THREE-DIMENSIONAL SEALER OF THE ROOT CANAL: A REVISION OF LETERATURE
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511052020
Laura Cristina Nascimento Neves1
Samira Maria Braulio Lordello Fraife1
Hiuri Luiz Santos Passos1
Antônio Henrique Braitt2
RESUMO
A obturação tridimensional do canal radicular representa uma etapa essencial para o sucesso do tratamento endodôntico, visando o selamento completo do sistema de canais radiculares e a prevenção de reinfecções. Essa técnica busca preencher homogeneamente todo o espaço previamente instrumentado, incluindo canais acessórios e irregularidades anatômicas, garantindo o isolamento do tecido periapical. A literatura destaca que a obturação tridimensional adequada depende da limpeza e modelagem adequadas do canal, da seleção adequada dos materiais obturadores e da técnica empregada, que pode incluir métodos termoplásticos, condensação lateral ou sistemas híbridos. Portanto, este estudo tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre os princípios, técnicas e materiais utilizados na obturação tridimensional, bem como sua influência na longevidade e no sucesso do tratamento endodôntico. Os materiais e métodos foram baseados na análise de artigos científicos obtidos nas bases de dados SciELO, PubMed e Google Acadêmico, publicados nos últimos 15 anos, nos idiomas português e inglês. A revisão destaca que a obturação tridimensional eficaz depende da adaptação adequada do material obturador às paredes do canal e do selamento apical e coronário satisfatório. Conclui-se que a técnica e a seleção do material devem ser individualizadas, considerando a anatomia radicular, o grau de instrumentação e a experiência do profissional, a fim de alcançar resultados clínicos previsíveis e duradouros.
Palavras-chave: Guta-percha. Obturação. Canal radicular. Hidróxido de cálcio.
ABSTRACT
Three-dimensional root canal obturation represents an essential step in successful endodontic treatment, aiming for complete sealing of the root canal system and prevention of reinfection.This technique seeks to homogeneously fill the entire previously instrumented space, including accessory canals and anatomical irregularities, ensuring isolation of the periapical tissue.The literature highlights that adequate three-dimensional obturation depends on proper canal cleaning and shaping, the appropriate selection of filling materials, and the technique employed, which may include thermoplastic methods, lateral condensation, or hybrid systems. Therefore, this study aims to conduct a literature review on the principles, techniques, and materials usedin three-dimensional obturation, as well as their influence on the longevity and success of endodontic treatment. The materials and methods were based on the analysis of scientific articles obtained from the SciELO, PubMed, and Google Scholar databases, published in the last 15 years, in Portuguese and English. The review highlights that effective threedimensional obturation depends on adequate adaptation of the obturation material to the canal walls and satisfactory apical and coronal sealing. It is concluded that technique and material selection should be individualized, considering root anatomy, degree of instrumentation, and the professional’s experience, in order to achieve predictable and lasting clinical results.
Keywords: Gutta-percha. Obturation. Root canal. Calcium hydroxide
INTRODUÇÃO
Na odontologia, a endodontia é uma ciência integrativa que visa tratar lesões da polpa dos elementos dentários e dos tecidos ao seu redor. O procedimento endodôntico consiste no tratamento de lesões irreversíveis da polpa dentária, com a remoção de focos de infecção ou inflamação, seguida da limpeza e modelagem dos canais radiculares, buscando-se uma obturação ideal.
Em casos de inflamação irreversível, a polpa dentária pode ser comprometida por isquemia, infarto e necrose, resultando em sua completa deterioração. Esse processo ocorre no interior do sistema de canais radiculares, cuja anatomia é complexa e variável. Como esses canais possuem conexões com o periodonto, tanto nas regiões laterais quanto na apical, qualquer falha no selamento pode permitir a migração de subprodutos da necrose pulpar, contribuindo para a formação de lesões endodônticas 1.
Para o tratamento eficaz dessas lesões, é essencial um diagnóstico preciso, aliado a uma abordagem que envolva adequada limpeza, modelagem e obturação dos canais. Uma das técnicas empregadas para garantir um selamento eficiente do canal radicular é a compactação vertical da guta-percha aquecida, que permite o preenchimento tridimensional do sistema de canais, aumentando as chances de sucesso do tratamento 1.
A guta-percha é o material mais utilizado na obturação de canais radiculares devido à sua biocompatibilidade, estabilidade dimensional e facilidade de remoção, quando necessário2.
Em canais estreitos e curvos, estudos comparativos entre diferentes técnicas de selamento apical demonstraram que o preenchimento apical foi mais eficaz, com menor presença de vazios e melhor adaptação, especialmente em anatomias mais complexas 3.
O sucesso do tratamento endodôntico está intimamente relacionado à qualidade da limpeza e desinfecção do sistema de canais. A técnica de condensação lateral a frio com gutapercha ainda é amplamente utilizada, mas a compactação vertical a quente com guta-percha aquecida proporciona um selamento mais eficaz. Além disso, o selamento coronal com cimento de ionômero de vidro pode ser determinante para o sucesso do tratamento, sendo, em alguns casos, até mais importante do que o selamento apical.
A área endodôntica contém uma investigação constante, acarretando um desenvolvimento nesse campo, levando a existência de novas técnicas, materiais e equipamentos, ou seja, diversos autores têm realizado pesquisas das técnicas de obturação endodôntica, com fim, de descobrir técnicas mais indicadas para uma melhor obturação4.
Por fim, a modelagem e desinfecção adequadas dos canais são fundamentais para o êxito do tratamento endodôntico, sendo que a escolha da técnica de obturação influencia diretamente na eficácia do procedimento4.
A obturação tridimensional dos canais radiculares representa um avanço significativo na endodontia moderna, oferecendo maior eficácia no selamento do sistema de canais e, consequentemente, melhores índices de sucesso clínico. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, os resultados ainda podem variar consideravelmente conforme a técnica empregada e os materiais selecionados para o procedimento.
Diante disso, surgem questionamentos fundamentais para a prática clínica e para a formação de novos profissionais: qual das técnicas tridimensionais disponíveis proporciona os melhores resultados clínicos? De que forma a escolha dos materiais influencia no sucesso do tratamento endodôntico a longo prazo? E quais são os principais desafios enfrentados pelos profissionais na aplicação dessas técnicas em diferentes anatomias e condições clínicas?
Essas questões orientam o desenvolvimento da presente pesquisa, que busca compreender a relevância da obturação tridimensional como um fator determinante para o êxito do tratamento endodôntico, analisando suas variáveis, limitações e contribuições dentro da prática odontológica contemporânea.
Esta Revisão da Literatura apresentada tem como objetivo realizar uma revisão da literatura sobre as técnicas de termoplastificação da guta-percha na obturação tridimensional, comparar métodos, discutir vantagens/desvantagens, analisar aplicabilidade clínica das técnicas de obturação endodôntica.
A obtenção de um selamento tridimensional eficaz é fundamental para o sucesso do tratamento endodôntico. Caso a obturação não seja realizada corretamente, pode ocorrer infiltração bacteriana, comprometendo todo o tratamento. Com o avanço das técnicas de termoplastificação da guta-percha, torna-se essencial compreender tanto os benefícios quanto os desafios que essas técnicas apresentam na prática clínica.
Esse estudo é relevante tanto para estudantes quanto para profissionais da odontologia,.
REFERENCIAL TEÓRICO
Materiais obturadores
De acordo com estudos recentes, a terapia endodôntica obteve uma evolução significativa em diversos aspectos, com maior destaque entre eles, o aprimoramento das técnicas de obturação. Observa-se que muitos profissionais demonstram grande interesse nas possiblidades oferecidas por esses novos tipos de abordagem, buscando constantemente métodos de obturação tridimensional que ligue segurança, previsibilidade e agilidade nos procedimentos 1.
O principal objetivo do tratamento endodôntico é a realização da limpeza, desinfecção, modelagem e obturação dos canais radiculares de modo tridimensional. Os materiais mais utilizados para o processo de obturação são a Guta-percha com cimentos obturadores endodônticos.
Desse modo, a Guta-percha apresenta propriedades ideais para a obturação dos canais radiculares, como estabilidade dimensional, biocompatibilidade, radiopacidade e capacidade de adaptação plástica quando levada ao aquecimento ou utilizada com solventes, além de ter a possiblidade de remoção quando necessário.
A guta percha foi introduzida no campo endodôntico, como material obturador por Bowman em 1867. Produto de secreção vegetal é quimicamente um polímero originário do látex de uma planta originária da Malásia.
Na fabricação dos cones de guta percha para utilização como material obturador do canal radicular esta é misturada com Óxido de Zinco, Cêra (Colofônia) e Sulfato de Bário. O Óxido de Zinco e o Sulfato de Bário servem para deixar o material radiopaco. A Colofônia lhe proporciona a cor sendo que os cones fabricados na fórmula com mais Colofônia (alfa) é mais rígida e possui uma cor mais encorpada. Já os cones fabricados na fórmula (beta) são menos rígidos, mais claros, mais fáceis de termoplastificar5.
A fabricação destes cones se processa nas formas Estandartizados, seguindo o padrão de ponta da ISO (International Standardization Organization) e secundários, que servem para ocupar espaços vazios na Técnica de condensação Lateral5.
Ainda existem os cones acessórios e em bastões que são utilizados nas técnicas de Termoplastificação.
Diversas são as técnicas aplicadas para obturar o sistema de canais radiculares, sendo dois os principais grupos: compactação lateral a frio ou compactação vertical aquecida. A compactação vertical aquecida e as técnicas de Termoplastificação possuem vantagens sobre a colocação regulada de guta-percha na área radicular.
Materiais plásticos de Obturação
Cimentos Endodônticos
Cimento à base de Oxido de zinco/Eugenol:
Os cimentos à base de óxido de zinco e eugenol, introduzidos por Grossman em 1930, continuam sendo amplamente utilizados na endodontia. Dividem-se, principalmente, em dois tipos: os cimentos de Grossman, isentos de prata, e os de Rickert, que a contêm em sua composição.
Dentre as principais marcas comerciais estão o Pulp Canal Sealer (SybronEndo, EUA), Endomethasone (Septodont, França) e EndoFil (Dentsply, Brasil). Embora possuam propriedades físico-químicas adequadas segundo os critérios da ADA, sua principal desvantagem é a citotoxicidade, que pode ser minimizada com a espatulação correta, respeitando a proporção ideal de pó e líquido até atingir o chamado ‘ponto de fio6.
Cimento à base de Hidróxido de Cálcio:
Com o objetivo de atender às exigências biológicas para a manutenção da saúde periapical, foram introduzidos na Endodontia cimentos à base de hidróxido de cálcio, que se destacam por estimular o reparo periapical, além de possuírem ação antimicrobiana, mineralizante e anti-inflamatória devido à liberação de íons cálcio e hidroxila. Contudo, sua estabilidade dimensional pode ser questionada, já que as partículas de hidróxido de cálcio podem ser reabsorvidas. Entre os cimentos comercialmente disponíveis, destacam-se o Sealapex (SybronEndo, EUA) e o Sealer 26 (Dentsply, Brasil), sendo que este último também contém resina epóxica em sua formulação6.
Cimento à base de Agregado de Trióxido Mineral:
Criado com o intuito de reunir características físicas, químicas e biológicas provenientes do MTA, o cimento MTA Fillapex (Angelus, Londrina, Brasil) apresenta, segundo estudos, boa biocompatibilidade e ação antimicrobiana. Além disso, mostra uma adesão à dentina superior à dos cimentos à base de óxido de zinco e eugenol, e um selamento comparável aos cimentos com resina epóxica. No entanto, a literatura também aponta desvantagens, como sua fluidez excessiva após manipulação e dificuldade de presa em ambientes secos6.
Cimento Biocerâmico (Sealer):
Os materiais biocerâmicos, que são cerâmicas compatíveis com tecidos vivos, tem sido aplicado tanto na medicina quanto na odontologia. Nos últimos anos, os cimentos desse tipo ganharam destaque por suas características bioativas, como a formação de hidroxiapatita durante o endurecimento, o que melhora significa mente a vedação dos canais. O iRoot SP foi precursor entre os seladores biocerâmicos, seguido pelo EndoSequence BC6.
Tais sistemas inclui não apenas o cimento, mas também com unhas de guta-percha cobertos com nanopartículas de biocerâmica, o que contribui para minimizar falhar de adaptação e potencializar a vedação. Ainda assim, cones convencionais também podem ser utilizados. Esses cimentos têm coloração clara, são prontos para uso, aplicáveis por injeção, e compostos por substâncias como oxido de zircônio, silicato e fosfato de cálcio, além de agentes que conferem viscosidade. De acordo com os fabricantes, a umidade presente na dentina é responsável por iniciar o processo de endurecimento do material6 .
Técnicas de Obturação
Técnica da Condensação Lateral:
É uma das técnicas de obturação mais utilizadas em Endodontia. Consiste na inserção de um cone principal de guta-percha, adaptado ao limite apical, seguido da inserção de cones acessórios por meio de condensação lateral.
Etapas principais:
1. Escolha do cone principal:
Seleciona-se um cone de guta-percha compatível com o último instrumento utilizado no preparo e com o comprimento de trabalho. Verifica-se sua adaptação apical por meio de inspeção tátil e radiográfica.
2. Radiografia de prova:
Confirma a posição do cone principal. Se necessário, o cone pode ser ajustado ou substituído.
3. Secagem e inserção do cimento:
Após secagem do canal, aplica-se o cimento endodôntico nas paredes do canal com instrumento ou Lentullo.
4. Inserção do cone principal:
O cone é introduzido com movimentos firmes e curtos até o limite apical, promovendo vedamento com o cimento.
5. Condensação lateral:
Introduz-se o espaçador entre o cone principal e as paredes do canal, criando espaço para a inserção imediata dos cones acessórios com cimento. A manobra é repetida até preencher completamente o canal.
6. Remoção do excedente e selamento coronário:
Cones excedentes são cortados com instrumento aquecido. Realiza-se compressão vertical leve e limpeza da câmara pulpar. Em seguida, preenche-se a cavidade coronária conforme o plano restaurador.
7. Radiografias finais:
São realizadas radiografias ortogonal e angulada para controle e documentação6.
Técnicas de termoplastificação da Guta Percha:
No final da década de 1970,John T. McSpadden desenvolveu um instrumento de aço inoxidável semelhante à lima Höedstroen, porém com rosca invertida, conhecido como compactador de McSpadden. Quando utilizado em baixa rotação (cerca de 8.000 rpm) o atrito gerado produz calor suficiente para plastificar a guta-percha, permitindo sua compactação tridimensional dentro do canal radicular. Essa técnica possibilita uma obturação ágil e eficiente, favorecendo o selamento de canais laterais e áreas com reabsorção interna. No entanto, seu uso requer treinamento específico, além de apresentar riscos como extrusão apical e possível fratura do instrumento, o que motivou o desenvolvimento de variações como a técnica de Tagger 6.
Técnica da Condensação Vertical de Schilder:
A técnica de condensação vertical da guta-percha aquecida, desenvolvida por Schilder, é bastante valorizada por possibilitar um preenchimento tridimensional e uniforme do sistema de canais radiculares com um material inerte, estável e biocompatível.
Segundo o autor, esse método é o que mais favorece a obturação eficiente das ramificações do sistema de canais. Para que sua aplicação seja eficaz, é necessário que o canal tenha um formato cilíndrico-cônico, afunilando do terço coronário até o forame apical, o que permite a introdução dos condensadores milimetrados (Pluggers), responsáveis por adaptar a guta-percha aquecida em direção ao ápice 6.
Técnica da Onda Contínua de Condensação (Buchanan):
A técnica da Onda Contínua de Condensação, desenvolvida por Buchanan, baseia-se nos princípios da condensação vertical da guta-percha aquecida, mas com controle preciso da aplicação de calor. Divide-se em duas fases:
1. Downpack: Utiliza-se um equipamento gerador de calor (como o System B), que aquece pluggers apropriados para plastificar e condensar a guta-percha no terço apical do canal.
2. Backfilling: Emprega-se um sistema injetor (como o Obtura II), que plastifica bastões de guta-percha e os injeta no canal para preenchimento completo.
A técnica oferece excelente selamento apical e obturação de canais acessórios, mas exige treinamento específico e equipamentos de alto custo 6.
Técnica da Compressão Hidráulica Vertical do Cone Acessório:
A técnica de condensação lateral, utilizava o cone padronizado, especialmente em canais de classes II e III. Como a adaptação não era satisfatória, era comum a necessidade de ampliações arriscadas. Para resolver esse problema passou utilizar cones acessórios (FM, M, ML) como cones principais, demonstrando maior eficiência. Isso levou ao desenvolvimento da compressão hidráulica vertical do cone acessório, uma técnica que combina boa modelagem do canal com o uso desses cones. Trata-se de um método simples, seguro e aplicável tanto por iniciantes quanto por profissionais experientes 7.
Técnica do cone único, utilizando cimento biocerâmico:
A obturação com um único cone de guta-percha é favorecida pelo uso de cimentos nano-particulados, que apresentam alta capacidade de escoamento e penetração nos túbulos dentinários. Apesar de estudos confirmarem a adesão efetiva desses materiais à dentina, essa adesão pode ser comprometida quando se utilizam técnicas termoplásticas. De acordo com De Long et al., o calor pode alterar as propriedades do cimento. Supõe-se que o aquecimento dessas técnicas cause ressecamento dos túbulos dentinários, cuja umidade é essencial para a reação de presa do cimento, devido à sua característica hidrofilia6.
METODOLOGIA
Este trabalho é apresentado por meio de uma revisão biobibliográfica para o seu progresso. Foram utilizadas as plataformas de pesquisas como Google Acadêmico, Scielo e PubMed. Realizado em dois idiomas: português e inglês. Os artigos foram utilizados preferencialmente estudos publicados entre anos de 2010 e 2024, embora publicações anteriores tenham sido consultadas quando consideras clássicas ou fundamentais para o embasamento teórico. A análise crítica dos artigos permitiu a organização dos dados conforme os objetivos propostos, focando na técnicas, materiais e aplicabilidades clínicas relacionadas à obturação tridimensional. Para acessar o arquivo serão utilizadas palavras chaves: Obturação tridimensional, Obturação termoplástica, Técnicas de termoplástificação.
RESULTADOS ESPERADOS E APLICABILIDADES
Espera-se que esta revisão bibliográfica proporcione ao leitor o conhecimento as diferentes técnicas de obturação tridimensional dos canais radiculares, trazendo informações sobre diferentes métodos, suas vantagens e desvantagens, bem como sobre sua aplicabilidade clínica de cada técnica. Ademais, espera-se que, ao término desta pesquisa bibliográfica, o trabalho seja transformado em um artigo científico para publicação.
REFERÊNCIAS
1. ENDODONTIC DISINFECTION TSUNAMI IRRIGATION. Ruddle JC . Endod Pract. 2008.
2. LEA CS,.APICELLA MJ, MINES P, YANCICH PP, PARKER MH. Comparison of the obturation density of cold lateral compaction versus warm vertical compaction using the Continuous Wave of Condensation technique. J Endod. 2005; 31(1):37-9.
3. VENTURI M, BRESCHI L. Evaluation of apical filling after warm vertical gutta-percha compaction using different procedures. J Endod.2004;30(6):436-40.
4. JACOBSON HLJ et al. Microbial leakage evaluation of the continuous wave of condensation. J Endod. 2002. 28(4) :269-71
5. BRAITT AH. Condensação lateral versus Técnica de Mc Spadden. RGO;1987;35(6):43740,
6. BUENO CES, PELEGRINE RA. Excelência em Endodontia Clínica. 1. ed. São Paulo: Quintessence, 2017.
7. DEUS QD. ENDODONTIA. Quintiliano Diniz de Deus – 5. ed. — Rio de Janeiro: MEDSI, 1992.
1Discentes Do Curso De Odontologia Da Faculdade De Ilhéus Cesupi
2Especialista E Mestre Em Endodontia. Professor De Endodontia Ii
email: antoniohenriquebraitt@gmail.com.
