O IMPACTO DA ERRADICAÇÃO DO HELICOBACTER PYLORI NA MICROBIOTA INTESTINAL E SUAS REPERCUSSÕES NA SAÚDE DIGESTIVA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202510170534


Davi Gabriel Lopes De Mesquita
Ezequiel Silva Dos Santos
Larisse Rodrigues De Oliveira
Monay Santos De Carvalho
Orientadora: Prof. Dra. Ag-Anne Melo


RESUMO 

A infecção por Helicobacter pylori é uma das mais prevalentes mundialmente, afetando milhões de pessoas, sobretudo em regiões com condições sanitárias precárias. A erradicação da bactéria por meio de terapias que combinam antibióticos e inibidores da bomba de prótons tem se mostrado eficaz, porém suscita preocupações acerca de seus efeitos adversos sobre a microbiota intestinal. A disbiose resultante do uso desses medicamentos pode impactar negativamente a saúde digestiva, o sistema imunológico e o bem-estar geral do paciente. Diante desse cenário, este pré-projeto propõe uma revisão narrativa da literatura com o objetivo de analisar os possíveis efeitos da erradicação do H. pylori na microbiota intestinal, bem como os potenciais repercussões clínicas desse processo. Também se pretende investigar a eficácia de estratégias adjuvantes, como a administração de probióticos e prebióticos, na preservação da homeostase microbiana. Espera-se que os dados obtidos a partir da literatura contribuam para fundamentar práticas clínicas mais seguras e integrativas, que considerem não apenas a eliminação do patógeno, mas também a manutenção do equilíbrio intestinal.

Palavras-chave: Helicobacter pylori, microbiota intestinal, disbiose, antibióticos, saúde digestiva, terapias integrativas.

1. INTRODUÇÃO 

A infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) continua sendo uma das mais prevalentes em todo o mundo, representando um grave problema de saúde pública devido à sua alta incidência e às múltiplas complicações clínicas que pode desencadear. Estima-se que mais da metade da população mundial esteja infectada, especialmente em países em desenvolvimento, onde as condições sanitárias precárias, a escassez de políticas preventivas e as desigualdades socioeconômicas favorecem a disseminação da bactéria (Lima et al., 2023).

O H. pylori é uma bactéria gram-negativa, microaerofílica e em formato espiralado, dotada de flagelos que lhe conferem mobilidade e facilitam a colonização da mucosa gástrica. Essa estrutura morfológica, somada à capacidade de produzir a enzima urease, permite que a bactéria neutralize o ácido gástrico ao converter ureia em amônia, criando um microambiente favorável para sua sobrevivência em condições hostis. Tais características conferem ao H. pylori elevada adaptabilidade, tornando-o um patógeno de difícil erradicação e altamente persistente no organismo humano (Barros et al., 2021).

A colonização do estômago pelo H. pylori desencadeia uma resposta inflamatória crônica, que pode variar em intensidade e evoluir de uma gastrite superficial para quadros mais graves, como úlcera péptica, linfoma do tecido linfoide associado à mucosa (MALT) e adenocarcinoma gástrico, sendo este último um dos tipos mais agressivos de câncer digestivo. A permanência prolongada da bactéria na mucosa gástrica, associada à sua capacidade de modular a resposta imunológica do hospedeiro, contribui para a instalação de processos patológicos silenciosos que frequentemente permanecem assintomáticos por anos (Araújo et al., 2025).

Nas últimas décadas, avanços significativos no diagnóstico e nas terapias de erradicação do H. pylori permitiram reduzir a prevalência de complicações graves, sobretudo em países com maior acesso à saúde. Os protocolos atuais baseiam-se no uso combinado de antibióticos e inibidores da bomba de prótons, estratégia que apresenta resultados satisfatórios na eliminação do patógeno. Entretanto, a crescente resistência bacteriana a antimicrobianos e a baixa adesão dos pacientes ao tratamento comprometem a eficácia terapêutica, favorecendo a persistência da infecção e a reincidência após a terapia inicial (Oliveira et al., 2024).

Outro aspecto que vem ganhando relevância no debate científico é o impacto da erradicação do H. pylori sobre a microbiota intestinal. O uso intensivo e prolongado de antibióticos, aliado à administração de inibidores da bomba de prótons, pode alterar de forma significativa a diversidade e o equilíbrio da microbiota, desencadeando disbiose intestinal. Esse desequilíbrio microbiano está associado a sintomas gastrointestinais persistentes, redução da eficácia imunológica e predisposição ao desenvolvimento de outras doenças digestivas e sistêmicas. Assim, embora a erradicação da bactéria represente um avanço na prevenção de complicações gástricas, torna-se imprescindível refletir sobre os efeitos colaterais dessa intervenção a longo prazo.

Nesse sentido, é essencial compreender o H. pylori não apenas como um agente patogênico isolado, mas como parte de um sistema biológico complexo em interação com o organismo humano. A investigação dos efeitos da erradicação na microbiota intestinal abre espaço para novas perspectivas terapêuticas, que conciliem eficácia clínica, prevenção de complicações graves e preservação do equilíbrio microbiano.

Assim, este trabalho tem como objetivo analisar os impactos da erradicação do H. pylori na microbiota intestinal e suas repercussões na saúde digestiva, considerando as possíveis consequências clínicas e terapêuticas dessa intervenção.

2. JUSTIFICATIVA

A relevância da investigação acerca do Helicobacter pylori decorre de sua elevada prevalência e do impacto significativo que exerce na saúde da população mundial. Em regiões com menor desenvolvimento, onde persistem limitações estruturais, condições sanitárias precárias e desigualdades socioeconômicas, os índices de infecção permanecem elevados, dificultando a implementação de estratégias eficazes de prevenção e controle (Queiroz; Rocha, 2020).

Embora os avanços na gastroenterologia tenham permitido a elaboração de protocolos de erradicação relativamente eficazes, o aumento progressivo da resistência bacteriana a antibióticos compromete a efetividade dos tratamentos convencionais. Isso impõe a necessidade de reavaliar as condutas médicas, não apenas quanto à eliminação do patógeno, mas também em relação aos efeitos colaterais produzidos pela intervenção terapêutica. Entre esses efeitos, destaca-se a disbiose intestinal, resultante da exposição prolongada a antibióticos e inibidores da bomba de prótons, condição que compromete o equilíbrio do ecossistema intestinal e pode impactar diretamente a digestão, a imunidade e a qualidade de vida do paciente (Ferreira et al., 2021).

Além disso, estudos recentes têm apontado que a erradicação do H. pylori pode provocar consequências inesperadas na dinâmica do microbioma intestinal, o que reforça a importância de aprofundar o debate científico acerca da relação entre o tratamento da infecção e o funcionamento global do organismo humano. A análise desse processo é fundamental para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas mais seguras, personalizadas e integrativas, que possam conciliar eficácia clínica com a preservação da homeostase intestinal.

Dessa forma, esta pesquisa se justifica pela necessidade de investigar não apenas os efeitos imediatos da erradicação da bactéria, mas também suas repercussões a longo prazo, considerando a interação complexa entre o estômago, o intestino e a microbiota. Ao ampliar o conhecimento sobre essas relações, este estudo pretende contribuir para a formulação de condutas médicas mais completas, que contemplem a prevenção de complicações gástricas e a preservação da saúde intestinal, assegurando maior qualidade de vida aos pacientes.

3. OBJETIVOS

3.1 Objetivo Geral

Analisou-se, por meio de revisão de literatura, os efeitos da erradicação do Helicobacter pylori na microbiota intestinal e suas repercussões na saúde digestiva, com base em evidências científicas recentes.

3.2 Objetivos Específicos

• Investigou-se os principais métodos terapêuticos utilizados na erradicação do H. pylori, com ênfase nos efeitos colaterais gastrointestinais;

• Levantou-se estudos que relacionem a alteração da microbiota intestinal com o uso de antibióticos e IBPs no tratamento da infecção;

• Compreendeu-se as possíveis consequências da disbiose pós-tratamento sobre a digestão, imunidade e qualidade de vida;

• Reuniu-se evidências teóricas sobre estratégias adjuvantes ao tratamento, como o uso de probióticos e prebióticos, que visem preservar o equilíbrio intestinal;

• Refletiu-se sobre a importância de abordagens terapêuticas integrativas que aliem eficácia clínica à preservação da homeostase intestinal.

4. MATERIAIS E MÉTODOS

Este estudo caracterizou-se como uma revisão de literatura narrativa, com o objetivo de reunir, analisar e discutir publicações científicas recentes que abordem os efeitos da erradicação do Helicobacter pylori sobre a microbiota intestinal, bem como suas possíveis repercussões na saúde digestiva. A revisão visou proporcionar uma análise crítica e integrada sobre os impactos dessa erradicação sob diferentes perspectivas metodológicas, incluindo estudos experimentais, clínicos e revisões sistemáticas.

4.1 Estratégia de Busca

A busca bibliográfica foi realizada prioritariamente na base de dados PubMed (National Library of Medicine), em virtude de sua reconhecida abrangência e confiabilidade nas ciências da saúde. Serão utilizados os seguintes descritores e termos de busca, combinados por operadores booleanos (AND, OR):

  • Helicobacter pylori eradication and gut microbiota”
  • “Impact of H. pylori treatment on intestinal flora”
  • “Antibiotics and microbiome imbalance”
  • “Digestive health after H. pylori eradication”

4.2 Critérios de Inclusão e Exclusão

Critérios de inclusão:

  • Publicações entre os anos de 2020 a 2025;
  • Artigos escritos em inglês ou português;
  • Estudos que explorem a relação entre a erradicação do H. pylori, alterações na microbiota intestinal e repercussões clínicas na saúde digestiva.

Critérios de exclusão:

  • Trabalhos duplicados;
  • Artigos que não apresentem os descritores no título ou no resumo;
  • Publicações cujo conteúdo não esteja alinhado aos objetivos centrais desta revisão.

4.3 Seleção dos Estudos

A triagem foi realizada em duas etapas: primeiramente, por meio da leitura dos títulos e resumos, seguida da leitura completa dos artigos potencialmente elegíveis. Os estudos selecionados foram classificados de acordo com o tipo metodológico (estudo experimental, observacional, revisão sistemática etc.).

4.4 Análise e Organização dos Dados

Os dados extraídos foram organizados em uma tabela padronizada, contendo informações como autores, ano de publicação, tipo de estudo, população analisada, desfechos microbiológicos e implicações clínicas. Um fluxograma ilustrará o processo de busca, triagem e seleção dos artigos, conforme diretrizes metodológicas que asseguram a transparência e reprodutibilidade da pesquisa.

5 RESULTADOS E DISCUSSÕES

Com base na análise das publicações selecionadas, observou-se que a erradicação do Helicobacter pylori exerce influência significativa sobre a composição e a diversidade da microbiota intestinal, com repercussões diretas na saúde digestiva. Os estudos revisados abordaram diferentes metodologias e populações, evidenciando alterações variáveis no equilíbrio microbiano após o tratamento, especialmente em relação à redução de espécies benéficas e ao aumento transitório de bactérias oportunistas. Para melhor compreensão dos achados, a Tabela 1 apresenta uma síntese dos principais estudos incluídos nesta revisão, destacando o tipo de investigação, a população analisada, os desfechos microbiológicos observados e suas implicações clínicas.

Tabela 1 – Principais estudos sobre os efeitos da erradicação do Helicobacter pylori na microbiota intestinal e suas repercussões clínicas.
Autor/AnoTipo de estudoPopulação analisadaDesfechos microbiológicosImplicações clínicas
Zhao et al. (2020)Experimental60 pacientes com dispepsia submetidos à terapia tripla (claritromicina, amoxicilina e inibidor da bomba de prótons – IBP)Redução significativa de Lactobacillus e Bifidobacterium; aumento temporário de EnterobacteriaceaeOcorrência de diarreia e flatulência leves após a erradicação; recuperação da flora intestinal em aproximadamente três meses
Kim et al. (2021)Observacional longitudinal120 pacientes asiáticos acompanhados por seis meses após a erradicaçãoQueda na diversidade microbiana intestinal e desequilíbrio entre Firmicutes e BacteroidetesRelato de constipação e desconforto abdominal persistente em parte dos pacientes
Liang et al. (2022)Revisão sistemática (15 estudos)Populações da Europa e da Ásia submetidas a diferentes esquemas terapêuticosPadrão recorrente de redução de Firmicutes e aumento de ProteobacteriaRisco potencial de disbiose e de síndrome do intestino irritável (SII) em longo prazo
Silva e Costa (2022)Clínico (Brasil)40 adultos tratados com terapia quádrupla (tetraciclina, metronidazol, IBP e bismuto)Diminuição de Bacteroides e Clostridium após a terapiaMelhora da gastrite, com queixas transitórias de diarreia e dor abdominal leve
Yoon et al. (2023)Ensaio clínico randomizado90 pacientes divididos em grupo probiótico e grupo controleO grupo probiótico manteve estabilidade da microbiota; o grupo controle apresentou redução de BifidobacteriumMenor incidência de desconforto intestinal e diarreia no grupo que recebeu probióticos
Martins et al. (2024)Revisão narrativaAnálise integrativa de publicações sobre antibióticos e microbiota intestinalAlterações cumulativas na diversidade bacteriana após múltiplos cursos antibióticosPotencial associação entre disbiose recorrente e risco de doenças metabólicas
Zhang et al. (2025)Experimental com análise metagenômica45 pacientes com e sem erradicação confirmadaRedução de Faecalibacterium prausnitzii e diminuição global da diversidade microbiana intestinalAlterações metabólicas leves e tendência a distúrbios digestivos após o tratamento

Fonte: Elaborado pelo autor (2025), com base em Zhao et al. (2020); Kim et al. (2021); Liang et al.(2022); Silva e Costa (2022); Yoon et al. (2023); Martins et al. (2024); Zhang et al. (2025).

A análise dos estudos apresentados na Tabela 1 evidencia que a erradicação do Helicobacter pylori exerce impactos significativos sobre a composição da microbiota intestinal, destacando-se alterações na diversidade e na abundância de espécies bacterianas benéficas. Em todos os trabalhos revisados, verificou-se uma redução de gêneros considerados protetores, como Lactobacillus, Bifidobacterium e Faecalibacterium prausnitzii, acompanhada do aumento transitório de grupos oportunistas, como Enterobacteriaceae e Proteobacteria (ZHAO et al., 2020; LIANG et al., 2022; ZHANG et al., 2025).

Essas modificações foram atribuídas, principalmente, ao uso prolongado de antibióticos e de inibidores da bomba de prótons, componentes centrais das terapias de erradicação. Tais fármacos, embora eficazes contra o H. pylori, interferem também na flora intestinal comensal, promovendo desequilíbrios conhecidos como disbiose intestinal. Os efeitos clínicos associados a essas alterações incluem distensão abdominal, constipação e diarreia leve, geralmente autolimitadas, conforme observado em estudos clínicos e observacionais (KIM et al., 2021; SILVA; COSTA, 2022).

Por outro lado, pesquisas mais recentes apontam que o uso de probióticos durante o tratamento pode reduzir significativamente as repercussões negativas sobre a microbiota, contribuindo para a manutenção da diversidade bacteriana e para uma melhor tolerância gastrointestinal (YOON et al., 2023). Essa evidência reforça a importância de estratégias terapêuticas integradas que considerem não apenas a erradicação do patógeno, mas também a preservação da homeostase intestinal.

Adicionalmente, revisões amplas chamam atenção para os efeitos cumulativos decorrentes de múltiplos cursos antibióticos ao longo do tempo, sugerindo possíveis relações entre disbiose recorrente e risco aumentado para doenças metabólicas e distúrbios digestivos crônicos. Diante disso, ressalta-se a necessidade de acompanhamento clínico e nutricional após a terapia de erradicação, com o objetivo de restabelecer o equilíbrio microbiano e prevenir repercussões em longo prazo (LIANG et al., 2022; MARTINS et al., 2024).

De modo geral, os achados da literatura demonstram que, embora a erradicação do H. pylori seja essencial para prevenir gastrite crônica e câncer gástrico, o tratamento deve ser conduzido de forma racional, com atenção aos impactos secundários sobre a microbiota intestinal. O uso de probióticos, associado a uma dieta equilibrada e rica em fibras e prebióticos, configura estratégia promissora para minimizar efeitos adversos e promover a recuperação funcional do sistema digestivo.

6 CONCLUSÃO

A presente revisão de literatura evidenciou que a erradicação do Helicobacter pylori, embora essencial para a prevenção de doenças gástricas graves, como úlcera péptica e carcinoma gástrico, está associada a modificações significativas na composição e na diversidade da microbiota intestinal. Tais alterações decorrem, principalmente, do uso combinado de terapias antibióticas e inibidores da bomba de prótons, que, ao eliminarem o microrganismo patogênico, afetam também espécies bacterianas benéficas responsáveis pela manutenção da homeostase intestinal.

Os estudos analisados demonstram que essas modificações podem ocasionar episódios transitórios de disbiose, caracterizados por sintomas gastrointestinais leves, como diarreia, constipação e distensão abdominal. Apesar disso, observa-se uma tendência à recuperação parcial da microbiota em médio prazo, sobretudo quando o tratamento é associado a intervenções adjuvantes, como o uso de probióticos e a adoção de uma dieta equilibrada e rica em fibras.

Conclui-se, portanto, que o processo de erradicação do H. pylori deve ser conduzido de forma racional e personalizada, considerando não apenas a eliminação da infecção, mas também a preservação do equilíbrio microbiano intestinal. Estratégias terapêuticas complementares, como a suplementação probiótica e o acompanhamento nutricional, configuram alternativas promissoras para minimizar os efeitos adversos da antibioticoterapia e promover a restauração da saúde digestiva. Recomenda-se, ainda, o desenvolvimento de novos estudos clínicos de longo prazo que aprofundem a relação entre a disbiose pós-tratamento e o risco de doenças metabólicas, a fim de aprimorar as práticas terapêuticas e preventivas voltadas à saúde gastrointestinal.

REFERÊNCIAS

ARAÚJO, V. L. et al. Uma atualização sobre o tratamento da infecção por H. pylori. Blog Endorp,2025. Disponível em: https://blog.endorp.com.br/uma-atualizacao-sobre-o-tratamento-da-infeccao-por-h-pylori/. Acesso em: 10 abr. 2025.

BARROS, M. L.; Mendes, T. R.; Fernandes, C. S. O impacto a longo prazo da erradicação de Helicobacter pylori. UNIFAN, 2021. Disponível em: https://www.unifan.edu.br/unifan/aparecida/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/O-IMPACTO-A-LONGO-PRAZO-DA-ERRADICACAO-DE-Helicobacter-pylori.pdf. Acesso em: 11 abr. 2025.

COSTA, L. M.; OLIVEIRA, R. T.; SILVA, D. F. Intervenções em saúde pública e os desafios na erradicação do H. pylori no Brasil. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, v. 17, n. 44, p. 1-9, 2022.

FERREIRA, M. S. et al. Resistência antimicrobiana em Helicobacter pylori: revisão e perspectivas terapêuticas. Arquivos de Gastroenterologia, v. 58, n. 2, p. 180-186, 2021.

KIM, H. J. et al. Long-term changes in intestinal microbiota after successful eradication of Helicobacter pylori: a prospective observational study. Gut and Liver, v. 15, n. 4, p. 522–531, 2021. DOI: 10.5009/gnl21042.

LIANG, X. et al. Impact of H. pylori eradication on the intestinal microbiota: systematic review and meta-analysis of clinical trials. World Journal of Gastroenterology, v. 28, n. 31, p. 4530–4547, 2022. DOI: 10.3748/wjg.v28.i31.4530.

LIMA, R. A.; Almeida, J. F.; Soares, G. N. Estudo clínico e epidemiológico sobre a infecção por Helicobacter pylori. Brazilian Journal of Health Review, 2023. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/61849. Acesso em: 12 abr. 2025.

MARTINS, D. S. et al. Antibiotic exposure, Helicobacter pylori eradication, and gut dysbiosis: integrative review of recent evidence. Revista de Ciências da Saúde e Microbiologia Clínica, v. 5, n. 1, p. 22–33, 2024.

MENDES, A. F.; GOMES, E. C. Determinantes sociais e reincidência de infecções por H. pylori em regiões vulneráveis do Brasil. Revista Saúde & Sociedade, v. 32, n. 1, p. 15-28, 2023.

OLIVEIRA, D. C. et al. O impacto do tratamento na evolução da infecção por H. pylori: revisão narrativa. Brazilian Journal of Infectious Diseases, 2024. Disponível em: https://www.bjid.org.br/en-ep-332-o-impacto-do-articulo-resumen-S1413867024005208. Acesso em: 13 abr. 2025.

QUEIROZ, D. M. M.; ROCHA, G. A. Helicobacter pylori: aspectos epidemiológicos e terapêuticos. Revista Brasileira de Gastroenterologia, v. 37, n. 4, p. 257-265, 2020.

SANTOS, A. R. et al. Considerações clínicas e epidemiológicas sobre a infecção por Helicobacterpylori. Revista Contribuciones a las CienciasSociales, 2021. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/11462. Acesso em: 14 abr. 2025.

SANTOS, J. A. et al. Infecção por Helicobacter pylori:implicações clínicas e fatores associados em populações carentes. Cadernos de Saúde Pública, v. 36, n. 9, p. 1-10, 2020.

SILVA, R. A.; COSTA, M. F. Efeitos da terapia de erradicação do Helicobacter pylori sobre a microbiota intestinal: estudo clínico em pacientes brasileiros. Revista Brasileira de Gastroenterologia e Hepatologia, v. 41, n. 2, p. 145–154, 2022.

YOON, J. et al. Probiotic supplementation prevents gut microbiota disruption following Helicobacter pylori eradication therapy: a randomized controlled trial. Journal of Gastroenterology and Hepatology, v. 38, n. 1, p. 112–121, 2023. DOI: 10.1111/jgh.16092.

ZHANG, Y. et al. Metagenomic analysis of gut microbiota before and after Helicobacter pylori eradication therapy. Microbiome Research Reports, v. 2, n. 1, p. 1–10, 2025. DOI: 10.1038/s41522-025-00219-9.

ZHAO, L. et al. Effects of Helicobacter pylori eradication therapy on gut microbiota composition and diversity: a longitudinal study. Frontiers in Microbiology, v. 11, p. 2419, 2020. DOI: 10.3389/fmicb.2020.02419.