sis.unileao.edu.br/uploads/3/ODONTOLOGIA/O1299.pdf. Acesso em: 17 jul. 2024. 

58COSTA, Ana Letícia Siqueira. Sintomas otológicos relacionados às disfunções  temporomandibulares: revisão de literatura. 2020. 69 f. Trabalho de Conclusão de Curso  (Graduação em Fonoaudiologia) – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2020. Disponível  em: https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/1240/1/TCC%20Final%20-%20Ana%20Let%C3%ADcia%20Siqueira%20Costa.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025. 

59MOURA, Rosielle Santos das Neves; et. al. Sinais e sintomas da disfunção temporomandibular:  revisão de literatura. Revista Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, v. 25, n. 2, p. 135- 140, maio-ago. 2013. ISSN 1983-5183. Disponível em:  https://arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br/principal/old/revista_odontologia/pdf/maio_agosto_2 013/Odonto_02_135-140.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025. 

60VIEIRA, Amanda Sant’Ana; SALLES, Marcela Moreira. Sinais e sintomas da DTM. Revista Científica  Unilago, v. 1, n. 1, 2025. Disponível em: https://revistas.unilago.edu.br/index.php/revista cientifica/article/view/1289. Acesso em: 19 jul. 2025.

REFERÊNCIAS 

ANDRADE, Rodrigo Alves de; CUNHA, Maria Deluana da; REIS, Ana Maria da  Costa dos Santos. Análise morfofuncional do sistema estomatognático em  usuários de prótese total convencional do centro integrado de saúde. CIS – Revista CEFAC, v19, n5, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rcefac/a/L4jtwv9wndkVFyCBcSfqZph/?lang=pt&format=pdf  Acesso em: 08 set. 2024. 

ANDRADE, Laylla Carolline Ferreira de; BENEVIDES, Sílvia Damasceno;  ANDRADE, Wagner Teobaldo Lopes de. Sinais e sintomas otológicos na  disfunção temporomandibular: revisão integrativa. TCC (Trabalho de Conclusão  de Curso em Fonoaudiologia) – Universidade Federal da Paraíba, 2023. Disponível  em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/29325/1/LCFA07112023.pdf.  Acesso em: 19 jul. 2025. 

ASSIS, Herick Santos; et. al. Profile of speech therapists trained in orofacial  myology in Brazil. Audiology – Communication Research, v. 28, 2023. DOI:  https://doi.org/10.1590/2317-6431-2023-2801en. Disponível em:  https://www.scielo.br/j/acr/a/LvJNLGrx9gP56LnCdtZfNJw. Acesso em: 14 jul. 2025. 

BORDONI, Bruno; VARACALLO, Matthew A. Anatomia, cabeça e pescoço,  articulação temporomandibular. In: STATPEARLS [Internet]. Treasure Island (FL):  StatPearls Publishing; 2025. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538486/. Acesso em: 18 jul. 2025. 

BUDIN, Renan Romanini. Diagnóstico e tratamento da disfunção  temporomandibular. 2017. 46 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em  Odontologia) – Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de  Campinas, Piracicaba, 2017. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/Busca/Download?codigoArquivo=509237. Acesso em: 17 jul. 2025.

CARRARA, Simone V.; CONTI, Paulo C. R.; BARBOSA, Carlos M. P. Termo do 1º  Consenso em disfunção temporomandibular e dor orofacial. Dental Press  Journal of Orthodontics, Maringá, v. 15, n. 3, p. 114-120, maio/jun. 2010. Disponível  em: https://doi.org/10.1590/S2176-94512010000300014. Acesso em: 17 jul. 2025. 

COSTA, Ana Letícia Siqueira. Sintomas otológicos relacionados às disfunções  temporomandibulares: revisão de literatura. 2020. 69 f. Trabalho de Conclusão  de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) – Pontifícia Universidade Católica de  Goiás, Goiânia, 2020. Disponível em: https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/1240/1/TCC%20Final %20-%20Ana%20Let%C3%ADcia%20Siqueira%20Costa.pdf. Acesso em: 19 jul.  2025. 

COSTA FILHO, Alberto Carlos Vasconcellos; ALMEIDA, Douglas Silva de.  Anatomia funcional e a biomecânica do sistema mastigatório. 2021. Disponível  em: https://wp.ufpel.edu.br/aditeme/files/2021/01/Anatomia-funcional-e-a biomecanica-do-Sistema-Mastigatorio_Rev01.pdf. Acesso em: 17 jul. 2025. 

CRUZ, José Henrique de Araújo; et. al. Disfunção temporomandibular: revisão  sistematizada. Archives of Health Investigation, v. 9, n. 6, p. 570–575, 2020. DOI:  10.21270/archi.v9i6.3011. Disponível em: https://www.archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/3011. Acesso em: 17  jul. 2025. 

DONNARUMMA, Mariana Del Cistia; et. al. Disfunções temporomandibulares:  sinais, sintomas e abordagem multidisciplinar. Revista CEFAC, São Paulo, v. 12,  n. 5, p. 788–794, set.-out. 2010. DOI: 10.1590/S1516-18462010005000085.  Disponível em: https://www.scielo.br/j/rcefac/a/rd7PJ8RQW3KvYSkPsw9gxJd/?lang=pt. Acesso em: 17 jul. 2025. 

FERNANDES, Mariana Magalhães; PAIXÃO, Carlos. Reposicionamento discal da  ATM: uma análise comparativa entre as abordagens cirúrgicas aberta e  artroscópica. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia)  — Universidade Ânima, Florianópolis, 2023. Disponível em: https://repositorio.animaeducacao.com.br/server/api/core/bitstreams/6e7b93d8-1170- 46d2-8d46-fcee757ac0f1/content. Acesso em: 17 jul. 2025. 

FERREIRA, Claudia Lúcia Pimenta; SILVA, Marco Antônio Moreira Rodrigues da;  FELÍCIO, Cláudia Maria de. Sinais e sintomas de desordem temporomandibular  em mulheres e homens. CoDAS. 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20162014218. Acesso em: 05 set. 2024. 

FIGUEIREDO; Viviane Maria Gonçalves de. et. al. Prevalência de sinais, sintomas  e fatores associados em portadores de disfunção temporomandibular. Acta  Scient Health Sci. 2009. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciHealthSci/article/view/5920/5920.  Acesso em 02 ago. 2024.

GOYATA, Frederico dos Reis; et al. Avaliação de sinais e sintomas de disfunção  temporomandibular entre os acadêmicos do curso de Odontologia da  Universidade Severino Sombra, Vassouras – RJ. Revista Brasileira de  Odontologia, v. 9, n. 4, p. 181–186, out./dez. 2010. Disponível em:  http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806- 146X2010000400003. Acesso em: 17 jul. 2025. 

GREENE, Charles S. et al. Treating Temporomandibular Disorders in the 21st  Century: Can We Finally Eliminate the “Third Pathway”? Journal of Oral & Facial  Pain and Headache. 2020. Disponível em: https://files.jofph.com/files/article/20231207-138/pdf/OFPH_34_3_Greene_p206.pdf.  Acesso em: 17 jul. 2024. 

HENTGES, Ana Carolina Sampaio Leite; OLIVEIRA, Talita Leite de. Ocorrência e  conhecimento dos sinais, sintomas e os corretos diagnósticos das disfunções  temporomandibulares entre os formandos em Odontologia. 2023. 85 f. Trabalho  de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Centro Universitário Doutor  Leão Sampaio, Juazeiro do Norte, 2023. Disponível em: https://sis.unileao.edu.br/uploads/3/ODONTOLOGIA/O1299.pdf. Acesso em: 17 jul.  2024. 

JANUZZI, Eduardo; et. al. Oclusão e Disfunção temporomandibular: Uma análise  crítica da literatura. Rev Dor, São Paulo, v 11, n. 4, Out- Dez 2010. Disponível em:  https://eduardojanuzzi.com.br/artigosPublicados/analise-critica-leiitura.pdf. Acesso  em: 25 ago. 2024. 

KOH, Robinson PG. Occlusal adjustment for treating and preventing  temporomandibular joint disorders. J Oral Rehabil 2004. Disponível em:  https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15089931/. Acesso em: 01 jul. 2024. 

LEMOS, George Azevedo; et. al. Correlação entre sinais e sintomas da  Disfunção Temporomandibular (DTM) e severidade da má oclusão. Rev Odontol  UNESP. 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rounesp/a/JFWXzSSs73VgtW6Rqd7Xbkf/?lang=pt. Acesso  em:16 ago. 2024. 

MAYDANA, Aline Vettore, et al. Possíveis fatores etiológicos para desordens  temporomandibulares de origem articular com implicações para diagnóstico e  tratamento. Dental Press J. Orthod. v15, n3, p78-89, 2010. Disponível em:  https://repositorio.unesp.br/bitstreams/eec71dc6-ee1b-4bd9-892a 8ef8ba13c247/download. Acesso em: 29 ago. 2024. 

MICHELOTTI, Andrea et al. Orthodontics and temporomandibular disorders: a  review of the literature. Journal of Orthodontics, London, v. 32, n. 2, p. 73-85, jun.  2005. Disponível em: https://doi.org/10.1179/146531205225021580. Acesso em: 17  jul. 2025. 

MOURA, Rosielle Santos das Neves; et. al. Sinais e sintomas da disfunção  temporomandibular: revisão de literatura. Revista Odontologia da Universidade  Cidade de São Paulo, v. 25, n. 2, p. 135-140, maio-ago. 2013. ISSN 1983-5183. Disponível em: https://arquivos.cruzeirodosuleducacional.edu.br/principal/old/revista_odontologia/pdf /maio_agosto_2013/Odonto_02_135-140.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025. 

OKESON, Jeffrey P. Tratamento das Desordens Temporomandibulares e  Oclusão. 6ª edição, 2008.  

OKESON, Jeffrey P. Management of temporomandibular disorders and  occlusion. 8. ed. St. Louis: Elsevier, 2019. 

PEREIRA, Gabriel Gomes; CARVALHO, Gustavo Felipe; REIS, Taís Alves dos.  Disfunções temporomandibulares musculares e articulares: uma revisão  descritiva da literatura. Research, Society and Development, v. 10, n. 15,  e457101522944, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i15.22944. Disponível  em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/22944/20184. Acesso em: 17 jul. 2025. 

PRATO, Carolina Alves Del. Disfunção Temporomandibular: uma breve revisão. 2019. 58 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2019. Disponível em:  https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/197123/tcc%20dtm%20carol.p df?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 17 jul. 2025. 

SANTOS, Nídia Cristina Castro dos. Articulação temporomandibular: anatomia,  dinâmica e disfunções temporomandibulares. 2010. 53 f. Trabalho de Conclusão  de Curso (Graduação em Odontologia) — Faculdade de Odontologia de São José  dos Campos, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São José  dos Campos, 2010. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/bitstream/546a1be2- 8e59-47e0-bac3-d1e03de0cc26/1/articulacao_temporomandibular.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025. 

SANTOS, Wanessa Ferreira. Impacto da disfunção temporomandibular na  qualidade de vida: revisão de literatura. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso  (Graduação em Fonoaudiologia) – Instituto de Ciências da Saúde, Universidade  Federal da Bahia, Salvador, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/29299/1/TCC-WANESSA%20FERREIRA.pdf.  Acesso em: 19 jul. 2025. 

SARTORETTO, Suelen Cristina; DAL BELLO, Yuri; DELLA BONA, Álvaro.  Evidências científicas para o diagnóstico e tratamento da DTM e a relação com  a oclusão e a ortodontia. Revista da Faculdade de Odontologia – UPF, Passo  Fundo, v. 17, n. 3, p. 352–359, set. 2012. Disponível em: http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/3394. Acesso em: 11 ago. 2024. 

SASSI, Fernanda Chiarion et. al. Tratamento para disfunções  temporomandibulares: uma revisão sistemática. Audiology -Communication  Research, v. 23, n. 0, 23 abr. 2018. Disponível em: https://observatorio api.fm.usp.br/server/api/core/bitstreams/ccd18956-7d65-4c9d-a3d3- dab25eb925ee/content. Acesso em: 16 set. 2024.

SILVA, Ludmila Maria Alves e. et. al. Diagnóstico dos subtipos de disfunção  temporomandibular em uma população que busca atendimento especializado. Brazilian Journal of Pain, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 16–20, jan./mar. 2023. DOI:  10.5935/2595-0118.20230008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/brjp/a/mnqBSD8JZ9cLV9zRd7mFqCh/?lang=pt. Acesso em:  17 jul. 2025. 

PASCOAL, Ana Luísa de Barros; et al. Effectiveness of Counseling on Chronic  Pain Management in Patients with Temporomandibular disorders. Journal of  Oral & Facial Pain and Headache, 34(1), 77-82 Abril 2019. Disponível em:  https://files.jofph.com/files/article/20231205-83/pdf/ofph_34_1_Pascoal_p77.pdf.  Acesso em: 18 set. 2024. 

TENREIRO, Marcelo, SANTOS, Robson. Terapia manual nas disfunções da ATM. Rio de janeiro: Rubio, 2018. 

TRINDADE, Marcos Santos. Fisiologia e diagnósticos fisiopatológicos da  articulação temporomandibular. 2021. 27 f. Trabalho de Conclusão de Curso  (Graduação em Odontologia) — Faculdade de Macapá, Macapá, 2021. Orientador:  Jean Trindade do Nascimento. Disponível em: https://repositorio.pgsscogna.com.br/bitstream/123456789/44193/1/marcos_santos.p df. Acesso em: 17 jul. 2025. 

VALLE, Ricardo Tanus; GROSSMANN, Eduardo. Disfunções temporomandibulares novas perspectivas. 1. Ed, Ribeirão Preto, SP, 2019.


1Acadêmica de Odontologia. E-mail: marianafrancyellen@gmail.com. Artigo apresentado ao Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA, como requisito para obtenção do título de Bacharel em Odontologia, Porto Velho/RO, 2025. 

2Professora Orientadora. Me. Professora do curso de Odontologia. E-mail:  coord.odonto@fimca.com.br.

3Professor Orientador. Dr. Professor do curso de Odontologia. E-mail: coord.odonto@fimca.com.br.

4Professor Orientador. Dr. Professor do curso de Odontologia. E-mail: coord.odonto@fimca.com.br.

Rolar para cima