O USO DE TECNOLOGIAS NA MELHORIA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE DOMICILIAR.

THE USE OF TECHNOLOGIES TO IMPROVE HOME HEALTH NURSING CARE.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202510122105


Priscila Rosa Ribeiro1
Sabrina Miranda do Amaral2
Danyelly Rodrigues Machado Azevedo3
Talita Rodrigues Corredeira Mendes4
Geoeselita Borges Teixeira5


RESUMO

O uso de tecnologias na enfermagem domiciliar tem crescido expressivamente, impulsionado pelas demandas da sociedade por soluções mais ágeis e eficazes. No Brasil, a Política Nacional de Atenção Domiciliar (PNAD) promove o cuidado em casa como uma estratégia para reduzir internações hospitalares. O presente trabalho tem como objetivo analisar como o uso de tecnologias contribui para a qualificação da assistência de enfermagem no contexto da saúde domiciliar. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, desenvolvida com base em publicações científicas extraídas das bases SciELO, LILACS, BDENF e PubMed, por meio dos descritores: “Tecnologia em Saúde”, “Enfermagem” e “Assistência Domiciliar”, utilizando o operador booleano AND. Foram considerados artigos publicados entre 2019 e 2024, em português e inglês. A seleção seguiu critérios de inclusão e exclusão previamente definidos, totalizando 10 estudos analisados. Os resultados evidenciaram que o uso de ferramentas tecnológicas, como prontuário eletrônico, aplicativos móveis, plataformas de comunicação, dispositivos de monitoramento remoto e estratégias de telemedicina, tem favorecido um cuidado mais seguro, ágil, personalizado e com maior capacidade de resolução. Contudo, também foram observadas barreiras importantes, como a resistência de alguns profissionais à adoção das novas tecnologias, a ausência de capacitação continuada, além da exclusão digital de parte dos usuários e suas famílias. A discussão fundamentou-se em duas categorias temáticas: a eficácia do uso das tecnologias no cuidado domiciliar e os desafios e potencialidades da implementação desses recursos. Conclui-se que a tecnologia é uma aliada estratégica para a enfermagem domiciliar, desde que acompanhada por investimentos em educação permanente, políticas públicas inclusivas e infraestrutura adequada. O papel do enfermeiro, nesse contexto, é essencial para promover um cuidado humanizado e efetivo, integrando inovação e segurança na prática assistencial.

Palavras-chave: Telemedicina; Monitoramento; Educação permanente; Inovação em saúde.

ABSTRACT

The use of technologies in home nursing has grown significantly, driven by society’s demands for more agile and effective solutions. In Brazil, the National Home Care Policy (PNAD) promotes home care as a strategy to reduce hospital admissions. This study aims to analyze how the use of technologies contributes to the qualification of nursing care in the context of home health. This is an integrative literature review, developed based on scientific publications extracted from the SciELO, LILACS, BDENF and PubMed databases, through the descriptors: “Health Technology”, “Nursing” and “Home Care”, using the Boolean operator AND. Articles published between 2019 and 2024, in Portuguese and English, were considered. The selection followed previously defined inclusion and exclusion criteria, totaling 11 studies analyzed. The results showed that the use of technological tools, such as electronic medical records, mobile applications, communication platforms, remote monitoring devices and telemedicine strategies, has favored safer, faster, more personalized care with greater resolution capacity. However, important barriers were also observed, such as the resistance of some professionals to adopting new technologies, the lack of ongoing training, and the digital exclusion of some users and their families. The discussion was based on two thematic categories: the effectiveness of the use of technologies in home care and the challenges and potential of implementing these resources. It is concluded that technology is a strategic ally for home nursing, as long as it is accompanied by investments in continuing education, inclusive public policies and adequate infrastructure. The role of the nurse, in this context, is essential to promote humanized and effective care, integrating innovation and safety in care practice.

Keywords: Telemedicine; Monitoring; Continuing education; Innovation in health.

1 INTRODUÇÃO

A palavra “tecnologia” origina-se da junção dos termos gregos techne, que significa arte ou habilidade, e logos, relacionado ao estudo ou razão. Essa definição aponta para a aplicação prática do conhecimento e das habilidades humanas. No âmbito da saúde, especialmente na assistência domiciliar em enfermagem, a tecnologia desempenha um papel crucial ao potencializar tanto a qualidade do cuidado prestado quanto a eficiência do trabalho dos profissionais de saúde (Gramática.net, 2024).

  O uso de tecnologias na enfermagem domiciliar tem crescido expressivamente, impulsionado pelas demandas da sociedade por soluções mais ágeis e eficazes. No Brasil, a Política Nacional de Atenção Domiciliar (PNAD) promove o cuidado em casa como uma estratégia para reduzir internações hospitalares. Essa política integra ferramentas como a telemedicina e sistemas de monitoramento remoto, que oferecem suporte ao cuidado de pacientes com doenças crônicas e melhoram a gestão da saúde domiciliar (Braga et. al; 2024).

Os sistemas de monitoramento remoto têm permitido avanços significativos, como a coleta de dados clínicos em tempo real, incluindo pressão arterial, glicemia e frequência cardíaca. Esses dados são analisados continuamente pelos enfermeiros, que ajustam os planos de cuidado de acordo com as necessidades dos pacientes. Além disso, o enfermeiro orienta pacientes e cuidadores para o uso correto das tecnologias, assegurando maior segurança e eficácia no processo. Estudos mostram que essas tecnologias podem reduzir hospitalizações em até 20%, melhorando o manejo de doenças crônicas (Souza; Pereira, 2023).

A telemedicina surge como uma solução eficiente para pacientes com mobilidade reduzida ou que residem em áreas remotas, viabilizando consultas virtuais com médicos e outros profissionais de saúde. Nesse contexto, o enfermeiro desempenha um papel essencial ao preparar o paciente para as consultas, garantindo a transmissão de informações precisas ao profissional e monitorando a adesão às recomendações médicas (Santos et al., 2022).

Dispositivos portáteis, como relógios e pulseiras inteligentes, também contribuem para a assistência domiciliar ao monitorar sinais vitais e notificar profissionais de saúde em situações de emergência, como quedas ou alterações cardíacas. O enfermeiro configura esses dispositivos, interpreta os dados gerados e adapta os cuidados do paciente conforme necessário. Esses wearables já se mostraram eficazes na detecção precoce de complicações, reduzindo índices de mortalidade e hospitalizações em pacientes com doenças cardiovasculares (Lopes; Silva, 2023).

Além disso, aplicativos de gestão de saúde têm se tornado ferramentas indispensáveis no gerenciamento domiciliar, facilitando o controle de medicamentos, o acompanhamento de sintomas e o agendamento de consultas. Enfermeiros utilizam esses aplicativos para monitorar o estado de saúde do paciente em tempo real, promovendo intervenções rápidas e personalizadas, melhorando a adesão ao tratamento e reduzindo complicações (Jones et al., 2023).

Com o aumento da população idosa e a prevalência de doenças crônicas, a assistência domiciliar ganha destaque. Projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, até 2050, o número de pessoas com 60 anos ou mais irá dobrar, evidenciando a necessidade de cuidados contínuos e acessíveis. Nesse cenário, as tecnologias tornam-se indispensáveis para garantir um atendimento humanizado e eficiente frente às mudanças demográficas (World Health Organization, 2021).

Por fim, as tecnologias aplicadas à saúde vão além dos dispositivos físicos, englobando também processos dinâmicos que moldam as práticas dos profissionais de enfermagem. O papel do enfermeiro é central na implementação e no monitoramento dessas ferramentas, equilibrando o uso da tecnologia com uma abordagem humanizada e voltada para as necessidades individuais dos pacientes (Batista; Oliveira, 2020).

Este trabalho tem por objetivo, identificar a importância do uso de novas tecnologias na melhoria da assistência de enfermagem em saúde domiciliar. Além de um estudo sobre o papel da enfermagem na assistência domiciliar, e a internação entre o uso de tecnologias e a interação do cuidado.

2 METODOLOGIA

Para alcançar o objetivo do estudo, realizou-se uma revisão integrativa de literatura. Este modelo de revisão consiste em um método de reunião e síntese de resultados de investigações sobre determinada temática, além de combinar dados de delineamento de pesquisas diversas, contemplando o rigor do método característico da pesquisa científica (SOUSA; SILVA; CARVALHO, 2010).

Com o objetivo de orientar a revisão, elaborou-se a seguinte pergunta norteadora: Como ocorre a utilização das tecnologias no trabalho de enfermagem na atenção domiciliar?

Para a busca dos artigos utilizou-se a Biblioteca Virtual Saúde (BVS), que contempla as bases de dados: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MedLine), Scientific Electronic Library Online (SciELO). O acesso às bases de dados ocorreu entre os meses março a junho de 2025. Os descritores utilizados foram: “Tecnologia em Saúde’’, ‘’Assistência Domiciliar’’ e ‘’Enfermagem”.

Foram incluídos os artigos publicados na íntegra, nos idiomas português e inglês, dentro do período de 06 anos (2019 a 2024). Os critérios de exclusão foram: artigos de revisão de literatura, artigos pagos e os que não responderam à pergunta norteadora. 

A seleção foi realizada por meio da análise de títulos, resumos e leitura criteriosa dos artigos para selecionar os que atendessem aos critérios de inclusão, respondessem à questão norteadora e fossem relevantes aos objetivos do estudo.

Utilizando o boleador AND, foram encontrados 43artigos, sucessivamente aplicando os filtros, obteve-se 35 artigos completos, dos quais 02 estava duplicado, 08 foram excluídos por análise do título e resumo, 07 não abordavam a temática e 08 não respondiam à pergunta norteadora, por fim, selecionados 10 artigos para compor o estudo, conforme apresentado no fluxograma/organograma (Figura 01). 

Para distribuição e análise de dados, foi elaborado um quadro descrevendo os seguintes aspectos: título do estudo, autores, periódico de publicação, ano de publicação, delineamento do estudo, objetivos do artigo, principais contribuições do estudo e suas limitações. Assim, foi possível observar e estudar cada estudo em sua individualidade (Quadro 01).

Figura 1. Fluxograma da seleção dos estudos para a revisão integrativa conforme critérios do PRISMA

 3. RESULTADOS

Os resultados deste estudo apontaram 10 estudos completos, que se encontram dentro dos padrões dos critérios de inclusão mencionados. Os principais aspectos dos artigos analisados foram agrupados no quadro 1, utilizando-se, para sua construção, as informações analisadas na íntegra, a seguir dispostas, em ordem cronológica:

Quadro 1 – Contribuição uso de tecnologias na melhoria da assistência de enfermagem em saúde domiciliar, 2025

4 DISCUSSÃO

Para facilitar a compreensão dos achados desta revisão integrativa, a discussão foi organizada em duas categorias temáticas:

  1. A eficácia do uso das tecnologias na assistência domiciliar.
  2. Desafios e limitações para sua implementação na prática da enfermagem.  

 I Eficácia do uso das tecnologias na assistência de enfermagem domiciliar.

Os estudos E1, E3, E4, E5, E8 e E9 demonstraram que o uso de tecnologias digitais tem promovido melhorias significativas na qualidade da assistência prestada no domicílio. O estudo de Silva et al. (2019) (E1) mostrou que o uso de aplicativos móveis no acompanhamento de idosos acamados contribuiu para a prevenção de úlceras por pressão e fortaleceu a comunicação entre equipe e paciente. Esse achado é corroborado por Guo et al. (2020), que destacam que aplicativos móveis e dispositivos vestíveis podem melhorar significativamente o monitoramento de pacientes crônicos em casa, promovendo intervenções precoces.

O prontuário eletrônico, abordado por Oliveira et al. (2020) (E3), ampliou a segurança no registro das informações e otimizou a continuidade do cuidado, reduzindo falhas na comunicação e aumentando a rastreabilidade dos atendimentos. Nesse mesmo sentido, De Benedictis et al. (2020) reforçam que sistemas eletrônicos de saúde são essenciais para a integração do cuidado e para a segurança do paciente, principalmente em ambientes domiciliares.

Já o estudo de Lima et al. (2021) (E4) revelou que dispositivos de monitoramento remoto são eficazes na coleta de dados clínicos em tempo real, permitindo respostas mais rápidas a alterações de sinais vitais. Pesquisa semelhante realizada por Kruse et al. (2020) evidenciou que o monitoramento remoto melhora significativamente o desfecho clínico de pacientes com doenças cardiovasculares e respiratórias, reduzindo hospitalizações. Outro exemplo relevante é o estudo de Souza et al. (2021) (E5), que evidenciou o impacto positivo da teleconsulta na educação em saúde de pacientes com diabetes, resultando em melhor controle glicêmico e maior adesão ao tratamento.

Este resultado é apoiado pela revisão sistemática de Lee et al. (2022), que concluiu que intervenções de tele-enfermagem contribuem para o autocuidado, especialmente em doenças crônicas como diabetes e hipertensão. Além disso, Araújo et al. (2023) (E8) reforçaram que o telemonitoramento cardíaco contribuiu para a redução de visitas hospitalares e ampliou a autonomia do paciente. Esse achado vai ao encontro das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2021), que aponta o telemonitoramento como estratégia prioritária para o fortalecimento do cuidado domiciliar e a desospitalização segura.

 A capacitação por meio de realidade virtual, discutida por Rocha et al. (2023) (E9), também se destacou como uma alternativa inovadora, capaz de melhorar o desempenho dos profissionais em situações clínicas complexas. De fato, estudos como o de Foronda et al. (2020) confirmam que a realidade virtual e a simulação imersiva são ferramentas eficazes no treinamento de competências clínicas e de tomada de decisão, com impacto positivo na segurança do paciente.

Esses estudos indicam que a tecnologia não só melhora os indicadores clínicos, como também fortalece o papel autônomo do enfermeiro no planejamento e execução do cuidado, conforme defendido por Santos et al. (2021), que apontam que as inovações digitais na enfermagem domiciliar transformam a prática, ampliando a autonomia e a resolutividade do profissional.

 II Desafios e limitações da utilização das tecnologias na prática domiciliar.

Apesar dos benefícios, os estudos também destacaram obstáculos à implementação eficaz das tecnologias no contexto da enfermagem domiciliar. Os estudos E2, E6, E7 e E10 trouxeram contribuições importantes nesse sentido. Gomes et al. (2020) (E2) apontaram que, embora a telessaúde facilite o acesso ao cuidado e reduza deslocamentos, há limitações quanto à percepção de qualidade do cuidado e à ausência de indicadores objetivos que comprovem sua eficácia plena.

Esse dilema é igualmente discutido por Greenhalgh et al. (2020), que apontam que a resistência cultural, tanto dos profissionais quanto dos pacientes, e a falta de indicadores robustos de qualidade ainda constituem barreiras importantes à consolidação da telessaúde. A resistência de parte da equipe e as dificuldades estruturais também foram observadas. O estudo de Martins et al. (2022) (E6) analisou o uso de plataformas de comunicação entre cuidadores e equipe, evidenciando que, embora haja ganho na integração da equipe e redução de erros de medicação, o curto período de observação limita a generalização dos resultados.

Complementarmente, Cottrell et al. (2021) destacam que a avaliação de intervenções tecnológicas na saúde domiciliar requer estudos longitudinais, que considerem fatores contextuais como infraestrutura, cultura organizacional e perfil dos pacientes. Nascimento et al. (2022) (E7) destacaram os entraves na adoção de recursos como QR Codes em materiais de curativo, especialmente em locais com pouca disponibilidade de smartphones ou baixa alfabetização digital.

Esse aspecto é reforçado por Lupton (2021), que enfatiza que a exclusão digital é uma preocupação central nas políticas de saúde, especialmente em comunidades vulneráveis, onde o acesso desigual à tecnologia pode aprofundar iniquidades no cuidado. Já Ferreira et al. (2024) (E10) discutiram os riscos da desumanização do cuidado frente à automação de processos, ressaltando a importância de equilibrar o uso de tecnologia com a manutenção do vínculo afetivo com o paciente.

Essa preocupação é amplamente debatida na literatura, como por Topol (2019), que adverte que, embora as tecnologias ampliem a eficiência, o cuidado centrado na pessoa deve permanecer como eixo fundamental da prática em saúde. Esses achados apontam que o sucesso das inovações tecnológicas depende não apenas da disponibilidade dos recursos, mas também da capacitação dos profissionais, da infraestrutura local e do apoio institucional para uma transição segura e ética para o cuidado digital (WHO, 2021).

5 CONCLUSÃO

Concluímos que a tecnologia é crucial para otimizar o cuidado de enfermagem em casa, trazendo vantagens importantes para todos: pacientes, profissionais e o sistema de saúde. As novidades tecnológicas tornaram o serviço mais rápido, certeiro e fácil de alcançar, principalmente quando o profissional não pode estar sempre presente. Com base no estudo, conclui-se que o uso de tecnologias na assistência de enfermagem domiciliar tem se mostrado uma estratégia eficaz para qualificar o cuidado, promover a segurança do paciente e otimizar o tempo e os recursos dos profissionais de saúde.

Os estudos analisados demonstraram que a inserção de ferramentas tecnológicas, como prontuários eletrônicos, telemonitoramento, aplicativos de comunicação e plataformas colaborativas, favorece o acompanhamento contínuo, personalizado e eficiente dos pacientes em seus lares. Portanto, torna-se indispensável que políticas públicas e estratégias institucionais promovam não apenas a adoção de tecnologias, mas também a inclusão digital e a humanização da assistência, reconhecendo as limitações deste estudo e incentivando novas pesquisas que aprofundem a temática.

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3Mestre em Saúde Coletiva Instituição: Faculdade Evangélica de Goianésia – FACEG Endereço: Goianésia, Goiás, Brasil
E-mail: danyelly.rodrigues@unirv.edu.br

4Mestre em Ciências Farmacêuticas Instituição: Faculdade Evangélica de Goianésia – FACEG Endereço: Goianésia, Goiás, Brasil
E-mail: talita.mendes@faceg.edu.br

5Mestre em Ciências Farmacêuticas Instituição: Faculdade Evangélica de Goianésia – FACEG Endereço: Goianésia, Goiás, Brasil
E-mail: geoeselita.teixeira@faceg.edu.br