THE ROLE OF NURSING IN PEDIATRIC PALLIATIVE CARE: HUMANIZED APPROACHES AND CHALLENGES
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511241610
Sandy Guilhermina Martins da Silva1; Orientadora: Bruna Louzada Saez2; Camila Antunez Villagran3; Grégory Rocha Nascimento4; Lair Ferreira de Oliveira Filho5; Analidia dos Santos Ventura6; Paula Cristina de Oliveira Pimenta7; Valeria da Silva Faria8; Kamilly Dias Nascimento9; Bruna Luiza Delmiro Dutra10
RESUMO
Introdução: A violência doméstica associada ao alcoolismo constitui um grave problema de saúde pública, com repercussões físicas, psicológicas e sociais. A enfermagem, atuando na linha de frente da atenção primária, possui papel estratégico na prevenção e enfrentamento deste fenômeno, embora enfrente lacunas formativas e estruturais. Objetivo: Analisar as contribuições da enfermagem na prevenção da violência doméstica associada ao alcoolismo, com ênfase na identificação de fatores de risco e na avaliação da eficácia de ações educativas. Resultados: Identificou-se forte associação entre consumo abusivo de álcool e violência doméstica, com prevalência de 38% nas notificações. Mulheres negras em contextos de vulnerabilidade socioeconômica são as mais afetadas. Estratégias como a Entrevista Motivacional Breve, criação de vínculos terapêuticos e grupos reflexivos demonstraram resultados positivos. Entretanto, observaram-se obstáculos como capacitação inadequada dos profissionais (72% não capacitados), sobrecarga de trabalho e fragilidade das redes de proteção. Conclusão: A enfermagem resulta diretamente na prevenção e identificação precoce dos casos, por meio de protocolos baseados em evidências e abordagens intersetoriais. Superar as lacunas identificadas exige investimento em formação específica, fortalecimento das redes de apoio e implementação de políticas públicas integradas que considerem as iniquidades de gênero, raça e classe.
Palavras-chave: Enfermagem; Violência Doméstica; Alcoolismo; Prevenção; Saúde Pública.
ABSTRACT
Introduction: Domestic violence associated with alcoholism constitutes a serious public health problem, with physical, psychological, and social repercussions. Nursing, working on the front lines of primary care, plays a strategic role in preventing and addressing this phenomenon, although it faces training and structural gaps. Objective: To analyze the contributions of nursing in the prevention of domestic violence associated with alcoholism, with an emphasis on identifying risk factors and evaluating the effectiveness of educational initiatives. Results: A strong association was identified between alcohol abuse and domestic violence, with a prevalence of 38% in reports. Black women in contexts of socioeconomic vulnerability are the most affected. Strategies such as Brief Motivational Interviewing, the creation of therapeutic bonds, and reflective groups have shown positive results. However, obstacles such as inadequate professional training (72% untrained), work overload, and fragile safety nets were observed. Conclusion: Nursing directly contributes to the prevention and early identification of cases through evidence-based protocols and intersectoral approaches. Overcoming the identified gaps requires investment in specific training, strengthening support networks, and implementing integrated public policies that consider gender, racial, and class inequities.
Keywords: Nursing; Domestic Violence; Alcoholism; Prevention; Public Health.
1 INTRODUÇÃO
A violência doméstica associada ao alcoolismo é um fenômeno complexo, com repercussões físicas, psicológicas e sociais. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 55% das agressões domésticas estão relacionadas ao consumo excessivo de álcool. No Brasil, dados do Ministério da Saúde [1] apontam que 40% dos casos atendidos em serviços de emergência envolvem essa associação. A enfermagem, como categoria profissional inserida na linha de frente da atenção primária, possui papel estratégico na prevenção, porém enfrenta lacunas estruturais e formativas [2].
O consumo abusivo de álcool atua como catalisador de comportamentos agressivos, comprometendo o autocontrole e intensificando conflitos interpessoais. Estudos neuroquímicos evidenciam que o etanol altera a atividade do córtex pré-frontal, região responsável pela modulação emocional [3]. A identificação precoce de situações de risco é uma competência crítica para enfermeiros. Protocolos como o Screening for Violence Risk (SVR) permitem detectar sinais sutis, como isolamento social ou lesões recorrentes, facilitando intervenções precoces [4]. No entanto, a falta de capacitação específica e a sobrecarga de trabalho limitam a eficácia dessas ações, com apenas 30% dos profissionais se sentindo preparados para lidar com tais casos [5].
A complexidade do fenômeno exige que a enfermagem transcenda abordagens fragmentadas, integrando perspectivas intersetoriais. A pandemia de COVID-19 aprofundou desafios preexistentes, com aumento de 48,2% nas denúncias de violência doméstica [6]. Nesse contexto, a incorporação de tecnologias digitais, como plataformas de telemonitoramento, emerge como alternativa promissora. Pesquisas no Amazonas demonstram que o uso dessas ferramentas elevou em 22% a adesão a tratamentos para dependência alcoólica [7]. Contudo, a efetividade dessas estratégias depende de investimentos em capacitação técnica e infraestrutura.
Diante das lacunas formativas, a formação profissional contínua configura-se como eixo estratégico. Dados do Conselho Federal de Enfermagem [8] revelam que apenas 12% dos cursos de graduação abordam protocolos específicos para violência e alcoolismo. A construção de redes intersetoriais é imperativa para garantir a sustentabilidade das ações. Municípios que implementaram núcleos de referência envolvendo saúde, assistência social e segurança pública registraram redução de 30% na reincidência de violência [9]. Essa premissa fundamenta-se na urgência de superar fragmentações, especialmente após o agravamento das vulnerabilidades durante a pandemia [10].
Objetiva-se analisar as contribuições da enfermagem na prevenção desse fenômeno, com ênfase em: 1) Identificação dos fatores de risco familiares, utilizando tecnologias digitais comprovadas na elevação da adesão terapêutica; e 2) Avaliação da eficácia das ações educativas, considerando o déficit formativo identificado pelo. Tais objetivos alinham-se à necessidade de práticas culturalmente sensíveis ante iniquidades de gênero e raça.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
Este estudo adotou o delineamento de revisão sistemática da literatura, com a metodologia que permite a síntese crítica de evidências heterogêneas, integrando pesquisas qualitativas, quantitativas e teóricas. A escolha justifica-se pela necessidade de mapear estratégias, desafios e impactos da atuação da enfermagem na prevenção da violência doméstica associada ao alcoolismo, além de identificar lacunas no conhecimento científico nacional e internacional.
A estratégia de busca foi realizada em bases de dados indexadas e reconhecidas pela comunidade acadêmica, com priorização de literatura brasileira e artigos classificados com Qualis A1 a B2. Foram consultadas as seguintes plataformas: SciELO, LILACS, BDENF, PubMed e Portal de Periódicos CAPES, abrangendo o período de 2018 a 2023.
Os critérios de inclusão englobaram: (1) estudos que abordassem explicitamente o papel da enfermagem na prevenção da violência doméstica associada ao alcoolismo; e (2) disponibilidade integral do texto. Como critérios de exclusão, descartaram-se: (3) editoriais, relatos de experiência sem embasamento metodológico e artigos de opinião; (4) produções fora do recorte temporal ou geográfico, exceto obras seminais citadas para contextualização histórica.
Inicialmente, foram identificados 358 registros nas bases consultadas, com os critérios de inclusão, resultando em 156 artigos elegíveis. Na fase de triagem, mediante leitura de títulos e resumos, foram excluidos 94 estudos por inadequação temática. Dos 62 artigos analisados na íntegra, 42 atenderam aos critérios finais e compuseram o corpus de análise.
3 RESULTADOS
Os resultados demonstram uma associação entre o consumo abusivo de álcool e a ocorrência de violência doméstica no cenário brasileiro. De acordo com os dados analisados, 38% das notificações de agressão intrafamiliar estão relacionadas ao consumo abusivo de álcool [11]. Essa correlação é particularmente evidente em contextos de vulnerabilidade socioeconômica, onde 60% dos casos de violência doméstica registrados em unidades de saúde envolvem cônjuges com histórico de dependência alcoólica [12].
| N° | Título do Artigo | Autor(es)/Ano | Delineamento do Estudo | Fonte de Dados |
| E1 | Global, regional and national estimates for intimate partner violence against women | OMS (2021) | Relatório epidemiológico | Documento institucional (OMS) |
| E3 | O uso de Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde na Atenção Primária | Bender et al. (2024) | Estudo quasi-experimental | (PubMed) |
| E4 | Psicoterapia cognitivo-comportamental para mulheres em situação de violência doméstica | Petersen et al. (2019) | Estudo epidemiológico | Serviços de saúde (SciELO) |
| E5 | Repensando a competência cultural nas práticas de saúde no Brasil | Müller (2023) | Pesquisa qualitativa | (Portal CAPES) |
| E6 | Relatório Anual de Violência Doméstica | FBSP (2021) | Dados administrativos | Registros de denúncias (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) |
| E7 | Proposta de protocolo assistencial de enfermagem para abordagem motivacional | Carvalho et al. (2021) | Estudo de caso | (SciELO) |
| E9 | Pesquisa Nacional sobre o Currículo de Graduação em Enfermagem | COFEN (2021) | Pesquisa documental | (Portal COFEN) |
| E10 | A eficácia de núcleos intersetoriais na redução da violência doméstica | Couto et al. (2018) | Estudo longitudinal | SciELO |
| E11 | Transformar evidências científicas em políticas efetivas | Minayo (2019) | Ensaio teórico | SciELO |
| E12 | Impacto da pandemia na violência doméstica | Carvalho et al. (2021) | Estudo observacional | SciELO |
Os determinantes sociais confirmaram-se como fatores cruciais. Famílias em vulnerabilidade econômica tiveram maior risco de conflitos agravados pelo álcool [3]. A interseccionalidade de gênero, raça e classe mostrou-se relevante, com mulheres negras representando 65% das vítimas atendidas [13].
Estudos neurocomportamentais indicam que o etanol reduz a atividade do córtex orbitofrontal, área responsável pelo julgamento moral e controle de impulsos agressivos. Essa disfunção neuroquímica alimenta ciclos de violência, onde vítimas (predominantemente mulheres) desenvolvem transtornos de ansiedade e depressão [14]. O consumo crônico de álcool altera os padrões de comunicação e resolução de conflitos familiares, criando ambiente propício para a violência [15].
A atuação do enfermeiro na identificação precoce de sinais de violência é estratégica, especialmente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A implementação de protocolos como a Entrevista Motivacional Breve (EMB) para pacientes com padrão de consumo de risco permite intervenções precoces [16]. A anamnese direcionada a lesões recorrentes ou relatos ambíguos também se mostrou eficaz [14].
A criação de vínculos terapêuticos nas UBS fortalece a confiança das vítimas, encorajando a denúncia e facilitando o acesso a redes de apoio [4]. Programas comunitários liderados por enfermeiros, como grupos de apoio a familiares, reduziram o estigma e fortaleceram redes de proteção [17].
Os enfermeiros enfrentam sérios obstáculos: 72% dos profissionais não receberam capacitação específica para lidar com vítimas de violência associada ao álcool [18]. A sobrecarga de trabalho em unidades públicas limita drasticamente o tempo para acolhimento e acompanhamento [10].
Há uma lacuna formativa crítica, com apenas 12% das instituições de enfermagem oferecendo disciplinas específicas sobre violência e alcoolismo [19]. A fragilidade das redes de proteção é outro entrave, com apenas 30% dos municípios possuindo serviços especializados para atendimento integral a vítimas e agressores [2,19].
Os resultados demonstram que mulheres negras e periféricas são desproporcionalmente afetadas. A interseção de racismo, pobreza e falta de acesso a serviços agrava a exposição a riscos e limita as possibilidades de fuga [5,20]. Isso demanda práticas culturalmente sensíveis e mostra a insuficiência de uma abordagem universalista [4]. A tabela abaixo resume intervenções baseadas em evidência e seus resultados:
Tabela 1. Impacto da Pandemia e Inovações no Cuidado
| Intervenção | Resultado Alcançado | Local/Referência |
|---|---|---|
| Protocolo SBIRT (rastreamento, intervenção breve e encaminhamento) | Queda de 25% nas notificações de violência em um ano | Rio de Janeiro (Lobato, 2021) |
| Grupos reflexivos para homens agressores (desconstrução de masculinidades tóxicas) | Redução de 35% nas taxas de reincidência | Minas Gerais (Vasconcelos, 2019) |
| Acompanhamento psicológico sistemático de vítimas | Redução de 50% no risco de desenvolver TEPT | (Torres, 2022) |
Fonte: própria
O isolamento social durante a pandemia exacerbou os casos. Dados do Disque 180 indicaram um aumento de 40% nas denúncias entre 2020 e 2021, com relatos frequentes de agressores embriagados [4]. A transição para o teleatendimento foi desafiadora devido à falta de infraestrutura digital, especialmente em áreas rurais e periferias [6, 10].
A incorporação de tecnologias digitais mostrou-se promissora. No Amazonas, o uso de plataformas de telemonitoramento por enfermeiros resultou em um aumento de 22% na adesão a tratamentos para dependência alcoólica [3].
Estratégias baseadas na educação popular também foram positivas. Em Salvador, oficinas em conselhos comunitários coordenados por enfermeiros elevaram em 35% o conhecimento sobre serviços de apoio entre mulheres de favelas [5].
A criação de núcleos interdisciplinares com enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais mostrou-se viável. Municípios que implementaram esse modelo registraram redução de 30% na reincidência de violência em famílias com histórico de alcoolismo [20].
4 DISCUSSÃO
Os resultados deste estudo corroboram a premissa inicial de que existe uma associação multifatorial complexa entre o consumo abusivo de álcool e a violência doméstica, apontam que 38% das notificações de agressão intrafamiliar estão relacionadas ao padrão de consumo de risco. A descoberta de que 60% dos casos de violência doméstica em unidades de saúde do Nordeste envolvem cônjuges com histórico de dependência alcoólica [21] reforça a influência dos determinantes sociais da saúde neste fenômeno. Os mecanismos neurocomportamentais identificados, particularmente a redução da atividade do córtex orbito frontal pelo etanol [18], fornecem base científica para compreender a gênese dos comportamentos violentos.
A constatação de que 72% dos profissionais não receberam capacitação específica para lidar com vítimas de violência associada ao álcool [17] expõe uma lacuna formativa crítica, agravada pela sobrecarga de trabalho no SUS [10]. A confirmação de que mulheres negras representam 65% das vítimas atendidas [4], a premissa da interseccionalidade, exigindo práticas culturalmente sensíveis [5] que reconheçam as especificidades dessas populações.
Os resultados positivos obtidos com a implementação do protocolo SBIRT no Rio de Janeiro, que registrou queda de 25% nas notificações de violência [12], demonstram o potencial das intervenções baseadas em evidências. O sucesso dos grupos reflexivos para homens agressores em Minas Gerais, que reduziram reincidências em 35% [17], indica a eficácia de intervenções focadas na desconstrução de masculinidades tóxicas. O aumento de 40% nas denúncias durante a pandemia [22] confirma o agravamento das vulnerabilidades preexistentes. Apesar de suas contribuições, este estudo apresenta limitações, como a escassez de produção científica nacional sobre o tema. A heterogeneidade metodológica dos estudos incluídos também representa uma limitação.
Recomenda-se a realização de estudos de implementação que avaliem a viabilidade e das intervenções identificadas como promissoras em diferentes contextos do Sistema Único de Saúde. Pesquisas avaliativas sobre os programas de educação permanente em violência e alcoolismo também são necessárias para orientar o desenvolvimento de políticas educacionais baseadas em evidências.
5 CONCLUSÃO
O presente estudo permitiu compreender a complexidade multifatorial da violência doméstica associada ao alcoolismo e as estratégias de atuação da enfermagem frente a este desafio de saúde pública. Os resultados demonstram que esta associação constitui um fenômeno profundamente enraizado em determinantes sociais, com expressivas repercussões na saúde física e mental das vítimas, particularmente mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
A análise dos dados evidenciou que a enfermagem possui papel estratégico na prevenção, identificação precoce e acompanhamento dos casos de violência associada ao consumo abusivo de álcool. A implementação de protocolos baseados em evidências, como o SBIRT e a Entrevista Motivacional Breve, demonstrou redução de notificações e na interrupção dos ciclos de violência. Da mesma forma, a criação de vínculos terapêuticos e o desenvolvimento de ações educativas em comunidade demonstraram potencial para fortalecer redes de proteção e promover a autonomia das vítimas.
Contudo, os obstáculos identificados revelam desafios substanciais para a atuação profissional. A lacuna formativa na graduação e pós-graduação, a sobrecarga de trabalho nas unidades de saúde e a fragilidade das redes intersetoriais de apoio limitam o bom desenvolvimento das intervenções. A precária infraestrutura tecnológica, especialmente em áreas rurais e periféricas, também se mostrou um impedimento para a implementação de estratégias inovadoras de telemonitoramento e atendimento remoto.
A pandemia de COVID-19 exacerbou as vulnerabilidades preexistentes, com aumento expressivo dos casos de violência doméstica e consumo abusivo de álcool, ao mesmo tempo em que dificultou o acesso aos serviços de saúde. Esta crise sanitária evidenciou a urgência de protocolos de contingência e a necessidade de adaptações criativas para garantir a continuidade do cuidado em emergências.
As evidências apontam para a necessidade de abordagens intersetoriais integradas, que articulem saúde, assistência social, segurança pública e sistema de justiça. A criação de núcleos interdisciplinares mostrou-se promissora para o atendimento integral de vítimas e agressores, com redução das taxas de reincidência. Da mesma forma, intervenções focadas na desconstrução de masculinidades tóxicas demonstraram eficácia na promoção de responsabilização e mudança de comportamentos.
As iniquidades de gênero, raça e classe revelaram-se fatores na determinação das vulnerabilidades, demandando práticas culturalmente sensíveis e contextualizadas às realidades específicas de cada território. A sobrerrepresentação de mulheres negras entre as vítimas atendidas nos serviços de saúde exige respostas diferenciadas que considerem as intersecções entre opressões e as barreiras específicas de acesso à proteção e à justiça.
Para avançar no enfrentamento desta problemática, recomenda-se a imediata inclusão de conteúdos específicos sobre violência doméstica e alcoolismo nos currículos de formação em enfermagem, assim como a ampliação de programas de educação permanente para profissionais já atuantes.
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1 Graduanda em Enfermagem
Universidade de Rio verde- Unirv
sandymartins478@gmail.com
https://orcid.org/0009-0009-4981-6936
2 Orientadora – https://orcid.org/0009-0009-7105-5803
3 camilaantunezvillagran@gmail.com
https://orcid.org/0000-0002-9498-3049
Universidade de Rio Verde
4 Universidade de Rio Verde
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Orcid: 0009-0007-7984-2874
5 lair@unirv.edu.br
Fazenda Fontes do Saber s/ n Zona Rural
https://orcid.org/0000-0002-1101-8519
Mestre em Gerontologia
6 Seu ORCID iD: 0009-0000-9390-4604
analidia@unirv.edu.br
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7 E-mail: paulacristina@unirv.edu.br
Orcid: https://orcid.org/0000-0003-1815-4887
Instituição: Universidade de Rio Verde – UniRV
8 Valeriasfaria.enf@gmail
https://orcid.org/0000-0003-4548-4320
9 Kamillydiasnascimento1402@gmail.com
Graduanda em Enfermagem
Universidade de Rio verde- Unirv
https://orcid.org/0009-0000-8975-1270
10 brunaluizaddutra@gmail.com
Graduanda em Enfermagem
Universidade de Rio verde- Unirv
https://orcid.org/0009-0003-0398-845
