REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma102025103100639
Isadora Wascheck de Faria Araújo
Fernanda Pereira Batista Guimarães
RESUMO
A doença periodontal pode atuar como fator de risco significativo para o desenvolvimento de pneumonia nosocomial em pacientes internados em UTI, evidenciando a importância da saúde bucal na prevenção de complicações respiratórias graves. O presente trabalho trata-se de uma revisão de literatura, cujo objetivo deste estudo discorrer sobre a pneumonia nosocomial e abordar sobre a associação entre a doença periodontal e pneumonia nosocomial. Concluiu-se que, a associação entre doença periodontal e pneumonia nosocomial evidencia a necessidade de estratégias preventivas consistentes em UTIs, enfatizando o papel do cirurgião-dentista na equipe de cuidado ao paciente crítico. Além disso, os resultados apontam para a importância de novas pesquisas que aprofundem o conhecimento sobre os mecanismos de translocação bacteriana e sobre protocolos de cuidado oral mais eficazes, contribuindo para a redução de complicações hospitalares e para a melhoria da qualidade do atendimento em saúde.
Palavras chaves: Doença periodontal; Pneumonia nosocomial; UTI; Higiene bucal; Infecções respiratórias.
ABSTRACT
Periodontal disease can act as a significant risk factor for the development of nosocomial pneumonia in patients hospitalized in the ICU, highlighting the importance of oral health in the prevention of serious respiratory complications. This work is a literature review, whose objective of this study is to discuss nosocomial pneumonia and address the association between periodontal disease and nosocomial pneumonia. It was concluded that the association between periodontal disease and nosocomial pneumonia shows the need for consistent preventive strategies in ICUs, emphasizing the role of the dental surgeon in the critical patient care team. In addition, the results point to the importance of new research that deepens knowledge about bacterial translocation mechanisms and more effective oral care protocols, contributing to the reduction of hospital complications and improving the quality of health care.
Keywords: Doença periodontal; Pneumonia nosocomial; UTI; Higiene bucal; Infecções respiratórias.
1 INTRODUÇÃO
A saúde bucal é um componente essencial da saúde geral, influenciando diretamente o bem-estar físico e a qualidade de vida dos indivíduos. Entre as doenças mais prevalentes na cavidade oral, a doença periodontal se destaca por sua alta incidência na população mundial, afetando tanto crianças quanto adultos. Essa condição inflamatória crônica, caracterizada pela destruição do tecido gengival e alveolar, não se restringe apenas à boca, mas está associada a diversas complicações sistêmicas, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e distúrbios respiratórios (ABREU, 2020).
Em contextos hospitalares, especialmente em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), a manutenção da saúde bucal torna-se ainda mais significativa. Pacientes internados neste setor, frequentemente apresentam comprometimento imunológico e mobilidade reduzida, fatores que aumentam a susceptibilidade a infecções oportunistas. A boca, ao atuar como reservatório de microrganismos, pode contribuir para a disseminação de agentes patogênicos para outros órgãos, tornando-se uma interface crítica entre a saúde bucal e a saúde sistêmica (ALVES et al., 2018).
Dessa forma, compreender a relação entre a condição periodontal e suas implicações sistêmicas é fundamental para a saúde pública. Estudos apontam que a boca pode servir como uma via de entrada para patógenos que afetam os pulmões, demonstrando a importância de estratégias integradas que considerem a saúde bucal como parte da promoção e manutenção da saúde global. A abordagem dessa temática permite discutir políticas e práticas de cuidado que transcendem a odontologia, envolvendo a atenção multidisciplinar ao paciente e o impacto na redução de complicações hospitalares (BARROS, 2022).
Visto isso, há necessidade de compreender melhor a relação entre a doença periodontal e o desenvolvimento de pneumonia nosocomial em pacientes internados em UTI, considerando os riscos que essas condições representam para a saúde dos indivíduos. Fez-se necessário um levantamento bibliográfico a fim de avaliar os resultados de estudos que demonstraram que a presença de patógenos orais contribuiu para o aumento de infecções respiratórias em ambientes hospitalares, evidenciando a importância de investigar essa associação. Além disso, permitiu-se identificar lacunas nos protocolos de cuidado bucal, reforçando a relevância de avaliar medidas que pudessem reduzir complicações sistêmicas em pacientes críticos.
Mediante ao exposto, também, buscou-se avaliar a relação entre doença periodontal e desenvolvimento de pneumonia nosocomial em pacientes internados em UTI.
Este trabalho consistiu em uma revisão de literatura voltada à análise de produções acadêmicas disponíveis em bases de dados e plataformas digitais, como Google Acadêmico, SciELO, LILACS e PubMed, publicados em português e inglês entre os anos de 2015 e 2025, com o objetivo de reunir e examinar contribuições teóricas e científicas relevantes sobre a relação entre doença periodontal e o desenvolvimento de pneumonia nosocomial em pacientes internados em UTI.
Os critérios de inclusão contemplaram a relevância temática relacionada à doença periodontal e pneumonia nosocomial, disponibilidade integral do texto, clareza nos objetivos e resultados apresentados, além de rigor metodológico, priorizando publicações que oferecessem evidências sobre a associação entre patógenos orais e pneumonia, eficácia de protocolos de higiene bucal em UTIs. Foram excluídos trabalhos duplicados, incompletos, que não tratassem especificamente de saúde bucal em pacientes críticos ou da prevenção de infecções respiratórias hospitalares, ou que não apresentassem dados ou discussões aplicáveis ao contexto clínico de UTIs.
Enfim, buscou integrar os achados, destacando a importância da saúde periodontal na redução do risco de pneumonia nosocomial e as implicações para a prática clínica hospitalar.
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 Doença periodontal
A doença periodontal é uma condição inflamatória crônica que acomete os tecidos de suporte dos dentes, incluindo a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar. Essa enfermidade apresenta uma ampla prevalência na população mundial e pode comprometer significativamente a função mastigatória e a estética dental, afetando a qualidade de vida dos indivíduos. Esta condição é geralmente classificada em duas formas principais: a gengivite e a periodontite. Sendo que, a gengivite caracteriza-se pela inflamação restrita à gengiva, sem envolvimento do osso subjacente, sendo reversível quando tratada adequadamente. Já a periodontite é uma forma mais grave, na qual ocorre destruição progressiva do ligamento periodontal e do osso alveolar, podendo resultar em mobilidade dentária, recessão gengival e, eventualmente, perda dentária (SOUSA & OLIVEIRA, 2021).
Os fatores etiológicos da doença periodontal estão intimamente relacionados à presença de biofilme dental, uma camada complexa de micro-organismos que se adere às superfícies dentárias e gengivais, sendo a sua progressão e severidade dependentes da dinâmica desse biofilme, dos fatores genéticos, imunológicos, inflamatórios e ambientais (MEDEIROS, 2019).
A composição microbiana do biofilme é influenciada pelos hábitos cotidianos, pelo ambiente e por outros fatores como doenças sistêmicas, imunossupressão, tabagismo, diabete não compensada (SALLA, 2020)
Entre os microrganismos predominantes, destacam-se bactérias gram-negativas anaeróbias, como Pseudomonas aeruginosa e enterobactérias que estão mais comumente envolvidas em casos de pneumonia nosocomial. Além disso, fatores como predisposição genética, hábitos de higiene oral inadequados, tabagismo, dieta e condições sistêmicas, como diabetes mellitus, podem agravar a condição e aumentar a suscetibilidade à progressão da doença periodontal (RORIS et al., 2015).
Além dos efeitos locais na cavidade oral, a doença periodontal tem sido associada a diversas consequências sistêmicas significativas, como a inflamação crônica. A presença contínua de microrganismos periodontopatogênicos podem contribuir para a disseminação de bactérias e mediadores inflamatórios para outras partes do corpo (LUÕS et al., 2016).
Os autores supracitados, ainda ressaltam as relações entre doença periodontal com o aumento do risco de doenças cardiovasculares, complicações metabólicas, como diabetes mellitus, condições obstétricas adversas, e infecções respiratórias, incluindo pneumonia, especialmente em indivíduos hospitalizados ou imunocomprometidos. Dessa forma, a saúde periodontal é reconhecida como um componente crítico da saúde geral, destacando a importância de medidas preventivas, de diagnóstico precoce e de intervenções terapêuticas eficazes para reduzir não apenas os impactos locais, mas também as repercussões sistêmicas dessa condição.
A deteção precoce da periodontite é um dos fatores mais importantes a ser considerado no sucesso terapêutico (Ghallab, 2018). O tratamento compreende debridamento mecânico e posteriormente, terapia periodontal de suporte com medidas preventivas, como uma correta escovação e higienização bucal (Malheiros et al., 2019).
2.2 Pneumonia nosocomial
A Pneumonia Nosocomial, também denominada Pneumonia Hospitalar, é uma infecção pulmonar adquirida durante a internação hospitalar, que não estava presente ou incubando no momento da admissão do paciente, que surge 48 horas ou mais após a internação. Sendo caracterizada por sinais clínicos e radiológicos de infecção, como febre, tosse, secreção purulenta, leucocitose e infiltrados pulmonares evidenciados em radiografia ou tomografia de tórax (DIAS et al., 2025).
A fisiopatologia da pneumonia nosocomial se inicia com a colonização das vias aéreas (orofaringe, trato respiratório superior e dispositivos invasivos) por microrganismos hospitalares, seguida de microaspiração destes colonizadores para o parênquima pulmonar. Em pacientes com intubação, a formação de biofilme na cânula traqueal e o fluxo contínuo de secreções facilitam a translocação bacteriana. (HOWROYD et al., 2024).
O diagnóstico clínico é frequentemente complementado por exames microbiológicos, como cultura de escarro ou aspirado traqueal, especialmente em pacientes internados em UTI, onde a vigilância é mais rigorosa (DIAS et al., 2025).
Diversos fatores de risco contribuem para o desenvolvimento da Pneumonia Nosocomial, especialmente em pacientes críticos ou submetidos a métodos como intubação ou ventilação mecânica (CAGNANI et al., 2016).
Os referidos autores ainda afirmam que a ventilação mecânica é um dos principais determinantes, uma vez que o tubo endotraqueal facilita a aspiração de secreções orofaríngeas contaminadas diretamente para os pulmões. Outrossim, a imunossupressão, decorrente de doenças crônicas, uso de medicamentos imunossupressores ou condições agudas graves, reduz a capacidade do organismo de combater patógenos oportunistas, aumentando a susceptibilidade à infecção. Além disso, a aspiração orofaríngea, comum em pacientes com consciência reduzida ou reflexos de deglutição comprometidos, permite a entrada de microrganismos presentes na cavidade oral e orofaríngea no trato respiratório inferior.
A Pneumonia Nosocomial possui impacto significativo na morbidade e mortalidade de pacientes críticos, sendo uma das principais complicações em UTIs. Pacientes que desenvolvem essa condição frequentemente apresentam prolongamento do tempo de internação, necessidade aumentada de ventilação mecânica e maior consumo de recursos hospitalares. Também foram ressaltados que há estudos demonstram que a mortalidade pode ser elevada, especialmente quando a infecção é causada por microrganismos multirresistentes ou quando há atraso no diagnóstico e tratamento adequado. Dessa forma, a pneumonia nosocomial representa um desafio relevante para a saúde pública e a prática clínica, reforçando a importância de medidas preventivas, monitoramento constante e protocolos rigorosos de cuidado, incluindo higiene bucal adequada, controle de dispositivos invasivos e estratégias de contenção de infecções (CARVALHO et al., 2018).
2.3 Associação entre Doença Periodontal e Pneumonia Nosocomial
A associação entre Doença Periodontal e Pneumonia Nosocomial tem sido cada vez mais evidenciada na literatura científica, especialmente em pacientes críticos internados em unidades de terapia intensiva (BARROS, 2022).
O mesmo autor afirma que os mecanismos envolvidos nessa relação incluem a translocação bacteriana da cavidade bucal para o trato respiratório inferior. A boca, ao atuar como reservatório de microrganismos patogênicos, pode permitir que bactérias periodontopatogênicas sejam aspiradas para os pulmões, especialmente em pacientes com reflexos de deglutição comprometidos ou submetidos à ventilação mecânica. Esse processo facilita a colonização das vias respiratórias inferiores, contribuindo para o desenvolvimento de infecções respiratórias graves.
Diversos estudos demonstraram que a presença de doença periodontal aumenta significativamente o risco de pneumonia nosocomial. Além disso, pacientes com higiene bucal deficiente apresentam maior prevalência de colonização por bactérias potencialmente patogênicas, como Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus e espécies de Enterobacteriaceae, que podem migrar para os pulmões (ALVES et al., 2018).
Os mesmos autores indicam que indivíduos internados em UTI com periodontite apresentam taxas mais elevadas de infecção respiratória em comparação àqueles com saúde periodontal preservada. Além disso, protocolos que envolvem a avaliação odontológica e cuidados preventivos na UTI mostraram redução na incidência de pneumonia associada à ventilação mecânica.
Carvalho et al. (2018) apontaram que indivíduos com higiene bucal deficiente ou com periodontite apresentaram maior colonização de microrganismos patogênicos na cavidade oral, os quais foram identificados posteriormente em infecções respiratórias adquiridas durante a internação. Observou-se que a ventilação mecânica, a imunossupressão e a aspiração orofaríngea foram fatores que potencializaram essa associação, facilitando a translocação bacteriana para os pulmões.
A higiene bucal adequada desempenha um papel central na prevenção de infecções respiratórias em pacientes hospitalizados. Procedimentos como escovação regular dos dentes, uso de antissépticos orais e limpeza da língua e mucosas reduzem a carga bacteriana na cavidade oral, diminuindo o risco de aspiração de patógenos para os pulmões. A implementação de protocolos de cuidado oral em UTIs, conduzidos por profissionais capacitados, demonstra resultados positivos na redução de pneumonia nosocomial, prolongamento da sobrevida e diminuição do tempo de internação. Dessa forma, a manutenção da saúde periodontal não apenas preserva a cavidade bucal, mas também representa uma estratégia efetiva para reduzir complicações sistêmicas graves em pacientes críticos (ABREU, 2020).
Cagnani et al. (2016) mostraram que a implementação dessas medidas também traz impacto positivo na redução de complicações associadas à ventilação mecânica, corroborando a importância da abordagem multidisciplinar na prevenção de infecções respiratórias hospitalares.
Desta forma, os resultados indicam que a doença periodontal desempenha papel relevante como fator de risco para pneumonia nosocomial, evidenciando que a atenção à saúde bucal deve ser considerada uma estratégia preventiva eficaz em ambientes hospitalares, que por sua vez reforça a necessidade de protocolos padronizados de cuidado oral em UTIs, a fim de reduzir a morbidade e mortalidade de pacientes críticos e melhorar a qualidade do cuidado hospitalar de forma geral (DIAS et al., 2025).
Estudos recentes mostram que as intervenções mais eficazes combinam escovagem suave dos dentes e língua com utilização diária de solução antisséptica, como clorexidina (0,12 % a 2 %), além de lubrificação labial para compensar a xerostomia nesses pacientes (KANAMORI et al., 2025).
Outro estudo também mostrou que, em unidades de terapia intensiva, um protocolo de higiene bucal eficaz deve começar por uma avaliação oral padronizada na admissão e documentação do estado bucal, seguida de remoção mecânica do biofilme (escovagem suave com escova de cerdas macias ou uso de gaze umedecida) em dentes, mucosas e superfície do tubo orotraqueal, hidratação e lubrificação labial rotineiras e registro das intervenções; a frequência prática recomendada é a cada 8 horas ou a cada turno, com treinamento da equipe e monitorização da adesão do procedimento (MOHAMMAD et al., 2024).
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Constatou-se que a doença periodontal representa um importante fator de risco para o desenvolvimento de pneumonia nosocomial em pacientes internados em UTI, devido a cavidade oral atuar como reservatório de microrganismos patogênicos, contribui para a colonização das vias respiratórias inferiores, especialmente em indivíduos submetidos à ventilação mecânica ou com imunidade comprometida (BARROS, 2022).
Estudos analisados demonstraram que a presença de periodontite e higiene bucal inadequada está associada a maior incidência de infecções respiratórias, aumento do tempo de internação e maior morbidade e mortalidade em pacientes críticos. Comprovou-se também, que a implementação de protocolos de higiene bucal sistemáticos, realizados por equipes multidisciplinares e envolvendo cirurgiões-dentistas, apresenta impacto positivo na prevenção de complicações respiratórias, especialmente em pacientes com ventilação mecânica (ABREU, 2020).
Logo, a associação entre doença periodontal e pneumonia nosocomial evidencia a necessidade de estratégias preventivas consistentes em UTIs, enfatizando o papel do cirurgião-dentista na equipe de cuidado ao paciente crítico. Além disso, os resultados apontam para a importância de novas pesquisas que aprofundem o conhecimento sobre os mecanismos de translocação bacteriana e sobre protocolos de cuidado oral mais eficazes, contribuindo para a redução de complicações hospitalares e para a melhoria da qualidade do atendimento em saúde.
4. REFERÊNCIAS
ABREU, C. A Prevalência da Pneumonia Nosocomial e a sua relação com a Doença Periodontal: Revisão Narrativa. Tese (Dissertação) – mestrado em medicina dentária, Universidade Fernando Pessoa, Porto, 51 f. 2020. Disponível em: http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-40122016000200019. Acesso em: 26/10/2025
ALVES, M. et al. Pneumonia nosocomial associada ao biofilme dental. Revista Saberes Acadêmicos, p. 18-36, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1679-45082015RW2980. Acesso em: 26/10/2025
BARROS, R. Pneumonia nosocomial e a importância dos cuidados bucais em pacientes sob terapia intensiva: uma revisão integrativa. Tese (Dissertação) – Graduação em Odontologia, Universidade Federal de Maranhão, São Luís, 35 f. 2022. Disponível em: https://monografias.ufma.br/jspui/bitstream/123456789/6162/1/RAILSONSERRABARROS.pdf. Acesso em: 25/10/2025
CARVALHO, P.; ROTBLAND, M. NOGUEIRA, A. A doença periodontal como fator de risco para a pneumonia nosocomial. Revista fluminense de odontologia. n. 48, p. 1-11, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.22409/ijosd.v2i48.377. Acesso em: 20/10/2025
CAGNANI, A. et al. Periodontal disease as a risk factor for aspiration pneumonia: a systematic review. Bioscience Journal, Uberlândia, MG, v. 32, n. 3, p. 813–821, 2016. Disponível em: https://10.14393/bj-v32n3a2016-33210. Acesso em: 20/10/2025
DIAS, A. et al. A relação da doença periodontal com a pneumonia nosocomial. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. v. 7, n. 9, p. 619-629, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n9p619-629. Acesso em: 22/10/2025
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