REGANHO DE PESO APÓS A CIRURGIA BARIÁTRICA: PREVALÊNCIA, FATORES ASSOCIADOS E ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511191634


Luan Facttore Brendolan
Felipe Souza Criado
Lucas Claro Duran
Alanna Silva Albuquerque
Eduardo Calheiros Biscaia
Taynara Tavares dos Santos
Amanda Oliva Spaziani


Resumo: : A cirurgia bariátrica é considerada uma das abordagens mais eficazes para o tratamento da obesidade grave e suas comorbidades. No entanto, uma parcela significativa dos pacientes apresenta reganho de peso (RP) após o período inicial de perda ponderal, fenômeno que compromete os resultados metabólicos e psicossociais alcançados. Objetivo: Este estudo teve como objetivo revisar a literatura recente sobre prevalência, fatores associados e estratégias de prevenção e tratamento do RP após cirurgia bariátrica. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa com base em artigos publicados entre 2018 e 2025 nas bases PubMed, SciELO e ScienceDirect. Resultados: Os resultados mostram que o RP ocorre em até 70% dos pacientes em cinco anos, dependendo da técnica cirúrgica e da definição empregada. Os principais fatores associados incluem alterações anatômicas, comportamentais, metabólicas e psicossociais, destacando-se a dilatação do reservatório gástrico, a falta de adesão ao seguimento nutricional e o comer emocional. Intervenções eficazes envolvem acompanhamento multidisciplinar contínuo, farmacoterapia adjuvante e, em casos selecionados, revisão cirúrgica. Conclusão: Conclui-se que o RP é um fenômeno multifatorial que requer abordagem integral e prolongada, reforçando o caráter crônico da obesidade e a necessidade de programas estruturados de seguimento pós-operatório.

Palavras-chave: Cirurgia bariátrica; Reganho de peso; Obesidade; Seguimento pós-operatório; Intervenção multidisciplinar.

INTRODUÇÃO

A obesidade configura-se como uma enfermidade crônica, multifatorial e de alta prevalência, caracterizada pelo acúmulo excessivo e anormal de tecido adiposo, resultante de um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto energético. Tal condição associa-se a um risco aumentado para diversas enfermidades crônicas não transmissíveis, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemias, apneia obstrutiva do sono, osteoartrite e distintos tipos de neoplasias malignas (DE SOUSA NETA, 2022). Além dos impactos fisiológicos, a obesidade acarreta consequências psicológicas e sociais expressivas, como estigmatização, isolamento e redução da qualidade de vida (DE SOUSA NETA, 2022). 

Dentre as modalidades terapêuticas disponíveis, a cirurgia bariátrica consolidou-se, nas últimas décadas, como o método mais eficaz para a obtenção de perda ponderal significativa e sustentada, bem como para a remissão ou controle de comorbidades metabólicas. No contexto brasileiro, observa-se uma expansão notável do número de procedimentos realizados: em 2020, aproximadamente 40 mil cirurgias foram registradas, enquanto em 2023 esse número ultrapassou 70 mil, evidenciando a crescente demanda e o reconhecimento da efetividade da intervenção (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA – SBCBM, 2024).

Todavia, a manutenção do peso corporal a longo prazo representa um desafio clínico relevante. O fenômeno denominado reganho de peso (RP), definido em geral como o aumento de 10% ou mais do peso mínimo alcançado após o procedimento cirúrgico, tem sido documentado em 20% a 70% dos pacientes, dependendo do tipo de técnica cirúrgica, do tempo de acompanhamento e de fatores individuais e comportamentais. Esse evento pode culminar no reaparecimento de doenças previamente controladas, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, além de repercussões psicossociais, incluindo frustração, sentimento de culpa e episódios depressivos. (VELAPATI et al., 2018).

Compreender os mecanismos do RP é fundamental para a prática clínica, pois a obesidade persiste como condição crônica, exigindo cuidado contínuo. Este estudo propõe uma revisão abrangente sobre o tema, ressaltando a importância do seguimento multidisciplinar e de intervenções integradas. Compreender os determinantes fisiológicos, comportamentais e ambientais que contribuem para o reganho de peso é imprescindível para o aprimoramento das estratégias de cuidado. Nesse sentido, reconhece-se que a obesidade, mesmo após a intervenção cirúrgica, permanece como condição crônica e recidivante, exigindo seguimento contínuo, monitoramento clínico e suporte interdisciplinar. Assim, o presente estudo propõe uma revisão abrangente sobre o tema, enfatizando a relevância do acompanhamento multiprofissional e da adoção de medidas terapêuticas integradas e sustentáveis no manejo do paciente bariátrico (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA – SBCBM, 2024)

OBJETIVO

Analisar a prevalência, os fatores associados e as estratégias de intervenção no reganho de peso após a cirurgia bariátrica.

METODOLOGIA

O presente estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, delineada com o propósito de reunir, analisar criticamente e sintetizar o conhecimento científico disponível acerca do fenômeno do reganho de peso após a cirurgia bariátrica. A pesquisa contemplou publicações compreendidas no período de 2018 a 2025, redigidas nos idiomas português e inglês, e disponíveis nas bases de dados PubMed, SciELO, LILACS e ScienceDirect.

Para a busca bibliográfica, foram empregados os descritores controlados e não controlados “reganho de peso”, “cirurgia bariátrica”, “weight regain”, “bariatric surgery” e “follow-up”, combinados por meio dos operadores booleanos AND e OR, conforme as normas dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH).

Foram incluídos artigos originais, revisões sistemáticas, meta-análises e estudos observacionais que investigaram pacientes submetidos a técnicas cirúrgicas como bypass gástrico em Y de Roux (RYGB), gastrectomia vertical (sleeve) ou banda gástrica ajustável, desde que apresentassem acompanhamento mínimo de 12 meses no período pós-operatório e mantivessem avaliação da razão de prevalência (RP) ou parâmetros equivalentes.

Foram excluídos relatos de caso, editoriais, estudos sem rigor metodológico definido, duplicados e publicações anteriores a 2018. Reconhece-se que a heterogeneidade das definições de reganho ponderal, dos métodos de aferição e das técnicas cirúrgicas analisadas constitui uma limitação à comparabilidade entre os estudos incluídos.

Por tratar-se de uma revisão integrativa, não foi realizada análise estatística de natureza meta-analítica, restringindo-se a abordagem à sistematização qualitativa e interpretativa dos achados científicos disponíveis.

RESULTADOS

A amostra final foi composta por dez artigos científicos, dos quais foram extraídos dados referentes à prevalência do reganho de peso, fatores de risco associados, tempo médio para ocorrência do RP e condutas terapêuticas empregadas. Os resultados obtidos foram organizados e analisados de forma descritiva, sendo posteriormente agrupados em três categorias temáticas principais: prevalência, fatores associados e estratégias de intervenção e acompanhamento clínico.

Prevalência do reganho de peso.

Tabela 1 – Prevalência e fatores associados ao reganho de peso após cirurgia bariátrica.

Técnica cirúrgicaPrevalência de reganho de peso (2018–2025)*Principais fatores associadosObservações
Bypass gástrico em Y-de-Roux (RYGB)20%–70%, conforme definição utilizada (≥10% do peso recuperado, ≥25% do peso desde o nadir, ou perda de >10 pontos de %EWL). Estudos longitudinais indicam 23–51% entre 1º e 5º ano e até 69% em seguimentos >7 anos.IMC pré-operatório elevado; tempo >3–5 anos; dilatação da bolsa ou anastomose; dieta hipercalórica; baixa adesão ao seguimento multiprofissional; transtornos alimentares; sedentarismo; fatores psicológicos.Técnica com maior impacto metabólico, porém com tendência a reganho tardio; revisões endoscópicas podem ser eficazes em casos anatômicos.
Sleeve gastrectomy (SG)20%–76% entre 3º e 6º ano; falha ou recidiva ponderal em 27–30%; necessidade de revisão em >20% por reganho ou refluxo.Dilatação do tubo gástrico; refluxo gastroesofágico; padrão alimentar inadequado; sexo masculino; IMC inicial alto; baixa adesão nutricional; comorbidades psiquiátricas.
Técnica mais realizada mundialmente; parte do reganho é anatômica (dilatação) e parte comportamental; conversão para RYGB frequente.
Banda gástrica ajustável40%–75% em seguimentos prolongados; alta taxa de conversão por reganho ou complicações.Ajustes inadequados; migração da banda; ausência de efeito hormonal; adesão alimentar irregular; “beliscar” frequente; tempo >5–10 anos.

Resultados de perda ponderal menos duradouros; muitos pacientes convertidos para outras técnicas.
Revisões cirúrgicas (reoperações/conversões)Reganho ou perda insuficiente como principal indicação (≈20% após SG). Após revisão, novo reganho em 10–30% conforme técnica e seguimento.Reganho pós-procedimento primário; fatores anatômicos não corrigidos; manutenção de hábitos inadequados; falta de acompanhamento multidisciplinar.Melhores resultados quando há componente anatômico predominante; casos comportamentais exigem terapia clínica e suporte multiprofissional.

Fonte: Elaborado pelos autores com base em ( VELAPATI et al., 2018) e  (SBCBM 2024).

Fatores associados 

Sob o ponto de vista anatômico e cirúrgico, o reganho ponderal pode decorrer de alterações estruturais no trato gastrointestinal, especialmente da dilatação progressiva do reservatório gástrico ou do alongamento do tubo gástrico ao longo dos anos, o que reduz o efeito restritivo da cirurgia e favorece o aumento da ingestão calórica. Em procedimentos do tipo gastrectomia vertical (sleeve gástrico), o aumento do volume residual do estômago e a perda da angulação inicial estão fortemente correlacionados ao risco de recuperação ponderal significativa. Além disso, fístulas gastro-gástricas ou reconexões inadvertidas do trânsito intestinal podem comprometer parte do efeito metabólico da cirurgia, diminuindo a secreção de incretinas e o impacto sobre o metabolismo glicídico (HEISS et al., 2021), (CORDEIRO et al., 2025).

Sob a perspectiva comportamental e psicossocial, o padrão alimentar denominado “grazing” — caracterizado pela ingestão repetida e contínua de pequenas porções de alimentos ao longo do dia — é relatado em até 47% dos pacientes que apresentam reganho de peso. Fatores emocionais como ansiedade, depressão pós-cirúrgica, baixa autoestima e uso de alimentos como mecanismo compensatório exercem influência significativa na reincidência da obesidade. A inatividade física, o abandono do acompanhamento multiprofissional e a redução da adesão ao plano nutricional e psicológico configuram-se como preditores independentes de insucesso terapêutico (HEISS et al., 2021) 

Do ponto de vista endócrino e metabólico, observa-se, após a perda ponderal substancial, um fenômeno de adaptação metabólica, caracterizado pela redução do gasto energético basal e por alterações hormonais que favorecem o retorno do peso corporal. Há elevação compensatória dos níveis de grelina, hormônio orexígeno, e redução dos peptídeos anorexígenos, como o peptídeo YY (PYY) e o glucagon-like peptide-1 (GLP-1), resultando em aumento do apetite e da ingestão alimentar (FOTHERGILL et al., 2020). Evidências recentes também apontam para o papel da disbiose intestinal e da resistência leptínica persistente como fatores contribuintes adicionais no processo de reganho de peso, mesmo em pacientes com boa adesão ao acompanhamento pós-operatório (HEISS et al., 2021) , (MOUSFI et al, 2025).

Estratégias de Intervenção

As estratégias de manejo do reganho de peso (RP) após a cirurgia bariátrica devem ser individualizadas e baseadas em avaliação clínica, anatômica, nutricional e comportamental abrangente. Inicialmente, recomenda-se a reavaliação anatômica do trato gastrointestinal por meio de exames como endoscopia digestiva alta ou tomografia computadorizada, a fim de identificar dilatações do reservatório gástrico, estoma alargado ou alterações estruturais que possam comprometer o efeito restritivo do procedimento. Nessas situações, podem ser consideradas intervenções endoscópicas ou cirúrgicas de revisão, como a sutura endoscópica do estoma (Transoral Outlet Reduction – TORe) ou o “re-sleeve” gástrico, as quais demonstraram eficácia na obtenção de nova perda ponderal de 10 a 15% do peso corporal inicial (ESPINET-COLL et al., 2018).

No contexto farmacoterápico, a utilização de agonistas do receptor de GLP-1, como liraglutida e semaglutida, tem se mostrado uma alternativa adjuvante promissora. Evidências recentes indicam redução média de 6 a 10% do peso corporal em seis meses entre pacientes submetidos previamente à cirurgia bariátrica, com boa tolerabilidade e melhora dos parâmetros metabólicos Outros agentes em investigação, como tirzepatida e fentermina-topiramato, também vêm sendo explorados em protocolos clínicos específicos, sob rigorosa supervisão médica (MILAD et al., 2025) (ITO et al., 2025)

As intervenções psicológicas e comportamentais constituem componente essencial do tratamento. A terapia cognitivo-comportamental (TCC), associada a grupos de apoio multiprofissional, tem demonstrado eficácia significativa na melhora da adesão ao plano alimentar, na modificação de padrões alimentares disfuncionais e na redução do risco de recidiva do peso Ademais, o acompanhamento multiprofissional contínuo, envolvendo equipe composta por médico, nutricionista, psicólogo e educador físico, é indispensável para a manutenção dos resultados a longo prazo e para a consolidação de hábitos saudáveis e sustentáveis (ESPINET-COLL et al., 2018).

DISCUSSÕES 

O reganho de peso (RP) após a cirurgia bariátrica constitui um fenômeno frequente, multifatorial e recorrente, que desafia a eficácia a longo prazo dos procedimentos cirúrgicos. Embora a perda ponderal inicial seja expressiva, o organismo tende a restabelecer sua homeostase energética, ativando mecanismos fisiológicos compensatórios de adaptação metabólica, os quais dificultam a manutenção do peso corporal reduzido (FOTHERGILL et al., 2020).

A ausência de uniformidade conceitual na definição de RP compromete a comparabilidade entre os estudos analisados. Alguns autores consideram reganho clinicamente relevante aquele superior a 10% do peso nadir, enquanto outros utilizam o parâmetro de 25% da perda total obtida (VELAPATI et al., 2018). Propõe-se, portanto, que o RP clinicamente significativo seja definido não apenas por critérios numéricos, mas sobretudo pela repercussão metabólica e funcional, incluindo piora da qualidade de vida e reemergência de comorbidades (MILAD et al., 2025).

É importante salientar que a cirurgia bariátrica atua predominantemente sobre o trato digestivo e mecanismos hormonais periféricos, sem modificar, de modo direto, os aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais relacionados à alimentação. Diversos estudos apontam o retorno de episódios de comer emocional, compulsão alimentar leve e descontrole ingestivo entre 18 e 36 meses após o procedimento. Assim, o acompanhamento psicológico contínuo deve ser considerado componente indispensável da equipe bariátrica, atuando tanto na prevenção quanto na intervenção precoce dos comportamentos alimentares disfuncionais (FOTHERGILL et al., 2020).

No campo farmacoterápico, fármacos como semaglutida e tirzepatida vêm demonstrando resultados promissores, com reduções adicionais de 10 a 15% do peso corporal, especialmente em pacientes com resposta subótima à intervenção cirúrgica isolada. Entretanto, o uso dessas terapias deve ser individualizado, monitorado e sempre associado à reeducação alimentar e suporte multiprofissional (MILAD et al., 2025).

Por sua vez, procedimentos endoscópicos e cirúrgicos revisionais, como o Transoral Outlet Reduction (TORe) e o re-sleeve gástrico, oferecem alternativas menos invasivas em casos de falhas anatômicas comprovadas. Todavia, o sucesso dessas intervenções depende de múltiplos fatores, incluindo o perfil metabólico do paciente, o tipo de técnica inicial e, principalmente, o grau de adesão às medidas de acompanhamento pós-operatório (ESPINET-COLL et al., 2018).

Evidencia-se, portanto, que o sucesso terapêutico de longo prazo na cirurgia bariátrica depende da integração entre cirurgia, nutrição, psicologia, fisiologia do exercício e endocrinologia. Programas de seguimento estruturado e contínuo são capazes de reduzir em até 30% o risco de reganho ponderal e de otimizar os resultados clínicos e metabólicos. Dessa forma, o acompanhamento deve ser vitalício, com avaliações periódicas, idealmente semestrais após o segundo ano pós-operatório, conforme preconizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM, 2024).

CONCLUSÕES

O reganho de peso (RP) após a cirurgia bariátrica configura-se como um fenômeno de alta prevalência, natureza multifatorial e relevância clínica crescente, capaz de comprometer significativamente os benefícios metabólicos e psicossociais decorrentes da perda ponderal inicial. Sua prevenção e manejo demandam uma abordagem abrangente, centrada no paciente, que contemple educação contínua, monitoramento sistemático e intervenções interdisciplinares integradas ao longo do tempo.

Os principais fatores associados identificados nesta revisão incluem falhas anatômicas e técnicas, alterações comportamentais e alimentares, adaptação metabólica compensatória e determinantes psicológicos e emocionais. A literatura aponta que estratégias de intervenção eficazes envolvem a reavaliação anatômica precoce, o suporte nutricional e psicológico contínuo, o uso criterioso de farmacoterapia adjuvante (como agonistas de GLP-1 e análogos de incretinas), bem como a adoção de programas estruturados de acompanhamento multiprofissional.

Recomenda-se que os centros bariátricos brasileiros implementem protocolos padronizados de seguimento de longo prazo, com avaliações periódicas e enfoque na prevenção secundária do RP. Ademais, pesquisas futuras devem buscar uniformizar os critérios diagnósticos de reganho de peso, validar indicadores clínicos de impacto metabólico e explorar o potencial de novas terapias farmacológicas e tecnologias digitais de monitoramento remoto para aprimorar a adesão e os resultados a longo prazo. Dessa forma, o enfrentamento do RP deve ser compreendido como parte essencial do cuidado crônico e contínuo da obesidade, em consonância com os princípios da medicina integrativa e baseada em evidências.

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