HUMAN IDENTIFICATION METHODS IN MASS CASUALTY INCIDENTS: INTEGRATIVE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202507310103
LIMA, Amarillis de Oliveira¹
BRAGA, Daniel da Silva²
ALMEIDA, Adriana Conrado³
Resumo
Esta pesquisa apresenta, através de uma revisão integrativa da literatura mundial, quais são os principais métodos de identificação humana utilizados nos casos de acidentes em massa e aqueles que ainda estão em pesquisa para implementação. O estudo abrange artigos científicos encontrados nas bases de dados BVS, PubMed, Scielo, Períodos Capes e BDTD, publicados nos últimos cinco anos. Para seleção dos artigos foi utilizado o fluxograma prisma como processo metodológico aplicado nesta pesquisa, atendendo aos critérios de inclusão e exclusão, na obtenção do objetivo proposto. Após a devida análise dos artigos selecionados, constatou-se que a identificação das vítimas deve envolver uma abordagem integrada, utilizando métodos primários, como a papiloscopia, odontologia forense e DNA, complementados por métodos secundários, como antropologia forense e análise de características secundárias. A correta aplicação e combinação dessas técnicas são essenciais para garantir uma identificação precisa, eficiente e respeitosa às vítimas.
Palavras-chave: ciência forense, identificação humana, desastres em massa
1. INTRODUÇÃO
De acordo com a Interpol (2018), os métodos de identificação humana são classificados em primários e secundários. Os métodos secundários, considerados auxiliares, dependem dos métodos primários ou são utilizados quando estes não podem ser aplicados. Entre os exemplos de métodos secundários estão a Antropologia Forense, Reconhecimento Facial, Queiloscopia, Rugoscopia Palatina, entre outros.
Já os métodos primários de identificação humana são baseados em dados biométricos únicos e intransferíveis de cada indivíduo, nos quais podem-se destacar a Papiloscopia, por meio da análise das impressões digitais, a Odontologia Legal, com base nas características da arcada dentária e a Genética Forense, por meio da análise do DNA. Tais métodos são amplamente aplicados e reconhecidos no âmbito pericial, sobretudo em casos post mortem. (ROCHA, 2019)
Em situações que envolvem múltiplas vítimas, os procedimentos de identificação variam conforme a natureza do desastre e o grau de comprometimento dos corpos das vítimas. Nesse contexto, torna-se imprescindível a adoção de métodos científicos padronizados, validados e confiáveis, que possibilitem uma resposta ágil e precisa. (Velho; Geiser; Espindula, 2021)
Segundo Araújo et al. (2022), desastres em massa são caracterizados pelo grande impacto que provocam, atingindo múltiplas vítimas e causando um elevado número de mortes simultâneas. Podem acontecer por eventos naturais ou pela ação/ omissão do homem e normalmente ultrapassam a capacidade assistencial multidisciplinar, técnica e socorrista do local onde ocorreu.
O processo de identificação das vítimas é uma obrigação institucional do Estado e possui maior relevância em cenários de desastres de massa, nos quais a agilidade e a precisão dos procedimentos adotados tornam-se indispensáveis para oferecer uma resposta célere e eficaz à sociedade. Nessa perspectiva, a Perícia Forense tornou-se fundamental no processo de identificação humana em eventos caracterizados por desastres de massa, uma vez que sua aplicabilidade é bastante significativa na análise de cadáveres e de restos mortais carbonizados ou em avançado estágio de decomposição.
Para Souza (2023) “a identificação humana post mortem de vítimas de desastres é fundamental para mitigar o sofrimento de familiares, como também para a formalização do óbito, que se inter-relaciona com diversos ramos do direito”. Nesse sentido, é preciso que sejam elencados todos os métodos de identificação humana disponíveis e em que contexto, em casos de acidentes com múltiplas vítimas, cada um deles é melhor aplicado.
Desta feita, a presente pesquisa pretende evidenciar, no cenário mundial, os métodos de identificação humana mais utilizados em casos de desastres em massa e como a sua devida aplicação pode contribuir de forma inequívoca na identificação das pessoas vitimadas por esses acidentes.
2. MATERIAIS E MÉTODOS
Este trabalho é uma pesquisa bibliográfica do tipo narrativa, com caráter exploratório e abordagem qualitativa. A seleção dos artigos foi realizada por meio de fontes secundárias. Os dados foram analisados utilizando o método de revisão integrativa, proposto por Whittemore e Kanfl (2005). Essa forma de revisão tem como finalidade evidenciar conhecimentos já disponíveis, possibilitando a apreciação e até novas abordagens sobre o tema (TORACO, 2005).
A presente revisão integrativa fez uma análise de pesquisa já publicadas sobre os” Métodos de Identificação Humana em Acidentes em Massa”, reunindo e resumindo o que foi descoberto até agora. Para tanto, foi aplicada uma metodologia qualitativa que consiste na seleção criteriosa de estudos científicos, com a utilização de descritores e operadores booleanos, os quais contribuíram no refinamento das buscas.
A pesquisa, realizada entre os meses de junho e julho de 2025, abarcou estudos apontados nas bases de dados BVS, PubMed, SciELO, Periódicos Capes e BDTD, com publicação entre 2020 e 2025. Os seguintes descritores, combinados com os operadores booleanos “AND” e “OR”, foram utilizados nas buscas: “Identificação Humana”, “Antropologia Forense” e “Desastres em Massa”. Ressalta-se que as buscas apresentaram mais resultados com o uso dos mencionados descritores em inglês, quais sejam: “Human Identificaton”, “Forensic Anthropology” e “Mass Disasters”.
Após o levantamento dos estudos, foram definidos os critérios de inclusão e exclusão da pesquisa com o intuito de aprimorar a seleção (Quadro 1).
| INCLUSÃO | EXCLUSÃO |
| – Estudos publicados nos últimos 05 anos (2020 – 2025) – Em qualquer idioma – Com acesso gratuito – De acordo a finalidade da pesquisa. | – Estudos sem resumo – Duplicatas – Revisões – Com acesso restrito – Anteriores ao período da pesquisa |
A definição do resultado final para análise e interpretação dos resultados ocorre por meio da realização de quatro etapas no processo de pesquisa: identificação, seleção, avaliação de critérios de elegibilidade e inclusão, conforme fluxograma abaixo (Quadro 2). Vale ressaltar que o cumprimento de todas as etapas é essencial para que o objetivo do estudo seja alcançado de forma adequada.
Quadro 2 – Fluxograma de identificação e seleção de estudo

3. RESULTADOS
As buscas nas bases de dados resultaram em 36 trabalhos encontrados sobre métodos de identificação humana em desastres em massa. Após a realização da leitura na integra, 17 artigos foram selecionados (Quadro 3).
| País | Autor | Objetivo | Resultado | |
| 01 | Espanha | FREIRE- ARADAS, A, et al. | Criar relógio epigenético para estimar idade em todas as faixas etárias | Alta precisão na estimativa de idade (MAE de ~3,3 a ~3,4 anos) baseada nos níveis de metilação do DNA. |
| 02 | Alemanha | HOLZ, F, et al. | Classificar motivos de tatuagens para identificação forense. | O estudo examinou 1.000 corpos tatuados e identificou que os motivos mais comuns eram letras e números, símbolos religiosos, animais e objetos. |
| 03 | Coreia do Sul | JUNG, Ju Yeon, et al. | Desenvolver e validar uma ferramenta de estimativa de idade baseada na análise de DNA methylation em cartilagem costal, utilizando a técnica SNaPshot. | O estudo conseguiu criar um modelo de previsão de idade com alta precisão, apresentou MAE de aproximadamente 4,6 anos. |
| 04 | Bélgica | BEAUTHIER, François, et al. | Descrever a Identificação de Vítimas de Desastres (DVI) após ataque terrorista no Aeroporto de Bruxelas em 2016. | 14 vítimas foram identificadas, além dos dois suspeitos de serem os autores do ataque. A identificação foi baseada em uma combinação de métodos |
| 05 | Malásia | SABRI, Natassya Ezzaty Mohd, et al. | Realizar uma avaliação in loco do uso do sistema RapidHIT ID da Applied Biosystems e do drone DJI Matrice 300 para a identificação de vítimas em desastres. | A comparação dos perfis de DNA coletados pelo sistema na cena com os coletados no laboratório mostrou alta concordância. |
| 06 | Índia | SATELUR, Krishnanand P, et al. | Avaliar os padrões de ruga palatina e a forma da papila incisiva para verificar se esses elementos podem ajudar na identificação individual, especialmente em contextos forenses. | A maioria dos indivíduos apresentou padrões de rugas com forma curva, papila incisiva no formato de pera. Foram detectadas diferenças significativas na preferência do tipo de rugas curva entre os gêneros. |
| 07 | Índia | SRIRAMAN, Rajkumari, et al. | Investigar a relação entre a circunferência do arco maxilar e a altura do corpo, utilizando análise odontométrica facio-odontométrica. | Correlações significativas entre o TMAP, TFH e TBH, com coeficientes de correlação muito altos. A análise de regressão indicou que o TMAP e o TFH podem ser utilizados como preditores confiáveis da altura corporal total. |
| 08 | Brasil | SOUZA, Marco Antonio, et al. | Análise de impressões dermatoglíficas em processos de identificação de vítimas de desastres. | 195 vítimas identificadas por análise de impressões digitais. |
| 09 | Brasil | LEMOS, Yara Vieira, et al. | Série de casos forenses nos quais a equipe de antropologia forense conseguiu identificar positivamente restos humanos em condições desafiadoras. | Identificação de restos humanos desastres em massa, restos queimados e corpos em avançado estado de decomposição. |
| 10 | Dinamarca | REYN, Mie Rath, et al. | Avaliar o painel de 11 sítios CpG para previsão da idade com base em perfis de metilação do DNA. | Os níveis de metilação nos 11 CpGs estavam significativamente correlacionados com a idade dos indivíduos na amostra.. |
| 11 | Israel | SHARON, Esi, et al. | Descrever e analisar o processo e os métodos utilizados na identificação de vítimas em uma situação de desastre em massa em Israel. | O estudo identificou 166 vítimas, a maioria das identificações foi feita por meio de radiografias (FMX, OPGs, CT-OPGs). |
| 12 | Portugal | NUNES, Tiago, et al. | Analisar e comparar duas metodologias de registro orofacial, fotografia e escaneamento intraoral (IOS), no contexto de identificação forense. | O escaneamento intraoral apresentou maior desempenho em cadáveres, especialmente na captura de detalhes de tecidos moles. |
| 13 | Arabia Saudita | ABDUL, Nishath Sayed, et al. | Avaliar a utilização da rugoscopia palatal como uma ferramenta para identificação de etnia e gênero nas populações saudita e kuwaitiana. | Foram observadas diferenças significativas entre as populações saudita e kuwaitiana em vários parâmetros das rugas palatais. |
| 14 | Brasil | MICHELCROSATO, Edgard, et al. | Verificar a reprodutibilidade das medidas realizadas em radiografias panorâmicas e propor métodos de identificação. | Os resultados mostraram que o ICC foi superior a 0,90 para todas as medições, indicando alta consistência entre os examinadores. |
| 15 | India | SMITHA, T, et al. | Avaliar a confiabilidade dos padrões das rugas palatais para identificação individual, considerando as alterações provocadas por tratamentos ortodônticos e xtrações. | Alterações modestas, sem diferença estatística significativa |
| 16 | Brasil | SOUZA, Marcos Antonio, et al. | Apresentar técnicas utilizadas na identificação das vitimas do desastre ocorrido na barragem em Brumadinho/MG com o sistema Alethia na identificação necropapiloscopica. | No período que a equipe de DVI utilizou o sistema Alethia foram identificadas 185 vítimas, destas 85,6% através das impressões digitais. |
| 17 | Brasil | SOUZA, Isadora Davi, et al. | Analisar a utilização da tecnologia ABIS na identificação post mortem de vítimas de um desastre natural ocorrido em Pernambuco em 2022. | O estudo verificou 103 vítimas identificadas através da papiloscopia, boa performance mesmo em material deteriorado.. |
4. DISCUSSÃO
Apesar da baixa quantidade de estudos encontrados no período de tempo estabelecido na pesquisa, os dados apresentados nesta revisão integrativa revelam avanços significativos nos métodos de identificação humana devido aos avanços tecnológicos empregados nas perícias com o uso de sistemas biométricos, drones, inteligência artificial, lasers, escaneamento, entre outros.
Observou-se que os países com maior número de produções na área de Identificação Humana estão na Europa e Ásia, destacando-se a Índia com pesquisas na área da odontologia legal. Em contrapartida, o Brasil apresentou baixa produção acadêmica sobre a temática, tendo em vista o grande número de acidentes com múltiplas vítimas ocorridos aqui nos últimos anos. Porém, deve-se destacar que “na identificação de vítimas em acidentes em massa, o Brasil tem utilizado técnicas de DNA e impressão digital, alinhando-se às recomendações internacionais e promovendo a agilidade no atendimento às famílias” (SOUZA, 2023)
O estudo também evidencia que nenhum método primário isolado é suficiente e que a integração entre a papiloscopia, odontologia forense e análises de DNA é fundamental para garantir uma identificação precisa e respeitosa às vítimas, sobretudo em situações complexas como em desastres em massa. Também aponta alguns métodos secundários abordados nas pesquisas como a Antropologia Forense com análise comparativa de imagens radiológicas, tatuagens e confronto de dados com documentos ou características secundárias.
Entretanto, para melhor entendimento, é imprescindível diferenciar identificação de reconhecimento. Araújo (2012) diz que “reconhecimento” nos traz apenas a ideia de comparação, podendo ser as coisas apenas parecidas ou semelhantes, o que não pode ocorrer com a “identificação”, pois para esta é fundamental que haja um método capaz de estabelecer uma relação unívoca entre os elementos em questão, criando um conjunto de caracteres próprios que possam diferenciar pessoas ou coisas entre si.
Esses critérios também são rigorosamente aplicados no processo de identificação post mortem em casos de desastres em massa, conforme preconiza o Guia de Identificação de Vítimas de Desastres-DVI 2018, da INTERPOL. Segundo o qual, os métodos de identificação cientificamente sólidos e confiáveis envolvem a papiloscopia, a análise do Ácido Desoxirribonucleico (DNA) e a odontologia forense.
Segundo Santos (2021), a Papiloscopia se sobressai como um método primário de identificação por oferecer rapidez, baixo custo e aplicação prática, especialmente quando comparada às demais técnicas disponíveis. Nesse sentido, pode-se dizer que a identificação necropapiloscopica é um processo seguro e eficaz quando realizada em corpos em condições ideias de conservação. Entretanto, tendo em vista as variadas circunstancias em que as vítimas são encontradas nos desastres em massa, esse método não poderá ser aplicado se o corpo já apresenta danos no tecido epitelial devido ao avançado estado de putrefação, por exemplo.
Com relação ao método de identificação pela análise dos arcos dentais, Araújo et al. (2022) aponta que uma das maiores vantagens do referido método é a sua eficiência mesmo diante de condições extremas de decomposição, pois os dentes possuem estruturas altamente mineralizadas, o que os torna bastante resistente a degradação causadas pelo calor, pressão e umidade. Por outro lado, deve-se evidenciar que para realização segura desse método post mortem é preciso ter acesso prontuários odontológicos atualizados, o que costuma ser um empecilho em populações vulneráveis ou em regiões com acesso limitado a serviços odontológicos
Sobre o método realizado pelo estudo do DNA, Rodrigues (2021) defende que O perfil genético passou a ser considerado o padrão ouro na identificação humana, especialmente em desastres em massa com restos mortais fragmentados ou degradados. Pois, O DNA pode ser coletado de quase qualquer parte do corpo, mesmo quando os restos mortais estão em um estado avançado de decomposição. Contudo, a extração, amplificação e análise do DNA exigem equipamentos especializados e reagentes caros. Portanto, trata-se de um método mais demorado e oneroso.
Nessa perspectiva, convém destacar que os registros ante mortem (prontuários odontológicos, impressões digitais, perfis genéticos, entre outros) são essenciais para realização eficaz das perícias forenses em casos de desastres com múltiplas vítimas. Pois, nesse cenário o atraso no processo de identificação aumenta a dor e sofrimento das famílias, além de retardar o acesso aos seus direitos sucessórios e realização de rituais fúnebres. (SILVA, 2023)
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A identificação das vítimas de um desastre em massa deve ser vista não apenas sob a ótica técnico-científica, mas também sob uma perspectiva humana e social, sendo a positivação das perícias realizadas, principalmente através da Papiloscopia, Odontologia Forense e DNA, crucial para os familiares, como também para os processos legais e as políticas públicas relacionadas à gestão de crises e desastres.
A revisão integrativa mostrou-se uma estratégia eficaz para reunir e sintetizar os achados científicos mundiais sobre os métodos de identificação humana em desastres com múltiplas vítimas, oferecendo subsídios teóricos e práticos fundamentais para peritos forenses, pesquisadores e formuladores de políticas públicas
REFERÊNCIAS
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¹Discente do Programa de Mestrado em Perícias Forenses da Universidade de Pernambuco – UPE. E-mail: amarillis.olima@upe.br
²Discente do Programa de Mestrado em Perícias Forenses da Universidade de Pernambuco – UPE. E-mail: danielbraga.silva@upe.br
³Docente do Programa de Mestrado em Perícias Forenses da Universidade de Pernambuco – UPE, Doutora em Saúde Materno Infantil pelo IMIP (Conceito CAPES 5). Mestrado em Saúde Pública no Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz: Recife, Pernambuco, BR. Docente Membro permanente do Programa de Pós-graduação em Perícias Forenses. Universidade de Pernambuco. Recife, Pernambuco, Brasil. E-mail: adriana.almeida@upe.br
