BURNOUT SYNDROME IN THE NURSING STAFF: FROM INDICATORS TO TREATMENT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511231358
Clarice Eduarda do Nascimento1
Daniella Gonçalves de Moraes1
Maria Eduarda Queiroz Fortalo1
Mel Cristina de Morais Rodrigues1
Orientadora: Laís Araújo Lima2
RESUMO
O presente estudo tem como objetivo abordar os principais fatores que contribuem para o desenvolvimento e a identificação da Síndrome de Burnout entre os profissionais da equipe de enfermagem, com ênfase nos indicadores relacionados ao tratamento e à prevenção dessa condição. São analisados os fatores predominantes que favorecem o surgimento da síndrome, como a jornada de trabalho extensa, a desvalorização salarial, a sobrecarga de funções, a falta de suporte emocional e profissional, bem como a desvalorização da categoria no ambiente hospitalar. Esses elementos, quando combinados, intensificam o estresse ocupacional e comprometem tanto a saúde mental quanto o desempenho profissional dos enfermeiros. Além disso, o trabalho discute as consequências diretas e indiretas do Burnout, que incluem o aumento do absenteísmo, a queda na qualidade do atendimento ao paciente e o risco de adoecimento físico e psicológico dos profissionais. Também são consideradas as implicações sociais, levando em conta variáveis como faixa etária, sexo, tempo de atuação e histórico de vida pregresso, que podem influenciar a vulnerabilidade ao desenvolvimento da síndrome. Por fim, são apresentadas estratégias de prevenção e promoção da saúde mental no ambiente de trabalho, destacando-se a importância da criação de programas institucionais de apoio psicológico, rodas de conversa e espaços de escuta ativa. O estudo ressalta ainda a necessidade de valorização profissional, fortalecimento das relações interpessoais e promoção de um ambiente laboral mais acolhedor e humanizado, medidas fundamentais para o enfrentamento e controle da Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem.
Palavras-chave: Síndrome de Burnout; Enfermagem; Estresse Ocupacional; Prevenção; Ambiente Hospitalar
ABSTRACT
This study aims to address the main factors that contribute to the development and identification of Burnout Syndrome among nursing professionals, with an emphasis on indicators related to the treatment and prevention of this condition. The predominant factors favoring the onset of the syndrome are analyzed, such as extensive working hours, undervaluation of salaries, overload of duties, lack of emotional and professional support, as well as the devaluation of the category in the hospital environment. These elements, when combined, intensify occupational stress and compromise both the mental health and professional performance of nurses. Furthermore, the paper discusses the direct and indirect consequences of Burnout, which include increased absenteeism, a decline in the quality of patient care, and the risk of physical and psychological illness among professionals. Social implications are also considered, taking into account variables such as age group, sex, time in service, and previous life history, which can influence vulnerability to the development of the syndrome. Finally, prevention strategies and promotion of mental health in the workplace are presented, highlighting the importance of creating institutional programs for psychological support, group discussions, and active listening spaces. The study also emphasizes the need for professional valorization, strengthening of interpersonal relationships, and promotion of a more welcoming and humanized work environment, which are fundamental measures for coping with and controlling Burnout Syndrome in the nursing team.
Keywords: Burnout Syndrome; Nursing; Occupational Stress; Prevention; Hospital Environment.
INTRODUÇÃO
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu o Burnout como uma síndrome ocupacional na sua 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) em maio de 2019, entrando em vigor em janeiro de 2022. Esse tema assume uma grande importância e relevância nos dias atuais ganhando ainda mais visibilidade no cenário pós-pandemia da COVID-19, o ambiente sofreu várias mudanças drásticas, incluindo o aumento da carga horária de trabalho da equipe de saúde, competitividade acirrada no mercado, exigência constante de alta performance. No Brasil o predomínio é alarmante colocando o país em 2° na posição de destaque em rankings globais, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com essa condição. Para Perniciotti (2020) os profissionais da área da saúde são os que são mais acometidos pela Síndrome de Burnout (SB) e a sua prevalência varia de 25% a 67% se destacando dos demais. Esses resultados servem de alerta para a economia do país, que se manifesta através do aumento do absenteísmo e presenteísmo, queda na produtividade e na qualidade do trabalho, além de levar a rotatividade de funcionários, o que gera custos para a empresa e para o estado. Adicionalmente, os custos com saúde aumentam devido ao tratamento de condições físicas e mentais relacionadas aos sinais e sintomas, impactando os sistemas de saúde e a prevalência social. No cenário global negligenciar essa síndrome apresenta um risco para a sustentabilidade econômica das organizações e para o bem-estar da força de trabalho (SOUSA, 2022; CARBINATTO, 2022;COFEN, 2025).
Burnout, uma síndrome tridimensional caracterizada por exaustão emocional, despersonalização e redução da realização pessoal no trabalho, é um estressor crônico que tem um impacto significativo no sistema nervoso. Altos níveis crônicos de estresse relacionado ao trabalho podem desencadear uma série de respostas fisiológicas, incluindo secreção excessiva de cortisol, o principal hormônio de estresse. Essa hipercortisolemia crônica pode levar a alterações estruturais e funcionais em regiões cerebrais cruciais, como o hipocampo, envolvido na memória e aprendizado, e o córtex pré-frontal, responsável pelas funções executivas e regulação emocional. Evidências sugerem que Burnout está associado à redução do volume hipocampal e a déficits em tarefas cognitivas que dependem do córtex pré-frontal, como atenção, concentração e tomada de decisões (GROSSI et al., 2005).
Adicionalmente, a desregulação do sistema nervoso autônomo, frequentemente observada em indivíduos com Burnout, pode contribuir para a sintomatologia física e mental associada à Síndrome, perpetuando um ciclo de desgaste neurológico e comprometimento do bem- estar geral. Com isso, é mister salientar que a compreensão e identificação das intrincadas influências da Síndrome de Burnout é fundamental para o desenvolvimento de estratégias, com enfoque na classe trabalhadora da equipe de enfermagem por se tratar de uma equipe com maiores fatores condicionantes a adquirir SB . (PERNICIOTTI et al., 2020).
Na contramão de um dos principais princípios éticos da enfermagem, que é a abordagem humanizada, o Burnout pode levar a equipe de enfermagem a uma despersonalização, situação esta que ocorre quando o próprio profissional se encontra em estado de alienação e indiferença em relação ao trabalho. Diante disso, a abordagem que outrora seria humanizada passa a ser fria, ou seja, simplesmente mais um caso clínico, uma patologia (DALMOLIM et al., 2014).
A identificação dessa síndrome, ainda em seu estado inicial, possui impacto positivo tanto na economia quanto na prevenção de outras doenças associadas, melhoria na qualidade do cuidado, redução da rotatividade de funcionários, melhoria do ambiente de trabalho e redução de custos, mas principalmente para implementação de estratégias eficientes de prevenção no surgimento e possíveis consequências ainda mais graves de Burnout, como na promoção do bem-estar (BRASIL, 2022).
O serviço prestado pela equipe de enfermagem no ambiente hospitalar atribui características singulares, que dão início ao surgimento da síndrome de Burnout, através de um processo lento, gradativo e quase invisível ao profissional acometido. Por isso, quase sempre o diagnóstico é tardio (GUIMARÃES et al., 2024).
Diante um mundo globalizado, onde a informação chega em segundos, percebe-se ainda uma falta de habilidade dos enfermeiros e das instituições hospitalares na pessoa de seus gestores no que tange a identificação da síndrome de Burnout em estágio inicial dentro de seu próprio ambiente de trabalho. Por isso, medidas de identificação da síndrome de burnout em enfermeiros dentro de um hospital são imprescindíveis e necessárias (SANTOS; BRASILEIRO, 2018).
A identificação da SB ocorre através da observação do esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas dentro do ambiente hospitalar como agressividade, isolamento, mudanças constantes de humor entre outros fatores. Deve-se considerar também o histórico psicológico daquele profissional, uma vez que os sinais e sintomas como dor de cabeça, pressão alta, cansaço e palpitações podem ser diretamente associados ao estágio inicial do Burnout (ALONSO, 2014).
Segundo Health Education Authority, a enfermagem é classificada como a quarta profissão mais estressante do setor público, não é para menos que a SB vem sendo relacionada como um problema de saúde pública por decorrência do condicionamento mental e físico do trabalhador (RISSARDO; GASPARINO, 2013).
Portanto, a Síndrome de Burnout é uma doença que requer atenção e intervenção eficaz, ao identificar e tratar as condições socioprofissionais com atenção também ao psicológico do colaborador, o índice de SB diminuirá e consequentemente todos os efeitos negativos causados irão ser minimizados.
Então, diante o exposto acima, a presente pesquisa se propõe a seguinte pergunta:
Quais os indicadores e tratamentos da Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem?
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Nomear os indicadores e tratamentos da Síndrome de Burnout (SB) na equipe de enfermagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Identificar os sinais e sintomas relacionados à Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem, incluindo aspectos pessoais como idade e sexo.
Analisar os indicadores clínicos relacionados ao desenvolvimento da síndrome.
Discutir a eficácia das abordagens preventivas e terapêuticas prescritas nos estudos analisados.
METODOLOGIA
O trabalho presente será desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, com caráter exploratório e descritivo. Esta pesquisa consiste na análise de materiais já publicados como livros, artigos científicos, dissertações, teses e documentos oficiais em um período de 5 anos, com o intuito de reunir e interpretar os conhecimentos já existentes. A abordagem qualitativa será utilizada para permitir uma compreensão mais profunda dos aspectos subjetivos e sociais no que tange os indicadores e formas de tratamento relacionados à Síndrome de Burnout.
BENEFÍCIOS
A pesquisa além de contribuir para identificação dos fatores que influenciam no aumento dos casos de adoecimento e aparecimento de problemas de saúde mental nos enfermeiros e técnicos de enfermagem da unidade; oferece diversos benefícios, incluindo aprimorar o cuidado com o paciente, reduzir erros e negligências, e melhorar a saúde mental e física dos profissionais.
O conhecimento sobre burnout também permite a implementação de estratégias de prevenção e intervenção, como melhorar o ambiente de trabalho e oferecer suporte aos enfermeiros.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO
Artigos publicados relacionados com o tema de indicadores e tratamento da SB, se encaixando também nos critérios de disponibilidade completa do texto e que estejam nos idiomas descritos abaixo.
CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO
Artigos que não tenham correlação com o tema proposto neste trabalho, não estejam disponíveis em sua totalidade de conteúdo e fora da linha temporal de 5 anos.
COLETA DE DADOS
A coleta de dados neste trabalho será realizada através das bases de dados da biblioteca virtual em saúde, BVS.
Artigos dos últimos 5 anos relacionados com o tema, em inglês, português e espanhol, que tenham texto completo, os descritores pesquisados foram: Síndrome de Burnout, Indicadores, Tratamento e Equipe de Enfermagem.
ASPECTOS ÉTICOS
Embora este trabalho se baseie em uma pesquisa bibliográfica, sem envolvimento direto com seres humanos ou coleta de dados primários, é fundamental considerar os princípios éticos da pesquisa científica como respeito à propriedade intelectual, conformidade com as diretrizes acadêmicas, imparcialidade e neutralidade e compromisso com a veracidade das informações.
ANÁLISE DE DADOS
A análise estatística será realizada para a melhor compreensão dos dados coletados, de forma clara e significativa. Para tanto, será utilizado o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), que é comumente utilizado para análises estatísticas em estudos sociais e de saúde.
Os resultados serão divulgados de forma clara e objetiva, por meio de tabelas e gráficos, para facilitar a interpretação e análise dos dados.
RESULTADOS ESPERADOS/DESFECHO PRIMÁRIO
Nesta seção, são apresentados os resultados obtidos por meio da abordagem qualitativa na investigação sobre a identificação da Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem, com ênfase nos indicadores e tratamentos. Os dados foram coletados por meios tecnológicos utilizando o Google Acadêmico e a Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), em termos de temporalidade foram utilizados artigos dos últimos 5 anos, com assuntos correlacionados ao tema e analisados conforme os critérios estabelecidos na metodologia. Os resultados estão organizados de forma a evidenciar os principais indicadores da síndrome, como exaustão emocional, despersonalização, redução da realização profissional, longa jornada de trabalho bem como as estratégias de enfrentamento e tratamento identificadas entre os profissionais, foram considerados também fatores interpessoais como idade e sexo. No decorrer da pesquisa, foram coletados 150 artigos, dos quais 110 de abordagem qualitativa e 40 adotaram o método de coleta de dados. Para uma melhor exemplificação foram selecionados 12 artigos que conseguem contemplar respostas à pergunta norteadora.
A apresentação dos dados busca oferecer uma visão clara e objetiva da realidade vivenciada pela equipe de enfermagem, contribuindo para a compreensão da extensão do problema e para a proposição de medidas eficazes de intervenção.
A Tabela I apresenta os resultados quanto às características do estudo e seus principais resultados, ordenado de maneira crescente por ordem numérica.
| Ordem Numérica | Título do Artigo | Dados Complementares | Indicadores/Tratamento |
| 01 | Estresse ocupacional e Síndrome de Burnout em enfermeiros de unidade de emergência. | Ano de publicação: 01/01/2025, Publicado em: Revista Eletrônica Acesso em Saúde Local: Google Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: falta de recursos e apoio institucional, jornada de trabalho excessiva, exaustão física e emocional. Tratamento: implementar políticas institucionais que promovam ambientes de trabalho saudáveis, oferecer suporte psicológico. |
| 02 | Fatores Associados ao Burnout em Profissionais de Enfermagem; Revisão Integrativa. | Ano de publicação: 16/01/2024 Publicado em: Revista Brazilian Journal of Health Revie Local: Gloogle Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: jornada de trabalho longa e excessiva, escassez de materiais e apoio, má administração. Tratamento: apoio psicológico, ações e normas de organização destinadas a fornecer um ambiente de acolhimento e investir em suporte apropriado para garantir o bem-estar. |
| 03 | Estratégias de Enfrentamento da Síndrome de Burnout em Profissionais da Enfermagem: uma revisão integrativa de literatura. | Ano de publicação: 30/11/2023 Publicado em: Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação – REASE Local: Google Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: Feminino em idade mais jovens e recém formados. | Indicadores: ambiente de trabalho inapropriado, exigências laborais e jornadas de trabalho exaustantes, exaustão emocional. Tratamento: iniciativas de suporte emocional, reorganização da demanda de serviços, participação ativa dos colaboradores na tomada de decisões. |
| 04 | Associação entre Clima Ético e Síndrome de Burnout entre enfermeiros hospitalares. | Ano de publicação: 29/09/2024 Publicado em: Revista Psicológica: Organizações e Trabalho – Rpot Local: Google Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: Feminino, acima de 35 anos | Indicadores: exaustão emocional, despersonalização, baixa realização profissional. Tratamento: Promoção da percepção do clima ético no ambiente de trabalho hospitalar, capacidade de identificar os sinais precoces da SB. |
| 05 | Síndrome de Burnout: Como enfermeiros emergencistas vivenciam e lidam com os elementos que os caracterizam? | Ano de publicação: 27/07/2022 Publicado em: Revista Gestão Organizacional – RGO Local: Google Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: Feminino, entre 31 a 50 anos | Indicadores: exaustão emocional, despersonalização, desvalorização do trabalho executado, sobrecarga. Tratamento: implementação de programas de capacitação e crescimento, desenvolvimento de habilidades e métodos que auxiliam no gerenciamento. |
| 06 | Síndrome de Burnout em profissionais da Enfermagem. | Ano de publicação: 01/10/2021 Publicado em: Revista Research Society and Development Local: Google Academico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: exaustão emocional, despersonalização, baixa realização pessoal e ou profissional, angústia psicológica. Tratamento: grupos de apoio e discussão dando poder de fala aos colaboradores, em casos mais críticos, sessões individuais para possa ser identificado os fatores causadores e promover medidas de prevenção e promoção, treinamento com a equipe para que a identificação da síndrome seja rápida e enfrentada. |
| 07 | Síndrome de Burnout em Enfermeiros dos serviços de urgência e emergência | Ano de publicação: 2025 Publicado em: Revista Integrativa Nursing Local: Biblioteca Virtual de Saúde Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: Feminino, entre 30 a 40 anos | Indicadores: carga horária exaustiva, insatisfação no setor de trabalho, exaustão física e emocional. Tratamento: distribuição da carga horária, ambiente laboral com dimensionamento de pessoal, tratamento psicológico para a equipe, equipamentos adequados. |
| 08 | Burnout na enfermagem: Fatores de risco, impacto e estratégia de enfrentamento. | Ano de publicação: 2025 Publicado em: Revista Integrativa Nursing Local: Biblioteca Virtual de Saúde Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: sobrecarga de trabalho, esgotamento emocional, condições precárias laborais. Tratamento: ambientes de trabalhos saudáveis e sustentáveis, capacitação para gestores de saúde em liderança, regulamentação de carga horária máximas. |
| 09 | Síndrome de Burnout, presenteísmo e perda de produtividade em trabalhadores de enfermagem. | Ano de publicação: 2023 Publicado em: Revista SCIELO Local: Biblioteca Virtual de Saúde Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: depressão, ansiedade, histórico de drogas lícitas (tabaco e álcool), exaustão física e emocional, despersonalização. Tratamento: Ter um cuidado maior com colaboradores com histórico de doenças pregressas como cigarro e álcool, adaptar a rotina de lazer e trabalho. |
| 10 | Estratégias de prevenção do Burnout nos enfermeiros. | Ano de publicação: 2022 Públicado em: Revista SCIELO Local: Biblioteca Virtual de Saúde Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: exaustão física e psicológica, sobrecarga, jornada de trabalho extensa. Tratamento: promoção do autocuidado como exercícios físicos como válvula de escape, rodas de conversa entre os colaboradores, participação coletiva em algumas ações. |
| 11 | O enfrentamento da Síndrome de Burnout: reflexo do esgotamento profissional na rotina hospitalar. | Ano de publicação: 2024 Publicado em: Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciência e Educação. Local: Google Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: | Indicadores: exaustão física, emocional, estresse prolongado e excessivo no ambiente de trabalho. Tratamento: Promover ambientes de trabalho saudáveis, práticas de autocuidado, redução de carga horária, suporte emocional e investir na saúde mental dos enfermeiros. |
| 12 | Manifestações na saúde e fatores relacionados ao sofrimento moral e Síndrome de Burnout entre enfermeiros no contexto hospitalar. | Ano de publicação: 2025 Publicado em: Revista Enfermagem Brasil Local: Google Acadêmico Artigo Brasileiro Sexo/Idade Predominante: Feminina, entre 40 a 61 anos | Indicadores: condições inadequadas de trabalho, conflitos éticos, desgastes físicos e emocionais. Tratamento: rever as praticas hospitalares, realizar pesquisas de intervenção de acordo com a realidade de cada instituição. |
Após a análise da pesquisa, foram discutidos os dois aspectos fundamentais da pesquisa, os principais indicadores e os tratamentos da Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem.
PRINCIPAIS INDICADORES DA SÍNDROME DE BURNOUT NA EQUIPE DE ENFERMAGEM:
Após a análise de 12 artigos selecionados, conclui-se parte da resposta na questão de pesquisa, que apontam os principais indicadores da síndrome: exaustão emocional, despersonalização, redução da realização profissional e longa jornada de trabalho.
O Artigo 01 – Aborda os desafios enfrentados pelos profissionais em ambientes institucionais, destacando indicadores críticos como a falta de recursos e apoio institucional, jornadas de trabalho excessivas e os impactos da exaustão física e emocional. Tais fatores comprometem não apenas o desempenho profissional, mas também a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores.
Artigo 02 – Analisa os principais fatores que comprometem a qualidade do ambiente profissional em instituições hospitalares, com foco nos seguintes indicadores: jornada de trabalho longa e excessiva, escassez de materiais e apoio, e má administração. Esses elementos contribuem diretamente para a sobrecarga dos profissionais, afetando sua produtividade, motivação e saúde física e mental. A ausência de uma gestão eficiente e de recursos adequados agrava ainda mais o cenário, tornando urgente a adoção de medidas corretivas.
Artigo 03 – Examina as condições laborais que afetam diretamente o bem-estar dos profissionais em ambientes institucionais. Os principais indicadores observados incluem ambientes de trabalho inapropriados, exigências laborais intensas, jornadas de trabalho exaustivas e exaustão emocional. Esses motivos contribuem para o desgaste físico e psicológico dos trabalhadores, comprometendo sua saúde e desempenho.
Artigo 04 – Investiga os impactos psicossociais enfrentados pela equipe de enfermagem, com foco nos seguintes indicadores: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização profissional. Essas condições estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento da síndrome de Burnout, que compromete a saúde mental, a motivação e o desempenho dos trabalhadores.
Artigo 05 – Refere-se aos impactos das condições laborais adversas sobre a saúde mental e o desempenho dos profissionais. Os principais indicadores observados incluem exaustão emocional, despersonalização, desvalorização do trabalho executado e sobrecarga. Tais coeficientes estão associados ao desenvolvimento da síndrome de Burnout, pois comprometem o equilíbrio emocional, a percepção de valor do próprio trabalho e a eficácia no desempenho das funções profissionais.
Artigo 06 – Aborda os efeitos das condições laborais adversas sobre a saúde mental e emocional dos profissionais. Os principais indicadores analisados são: exaustão emocional, despersonalização, baixa realização pessoal e/ou profissional e angústia psicológica. Esses aspectos comprometem o bem-estar, a motivação e a qualidade do desempenho no ambiente de trabalho.
Artigo 07 – Relata que a intensificação das exigências no ambiente profissional da equipe de enfermagem tem gerado impactos significativos na saúde física e emocional dos trabalhadores. O artigo analisa os efeitos da carga horária exaustiva, da insatisfação no setor de trabalho e da exaustão física e emocional sobre o desempenho e o bem-estar dos colaboradores.
Artigo 08 – Enfatiza que as condições de trabalho enfrentadas pela enfermagem têm revelado um cenário preocupante em relação à saúde física e emocional no ambiente laboral. Com isso, é essencial analisar os impactos da sobrecarga de trabalho, do esgotamento emocional e das condições precárias laborais, que contribuem significativamente para o desenvolvimento de quadros de estresse crônico e desgaste profissional.
Artigo 09 – Reforça que o adoecimento psíquico no ambiente de trabalho tem se tornado uma realidade preocupante, especialmente em contextos onde as exigências profissionais são intensas e contínuas e analisa os impactos da depressão, ansiedade, histórico de uso de drogas lícitas como tabaco e álcool, exaustão física e emocional, e despersonalização entre os colaboradores. Esses indicadores revelam um cenário de vulnerabilidade emocional e desgaste progressivo, que afetam diretamente a qualidade de vida e o desempenho profissional.
Artigo 10 – Relata a crescente pressão sobre os profissionais em diversos setores têm evidenciado sérios impactos na saúde física e psicológica dos trabalhadores, investiga também os efeitos da sobrecarga de trabalho, da exaustão física e psicológica e das jornadas extensas, que contribuem para o desgaste emocional e a redução da qualidade de vida no ambiente laboral como indicadores da Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem.
Artigo 11 – Afirma que exposição contínua a condições laborais desgastantes tem contribuído para o aumento de problemas relacionados à saúde física e emocional dos profissionais da equipe de enfermagem, analisando os efeitos da exaustão física, da exaustão emocional e do estresse prolongado e excessivo no ambiente de trabalho. Esses indicadores revelam um cenário preocupante de sobrecarga, que compromete o bem-estar, a produtividade e a qualidade das relações interpessoais no contexto profissional.
Artigo 12 -Analisa os efeitos das condições inadequadas de trabalho, dos conflitos éticos e dos desgastes físicos e emocionais que comprometem o bem-estar e a qualidade do desempenho dos colaboradores. Esses indicadores revelam um cenário de vulnerabilidade que exige atenção das instituições quanto à promoção de práticas organizacionais mais saudáveis, éticas e humanizadas, capazes de prevenir o adoecimento psíquico e fortalecer os vínculos entre profissionais e ambiente laboral.
TRATAMENTOS DA SÍNDROME DE BURNOUT NA EQUIPE DE ENFERMAGEM:
Considerando os achados, conclui-se a última parte da resposta na questão norteadora, no que tange aos tratamentos da Síndrome de Burnout fica evidenciado que a aplicação de suporte emocional para a equipe de gerenciamento e todos os integrantes da instituição, reajuste das responsabilidades, maior participação dos colaboradores nas demandas hospitalares, treinamento da equipe para identificação precoce da SB e valorização do profissional frente ao trabalho prestado são os meios de tratamento que podem demonstrar uma resposta rápida, eficaz e que pode ser adequada a realidade de cada meio hospitalar.
Artigo 01 – Propõe a análise de estratégias institucionais voltadas à promoção da saúde mental e do bem-estar no ambiente de trabalho. Diante dos desafios enfrentados por profissionais, como exaustão emocional, sobrecarga e desvalorização, torna-se essencial a implementação de políticas que favoreçam ambientes laborais saudáveis. Entre as medidas sugeridas estão a criação de ações institucionais que priorizem a qualidade de vida no trabalho e a oferta de suporte psicológico contínuo. Tais iniciativas visam prevenir o adoecimento psíquico, fortalecer os vínculos profissionais e promover uma cultura organizacional mais humanizada e acolhedora.
Artigo 02 – Destaca a importância do apoio psicológico, bem como a implementação de ações e normas organizacionais que favoreçam ambientes acolhedores. Investir em suporte apropriado torna-se essencial para garantir a saúde emocional dos colaboradores, prevenir o adoecimento mental e fortalecer a relação entre o profissional e a instituição. A pesquisa reforça a necessidade de uma cultura organizacional mais humanizada, que valorize o cuidado com o indivíduo e promova condições laborais saudáveis.
Artigo 03 -Diante dos crescentes desafios enfrentados pelos profissionais em ambientes institucionais hospitalares, se tem como proposta de tratamento, a importância de iniciativas de suporte emocional, da reorganização da demanda de serviços e da participação ativa dos colaboradores na tomada de decisões. Essas ações visam construir ambientes mais acolhedores, equilibrados e colaborativos, fortalecendo os vínculos institucionais e prevenindo o adoecimento psíquico.
Artigo 04 – Considera a importância de ambientes laborais saudáveis no contexto hospitalar, propondo a análise de estratégias voltadas à prevenção do adoecimento psíquico entre os profissionais da saúde, como medidas de tratamento, destaca-se a promoção da percepção do clima ético no ambiente de trabalho, bem como o desenvolvimento da capacidade de identificar sinais precoces da Síndrome de Burnout (SB).
Artigo 05 – Reconhece a necessidade de fortalecer o bem-estar da equipe de enfermagem ressaltando como meio de tratamento a implementação de programas de capacitação e crescimento, o desenvolvimento de habilidades específicas e a adoção de métodos que auxiliem no gerenciamento das demandas diárias.
Artigo 06 – Fortalece a valorização da saúde mental no ambiente de trabalho tem se tornado uma prioridade nas instituições que buscam promover o bem-estar de seus colaboradores. Este trabalho propõe como estratégias de tratamento a criação de grupos de apoio e discussão, oferecendo espaço para que os profissionais possam expressar suas vivências e dificuldades. Em situações mais críticas, recomenda-se a realização de sessões individuais, com o objetivo de identificar os fatores causadores do sofrimento psíquico e implementar medidas de prevenção e promoção da saúde. Além disso, destaca-se a importância de treinamentos com a equipe, visando à rápida identificação da Síndrome de Burnout e ao enfrentamento eficaz de seus impactos no cotidiano profissional.
Artigo 07 – Reforça que garantir as condições adequadas de trabalho é essencial para preservar a saúde física e emocional dos profissionais e propõe como estratégias de tratamento a distribuição equilibrada da carga horária, a organização de ambientes laborais com dimensionamento adequado de pessoal, o oferecimento de tratamento psicológico à equipe e a disponibilização de equipamentos apropriados para o desempenho das funções. Essas medidas visam reduzir a sobrecarga, prevenir o adoecimento psíquico e promover o bem-estar coletivo, contribuindo para um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e humanizado.
Artigo 08 – Confirma que a crescente busca por ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis tem se tornado essencial diante dos desafios enfrentados pelos profissionais da saúde, colocando como estratégias de tratamento a criação de espaços laborais equilibrados, a capacitação de gestores em práticas de liderança humanizada e a regulamentação de cargas horárias máximas.
Artigo 09 – Traz o enfoque para a atenção à saúde integral dos colaboradores, sendo esta fundamental para a construção de ambientes de trabalho mais equilibrados e humanizados. propondo como estratégias de tratamento o cuidado direcionado a profissionais com histórico de doenças pregressas, como o uso de tabaco e álcool, por meio de acompanhamento específico e suporte contínuo. Além disso, destaca-se a importância de adaptar a rotina de lazer e trabalho, promovendo práticas que favoreçam o bem-estar físico e emocional.
Artigo 10 – Destaca que a promoção da saúde mental e do bem-estar no ambiente de trabalho exige ações que vão além da estrutura física e organizacional e coloca como estratégias de tratamento a valorização do autocuidado, incentivando a prática de exercícios físicos como válvula de escape ao estresse cotidiano. Também são sugeridas rodas de conversa entre os colaboradores, criando espaços de escuta e troca de experiências, além da participação coletiva em ações institucionais que fortaleçam os vínculos e o senso de pertencimento.
Artigo 11 – Ressalta que cuidar da saúde mental dos profissionais da enfermagem é essencial para garantir qualidade no atendimento e bem-estar no ambiente hospitalar. Tem-se como estratégias de tratamento a promoção de ambientes de trabalho saudáveis, a valorização de práticas de autocuidado, a redução da carga horária excessiva, o suporte emocional contínuo e o investimento direto na saúde mental dos enfermeiros.
Artigo 12 – Destaca que a melhoria das condições de trabalho no ambiente hospitalar exigem ações que estejam alinhadas com a realidade e as necessidades específicas de cada instituição, colocando como estratégias de tratamento a revisão das práticas hospitalares vigentes, com foco na humanização e na eficiência dos processos, além da realização de pesquisas de intervenção que considerem o contexto particular de cada unidade.
Visando um resultado ainda mais assertivo, foi levado em consideração critérios interpessoais como idade e sexo, que podem ser vistos não apenas como um dos indicadores, mas como público que necessita de um olhar criterioso.
O Gráfico A apresenta os resultados quanto à faixa-etária de idades, sexo e a quantidade de artigos que não mencionam ou consideram esse critério desnecessário para a identificação da Síndrome de Burnout na equipe de enfermagem.
Gráfico – 1: Resultado da pesquisa referente ao Cap 4.

Fonte: AUTORIA PRÓPRIA, 2025.
Após a análise dos indicadores secundários apresentados, conclui-se que a média de idade é entre os 30 a 60 anos de idade e torna-se evidente que existe uma prevalência maior no desenvolvimento da SB em profissionais femininos da equipe de enfermagem, embora alguns autores não mencionam ou defendam que este não é um fator de relevância, acredita-se que a gestão deve ter um olhar mais cauteloso em relação a este público.
DISCUSSÃO
A presente revisão bibliográfica nos permitiu observar que o Burnout na equipe de enfermagem é, infelizmente, um problema comum. Os principais indicadores apontam para a causa da síndrome: jornada de trabalho longa e excessiva, escassez de materiais e apoio, ambientes de trabalho inadequado e má administração, sendo validados pelos achados em pesquisa da Revista Brazilian Journal of Health Review (GONTIJO, et al., 2024), e Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação-REASE (CUSTÓDIO, et al., 2023).
Verificou-se também que quanto ao tratamento os estudos apontam para a valorização da saúde mental no ambiente de trabalho através da criação de grupos de apoio e discussão, ou realizar sessões individuais (em casos graves) a fim de identificar os causadores do sofrimento psíquico do profissional e implementar medidas de prevenção e promoção da saúde. Além do mais, ressalta-se a importância de treinamentos com a equipe, com objetivo de identificar com rapidez a Síndrome de Burnout e tratá-la no ambiente de trabalho, segundo a Revista Research, Society and Development (SILVA, et al., 2021).
Neste mesmo viés, complementa-se que garantir as condições adequadas de trabalho é essencial para preservar a saúde física e emocional dos profissionais. Portanto, a distribuição equilibrada da carga horária, organização de ambientes laborais com dimensionamento adequado, a disponibilização de equipamentos apropriados para o desempenho das funções. Estes aspectos permitem a redução da sobrecarga, o que contribui para um ambiente de trabalho mais saudável e humanizado, uma vez que os profissionais estarão satisfeitos, de acordo com a Revista Integrativa Nursing (FAUSTINO, et al., 2025).
Diante disso, a presente revisão ratifica a importância de adotar estratégias integradas que considerem a saúde mental individual do profissional e também ajustes estruturais nas instituições de saúde. Esse panorama reforça a relevância do tema para a enfermagem e indica a possibilidade de pesquisas futuras que busquem reduzir os impactos do Burnout na enfermagem e promover melhores condições de trabalho.
CONCLUSÃO
A presente Revisão Bibliográfica Integrativa alcançou seu objetivo ao analisar os principais indicadores e os tratamentos da SB na equipe de enfermagem, confirmando que esta é uma condição de alta prevalência no ambiente de trabalho. O estudo dos 12 artigos demonstrou que a Síndrome de Burnout está intimamente ligada a fatores organizacionais e interpessoais. Os indicadores centrais da síndrome (exaustão emocional, despersonalização e baixa realização profissional) foram amplamente validados pela literatura consultada.
A pesquisa evidenciou que a origem da SB reside prioritariamente nas condições laborais precárias. Os fatores de risco consistentemente identificados são: jornada de trabalho longa e excessiva/ sobrecarga, escassez de recursos, materiais e apoio institucional, além de ambiente de trabalho inadequado e má administração/gestão ineficiente. Adicionalmente, verificou-se uma prevalência maior da SB em profissionais femininos e na faixa etária entre 30 e 60 anos, sugerindo a necessidade de uma atenção mais detalhada da gestão a este grupo específico.
Em relação aos tratamentos, os achados indicam a urgência de uma abordagem multifacetada que atue tanto no nível individual quanto no estrutural. As estratégias de intervenção mais eficazes englobam a valorização da saúde mental por meio de suporte emocional contínuo (grupo de apoio, sessões individuais), o treinamento da equipe para a identificação precoce da Síndrome, e, sobretudo, a reorganização do trabalho. As medidas de intervenção estrutural essenciais incluem a distribuição equilibrada da carga horária, o dimensionamento adequado de pessoal, a disponibilização de equipamentos apropriados e a revisão das práticas hospitalares para promover uma cultura mais humanizada. A participação ativa dos colaboradores nas decisões e a capacitação dos gestores em liderança humanizada também se mostraram fundamentais.
Em resumo, a revisão bibliográfica confirma a importância de se adotar estratégias integradas que contemplem o cuidado direto à saúde mental individual do profissional de enfermagem e a implementação de ajustes estruturais e organizacionais nas instituições. A redução da sobrecarga e a criação de ambientes laborais mais saudáveis e humanizados não apenas tratam o Burnout, mas funcionam como medidas preventivas essenciais, garantindo maiores preventivas essenciais, garantindo maior satisfação, produtividade e qualidade na assistência.
Este panorama reforça a relevância do tema para a enfermagem e sinaliza a necessidade de pesquisas futuras de intervenção que busquem monitorar e avaliar a eficácia dessas estratégias, visando reduzir os impactos negativos da SB e promover melhores condições de trabalho e bem-estar para a equipe.
REFERÊNCIAS
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*Trabalho de Conclusão de Curso para obtenção do título de Bacharel em Enfermagem da FMB.
1Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Montes Belos. E-mails: clariceeduarda276@gmail.com; goncalvesdaniela365@gmail.com; contato.dudafortalo@gmail.com; melcristinademorais@gmail.comm
2Orientadora, Enfermeira, Esp. e Docente do Centro Universitário Montes Belos. Email: lais.lima@braseducacional.com.br
