POLIDESOXIRRIBONUCLEOTÍDEO NA MEDICINA ESTÉTICA: INOVAÇÃO EM REGENERAÇÃO TECIDUAL

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511151150


Lara Coelho Dias Magnino
Fernanda Cristina Serbilla
Luana de Avila Aguiar
Lara Cristina Martins Amaro
Orientadora: Karine Mattos


RESUMO

O polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) tem se destacado como um biomaterial promissor na medicina estética regenerativa, devido a sua capacidade de estimular regeneração tecidual, modulação inflamatória e rejuvenescimento cutâneo por mecanismos fisiológicos. Derivado de DNA purificado de espécies de salmão, o PDRN apresenta elevada biocompatibilidade e baixa imunogenicidade, o que o diferencia dos materiais sintéticos convencionais. Neste sentido, este estudo teve como objetivo revisar as evidências científicas a respeito das propriedades bioativas, mecanismos de ação e aplicações clínicas do PDRN no rejuvenescimento cutâneo, com base em publicações realizadas entre 2010 e 2025. As evidências apontam que o PDRN atua pela ativação dos receptores de adenosina A₂A, promovendo a expressão de fatores de crescimento como VEGF e EGF, responsáveis pela angiogênese, proliferação de fibroblastos e síntese de colágeno. Além disso, exerce efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes, contribuindo para a restauração da matriz extracelular e melhora da elasticidade e hidratação da pele. Estudos também demonstram efeito fotoprotetor, reforçando seu potencial como agente na dermatologia estética. Desta forma, conclui-se que o PDRN representa um avanço relevante nas terapias de bioestimulação e regeneração cutânea, unindo eficácia e segurança. Contudo, a padronização de protocolos clínicos e ampliação dos ensaios controlados ainda são necessários para consolidar seu uso tanto para fins estéticos, como terapêuticos.

Palavras-chave: polidesoxirribonucleotídeo; regeneração tecidual; rejuvenescimento cutâneo; angiogênese; bioestimulação.

ABSTRACT

Polydeoxyribonucleotide (PDRN) has emerged as a promising biomaterial in regenerative aesthetic medicine due to its ability to stimulate tissue regeneration, inflammatory modulation, and skin rejuvenation through physiological mechanisms. Derived from purified DNA of salmon species, PDRN exhibits high biocompatibility and low immunogenicity, differentiating it from conventional synthetic materials. In this sense, this study aimed to review the scientific evidence regarding the bioactive properties, mechanisms of action, and clinical applications of PDRN in skin rejuvenation, based on publications from 2010 to 2025. The evidence suggests that PDRN acts by activating adenosine A₂A receptors, promoting the expression of growth factors such as VEGF and EGF, responsible for angiogenesis, fibroblast proliferation, and collagen synthesis. Furthermore, it exerts anti-inflammatory and antioxidant effects, contributing to the restoration of the extracellular matrix and improving skin elasticity and hydration. Studies also demonstrate a photoprotective effect, reinforcing its potential as an agent in aesthetic dermatology. Therefore, it is concluded that PDRN represents a significant advance in biostimulation and skin regeneration therapies, combining efficacy and safety. However, the standardization of clinical protocols and the expansion of controlled trials are still necessary to consolidate its use for both aesthetic and therapeutic purposes.

Keywords: polydeoxyribonucleotide; tissue regeneration; skin rejuvenation; angiogenesis; biostimulation.

1 INTRODUÇÃO

O avanço das terapias biomédicas e da medicina estética tem impulsionado o desenvolvimento de materiais biocompatíveis capazes de promover regeneração tecidual e rejuvenescimento cutâneo de forma fisiológica e duradoura. Um relatório recente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (ASAPS) aponta que os preenchimentos dérmicos constituem o segundo procedimento não cirúrgico mais realizado mundialmente, destacando-se nesse contexto o polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) como um biomaterial emergente de grande potencial terapêutico nas áreas de dermatologia regenerativa e medicina estética (Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, 2020).

O PDRN representa um avanço significativo em relação aos tradicionais agentes de preenchimento, por possuir propriedades biológicas que ultrapassam a mera correção volumétrica. Trata-se de um composto natural formado por fragmentos de DNA de baixo peso molecular, obtido predominantemente a partir das células espermáticas de espécies de salmão, como Oncorhynchus mykiss (truta arco-íris) e Oncorhynchus keta (salmão chum). A escolha dessa fonte biológica está associada a alta pureza e estabilidade do material genético, livre de impurezas proteicas ou lipídicas, o que confere elevada biocompatibilidade e mínima imunogenicidade. Estruturalmente, o PDRN é constituído por cadeias lineares de desoxirribonucleotídeos interligados por ligações fosfodiéster, configurando-se em uma dupla hélice análoga ao DNA humano, o que favorece sua integração aos processos celulares endógenos de reparação tecidual (Squadrito et al., 2017).

Diversos estudos clínicos e experimentais têm evidenciado a ampla versatilidade terapêutica do PDRN, cuja ação envolve mecanismos anti-inflamatórios, antiapoptóticos, angiogênicos e regeneradores (Lee, Park & Park, 2018). Seu principal mecanismo molecular relaciona-se a ativação dos receptores de adenosina A2A, resultando na síntese de fatores de crescimento, como o VEGF (Vascular Endothelial Growth Factor), que estimula a angiogênese e favorece o aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos (Squadrito et al., 2017). Além disso, o PDRN promove a proliferação de fibroblastos e a síntese de colágeno tipo I e III, fundamentais para a elasticidade, firmeza e integridade da matriz extracelular. Esses efeitos explicam seu emprego exitoso em contextos clínicos diversos, como cicatrização de feridas crônicas, reparo de tecidos inflamados e prevenção de cicatrizes hipertróficas (Belmontesi, 2020).

Na medicina estética, o PDRN consolidou-se como um agente regenerativo de nova geração, cujos efeitos ultrapassam o conceito de preenchimento e alcançam níveis celulares e moleculares de rejuvenescimento cutâneo. Diferentemente dos materiais sintéticos convencionais, o PDRN atua de forma biológica e fisiológica, restaurando a vitalidade celular e reequilibrando os mecanismos de renovação dérmica e homeostase tecidual (Buck II, Alam & Kim, 2009). Seus benefícios incluem melhora da textura, luminosidade e hidratação da pele, redução de rugas finas e linhas de expressão, e uniformização do tom cutâneo, o que o torna um recurso de destaque em protocolos de biorregeneração facial e corporal (Ganceviciene et al., 2012). Ademais, sua ação antioxidante e fotoprotetora contribui para mitigar os danos induzidos pelos radicais livres e pela radiação ultravioleta, favorecendo a integridade e longevidade celular (Gu et al., 2020).

Diante desse cenário, o PDRN desponta como uma inovação na medicina estética contemporânea, combinando eficácia clínica, segurança e sustentabilidade biológica. Seu potencial em estimular vias endógenas de regeneração e remodelação tecidual confere-lhe papel estratégico na busca por terapias antienvelhecimento mais naturais, duradouras e cientificamente embasadas. Assim, através de uma revisão da literatura, o presente estudo tem como objetivo sintetizar e analisar  as propriedades bioativas e  mecanismos de ação do PDRN, com ênfase em sua aplicação clínica e potencial terapêutico no rejuvenescimento cutâneo. 

2 METODOLOGIA 

O presente estudo foi conduzido sob a forma de revisão bibliográfica, com o objetivo de sintetizar e analisar as evidências científicas disponíveis sobre o uso do PDRN na medicina estética e regenerativa, com ênfase em seus mecanismos de ação, propriedades biológicas e aplicações clínicas no rejuvenescimento cutâneo.

A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed (National Library of Medicine), Scientific Electronic Library Online (SciELO), ScienceDirect, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Para garantir a precisão e o rigor metodológico na identificação dos estudos, foram empregados descritores controlados DeCS/MeSH em português, inglês e espanhol: “polidesoxirribonucleotídeo”, “PDRN”, “regeneração tecidual”, “cicatrização”, “rejuvenescimento cutâneo”, “biomodulação celular” e “medicina estética”. Esses termos foram combinados mediante os operadores booleanos “AND” e “OR”, o que permitiu refinar e ampliar a busca por  publicações pertinentes.

Foram incluídos artigos originais, revisões sistemáticas e meta-análises, publicados entre 2010 e 2025, redigidos em português, inglês ou espanhol, e disponíveis na íntegra. Consideraram-se elegíveis os estudos que abordassem o emprego do PDRN em contextos de regeneração tecidual, reparo celular, cicatrização e aplicações estéticas, com ênfase nos mecanismos biológicos e clínicos de sua ação. Foram excluídos estudos duplicados, resumos de congressos, comunicações breves, artigos sem respaldo metodológico consistente e aqueles que não apresentassem relação direta com a temática proposta.

O processo de seleção dos estudos seguiu etapas sequenciais e padronizadas, visando assegurar transparência, rastreabilidade e reprodutibilidade metodológica. Inicialmente, procedeu-se a busca nas bases de dados selecionadas, seguida da triagem de títulos e resumos, conforme os critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. Posteriormente, os artigos potencialmente elegíveis foram submetidos a leitura integral e análise crítica, considerando a qualidade metodológica e relevância científica para os objetivos desta revisão.

Os dados extraídos dos estudos incluídos foram organizados em uma planilha estruturada, contemplando as seguintes variáveis: título do artigo, autores, ano de publicação, periódico, delineamento metodológico, contexto clínico de aplicação do PDRN, mecanismos de ação descritos, principais resultados e conclusões. Essa organização permitiu estabelecer uma análise comparativa abrangente entre os resultados dos estudos incluídos, possibilitando mapear lacunas de conhecimento e oportunidades para investigações futuras relacionadas ao potencial regenerativo, bioestimulador e estético do PDRN.

3 Resultados e Discussão 

A busca bibliográfica inicial resultou na identificação de 65 artigos, dos quais 41 foram selecionados para leitura integral e análise crítica, por apresentarem metodologias consistentes e resultados relevantes relacionados ao mecanismo de ação do PDRN, bem como aos seus efeitos biológicos e clínicos. Foram excluídos 24 estudos que não atendiam aos critérios de inclusão previamente definidos, seja por abordarem temas não diretamente vinculados à estética ou a regeneração tecidual, por apresentarem limitações metodológicas ou pela ausência de resultados aplicáveis à prática clínica.

A análise dos artigos permitiu organizar a discussão em seis eixos temáticos, de forma a proporcionar uma compreensão abrangente e estruturada, sendo: (i) envelhecimento da pele, contextualizando alterações estruturais e funcionais; (ii) PDRN e seu biomaterial, descrevendo origem, composição e características bioativas; (iii) mecanismos de ação na pele, incluindo sinalização purinérgica, síntese de colágeno e remodelação tecidual; (iv) benefícios e efeitos, subdivididos em efeitos sobre colágeno e elastina, efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes, e efeitos angiogênicos e cicatrizantes; (v) aplicações clínicas e modos de uso, detalhando protocolos estéticos e regenerativos; e (vi) extração e segurança do PDRN, evidenciando sua compatibilidade biológica e perfil de segurança comprovado. Esta organização temática permitiu correlacionar a base molecular do PDRN com suas implicações clínicas, fortalecendo a argumentação científica do estudo. Tais eixos serão apresentados e discutidos nas seções subsequentes.

3.1 Envelhecimento da pele

O envelhecimento cutâneo constitui um processo biológico, resultante da interação entre fatores endógenos e exógenos que comprometem progressivamente a integridade estrutural e funcional da pele. Classicamente, distingue-se em dois tipos principais: o envelhecimento fisiológico (intrínseco) e o envelhecimento usual (extrínseco). O componente intrínseco, de natureza cronológica e geneticamente programada, está associado a modificações celulares e moleculares que culminam na produção excessiva de espécies reativas de oxigênio (EROs). Esse desequilíbrio redox reduz a densidade e a atividade dos fibroblastos dérmicos, intensifica a expressão de metaloproteinases de matriz (MMPs) e compromete a capacidade biossintética da matriz extracelular, com consequente diminuição da produção de colágeno e elastina (Khan et al., 2022).

Em contrapartida, o envelhecimento extrínseco decorre predominantemente de fatores ambientais, sendo a radiação ultravioleta (UV) o agente mais relevante. A exposição crônica à radiação UV promove intensa geração de EROs, desencadeando estresse oxidativo, inflamação crônica e danos cumulativos às estruturas dérmicas e epidérmicas. Esses processos resultam em alterações fenotípicas características, como discromias, espessamento irregular da epiderme, desorganização das fibras colágenas e elásticas e, em estágios mais avançados, neoplasias cutâneas (Ritti e Fisher, 2015). As EROs, independentemente de sua origem, ativam cascatas inflamatórias e enzimáticas que amplificam a degradação de colágeno, estimulam a liberação de citocinas pró-inflamatórias e aumentam a atividade das MMPs, acelerando o processo de envelhecimento cutâneo (Steves, 2022).

O fotoenvelhecimento, portanto, representa a convergência entre dano oxidativo e inflamação persistente, levando a perda de elasticidade, flacidez, formação de rugas, irregularidades pigmentares e aspereza superficial. Além da degradação das fibras dérmicas, há também alterações epidérmicas que acentuam a aparência envelhecida da pele. Diferentemente dos preenchimentos faciais convencionais, que atuam apenas no nível estético volumétrico, sem restaurar a integridade tecidual, as terapias regenerativas emergem como alternativas mais fisiológicas e duradouras (Seok, 2016). Nesse contexto, o PDRN tem se destacado como um biopolímero de interesse crescente na medicina estética regenerativa, devido à sua capacidade de modular vias celulares envolvidas na regeneração tecidual. Composto por fragmentos de DNA de origem natural, o PDRN estimula a atividade fibroblástica e a síntese de colágeno, restaurando a arquitetura dérmica e promovendo o rejuvenescimento cutâneo de forma molecularmente integrada (Shin et al., 2019; Khan et al., 2022).

3.2 PDRN: Biomaterial, Extração e Segurança

O PDRN é um biopolímero natural constituído por oligodeoxinucleotídeos de baixo a médio peso molecular, variando entre 50 e 1.500 kDa, extraído de espermatozoides de Oncorhynchus mykiss ou Oncorhynchus keta (FELLINI, 2023; SQUADRITO et al., 2017). Estruturalmente, esses oligômeros são organizados em fitas simples contendo de 10 a 50 nucleotídeos, significativamente inferiores ao DNA somático. Essa configuração reduzida confere ao PDRN alta biodisponibilidade e interação eficiente com células dérmicas e matriz extracelular, características que fundamentam sua aplicação em terapias regenerativas e estéticas voltadas a restauração estrutural e funcional da derme (GALEANO et al., 2021).

A escolha do tecido espermático como fonte biológica proporciona vantagens distintas, incluindo menor presença de proteínas e lipídios somáticos, o que permite a obtenção de frações de DNA altamente purificadas. O processo de extração inicia-se com lise celular controlada por tampões suaves, garantindo a liberação do DNA sem degradação, preservando a integridade dos oligômeros. Em seguida, o material é submetido a múltiplas etapas de purificação físico-química que removem proteínas, peptídeos e contaminantes potencialmente imunogênicos (SQUADRITO et al., 2017). A purificação é complementada pela remoção de endotoxinas bacterianas por métodos cromatográficos, validados por ensaios de LAL (Limulus Amebocyte Lysate), assegurando a ausência de lipopolissacarídeos e minimizando o risco de reações imunológicas locais ou sistêmicas (GALEANO et al., 2021).

Após a purificação, o PDRN é submetido à liofilização, transformando-se em pó sob condições controladas de temperatura e pressão. Este processo preserva a integridade estrutural dos oligômeros, prolonga a durabilidade da formulação e facilita o armazenamento a longo prazo, mantendo a atividade biológica e eficácia terapêutica do produto (FELLINI, 2023). Ademais, estudos recentes apontam a possibilidade de incorporação em sistemas farmacotécnicos avançados, como hidrogéis, matrizes poliméricas e dispositivos de liberação controlada, otimizando a biodisponibilidade local, reduzindo a frequência de aplicações e mantendo seu perfil de segurança (Shin et al., 2020; Lee et al., 2024).

Ensaios pré-clínicos e clínicos reforçam o perfil seguro do PDRN, onde, mesmo após administrações repetidas, não são observadas alterações significativas em parâmetros sistêmicos ou imunológicos (SQUADRITO et al., 2017). Adicionalmente, estudos clínicos demonstram melhora da oxigenação, angiogênese e remodelação dérmica em contextos de cicatrização, regeneração tecidual e estética, sem efeitos adversos graves (KIM et al., 2017; VALDATTA et al., 2004). Entretanto, revisões recentes destacam a necessidade de padronização dos métodos de extração e purificação entre fabricantes. Diferenças na distribuição de massa molecular e nos critérios analíticos podem influenciar a eficácia biológica e o perfil de segurança, reforçando a importância de processos industriais controlados e validados (LEE et al., 2024).

Assim, o PDRN emerge como um biomaterial de elevada segurança e eficácia, com propriedades bioativas que favorecem os processos de reparo tecidual, regeneração e rejuvenescimento cutâneo. Sua combinação de biocompatibilidade e capacidade de modular respostas celulares e inflamatórias, torna-o um agente promissor na medicina estética regenerativa, fornecendo suporte científico e tecnológico para o desenvolvimento de terapias avançadas e protocolos clínicos de alta precisão.

3.4 Mecanismo de ação

O PDRN atua por meio de dois mecanismos interdependentes que promovem regeneração tecidual, modulação inflamatória e reparo celular. O primeiro mecanismo envolve a ativação do receptor de adenosina A₂A, um receptor acoplado à proteína Gs, predominantemente expresso em fibroblastos, queratinócitos e células do sistema imune. A ligação do PDRN ao receptor A₂A desencadeia um aumento intracelular de AMPc, que, por sua vez, ativa a via PKA (proteína quinase A) e modula a expressão de fatores transcricionais como CREB (cAMP response element-binding protein). Essa cascata resulta na supressão da produção de citocinas pró-inflamatórias, incluindo TNF-α, IL-1β e IL-6, e na indução de fatores anti-inflamatórios como IL-10, promovendo regulação da resposta inflamatória, redução do estresse oxidativo e proteção contra apoptose celular (Andrade, 2024; Noah et al., 2016).

A ativação do receptor A₂A pelo PDRN também estimula a liberação de fatores de crescimento essenciais para a regeneração tecidual, como o VEGF e o Fator de Crescimento Epidérmico (EGF), que desempenham papéis centrais na angiogênese, proliferação celular e remodelação da matriz extracelular. O aumento da expressão de VEGF promove a formação de novos capilares e melhora a perfusão tecidual, facilitando o transporte de nutrientes e oxigênio, essenciais para o processo de cicatrização dérmica e rejuvenescimento cutâneo (Heo et al., 2019; Shin et al., 2019).

O segundo mecanismo envolve a incorporação de nucleotídeos do PDRN nas vias de síntese e reparo do DNA, funcionando como substrato para a regeneração de cadeias de purina e pirimidina em células danificadas. Esse efeito é particularmente relevante após exposição à radiação UVB, permitindo a rápida reparação de dímeros de ciclobutano pirimidina (DCPs) e proteção de fibroblastos contra fotodano, reduzindo a formação de mutações e mantendo a integridade da matriz dérmica. Adicionalmente, a provisão de nucleotídeos facilita a ativação de enzimas de reparo do DNA, como a DNA polimerase e a DNA ligase, acelerando o processo de recuperação genômica e manutenção da homeostase celular (Colangelo et al., 2020).

O PDRN também exerce efeitos antimelanogênicos, modulando a pigmentação cutânea por meio da inibição dependente da dose da tirosinase e da supressão de genes reguladores da melanogênese, como MITF (microphthalmia-associated transcription factor), prevenindo hiperpigmentação induzida por radiação UV e manchas senis (Kim et al., 2020). Paralelamente, suas propriedades anti-inflamatórias são complementadas pela regulação da rede de citocinas em macrófagos e queratinócitos, favorecendo a resolução da inflamação crônica e a cicatrização de tecidos distróficos ou submetidos a processos oxidativos (Noah et al., 2016).

Dessa forma, o PDRN integra múltiplas vias moleculares, incluindo sinalização adenosínica, regulação do estresse oxidativo, estimulação de fatores de crescimento e reparo genético, para promover regeneração dérmica, rejuvenescimento cutâneo e proteção contra danos ambientais, consolidando-se como um agente terapêutico fundamentado em evidências moleculares na medicina estética e regenerativa.

3.5 Aplicações e modos de uso

Por meio das informações existentes atualmente no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de artigos científicos e posicionamento da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), todos os produtos contendo PDRN regularizados na Anvisa estão classificados como “cosmético”, sendo, dessa forma, seu uso exclusivo para aplicação tópica (uso externo). Sendo assim o polidesoxirribonucleotídeo no brasil, atualmente, é permitido apenas em cosméticos, como cremes e sérum, pode ser associado a outros tratamentos, como skincare, laser ou microagulhamento, mas a sua aplicação de forma injetável permanece proibida (ANVISA, 2024).

Os modos de uso do PDRN variam conforme o objetivo terapêutico e a via de administração escolhida. Na estética, é comumente aplicado por meio de microinjeções intradérmicas (técnica de mesoterapia), em pontos estratégicos do rosto, pescoço, colo e mãos. Essa técnica permite que o produto atue diretamente nas camadas mais profundas da pele, potencializando seus efeitos regenerativos (LEE, K. W. A. 2024). Em alguns protocolos, o PDRN também pode ser associado ao microagulhamento, o que facilita a penetração das moléculas e estimula de forma sinérgica a regeneração dérmica, criando pequenos furos na pele. Já a eletroporação é uma técnica utilizada para aumentar a permeabilidade da membrana celular através da aplicação de um pulso elétrico, isso cria poros temporários na membrana, permitindo a entrada de substâncias. Em tratamentos corporais, pode ser utilizado em regiões com flacidez, estrias ou cicatrizes atróficas (Buck 2º DW, Alam M, Kim JY. 2009). Já em contextos médicos, o PDRN pode ser administrado por via subcutânea, intramuscular ou tópica (em forma de cremes, géis ou pomadas), dependendo da condição clínica e da área tratada. Em casos de feridas ou queimaduras, por exemplo, formulações tópicas contendo PDRN são aplicadas diretamente sobre o tecido lesionado para acelerar a regeneração e reduzir a inflamação local (FELLINI, R. 2023). Podendo também ser utilizado com o laser de CO2 fracionado, esse laser cria microcanais que atingem a camada dérmica, permitindo que produtos contendo polinucleotídeos alcancem diretamente a derme quando aplicados na pele (KIM, H.; PARK, K.S. 2008)

3.6 Benefícios e efeitos

3.6.1 Efeitos do colágeno e elastina

O colágeno e a elastina constituem os principais componentes estruturais da matriz extracelular (MEC) dérmica, fornecendo o suporte mecânico, elasticidade e integridade da pele. Com o envelhecimento intrínseco e extrínseco, observa-se diminuição da síntese de colágeno tipo I e III, desorganização das fibras elásticas e aumento da degradação da MEC, mediada principalmente por metaloproteinases de matriz (MMP-1, MMP-3) e elastase, resultando em perda de firmeza, flacidez e rugas cutâneas (Edgar et al., 2018). 

O PDRN atua sobre os fibroblastos, promovendo aumento da síntese de colágeno e elastina e simultaneamente inibindo a expressão dessas enzimas degradativas. Esse efeito é mediado pela ativação do receptor de adenosina A₂A, que desencadeia a via cAMP-PKA-CREB, aumentando a expressão de genes reguladores da síntese de colágeno, elastina e fibronectina, enquanto diminui a expressão de MMPs. Essa ação coordenada não apenas preserva a MEC, mas também reorganiza as fibras colágenas e elásticas, restaurando a densidade, orientação e resistência mecânica da derme (Shin et al., 2019; Belmontesi, 2020).

3.6.2 Efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes

O estresse oxidativo induzido por radiação UV é um dos principais fatores que aceleram o envelhecimento cutâneo, promovendo danos ao DNA e induzindo a expressão de MMP-1, enzima responsável pela degradação do colágeno na MEC (Kim et al., 2014). O PDRN exerce ação anti-inflamatória ao ativar o receptor de adenosina A₂A, modulando a resposta inflamatória por meio da supressão de citocinas pró-inflamatórias e da redução de radicais livres, o que contribui para a proteção do tecido cutâneo (Noah et al., 2016).

Além disso, o PDRN fornece nucleotídeos e nucleosídeos derivados da degradação de DNA e RNA, os quais podem ser reincorporados na célula para reativar a proliferação celular e promover reparo genômico. Essa ação favorece a manutenção da integridade do DNA, acelerando o reparo tecidual e prevenindo danos adicionais, além de contribuir para a restauração da função normal dos fibroblastos e queratinócitos (Squadrito et al., 2017).

Dessa forma, o PDRN integra mecanismos regenerativos e antioxidantes, promovendo tanto a proteção contra os efeitos deletérios do estresse oxidativo quanto aceleração da cicatrização cutânea, reforçando sua aplicabilidade em tratamentos estéticos e pós-operatórios.

3.6.3 Efeitos angiogênicos e cicatrizantes 

O PDRN apresenta uma expressiva capacidade angiogênica e regenerativa, resultado direto de sua ação sobre o receptor de adenosina A₂A. A ativação desse receptor desencadeia uma cascata de sinalização celular que estimula a expressão do VEGF, promovendo a formação de novos vasos sanguíneos e aumentando a oxigenação tecidual, etapas essenciais para a reparação e regeneração cutânea. Além disso, por fornecer nucleotídeos e nucleosídeos fundamentais para a síntese de DNA, favorece a proliferação e migração de fibroblastos, acelerando o processo de cicatrização e restabelecendo a integridade da matriz dérmica (Squadrito et al., 2017).

A ação combinada de estímulo angiogênico, regenerativo e anti-inflamatório confere ao PDRN um papel terapêutico relevante em contextos clínicos que demandam reparo rápido e eficaz dos tecidos. Evidências demonstram que sua aplicação reduz significativamente os tempos de cicatrização e a formação de cicatrizes hipertróficas em pós-operatórios, além de modular a inflamação inicial local. Essa capacidade reparadora é complementada por efeitos de proteção gênica e de estímulo à síntese de colágeno e elastina, o que amplia seu potencial clínico em terapias regenerativas e estéticas (Squadrito et al., 2017).

Corroborando tais evidências, estudos clínicos também apontam benefícios adicionais em outras aplicações regenerativas, como na alopecia androgenética, em que o uso do PDRN, tanto isolado quanto em combinação com terapias a laser, promoveu melhora significativa na vitalidade e crescimento capilar. Esses achados reforçam o caráter multifuncional do PDRN como agente bioativo capaz de induzir angiogênese, regeneração e restauração tecidual de forma integrada e fisiologicamente compatível (Lee et al., 2015; Khan et al., 2022).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O PDRN representa um grande avanço na medicina estética regenerativa, destacando-se como um agente biotecnológico capaz de integrar propriedades bioquímicas e moleculares de reparo e rejuvenescimento cutâneo. A partir da análise dos estudos incluídos nessa revisão, torna-se evidente que sua ação ultrapassa a função estética, envolvendo interações biológicas que resultam em regeneração tecidual, modulação inflamatória, reparo genético e estímulo à angiogênese.

Seu mecanismo envolve a ativação de receptores de adenosina A₂A, promovendo a liberação de fatores de crescimento como VEGF e EGF, e modulando a expressão de citocinas pró e anti-inflamatórias. Esses efeitos atuam de forma sinérgica, resultando na restauração da homeostase cutânea, aumento da síntese de colágeno e elastina, e reorganização da matriz extracelular, fundamentais para a recuperação da elasticidade e vitalidade da pele. Além disso, sua capacidade de fornecer substratos nucleotídicos para reparo de DNA confere proteção frente a danos oxidativos e fotoinduzidos, evidenciando sua relevância tanto em aplicações estéticas quanto terapêuticas.

Os resultados também demonstram que, por se tratar de um biopolímero de origem natural, obtido a partir de DNA altamente purificado de espécies de salmão, o PDRN apresenta excelente perfil de segurança, biocompatibilidade e mínima imunogenicidade, reduzindo significativamente o risco de reações adversas. Tais características o diferenciam dos materiais sintéticos convencionais, posicionando-o como um agente regenerativo de nova geração, capaz de estimular respostas biológicas endógenas de forma controlada e eficaz.

Do ponto de vista clínico, observa-se que o PDRN pode ser aplicado em diferentes formulações e técnicas, abrangendo desde o uso tópico em cremes e séruns até associações com microagulhamento, laser fracionado e eletroporação. Embora o uso injetável ainda não seja regulamentado no Brasil, a literatura científica internacional apresenta resultados quanto a eficácia dessa via de administração na regeneração tecidual e no rejuvenescimento facial, reforçando a necessidade de ampliação de estudos clínicos controlados e regulamentações específicas no contexto nacional.

Neste sentido, o PDRN apresenta-se como uma ferramenta de grande valor para a dermatologia estética e regenerativa, reunindo eficácia clínica e segurança biológica. Contudo, reforça-se a necessidade de mais estudos voltados a padronização dos métodos de extração e purificação, avaliação comparativa entre diferentes formulações e concentrações, e validação de protocolos clínicos. A ampliação dessas evidências poderá consolidar o PDRN não apenas como um recurso estético inovador, mas como um agente bioativo essencial para o avanço das terapias regenerativas, com impactos significativos na qualidade de vida e bem-estar dos pacientes.

Referências bibliográficas

  1. Tobin DJ. Introdução ao envelhecimento da pele.J Viabilidade Tecidual.2017;26(1):37–46. https://doi.org/10.1016/j.jtv.2016.03.002.
  2. FELLINI, Cristiane Wrobel. Polydeoxyribonucleotides derived from salmon: Potential aesthetic applications and mechanisms of action. IOSR Journal of Dental and Medical Sciences, v. 22, issue 8 ser.7, p. 32-35, 25 Ago. 2023
  3. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Reunião ordinária pública (ROP), 01/2024: ANVISA, 2024. Disponivel em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/composicao/diretoria-colegiada/reunioes-da-dir etoria/votos-dos-circuitos-deliberativos-1/2024/cd-189-2024-voto.pdf. Acesso em: 08 out 2024.
  4. Castellini C, Belletti S, Govoni P, et al. Propriedade antiinflamatória do PDRN-anem vitroestudo em macrófagos cultivados.Adv Biosci Biotechnol.2017:13–26.https:// doi.org/10.4236/abb.2017.81002, 08(01.
  5. KHAN, Aawrish; WANG, Guobao; ZHOU, Feng; GONG, Lunli; ZHANG, Jun; QI, Lili; CUI, Haiyan. Polydeoxyribonucleotide: A promising skin anti-aging agent. Chinese Journal of Plastic and Reconstructive Surgery 4, v 4, issue 4, p. 1-7, 22 out. 2022.
  6. KHAN, AAWRISH ET AL. Polidesoxirribonucleotídeo: um promissor agente antienvelhecimento da pele. Revista Chinesa de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, v. 4, n. 4, p. 187-193, ano 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.cjprs.2022.09.015 
  7. ARAUJO, R. F. Polidesoxirribonucleotídeo: aplicações na estética regenerativa. Revista Brasileira de Medicina Estética, 8(2), 45-52. 2020
  8. SOUZA, L. P. Aplicação do Polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) na estética regenerativa: uma nova abordagem no tratamento antienvelhecimento. Revista Brasileira de Dermatologia Estética, 5(3), 29-37. 2021.
  9. Squadrito F, Bitto A, Irrera N, et al. Atividade farmacológica e uso clínico de PDRN. Frente Farmacol.2017;8:224.https://doi.org/10.3389/fphar.2017.00224.
  10. DAN, Xin; LI, Songjie; CHEN, Han; XUE, Ping; LIU, Bo; JU, Yikun; LEI, Lanjie; LI, Yang; FAN, Xing. Tailoring biomaterials for skin anti-aging. Materials Today Bio, p. 1-26, 28 Ago. 2024.
  11. SHIN, Jung-Won; KWON, Soon-Hyo; CHOI, Ji-Young; NA, Jung-Im; HUH, Chang-Hun; CHOI, Hye-Ryung; PARK, Kyung-Chan. Molecular Mechanisms of Dermal Aging and Antiaging Approaches. International Journal of Molecular Sciences, v. 20, n. 9, p. 1-16, 29 Abril 2019.
  12. Ritti-e L, Fisher GJ. Envelhecimento natural e induzido pelo sol da pele humana.Cold Spring Harb Perspect Med.2015;5(1):a015370.https://doi.org/10.1101/cshperspect.a015370.
  13. STEVES, Maria Luiza D’Agostini Borges; BRANDÃO, Byron José Figueiredo. Colágeno e o envelhecimento cutâneo. BWS Journal, p. 1-10, 25 Jul. 2022.
  14. ANDRADE, Bruna Caroline Bastida de. PDRN e Luz intensa pulsada: Relato de caso de tratamento combinado de controle de Rosácea. Associação Brasileira de Medicina Estética – ABME, 2024.
  15. HEO, Jae Won; KIM, Yong Hun; KIM, Eon Su; KIM, Sug Won; KIM, Jiye. Effect of polydeoxyribonucleotide on chondrocutaneous composite grafts survival. Original Article Basic Science/Experimental, p. 1-7, 7 Maio 2019.
  16. COLANGELO, Maria T.; GALLI, Carlo; GUIZZARDI, Stefano. The Effects of Polydeoxyribonucleotide on Wound Healing and Tissue Regeneration: A Systematic Review of the Literature. Regenerative Medicine, 15(6), 1801–1821, 6 Agosto 2020.
  17. Kim YJ, Kim MJ, Kweon DK, et al. O polidesoxirribonucleotídeo ativa a biogênese mitocondrial, mas reduz a atividade da MMP-1 e a biossíntese da melanina em células da pele cultivadas. Appl Biochem Biotechnol.2020;191(2):540–554.https://doi.org/10.1007/s12010-019-03171-2.
  18. NOAH, Tai Kyung; CHUNG, Bo Young; KIM, Su Yeon; LEE, Mi Hyee; KIM, Moon Jung; YOUN, Choon Shik; LEE, Mi Woo; CHANG, Sung Eun. Novel Anti-Melanogenesis Properties of Polydeoxyribonucleotide, a Popular Wound Healing Booster. International Journal of Molecular Sciences, v. 17, p. 1-11, 2016.
  19. Edgar S, Hopley B, Genovese L, et al. Efeitos de peptídeos bioativos derivados de colágeno e compostos antioxidantes naturais na proliferação e síntese de proteínas da matriz por cultura de fibroblastos dérmicos humanos normais.Representante Científico.2018;8(1), 10474.https://doi.org/ 10.1038/s41598-018-28492-w.
  20. Kim MK, Lee DH, Lee S, et al. Danos ao DNA induzidos por UV e modificação de histonas podem envolver a transcrição do gene MMP-1 na pele humanana Vivo. J Dermatol Sci.2014; 73(2):169–171.https://doi.org/10.1016/j.jdermsci.2013.10.004.
  21. SQUADRITO, F.; BITTO, A.; IRRERA, N.; et al. Pharmacological activity and clinical use of PDRN. Frontiers in Pharmacology, v. 8, p. 224, 2017.
  22. Lee SH, Zheng Z, Kang JS, et al. Eficácia terapêutica do plasma rico em plaquetas autólogo e polidesoxirribonucleotídeo na queda de cabelo feminina.Regeneração de reparo de feridas.2015;23(1):30–36.https://doi.org/10.1111/wrr.12250.
  23. Sorrell JM, Caplan AI. Heterogeneidade dos fibroblastos: mais do que superficial.J Cell Sci. 2004; 117(Pt 5):667–675.https://doi.org/10.1242/jcs.01005
  24. Parque KY, Seok J, Rho NK, et al. Preenchimento polinucleotídico de cadeia longa para rejuvenescimento da pele: eficácia e complicações em cinco pacientes.Dermatol Ther.2016;29(1):37– 40. https://doi.org/10.1111/dth.12299.
  25. Valdatta L, Thione A, Mortarino C, et al. Avaliação da eficácia de polidesoxirribonucleotídeos no processo de cicatrização de áreas doadoras de enxerto de pele autólogo: estudo piloto. Opinião Curr Med Res.2004;20(3):403–408.https://doi.org/10.1185/030079904125003116.
  26. Bos JD, Meinardi MM. A regra dos 500 Dalton para a penetração de compostos químicos e drogas na pele.Exp Dermatol.2000;9(3):165–169.https://doi.org/10.1034/ j.1600-0625.2000.00900316
  27. KIM, Hyoung Moon et al. A Mixture of Topical Forms of Polydeoxyribonucleotide, Vitamin C, and Niacinamide Attenuated Skin Pigmentation and Increased Skin Elasticity by Modulating Nuclear Factor Erythroid 2-like 2. Molecules, v. 27, n. 1276, p. 1-20, 2022.
  28. Ganceviciene R, Liakou AI, Theodoridis A, et al. Estratégias antienvelhecimento da pele. Dermatoendocrinol.2012;4(3):308–319. https://doi.org/10.4161/derm.22804.
  29. Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos. Relatório de estatísticas de cirurgia plástica 2020. https://www.plasticsurgery.org/documents/News/Statistics/2020/plastic-surgery-statist ics-fullreport-2020.pdf. 
  30. SPEZZIA, S. Biomateriais. Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba.
  31.  Gu Y, Han J, Jiang C, et al. Biomarcadores, estresse oxidativo e autofagia no envelhecimento cutâneo. Envelhecimento Res Rev.2020;59, 101036.
  32.  Buck 2º DW, Alam M, Kim JY. Preenchimentos injetáveis para rejuvenescimento facial: uma revisão. J Plast Reconstr Cirurgia Estética.2009;62(1):11–18
  33. Belmontesi M. Polidesoxirribonucleotídeo para a melhoria de uma cicatriz hipertrófica retrátil – Um relato de caso interessante.J Cosmet Dermatol.2020;
  34.  Lee WY, Park KD, Park Y. O efeito do polidesoxirribonucleotídeo no tratamento da dor irradiada nas pernas devido à lesão de massa cística na face interna do forame ciático direito: um relato de caso compatível com CARE.Medicina (Baltim).2018. 
  35. KIM, H.; PARK, K.S. O espectro do resurfacing da pele a laser: resurfacing a laser não ablativo, fracionado e ablativo. Journal of the American Academy of Dermatology , v. 58, n. 2, p. 179-197, 2008. 
  36. FELLINI, R. Polynucleotides in Regenerative Medicine: Safety and Molecular Mechanisms of PDRN. São Paulo: Atlas Científica, 2023.
  37. GALEANO, M.; PALLIO, G.; IRRERA, N.; et al. Polydeoxyribonucleotide: A promising biological platform to accelerate impaired skin wound healing. Pharmaceuticals (Basel), v. 14, n. 11, p. 1103, 2021.
  38. KIM, S.; KIM, J.; CHOI, J.; et al. Clinical evaluation of polydeoxyribonucleotide injection on wound healing and tissue oxygenation. Journal of Dermatological Treatment, v. 28, n. 7, p. 623–630, 2017.
  39. LEE, K. W. A.; et al. Polynucleotides in aesthetic medicine: a review of current applications. International Journal of Molecular Sciences, v. 25, n. 4, p. 1267–1285, 2024.
  40. SHIN, D. Y.; et al. Polydeoxyribonucleotide-delivering therapeutic hydrogel enhances wound healing. Scientific Reports, v. 10, p. 2020.
  41. VALDATTA, L.; THIONE, A.; MORTARINO, C.; et al. Polydeoxyribonucleotide in skin graft healing: a randomized clinical study. Plastic and Reconstructive Surgery, v. 114, n. 7, p. 1569–1575, 2004.