THE ROLE OF NUTRITION IN POS-BARIATRIC WEIGHT REGAIN
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202510250209
América Luísa Oliveira Bonfim¹
Juliana Barros da Silva²
Maria Gabriela Batalha Pacheco³
Francisca Marta Nascimento de Oliveira Freitas⁴
Rosimar Honorato Lobo⁵
RESUMO
A obesidade é considerada um dos maiores desafios de saúde pública, estando associada a doenças crônicas não transmissíveis, distúrbios psicológicos e impactos sociais significativos. A cirurgia bariátrica representa um dos principais recursos terapêuticos para pacientes que não obtiveram êxito com métodos convencionais de tratamento, promovendo perda ponderal expressiva e melhora de comorbidades. Contudo, o reganho de peso após o procedimento continua sendo uma complicação recorrente, com repercussões negativas na saúde física e mental. Este estudo teve como objetivo identificar as dificuldades alimentares enfrentadas por pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, analisar os fatores que contribuem para o reganho de peso, discutir a importância da associação entre alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos, além de descrever as necessidades nutricionais específicas desse grupo. Trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa, realizada por meio de revisão bibliográfica em bases nacionais e internacionais, considerando artigos publicados entre 2015 e 2025. Os resultados evidenciam que a má adesão ao acompanhamento nutricional, o consumo de alimentos ultraprocessados, a presença de transtornos alimentares e fatores emocionais como ansiedade e compulsão alimentar estão diretamente relacionados ao insucesso do tratamento cirúrgico. Observa-se ainda a relevância da atuação multiprofissional, com destaque para a nutrição comportamental e para a terapia cognitivo-comportamental, estratégias capazes de prevenir complicações, promover hábitos sustentáveis e reduzir o risco de recidiva da obesidade. Conclui-se que a nutrição exerce papel central na manutenção da perda de peso e na qualidade de vida do paciente bariátrico, devendo ser integrada a um cuidado contínuo e multidisciplinar.
Palavras-chave: Cirurgia Bariátrica; Obesidade; Reganho de Peso; Nutrição; Qualidade de Vida.
ABSTRACT
Obesity is one of the greatest public health challenges, being associated with chronic noncommunicable diseases, psychological disorders, and significant social impacts. Bariatric surgery is one of the main therapeutic resources for patients who have not achieved success with conventional treatment methods, promoting significant weight loss and improvement of comorbidities. However, weight regain after surgery remains a recurrent complication, with negative consequences for both physical and mental health. This study aimed to identify the dietary difficulties faced by bariatric patients, analyze the factors contributing to weight regain, discuss the importance of combining balanced nutrition with regular physical activity, and describe the specific nutritional needs of this population. This is a descriptive study with a qualitative approach, carried out through a literature review in national and international databases, considering articles published between 2015 and 2025. The results show that poor adherence to nutritional follow-up, consumption of ultra-processed foods, eating disorders, and emotional factors such as anxiety and binge eating are directly related to surgical treatment failure. Furthermore, the importance of multidisciplinary care is highlighted, with emphasis on behavioral nutrition and cognitive-behavioral therapy as strategies to prevent complications, promote sustainable habits, and reduce the risk of obesity recurrence. It is concluded that nutrition plays a central role in maintaining weight loss and improving the quality of life of bariatric patients, and should be integrated into continuous and multidisciplinary care.
Keyword: Bariatric Surgery; Obesity; Weight Regain; Nutrition; Quality of Life.
1 INTRODUÇÃO
A obesidade é uma doença crônica não transmissível que afeta, em diferentes proporções, pessoas de todas as idades e grupos sociais ao redor do mundo. É consequência da alimentação inadequada, falta de atividade física, dentre outros fatores que influenciam (Costa et al., 2023).
Além disso, as chances de desenvolver outras doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia, infarto agudo do miocárdio, doenças renais, dentre outras. No Brasil, segundo os últimos dados da Pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, de 2021, apontam que a prevalência da obesidade e sobrepeso no país, alcançou aproximadamente 80% da população, sendo 57,2% na faixa de sobrepeso (IMC ≥25); e 22,3% em obesidade (IMC ≥30) (Andrade; Cesse; Figueiró, 2023).
A cirurgia bariátrica emerge como uma intervenção terapêutica de grande relevância no tratamento da obesidade, sobretudo para indivíduos que não obtiveram sucesso com métodos conservadores, como reeducação alimentar, atividade física e terapia farmacológica (Brasil, 2024).
Trata-se de um procedimento que visa não apenas a redução do peso corporal, mas também a promoção da saúde global, com impactos diretos na regressão de comorbidades metabólicas, na diminuição da mortalidade relacionada à obesidade e, principalmente, na restauração da qualidade de vida dos pacientes (Wanderley, 2015).
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM, 2024), o bypass gástrico em Y de Roux (BPGYR) constitui a técnica bariátrica mais empregada no Brasil, representando 75% dos procedimentos realizados no país. Esse método promove uma significativa redução ponderal, com pacientes alcançando perda de 70% a 80% do excesso de peso inicial. Tal resultado decorre de dois mecanismos principais: (1) o grampeamento parcial do estômago, que restringe a capacidade alimentar, e (2) o desvio intestinal, que estimula a produção de hormônios da saciedade.
Essa combinação de fatores não apenas favorece o emagrecimento através da menor ingestão alimentar e maior sensação de saciedade, como também 6 contribui para o controle de comorbidades associadas à obesidade, particularmente diabetes mellitus e hipertensão arterial (Santos, 2018).
Os relacionamentos sociais são baseados na alimentação. Felicidade, tristeza ou ansiedade é motivo para comer, o que em excesso leva à obesidade. Pessoas obesas geralmente apresentam elevada insatisfação com o próprio corpo, autoestima baixa e autocrítica negativa. A imagem desagradável por indivíduos obesos provoca sofrimento e dificuldades no âmbito social. Também enfrentam constante julgamentos por parte da sociedade sobre seus corpos, pois fogem do padrão imposto por ela (Westphalen; Méa; Ferreira, 2023).
O Projeto de Lei nº 4.328/2016, em tramitação no Congresso Nacional, propõe um marco regulatório para garantia dos direitos da população com obesidade (IMC ≥30 kg/m²), estabelecendo diretrizes intersetoriais baseadas em evidências científicas e princípios de equidade em saúde (Brasil, 2016). Do ponto de vista clínico, a proposta prevê assegurar o acesso a tratamento multidisciplinar alinhado às diretrizes do Ministério da Saúde, incluindo a cobertura obrigatória de procedimentos bariátricos quando indicados conforme critérios resolução do CFM n°2.429/2025, além de acompanhamento nutricional especializado baseado no Guia Alimentar para a População Brasileira (CFM, 2025).
O objetivo desta pesquisa é identificar as dificuldades alimentares enfrentadas pelos pacientes bariátricos. Analisar a causa do reganho de peso pós-bariátrica; Explicar a importância de associar uma alimentação equilibrada com exercício físico; Descrever as necessidades nutricionais específicas para pacientes bariátricos.
2 METODOLOGIA
2.1 Tipo de estudo
Trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa, realizada por meio de revisão bibliográfica. O objetivo é analisar os principais aspectos relacionados à cirurgia bariátrica, contemplando sua indicação, benefícios, complicações e o reganho de peso após o procedimento.
2.2 Coleta de dados
A coleta de dados foi realizada nas bases PubMed, SciELO, Google Acadêmico, CAPES Periódicos e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Para a busca, foram utilizados descritores em português (“cirurgia bariátrica”, “obesidade”, “complicações” e “reganho de peso”) e em inglês (“bariatric surgery”, “obesity”, “complications” e “weight regain”), combinados entre si por meio de operadores booleanos (AND/OR).
Foram utilizados no estudo artigos publicados entre os anos de 2015 e 2025, disponíveis em português ou inglês, que estejam acessíveis na íntegra e que abordem diretamente a temática da cirurgia bariátrica, contemplando aspectos como indicações, benefícios, complicações e reganho de peso. Estavam inelegíveis as publicações duplicadas nas bases de dados, bem como artigos de opinião, editoriais, resumos de eventos e dissertações ou teses não publicadas em periódicos indexados. Também não foram considerados estudos que não estejam diretamente relacionados ao objeto desta pesquisa.
2.3 Análise de dados
Os estudos selecionados foram organizados em uma planilha contendo autor, ano, objetivo, metodologia e principais resultados. Posteriormente, foi realizada a análise qualitativa dos conteúdos, possibilitando a identificação de categorias temáticas sobre a cirurgia bariátrica e seus desfechos.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A obesidade é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de tecido adiposo, representando risco significativo à saúde. O sobrepeso é caracterizado por um Índice de Massa Corporal (IMC) ≥25 kg/m² e a obesidade por IMC ≥30 kg/m². Essa condição está diretamente associada ao desenvolvimento de comorbidades graves, como hipertensão arterial e diabetes tipo 2, sendo responsável por cerca de 5 milhões de mortes por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) em 2019 devido a valores elevados de IMC (WHO, 2021).
Em escala global, mais de 2,6 bilhões de pessoas convivem com a obesidade (Vieira et al., 2025). No Brasil, a prevalência acompanha esse cenário: segundo o VIGITEL (2019), 20,3% da população adulta encontra-se obesa e 55,4% está em sobrepeso (Brasil, 2020). Esses índices refletem fatores multifatoriais, incluindo aspectos ambientais, culturais, socioeconômicos e políticos.
Nesse contexto, Pinheiro et al. (2019) ressaltam que as políticas públicas têm papel central na promoção da saúde, devendo garantir segurança alimentar e nutricional, além de ambientes favoráveis à adoção de hábitos saudáveis. A urbanização também exerce impacto negativo, reduzindo os níveis de atividade física em razão da falta de infraestrutura adequada e do aumento do uso de automóveis (OPAS, 2016). Outros fatores, como estresse e depressão, influenciam padrões alimentares desordenados, intensificando o risco de obesidade (Kessler Machado et al., 2023).
No Brasil, a distribuição da obesidade é heterogênea: prevalece em grupos com baixa escolaridade e em regiões Norte e Nordeste, associada a desigualdades socioeconômicas e ao acesso limitado a serviços de saúde e alimentos saudáveis (Valentim et al., 2024).
Embora atividades físicas, dietas e fármacos sejam alternativas de tratamento, em casos de obesidade grave (IMC ≥40 kg/m²), a cirurgia bariátrica é considerada a opção mais eficaz (Landim et al., 2020). A ABESO (2022) a define como alternativa segura e eficiente para pacientes que não apresentam resposta satisfatória às abordagens tradicionais.
A literatura evidencia benefícios importantes: redução de dislipidemias (Barros et al., 2015), melhora da qualidade de vida, aumento da expectativa de vida, remissão de comorbidades e diminuição de custos ao sistema de saúde em comparação a tratamentos conservadores (Andrade; Cesse; Figueiró, 2023).
No entanto, a indicação do procedimento requer avaliação pré-operatória minuciosa, incluindo histórico clínico, hábitos alimentares e análise nutricional, fundamentais tanto para a cirurgia quanto para o preparo do paciente (Rodrigues et al., 2017).
A qualidade da alimentação exerce papel central no desenvolvimento da obesidade. A ingestão de ultraprocessados contribui para o excesso de calorias e deficiências de micronutrientes, como vitaminas B12, D e E, que são essenciais para a saúde psíquica. Já os alimentos in natura apresentam efeito protetor por oferecerem maior densidade nutricional e fibras (Louzada et al., 2015).
A modulação da microbiota intestinal, influenciada pelo padrão alimentar e por fatores socioeconômicos, também está associada ao risco de obesidade (Silva, M., 2023). Nesse processo, o acompanhamento nutricional torna-se indispensável para prevenir deficiências comuns após a cirurgia bariátrica, como de ferro, vitamina B12 e cálcio (Costa et al., 2020). Além disso, o seguimento especializado ajuda a evitar o reganho de peso e a garantir reeducação alimentar (Borges; Racy; Santos Junior, 2025).
Além das complicações físicas, a obesidade afeta profundamente a saúde mental, estando associada a depressão, distorção da imagem corporal e baixa autoestima. Evidências mostram que a cirurgia bariátrica pode reduzir os níveis de depressão no período pós-operatório, contribuindo para melhora da autoestima e reconstrução da imagem corporal (Silva et al., 2024).
Um dos fatores psicológicos mais relevantes é a alimentação emocional. Muitos indivíduos recorrem à comida para lidar com estresse e frustrações, comportamento que favorece o ganho de peso e reforça um ciclo de dificuldade para adotar hábitos saudáveis (Gebara; Polli; Antunes, 2022). O estresse, ao aumentar os níveis de cortisol, também favorece o acúmulo de gordura (Matos; Ferreira, 2021).
O estigma social reforça esses impactos, visto que pessoas obesas são frequentemente discriminadas, o que compromete a autoestima e a percepção corporal (Medeiro; França; Menezes, 2021). A pressão estética atinge principalmente as mulheres, que são maioria entre as candidatas à cirurgia bariátrica. A associação cultural entre magreza, feminilidade e beleza explica a maior procura pelo procedimento e, muitas vezes, a adesão a métodos extremos de emagrecimento antes da cirurgia (Fagundes; Caregnato; Silveira, 2016; Silva, J., 2023).
Essa pressão sociocultural está diretamente relacionada a ansiedade, depressão e baixa autoestima (Silva, J., 2023; Oliveira, 2024). Para enfrentar tais impactos, Dalvi Nicoli et al. (2024) defendem abordagens integradas que combinem suporte psicológico, programas de exercícios físicos e orientação nutricional.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) destaca-se como ferramenta eficaz para modificar padrões disfuncionais de comportamento e pensamento relacionados à alimentação, favorecendo o equilíbrio entre prazer de comer e controle do peso (Siqueira; Azevedo; Herênio, 2022; Polli; Sampaio, 2023).
Dessa forma, estratégias de enfrentamento da obesidade precisam contemplar não apenas a dimensão física, mas também os fatores psicológicos e sociais, promovendo ambientes inclusivos e políticas públicas que combatam a discriminação (Nunes, 2024).
A nutrição é um dos pilares centrais no tratamento da obesidade, atuando tanto na prevenção quanto no pós-operatório da cirurgia bariátrica. A reeducação alimentar personalizada reduz o risco de comorbidades e auxilia na perda de peso (Borges; Racy; Santos Junior, 2025).
No período pré-operatório, alterações emocionais como ansiedade e tristeza podem desencadear ingestão excessiva de alimentos, enquanto no pósoperatório, a adaptação alimentar exige acompanhamento especializado (Penteado et al., 2022). Transtornos como compulsão alimentar, anorexia e bulimia podem comprometer os resultados da cirurgia (Vianna, 2018; Novelle; Alvarenga, 2016).
A nutrição comportamental, focada em motivação e hábitos sustentáveis, contribui para prevenir o reganho de peso e promover mudanças duradouras (Fernandes; Souza, 2023). Além disso, fatores emocionais influenciam diretamente na adesão a dietas equilibradas, sendo necessários programas que integrem apoio psicológico e nutricional (Biagio; Moreira; Amaral, 2020; Marinho; Almeida Filho; De Lima, 2024).
Louzada et al. (2015) reforçam que dietas ricas em alimentos in natura melhoram a saciedade e reduzem o consumo de calorias, enquanto dietas individualizadas aumentam a adesão e reduzem a sensação de privação (Sousa; Almeida, 2024). A integração entre nutrição e TCC potencializa os resultados, ao atuar sobre crenças e padrões alimentares disfuncionais (Reis; Madalena, 2022).
A educação nutricional é outra ferramenta fundamental, promovendo autonomia na escolha alimentar e combatendo mitos sobre dietas milagrosas (Souza, 2022). No âmbito coletivo, políticas públicas que incentivem a disponibilidade de alimentos frescos e regulem a publicidade de ultraprocessados são estratégias eficazes (Cardoso, 2023).
O acompanhamento nutricional contínuo é indispensável após a cirurgia, prevenindo deficiências nutricionais e garantindo manutenção da perda de peso (Begliomini; Silva, 2022; Bem; Queiroz, 2024).
As técnicas de cirurgia bariátrica são classificadas em três grupos: restritivas, mistas e disabsortivas, sendo indicadas conforme o perfil clínico de cada paciente (Costa et al., 2022). Apesar da eficácia, o reganho de peso é um desafio recorrente.
O acompanhamento multiprofissional é essencial para prevenir essa complicação. O psicólogo atua no pré-operatório para avaliar fatores emocionais que podem comprometer o sucesso da cirurgia (Delapria, 2019), enquanto o nutricionista orienta sobre hábitos alimentares adequados no pós-operatório, reduzindo o risco de retorno do peso (Souza Neta, 2022).
Assim, a manutenção dos resultados da cirurgia bariátrica depende da adesão contínua a programas multidisciplinares, capazes de integrar acompanhamento psicológico, nutricional e médico, promovendo equilíbrio fisiológico e prevenção de recaídas.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A obesidade constitui um dos maiores desafios de saúde pública na atualidade, por estar diretamente associada a comorbidades físicas, distúrbios psicológicos e impactos sociais significativos. A cirurgia bariátrica, embora seja eficaz na redução e no controle de doenças associadas, não representa solução definitiva, uma vez que o reganho de peso permanece como complicações constante.
Nesse contexto, evidencia-se a importância do acompanhamento multiprofissional, em especial, o suporte nutricional contínuo, que contribui para a prevenção de deficiências nutricionais, a manutenção da perda de peso e a promoção de hábitos nutricionais saudáveis. Os aspectos emocionais também influenciam diretamente o comportamento alimentar, reforçando a necessidade de abordagens integradas, através da Terapia Cognitiva-Comportamental, associada a educação nutricional. É importante ressaltar a relevância de políticas públicas voltadas à ampliação do acesso de alimentos in natura, a regulação do consumo de ultraprocessados e o combate ao estigma da obesidade.
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¹Graduanda do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: nutriamerica0@gmail.com;
²Graduanda do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: julianabarrosilva@hotmail.com;
³Graduanda do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: gabrielahspacheco@gmail.com;
⁴Orientadora do TCC. Doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas. Docente do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: francisca.freitas@fametro.edu.br;
⁵Co-orientadora do TCC. Especialista em Psicopedagogia pela Universidade do Estado do Amazonas. Docente do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: rosimar.lobo@fametro.edu.br.
