REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202509171330
Jacqueline Lima Monteiro de Carvalho1
Kauanny Sousa Macedo1
Yara Emilly da Silva Veloso1
Lyanna Luzia de Azevedo Teixeira1
Maria Luiza Paes dos Santos1
Danielle Ferreira Silva1
Gustavo Cardoso da Silva Neves2
RESUMO:
Introdução: Os óleos essenciais podem ser comumente utilizados em aromaterapia para aliviar os sintomas de ansiedade, doenças e distúrbios do sono. Contudo, podem haver riscos potenciais envolvidos, variando desde as espécies e o método de extração até a dosagem e sensibilidade pessoal, que resultam em dermatite, toxicoses hepáticas, mudanças nocivas no cérebro ou até mesmo efeitos focados em danos ambientais. Nessa revisão propomos avaliar relatórios sobre estudos realizados entre 2020 e 2025 para destacar tanto os usos práticos quanto os possíveis efeitos adversos dos óleos mais utilizados em aromaterapia. Objetivo: Esse estudo tem como objetivo identificar, na literatura científica, os possíveis riscos de efeitos adversos e toxicidade dos óleos essenciais utilizados na aromaterapia. Método: O estudo de revisão foi realizado com base em artigos da literatura científica publicados entre 2020 a 2025, tendo como fonte o SciELO, LILACS e PubMed, incluiu revisões sistemáticas e ensaios clínicos buscando uma análise clínica para identificar riscos. Resultados: Através dessa revisão foram encontrados 53.182 publicações nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, das quais apenas 8 (2020–2025) atenderam aos critérios buscados. A pesquisa, incluindo ensaios clínicos e revisões de literatura, mostra que os óleos essenciais têm efeito terapêutico na dor, estresse e infecções; eventos adversos raros são relatados. Todavia, destacam a necessidade de pesquisas sobre toxicidade sistêmica dos produtos químicos que compõem esses tratamentos, interações medicamentosas, bem como a melhor forma de padronizar o uso por meio de investigação adicional. CONCLUSÃO: Foram analisados estudos de 2020 a 2025 que confirmam efeitos terapêuticos dos óleos essenciais em dor, infecções e estresse. No entanto, mostram a falta de dados sobre toxicidade sistêmica ou efeitos adversos, interações medicamentosas e impactos de longo prazo. O artigo destaca a necessidade de novos estudos, regulamentação e definição de dosagens seguras para garantir a prática eficaz e segura, sem riscos de tóxicos no uso desses óleos utilizados na aromaterapia.
Palavras-chave: óleos essenciais; aromaterapia; efeitos adversos; toxicidade.
Introdução
Os óleos essenciais (OEs) são compostos por misturas voláteis complexas de metabólitos secundários gerados em diversas partes das plantas, usados de forma ampla na aromaterapia clínica e em outras práticas terapêuticas (VORA et al., 2024).
Em termos químicos, os OEs são misturas de multicomponentes, formadas principalmente por terpenos e seus derivados oxigenados, além de compostos fenólicos, aldeídos, cetonas e ésteres, a interação entre esses compostos promove diversas atividades biológicas (BUNSE et al., 2022), Apesar de sua origem natural, a complexidade química desses óleos pode representar riscos de toxicidade e efeitos adversos, particularmente quando usados de forma prolongada ou inadequada. A composição dos OEs não é fixa e depende de acordo com a espécie, fatores ambientais, período de colheita e técnicas de extração, como observado em revisões sobre o gênero thymus (ETRI et al., 2024) e em estudos sobre óleos específicos, como o de Aquilaria (agarwood) e o de Litsea cubeba, apresentam ampla diversidade química e efeitos terapêuticos correlacionados (CHEN et al. 2022).
A aromaterapia, que envolve a aplicação dos aromas desses óleos como terapia auxiliar, vem sendo pesquisada pelos seus efeitos na diminuição de sintomas como ansiedade, estresse, distúrbios do sono e náuseas. Por exemplo, estudos atuais mostram que a inalação de óleo essencial de hortelãpimenta reduz de forma significativa tanto a intensidade quanto a duração da náusea em indivíduos que passaram por cirurgias cervicais (CETIN et al., 2024).
De forma semelhante, a combinação de óleos de limão e hortelã-pimenta em gestantes foi eficaz em reduzir episódios de náusea e vômito, contribuindo para a melhora da qualidade de vida dessas mulheres (SAFAJOU et al., 2020). Além desses efeitos já citados, estudos sistemáticos e análises integrativas sugerem que o uso terapêutico de óleos essenciais, como lavanda, laranja e alecrim pode diminuir de forma significativa a ansiedade, atenuar sintomas de fadiga, depressão, dor, e promover melhor qualidade do sono em adultos, idosos e indivíduos em tratamento oncológico (LI, et al., 2022; HER et al., 2021; HEDIGAN et al., 2023;).
Mesmo com o aumento do uso de óleos essenciais na saúde e no bem-estar, pesquisas evidenciam que esses compostos apresentam possíveis riscos de toxicidade. ações na pele, como irritações e dermatites, são os efeitos adversos mais comuns, particularmente com os óleos de lavanda, hortelã-pimenta e teatree. Ademais, alguns componentes, como carvacrol, timol, eugenol e pulegona, podem causar danos ao fígado, ao sistema nervoso e provocar alterações comportamentais em estudos experimentais, indicando possíveis efeitos nocivos sobre o sistema nervoso e o desenvolvimento embrionário. Esses achados enfatizam a importância de se ter cuidado ao utilizar óleos essenciais de forma terapêutica, levando em conta a dosagem, a forma de aplicação e possíveis interações com condições clínicas individuais (WOJTUNIK-KULESZA, 2022; SILVA JUNIOR et al., 2023; PARVIZI et al.,2025).
Além disso, a toxicidade dos óleos essenciais varia bastante dependendo de fatores como a espécie vegetal, método de extração, concentração, tempo de exposição e sensibilidade de cada indivíduo (FERRAZ et al., 2022). Pesquisas indicam que a ingestão oral ou a aplicação inadequada podem causar efeitos adversos mais severos, como alterações respiratórias, depressão do sistema nervoso central e toxicidade no fígado (CHEN et al., 2022; NOURY et al., 2022).
Estudos ecotoxicológicos apontam que, mesmo em concentrações reduzidas, certos óleos essenciais podem ser tóxicos para organismos aquáticos e terrestres, destacando a necessidade de protocolos de uso seguro e normas regulamentares claras, visando tanto a segurança clínica quanto a proteção ambiental (FERRAZ et al., 2022).
Pode-se notar que, apesar do uso crescente dos óleos essenciais na saúde e no bem-estar, as pesquisas recentes sobre os efeitos adversos ainda são heterogêneas e dispersas sendo raros os estudos que analisam a toxicidade de maneira sistemática. podem provocar reações na pele, incluindo irritações e dermatites hepatotoxicidade e alterações respiratórias, variando conforme a dosagem, a forma de aplicação e a sensibilidade de cada indivíduo. Ademais, estudos experimentais demonstraram que alguns componentes, como carvacrol, timol e eugenol, podem causar alterações neurodesenvolvimentais e morfológicas em modelos animais, destacando a importância de pesquisas mais rigorosas e avaliações sistemáticas (WOJTUNIK-KULESZA, 2022; SILVA JUNIOR et al., 2023).
Esta revisão tem como objetivo analisar de forma abrangente os efeitos terapêuticos e os potenciais riscos de toxicidade dos óleos essenciais utilizados em aromaterapia, com base em estudos publicados entre 2021 e 2025. A pesquisa visa avaliar ensaios clínicos, investigações experimentais e revisões sistemáticas, abordando os óleos essenciais mais citados na literatura, como lavanda, laranja doce, melaleuca, cravo, tomilho e bergamota, bem como seus efeitos adversos relatados, incluindo reações dermatológicas, toxicidade sistêmica e possíveis interações com fármacos. Além disso, a revisão pretende explorar a variabilidade química dos óleos essenciais, considerando fatores como espécie vegetal, método de extração e concentração, e discutir implicações para a padronização, regulamentação e segurança do uso terapêutico. Por meio dessa abordagem integrada, espera-se fornecer subsídios científicos que contribuam para a aplicação segura, eficaz e responsável dos óleos essenciais, tanto em contextos clínicos quanto em práticas de saúde e bem-estar
Objetivos
Essa revisão tem como objetivo analisar, a partir da literatura científica, a toxicidade e os efeitos adversos de óleos essenciais utilizados na aromaterapia, evidenciando os riscos à saúde, bem como efeitos dermatológicos, respiratórios e hepáticos, e contribuir para a compreensão das medidas preventivas e práticas seguras de utilização.
Método
Este estudo de revisão foi desenvolvido a partir de um levantamento bibliográfico de caráter qualitativo, fundamentado na análise de artigos científicos, teses e livros acadêmicos, com o objetivo de avaliar os efeitos adversos e a toxicidade dos óleos essenciais utilizados em aromaterapia. A pesquisa foi conduzida com o propósito de compilar, examinar e discutir criticamente as evidências já publicadas sobre a temática. Foram selecionados artigos científicos publicados entre os anos de 2020 e 2025, disponíveis nas bases de dados U.S. National Library of Medicine (PubMed), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e LILACS, abrangendo estudos que discutem tanto os efeitos terapêuticos quanto os potenciais riscos toxicológicos associados ao uso de óleos essenciais. A busca bibliográfica foi realizada no mês de agosto de 2025, utilizando descritores como “óleos essenciais”, “toxicidade”, “efeitos adversos” e “aromaterapia”. Como critérios de inclusão, foram considerados artigos originais, revisões sistemáticas e ensaios clínicos publicados no período delimitado, disponíveis em texto completo e que abordassem de forma direta a toxicidade ou os efeitos adversos dos óleos essenciais. Foram excluídos estudos repetidos, publicações sem acesso integral e trabalhos que não apresentavam relação direta com a temática. A análise dos dados foi conduzida por meio de leitura crítica e interpretativa dos materiais selecionados, buscando identificar os principais efeitos adversos e os aspectos relacionados à toxicidade dos óleos essenciais aplicados em aromaterapia. Os achados foram organizados de modo a evidenciar convergências, divergências e lacunas presentes na literatura, possibilitando uma compreensão abrangente e fundamentada sobre o tema.
Resultados
De acordo com a metodologia, utilizando os seguintes temas: toxicidade, efeitos adversos, aromaterapia e óleos essenciais, foram encontrados 154 artigos no Pubmed, 3.760 no Scielo e 49.268 no LILACS. Foi feita uma triagem e restaram 8 artigos publicados entre 2020 e 2025. Os artigos permitem uma visão abrangente, sendo artigos originais, ensaios clínicos e revisão sistemática.
FIGURA 1 – Fluxograma de Seleção dos Estudos (PRISMA)

Quadro 1 – Distribuição dos artigos conforme os principais achados, óleos essenciais e os efeitos adversos
| Achados Principais | Óleos essenciais | Efeitos Adversos /Toxicidade | População | Autor / Ano |
| Diminuição da dor em comparação ao controle | Lavanda,Melissa, Rosa, etc. | Não há efeitos adversos significativos | Mulheres adultas com dismenorreia | Najafi et al., 2021 |
| Diminuição da fadiga e sobrecarga (ausência de significância estatística) | Bergamota ,Laranja Doce, Lavanda | Ausência de eventos adversos relevantes | Acompanhantes de idosos | Castro et al., 2024 |
| Qualificação antifúngica promissora, especialmente melaleuca | Cravo, Melaleuca, Orégano | Necessário de mais estudos para melhor segurança (toxicidade) | Modelo de micoses | Maciel et al., 2025 |
| Ação antibacteriana contra Staphylococcus aureus | Nanopartículas(Cravo, Melaleuca, Tomilho, Lavanda, Cedro, Capim limão) | Não há dados de toxicidade in vivo | Fibroblastos têxteis | Popiolski et al.,2021 |
| Potencial de eficiência de encapsulamento (98,5%) e estabilidade química | Nanopartículas de Piper nigrum (Pimenta preta) | Elementos de toxicidade ausentes | Nanopartículas poliméricas | Costa et al.,2021 |
| Ação antibacteriana dependente do grau e tamanho das partículas | Nanopartículas metálicas (AgNPs 10 nm) | Inferência de apoptose celular relacionada ao tamanho da partícula | Nanopartículas usadas como redutores de metal | Guimarães et al., 2021 |
| Debate sobre a importância da padronização e variações químicas no mercado | Diversos óleos essenciais | Ameaças relacionadas à falta de controle e regulamentação | Estudo de mercado | Bizzo & Rezende,2022 |
| Ressaltam a falta de protocolos confiáveis para prevenir a toxicidade em estética integrativa | Diversos óleos essenciais | Ação segura, mas com necessidade de protocolos | Estudo reflexiva em estética integrativa | Vieira et al.,2025 |
O estudo vigente revela efeitos terapêuticos consideráveis dos óleos essenciais, especialmente em quadros de dor, estresse e infecções bacterianas ou fúngicas. No entanto, a ausência de adversos críticos mencionados em ensaios clínicos, evidencia-se a necessidade de estudos complementares que retratem a toxicidade sistêmica, interações entre fármacos e repercussões futuras.
Conclusão
Com base nos estudos revisados entre 2020 e 2025 e nos resultados desta pesquisa, observou-se que os óleos essenciais utilizados em aromaterapia apresentam efeitos terapêuticos relevantes, principalmente no alívio da dor, na redução do estresse e no combate a infecções bacterianas e fúngicas. No entanto, constatou-se que a avaliação da toxicidade ainda é restrita, uma vez que a maioria dos trabalhos não relatou efeitos adversos críticos, mas não aprofundou questões relacionadas à toxicidade sistêmica, interações medicamentosas e repercussões em longo prazo.
A análise do uso de óleos essenciais em aromaterapia proporcionou uma visão mais abrangente sobre o potencial e os riscos dessa prática, destacando a necessidade de protocolos clínicos e regulamentações que assegurem a segurança dos consumidores.
Assim, esse estudo pode auxiliar na formulação de estratégias de padronização e controle de qualidade, como incentivar a adoção de práticas baseadas em evidências científicas, reduzindo os riscos associados ao uso indiscriminado desses compostos naturais. Além disso, é fundamental investir na continuidade de pesquisas que investiguem de forma aprofundada a toxicidade dos óleos essenciais, estabeleçam dosagens seguras e definam normas de segurança para diferentes populações.
Essas medidas são essenciais não apenas para garantir a eficácia terapêutica e a proteção da saúde, mas também para consolidar a aromaterapia como uma prática segura, responsável e alinhada aos princípios científicos que norteiam a atenção à saúde. Portanto, com base no levantamento desse trabalho, verificou-se a necessidade de novos estudos, que comprovam, de forma segura e consistente a toxicidade de óleos essenciais utilizados na aromaterapia.
Referências
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1Graduanda em Biomedicina pelo Centro Universitário UNINOVAFAPI.
2Professor Dr. Centro Universitário UNINOVAFAPI. E-mail: gustavo.neves@uninovafapi.edu.br
