PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES ADULTOS COM DIABETES MELLITUS INTERNADOS EM REGIME DE URGÊNCIA NA REGIÃO SUL DO BRASIL (2021–2023)

EPIDEMIOLOGICAL PROFILE OF ADULT PATIENTS WITH DIABETES MELLITUS ADMITTED IN EMERGENCY CARE IN THE SOUTHERN REGION OF BRAZIL (2021–2023)

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202510261235


Igor S. O. D’A. Viana1
Clarissa V. de Oliveira2


RESUMO

Introdução: O Diabetes Mellitus (DM) constitui um grupo de distúrbios metabólicos caracterizados por hiperglicemia decorrente de diferentes mecanismos etiopatogênicos. Entre as principais complicações que podem levar a internações de urgência destacam-se a cetoacidose diabética (CAD) e o estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH). Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico de pacientes adultos com diabetes internados em regime de urgência na região Sul do Brasil, por morbidades classificadas nos códigos CID-10: E10–E14, no período de janeiro de 2021 a dezembro de 2023. Métodos: Foram utilizados dados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do DATASUS. As variáveis avaliadas incluíram sexo, faixa etária, cor/raça e número de internações. Resultados: Registraram-se 35.024 internações no período analisado. O Rio Grande do Sul apresentou o maior número de casos (38,97%), seguido pelo Paraná (37,51%) e Santa Catarina (23,51%). A faixa etária mais prevalente foi 60 a 69 anos (30,35%), seguida por 70 a 79 anos (24,24%). O sexo masculino representou 53,72% das internações. Quanto à cor/raça, 81,96% dos pacientes eram brancos, 12,27% pardos e 4,8% pretos. Discussão: Observou-se uma tendência crescente de internações entre 2021 e 2022, mantida apenas no Rio Grande do Sul entre 2022 e 2023. A predominância do sexo masculino corrobora estudos realizados em Alagoas (2016), mas diverge de achados na Bahia (2012) e no Rio Grande do Sul (2019). A faixa etária mais afetada (60 a 69 anos) e a predominância da população branca também coincidem com estudos anteriores em AL e RS. Conclusão: O Diabetes Mellitus representa um importante problema de saúde pública na região Sul do Brasil, com elevada frequência de internações de urgência e padrões demográficos específicos, evidenciando a necessidade de estratégias regionais de prevenção, manejo clínico e políticas públicas direcionadas.

Palavras-chaves: diabetes mellitus; urgência; perfil; epidemiologia; região sul

ABSTRACT

Introduction: Diabetes Mellitus (DM) constitutes a group of metabolic disorders characterized by hyperglycemia resulting from different etiopathogenic mechanisms. Among the main complications that can lead to emergency admissions, diabetic ketoacidosis (DKA) and hyperglycemic hyperosmolar state (HHS) stand out. Objective: To analyze the epidemiological profile of adult patients with diabetes admitted urgently in the southern region of Brazil, for morbidities classified under ICD-10 codes: E10–E14, from January 2021 to December 2023. Methods: Data from the Hospital Information System (SIH) of DATASUS were used. The evaluated variables included sex, age group, color/race, and number of hospitalizations. Results: A total of 35,024 hospitalizations were recorded during the analyzed period. Rio Grande do Sul reported the highest number of cases (38.97%), followed by Paraná (37.51%) and Santa Catarina (23.51%). The most prevalent age group was 60 to 69 years (30.35%), followed by 70 to 79 years (24.24%). The male sex represented 53.72% of the admissions. Regarding color/race, 81.96% of the patients were white, 12.27% were brown, and 4.8% were black. Discussion: A growing trend in hospitalizations was observed between 2021 and 2022, maintained only in Rio Grande do Sul between 2022 and 2023. The predominance of the male sex corroborates studies conducted in Alagoas (2016), but diverges from findings in Bahia (2012) and Rio Grande do Sul (2019). The most affected age group (60 to 69 years) and the predominance of the white population also coincide with previous studies in AL and RS. Conclusion: Diabetes Mellitus represents a significant public health problem in the southern region of Brazil, with a high frequency of emergency hospitalizations and specific demographic patterns, highlighting the need for regionalstrategies for prevention, clinical management, and targeted public policies.

Keywords: diabetes mellitus; urgency; profile; epidemiology; south region.

1 INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus (DM) constitui um conjunto de distúrbios metabólicos caracterizados por hiperglicemia, resultantes de diferentes mecanismos etiopatogênicos, como defeitos na secreção ou na ação da insulina, ou ambos. As manifestações clínicas mais comuns incluem poliúria, polidipsia, polifagia, perda de peso e desidratação (1-3). A longo prazo, o diabetes está associado a complicações microvasculares e macrovasculares, como retinopatia, nefropatia e neuropatia, além de condições potencialmente letais, como a cetoacidose diabética (CAD) e o estado hiperosmolar hiperglicêmico (EHH). Estas complicações impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes, somando-se à alta prevalência da doença, sua cronicidade e complexidade de manejo, fatores que tornam o diabetes mellitus um relevante problema de saúde pública (2,4).

O diabetes pode ser classificado, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em quatro categorias principais. O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) possui origem autoimune e está relacionado à destruição das células β pancreáticas; o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) cuja base é a resistência insulínica ou defeitos parciais na produção de insulina pelas células β; há ainda o diabetes mellitus gestacional (DMG), associado ao período gestacional, outras formas menos comuns, decorrentes de disfunções genéticas, exócrinas do pâncreas, secundários à infecções e outras causas (2,5).

O diagnóstico do diabetes é baseado na identificação da hiperglicemia, por meio da dosagem de glicemia plasmática em jejum, do teste de tolerância oral à glicose (TOTG) ou da hemoglobina glicada (HbA1c). Para confirmação, são necessários dois exames alterados, caso apenas um esteja alterado os exames devem ser repetidos (1,3).

Devido à fisiopatologia do diabetes mellitus, seu tratamento se dá a partir do controle glicêmico, indispensável na prevenção de complicações micro e macrovasculares. No caso do DM1, em que há uma insuficiência na produção de insulina, é necessário insulinoterapia em esquema intensivo para mimetizar a ação da insulina durante o dia e nos períodos pré e pós-prandiais, a não adequação ao tratamento predispõe estes pacientes à condição de cetoacidose diabética, ameaçadora à vida. Já no DM2 e no DMG, o tratamento não-farmacológico é essencial, por meio de atividades físicas e adequação dietética, também relacionado à fisiopatologia associada à resistência insulínica, porém em alguns casos a insulinoterapia se faz necessária(7,8).

O diabetes está presente por todo o globo, inclusive em países subdesenvolvidos, com uma estimativa de 537 milhões de adultos entre 20-79 anos são acometidos pela doença, sendo que o Brasil representa o sexto país quando avaliado o número total de diabéticos, com 15,7 milhões de diabéticos(2,6). As projeções acerca da epidemiologia do diabetes indicam aumento constante anualmente, refletindo ainda mais a importância para a saúde pública por conta dos gastos diretos e constantes com o tratamento da doença e suas complicações (6).

Tendo em vista o panorama global do Diabetes Mellitus, sua elevada prevalência e o potencial risco de complicações que comprometem a qualidade de vida, o presente estudo teve como objetivo analisar, de forma descritiva e comparativa, o perfil de pacientes adultos, a partir da quarta década de vida, internados em caráter de urgência por complicações associadas à doença, em serviços públicos da região Sul do Brasil, no período de 2021 a 2023.

2 METODOLOGIA

Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, realizado por meio da análise de dados provenientes do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) disponibilizado na plataforma do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Foram consideradas as seguintes variáveis: lista de morbidades relacionadas ao diabetes (CID-10: E10–E14), sexo (masculino e feminino), faixa etária (a partir dos 40 anos até acima de 80 anos), cor/raça (branca, preta, parda, amarela e indígena), número de internações e caráter de urgência, no período de janeiro de 2021 a dezembro de 2023.

A região Sul do Brasil, composta pelos estados do Rio Grande do Sul (RS), Paraná (PR) e Santa Catarina (SC), foi definida como área de análise da pesquisa. A comparação dos dados foi conduzida por meio de abordagem quantitativa descritiva. As informações foram apresentadas por meio de análise exploratória dos dados, com elaboração de gráficos e tabelas no software Microsoft Excel®.

Por se tratar de um banco de dados de domínio público, não houve necessidade de submissão do projeto ao Comitê de Ética em Pesquisa, conforme a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde.

3 RESULTADOS

No período analisado, conforme mostra a Tabela 1, foram registradas 35.024 internações de pacientes com idade acima de 40 anos, por Diabetes Mellitus (CID-10: E10–E14) em caráter de urgência na região Sul do Brasil. Dentre estas, 38,97% ocorreram no Rio Grande do Sul, 37,51% no Paraná e 23,51% em Santa Catarina, sendo o Rio Grande do Sul o estado com maior número de internações no período avaliado.

Tabela 1. Número de internações de pacientes adultos com Diabetes Mellitus na região Sul do Brasil, discriminadas por unidade da federação, no período de 2021 a 2023.

Fonte: Autor (2025)

Observou-se uma tendência crescente no número total de internações entre 2021 e 2022 em todos os estados. No entanto, ao se analisar a proporção de casos por estado, verificou-se redução no Paraná, que apresentou 4.415 das 12.119 internações (36,43%) em 2022, em comparação aos 38,77% registrados em 2021 (Gráfico 1). O Rio Grande do Sul foi o único estado que manteve aumento sucessivo até 2023, atingindo aproximadamente 39,78% das internações neste ano.

Gráfico 1. Distribuição percentual anual das internações por Diabetes Mellitus em cada estado da região Sul do Brasil (2021–2023).

Fonte: Autor (2025)

Em relação à faixa etária, o maior número de internações concentrou-se entre 60 e 69 anos (10.631 casos; 30,35%), seguido pelo grupo de 70 a 79 anos (24,24%) (Tabela 2). O estado de Santa Catarina apresentou o menor número absoluto de pacientes com 80 anos ou mais (917 casos; 22,69%), enquanto os demais estados mantiveram média de 1.561 casos, correspondendo a cerca de 38,6%.

Tabela 2. Número de internações de pacientes adultos com Diabetes Mellitus, por faixa etária, na região Sul do Brasil no período de 2021 a 2023

Fonte: Autor (2025)

Quanto ao sexo, conforme mostra a Tabela 3, observa-se predominância masculina, com 18.816 internações (53,72%). O Paraná apresentou a maior discrepância entre os sexos, registrando 1.125 internações a mais entre homens, diferença de aproximadamente 8,5%. Na análise por faixa etária, os homens representaram 59,81% das internações entre 50 e 59 anos e 57,35% entre 60 e 69 anos — faixa etária mais frequente independentemente do sexo. Entre os pacientes com 80 anos ou mais, entretanto, o sexo feminino foi predominante, com 2.438 internações (60,34%).

Tabela 3. Número de internações de pacientes adultos com Diabetes Mellitus, por sexo em cada faixa etária, na região Sul do Brasil, entre 2021 e 2023

Fonte: autor (2025)

No que se refere à variável cor/raça, indivíduos brancos representaram 81,96% das internações (28.709 casos), seguidos por pardos (12,27%), pretos (4,8%) e amarelos e indígenas, que juntos corresponderam a menos de 1% (Tabela 4). Por estado, o Rio Grande do Sul concentrou a maioria das internações de pessoas brancas (41%), pretas (58%) e indígenas (56%), enquanto o Paraná apresentou a maior proporção de pardos (69%) e amarelos (38%).

Tabela 4. Número de internações de pacientes adultos com Diabetes Mellitus, por cor/raça em cada estado da região Sul do Brasil, no período de 2021 a 2023.

Fonte: Autor (2025)

Ao associar cor/raça e faixa etária, verificou-se que a faixa de 60 a 69 anos manteve-se a mais prevalente em todas as categorias (Tabelas 4 e 2). Entre pessoas brancas, a segunda faixa etária mais frequente foi 70 a 79 anos, enquanto nas demais categorias predominou o grupo de 50 a 59 anos.

Quanto à relação entre sexo e cor/raça, observou-se predominância masculina entre os indivíduos brancos e pardos (Tabelas 3 e 4). Já entre pessoas pretas, a proporção de mulheres foi 1,5% maior que a de homens; entre indígenas, essa diferença foi mais acentuada (43%), e entre amarelos, as mulheres representaram 10% a mais que os homens.

4 DISCUSSÃO

De acordo com as informações obtidas via DATASUS, é possível identificar padrões e particularidades no perfil epidemiológico de pacientes adultos internados por Diabetes Mellitus em regime de urgência na região Sul do Brasil.

No período de 2021 a 2023, foram registrados aproximadamente 35 mil casos de internação, concentrados principalmente nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. Observou-se uma tendência crescente no número absoluto de internações entre os anos de 2021 e 2022 em toda a região; entretanto, no período seguinte (2022–2023), apenas o Rio Grande do Sul manteve essa tendência de aumento. Destaca-se o Paraná, que, apesar de apresentar crescimento em números absolutos entre 2021 e 2022, demonstrou redução proporcional no percentual de internações quando comparado aos demais estados do Sul.

No que se refere à distribuição por sexo, verificou-se leve predominância do sexo masculino, resultado que corrobora estudos realizados em Alagoas (AL) em 2016, os quais também identificaram maior prevalência de homens entre pacientes diabéticos. Contudo, esses achados divergem de estudos conduzidos na Bahia (BA) em 2012 e no Rio Grande do Sul (RS) em 2019, nos quais houve predomínio do sexo feminino(4,11,12).

Em relação à faixa etária, a idade entre 60 e 69 anos foi a mais prevalente em toda a região, resultado que se assemelha aos estudos realizados em Alagoas e no Rio Grande do Sul, sendo seguida pela faixa de 70 a 79 anos. Ao associar essa variável ao sexo, observou-se que os homens lideraram as internações entre 40 e 69 anos, enquanto na faixa de 70 a 79 anos as proporções entre os sexos foram semelhantes(4,12). Já entre os pacientes com 80 anos ou mais, verificou-se maior número de internações entre mulheres, indicando possível influência da maior expectativa de vida feminina e da maior vulnerabilidade clínica nessa faixa etária.

Ao incluir a variável cor/raça na análise, manteve-se a predominância da faixa etária de 60 a 69 anos em todos os grupos. Entretanto, entre os indivíduos brancos, a segunda faixa etária mais frequente foi 70 a 79 anos, enquanto nas demais categorias observou-se uma tendência de redução, com predomínio da faixa de 50 a 59 anos como a segunda mais incidente.

Considerando isoladamente a variável cor/raça, aproximadamente 80% das internações na região Sul foram de pessoas autodeclaradas brancas, resultado que corrobora os achados de Alagoas⁴ e do Rio Grande do Sul¹². Em seguida, destacam-se as internações de pessoas pardas e pretas, enquanto as de amarelas e indígenas representaram menos de 1%. Na comparação entre os estados, o Rio Grande do Sul apresentou as maiores proporções de internações entre indivíduos brancos, pretos e indígenas, ao passo que o Paraná concentrou a maior parte das internações de pacientes pardos e amarelos.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise do perfil epidemiológico de pacientes adultos com Diabetes Mellitus internados em regime de urgência na região Sul do Brasil, entre 2021 e 2023, revelou padrões relevantes que destacam o diabetes como um desafio significativo para a saúde pública. Foram registradas 35.024 internações, com predominância no Rio Grande do Sul, embora o Paraná tenha apresentado particularidades na proporção anual de casos.

As faixas etárias mais afetadas foram 60 a 69 anos e 70 a 79 anos, evidenciando a maior vulnerabilidade da população idosa a complicações agudas da doença. Observou-se predomínio do sexo masculino nas internações gerais, enquanto o sexo feminino se destacou nas idades mais avançadas. Quanto à cor/raça, a alta representatividade da população branca foi consistente com estudos prévios, embora algumas diferenças regionais indiquem a necessidade de análises mais detalhadas sobre fatores sociodemográficos e clínicos específicos da região.

Os dados do DATASUS são fundamentais para compreender a demanda por serviços de urgência e subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção e manejo do diabetes, contribuindo para a redução de internações e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

REFERÊNCIAS

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1 Discente do Curso Superior Acadêmico de Medicina do Centro Universitário FAG. e-mail: isodviana@minha.fag.edu.br
2 Doutora em Farmacologia. Professora titular do Centro Universitário FAG. E-mail: clarissaoliveira@fag.edu.br