PRENATAL CARE AND EARLY TREATMENT IN THE PREVENTION OF CONGENITAL SYPHILIS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511300901
Antonieta Santos Martins Porto
Mônica Alves Guimarães
Edinalva Maria da Silva
Silvana Flora de Melo
Jamila Fabiana de Oliveira Costa
Resumo
O estudo aborda a sífilis gestacional como um agravo de relevância crescente no Brasil e enfatiza a importância do pré-natal qualificado e do tratamento precoce como estratégias determinantes para a prevenção da sífilis congênita. O objetivo da pesquisa foi identificar evidências sobre o impacto dessas intervenções na redução da transmissão vertical, considerando diretrizes nacionais e internacionais. Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, contemplando publicações entre 2015 e 2025 nas bases SciELO, PubMed Central, BVS, ResearchGate e documentos oficiais do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde. Os resultados demonstram tendência ascendente dos casos de sífilis gestacional e congênita, especialmente em regiões vulneráveis, associada à testagem insuficiente, ao diagnóstico tardio, à falta de adesão ao tratamento e ao baixo envolvimento dos parceiros. Observou-se que a realização de testes nos momentos preconizados do pré-natal e o início imediato da terapia com penicilina benzatina reduzem significativamente a transmissão vertical, desde que acompanhados da garantia de insumos, capacitação das equipes e integração entre vigilância e atenção primária. Conclui-se que o fortalecimento do pré-natal integral, a qualificação da assistência e o tratamento oportuno constituem medidas essenciais para a eliminação da sífilis congênita, destacando-se o papel estratégico da enfermagem na detecção precoce, no manejo clínico e na educação em saúde.
Palavras-chave: Sífilis gestacional. Sífilis congênita. Pré-natal. Transmissão vertical. Enfermagem.
1 INTRODUÇÃO
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível causada pelo Treponema pallidum e permanece como um desafio significativo para a saúde pública mundial devido à sua elevada taxa de disseminação, especialmente em populações vulneráveis (LIMA, 1995). Quando acomete gestantes, a infecção adquire maior complexidade, pois pode ser transmitida verticalmente ao feto, resultando em aborto, prematuridade, natimortalidade ou sequelas neurológicas graves, configurando a sífilis congênita como um agravo evitável e de alta relevância clínica (VIEIRA & SILVA, 1992). Estudos recentes evidenciam que, apesar da disponibilidade de exames diagnósticos e de tratamento eficaz com penicilina, os casos de sífilis gestacional e congênita seguem em ascensão no Brasil, indicando fragilidades assistenciais e estruturais na atenção primária e no acompanhamento pré-natal (VIEIRA, SILVA & BORGES, 1995; KINGSTON et al., 2010).
A literatura aponta que o rastreamento precoce, a testagem em momentos estratégicos da gestação e o tratamento imediato da gestante e de seu parceiro são medidas essenciais para interromper a transmissão vertical (Lousada, 1976). Entretanto, a ocorrência de diagnóstico tardio, falhas na adesão terapêutica, descontinuidade do pré-natal e obstáculos socioeconômicos contribuem para a persistência da infecção, principalmente em territórios marcados pela vulnerabilidade social (Nogueira & Ramos, 1987; Araújo, Nogueira & Ramos, 1997). Nesse contexto, o papel da atenção primária e, especialmente, da enfermagem, torna-se central, uma vez que esses profissionais atuam na linha de frente do acolhimento, educação em saúde, vigilância e continuidade do cuidado (Carvalho et al., 2010).
A persistência de casos e a manutenção de altos índices de transmissão demonstram que o problema ultrapassa a dimensão clínica, refletindo lacunas no acesso ao cuidado, na organização dos serviços e na integração entre vigilância epidemiológica e pré-natal. Diante desse cenário, reforça-se a necessidade de estudos que sistematizem evidências sobre estratégias preventivas eficazes e práticas assistenciais capazes de reduzir a incidência da sífilis congênita.
Assim, este artigo tem como objetivo analisar as evidências disponíveis sobre a importância do pré-natal e do tratamento precoce na redução da sífilis congênita no contexto brasileiro, justificando-se pela necessidade de ampliar a compreensão sobre falhas estruturais e potencialidades da assistência para subsidiar intervenções mais efetivas na atenção materno-infantil.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1 Sífilis Gestacional e Congênita: Conceitos e Impactos
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível de evolução crônica, causada pelo Treponema pallidum, e permanece como um problema significativo de saúde pública devido ao seu potencial de causar complicações maternas e neonatais (LIMA, 1995). Quando adquirida durante a gestação, pode ser transmitida verticalmente ao feto por via transplacentária, resultando em aborto, prematuridade, natimortalidade ou lesões graves no recém-nascido (VIEIRA & SILVA, 1992). Estudos recentes demonstram que a sífilis congênita continua aumentando em diferentes regiões do Brasil, tornando-se um agravo evitável que exige respostas assistenciais efetivas e integradas (VIEIRA, SILVA & BORGES, 1995; KINGSTON et al., 2010).
2.2 Pré-natal como Estratégia Central de Prevenção
O pré-natal constitui o principal espaço de detecção precoce da sífilis gestacional e prevenção da sífilis congênita, uma vez que possibilita o rastreamento sistemático e o início oportuno do tratamento (Lousada, 1976). Diretrizes internacionais recomendam testagem no primeiro atendimento, repetição no terceiro trimestre e realização de novo exame no momento do parto ou curetagem quando indicado (Araújo, Nogueira & Ramos, 1997). A Organização Mundial da Saúde reforça que o tratamento imediato com penicilina benzatina permanece como a medida de maior impacto, desde que administrado com intervalos adequados e mediante acompanhamento clínico contínuo (Carvalho et al., 2010).
Apesar disso, pesquisas indicam que persistem falhas na realização dos exames nos momentos preconizados, na oferta de insumos e na interpretação diagnóstica, especialmente em áreas vulneráveis. Esses desafios impedem o controle efetivo da transmissão vertical e evidenciam lacunas estruturais na atenção primária.
2.3 Vulnerabilidade Social e Barreiras ao Cuidado
A literatura aponta que a sífilis gestacional é mais prevalente em populações expostas a vulnerabilidades econômicas, sociais e culturais. Fatores como baixa escolaridade, dificuldade de acesso aos serviços, uso de substâncias psicoativas, múltiplos parceiros e gravidez na adolescência contribuem para o diagnóstico tardio e para a descontinuidade do cuidado (Nogueira & Ramos, 1987). Além disso, estudos mostram que a baixa adesão do parceiro sexual ao tratamento favorece reinfecções e compromete a efetividade terapêutica, mesmo quando a gestante completa o esquema recomendado (Araújo, Nogueira & Ramos, 1997; KINGSTON et al., 2010).
Essa combinação de determinantes sociais e falhas assistenciais reforça a necessidade de estratégias integradas que articulem vigilância epidemiológica, educação em saúde e fortalecimento do pré-natal.
2.4 O Papel da Atenção Primária e da Enfermagem
A atenção primária à saúde possui papel fundamental no enfrentamento da sífilis gestacional e congênita, pois atua diretamente na captação precoce de gestantes, na oferta de exames, no tratamento adequado e no monitoramento terapêutico (Lousada, 1976). A enfermagem destaca-se como protagonista nesse processo, realizando ações de acolhimento, aconselhamento, orientação e busca ativa, além de atuar na vigilância dos casos e no acompanhamento dos parceiros (Carvalho et al., 2010).
A literatura evidencia que serviços com equipes atuantes, treinadas e integradas à vigilância apresentam melhores indicadores de rastreamento e tratamento, reduzindo significativamente o risco de transmissão vertical. No entanto, estudos também mostram que muitas unidades apresentam dificuldades logísticas, subnotificação e limitações no manejo clínico, o que contribui para a persistência da sífilis congênita no país.
2.5 Estado da Arte e Lacunas da Pesquisa
O conjunto das pesquisas analisadas demonstra que, apesar de existir consenso sobre a eficácia do pré-natal e do tratamento precoce, persistem barreiras operacionais, estruturais e sociais que impedem a redução sustentada da sífilis congênita no Brasil. O estado da arte revela avanços importantes nas diretrizes e protocolos, mas também evidencia lacunas no acompanhamento dos parceiros, no cumprimento dos intervalos terapêuticos e na integração entre vigilância e atenção primária.
Essas lacunas justificam investigações contínuas sobre estratégias de prevenção, qualificação dos serviços e avaliação da prática profissional, especialmente no âmbito da enfermagem, que desempenha papel central na linha de cuidado maternoinfantil.
3 METODOLOGIA
O presente artigo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, desenvolvida com o objetivo de identificar e reunir evidências científicas e documentos normativos sobre a importância do pré-natal de qualidade e do tratamento precoce na prevenção da sífilis gestacional e congênita. Essa metodologia foi escolhida por permitir uma análise abrangente e sistematizada de produções científicas nacionais e internacionais, proporcionando uma visão crítica sobre as práticas assistenciais e as políticas públicas relacionadas ao tema.
A busca foi realizada nas bases de dados SciELO, PubMed Central, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), ResearchGate e repositórios institucionais da CAPES e do Ministério da Saúde. Para a seleção dos estudos, foram utilizados os descritores controlados da plataforma DeCS/MeSH: “sífilis gestacional”, “sífilis congênita”, “pré-natal”, “atenção primária à saúde” e “transmissão vertical”, combinados pelos operadores booleanos AND e OR de modo a ampliar o alcance da busca.
O lapso temporal definido compreendeu publicações entre 2015 e 2025, visando contemplar estudos recentes e diretrizes atualizadas. Foram incluídos artigos originais, revisões integrativas, revisões sistemáticas, protocolos clínicos, diretrizes técnicas e notas oficiais que abordassem diagnóstico, tratamento, prevenção ou estratégias assistenciais de controle da sífilis gestacional e congênita. Foram excluídos estudos duplicados, trabalhos com amostras não relacionadas ao contexto gestacional, publicações anteriores a 2015 e produções sem metodologia descrita.
Ao todo, foram identificados 32 documentos, dos quais 17 atenderam aos critérios de inclusão, abrangendo publicações científicas, diretrizes nacionais e guias internacionais. Entre os principais documentos analisados destacam-se: o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis (BRASIL, 2022), a Nota Técnica nº 14/2023 – Atualização sobre intervalo entre doses de penicilina no tratamento de sífilis em gestantes (BRASIL, 2023), o Protocolo Clínico de Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites (BRASIL, 2022), além das Diretrizes da Organização Mundial da Saúde para triagem e tratamento da sífilis em gestantes (WHO, 2017). Também foram incluídos artigos de base científica como “Diagnosis, treatment, and notification of syphilis during pregnancy” (PMC, 2021), “Syphilis complicating pregnancy and congenital syphilis”(PMC, 2024) e estudos brasileiros disponíveis no SciELO e na BVS que abordam a assistência pré-natal e a atuação da enfermagem (MELO; SANTOS, 2023; SILVA BOMFIM et al., 2021; ROCHA et al., 2025; NOGUEIRA et al., 2024).
As informações coletadas foram organizadas em fichas de leitura, categorizadas por eixos temáticos e analisadas de forma integrativa e descritiva, permitindo identificar evidências, lacunas assistenciais e propor recomendações voltadas à melhoria da prática clínica, à qualificação do pré-natal e à ampliação da atuação da enfermagem na atenção primária. Ainda que alguns estudos tenham origem internacional, o foco desta revisão manteve-se voltado ao contexto brasileiro, considerando a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e a relevância das estratégias nacionais de enfrentamento da sífilis congênita.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
A análise dos estudos e documentos oficiais demonstrou que os casos de sífilis gestacional e congênita continuam apresentando tendência de aumento em diversas regiões do Brasil, especialmente nas áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica. Segundo o Boletim Epidemiológico de Sífilis (Ministério da Saúde, 2023), entre 2012 e 2022, os casos de sífilis gestacional aumentaram de 21.382 para 79.520 notificações anuais, representando um crescimento de aproximadamente 272% no período. No mesmo intervalo, os casos de sífilis congênita subiram de 6.891 para 27.206, revelando a persistência de falhas no diagnóstico precoce e na adesão ao tratamento.
Tabela 1 – Casos notificados de sífilis gestacional e congênita no Brasil (2012–2022)

Fonte: Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico de Sífilis, 2023.
Esses dados refletem a persistente subnotificação e fragilidade das ações preventivas, apesar das campanhas de controle implementadas desde 2016, quando a sífilis passou a ser considerada problema de saúde pública nacional. Estudos como o de Festa et al. (2023)eRocha et al. (2025) reforçam que a maior incidência ocorre em regiões com menor cobertura de pré-natal e menor adesão dos parceiros sexuais ao tratamento.
Os estudos revisados também indicam que, mesmo com o uso universal da penicilina benzatina como terapia padrão, há dificuldades logísticas e de adesão que comprometem a efetividade do tratamento. O Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis (BRASIL, 2022) aponta que 40% das gestantes diagnosticadas não completam o regime terapêutico adequado, o que aumenta o risco de reinfecção e transmissão vertical.
Além disso, análises regionais (SciELO, 2021; NOGUEIRA et al., 2024) mostraram que a proporção de gestantes testadas no primeiro trimestre ainda é insuficiente: apenas 63,4% realizam o teste inicial, e menos de 45% repetem o exame no terceiro trimestre, como recomenda o protocolo clínico nacional.
Tabela 2 – Indicadores assistenciais de pré-natal e tratamento da sífilis no Brasil (2022)

Fonte: elaborado pelo grupo.
Esses resultados reforçam que o principal desafio atual não está na inexistência de protocolos, mas na execução prática das estratégias de rastreamento e tratamento. Aatenção primária à saúde desempenha papel crucial na reversão desse cenário, sobretudo por meio da atuação do enfermeiro, da educação em saúde e da busca ativa de gestantes e parceiros, conforme evidenciam Melo e Santos (2023) e Rocha et al. (2025).
5 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclui-se que o pré-natal de qualidade e o tratamento precoce são as estratégias mais eficazes para prevenir a sífilis congênita. A revisão demonstrou que, apesar da existência de protocolos atualizados e terapias acessíveis, ainda há falhas na adesão ao tratamento, na testagem e no envolvimento do parceiro, principalmente em contextos de vulnerabilidade. A enfermagem destaca-se como protagonista no rastreamento, orientação e acompanhamento das gestantes, sendo essencial para a interrupção da transmissão vertical. Reforça-se a necessidade de fortalecer a atenção primária e investir na capacitação contínua das equipes de saúde, garantindo um cuidado materno-infantil mais efetivo e equitativo.
REFERÊNCIAS
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