THE BENEFITS OF THE PILATES METHOD DURING PREGNANCY
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202511241525
Mellyssa Gonçalves Silva1
Gabriel Augusto Rosa Luna2
Kelly Alves Lopes Abrunhosa3
Júlio César Abrunhosa Resende Souza Junior4
Lahís Alves Lopes Cardoso5
RESUMO
Introdução: O crescente interesse por práticas de atividade física segura durante a gestação evidencia a importância de estudos voltados à compreensão dos efeitos dessas atividades no organismo da mulher. O método Pilates, por sua característica de baixo impacto e foco na respiração, no controle muscular e na postura, apresenta grande potencial para contribuir com a saúde e bem-estar da gestante. Objetivo: Analisar os principais benefícios proporcionados pela prática do método Pilates durante a gestação, considerando aspectos físicos, emocionais e funcionais. Metodologia: Foi realizada uma pesquisa de campo, com 7 gestantes de 17 a 30 semanas de gestação. Foram aplicadas técnicas do método Pilates em 8 sessões, sendo 2 por semana com duração de 40 minutos cada. Resultados: observou-se que, para todas as pacientes que concluíram o protocolo, houve redução importante nas queixas álgicas, tanto em dor nos pés (EVA Pés) quanto em dor lombar (EVA Lombar), evidenciada pela diminuição dos valores iniciais para os valores posteriores às sessões. Da mesma forma, nota-se uma redução dos níveis de fadiga, além de melhora expressiva na autoestima e na disposição diária. Pacientes como a 1, 2, 3 e 5 apresentam quedas marcantes nos escores de dor e fadiga, acompanhadas por aumentos significativos nos indicadores positivos (autoestima e disposição). Já a paciente 7 interrompeu a participação após a quarta sessão, impossibilitando a coleta dos dados finais. Conclusão: Esse resultado evidencia que o pilates teve impacto positivo multidimensional sobre as gestantes participantes, contribuindo tanto para o alívio de sintomas físicos quanto para melhorias no bem-estar psicológico e funcional. Dessa forma, o estudo reforça que o Pilates é uma prática segura, adaptável e eficaz quando conduzida por profissionais qualificados, respeitando as particularidades de cada trimestre e as necessidades individuais de cada gestante.
Palavras-chave: Pilates. Mulheres gestantes. Qualidade de vida.
1 INTRODUÇÃO
De acordo com Pereira et al. (2020), a gravidez é um período de grandes transformações no corpo da mulher, que muitas vezes vêm acompanhadas de desconfortos físicos, alterações posturais, lombalgia, fadiga, ansiedade e mudanças emocionais intensas.
Segundo Mendo e Jorge (2021), em seu estudo destacou que aproximadamente 30% das gestantes apresentam sintomas dolorosos graves que podem interferir na capacidade funcional e na qualidade de vida (QV), sendo que diversos fatores, como a alteração postural, a hiperlordose lombar e o afrouxamento ligamentar pélvico podem causar as dores durante a gravidez e persistir mesmo após este período.
Apesar dessas mudanças serem naturais, é possível enfrentá-las com mais qualidade de vida por meio de práticas seguras e conscientes, como o Pilates. De acordo com Sousa e Neto (2021), o Pilates é uma atividade física que respeita os limites do corpo e trabalha de forma integrada o fortalecimento muscular, a flexibilidade, a respiração e o equilíbrio, elementos essenciais para uma gestação mais confortável e saudável.
Desenvolvido por Joseph Pilates, essa prática tem se destacado como uma alternativa eficaz para gestantes, por oferecer exercícios de baixo impacto, focados em respiração, controle muscular, flexibilidade, força e postura. Além disso, pode contribuir para a preparação do corpo para o parto, prevenção de dores, fortalecimento do assoalho pélvico, melhora da circulação e do bem-estar geral durante a gestação e o pós-parto (LUSTOSA, SILVA & PEREIRA, 2023).
Apesar disso, Oliveira (2022) pontua que a literatura destaca que a heterogeneidade sobre a prática do método Pilates entre as gestantes, bem como baixa adesão às diretrizes da prática clínica, são fatores que impulsionam a necessidade de pesquisas mais fundamentadas sobre este assunto, especialmente em casos que apresentem algum problema de saúde durante a gravidez.
A presente temática possui relevância científica, acadêmica e social. No primeiro, a prática do método Pilates durante a gestação vem ganhando espaço em estudos científicos que buscam compreender intervenções seguras e eficazes para o bem-estar da gestante. Pesquisas têm demonstrado que o Pilates contribui significativamente para a melhora da postura, fortalecimento do assoalho pélvico, alívio de dores lombares, controle da respiração e equilíbrio emocional. Investigar esses efeitos de forma sistematizada contribui para ampliar o conhecimento na área da saúde da mulher, fornecendo dados importantes para fisioterapeutas, educadores físicos, médicos e outros profissionais que atuam no pré-natal e no pós-parto.
No campo acadêmico, o tema estimula a produção de conhecimento interdisciplinar, envolvendo áreas como educação física, fisioterapia, enfermagem, medicina e psicologia. Ao abordar os benefícios do Pilates na gestação, abre-se espaço para estudos de caso, revisões de literatura, pesquisas experimentais e trabalhos de conclusão de curso.
Socialmente, falar sobre o Pilates na gestação é uma forma de empoderar mulheres por meio da informação e do autocuidado. Muitas gestantes desconhecem os recursos disponíveis para lidar com os desconfortos da gravidez ou têm receio de praticar exercícios por medo de prejudicar o bebê. Promover o conhecimento sobre os benefícios do Pilates contribui para a saúde física e emocional das mulheres, melhora a qualidade de vida durante a gravidez e reduz complicações no parto e no pós-parto.
Frente a esse cenário, este estudo tem a finalidade de analisar os principais benefícios proporcionados pela prática do método Pilates durante a gestação, considerando aspectos físicos, emocionais e funcionais.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
De acordo com Santos e Reis (2025), o método Pilates foi criado no início do século XX por Joseph Hubertus Pilates, um alemão nascido em 1883. Durante a Primeira Guerra Mundial, enquanto trabalhava como enfermeiro em um campo de prisioneiros, Joseph começou a desenvolver exercícios voltados para a reabilitação de soldados feridos, utilizando molas e camas adaptadas como aparelhos de resistência. Essa prática deu origem aos primeiros equipamentos do método.
Nos anos 1920, Joseph Pilates mudou-se para os Estados Unidos, onde abriu um estúdio em Nova York com sua esposa Clara. O método ganhou popularidade especialmente entre dançarinos, artistas e atletas por sua eficácia na recuperação de lesões e na melhoria do desempenho físico. Com o tempo, o Pilates passou a ser reconhecido mundialmente como uma técnica de condicionamento físico que une mente e corpo, sendo amplamente utilizado tanto na área da saúde quanto no fitness (Santos; Reis, 2025).
Conceitualmente, Oliveira et al. (2022) explicam que o Pilates é um método de exercício físico que visa o fortalecimento muscular com ênfase no controle, na precisão, na respiração e na concentração. Trata-se de uma atividade que integra corpo e mente, promovendo equilíbrio, flexibilidade, estabilidade e consciência corporal.
Ele pode ser praticado em solo (mat Pilates) ou com aparelhos específicos como o Reformer, Cadillac, Chair e Barrel, desenvolvidos pelo próprio Joseph Pilates. A prática é caracterizada por movimentos suaves, fluídos e controlados, com baixo impacto sobre as articulações (Oliveira et al., 2022).
Dentre as suas principais características, encontram-se:
Controle e precisão: Cada movimento deve ser realizado com atenção à forma e técnica correta.
Centro de força (Powerhouse): O foco está na ativação do core — músculos abdominais, lombares, glúteos e pélvicos.
Respiração: A respiração profunda e coordenada com o movimento é essencial para facilitar a execução e promover o controle corporal.
Concentração: A mente deve estar focada em cada exercício, promovendo maior consciência corporal.
Movimentos fluídos: Os exercícios não são feitos de forma brusca; a fluidez é fundamental para a efetividade e segurança.
Alongamento e fortalecimento simultâneos: Os músculos são trabalhados de forma equilibrada, evitando sobrecargas e promovendo harmonia muscular. (Pereira et al., 2020, p. 10)
O Pilates é uma prática versátil, indicada para pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico. Entre suas principais indicações estão: reabilitação física (ideal para recuperação de lesões, especialmente de coluna, joelho, ombros e quadris); melhora da postura (auxilia na correção postural e na consciência corporal); prevenção de lesões (fortalece musculaturas estabilizadoras e melhora o equilíbrio corporal); condicionamento físico geral (promove força, flexibilidade, coordenação e resistência) e estresse e ansiedade, por integrar respiração e concentração, o método ajuda na regulação emocional (Silva, 2022).
A técnica prioriza o equilíbrio, assim nenhum grupo muscular fica sobrecarregado e o corpo trabalha de forma mais eficiente qualquer movimento, desde atividades do dia a dia até a prática esportiva. Os exercícios de Pilates podem ser feitos no solo, com o auxílio de acessórios, ou em equipamentos, como o “Reformer”, o “Cadillac” e a “Chair” (Lustosa; Silva; Pereira, 2023).
Dentre os principais movimentos dessa prática, realizada por mulheres gestantes, encontra-se primeiramente a mobilidade de Coluna com Flexão e Rotação (Figura 1):
Figura 1 – Pilates: mobilidade de Coluna com Flexão e Rotação

Fonte: MOTTA, Claudia. Pilates na Gravidez: conheça os 10 exercícios do Método aplicados neste período. 2024. Disponível em: https://revistapilates.com.br/pilates-na-gravidez/. Acesso em: 10 abr. 2025.
Neste exercício, a gestante posiciona-se ajoelhada em frente à Fitball, apoiando as mãos sobre a bola e mantendo os braços estendidos à frente do corpo. A respiração deve ser coordenada com o movimento: ao inspirar e expirar, realiza-se inicialmente a flexão da coluna cervical, seguida pela flexão das regiões torácica e lombar, finalizando com a flexão do quadril. Na sequência, durante nova inspiração e expiração, executa-se o movimento inverso, estendendo o quadril e, posteriormente, as porções lombar, torácica e cervical da coluna, priorizando a mobilização segmentar da coluna vertebral. Para retornar à posição inicial, orienta-se inspirar para preparar o movimento e expirar realizando a sequência inversa (Motta, 2024).
Como variação desse exercício, indicada durante a gestação, pode-se associar a rotação da coluna ao final da primeira fase. Para isso, a gestante cruza os membros superiores sobre a Fitball, inspira antes de iniciar e, ao expirar, realiza a rotação da coluna. Em seguida, inspira novamente para retornar à posição inicial (Motta, 2024). Outro movimento é o chamado The Cat, como mostra a figura abaixo:
Figura 2 – Pilates: movimento The Cat

Fonte: MOTTA, Claudia. Pilates na Gravidez: conheça os 10 exercícios do Método aplicados neste período. 2024. Disponível em: https://revistapilates.com.br/pilates-na-gravidez/. Acesso em: 10 abr. 2025.
Neste, em 6 apoios, ombros à frente com as palmas das mãos no solo, quadril levemente abduzido, deve inspirar para preparar o movimento e expirar realizando a flexão da coluna lombar, torácica e cervical, progressivamente, dando prioridade à mobilização vertebral. Inspirar e expirar realizando a extensão da coluna cervical, torácica e lombar até a posição inicial (Motta, 2024).
Para variar este exercício indicado durante a gravidez, deve inspirar e expirar estendendo o quadril direito ao mesmo tempo que se flexiona o ombro contralateral. Realizando os movimentos de forma que os segmentos fiquem ao prolongamento da coluna vertebral. Inspirando novamente e alternando o movimento para o outro lado, sempre em padrão cruzado e repita até 5 vezes, iniciando pela lombar, e 5 vezes iniciando pela cervical (Motta, 2024). Há ainda, a liberação e mobilização pélvica (Figura 3):
Figura 3 – Pilates: Liberação e Mobilização Pélvica

Fonte: MOTTA, Claudia. Pilates na Gravidez: conheça os 10 exercícios do Método aplicados neste período. 2024. Disponível em: https://revistapilates.com.br/pilates-na-gravidez/. Acesso em: 10 abr. 2025.
Explica Motta (2024), sentando sobre a Fitball com membros superiores à frente do corpo e cotovelos estendidos, inspirar realizando a lateralização da pelve, associada à uma flexão lateral da coluna. Expirar retornando à posição inicial, repetindo para o outro lado.
Como variações pode-se realizar movimentos de báscula anterior e posterior, assim como a circundução da coluna lombar. Procurando manter-se sentada sobre os ísquios e repetindo o movimento 5 vezes para todos os ângulos (Motta, 2024).
Movimento também importante é a rosca bíceps com faixa elástica. Nele, sentando sobre a Fitball com pés apoiados no solo e membros superiores ao longo do corpo com cotovelos fletidos à 90 graus, e apoiado o centro da faixa elástica sob as plantas dos pés, mantendo cada uma das extremidades em uma das mãos. Inspirar e expirar flexionando os cotovelos e punhos, em seguida, inspirar e expirar retornando à posição inicial (Motta, 2024). É o que mostra a Figura 4:
Figura 4 – Pilates: Rosca Bíceps com Faixa Elástica

Fonte: MOTTA, Claudia. Pilates na Gravidez: conheça os 10 exercícios do Método aplicados neste período. 2024. Disponível em: https://revistapilates.com.br/pilates-na-gravidez/. Acesso em: 10 abr. 2025. Em outro movimento, tem-se o tríceps Francês com faixa elástica.
Figura 5 – Pilates: Tríceps Francês com Faixa Elástica

Fonte: MOTTA, Claudia. Pilates na Gravidez: conheça os 10 exercícios do Método aplicados neste período. 2024. Disponível em: https://revistapilates.com.br/pilates-na-gravidez/. Acesso em: 10 abr. 2025.
Sentada sobre a Fitball com os pés apoiados no solo, segurar uma das extremidades da faixa elástica atrás do corpo na altura da região lombar. Para isso, deve hiperestender o ombro e flexionar o cotovelo e a outra extremidade da faixa deve ser fixada em uma das mãos, também atrás do corpo, na altura da cabeça. Para tanto, abduza o ombro até a máxima amplitude e flexione o cotovelo (Motta, 2024). Ademais, apresenta-se o Bridge com Fitball, ilustrado abaixo:
Figura 6 – Pilates: Bridge com Fitball

Fonte: MOTTA, Claudia. Pilates na Gravidez: conheça os 10 exercícios do Método aplicados neste período. 2024. Disponível em: https://revistapilates.com.br/pilates-na-gravidez/. Acesso em: 10 abr. 2025.
Deitada de barriga para cima, quadril e joelhos em 90 graus de flexão, com os pés apoiados sobre a Fitball. Mantendo os membros superiores ao longo do corpo. Inspirar e expirar realizando a extensão do quadril. Priorizando a mobilização da coluna vertebral e em seguida inspirar e expirar retornando à posição inicial (Motta, 2024).
Os exercícios de alongamento no Pilates são indicados em casos de limitação da amplitude de movimento, encurtamentos musculares, contraturas, deformidade esquelética que possam afetar a simetria corporal e postural, tensão muscular e desequilíbrios musculares (Silva, 2022).
E são contraindicados em casos de limitação articular por bloqueios ósseos, fraturas recentes, processos infecciosos ou inflamatórios agudos nos tecidos adjacentes, dor aguda e hematoma grave (Lopes et al., 2023).
A respeito do seu uso em mulheres gestantes, apresenta-se o tópico seguinte.
1.1 OS BENEFÍCIOS DO PILATES NO PERÍODO GESTACIONAL DA MULHER
O Pilates para gestantes é uma excelente prática que proporciona benefícios físicos e emocionais durante a gestação, ajudando a manter o condicionamento físico, aliviar dores e preparar o corpo para o parto. Diversos estudos têm analisado o seu impacto nesse período, o que será exposto nos parágrafos seguintes.
No estudo de Costa (2022) buscou apresentar os benefícios do método Pilates na gestação, perante as alterações fisiológicas e biomecânicas. A autora afirma que o método Pilates para grávidas têm uma enorme importância na força postural, equilíbrio e essencialmente na concentração dos movimentos, diminuindo as sobrecargas que acontecem nas articulações, ajuda na circulação sanguínea, diminuindo a tensão dos membros inferiores, costas e ombros. Sendo um método baseado em movimentos coordenados, harmônicos e suaves.
Lopes et al. (2023) em sua pesquisa tiveram o objetivo de discorrer sobre os benefícios do método Pilates durante a gestação. Os autores concluíram que a prática de exercícios do método Pilates durante a gestação é benéfica tanto para a mãe quanto para o bebê. Os exercícios do método Pilates trazem bons resultados no processo de trabalho de parto, impactando também em outros aspectos da saúde como sono, bem estar físico e emocional.
Mendo e Jorge (2021) investigaram os efeitos do método Pilates durante a gestação e identificaram benefícios significativos para a saúde materna. De acordo com os autores, a prática do Pilates está associada a menor progressão da diástase abdominal, redução da fadiga e manutenção dos parâmetros antropométricos e hemodinâmicos ao longo da gestação. Além disso, observaram aumento da força abdominal e do assoalho pélvico, melhora da flexibilidade dos músculos isquiotibiais, maior estabilização lombo-pélvica, aperfeiçoamento da postura, bem como incremento da capacidade funcional e da qualidade de vida das gestantes.
Sonmezer et al. (2021) em sua pesquisa de campo, tencionaram determinar os efeitos dos exercícios clínicos de Pilates na estabilização lombopélvica, dor, incapacidade e qualidade de vida em gestantes com lombalgia. Na metodologia empregada, foram analisadas 40 gestantes randomizadas em grupo Pilates (n= 20) e grupo controle (n= 20). O grupo Pilates realizaram os exercícios duas vezes na semana durante oito semanas. O grupo controle realizou o pré-natal regular. Os resultados apontaram que os exercícios de Pilates podem ser recomendados como um método eficaz e seguro para aumentar a estabilização lombopélvica, reduzir a dor e a incapacidade, melhorar a mobilidade física e problemas de sono em gestantes com lombalgia.
No trabalho feito por Feria-Ramírez et al. (2021), os autores buscaram investigar a influência do Método Pilates durante a gravidez na incidência e grau de trauma perineal intraparto. Participaram 72 gestantes participantes do programa pré-natal em diferentes centros de saúde de dois distritos sanitários entre novembro de 2018 e dezembro de 2019. Elas foram alocadas em um grupo de Pilates (n= 48) ou um grupo controle (n=24). Os resultados mostraram que depois de participar do programa de Pilates, as mulheres do grupo experimental foram significativamente menos propensas a sofrer trauma perineal em partos espontâneos em comparação com as mulheres do grupo controle.
Ghandali et al. (2021) conduziram um estudo com o objetivo de avaliar a eficácia de um programa de exercícios de Pilates durante a gestação nos desfechos do parto. A pesquisa envolveu 110 mulheres primíparas, distribuídas aleatoriamente em dois grupos: intervenção (n = 55) e controle (n = 55). As participantes do grupo intervenção realizaram sessões de Pilates entre a 26ª e a 28ª semana de gestação, durante um período de oito semanas, enquanto o grupo controle não realizou nenhuma prática de exercícios. Os resultados indicaram que o Pilates é um método seguro durante a gravidez, capaz de reduzir a duração da fase ativa e da segunda fase do trabalho de parto, diminuir a intensidade da dor e aumentar a satisfação materna com o processo de parto.
Oki (2022) aponta que além das melhoras fisiológicas, o Método Pilates, por possuir uma visão mais holística do treinamento, um trabalho conjunto entre corpo e mente, proporciona melhoras no campo psicológico para as praticantes, que durante essa fase de tantas mudanças de seus corpos, melhoram seu autoconhecimento e dessa forma, conseguem se preparar, como um todo, para o momento de grande exigência de seu corpo, o parto.
Santos e Reis (2025), por fim, enfatizam que o Pilates atua de forma eficaz na prevenção da incontinência urinária e no preparo para o parto vaginal, ao fortalecer os músculos do períneo por meio de exercícios conscientes de contração e relaxamento (ex.: exercícios de Kegel integrados ao método). A ativação do core associada à respiração adequada também contribui para o aumento da consciência corporal durante o parto e na recuperação pós-parto.
3 METODOLOGIA
3.1 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Trata-se de um estudo transversal, prospectivo, do tipo estudo de campo, a fim de comprovar os benefícios do método Pilates na qualidade de vida, postura e quadros álgicos durante a gestação. Do tipo transversal pois se propõe a analisar dados ao longo do tempo definidos como observacionais. Reunindo dados para estudar a população em um determinado momento (Marconi; Lakatos, 2021).
É do tipo prospectivo pois foi conduzida em direção ao futuro e de campo, visando coletar dados para responder a perguntas sobre determinados grupos, comunidades e instituições, e compreender diferentes aspectos da realidade por meio de técnicas de observação e coleta de dados por meio de questionários (Santos; Candeloro, 2020).
3.2 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO
Mulheres gestantes; que foram atendidas na Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade de Gurupi – UNIRG; que praticavam Pilates e que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
3.3 CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO
Mulheres não gestantes, não praticantes de Pilates no local da pesquisa, que não preencherem o questionário pertinente a pesquisa ou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e que não estavam presentes no período da pesquisa.
3.4 INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS
O instrumento de coleta de dados utilizado neste estudo foi um questionário estruturado, aplicado individualmente às gestantes antes e após a realização das sessões de Pilates. O questionário continha itens avaliativos relacionados à intensidade de dor, fadiga, autoestima e disposição, mensurados por meio de escalas numéricas de 0 a 10. Para a avaliação da dor nos pés e da dor lombar, utilizou-se a Escala Visual Analógica (EVA), por ser um método simples, sensível e amplamente empregado na prática clínica para quantificar a intensidade dolorosa percebida.
Os demais itens — fadiga, autoestima e disposição — também foram avaliados em escala numérica crescente, permitindo identificar mudanças subjetivas ao longo da intervenção. Os dados coletados foram registrados em planilha própria, possibilitando comparação direta entre os valores pré e pós-intervenção e análise da efetividade do método Pilates durante a gestação. A pesquisa foi realizada na Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade de Gurupi – UNIRG no município de Gurupi – TO, de 09 de setembro a 03 de outubro de 2025.
3.5 METODOLOGIA DE ANÁLISE DE DADOS
Para a análise foi utilizado método quantitativo, onde os dados foram organizados em planilha eletrônica e analisados com o auxílio de softwares estatísticos (como SPSS ou Excel), utilizando estatística descritiva (frequência, média, desvio padrão) para interpretação dos resultados. Nos dados qualitativos, realizou-se uma análise de conteúdo temático, categorizando os relatos das participantes em tópicos principais (ex.: benefícios físicos, emocionais, desafios).
A pesquisa foi realizada com 7 gestantes de 17 a 30 semanas de gestação, com aplicação de técnicas do método Pilates em 8 sessões, sendo 2 sessões por semana com duração de 40 minutos cada. A respeito dessa questão, apresenta-se o quadro 1 abaixo:
Quadro 1 – Tempo gestacional ao início da primeira sessão

A pesquisa teve início no dia 09 de setembro de 2025, após o consentimento e aprovação Núcleo de Ensino Permanente e Planejamento em saúde do município de Gurupi e do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pelos os profissionais da saúde envolvidos e pelas mulheres gestantes.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Para a apresentação dos resultados obtidos, elaborou-se o Quadro 2, que sintetiza os principais itens avaliados, permitindo demonstrar o impacto das sessões de pilates nas gestantes participantes do estudo. Para cada item, as voluntárias atribuíram uma nota de 0 a 10, representando níveis crescentes de percepção positiva. Ressalta-se que os valores destacados em vermelho correspondem ao período anterior às sessões de pilates, enquanto os valores em azul referem-se ao período posterior, possibilitando a comparação direta dos efeitos da intervenção. A saber:

Inicialmente, encontra-se os itens de EVA dos pés e da lombar. Segundo explica Chagas (2021), a sigla EVA refere-se à Escala Visual Analógica de Dor, instrumento amplamente utilizado na prática clínica para mensurar a intensidade da dor percebida pelo paciente. Trata-se de uma escala numérica de 0 a 10, em que 0 representa ausência total de dor e 10 corresponde à pior dor imaginável. Esse método permite avaliar, de forma simples e objetiva, a evolução dos sintomas dolorosos antes e após a intervenção.
Conforme mostrado no quadro 2, as pacientes relataram que antes das sessões de pilates a EVA dos pés varia entre 5 e 8, representando um nível alto de dor. Após as sessões, os níveis diminuíram para 1 a 3, representando uma queda significativa da dor nessa região após a prática de pilates.
O dado acima encontrado se assemelha ao estudo de Lopes et al. (2023) que buscaram descrever como o método pilates pode contribuir para o tratamento das mulheres com incontinência urinária. Além de discutir sobre esse tema, os autores enfatizaram que gestantes submetidas ao pilates demonstra um benefício significativo no alívio das dores plantares, comum durante a gestação devido ao aumento de peso, alterações posturais e sobrecarga nas articulações dos membros inferiores. Segundo os autores, o pilates, ao fortalecer a musculatura de apoio, melhorar o alinhamento corporal e promover maior consciência postural, contribui para a redistribuição adequada das cargas sobre os pés, reduzindo a tensão e o desconforto.
No que se refere à EVA lombar, o resultado foi semelhante ao anterior, demonstrando que a prática de pilates diminuiu consideravelmente as dores na região lombar. Na pesquisa de Cota e Metzker (2020) tinha-se o objetivo de verificar os efeitos do método Pilates sobre a dor lombar em gestantes. De acordo com os autores, os efeitos do método Pilates sobre a dor lombar em gestantes são amplamente positivos, uma vez que a prática atua no fortalecimento da musculatura estabilizadora do tronco, especialmente do core, responsável por sustentar a coluna durante as mudanças biomecânicas da gestação. Conforme explicam os autores, à medida que o centro de gravidade se desloca e ocorre maior sobrecarga na região lombossacral, exercícios que promovem alinhamento postural, mobilidade da pelve e ativação dos músculos profundos tornam-se essenciais para reduzir a dor. O Pilates contribui ainda para melhorar a flexibilidade, diminuir tensões musculares compensatórias e favorecer padrões de movimento mais eficientes, resultando em alívio da lombalgia e maior conforto ao longo da gestação.
Outro item observado foi a fadiga. Pelo quadro 2, observa-se que antes das sessões as respondentes deixaram claro que o nível de fadiga era alto. Após as práticas de pilates, esse nível abaixou substancialmente, representando um dado positivo para a prática da atividade. Nesse sentido, esse resultado corrobora com o apresentado por Faria et al. (2023) que focou em investigar os benefícios do método Pilates e da cinesioterapia em gestantes. Nos resultados desse estudo, os autores destacam que durante a gestação, é comum que o aumento do peso corporal, as alterações hormonais e o esforço adicional para manter o equilíbrio geram cansaço físico constante. Os exercícios de Pilates ajudam a otimizar a oxigenação dos tecidos, promovem maior eficiência respiratória e melhoram a circulação sanguínea, fatores essenciais para reduzir a sensação de exaustão.
Outro aspecto relevante trazidos pelos autores supracitados, é o impacto do Pilates na regulação do sistema nervoso e no bem-estar mental, dimensões diretamente relacionadas à percepção de fadiga. Ao enfatizar movimentos conscientes e ritmo respiratório controlado, a modalidade auxilia no manejo do estresse e na diminuição da tensão emocional, que frequentemente intensifica o cansaço em gestantes. Combinando fortalecimento, relaxamento e consciência corporal, o Pilates proporciona uma melhora progressiva nos níveis de energia, resultando em gestantes mais dispostas, com maior vitalidade e capacidade de enfrentar as demandas cotidianas com menor sensação de esgotamento (Faria et al., 2023).
Outro item analisado é sobre a auto estima. É consenso na literatura que a prática de alguma atividade física no período gestacional é importante para a melhora da auto estima. A título de exemplo, na pesquisa de Cordeiro et al. (2025) tinha-se o objetivo principal verificar a correlação entre a prática de exercícios físicos e a autoestima das gestantes. Tratou-se de uma pesquisa descritiva quantitativa de natureza transversal, realizada com 38 gestantes atendidas em duas Unidades Básicas de Saúde, sendo: Unidade Básica de Saúde Vicente Benigno e Centro de Saúde Dr. Carlos Melo, do município de Pedreiras – MA. Os dados foram coletados por meio de um questionário sociodemográfico e da Escala de Autoestima de Rosenberg nos meses de agosto e setembro de 2025, e analisados pelo software SPSS versão 22.0. Os resultados indicaram que 71,05% das participantes apresentaram autoestima moderada e 28,95% autoestima alta, havendo correlação positiva e significativa entre a prática de exercícios físicos e os níveis de autoestima (ρ = 0,42; p = 0,009). Assim, conclui-se que gestantes fisicamente ativas tendem a apresentar maior autoconfiança e percepção positiva de si durante a gestação, reforçando a importância do incentivo à prática regular de exercícios físicos como estratégia de promoção do bem-estar e da saúde mental materna.
Com base no estudo acima, nessa pesquisa verificou-se que as todas as participantes relataram um aumento considerável da sua auto estima quando começaram a praticar a modalidade. Silva, Filho e Oliveira (2023) destacam que à medida que o corpo se transforma rapidamente, muitas mulheres podem vivenciar inseguranças relacionadas à imagem corporal e à percepção de funcionalidade. A prática do Pilates, ao favorecer posturas mais alinhadas, maior equilíbrio e sensação de controle sobre o próprio corpo, contribui para que as gestantes se sintam mais confiantes e satisfeitas com sua aparência e capacidade física. Essa percepção de autonomia e fortalecimento reflete diretamente na construção de uma autoimagem mais positiva durante a gestação.
O último item analisado foi o da disposição. Nos dizeres de Oliveira et al. (2022), os autores acentuam que o método Pilates contribui de forma significativa para o aumento da disposição em gestantes, pois combina exercícios de fortalecimento, alongamento e respiração capazes de melhorar a circulação, otimizar a oxigenação dos tecidos e reduzir tensões musculares acumuladas. Esses efeitos fisiológicos, aliados ao ganho de mobilidade e ao alívio de dores comuns na gestação, resultam em maior sensação de leveza e energia para realizar as atividades cotidianas. Além disso, o caráter consciente e ritmado dos movimentos promove relaxamento mental e redução do estresse, fatores que impactam diretamente a vitalidade.
No estudo de Lustosa, Silva e Pereira (2023), foi elaborado um relato de experiência cujo objetivo principal foi apresentar a criação de um grupo voltado à promoção da prática do Método Pilates para gestantes. A iniciativa foi desenvolvida por um enfermeiro e uma fisioterapeuta, residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica da Escola de Governo da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), em uma Unidade Básica de Saúde localizada na região administrativa do Recanto das Emas, em Brasília, Distrito Federal. Todas as gestantes participantes compartilhavam queixas semelhantes, o que motivou a formação do grupo.
Ao término das atividades, as gestantes foram reavaliadas individualmente durante as consultas de pré-natal. Essa reavaliação, baseada exclusivamente nos relatos verbais das participantes, evidenciou redução de dor lombar e pélvica, melhora postural e maior disposição para realizar atividades cotidianas. Assim, o Método Pilates demonstrou ser uma alternativa eficaz para diminuir as queixas referidas pelas gestantes, além de configurar-se como uma importante ferramenta para a promoção do bem-estar e da qualidade de vida. As evidências apresentadas ao longo deste estudo demonstram que o método Pilates oferece benefícios multidimensionais para gestantes, abrangendo desde a redução da dor — especialmente em regiões como pés e lombar — até melhorias expressivas em fadiga, autoestima e disposição (Lustosa; Silva; Pereira, 2023).
A prática regular proporciona fortalecimento muscular, maior estabilidade postural, melhora da mobilidade e integração entre respiração e movimento, atuando diretamente sobre sintomas físicos comuns neste período. Além disso, favorece a consciência corporal e o bem-estar psicológico, contribuindo para uma gestação mais confortável, ativa e saudável.
De modo geral, os resultados indicam que o Pilates se configura como uma estratégia segura e eficaz para promover qualidade de vida durante a gravidez, podendo ser incorporado como parte do cuidado multiprofissional oferecido às gestantes. Os benefícios observados reforçam a importância de programas supervisionados por profissionais capacitados, que considerem as especificidades de cada trimestre gestacional.
Recomenda-se, ainda, que estudos futuros ampliem o número de participantes e explorem novas variáveis funcionais e emocionais, permitindo aprofundar a compreensão sobre os efeitos dessa prática e fortalecer sua aplicação na saúde materna.
5 CONCLUSÃO
Os resultados analisados permitem concluir que o método Pilates apresenta benefícios amplos e consistentes durante a gestação, atuando de forma integrada sobre aspectos físicos, funcionais e emocionais. A prática favorece o fortalecimento da musculatura estabilizadora, melhora o alinhamento postural e contribui para a mobilidade segura das articulações, fatores essenciais diante das mudanças biomecânicas que ocorrem no período gestacional. Esses efeitos se refletem diretamente na redução de dores comuns, como lombalgia e desconfortos nos pés, proporcionando maior conforto e qualidade de vida às gestantes.
Além dos benefícios físicos, o Pilates também se destaca por promover melhorias perceptíveis nos níveis de fadiga, autoestima e disposição, elementos fundamentais para o bem-estar global da mulher durante a gravidez.
Ao integrar respiração, consciência corporal e movimento controlado, o método atua como um facilitador da conexão mente-corpo, reduzindo tensões, aprimorando a percepção corporal e fortalecendo a confiança da gestante em sua própria capacidade funcional. Esses ganhos contribuem para uma experiência gestacional mais equilibrada, positiva e acolhedora.
Nos resultados mostrados, observou-se que, para todas as pacientes que concluíram o protocolo, houve redução importante nas queixas álgicas, tanto em dor nos pés (EVA Pés) quanto em dor lombar (EVA Lombar), evidenciada pela diminuição dos valores iniciais para os valores posteriores às sessões. Da mesma forma, nota-se uma redução dos níveis de fadiga, além de melhora expressiva na autoestima e na disposição diária.
Pacientes como a 1, 2, 3 e 5 apresentam quedas marcantes nos escores de dor e fadiga, acompanhadas por aumentos significativos nos indicadores positivos (autoestima e disposição). Já a paciente 7 interrompeu a participação após a quarta sessão, impossibilitando a coleta dos dados finais.
De modo geral, esse resultado evidencia que o pilates teve impacto positivo multidimensional sobre as gestantes participantes, contribuindo tanto para o alívio de sintomas físicos quanto para melhorias no bem-estar psicológico e funcional.
Dessa forma, o estudo reforça que o Pilates é uma prática segura, adaptável e eficaz quando conduzida por profissionais qualificados, respeitando as particularidades de cada trimestre e as necessidades individuais de cada gestante. Recomenda-se que novas pesquisas ampliem a amostra e explorem diferentes protocolos de intervenção, a fim de fortalecer ainda mais a evidência científica sobre seus efeitos na gestação.
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1Discente do Curso Superior de Fisioterapia da Universidade UNIRG – Campus: Gurupi
E-mail: mellyssa.fisio25@gmail.com
2Discente do Curso Superior de Fisioterapia da Universidade UNIRG – Campus: Gurupi
E-mail: gabriel.a.r.luna@unirg.edu.br
3Discente do Curso Superior de Educação Física da Universidade Paulista – UNIP, Campus: Palmas. E-mail: keelly.al@gmail.com
4Discente do Curso Superior de Educação Física da Universidade Paulista – UNIP, Campus: Palmas. E-mail: juliorezende_57@hotmail.com
5Docente do Curso Superior de Fisioterapia da Universidade UNIRG – Campus: Gurupi
E-mail: lahisfisio@hotmail.com
