REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202511181612
Monique Canelhas¹
Isabela Menegassi Ramos²
RESUMO
INTRODUÇÃO: As Doenças Cardiovasculares representam a principal causa de morte no mundo, totalizando cerca de 31% dos óbitos globais. No Brasil, as doenças isquêmicas do coração e o Acidente Vascular Cerebral somam aproximadamente 35% das mortes totais. Entre os tratamentos para doenças cardiovasculares graves, destacam-se as cirurgias cardíacas, como a revascularização miocárdica e a substituição valvar, que, embora eficazes, estão associadas a complicações pós-operatórias significativas, como infecção, sangramentos, arritmias e insuficiência renal. Nesse cenário de alta morbidade e mortalidade pós-operatória, a mobilização precoce surge como a intervenção para acelerar a recuperação, sendo o diferencial que reduz complicações graves e pode reverter a progressão da debilidade. A reabilitação cardíaca é, portanto, essencial na Fase I pós-operatória. O pilar desta fase é a mobilização precoce , iniciada de forma gradual e supervisionada nas primeiras 24 a 48 horas que reduz complicações e o tempo de internação hospitalar. OBJETIVO: O objetivo deste estudo é avaliar a eficácia da fisioterapia na Fase I da reabilitação pós-cirurgia cardíaca, focando em protocolos de mobilização precoce, e explorar perspectivas futuras para otimizar a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes. METODOLOGIA: O estudo foi conduzido como uma revisão integrativa da literatura. A busca foi realizada nas bases de dados PUBMED, Cochrane Library e BVS. Foram selecionados sete artigos que investigaram a reabilitação cardíaca na Fase I e que abordavam exclusivamente cirurgias cardíacas realizadas por esternotomia mediana. CONCLUSÃO: A literatura demonstra consistentemente que a reabilitação cardíaca iniciada precocemente é uma intervenção segura e altamente eficaz. Os protocolos de RC precoce proporcionam benefícios funcionais expressivos, destacando-se a redução significativa do tempo de internação hospitalar e a melhora da força muscular, da capacidade física e da autonomia nas atividades de vida diária. Esses resultados reforçam a importância de priorizar a funcionalidade como objetivo central durante a internação. Contudo, ainda há uma grande heterogeneidade nos protocolos analisados e a ausência de avaliações individualizadas para a prescrição segura de cargas e séries. Torna-se essencial o desenvolvimento de novas pesquisas para estabelecer parâmetros claros e individualizados para a prescrição de exercícios na Fase I pós-cirurgia cardíaca.
Palavras-chave: Cirurgia Torácica; Reabilitação cardíaca; Hospital.
INTRODUÇÃO
As doenças cardiovasculares (DCV) englobam uma variedade de condições que afetam o coração e os vasos sanguíneos, sendo as mais prevalentes a doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, arritmias e as doenças valvulares cardíacas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (WHO, 2023), as DCVs representam a principal causa de morte no mundo, sendo responsáveis por aproximadamente 31% das mortes globais, ou seja, mais de 18 milhões de óbitos anuais. No Brasil, as doenças isquêmicas do coração e o acidente vascular cerebral (AVC) são as principais causas de morte, representando cerca de 35% das mortes totais (Ministério da Saúde, 2021).
Entre os tratamentos para as DCVs, destacam-se as cirurgias cardíacas de revascularização miocárdica e substituição valvar, que são amplamente realizadas em pacientes com doenças coronarianas graves e disfunções valvulares, respectivamente. A cirurgia de revascularização miocárdica (RCM), comumente realizada através da técnica de bypass coronário, visa restaurar o fluxo sanguíneo para o coração, aliviando os sintomas e melhorando a função cardíaca (Mack et al., 2023). Já a troca valvar é indicada para pacientes com estenose ou insuficiência de válvulas cardíacas, condições que comprometem a função do coração e podem levar à insuficiência cardíaca. A cirurgia de substituição de válvula pode ser realizada através de métodos tradicionais (cirurgia aberta) ou de técnicas menos invasivas, como a troca valvar transcateter (TAVR), que tem se tornado cada vez mais popular, principalmente em pacientes de alto risco cirúrgico. (URENA et al., 2021).
No entanto, esses procedimentos, embora eficazes, estão associados a uma série de complicações pós-operatórias, como infecção, sangramentos, arritmias e insuficiência renal, que podem impactar significativamente a recuperação do paciente (LIMA et al., 2021).
A reabilitação cardíaca desempenha um papel essencial na recuperação dos pacientes submetidos a essas cirurgias, especialmente na fase I pós-operatória, que é caracterizada pelo período imediato de internação e os primeiros dias após a cirurgia. Um dos pilares dessa reabilitação é a mobilização precoce, que visa a movimentação do paciente logo após o procedimento cirúrgico, de maneira gradual e supervisionada. Estudos demonstram que a mobilização precoce, realizada dentro das primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia, é crucial para reduzir o risco de complicações pulmonares, como atelectasia e pneumonia, e também para prevenir a trombose venosa profunda (TVP), uma complicação comum em pacientes imobilizados por longos períodos (CORDERO et, al 2022). Além disso, a mobilização precoce melhora a circulação sanguínea, promove a oxigenação tecidual e ajuda na recuperação da força muscular, fatores essenciais para a recuperação cardiovascular. Essa prática, aliada a um controle rigoroso das funções vitais, acelera o retorno à funcionalidade, reduzindo significativamente o tempo de hospitalização e a incidência de complicações pós-operatórias graves. A fisioterapia cardíaca, realizada nesse período, não apenas facilita a mobilização, também promove a prevenção de complicações pulmonares e trombose venosa profunda, além de proporcionar um melhor controle da pressão arterial e da frequência cardíaca (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FISIOTERAPIA CARDIORESPIRATÓRIA E FISIOTERAPIA INTENSIVA, 2019).
Neste contexto, a implementação de um protocolo de reabilitação fisioterapêutica na fase I da reabilitação deve ser cuidadosamente estruturada, considerando a condição clínica do paciente e a monitorização contínua dos sinais vitais, para garantir que a mobilização ocorra de forma progressiva, sem comprometer a estabilidade hemodinâmica do paciente. As atividades físicas iniciais devem incluir exercícios respiratórios, movimentação passiva e ativa leve, e alongamentos suaves, favorecendo a recuperação muscular e o aumento da oxigenação tecidual (Ministério da Saúde, 2021). Assim, o objetivo deste estudo é avaliar a eficácia da fisioterapia na fase I da reabilitação pós-cirurgia cardíaca, com um foco particular na implementação de protocolos de mobilização precoce, explorando as perspectivas futuras para melhorar a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes após a cirurgia cardíaca.
METODOLOGIA
O estudo presente trata-se de uma revisão integrativa da literatura, cujo a temática da pesquisa foi a análise dos protocolos de mobilização precoce em pacientes pós-operatórios de cirurgia cardíaca com esternotomia mediana.
A busca pelos artigos foi conduzida na base de dados National Institute of Heath (PUBMED), Cochrane Library e Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) no período de junho a julho de 2025. Foram utilizados os descritores com o operador booleano: Early ambulation and thoracic surgery; Thoracic surgery and Hospitals e Rehabilitation thoracic surgery and Hospitals, Rehabilitation.
A partir da questão norteadora de relevância para a saúde que foi: qual o protocolo de mobilização precoce ideal para reabilitação cardíaca em pacientes com cirurgia cardíaca aberta na fase I? Foram estabelecidas as normas de pesquisa do presente estudo, cujos critérios de inclusão foram: pesquisas que investigaram a reabilitação cardíaca na fase 1 e artigos que investigaram apenas cirurgias cardíacas com esternotomia mediana. Foram excluídos artigos que abordaram qualquer outro tipo de cirurgia torácica se não a cardíaca, aqueles que não iniciaram a reabilitação de forma precoce ou não definiram a data de início do protocolo, aqueles estudos cujo protocolo de reabilitação cardíaca não estava bem esclarecido no artigo ou aqueles estudos em que ainda estavam em andamento.
Na pesquisa realizada foram encontrados 239 artigos, sendo que 3 eram duplicados. Dos 236 artigos que ficaram, 211 foram excluídos ainda pelo título por abordarem qualquer outro tipo de cirurgia torácica (n= 191), cirurgia abdominal (n=17) ou por não serem cirurgia por esternotomia (n=3), restando 25 artigos. Destes, 11 artigos foram selecionados, sendo que 8 foram excluídos após leitura do resumo por não abordarem a reabilitação cardíaca na fase I e 3 por ainda estarem em fase de andamento do estudo. Após a leitura na íntegra, 4 artigos foram excluídos por não definirem detalhes do protocolo de reabilitação de acordo com os critérios do presente estudo (n=2), outro por iniciar a RC apenas na enfermaria de pós-operatório (n=1) e outro por não definir exatamente a data de início do protocolo de reabilitação (n=1) restando 7 artigos para o presente estudo.
Os dados extraídos para posterior análise foram: início da RC, tipo de intervenção realizada, variáveis analisadas e resultados apresentados.
Figura 1 – Fluxograma da metodologia

3. RESULTADOS
A amostra da pesquisa sistemática foi composta de sete artigos. O quadro 1 demonstra o protocolo realizado nos estudos e o quadro 2 os resultados e desfechos que cada autor encontrou.
Quadro 1- Protocolos utilizados nos estudos analisados



Quadro 2- Resultados e desfechos dos estudos avaliados





DISCUSSÃO
A RC após a cirurgia cardíaca tem se mostrado uma intervenção crucial para a recuperação dos pacientes, influenciando positivamente diversos desfechos clínicos.
Através da revisão realizada, foi possível observar que em grande parte dos estudos analisados a RC se inicia no 1° Dia Pós-Operatório (DPO). O estudo de Silva et al. (2024) afirma que, através de um protocolo muito bem estabelecido, a mobilização precoce é uma conduta viável e segura, mesmo em pacientes com uso de dreno subxifoide. Em seu estudo, os pacientes permaneceram com o dreno em média por 3 ± 1 dias, e a mobilização, que incluía sedestação, transferências para ortostatismo, treino de marcha e caminhada pela UTI, foi realizada com os drenos no local. Eles registraram uma incidência muito baixa de complicações (apenas 2 de 176 pacientes) relacionadas ao dreno durante ou após a mobilização. Já os estudos de Allahbakhshian et al. (2023) e Esmealy et al. (2022) descrevem protocolos de RC que se iniciaram após 6-8 horas da extubação. As intervenções incluíram a elevação da cabeceira até 30 ou 45 graus e a associação de exercícios de amplitude de movimento passiva e ativa. Os autores não relataram qualquer intercorrência quanto às condutas tomadas nesse primeiro momento. A mobilização precoce, de forma geral, tem sido demonstrada como segura e eficaz em pacientes pós-cirurgia cardíaca.
Diante da evidência de segurança e viabilidade da mobilização precoce, mesmo nas primeiras horas pós-extubação e mesmo com a presença de drenos é importante pensar na implementação de protocolos de fisioterapia que se iniciem precocemente em pacientes pós-cirurgia cardíaca, visando otimizar ainda mais a recuperação e minimizar complicações do pós-operatório.
Ao analisar os protocolos de mobilização precoce, a maioria dos estudos inicia-se com exercícios de mobilização passiva com evolução para a deambulação do paciente. No estudo de Xue et al. (2021) o grupo intervenção realizou exercícios de membros superiores (MMSS) e membros inferiores (MMII) na cama, sedestação à beira do leito, ortostatismo e caminhada. Os autores concluíram que a RC é eficaz na melhora da função física visto pela The Short Physical Performance Battery (SBBP), que ela se mantém mesmo após 6 meses da cirurgia e que essa melhora é um preditor significativo de menor taxa de mortalidade. Os autores também observaram que os pacientes do grupo intervenção tiveram melhora em atividades diárias através do aumento da distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos (TC6M). No estudo de Allahbakhshian et al. (2023), o grupo intervenção que era focado em exercícios motores realizaram desde exercícios passivos de MMSS e MMII, sedestação à beira do leito e posteriormente evoluíam para sedestação na cadeira e deambulação, concluíram que houve uma melhora mais acentuada da dor neste grupo em comparação aqueles que realizaram os exercícios respiratórios. Aquino et al (2021), em seu estudo, incrementaram em seu protocolo exercícios com cargas de 0,5 kg em cada MMII, realizando o movimento de flexo-extensão de joelho e flexão dos dedos com carga de 3,0 lb com dispositivo digi-flex®. Os autores afirmaram que, embora a capacidade funcional não tenha sido diretamente melhor no GC ou no GI, o exercício de resistência pode ser importante para prevenir fraqueza muscular e o desenvolvimento de trombose vascular. É importante enfatizar que este foi o único estudo em que os autores usaram cargas nos exercícios resistidos e que ela foi considerada uma alternativa segura para os pacientes.
Apesar do desfecho positivo aos exercícios que os autores descrevem, não foi observado na literatura encontrada, avaliações prévias que definam de forma individual as cargas e séries necessárias para prescrição do exercício com princípios de segurança e sobrecarga para a reabilitação do paciente.
Quanto a deambulação, observamos que Silva et al (2024), estabeleceu a caminhada progressiva. Já Xue et al (2021) definiu em seu protocolo que os pacientes caminhariam por 100 metros em um primeiro momento até atingirem 500 metros de distância. Allanhbakshian et al (2023) e Esmealy et al (2022) definiram que os participantes do estudo, caminhariam uma distância de 20 metros a depender de sua tolerância no grupo A e no grupo B realizam marcha estacionária, sendo finalizada ao completar 10 passos. Já no estudo de Cyelan et al (2024) o grupo A caminhou inicialmente por 2 minutos até atingir um tempo total de 6 minutos, conforme sua tolerância. Já o grupo B caminhou por até 5 minutos, também conforme tolerância do participante do estudo.
Apesar dos estudos citados terem demonstrado benefícios da caminhada associado aos outros exercícios motores que fazem parte dos protocolos, é visto que ainda há divergência na literatura sobre o tempo, distância ou intensidade estabelecida para o paciente caminhar.
É interessante salientar Ahmad et al (2024), associou ao treino convencional o cicloergômetro de MMII de forma precoce à beira do leito nos pacientes pós-operatório de cirurgia cardíaca com intensidades estabelecidas pelo BORG e com FC limitada de 10-20bpm acima da de repouso por 30 minutos de treinamento total, incluindo aquecimento e desaquecimento do exercício. Os autores observaram que a distância no TC6M foi maior no GI quando comparado ao GC, bem como o índice de Barthel e a capacidade vital forçada. Além disso, o tempo de internação foi menor no grupo intervenção. Ceylan et al (2024) também foi o único estudo que incrementou em seus protocolos exercícios funcionais como sentar e levantar da cadeira, caminhar para frente, para trás e para o lado, bem como subir em degraus, equilíbrio em uma perna e agachamento na parede. Os autores observaram que estas intervenções melhoram a atividade física, o equilíbrio e o estado funcional dos idosos após a cirurgia cardíaca.
Assim, tanto o cicloergômetro que é uma ferramenta de fácil acesso e baixo custo quanto o treino funcional se demonstram importantes na construção de uma estrutura de reabilitação cardíaca adequada a estes pacientes.
CONCLUSÃO
A literatura analisada demonstra de forma consistente que a RC iniciado de forma precoce é uma intervenção segura e eficaz, mesmo em pacientes ainda com o uso de drenos sub-xifoides. Os estudos citados reforçam que a mobilização precoce, incluindo sedestação, ortostatismo e deambulação podem ser realizadas de forma segura e controlada, com baixíssima incidência de complicações. Esses achados corroboram a viabilidade da atuação fisioterapêutica logo nas primeiras horas após a extubação, contribuindo para a redução de complicações pulmonares e musculoesqueléticas e favorecendo a recuperação global do paciente.
Além da segurança, os estudos revisados destacam benefícios funcionais expressivos proporcionados pela RC precoce, como a melhora da força muscular, da capacidade física e da autonomia nas atividades de vida diária. Protocolos que incluem exercícios passivos, ativos, resistidos e treino de marcha demonstraram impacto positivo em indicadores clínicos relevantes e com tempo de redução na internação hospitalar. Esses resultados reforçam a importância de priorizar a funcionalidade como um objetivo central do processo de reabilitação ainda durante a internação.
No entanto, observou-se grande heterogeneidade nos protocolos analisados quanto à prescrição de volume da RC, o que limita a comparação entre os estudos e dificulta a padronização de condutas baseadas em evidências. A ausência de avaliações individualizadas para a definição segura de cargas e séries ainda é uma lacuna importante na literatura. Torna-se, portanto, essencial o desenvolvimento de novas pesquisas que busquem estabelecer parâmetros claros e individualizados para a prescrição de exercícios durante o período hospitalar.
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¹Docente do curso superior de Fisioterapia da Faculdade de Americana (FAM), Mestre em Ciência médicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); e-mail: dramoniquecanelhasfisio@gmail.com
²Discente do curso de Fisioterapia da Faculdade de Americana (FAM), e-mail: isabela.menegassi@gmail.com
