THE ROLE OF HEALTHY EATING IN CONTROLLING DIABETES IN EARLY CHILDHOOD
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202510302140
Emily Reis Campos1
Fernanda Rocha dos Santos1
Sthefany Neves Cidade da Silva1
Francisca Marta Nascimento de Oliveira Freitas2
David Silva dos Reis3
RESUMO
O diabetes mellitus tipo 1 é uma doença autoimune que afeta a produção de insulina, exigindo acompanhamento constante, principalmente na infância. Este estudo, conduzido por meio de revisão narrativa da literatura publicada entre 2013 e 2023, analisou a aplicação da dietoterapia no manejo da doença em crianças. Foram selecionados trabalhos que abordaram a relação entre alimentação saudável e controle glicêmico. Os resultados evidenciaram que estratégias como a contagem de carboidratos, a escolha de alimentos com baixo índice glicêmico e a regularidade das refeições são fundamentais para manter níveis adequados de glicose. Além disso, destacou-se a importância da participação da família e cuidadores para adesão ao tratamento e formação de hábitos alimentares saudáveis. Conclui-se que a dietoterapia é eficaz, porém enfrenta obstáculos relacionados à seletividade alimentar e condições socioeconômicas, sendo essenciais ações educativas voltadas à família e à escola para promover melhor manejo e a qualidade de vida.
Palavras-chave: Diabetes Mellitus tipo 1, Dietoterapia, Primeira Infância, Alimentação Saudável
ABSTRACT
Type 1 diabetes mellitus is an autoimune disease that affects insulin production, requiring constant monitoring, especially in childhood. This study, conducted through a narrative review of literature published between 2013 and 2013 and 2023, analyzed the application of diet therapy in managing the desease in children. Studies were selected that addressed the relationship between healthy eating and glycemic control. The results showed that strategies such as carbohydrate counting, choosing foods with a low glycemic index, and regular mealtimes are fundamental to maintaining adequate glucose levels. Furthermore, the importance of family and caregiver involvement for treatment adherence and the formation of healthy eating habits was highlighted. It concludes that diet therapy is effective, but faces obstacles related to food selectivity and socioeconomic conditions, making educational actions directed at families and schools essential to promote better management.
Keyword: Type 1 Diabetes Mellitus, Diet Therapy, Early Childhood, Healthy Eating
1 INTRODUÇÃO
O diabetes mellitus tipo 1 é uma doença autoimune caracterizada pela destruição das células beta do pâncreas, o que leva à deficiência absoluta de insulina. Essa condição, que afeta especialmente crianças e adolescentes, exige cuidados constantes, incluindo tratamento medicamentoso e controle alimentar rigoroso (Sociedade Brasileira de diabetes, 2023).
Apesar da doença DM1 ser menos comum que o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), a ocorrência da doença aumenta cerca de 3% anualmente l, principalmente em crianças. A educação em saúde e a riqueza de informações dos familiares em torno da criança diagnosticada com DM1, geram grandes avanços para o cuidado, possibilitando a melhor forma de adequação para a nova rotina, para assim manter o objetivo de equilíbrio glicêmico evitando complicações futuras (Sociedade Brasileira do Diabetes, 2019).
Essa condição crônica está associada a diversas complicações de saúde como doenças cardiovasculares, nefropatia e neuropatia, comprometendo principalmente a expectativa de vida justamente das crianças e a qualidade de vida (Murad, 2024).
O cuidado relacionado a dieta também se constitui em um desafio para as crianças. Lidar com o desejo de comer doces e com a culpa por não resistir a esse desejo são exemplos de barreiras para o autocuidado (Nascimento, 2011).
Na primeira infância, fase que abrange os primeiros seis anos de vida, o crescimento e o desenvolvimento físico e neurológico são intensos. Manter um bom controle glicêmico nesse período é essencial para evitar complicações a curto e longo (Calabria, 2024).
A alimentação saudável é considerada um dos pilares fundamentais para o controle eficaz do DM1. Sendo abordadas estratégias nutricionais como a contagem de carboidratos, o consumo de alimentos com baixo índice glicêmico e regularidade das refeições, são fundamentais para a manutenção da glicemia dentro dos valores-alvo (Viana et al., 2021).
O papel da educação alimentar e nutricional também se destaca nesse contexto, especialmente quando envolve a família e os cuidadores da criança. Ações educativas voltadas ao ambiente familiar são essenciais para garantir a adesão ao tratamento nutricional, reduzir complicações e promover autonomia e segurança alimentar desde os primeiros anos de vida (Nascimento et al., 2022).
É de muita importância ainda se fazer a prevenção do Diabetes Infantil ainda na gestação, assim pode se prevenir várias consequências como a criança já nascer com Diabetes, glicemia glicose em um nível elevado de sangue. Além disso, após o diagnóstico, o gerenciamento diário da glicose, o planejamento alimentar e a administração correta da insulina são essenciais para evitar complicações futura, como problemas renais e perda de visão (Oliveira, Silva, 2020).
Este estudo teve por objetivo geral analisar aplicações da dietoterapia no tratamento da diabetes mellitus tipo 1 em crianças, tendo por objetivos específicos: estudar efeitos da dietoterapia no controle glicêmico de crianças com diabetes mellitus tipo 1, em estudos disponíveis na literatura; analisar os componentes nutricionais e estratégias dietéticas utilizadas na dietoterapia para crianças com diabetes mellitus tipo 1, destacando suas aplicações práticas e identificar os benefícios e desafios associados à implementação da dietoterapia no manejo de crianças com diabetes mellitus tipo 1.
Além disso, é importante destacar que o manejo do Diabetes Mellitus tipo 1 vai além do tratamento medicamentoso e nutricional, abrangendo também o suporte psicológico, visto que o diagnóstico precoce pode gerar impactos emocionais significativos tanto para a criança quanto para a família. A ansiedade, o medo de hipoglicemias e a sobrecarga do autocuidado podem comprometer a adesão ao tratamento e a qualidade de vida. Dessa forma, a atuação multiprofissional, envolvendo médicos, nutricionistas, psicólogos e educadores em saúde, torna-se essencial para garantir uma abordagem integral, favorecendo não apenas o controle glicêmico, mas também o bem-estar físico e emocional da criança (Nascimento et al., 2022).
Além do suporte psicológico, a prática regular de atividade física também exerce papel fundamental no tratamento do Diabetes Mellitus tipo 1 em crianças. A atividade física contribui para a melhora da sensibilidade à insulina, auxilia no controle do peso corporal e promove benefícios cardiovasculares e metabólicos. Contudo, o planejamento deve ser individualizado, levando em consideração os riscos de hipoglicemia durante e após o exercício. Por isso, a orientação profissional especializada é imprescindível para garantir a segurança e a eficácia da prática esportiva como estratégia complementar no manejo da doença (Gomes; Andrade, 2021).
Outro ponto relevante refere-se ao avanço das tecnologias em saúde, como o uso de bombas de insulina e sistemas de monitorização contínua da glicose, que têm demonstrado resultados promissores no controle glicêmico e na qualidade de vida de crianças com DM1. Essas ferramentas permitem ajustes mais precisos na administração de insulina, reduzem episódios de hipoglicemia e proporcionam maior autonomia para o paciente e sua família. No entanto, o acesso a essas tecnologias ainda é limitado pela disponibilidade no sistema público de saúde e pelos custos elevados, configurando um desafio para a equidade no tratamento (Carvalho et al., 2023). (Logo depois do parágrafo que fala de prevenção e diagnóstico precoce, e antes dos objetivos.(Oliveira, Silva, 2020).
2 METODOLOGIA
2.1 Tipo de estudo
Este estudo trata-se de uma revisão narrativa da literatura científica. Esse tipo de estudo busca compreender, descrever e interpretar o papel da alimentação saudável no controle da diabetes mellitus tipo 1 na primeira infância, por meio da análise de publicações científicas (Minayo, 2014). Esse tipo de revisão é adequado para explorar questões ainda em desenvolvimento e para construir reflexões teóricas a partir da literatura disponível.
2.2 Coleta de dados
A coleta de dados foi realizada por meio de uma busca estrutural em bases de dados científicas, como SciELO, Google Acadêmico, PubMed, (BVS), Periódicos (CAPES). Serão utilizados os descritores “diabetes infantil”, “alimentação saudável”, “primeira infância”, “prevenção de diabetes”, “nutrição infantil” e “doenças crônicas na infância”, combinados por operadores booleanos como AND e OR. A definição clara de descritores e critérios de busca é essencial para garantir a qualidade da revisão integrativa.
Os critérios de elegibilidade, artigos completos, disponíveis em português, inglês ou espanhol, publicados entre 2013 e 2023, que abordassem diretamente a relação entre alimentação e controle da diabetes tipo 1 na infância. Trabalhos duplicados ou que não atendiam aos critérios de relevância para o tema serão inelegíveis. A triagem dos artigos seguiu os princípios metodológicos da revisão integrativa.
2.3 Análise de dados
A análise dos dados seguiu uma abordagem descritiva e temática, por meio da leitura flutuante e categorização dos principais achados. Para isso, utilizou-se o método de análise de conteúdo, o qual permite a sistematização de informações com base na frequência e na relevância das ocorrências textuais.
A interpretação dos resultados buscará dialogar com os objetivos do estudo e com os achados mais recentes da literatura científica, promovendo uma reflexão crítica sobre a efetividade da dietoterapia no manejo da diabetes na primeira infância. A análise qualitativa deve ir além da simples descrição, permitindo a construção de novos entendimentos a partir do material empírico.
Figura 1 – Fluxograma da metodologia da etapa de seleção dos estudos

Depois de selecionar o material bibliográfico relevante, foi realizada uma leitura atenta e uma análise detalhada das informações obtidas, com a finalidade de produzir um texto claro, consistente e de fácil entendimento.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
É considerada primeira infância uma das etapas principais do desenvolvimento humano, pois corresponde ao período que vai do nascimento até, aproximadamente, os seis anos de idade. É nessa fase que ocorre o desenvolvimento mais acelerado das funções cognitivas, motoras, emocionais e sociais da criança. De acordo com o Ministério da Saúde, essa etapa é marcada por intensas transformações biológicas e psíquicas, sendo crucial para a formação da base da aprendizagem e do comportamento futuro (Brasil, 2015).
Durante a primeira infância, o cérebro da criança apresenta uma elevada plasticidade neural, o que favorece o aprendizado e a aquisição de habilidades essenciais. As experiências vividas nesse período têm um impacto profundo e duradouro na arquitetura cerebral, influenciando diretamente o desempenho escolar, as relações sociais e a saúde mental ao longo da vida (Shonkoff; phillips, 2000).
Além disso, aspectos como nutrição adequada, vacinação, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento são essenciais durante a primeira infância. Políticas públicas voltadas à proteção e promoção do desenvolvimento infantil devem ser prioridade dos sistemas de saúde, visto que investir na primeira infância representa benefícios individuais e sociais (Opas, 2017).
Por fim, a promoção de um ambiente seguro e acolhedor também é indispensável para o pleno desenvolvimento infantil. A presença de vínculos afetivos seguros, a estimulação adequada e o acesso à educação infantil de qualidade são fatores que constituem elementos centrais na formação da personalidade, na construção da autonomia e na preparação para as fases seguintes da vida (Bronfenbrenner, 1996).
A convivência da criança com DM1 remete a comprometimentos tanto fisiológicos como emocionais. Essas crianças vivenciam situações estressantes ao longo do tratamento, que afetam o convívio social e familiar, tendo em vista que a terapêutica para controle da doença implica em limitações de atividades, seguimento de dieta especifica, submissão procedimentos dolorosos, alterações corporais e repetidas internações hospitalares (Aguiar, 2021).
Diante disso, o crescimento de Diabetes está associado a diversos fatores, por exemplo: padrão alimentar inadequado e sedentarismo, que estão intimamente em conjunto com a obesidade, independente da idade, sendo colocada em evidência a diabetes sendo adquirida na infância (International Diabetes Federation, 2018).
O padecimento diante do adoecimento crônico infantil é um processo multidimensional que se manifesta sob diferentes formas (complicações, tratamento, relações sociais, dentre outras) e conduz a uma experiência de sofrimento (Pennafort, 2016).
Quadro 1: Peso elevado em crianças de 0 a 5 anos

Os dados revelaram um quadro nutricional complexo e com contrastes para as crianças brasileiras, especialmente no estado do Amazonas.
A discussão dos resultados indica que, embora apesar de haver sérios desafios como o sobrepeso e a má nutrição infantil, o Amazonas tem uma vantagem com a alta taxa de aleitamento materno. A solução para estes problemas requer uma abordagem integrada que capitalize essa força, promovendo educação nutricional e melhorias nos ambientes de saúde e educação para garantir um melhor desenvolvimento para as crianças.
O aleitamento materno é fundamental para a saúde da criança, reduzindo riscos nutricionais e fortalecimento do sistema imunológico.
TABELAS DE RESULTADOS

A análise dos estudos selecionados evidencia que o manejo do diabetes mellitus tipo 1 (DM1) em crianças exige uma abordagem multidimensional, que integra aspectos clínicos, nutricionais, psicológicos e familiares. Urzela et al., (2020) destacam a relevância do acompanhamento interdisciplinar, demonstrando que a atuação conjunta de diferentes profissionais da saúde contribui para uma visão integral do paciente, favorecendo o processo de adesão ao tratamento e a melhoria da qualidade de vida.
Nesse mesmo sentido, Freitas et al., (2020) apontam que as crianças diagnosticadas com DM1 enfrentam dificuldades na manutenção do tratamento farmacológico, sendo o apoio da família um elemento essencial para a continuidade terapêutica. A presença ativa dos responsáveis não apenas auxilia na administração da insulina, mas também favorece a adesão às orientações dietéticas, constituindo-se como um fator determinante no controle metabólico da doença.
Além disso, Gomes et al., (2019) chamam atenção para os impactos emocionais decorrentes do diagnóstico precoce, especialmente em crianças de 0 a 5 anos, ressaltando que a preocupação excessiva pode gerar sobrecarga emocional e afetar toda a dinâmica familiar. Essa constatação converge com os achados de Hermes et al., (2018), que identificaram resistência das crianças em aceitar mudanças nos hábitos alimentares, o que dificulta o manejo adequado da patologia. Tais resultados reforçam a necessidade de estratégias educativas que envolvam a criança, a família e os profissionais de saúde em um processo comunicativo claro, empático e contínuo.
De forma complementar, Nobre et al., (2019) enfatizam a centralidade do tratamento clínico, que inclui a aplicação da insulina, as restrições alimentares e o monitoramento glicêmico. Contudo, os autores ressaltam que a eficácia dessas medidas depende diretamente da adesão da criança e do suporte familiar, demonstrando que a dimensão técnica do tratamento não pode ser dissociada do contexto social e emocional em que a criança está inserida.
De forma integrada, observa-se que os estudos convergem ao afirmar que o sucesso terapêutico no DM1 pediátrico não se limita a protocolos clínicos, mas requer uma abordagem holística. A articulação entre acompanhamento interdisciplinar, apoio familiar, atenção às questões emocionais e estratégias educativas adequadas constitui um caminho fundamental para a promoção da qualidade de vida da criança e de sua família, minimizando as repercussões da doença no cotidiano.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A revisão dos estudos analisados permite concluir que o manejo do diabetes mellitus tipo 1 (DM1) em crianças demanda uma abordagem abrangente e multidimensional. Evidenciou-se que o tratamento clínico, embora essencial, não é suficiente de forma isolada, pois sua eficácia depende diretamente da adesão da criança e do suporte ativo da família. Assim, o cuidado ao paciente pediátrico com DM1 deve contemplar, além do acompanhamento médico e nutricional, estratégias de educação em saúde, suporte psicológico e fortalecimento do vínculo familiar.
Observou-se, ainda, que o impacto emocional e social do diagnóstico repercute de maneira significativa no cotidiano da criança e de seus familiares, exigindo intervenções que considerem não apenas o controle glicêmico, mas também a qualidade de vida e o bem-estar coletivo. Nesse sentido, a atuação interdisciplinar mostra-se imprescindível para proporcionar um cuidado integral, capaz de integrar dimensões clínicas, psicossociais e educativas.
Dessa forma, pode-se afirmar que o sucesso terapêutico no manejo do DM1 em crianças não se restringe a protocolos clínicos rígidos, mas depende de um olhar holístico, centrado no paciente e em seu contexto. O fortalecimento da comunicação entre profissionais de saúde, criança e família constitui um pilar fundamental para promover adesão ao tratamento, prevenir complicações e favorecer uma trajetória de vida mais saudável e equilibrada.
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1Graduandas do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: euemilyreis29@gmail.com / santosnanda987@gmail.com / Nnevessthefany@gmail.com
2Orientadora do TCC, Doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas. Docente do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: francisca.freitas@fametro.edu.br
3Co-orientador(a) do TCC, Especialista em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá. Docente do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: david.reis@fametro.edu.br
