SAÚDE DO IDOSO E A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO COM SOBRECARGA 

ELDERLY HEALTH AND THE IMPORTANCE OF OVERLOADTRAINING

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202509232331


Daniel Henrique da Silva Tomás1
Franciel Xavier Marques²
Prof. Me. Alessandro Expedito Cabral³
Prof. Me. Yvan Fernandes Vilas Boas4
Prof. Dr. Giuliano Roberto da Silva5
Profa. Me. Maria Gabriela Maziero Capello6


RESUMO 

O envelhecimento populacional intensifica a incidência de sarcopenia, condição caracterizada pela perda progressiva de força e massa muscular, que compromete a funcionalidade e a qualidade de vida dos idosos. O presente estudo, desenvolvido por meio de uma revisão integrativa da literatura, analisou os efeitos do treinamento com sobrecarga na força muscular, funcionalidade e qualidade de vida de idosos com sarcopenia. Foram selecionados três estudos publicados entre 2015 e 2025, nas bases PubMed, SciELO, BVS e LILACS. Os resultados indicam que o treinamento com sobrecarga promove ganhos significativos na força, autonomia e bem-estar dos idosos, especialmente quando supervisionado e adaptado às condições individuais. No entanto, observou-se variabilidade metodológica entre os estudos, o que dificulta a padronização dos protocolos e formulação de diretrizes clínicas consistentes. Conclui-se que o treinamento com sobrecarga deve ser considerado como estratégia prioritária nas ações voltadas ao envelhecimento saudável e à prevenção da sarcopenia. 

Palavras-chave: Idosos, Sarcopenia, Treinamento com Sobrecarga, Qualidade de Vida. 

1. INTRODUÇÃO 

O envelhecimento populacional é uma realidade crescente, tanto no Brasil quanto em nível global. Projeções indicam que até 2030 o número de pessoas idosas no país ultrapassará 41 milhões, com um acréscimo anual de mais de um milhão de novos idosos (ERVATTI, 2015). O avanço da idade traz transformações fisiológicas que afetam múltiplos sistemas do corpo humano, incluindo o sistema muscular, o esquelético e o cardiovascular, resultando em uma maior vulnerabilidade a doenças crônicas e em um aumento significativo na demanda por serviços de saúde (BLOOM ET AL., 2015). 

Uma das síndromes mais associadas ao envelhecimento é a sarcopenia, caracterizada pela perda progressiva da força e da massa muscular. Estudos estimam que entre 11% a 50% dos indivíduos com mais de 80 anos apresentam sarcopenia, o que contribui para a redução da mobilidade, aumento do risco de quedas, hospitalizações recorrentes e perda da autonomia funcional (PAULAETAL., 2024; ALIZANDRA ET AL., 2023). Esses fatores comprometem diretamente a qualidade de vida dos idosos e representam um desafio para políticas públicas de saúde voltadas ao envelhecimento ativo. 

Apesar do amplo reconhecimento dos benefícios da atividade física, especialmente do treinamento com sobrecarga, na prevenção e no tratamento da sarcopenia, ainda há uma lacuna quanto à padronização dos parâmetros de prescrição desses exercícios para idosos. Diferentes estudos utilizam metodologias, durações e intensidades variadas, dificultando uma uniformização prática das intervenções (MARUYA ET AL., 2016). Essa ausência de consenso limita a aplicabilidade dos resultados no contexto clínico e dificulta a adoção de diretrizes claras pelos profissionais da saúde. 

Autores como Luiz Queiroz et al. (2019) e Marcos-Pardo et al. (2019)destacam que o treinamento de força, quando bem orientado, é capaz de reverter efeitos da sarcopenia e promover significativos ganhos funcionais. No entanto, é essencial aprofundar a discussão sobre quais protocolos são mais eficazes, especialmente entre idosos sarcopênicos com diferentes graus de comprometimento. 

Diante desse cenário, o presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, os parâmetros de prescrição e os benefícios do treinamento com sobrecarga na força muscular, funcionalidade e qualidade de vida de idosos com sarcopenia. A relevância da pesquisa reside na possibilidade de sistematizar o conhecimento existente e contribuir com evidências que orientem a prática profissional no cuidado à saúde do idoso.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA

O processo de envelhecimento é complexo, multifatorial e inevitável. Ele traz consigo uma série de alterações fisiológicas, estruturais e funcionais que afetam a capacidade física e a qualidade de vida do idoso. Entre essas alterações, destaca-se a diminuição progressiva da força e da massa muscular, fenômeno este que, quando ultrapassa os limites fisiológicos, configura-se como sarcopenia (FRISOLI ET AL., 2006; GUEDES & SILVA, 2020). 

A sarcopenia foi reconhecida como condição clínica em 2016 pela Classificação Internacional de Doenças (CID-10), sendo posteriormente definida com maior precisão pelo grupo europeu EWGSOP2 como uma síndrome muscular caracterizada pela redução da força, da massa e do desempenho físico(CRUZ-JENTOFT ET AL., 2018). A condição pode ser classificada em estágios —provável, confirmada e severa — de acordo com a progressão dos déficits. Ela é fortemente associada a fatores como sedentarismo, inflamação crônica, desnutrição e comorbidades como diabetes tipo 2 e osteoartrite (LIU ET AL., 2017). 

Dados recentes demonstram que a prevalência da sarcopenia aumenta significativamente com a idade. Estima-se que entre os 60 e 70 anos, a condição afeta de 5 a 13% da população, enquanto após os 80 anos essa taxa pode ultrapassar 50% (Paula et al., 2024). Um estudo de Alizandra et al. (2023), realizado com idosos de zona rural do Ceará, revelou que a prevalência da sarcopenia era maior em residentes urbanos (5,7%) do que em áreas rurais (2,4%), sugerindo influência do estilo de vida nas taxas da doença. 

A perda da força e da massa muscular compromete a funcionalidadedoidoso, prejudicando sua capacidade de realizar atividades básicas da vida diária, como sentar-se, levantar, subir escadas ou carregar objetos leves. Consequentemente, aumentam-se os riscos de quedas, fraturas, institucionalizações e hospitalizações prolongadas (WOO, 2017; SOARES ET AL., 2024). 

Diante desse cenário, o papel do exercício físico como medida preventiva e terapêutica é amplamente reconhecido. A literatura aponta o treinamento com sobrecarga — caracterizado por exercícios que impõem uma sobrecarga muscular progressiva — como a estratégia mais eficaz para combater a sarcopenia, ao estimular a hipertrofia e a neuromodulação dos músculos esqueléticos (MATSUDO, MATSUDO & BARROS NETO, 2001; RODRIGUES ET AL., 2018).

De acordo com MARUYA ET AL. (2016), programas de treinamento com sobrecarga com duração mínima de 8 semanas, frequência de 2 a 3 vezes por semana e intensidade progressiva geram melhorias significativas na força, equilíbrio e desempenho funcional em idosos. Esses resultados são corroborados por Marcos-Pardo et al. (2019), que evidenciaram melhoras na autonomia funcional em tarefas como levantar da cadeira e vestir-se. Além disso, BRUNONNI et al. (2015) relataram impactos positivos do treinamento na percepção da qualidade de vida relacionada à saúde.

A recomendação geral é que o treinamento inclua exercícios multiarticulares, como agachamentos, leg press e remadas, realizados com intensidade moderada alta (60-85% de 1RM), sempre respeitando a individualidade biológica, limitações ortopédicas e possíveis comorbidades dos idosos (LUIZ QUEIROZ ET AL., 2019). 

Um ponto relevante na literatura é a diferença entre os efeitos do treinamento com sobrecarga tradicional e os métodos mais modernos, como o treinamento funcional e o Pilates adaptado. Segundo Vitorino et al. (2021), o Pilates demonstrou ser eficaz na melhora do controle postural e da flexibilidade, mas seus efeitos na força muscular ainda são considerados limitados quando comparados ao treinamento com sobrecarga tradicional com cargas. 

Outro aspecto importante é o papel da orientação profissional e da adesão ao programa. Cavalheiro, Dalla Vecchia & Gonçalves (2023) destacam que intervenções supervisionadas têm maior taxa de adesão e promovem melhores resultados do que programas realizados de forma autônoma. Fatores como motivação, ambiente acolhedor, metas claras e progressão adequada da carga são determinantes para o sucesso da intervenção. 

Apesar dos avanços no entendimento da fisiologia do envelhecimento e dos benefícios do exercício de força, ainda há uma considerável variabilidade metodológica entre os estudos. Muitos autores utilizam protocolos diferentes de frequência, volume, intensidade e tempo de intervenção, o que dificulta a padronização dos resultados e limita a aplicação clínica generalizada dos achados(RODRIGUES ET AL., 2018; GIODA ET AL., 2020). 

Assim, torna-se essencial consolidar as evidências disponíveis por meio de revisões integrativas e sistemáticas que identifiquem os parâmetros mais eficazes na prescrição do treinamento com sobrecarga para idosos, especialmente  os que já apresentam sinais de sarcopenia. Esta análise crítica contribui para a construção de um referencial teórico mais robusto e aplicável à prática profissional na área da saúde e da Educação Física. 

3. METODOLOGIA 

Este estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, com abordagem qualitativa, cujo objetivo foi reunir, analisar e sintetizar evidências científicas disponíveis sobre os efeitos do treinamento com sobrecarga em idosos com sarcopenia. Essa modalidade de revisão permite a inclusão de diferentes metodologias, oferecendo uma ampla compreensão do tema abordado e subsidiando práticas baseadas em evidências. 

A coleta de dados foi realizada entre os meses de março e maio de 2025, utilizando as seguintes bases eletrônicas de dados: PubMed (Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). 

Os descritores utilizados foram: Idosos, Envelhecimento, Treinamento com Sobrecarga e Sarcopenia, conforme os Descritores em Ciências da Saúde(DeCS).Para a estratégia de busca, os termos foram combinados com o operador booleano“AND”, de forma a aumentar a precisão da pesquisa. 

Foram incluídos estudos que estivessem publicados no período de 2015 a 2025, nos idiomas português ou inglês, com acesso gratuito ao texto completo. Foram selecionados apenas artigos do tipo ensaio clínico ou revisões sistemáticas que envolvessem idosos diagnosticados com sarcopenia e que analisassem os efeitos do treinamento com sobrecarga sobre a força muscular, funcionalidade e qualidade de vida. 

Foram excluídos trabalhos duplicados, artigos que não abordassem diretamente o treinamento com sobrecarga, estudos com populações que não fossem especificamente compostas por idosos, ou que tratassem apenas de atividades físicas aeróbicas ou outras modalidades com foco em exercícios com sobrecarga. 

O processo de seleção seguiu as etapas recomendadas pelas diretrizes PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses).Inicialmente, foram identificados 601 estudos. Após leitura dos títulos e resumos, e aplicação dos critérios de elegibilidade, 3 artigos atenderam aos critérios e foram incluídos na análise final. 

A análise dos dados foi realizada de forma descritiva e interpretativa, sendo estruturada uma tabela-síntese com os principais dados dos estudos selecionados: autores, ano de publicação, população avaliada, características da intervenção(duração, frequência, intensidade) e principais desfechos observados. 

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS

4.1 Caracterização dos estudos incluídos 

Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, três artigos foram selecionados para compor esta revisão. A Tabela 1 resume as principais características desses estudos, incluindo autores, ano de publicação, tipo de estudo, número de participantes, características da intervenção com treinamento com sobrecarga, e os principais resultados relatados.

Tabela – Síntese dos estudos incluídos na revisão

Fonte: Elaborado pelos autores (2025).

4.2 Efeitos do treinamento com sobrecarga 

A análise dos estudos revelou efeitos consistentes do treinamento com sobrecarga sobre a funcionalidade e a saúde dos idosos. Um dos achados mais recorrentes foi o aumento da força muscular, especialmente em membros inferiores, fator fundamental para a mobilidade e prevenção de quedas. No estudo de Marcos-Pardo et al. (2019), após 12 semanas de intervenção, observou-se melhora significativa na capacidade dos participantes em realizar tarefas como levantar de uma cadeira e manter-se em equilíbrio estático. 

Outro efeito relevante relatado nos estudos foi a melhoria da autonomia funcional. Idosos que participaram dos programas passaram a realizar com mais independência atividades da vida diária, como caminhar, vestir-se e manusear objetos. Isso foi reforçado por Brunonni et al. (2015), que observaram avanços tanto na força física quanto na autoavaliação da qualidade de vida. 

A qualidade de vida também se mostrou positivamente influenciada pelo exercício com sobrecarga. Nos três estudos analisados, os participantes relataram melhora no humor, maior disposição física e sensação de bem-estar geral após o período de intervenção. Tais achados são coerentes com a literatura que relaciona o exercício à liberação de neurotransmissores como a endorfina e a serotonina, que modulam o humor e reduzem sintomas depressivos (DEVEZ ET AL., 2022). 

4.3 Comparação com a literatura 

Os achados desta revisão dialogam de forma consistente com diversos autores que apontam o treinamento com sobrecarga como uma intervenção eficaz para idosos com sarcopenia. Luiz Queiroz et al. (2019) destaca que os programas de força promovem reabilitação muscular, melhora da postura, aumento da densidade mineral óssea e maior segurança ao caminhar. 

Estudos de revisão como os de Rodrigues et al. (2018) e Vitorino Et al. (2021)reforçam que os benefícios do treinamento com sobrecarga vão além dos ganhos físicos, alcançando também aspectos psicológicos e sociais, promovendo a autoestima, a socialização e a sensação de pertencimento em grupos de treinamento. 

Contudo, a literatura também revela algumas limitações quanto à homogeneidade dos protocolos. A ausência de padronização nas cargas, tempos de repouso, volume e duração das sessões dificulta a comparação entre os estudos e areplicação prática dos resultados em contextos clínicos e comunitários (MARUYAET AL., 2016). 

Outro ponto de atenção é a aderência dos idosos aos programas de treinamento. Cavalheiro, Dalla Vecchia & Gonçalves (2023) ressaltam que fatores como supervisão profissional, ambiente motivador, progressão individualizada da carga e metas claras são determinantes para o sucesso a longo prazo. 

Com base na análise dos estudos, pode-se afirmar que o treinamento com sobrecarga é uma intervenção segura, acessível e de ampla aplicabilidade. Ele impacta positivamente a saúde muscular e funcional de idosos com sarcopenia, devendo ser considerado como parte integrante de programas de promoção do envelhecimento ativo. 

5. CONCLUSÃO 

O treinamento com sobrecarga demonstra eficácia na melhora da força muscular, autonomia funcional e qualidade de vida de idosos com sarcopenia, sendo uma intervenção segura e aplicável em diferentes contextos, especialmente quando supervisionada e adaptada às necessidades individuais. Embora a ausência de padronização nos protocolos ainda limite a generalização dos resultados, esta revisão integrativa reforça o valor do treinamento com sobrecarga como estratégia prioritária no enfrentamento da sarcopenia e destaca a importância da sistematização dos parâmetros de prescrição para embasar práticas profissionais fundamentadas em evidências no cuidado à pessoa idosa. 

REFERÊNCIAS 

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CAVALHEIRO, M.; DALLA VECCHIA, D.; GONÇALVES, C. Adesão ao exercício físico em idosos: fatores determinantes. Revista Motricidade, v. 19, n. 1, p. 11–20, 2023. 

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DEVEZ, M. et al. Efeitos do exercício na saúde mental de idosos. Revista Psicologia e Saúde, v. 14, n. 1, p. 88–102, 2022. 

ERVATTI, L.R. Mudança demográfica no Brasil: oportunidades e desafios. Rio de Janeiro: IBGE, 2015. 

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CHE, Marta. O mito da descentralização: maior democratização e eficiência das políticas públicas? Revista Brasileira de Ciências Sociais, no. 31, 1996. Disponível em: http://www.fflch.usp.br/dcp/assets/docs/Marta/RBCS_96.pdfAcessadoem: 30 jul. 2025.


1Discentes do Curso Superior de Bacharelado em Educação Física, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais. E-mails: srdaniel239@outlook.com

2Discentes do Curso Superior de Bacharelado em Educação Física, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais. E-mails: marquesfranciel27@gmail.com

3Docentes do Curso Superior de Bacharelado em Educação Física, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais. E-mail: alessandrocabral@facica.edu.br

4Docentes do Curso Superior de Bacharelado em Educação Física, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais. E-mail: yvan.boas@gmail.com

5Docentes do Curso Superior de Bacharelado em Educação Física, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais. E-mail:  gabimacapello21@gmail.com

6Docentes do Curso Superior de Bacharelado em Educação Física, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais. E-mail: giuliano.silva.r@gmail.com