REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202508310822
MARCONATO, E. S.;
FOGAÇA, M. M.;
FERNANDES, N. C.;
SAMPAIO, V. H. G.;
ARAÚJO, A. R.; COSTA, P. P.;
PEDRIALI, M. B. B. P.
RESUMO
A recessão gengival é uma condição prevalente que pode comprometer a saúde bucal e a estética do paciente. O tratamento frequentemente envolve cirurgias plásticas periodontais. A quantidade de gengiva ceratinizada nesses casos norteia sobre o grau de dificuldade para adequada higienização, aumentando o acúmulo de biofilme bacteriano e predispondo a inflamações persistentes. Este trabalho apresenta o relato de um caso clínico de recessão gengival unitária tratada com a técnica de túnel modificado, associada ao enxerto de tecido conjuntivo aglutinado em I-PRF. Paciente de 26 anos, gênero feminino, relatou exposição radicular no canino direito e como queixa principal a estética ao sorrir. O exame clínico evidenciou uma recessão gengival do tipo I, com ausência de inflamação tecidual local. Realizado nesse momento o planejamento e procedimento cirúrgico para o recobrimento radicular. O acompanhamento pós-operatório com o período de seis meses demonstrou cobertura completa da superfície radicular e ausência de inflamação gengival. Esses resultados destacam o sucesso clínico da técnica utilizada, comprovando sua eficácia no recobrimento radicular.
Palavras-chave: Recessão gengival; Fibrina rica em plaquetas;
ABSTRACT
Gingival recession is a prevalent condition that can compromise both oral health and patient aesthetics. Treatment often involves periodontal plastic surgery. The amount of keratinized gingiva in such cases influences the difficulty of maintaining adequate oral hygiene, increasing bacterial biofilm accumulation and predisposing to persistent inflammation. This case report describes the treatment of a single gingival recession using the modified tunnel technique combined with a connective tissue graft agglutinated with injectable platelet-rich fibrin (i-PRF). A 26-year-old female patient presented with root exposure of the right canine and reported aesthetic discomfort when smiling as her chief complaint. Clinical examination revealed a Type 1 gingival recession with no signs of local inflammation. A surgical plan was established and root coverage was performed. Six-month postoperative follow-up showed complete root coverage and absence of gingival inflammation. These results highlight the clinical success of the technique, demonstrating its effectiveness in achieving root coverage.
Key-words: Gingival recession; Platelet-Rich Fibrin;
INTRODUÇÃO
A recessão gengival (RG) caracteriza-se pela migração apical da margem gengival em relação à junção cemento-esmalte (JCE), resultando na exposição da superfície radicular, onde segundo estudos de Yared et al. (2006) essa condição pode acometer qualquer dente e qualquer face, seja vestibular ou lingual. De acordo com Lapa (2012), a RG possui uma etiologia multifatorial, envolve tanto fatores precipitantes, como trauma por escovação, periodontite e mau posicionamento dentário, que induzem diretamente o processo de recessão, quanto fatores predisponentes, incluindo fenótipo periodontal fino e uma faixa estreita de gengiva ceratinizada, que aumentam a susceptibilidade ao quadro. Evidências científicas indicam que a prevalência e a gravidade da RG aumentam gradualmente com a idade, sugerindo o impacto cumulativo dos fatores de risco ao longo do tempo. Estes achados enfatizam a importância da identificação precoce e do manejo dos fatores de risco, visando à prevenção da progressão da condição (ANDRADE et al., 2012).
Pacientes com RG frequentemente relatam hipersensibilidade dentinária, além de preocupações estéticas, especialmente quando a recessão afeta a região anterior do sorriso. Além disso, a superfície radicular exposta torna-se mais suscetível a lesões cariosas e a lesões cervicais não cariosas (LCNC), fatores que reforçam a necessidade do recobrimento radicular como abordagem terapêutica para o manejo da RG (PEREIRA, 2017).
Dentre as abordagens para o tratamento da RG, destaca-se a técnica de tunelização (TUN) com enxerto de tecido conjuntivo (ETC) (ALLEN, 1994; ZABALEGUI et al., 1999). Essa técnica envolve a criação de um túnel sob o tecido gengival, sem incisões verticais, o que preserva a vascularização e maximiza a cicatrização. O enxerto, geralmente obtido da região do palato duro, é inserido e posicionado para cobrir as raízes expostas, proporcionando excelente resultado estético e menor risco de cicatrizes. Apesar de sua efetividade, a técnica exige grande habilidade cirúrgica devido à sua complexidade (SCULEAN et al. 2014).
Para otimizar os resultados da técnica cirúrgica, biomateriais e fatores de crescimento, como a fibrina rica em plaquetas injetável (i-PRF), têm sido empregados com evidências positivas. O i-PRF é especialmente valorizado por sua capacidade de liberar fatores de crescimento que potencializam a cicatrização e promovem a regeneração tecidual, favorecendo a integração do enxerto e a recuperação do tecido gengival (CORSO DA COSTA et al. 2022).
O quadro clínico a ser relatado envolve um paciente saudável, não fumante e com adequado controle de biofilme, apresentando RG unitária no elemento 13. Devido à alta demanda estética na área afetada, optou-se pelo recobrimento radicular utilizando a técnica de TUN associada ao ETC e i-PRF. Este artigo tem como objetivo descrever e analisar os desfechos clínicos dessa abordagem, destacando os benefícios do i-PRF na cicatrização e regeneração tecidual.
RELATO DO CASO
Uma paciente de 26 anos, melanoderma, gênero feminino, não fumante e sistemicamente saudável, procurou atendimento na Clínica Odontológica Universitária da Universidade Estadual de Londrina – PR, com queixa principal relacionada à estética do elemento 13 devido à presença de recessão gengival.
O exame clínico revelou boa higiene bucal, ausência de sinais de doença periodontal e fenótipo gengival fino. Na face vestibular do elemento 13, a profundidade de sondagem foi avaliada em três pontos utilizando uma sonda Carolina do Norte (PCPUNC 15): um ponto central na face vestibular e dois deslocados para mesial e distal, com valores de 1 mm, 3 mm e 2 mm, respectivamente. A recessão gengival (RG), medida da junção cemento-esmalte (JCE) até a margem gengival no ponto central, foi de 1 mm, resultando em um nível de inserção clínica de 2 mm. Não foram observadas perdas interproximais, classificando a recessão gengival como RT1, conforme a classificação de Cairo (2011), e não havia lesão cervical não cariosa associada.

A quantidade de tecido queratinizado foi avaliada com a aplicação da solução de Schiller, que revelou uma faixa de 2 mm com reação iodo-negativa. A espessura gengival foi mensurada utilizando uma agulha curta com stop de silicone e uma régua endodôntica calibrada, confirmando 2 mm de espessura.
Os parâmetros clínicos iniciais estão resumidos na Tabela 1.
Tabela 1 – Parâmetros clínicos iniciais

Diante do quadro clínico, caracterizado por uma recessão gengival unitária em uma área de alta demanda estética, optou-se pela realização de recobrimento radicular por meio da técnica de túnel modificado com avanço coronário (MCAT), associada ao enxerto de tecido conjuntivo (ETC) aglutinado ao i-PRF.
O planejamento cirúrgico incluiu a utilização de suturas suspensórias para garantir a estabilização coronária dos tecidos. Para tal, foi necessário o fechamento dos pontos de contato interproximais dos dentes 12, 13 e 14 com resina composta. Após bochecho com digluconato de clorexidina a 0,12% (Clinexidin, Dentalclean, Londrina, PR, Brasil) e a antissepsia extraoral ser realizada com iodopovidona a 10% (Riodeine®, Rioquímica, São José do Rio Preto, SP, Brasil), procedeu-se à anestesia infiltrativa terminal nos ramos anterior e médio do nervo alveolar superior, utilizando mepivacaína a 2% associada à epinefrina na concentração 1:100.000 (Mepiadre®, Nova DFL, Taquara, RJ, Brasil).
O preparo da área receptora foi iniciado com a raspagem e o alisamento radicular da raiz exposta com curetas manuais do tipo Gracey (Supremo Instrumentais). Posteriormente, incisões intrasulculares foram realizadas com uma lâmina 15c (Swann-Morton® – SWANN-MORTON LIMITED®, OWLERTON GREEN, Sheffield, Inglaterra), abrangendo desde o ponto médio do dente 12 até o ponto médio do dente 14. Em seguida, foi realizada a tunelização com tunelizadores específicos (MAXIMUS, Belo Horizonte, MG, Brasil), ultrapassando a linha mucogengival para promover o relaxamento e a liberação do retalho. Isso permitiu a tração coronária dos tecidos, de modo que eles permanecessem na posição planejada, sem qualquer tensão residual.
Aproximadamente 40 ml de sangue (4 tubos de 10 ml) foram coletados por meio de venopunção. O sangue foi distribuído em dois tubos plásticos contendo ativador de coágulo (sílica) com tampa vermelha, destinados à obtenção das membranas de L-PRF, e dois tubos plásticos sem aditivos, com tampa branca, destinados à obtenção do agregado plaquetário líquido (i-PRF). O protocolo de centrifugação seguiu o método high speed descrito por Chouckroun (2006), utilizando uma centrífuga de ângulo fixo (KASVI – K144000PRF).
Para a obtenção das membranas de L-PRF, os tubos contendo ativador de coágulo foram centrifugados a 2.494 rpm (700 g) por 12 minutos. Após a centrifugação, foram identificadas três camadas distintas no interior dos tubos: uma base composta por glóbulos vermelhos, uma camada intermediária representada pelo coágulo de fibrina (L-PRF) e um sobrenadante de plasma pobre em plaquetas (PPP). Os coágulos de fibrina foram cuidadosamente seccionados próximo à interface com o buffy coat e comprimidos por 3 minutos dentro de uma caixa metálica, originando as membranas de L-PRF.
Já para a obtenção do i-PRF, os tubos sem aditivos foram submetidos à centrifugação a 2.494 rpm (700 g) por 3 minutos. O agregado plaquetário líquido foi aspirado com o auxílio de uma seringa e transferido para uma cuba metálica, permanecendo disponível para uso subsequente.
O ETC foi obtido do palato duro direito utilizando a técnica descrita por Zucchelli et al. (2010). Inicialmente, o enxerto foi removido como um enxerto gengival livre e, posteriormente, submetido à desepitelização com o auxílio de uma lâmina de bisturi, garantindo a remoção completa do epitélio. O enxerto, com dimensões aproximadas de 10×3 mm e espessura de 2 mm, foi embebido no i-PRF por um período de 3 minutos, otimizando suas propriedades biológicas e facilitando a integração tecidual.
O ETC, aglutinado ao i-PRF, foi posicionado e estabilizado no interior do túnel na área receptora. Posteriormente, o retalho foi reposicionado em direção coronária e fixado com suturas do tipo sling e suspensórias ancoradas na resina composta. As membranas de L-PRF obtidas foram sobrepostas e posicionadas sobre a área doadora, cobrindo toda a extensão da área em que o tecido conjuntivo foi retirado, e fixadas com suturas em “X” utilizando fio de seda 4-0. Para aumentar o conforto no período pós-operatório, as membranas foram recobertas com resina flow.

No pós-operatório imediato, foram fornecidas orientações detalhadas sobre os cuidados necessários, incluindo recomendações relacionadas à alimentação, higiene bucal com escovação adequada e o uso correto das medicações prescritas para controle da dor e prevenção de possíveis infecções.
Os acompanhamentos iniciais foram realizados semanalmente para monitorar a evolução do caso. No pós-operatório de 7 dias, foi observada uma cicatrização satisfatória, momento em que as suturas do palato foram removidas. Após 14 dias, realizou-se a retirada das suturas da área receptora e dos pontos de ancoragem em resina composta. Nos retornos subsequentes, aos 21 e 30 dias, foram realizados controle de biofilme e reforço das orientações de higiene oral. Posteriormente, os retornos foram programados para 45, 60, 90 e 180 dias após a cirurgia, com o objetivo de avaliar os parâmetros clínicos, cujos resultados estão resumidos na Tabela 2.
Tabela 2: Parâmetros clínicos nos acompanhamentos pós-operatórios do dente 13 (*valores em milímetros).

Após 6 meses, foi possível observar uma excelente reparação tecidual, com resultados estéticos altamente satisfatórios e recobrimento radicular completo. Além disso, houve a manutenção da faixa de gengiva ceratinizada e da espessura gengival, refletindo a estabilidade e o sucesso do tratamento a longo prazo.

DISCUSSÃO
O presente caso clínico demonstrou um recobrimento radicular completo, com excelentes resultados estéticos e estabilidade no acompanhamento de 6 meses.
A escolha da técnica de túnel modificado com avanço coronário (MCAT), associada ao enxerto de tecido conjuntivo (ETC) aglutinado ao i-PRF. Essa escolha baseou-se em evidências científicas que demonstram a eficácia da técnica de TUN em combinar as vantagens do ETC (HOFMÄNNER et al. 2012). Essa abordagem conservadora promove resultados estéticos superiores, melhor vascularização e nutrição do retalho, rápida cicatrização e menor morbidade pósoperatória, devido ao menor trauma tecidual durante o procedimento (ZUHR et al. 2007).
Estudos como o de Aroca et al. (2013) relataram taxas de recobrimento radicular de 90,18% utilizando a técnica de túnel modificado avançado coronalmente em combinação com o ETC, resultados que corroboram os achados deste caso. O sucesso observado reforça a eficácia da técnica empregada, especialmente em casos de RG em áreas estéticas.
Embora Chambrone et al. (2015) tenham apontado menor previsibilidade de resultados em pacientes com fenótipo gengival fino, o presente caso obteve um recobrimento radicular satisfatório. Esse desfecho positivo pode ser atribuído à abordagem modificada utilizada durante a preparação do retalho, o que permitiu maior relaxamento e adaptação dos tecidos gengivais. Além disso, uma revisão sistemática de Cairo et al. (2014) destacou que o uso do ETC aumenta significativamente a previsibilidade do recobrimento radicular, achado que se alinha diretamente aos resultados observados.
O papel do i-PRF na otimização dos resultados também merece destaque. O estudo de Izol et al. (2019) evidenciou efeitos benéficos do i-PRF na regeneração de superfícies radiculares tratadas com ETC. Esses dados reforçam os achados deste caso, no qual a combinação do i-PRF com o enxerto promoveu uma reparação tecidual eficiente e resultados clínicos favoráveis.
Fatores individuais da paciente também contribuíram para o sucesso da terapia. O não tabagismo, o bom estado de saúde sistêmica e a cooperação adequada no controle do biofilme são variáveis essenciais, conforme relatado por Chambrone e Tatakis (2015), que enfatizam a influência desses aspectos na previsibilidade do recobrimento radicular.
O sucesso da técnica do túnel modificado avançado coronalmente, associada ao ETC aglutinado ao i-PRF, neste caso, destaca sua viabilidade em pacientes com fenótipo gengival fino. Além disso, a abordagem apresentou-se como uma alternativa eficaz em áreas estéticas, garantindo excelentes resultados estéticos e funcionais.
Entretanto, uma limitação deste caso foi o período de acompanhamento restrito a 6 meses, o que pode não ser suficiente para avaliar a estabilidade a longo prazo. Assim, estudos futuros com períodos de seguimento mais extensos e amostras clínicas maiores são necessários para validar a eficácia dessa técnica em diferentes contextos clínicos.
CONCLUSÃO
O presente caso clínico evidenciou que a técnica do túnel modificado avançado coronalmente, associada ao ETC e à fibrina rica em plaquetas injetável (i-PRF), é uma abordagem eficaz e previsível para o recobrimento radicular em pacientes com recessão gengival unitária, especialmente em áreas estéticas. O recobrimento radicular completo foi alcançado, com resultados estéticos excelentes e estabilidade após 6 meses de acompanhamento.
O sucesso do tratamento foi atribuído ao manejo preciso do retalho cirúrgico e à colaboração do paciente no controle rigoroso do biofilme. Apesar do acompanhamento limitado a curto prazo, os resultados obtidos reforçam a viabilidade e a eficácia dessa técnica como uma opção promissora para casos semelhantes.
Estudos futuros, com períodos de acompanhamento mais longos, são necessários para validar a estabilidade dos resultados e ampliar as evidências científicas sobre a aplicação dessa abordagem em diferentes cenários clínicos.
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