PRODUTIVIDADE DE ALFAFA (MEDICAGO SATIVA L) AVALIADA EM QUATRO ÉPOCAS DE CORTE

ALFALFA (MEDICAGO SATIVA L) PRODUCTIVITY EVALUATED IN FOUR CUTTING SEASONS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202509210823


Gabriel Naves de Oliveira1; Édson da Silva Junior1; Stephanie Vicente de Bessa2; Elielton Olimpio da silva Junior2; Marcelo Carlos Ribeiro3; Aurélio Ferreira Melo4; Juracy Mendes Moreira5; Antônio Florentino de Lima Junior5; Fabiane Aparecida Silva6


Resumo

A alfafa (Medicago sativa L.) é uma planta pertencente a família Fabaceae, sendo originaria de países do Oriente Médio, seu cultivo é mais direcionado para pecuária, por apresentar um baixo custo de produção e excelente produção. O experimento foi desenvolvido no período de junho de 2024 a novembro do mesmo ano, na fazenda Goianésia no município de Santa Fé de Goiás-GO, onde quis-se estudar a produtividade (Kg/parcela) de uma variedade de alfafa onde foram testadas quatro épocas de corte (A, B, C e D), com intervalos de corte de 30 dias entre um e outro, foi utilizado o delineamento em blocos casualizados com 6 repetições. A variedade escolhida para o experimento foi a Medicago sativa L. por apresentar um porte de crescimento ereto com altura de até um metro, excelente digestão e paladar, bastante tolerante seca e ao frio. Como o valor de Fcal para tratamento (8,4706) supera o valor crítico no nível de 5% de probabilidade (3,02), ele é significativo nesse nível (P < 0,01), com isso rejeitamos a hipótese nula (H0), e concluímos que pelo menos duas épocas de corte apresentam efeitos diferentes na produtividade em Kg/parcela. Observamos pela análise de variância, que pelo menos duas épocas de corte de alfafa apresentaram produtividades (Kg/parcela) diferentes, ao nível de significância de 5% de probabilidade e ainda que a época de corte (A) de alfafa, apresenta maior produtividade (Kg/parcela), as demais épocas B, C, e D não diferiram significativamente entre sim pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Palavras chave: Forragicultura, Leguminosa, Pastejo

ABSTRACT

Alfalfa (Medicago sativa L.) is a plant belonging to the Fabaceae family, native to Middle Eastern countries. Its cultivation is primarily directed towards livestock, due to its low production costs and excellent yield. The experiment was conducted from June 2024 to November of the same year, at the Goianésia farm in the municipality of Santa Fé de Goiás, Goiás, where the aim was to study the productivity (kg/plot) of an alfalfa variety. Four cutting seasons (A, B, C, and D) were tested, with 30-day cutting intervals between them. A randomized complete block design with six replicates was used. The variety chosen for the experiment was Medicago sativa L. because it has an erect growth habit, reaching a height of up to one meter, excellent digestion and flavor, and is quite tolerant to drought and cold. Since the Fcal value for treatment (8.4706) exceeds the critical value at the 5% probability level (3.02), it is significant at this level (P < 0.01). Therefore, we reject the null hypothesis (H0), and conclude that at least two cutting seasons have different effects on productivity in kg/plot. We observed through analysis of variance that at least two alfalfa cutting seasons presented different productivities (kg/plot) at the 5% probability level of significance. Furthermore, alfalfa cutting season (A) presents the highest productivity (kg/plot), since the other seasons B, C, and D did not differ significantly from each other by Tukey’s test at 5% probability.

Keywords: Forage, Legumes, Grazing

1 INTRODUÇÃO

A alfafa (Medicago sativa L.) é uma planta pertencente a família Fabaceae, sendo originaria de países do Oriente Médio, é utilizada amplamente como forragem para os animais, seu cultivo é mais direcionado para pecuária, por apresentar um baixo custo de produção e excelente produção. Segundo (BOTREL et al., 2002), a alfafa contribui com até 25% de proteína pura no produto seco, é rica em minerais como o cálcio, fósforo, e vitaminas A e C. É uma forrageira de alto valor nutricional podendo ser produzida praticamente em Brasil, seu cultivo requer análise prévia de solo e calagem, e a produção pode ser otimizada com o manejo adequado de densidade e espaçamento das sementes, a planta pode ser aproveitada como feno, silagem, pastejo ou forragem. é uma variedade de forrageira perene que apresenta alta qualidade, podendo ser cultivada em climas temperados e tropicais, exigindo além de solo fértil uma boa irrigação, preferencialmente por aspersão. De acordo com (TANAMATI et al., 2013), a semente se adapta muito bem a diferentes climas, como no frio das regiões Sul do Brasil. Em um estudo sobre a produção da alfafa (JULIATTI et al., 2011), afirma que Entre as vantagens do emprego da alfafa na alimentação do gado, destaca-se uma alta produção de forragem, com baixa quantidade de fibra, uma ótima digestibilidade além de um alto teor proteico. Segundo (CAVERO et al., 2017), a alfafa é uma cultura muito exigente quanto a correção da acidez e adubação, minimizando assim os efeito do alumínio (AL+13), com isso fica garantido da produtividade, e ainda pode contribuir para a longevidade da cultura. Segundo (BOTREL et al., 2001), as forrageiras usadas na alimentação de vaca leiteira, a alfafa (Medicago sativa L.) tem apresentado melhores resultados do que outras forrageiras, isso se dá principalmente pela alta qualidade nutricional, melhorando a produção e a redução dos custos. De acordo com (ÁVILA et al., 2019), a alfafa (Medicago sativa) é uma leguminosa, perene, herbácea, o caule é folhoso, com muita ramificação, os folíolos tem forma ovalada ou arredondada, as folhas são trifolioladas, quando madura sua altura pode variar entre 60 e 90 cm altura, possui flores pequenas em tons de azulado a violáceo.

Segundo (BOLAÑOS-AGUILAS et al., 2020), a alfafa é uma cultura forrageira de ótima qualidade, contribuindo para a fixação de nitrogênio, aumento de matéria orgânica no solo, podendo produzir duas ou mais colheitas anuais, resultando em ganhos substanciais. No Brasil, a cultura vem se destacando nas regiões do sul, devido, a planta apresentar boa tolerância ao frio, por outro lado, com o aumento da bovinocultura de leite para outras regiões houve uma busca crescente por forrageiras de alto valor nutricional, com isso o cultivo da alfafa se expandiu para regiões com diferentes condições edafoclimáticas. Como ferramenta estatística para auxiliar na tomada de decisão utilizaremos o teste de hipóteses. Esse teste é uma metodologia estatística que nos ajudar a tomar uma decisão quanto aceitar ou não uma hipótese estatística, para este estudo formulamos as seguintes hipóteses:

H0: As épocas de corte de alfafa têm mesma produtividade em Kg/parcela;
H1: Pelo menos duas épocas de corte apresentam efeitos diferentes na produtividade em Kg/parcela.

2 METODOLOGIA

O experimento foi desenvolvido no período de junho de 2024 a novembro do mesmo ano, na fazenda Goianésia no município de Santa Fé de Goiás-GO, onde quis-se estudar a produtividade (Kg/parcela) de uma variedade de alfafa onde foram testadas quatro épocas de corte (A, B, C e D, sendo A mais precoce e D mais tardia), sendo os intervalos de corte de 30 dias entre um e outro. Foi utilizado o delineamento Blocos Casualizados com 6 repetições. Os blocos foram utilizados para controlar possíveis diferenças de fertilidade do solo já que a área experimental apresentava uma declividade de 12%.

A variedade escolhida para o experimento foi a Medicago sativa L. por apresentar um porte de crescimento ereto com altura de até um metro, excelente digestão e paladar, bastante tolerante seca e ao frio, proteína bruta na matéria Seca em torno de 22 a 25%, apresentando produtividade matéria seca (hectare/ano): 18 a 20 toneladas. Para o plantio após ter sido realizado uma drenagem do solo, foi feito uma calagem e adubação conforme análise química do solo, as sementes foram inoculadas com a bactéria específica Rhizobium meliloti em seguida foi realizado o plantio em sulcos com profundidade de 1 a 2 cm, a densidade e espaçamento foi de 10 a 30 kg/há. Os dados foram submetidos à análise variância utilizando o Software estatístico R (R-Core-Team, 2024).

3 RESULTADOS E DISCUSSÕES

Percebemos pela análise de variância, que pelo menos duas épocas de corte de alfafa apresentaram produtividades (Kg/parcela) diferentes, ao nível de significância de 5% de probabilidade e ainda que a época de corte (A) de alfafa, apresenta maior produtividade (Kg/parcela), as demais épocas B, C, e D não diferiram significativamente entre sim pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Como o valor de Fcal para tratamento (8,4706) supera o valor crítico no nível de 5% de probabilidade (3,02), ele é significativo nesse nível (P < 0,01), diante disso podemos concluir que F_cal > F_tab com isso rejeitamos a hipótese nula (H0), graficamente temos que Fcal (8,4706) está na região de rejeição de H0.

Em um estudo visando uma avaliação da utilização de silagem de alfafa na composição de dietas de vacas leiteiras mantidas em confinamento (CHEROBINI et al., 2025), para este estudo foi utilizado um lote de 100 vacas em confinamento, e segundo o autor a alfafa é uma excelente fonte de proteína e ainda contribui na redução dos custos de alimentação. Para COMERON et al., (2015) que trabalhando com diferentes variedades de alfafa em pastejo como fonte de proteína, 2,75 Kg, 5,08 Kg e 6,17 Kg de matéria seca obtiveram lucratividade de 2,77%, 5,05% e 7,52% respectivamente quando comparados a dieta que utilizava silagem de milho e concentrado. Em um estudo bibliográfico realizado no ano de 2023 e 2024, (D’OLIVEIRA et al., 2024), concluíram que a calagem ideal deve ser realizada a uma profundidade de 0 a 40 cm, para (DUARTE et al., 2021) o corte da alfafa pode ser com mais intensidade, e ainda segundo a pesquisa desenvolvida pelos autores, a alfafa continua produzindo devido à presença de tecido fotossintéticos na região da coroa, que recebendo a luz auxiliam na realização da fotossíntese e com os nutrientes disponíveis emitem novos talos.

Segundo (LEMES et al., 2016), que em um avaliando a produção de matéria seca de quatorze cultivares de alfafa, no sistema irrigado no semiárido do Ceará, concluíram que a cultura pode ser cultivada na região semiárida nordestina, já para (FERREIRA et al., 2010), a produção de sementes de alfafa no Brasil é concentrada nos estados da região sul do pais. Em um estudo (PEREZ et al., 2009) que trabalhando com diferentes variedades de alfafa em pastejo como fonte de proteína, 2,75 Kg, 5,08 Kg e 6,17 Kg de matéria seca obtiveram lucratividade de 2,77%, 5,05% e 7,52% respectivamente quando comparados a dieta que utilizava silagem de milho e concentrado.

Segundo (SILVA et al., 2004), a utilização de silagem de alfafa como fonte de proteína na dieta de vacas pode gerar uma redução de 0,9 % no custo total da dieta com a utilização da silagem de alfafa como fonte proteica. Para (OLIVEIRA et al., 2024), políticas públicas de desenvolvimento poderiam fortalecer a cadeia produtiva e potencializar a produção brasileira de cultura, como ocorre com as demais culturas. Trabalhando com acultura da alfafa (FREITAS, et al., 2002) afirma que é preciso preservar uma altura de resíduo de pastejo de 8cm a 10cm do solo. Já para (FAVERO et al., 2008) o corte não muito perto do solo traz como benefícios maior porcentagem de proteína bruta (PB) e o aumento na frequência dos cortes propicia o aumento na formação de açúcares não estruturais, de uma mais rápida digestão e aceitabilidade, resultados semelhantes também são descritos em estudos apresentados por (BOTREL et al., 2001)

REFERÊNCIAS

ÁVILA, Karla Médici Saraiva de; ÁVILA, Mariana Rockenbach de; RAQUEL Schneider-Canny, MIGUEL, Dall’Agnol; MÊMORA, Giovana Schmidt de Bitencourt; VOLKMANN, Gabriela. Seleção de alfafa (medicago sativa l.) Para tolerância ao Alumínio em solução nutritiva. Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável (RBAS), v.9, n.1, p.105-111, Março, 2019

BOTREL, Milton de Andrade; CARNEIRO, H.; SALES, Eugenio Costa; ALVIM, Mauricio; LEDO, Ferreira; PEREIRA, Alves Viana. XAVIER, D. F. Produção e qualidade da forragem de cultivares de alfafa avaliadas na Zona da Mata de Minas Gerais. Revista da Sociedade Brasileira Zootecnia. v.28, n.01, 2001

BOTREL, Milton de Almeida; EVANGELISTA, Antônio Ricardo; VIANA, Maria Celuta; ALVIM, Mauricio Jose; PEREIRA; XAVIER, Denise Ferreira. Avaliação de cultivares de alfafa em diferentes regiões do estado de Minas Gerais. Revista da Sociedade Brasileira Zootecnia. v.29, n.01, 2002

BOTREL, Milton Andrade; FERREIRA, Reinaldo de Paula, ALVIM, Maurílio José. Cultivares de alfafa em área de influência da Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 36, n. 11, p. 1437-1442, nov. 2001.

BOLAÑOS-AGUILAS, Eduardo Daniel; ENRÍQUEZ-QUIROZ, Christian Huyghe. Flowering Dynamics in Alfalfa (Medicago sativa L.) Based on Heat Units. Agro Productividad, Texcoco, v.13, n.12, p.57-62, dez. 2020.

CAVERO, Jose; FACI, Jose Maria; MEDINA, Eva Tavares; MARTÍNEZ-COB, Antonio. Alfalfa forage production undersolid set sprinkler irrigation in a semiarid climate. Agricultural Water Management, v. 191, p. 184-192, Sept. 2017.

COMERON, Eduardo Alberto; FERREIRA, Reinaldo de Paula; VILELA, Duarte; KUWAHAR, Frank Akiyoshi; TUPY, Oscar. Utilização da alfafa em pastejo para alimentação de vacas leiteiras. In: FERREIRA, R. de P.; VILELA, D.; COMERON, E. A.; BERNARDI, A. C. de C.; KARAM, D. (Ed.). Cultivo e utilização da alfafa em pastejo para alimentação de vacas leiteiras. Brasília, DF: Embrapa, 2015. p. 131-149.

CHEROBINI, Lais; FILHO, Alberto Cargnelutti; LORO, Murilo Vieira; PRADEBON, Leonardo Cesar; REIS, Mikael Brum dos; POZZEBON, Debora Luiza. Filocrono de cultivares de alfafa em datas de semeadura e cortes. Revista Caderno Pedagógico, Curitiba, v.22, n.5, p.1-17, 2025.

D’OLIVEIRA, Pérsio Sandir; VILELA, Duarte; HOTT, Marcos Cicarini; ANDRADE, Ricardo Guimarães; JUNIOR, Walter Coelho Pereira de Magalhães; MARTINS, Carlos Eugênio; ROCHA, Wadson Sebastião Duarte da; Ferreira, Reinaldo de Paula. Como a agricultura de precisão pode contribuir com a produção de alfafa nos trópicos. Revista Contemporânea, Curitiba, v.4, n.10, p.1-22, out. 2024.

DUARTE, Erich dos Reis, SAUER Aline Vanessa, CANCELLIER Eduardo Leite. 2020. Aplicação de fertilizantes líquidos e sólidos na cultura da alfafa. Revista Brasileira de Agrotecnologia, V. 11, Nº 3, p. 01-06, ANO 2021 Garanhuns, PE.

FAVERO, Daniela; SCHEFFER-BASSO, Simone Meredith; AGNOL, Miguel Dall’; SECO, Daniquelen. Desempenho de populações de alfafa sob distintos níveis de desfolhação. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v. 37, n. 4, p. 589-595, 2008.

FERREIRA, Reinaldo Paula; VASCONCELOS, Edmar Soares; CRUZ, Cosme Damião; BARIONI JÚNIOR, Waldomiro; RASSINI, Joaquim Bartolomeu; FREITAS, Alfredo Ribeiro; VILELA, Duarte; MOREIRA, Adônis. Determinação do coeficiente de repetibilidade e estabilização genotípica das características agronômicas avaliadas em genótipos de alfafa no ano de estabelecimento. Revista Ceres, v. 57, n. 5, p. 642-647, 2010.

FREITAS, Djalma, COAN, Rogério Marchiori; REIS, Ricardo Andrade; PEREIRA, João Ricardo Alves; PANIZZI, Rita de Cássia. Avaliação de Fontes de Amônia para Conservação do Feno de Alfafa (Medicago sativa L.) Armazenado com Alta Umidade. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v. 31, n. 2, p. 866-874, 2002

LEMES Rodrigo Luis; Cecílio Viega Soares Filho; Manoel Garcia Neto; Reges Heinrichs. Biofertilizante na qualidade nutricional da alfafa (Medicago sativa L.) Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 37, n. 3, p. 1441- 1450. 2016.

OLIVEIRA, Pérsio Sandir de; VILELA, Duarte; HOTT, Marcos Cicarni; ANDRADE, Ricardo Guimaraes; MAGALHAES, Walter Coelho Pereira de; MARTINS, Carlos Eugenio; ROCHA, Wadson Sebastião Duarte da; FERREIRA, Reinaldo de Paula. Como a agricultura de precisão pode contribuir com a produção de alfafa nos trópicos. Revista Contemporânea, Curitiba, v.4, n.10, p.1-22, out. 2024

JULIATTI, Fernando Cesar; PIMENTA, Fernando Alves; MARTINS, Juliana Araújo Santos; POZZA, Edson Ampélio; SILVA, Sandomar de Angelo da; REY, Maristela dos Santos; SANTOS, Roberto Resende dos. Resistência de cultivares de alfafa à antracnose e à mancha de leptosphaerulina em Uberlândia-MG. Summa Phytopathologica, Jaguariuna, v. 37, n. 4, p. 169-173, 2011.

PEREZ, Naylor Bastiani; DALL’AGNOL, Miguel. Características morfológicas de plantas de alfafa relacionadas à aptidão ao pastejo. Revista Brasileira de Zootecnia, v. 38, n. 3, p. 418-421, 2009.

R Development Core Team. 2014. R Foundation for Statistical Computing, versão 2.13.1. Vienna, AT.

SILVA, Wilson; VILELA, Duarte; COBUCCI, Tarcísio; HEINEMANN, Alexandre Bryan; REIS, Fernando Alvarenga; PEREIRA, Antônio Vander; FERREIRA, Reinaldo de Paula. Avaliação da eficiência de herbicidas no controle de plantas daninhas em alfafa. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v.28, n.4, p.729- 735, jul.-ago.2004

TANAMATI, Fabio Yomei; LEMPP, Beatriz; FIGUEIREDO, Priscila Gonzales; REPKE, Rodrigo Alberto. Produção e caracterização radicular de alfafa (Medicago sativa L.) em função da calagem e gessagem. Revista Verde (Mossoró – RN ), v. 8, n. 4, p.126 – 131, out-dez, 2013


1 Discente de Agronomia, Centro Universitário UniBras Montes Belos São Luís de Montes Belos – Goias
2 Professor Esp. Centro Universitário UniBras Montes Belos São Luís de Montes Belos – Goias
3 Professor doutor. Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – Ouro Preto-MG
4 Professor doutor Faculdade de Gestão Integrada – FGI – Goiânia-GO
5 Professor MsC. Centro Universitário UniBras Montes Belos São Luís de Montes Belos – Goias
6 Professora Esp. Colégio estadual da polícia militar do estado de Goias – Américo Antunes