MEDICATION URGENCY AND EMERGENCY IN PRIMARY HEALTH CARE: CHALLENGES AND RESPONSE STRATEGIES
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202510091923
Ana Caroline Santos Asensi1
Eduardo dos Santos Martins1
Ketlen Prudente Batista1
Maria Edite Vieira Pereira2
Resumo
Introdução: A atenção primária à saúde (APS) é reconhecida como a porta de entrada preferencial do sistema de saúde, sendo responsável por atender grande parte das demandas da população. Nesse cenário, situações de urgência e emergência relacionadas à medicação representam desafios significativos para os profissionais, que precisam lidar com condições agudas de forma rápida, segura e eficaz. Objetivo: Analisar os principais desafios e estratégias adotadas na administração de medicamentos em situações de urgência e emergência no contexto da Atenção Primária à Saúde, considerando a segurança do paciente. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática, com a inclusão de artigos publicados entre 2020 e 2024, seguindo de acordo com as diretrizes do Método Prisma. A busca bibliográfica foi conduzida nas bases de dados, Scientific Electronic Library Online (SCIELO), PubMed, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Google Acadêmico. Resultados: Foram identificados 50 artigos na etapa da seleção e após os critérios de exclusão houve um refinamento final de 07 artigos para compor o estudo. Considerações Finais: A análise das evidências encontradas na revisão sistemática permite compreender que a urgência e emergência relacionadas ao uso de medicação na Atenção Primária à Saúde constituem um desafio crescente, tanto pela complexidade dos casos quanto pelas limitações estruturais e de recursos humanos enfrentadas nesse nível de atenção.
Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Urgência e Emergência. Medicação de emergência. Estratégias de resposta.
1 INTRODUÇÃO
A Atenção Primária à Saúde (APS) é reconhecida como a principal porta de entrada do usuário no Sistema Único de Saúde (SUS), desempenhando papel estratégico na promoção do acesso universal, contínuo e integral às ações de saúde. Embora tradicionalmente voltada à prevenção e ao acompanhamento de condições crônicas, a APS tem se deparado cada vez mais com situações clínicas agudas que exigem intervenções rápidas e seguras, como crises hipertensivas, hipoglicemias, reações alérgicas graves e crises asmáticas (FIGUEIREDO et al., 2020).
O atendimento a eventos agudos na APS apresenta desafios específicos para as equipes multiprofissionais, sobretudo no que se refere à administração segura de medicamentos. Tais intervenções requerem protocolos claros, capacitação constante dos profissionais e prontidão para responder de forma eficaz a situações inesperadas. A ausência de preparo adequado ou o uso inadequado de medicações pode comprometer gravemente a saúde do paciente, evidenciando a necessidade de estratégias que integrem resposta rápida e segurança do cuidado.
Nesse contexto, a Meta 3 de Segurança do Paciente, que enfatiza o uso seguro de medicamentos em todos os níveis de atenção, assume papel central, essa meta orienta que a APS implemente práticas sistematizadas de verificação, prescrição, dispensação e administração de fármacos, minimizando erros e garantindo que intervenções medicamentosas em situações de urgência sejam realizadas de forma segura e eficaz.
Diante da relevância prática e acadêmica do tema, investigar como a APS tem se estruturado para lidar com urgências e emergências medicamentosas torna-se essencial. Este estudo busca analisar, por meio de revisão sistemática, os principais desafios e estratégias de resposta adotadas pelas equipes da APS, com foco na resolutividade do atendimento e na segurança do paciente, contribuindo para o aprimoramento das práticas, para a formação profissional e para o fortalecimento da atenção primária como componente resolutivo do SUS.
A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha papel central no SUS como porta de entrada e coordenadora do cuidado, promovendo acesso universal e contínuo às ações de saúde. No entanto, o aumento de eventos agudos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), como crises asmáticas, hipoglicemias, picos hipertensivos e reações alérgicas graves, evidencia a necessidade de respostas rápidas e seguras por parte das equipes multiprofissionais.
A administração adequada de medicamentos em situações de urgência é crucial para reduzir complicações e preservar a segurança do paciente, sendo diretamente relacionada à Meta 3 de Segurança do Paciente, que orienta o uso seguro de medicamentos. Investigar como a APS se organiza para atender a esses eventos agudos permite identificar lacunas na capacitação profissional, protocolos e fluxos de atendimento, contribuindo para aprimorar práticas clínicas, fortalecer a resolutividade da APS e apoiar a formulação de políticas públicas mais efetivas.
Além disso, apesar da importância prática do tema, há escassez de estudos que abordem de forma sistemática a interface entre urgência, emergência e administração medicamentosa na APS, tornando a pesquisa relevante para subsidiar processos de formação, capacitação profissional e desenvolvimento de protocolos que garantam segurança, eficácia e qualidade no cuidado prestado.
Diante do exposto, o objetivo do estudo é analisar os principais desafios e estratégias adotadas na administração de medicamentos em situações de urgência e emergência no contexto da Atenção Primária à Saúde, considerando a segurança do paciente.
2 METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão sistemática que é um tipo de estudo científico que busca reunir, avaliar criticamente e sintetizar as evidências disponíveis sobre uma determinada questão de pesquisa, para garantir rigor metodológico e transparência no processo, uma das ferramentas mais utilizadas é o método PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), esse modelo estabelece um conjunto de diretrizes que orientam a elaboração e a descrição de revisões sistemáticas, assegurando clareza, reprodutibilidade e qualidade dos resultados.
O método prisma se estrutura a partir de um fluxograma que apresenta as etapas de seleção dos estudos, desde a identificação inicial nas bases de dados até a inclusão final dos artigos que compõem a análise, esse processo detalhado permitiu visualizar de forma objetiva quantos trabalhos foram encontrados, quantos foram excluídos e os motivos dessas exclusões, fortalecendo a credibilidade da revisão, foi realizada por meio de operadores booleanos, utilizando o termo “and” em combinação com as palavras-chave: Atenção Primária à Saúde and Urgência e Emergência and Medicação de emergência and Estratégias de resposta.
O processo de seleção dos estudos seguiu as quatro etapas previstas no fluxograma PRISMA, a primeira etapa, denominada Identificação, corresponde à busca inicial nas bases de dados, em que são reunidos os artigos encontrados em diferentes fontes, na fase seguinte, de Seleção, realiza-se a leitura dos títulos e resumos, excluindo-se os estudos que não se enquadram nos critérios previamente definidos, representando a primeira filtragem do material.
A etapa de Elegibilidade compreende a leitura completa dos artigos selecionados, mantendo-se apenas aqueles que apresentam aderência direta ao objetivo da pesquisa, por fim, na fase de Inclusão, são escolhidos os trabalhos que apresentam maior consistência metodológica e relevância temática, incorporando indicadores pertinentes à investigação.
Os dados foram coletados a partir de materiais bibliográficos disponíveis entre os anos de 2020 e 2024 a partir da análise de fontes teóricas variadas, foram excluídos os estudos que não atendiam aos critérios temáticos da pesquisa, bem como artigos duplicados, incompletos ou fora do recorte temporal estabelecido, entre os critérios de inclusão, consideraram-se os artigos publicados em português a partir de 2019, com conteúdo integral e abordagem adequada da temática proposta.
Após identificar e selecionar os estudos, deu-se início uma análise temática detalhada dos textos, buscando organizar e interpretar as informações de maneira sistemática e objetiva, a extração de dados de cada artigo incluiu elementos como título, periódico, ano de publicação, tipo de estudo, objetivos centrais e principais resultados, esses dados foram organizados em uma tabela de revisão, permitindo uma análise preliminar quanto à pertinência dos artigos, em sequência, os conteúdos selecionados foram aprofundadamente avaliados e utilizados como base para o desenvolvimento desta pesquisa.
Figura 1 – Fluxograma das etapas para a seleção dos artigos desta revisão sistemática, 2025.

Fonte: Das pesquisadoras, 2025.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
No decorrer do processo de busca ativa nas bases de dados científicas, foram inicialmente identificadas 50 publicações na etapa correspondente à identificação. Após a leitura dos títulos e resumos, 18 desses trabalhos foram excluídos por não atenderem aos critérios previamente estabelecidos para inclusão. Na fase seguinte, referente à seleção, 32 artigos foram mantidos, porém 8 foram descartados por apresentarem conteúdos que se mostraram desalinhados com os objetivos centrais da pesquisa. Na etapa de elegibilidade, 24 estudos permaneceram para análise integral, dos quais 17 acabaram excluídos após leitura completa, por motivos devidamente justificados. Ao final do processo, foram incluídos 07 artigos, considerados relevantes e adequados para embasar a presente investigação.
Tabela 1. Artigos científicos selecionados de acordo com as bases de dados segundo os Títulos, Periódicos, Ano, Tipos de Estudo, Objetivos Principais e Resultados, 2025.
| Título do Artigo Periódicos/ Ano | Tipos de estudo | Objetivos Principais | Resultados |
| Desafios e estratégias no atendimento de pacientes em situação de urgência e emergência: uma análise da eficiência nos serviços de saúde/Revista FT/2024 | Revisão Sistemática | Analisar os desafios e estratégias no atendimento a pacientes em situações de urgência e emergência, com enfoque na eficiência dos serviços de saúde | As iniciativas integradas e planejadas são fundamentais para promover um atendimento mais ágil, humanizado e eficiente, reduzindo complicações e mortalidade |
| Dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde no atendimento de urgências e emergências na atenção primária à saúde/Revista Eletrônica Acervo Científico/2025 | Revisão Sistemática | Identificar o que a literatura científica aborda sobre as dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde no atendimento de urgências e emergências na Atenção Primária à Saúde(APS) | A dificuldade enfrentada pelos profissionais de saúde mais citada foi falta de capacitação (80%) seguidos da falta de conhecimento (70%), falta de insumos e equipamentos (60%), além da infraestrutura inadequada (40%). |
| O impacto dos atendimentos de urgência na qualidade do cuidado na APS: desafios e estratégias/ Revista FT/2025 | Revisão Integrativa | Avaliar o impacto dos atendimentos de urgência na APS, levando em consideração os atributos de qualidade do atendimento propostos por Barbara Starfield | A adoção de protocolos clínicos baseados em evidências, o uso da telemedicina, o acolhimento com classificação de risco e a qualificação profissional demonstraram potencial para ampliar a eficiência da APS e reduzir encaminhamentos desnecessários |
| Atendimento de urgência e emergência na atenção primária: percepções de profissionais de saúde/Revista Saúde/2024 | Estudo descritivo e exploratório com abordagem qualitativa | Analisar a percepção de profissionais de saúde da atenção primária referente aos desafios vivenciados diante das demandas de urgência e emergência nas Unidades Básicas de Saúde | A atenção básica se mostra importante na rede de atenção às urgências e emergências e seu papel nos atendimentos à população carece de melhoria de infraestrutura, capacitação profissional, planejamento estratégico das ações e avaliação das atividades desenvolvidas. |
| Fortalecimento dos serviços de urgência e emergência com a atenção primária à saúde: é possível promover? Revista Contemporânea, 2025. | Revisão Integrativa | Analisar os principais obstáculos à integração entre os serviços de urgência e emergência com a Atenção Primária à Saúde (APS), destacando a importância dessa articulação para garantir a continuidade do cuidado e a efetividade dos serviços de saúde no Brasil | Demonstram que a integração efetiva entre APS e os serviços de urgência e emergência pode melhorar a continuidade do cuidado, reduzir a demanda por atendimentos de baixa complexidade em serviços especializados e promover um uso mais racional dos recursos. |
| O preparo dos profissionais de enfermagem da atenção básica de saúde frente às situações de urgência e emergência. Revista JRG de Estudos Acadêmicos/2024 | Revisão Integrativa com abordagem qualitativa | Analisar o preparo dos profissionais de enfermagem para o atendimento das urgências e emergências no contexto da atenção primária à saúde | Evidenciou que os profissionais da atenção básica de saúde não estão bem-preparados a atender situações emergenciais, que podem ocorrer ocasionalmente. |
| Fragilidades e potencialidades da atenção primária à saúde no atendimento das urgências e emergências. Revista de Casos e Consultoria, 2022. | Revisão Sistemática | Investigar sobre as dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde no atendimento de urgências e emergências na Atenção Primária à Saúde(APS) | Promover um atendimento mais ágil, humanizado e eficiente, reduz complicações e mortalidade. |
Fonte: Das Pesquisadoras, 2025.
Com base nas evidências do estudo de Guedes (2024) a APS, reconhecida como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), assume um papel essencial na promoção, prevenção e cuidado integral à população, no entanto, sua atuação não está isenta de desafios, sobretudo quando se trata da resposta a situações de urgência e emergência relacionadas à administração de medicamentos, esse aspecto, frequentemente negligenciado no planejamento das políticas públicas, ganha relevância diante da necessidade de respostas rápidas e eficazes em cenários clínicos inesperados.
No estudo A2, realizado por Carvalho et al. (2023) entre os principais desafios enfrentados nesse contexto, destaca-se a limitação na infraestrutura física e organizacional das unidades básicas de saúde, em muitas regiões, especialmente nas zonas rurais ou periféricas, as UBSs não possuem salas equipadas para estabilização, nem estoque adequado de medicamentos de ação imediata, como adrenalina, glicose hipertônica, anticonvulsivantes, entre outros.
Conforme relatado por Dantas et al. (2025), compromete a capacidade de resposta das equipes frente a episódios como anafilaxias, crises hipertensivas graves ou hipoglicemias severas. Soma-se a isso a rotatividade de profissionais e a insuficiência de treinamentos contínuos, o que fragiliza o preparo técnico para lidar com situações críticas que demandam ação rápida e segura.
Complementando-se a isso, no estudo A1, entre os principais desafios enfrentados nesse contexto, destaca-se a limitação na infraestrutura física e organizacional das unidades básicas de saúde. Melo et al. (2024) enfatizam que em muitas regiões, especialmente nas zonas rurais ou periféricas, as UBSs não possuem salas equipadas para estabilização, nem estoque adequado de medicamentos de ação imediata, como adrenalina, glicose hipertônica, anticonvulsivantes, entre outros.
De acordo com o estudo A5, Almeida et al. (2025), ressalta que compromete a capacidade de resposta das equipes frente a episódios como anafilaxias, crises hipertensivas graves ou hipoglicemias severas. Assim, o autor Conceição et al. (2024), soma-se a isso a rotatividade de profissionais e a insuficiência de treinamentos contínuos, o que fragiliza o preparo técnico para lidar com situações críticas que demandam ação rápida e segura.
CONCLUSÃO
A discussão sobre urgência e emergência de medicação na Atenção Primária à Saúde (APS) revela a complexidade envolvida na construção de um sistema de saúde verdadeiramente resolutivo e acessível, embora historicamente voltada para ações de prevenção, promoção e acompanhamento contínuo, a APS não pode ser desconsiderada como espaço estratégico para o atendimento inicial de situações agudas, especialmente em territórios onde o acesso a serviços de média e alta complexidade é limitado.
A realidade vivenciada diariamente pelas equipes que atuam nas Unidades Básicas de Saúde evidencia que eventos clínicos inesperados, como crises asmáticas, hipoglicemias, anafilaxias ou picos hipertensivos, são frequentes e exigem respostas rápidas, seguras e eficazes.
Diante desse cenário, torna-se imprescindível reconhecer que a capacidade de resposta da APS está diretamente condicionada a fatores como a formação adequada das equipes, a existência de protocolos bem estruturados, a disponibilidade de medicamentos essenciais e a integração funcional com os demais níveis da rede de atenção, a ausência ou fragilidade de qualquer desses elementos compromete a eficácia do atendimento e pode gerar desfechos desfavoráveis ao paciente.
Assim, é urgente a adoção de estratégias que superem essas lacunas, com ênfase na educação permanente em saúde, na qualificação da gestão local e no fortalecimento dos vínculos entre os diferentes pontos da rede assistencial.
É necessário ampliar o entendimento de que a presença de medicamentos de emergência na APS não representa uma distorção de suas atribuições, mas sim um reforço à sua capacidade de cuidado integral, garantindo condições mínimas para a estabilização de pacientes em situação crítica, a APS contribui não apenas para a redução de agravos, mas também para o uso mais racional dos serviços de urgência hospitalar, esse papel ampliado precisa ser respaldado por políticas públicas que valorizem a infraestrutura das unidades, promovam a segurança do ato medicamentoso e incentivem a adoção de tecnologias de apoio à decisão clínica.
Em síntese, enfrentar os desafios associados à administração de medicamentos em situações de urgência e emergência na APS exige vontade política, planejamento técnico e compromisso com a qualificação do cuidado, fortalecendo essa capacidade é dar um passo decisivo rumo a um SUS mais equitativo, resolutivo e centrado nas reais necessidades da população.
É, sobretudo, reconhecer que a saúde integral não se constrói apenas com grandes hospitais, mas com uma atenção primária robusta, acolhedora e preparada para todos os momentos da vida, inclusive aqueles que exigem resposta imediata.
REFERÊNCIAS
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MELO, R.A de. Atendimento de urgência e emergência na atenção primária: percepções de profissionais de saúde. Revista Saúde e Pesquisa, 17 (2), 2024.
1Discentes do Curso de Enfermagem da Faculdade Integradas Aparício Carvalho. Porto Velho-RO.
E-mail: cacau.asensi@gmail.com
2Docente do Curso de Enfermagem da Faculdade Integradas Aparício Carvalho. Porto Velho-RO
