SAÚDE MENTAL: OS MALEFÍCIOS CAUSADOS ATRAVÉS DO BULLYING NA ADOLESCÊNCIA

MENTAL HEALTH: THE HARM CAUSED THROUGH BULLYING IN ADOLESCENCE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202509171318


Nikoly Karolina Souza Silva¹
Pedro Henrique Ferreira Peres¹


RESUMO

Este artigo descreve de forma explicativa e descritiva o desenvolvimento da saúde mental aplicada em adolescentes que estiveram em contato ou vivenciam o bullying em seu cotidiano. A adolescência é considerada um período de transição entre a infância e a idade adulta e traz consigo muitas mudanças biológicas, psicológicas, cognitivas, emocionais e sociais. Nessa fase, há maior autonomia e independência em relação à família, aliada à vivência de novos comportamentos e situações, resultando em maior exposição a fatores de risco que podem ameaçar, e até sustentar, a saúde do jovem. adulto na vida. os protagonistas do bullying, quem são os seus alvos, as vítimas, quem sofre eles praticam bullying, são passivos, quietos e inseguros, mesmo quando se sentem prejudicados, não respondem e não procuram ajuda, o que causa falta de vontade de ir à escola. No futuro, podem se tornar agressores, reproduzindo o bullying. Os agressores ou perpetradores são praticantes de bullying. Eles têm um temperamento dominante, agressivo, impulsivo e não seguem as regras. Eles acreditam que seus desejos devem ser atendidos e se sentem recompensados ​​quando ganham poder e status. Costumam viver em um ambiente familiar com pouco relacionamento afetivo e escolaridade insuficiente.

Palavras-chave : Bullying; psicologia; saúde mental.

ABSTRACT

This article describes in an explanatory and descriptive way the development of applied mental health in adolescents who have been in contact with or experience bullying in their daily lives. Adolescence is considered a transition period between childhood and adulthood and brings with it many biological, psychological, cognitive, emotional and social changes. In this phase, there is greater autonomy and independence in relation to the family, combined with the experience of new behaviors and situations, resulting in greater exposure to risk factors that may threaten, and even sustain, the youth’s health. adult in life. the protagonists of bullying, who are their targets, the victims, who suffers they are bullied, they are passive, quiet and insecure, even when they feel harmed, they do not respond and do not seek help, which causes a lack of desire to go to school . In the future, they may become aggressors, reproducing bullying. Bullies or perpetrators are bullies. They have a dominant, aggressive, impulsive temperament and don’t follow the rules. They believe that their desires must be granted and feel rewarded when they gain power and status. They usually live in a family environment with little affective relationship and insufficient education.

Keywords: Bullying; psychology; mental health.

1. INTRODUÇÃO 

O bullying é um fenômeno complexo e de grande impacto social, configurando-se como uma das principais formas de violência vivenciada no ambiente escolar. Presente em instituições de diferentes contextos – públicas e privadas, urbanas ou rurais –, o bullying manifesta-se por meio de agressões físicas, verbais, psicológicas ou simbólicas, afetando diretamente a saúde mental e o desenvolvimento psicossocial dos adolescentes. Suas consequências extrapolam os limites escolares, influenciando a vida acadêmica, familiar e social das vítimas (HATTORI et al., 2017).

Entre os efeitos mais recorrentes, destacam-se sentimentos de medo, ansiedade, isolamento, queda no desempenho escolar, evasão precoce e, em situações mais graves, a ideação suicida (BOZZA et al., 2017). Estudos demonstram que adolescentes submetidos a episódios repetidos de intimidação apresentam maior predisposição a desenvolver transtornos depressivos, de ansiedade generalizada e transtorno de estresse pós-traumático (SANTOS; OLIVEIRA, 2019).

Importante salientar que, apesar de sua maior visibilidade nas escolas, o bullying não é uma problemática restrita ao espaço escolar. Ele se configura como reflexo de uma sociedade que, muitas vezes, naturaliza práticas de violência simbólica e preconceito, reforçando desigualdades e perpetuando estigmas (SILVA; CAVALCANTI, 2020). Nesse sentido, o fenômeno deve ser compreendido como uma questão social ampla, que demanda não apenas ações pedagógicas, mas também políticas públicas efetivas voltadas à prevenção e promoção da saúde mental.

Diante dessa realidade, torna-se essencial o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento articuladas entre escola, família e comunidade, visando à construção de um ambiente educacional saudável. A escola deve assumir papel ativo, promovendo práticas pedagógicas inclusivas, mediadas pelo diálogo, pelo respeito às diferenças e pelo fortalecimento da empatia. Para tanto, é imprescindível o envolvimento de professores, familiares, psicólogos e demais profissionais da saúde, de modo a reduzir os danos psicológicos e garantir que o espaço escolar seja de aprendizagem, e não de violência (FERREIRA et al., 2014).

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 O bullying e suas características

O estudo do comportamento humano revela que este é constantemente moldado por fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Ao longo da evolução, determinadas tendências, como a necessidade de convívio em grupo, foram preservadas como estratégia de sobrevivência. No entanto, essa mesma tendência pode ser deturpada, dando origem a dinâmicas de exclusão, preconceito e violência, como ocorre nos casos de bullying (CAVALCANTI et al., 2018).

A pressão exercida pelo grupo social pode levar indivíduos, especialmente adolescentes, a modificar seus comportamentos em busca de aceitação. Esse processo de adaptação, embora seja um recurso de socialização, pode reforçar práticas discriminatórias e consolidar estigmas (FRANCISCA et al., 2015). Dessa forma, a necessidade de pertencimento pode ser um fator de risco para a submissão a comportamentos de violência ou, em contrapartida, para a prática da agressão como meio de garantir status e poder entre os pares.

Do ponto de vista da sociobiologia, elementos como hereditariedade, gênero, religião, ambiente social e cultural são determinantes na formação da identidade e dos padrões de comportamento. Nesse cenário, o bullying se apresenta como uma expressão negativa dessas interações, reproduzindo valores discriminatórios que a sociedade transmite e reforça ao longo das gerações (ZANELLO et al., 2018).

Historicamente, a organização em grupos sociais proporcionou benefícios como segurança, proteção contra ameaças externas e fortalecimento das relações de cooperação. Contudo, a convivência grupal também pode se transformar em ambiente de opressão, principalmente quando mecanismos de exclusão e hostilidade são direcionados a indivíduos considerados “diferentes”. Nesses casos, a permanência no grupo pode ocorrer por dependência emocional, por medo de isolamento ou por reforço intermitente, no qual situações de agressão e recompensas se alternam, intensificando o sofrimento psicológico (SILVA et al., 2017).

Além disso, o bullying não pode ser analisado de forma isolada, mas sim dentro de um contexto multifatorial que envolve dimensões familiares, escolares e sociais. Ambientes familiares desestruturados, ausência de diálogo, falhas na mediação escolar e uma cultura social marcada pela intolerância e pela competitividade exacerbada funcionam como fatores de risco para sua perpetuação (PEREIRA; ALVES, 2020). Isso demonstra que o enfrentamento desse fenômeno exige estratégias integradas e contínuas, que ultrapassem a responsabilização individual e avancem para a construção de políticas públicas e práticas sociais mais inclusivas. Como se nota na figura 1 paradigmas impostos socialmente sobre o bullying. (GALVÃO et al., 2014)

Figura 1: Paradigmas do bullying

Fonte: https://turmadonaapa.sme.prefeitura.sp.gov.br/1935-2/

2.2 Desenvolvimento da saúde mental dos adolescentes

A saúde mental pode ser compreendida como um estado de equilíbrio emocional, psicológico e social que permite ao indivíduo lidar com as demandas da vida cotidiana, manter relações saudáveis e desenvolver seu potencial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2022), não se trata apenas da ausência de transtornos, mas também da capacidade de enfrentar o estresse, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a comunidade em que está inserido.

Além disso, a saúde mental exerce impacto direto na qualidade de vida, pois influencia a forma como as pessoas pensam, sentem e se comportam em diferentes contextos sociais. Quando comprometida, pode gerar prejuízos significativos em áreas como o rendimento escolar, profissional e nos relacionamentos interpessoais (SOUZA; DIAS, 2020). Assim, sua preservação deve ser entendida como prioridade tanto no âmbito individual quanto coletivo.

Outro ponto relevante é a importância da prevenção e da promoção da saúde mental desde a infância e adolescência. Nesse período, o sujeito está em constante transformação, e experiências negativas, como o bullying, podem aumentar o risco de desenvolvimento de transtornos psicológicos como depressão e ansiedade (COSTA; SILVA, 2021). Portanto, compreender os determinantes que afetam a saúde mental é essencial para a criação de estratégias eficazes de cuidado e intervenção.

A adolescência representa um período de intensas transformações biológicas, cognitivas, emocionais e sociais, sendo considerada uma fase crítica para a construção da identidade e para o estabelecimento de hábitos que terão repercussões ao longo da vida adulta. Nesse contexto, a manutenção de uma boa saúde mental depende de fatores como um padrão de sono adequado, a prática regular de atividade física, a adoção de estratégias de enfrentamento diante das adversidades, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e a capacidade de gerir emoções (MORO et al., 2019).

A saúde mental nessa etapa da vida não pode ser compreendida de forma isolada, uma vez que é resultado da interação entre fatores biológicos, ambientais, culturais e sociais. Quanto maior a exposição a situações de risco, maior será o impacto negativo sobre o bem-estar psicológico. Entre os fatores mais relevantes estão o desejo de autonomia, a pressão para se conformar aos padrões do grupo de pares, as dúvidas relacionadas à identidade sexual e a crescente influência da tecnologia e das redes sociais, que, embora ofereçam oportunidades de interação, também intensificam comparações sociais e sentimentos de inadequação (QUINLAN et al., 2018; SILVA; PEREIRA, 2021).

A influência da mídia, somada às normas sociais e de gênero, pode acentuar disparidades entre a realidade vivida pelos adolescentes e suas expectativas, gerando frustrações e impactando diretamente a autoestima. Além disso, a qualidade das relações familiares e escolares desempenha papel fundamental na proteção da saúde mental. Ambientes marcados por violência doméstica, práticas parentais rígidas, exclusão social, bullying e vulnerabilidade socioeconômica aumentam a probabilidade de sofrimento psíquico (NASCIMENTO et al., 2013; MARTINS; ALMEIDA, 2020).

Determinados grupos de adolescentes apresentam maior vulnerabilidade a problemas de saúde mental devido à estigmatização, discriminação ou à dificuldade de acesso a serviços especializados. Nesse cenário, destacam-se aqueles que vivem em contextos de crise humanitária, jovens com doenças crônicas ou deficiências, adolescentes grávidas ou que vivenciam casamentos precoces, órfãos e membros de minorias étnicas ou sexuais. Essas condições, somadas à exclusão social, ampliam os riscos de sofrimento psíquico e prejudicam o desenvolvimento saudável (MOURA et al., 2018).

2.3 Influência do bullying na saúde mental

O bullying é reconhecido atualmente como um grave problema de saúde pública, com repercussões significativas no desenvolvimento biopsicossocial de crianças e adolescentes. Suas manifestações, sejam físicas, verbais, psicológicas ou virtuais, estão associadas a uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo cefaleia, dores abdominais, distúrbios do sono, enurese noturna, transtornos depressivos, ansiedade, automutilação e ideação suicida (HATTORI et al., 2017).

As consequências não se limitam ao curto prazo. Pesquisas apontam que vítimas de bullying apresentam, na vida adulta, maior predisposição a bloqueios psicológicos, dificuldades relacionais, baixa autoestima e maior vulnerabilidade a transtornos mentais persistentes. Além disso, a exclusão social, a evasão escolar e o isolamento tendem a aparecer de forma imediata, impactando negativamente o rendimento acadêmico e a qualidade de vida (ZANELLO et al., 2018).

A adolescência é uma fase de intensas transformações físicas, cognitivas e emocionais, na qual o indivíduo busca consolidar sua identidade. Nesse processo, a necessidade de pertencimento ao grupo social se torna central, o que torna os adolescentes mais vulneráveis a situações de exclusão e violência, como o bullying (ERIKSON, 1998). Quando expostos a essas experiências, eles apresentam maior risco de desenvolver transtornos mentais.

Pesquisas apontam que adolescentes vítimas de bullying têm maior propensão a apresentar sintomas de depressão, ansiedade, baixa autoestima e até comportamentos autodestrutivos (MELO; BATISTA; LIMA, 2019). Além disso, os efeitos negativos não se limitam ao período da adolescência, podendo se estender para a vida adulta, comprometendo a saúde mental e a inserção social. Esse cenário reforça a necessidade de atenção especial dos pais, educadores e profissionais de saúde.

Outro aspecto importante é o papel das redes sociais e do ambiente virtual na potencialização do bullying. O cyberbullying amplia a visibilidade das agressões e expõe a vítima a um público maior, dificultando o controle da situação e intensificando o sofrimento emocional (SILVA; COSTA; OLIVEIRA, 2020). A adolescência, por ser um período de maior sensibilidade ao julgamento externo, torna esses impactos ainda mais devastadores.

Estudos também revelam que depressão, baixa autoestima e suicídio figuram entre os principais desfechos associados ao bullying. Esses fatores contribuem significativamente para o aumento da morbimortalidade entre jovens, reforçando a gravidade do problema (CAETANO et al., 2017). Nesse sentido, o bullying deve ser compreendido como um fenômeno que extrapola a dimensão disciplinar ou pedagógica, configurando-se como ameaça direta à saúde mental e ao pleno desenvolvimento do adolescente.

É essencial ressaltar que o enfrentamento desse fenômeno exige estratégias integradas, envolvendo escola, família e comunidade. Ações de prevenção, como rodas de conversa, projetos de mediação de conflitos, fortalecimento do vínculo afetivo entre professores e alunos, além de políticas públicas de saúde mental, são fundamentais para reduzir os danos e promover ambientes educacionais mais saudáveis e inclusivos (SILVA; CAVALCANTI, 2020; PEREIRA; ALVES, 2020).

Como podemos observar na figura 2, os indicadores predispostos baseados nos relatos ao bullying. (ARROYO et al., 2015)

Figura 2: Indicadores de saúde mental de adolescentes de 13 a 17 anos.

Fonte:https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/31606-questao-de-genero-indicadores-de-saude-mental-sao-piores-para-as-meninas

3. METODOLOGIA

Será abordado neste estudo de forma integrativa, uma pesquisa embasada em bibliografias e fontes de pesquisas, serão utilizados artigos selecionados nas plataformas citadas anteriormente, usando também como relevância artigos de 2000    a 2021, nos idiomas português, inglês e espanhol.

Para a escolha dos artigos as plataformas de pesquisa online utilizadas foram: plataforma de estudos Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica (MEDLINE), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) Google Scholar (para artigos complementares), Portal Periódicos da Capes, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Descritores em Ciências da Saúde (Dec’s), proporcionando assim com que se encontrasse os artigos mais recentes para uma filtragem para melhor esclarecimento do objetivo desse projeto.

Serão utilizados os descritores: Psicologia na adolescência, Psicopatia, Bullying, Estatuto da criança e do adolescente, Saúde mental para selecionar e classificar os artigos.

Não serão levados em consideração artigos com informações incompletas o que não batam com a diretriz pertencente ao tema do trabalho. Serão apresentados os dados de incidências em porcentagens de forma descritiva sequenciais onde os fatores predisponentes desencadeiam malefícios no desenvolvimento da saúde mental de adolescente. Após uma breve leitura dos resumos desses artigos e uma discussão centrada no grupo que fará o trabalho para melhor seleção de informações e organização delas.

4. REFERÊNCIAS 

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BOZZA, T. C. L.; VINHA, T. P. Quando a violência virtual nos atinge: os programas de educação para a superação do cyberbullying e outras agressões virtuais. RIAEE–Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, v.12, n.3, p. 1919-1939, jul-set/2017.

CAVALCANTI, J. G.; COUTINHO, M. P. L.; PINTO, A. V. L.; SILVA, K. C.; BÚ, E. A. Vitimização e Percepção do Bullying: Relação com a Sintomatologia Depressiva de Adolescentes. Revista de Psicologia da IMED, Passo Fundo, v. 10, n. 1, p. 140-159, ago. 2018.

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¹Discente de psicologia do centro universitário São Lucas – nikolysouza33@gmail.com / pedroqusperes12@gmail.com