O AUXÍLIO DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA PÓS-PARTO

THE HELP OF PHYSIOTHERAPY IN THE TREATMENT OF URINARY INCONTINENCE IN THE POST-PARTUM PERIOD

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511130653


Ana Paula Pinheiro de Oliveira dos Santos1
Cristina Aparecida Pereira Maciel1
Edina Aparecida Apolinário1
Thamila Bezerra Araújo1
Nayara Lima da Silva1
Pamela Martin Bandeira2


Resumo: Os músculos do assoalho pélvico desempenham um papel importante no suporte dos órgãos pélvicos e abdominais e no controle da continência urinária. A gravidez e o parto influenciam essa musculatura, levando a um conjunto de problemas conhecidos como a incontinência urinária (IU). Este artigo trata-se de uma revisão bibliográfica com buscas nas bases de dados: PubMed, SCIELO, Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Researchgate. Após escolha dos artigos, foi discutido as possíveis e mais eficazes intervenções fisioterapêuticas para a melhora da continência em mulheres puérperas e como isso afeta em sua qualidade de vida. Ficou concluído que o papel do fisioterapeuta é fundamental na prevenção, tratamento e reabilitação das disfunções da musculatura do assoalho pélvico das mulheres em período pós-parto.

Palavras-chave: fisioterapia; incontinência urinária; pós-parto.

Abstract: The pelvic floor muscles play an important role in supporting the pelvic and abdominal organs and controlling urinary continence. Pregnancy and childbirth affect these muscles, leading to a set of problems known as urinary incontinence (UI). This article is a literature review with searches in the following databases: PubMed, SCIELO, Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) and Researchgate. After selecting the articles, the possible and most effective physical therapy interventions for improving continence in postpartum women and how this affects their quality of life were discussed. The conclusion was that the role of the physical therapist is fundamental in the prevention, treatment, and rehabilitation of pelvic floor muscle dysfunctions in postpartum women.

Keywords: physiotherapy; urinary incontinence; postpartum.

1 INTRODUÇÃO 

O assoalho pélvico é um conjunto de músculos e estruturas que sustentam os órgãos pélvicos e abdominais, garantindo funções essenciais como a continência urinária e fecal, além de atuar no suporte durante o parto. Durante a gestação e o parto, essas estruturas sofrem grandes adaptações e podem ser lesionadas, comprometendo sua funcionalidade. Entre os principais músculos envolvidos, destaca-se o levantador do ânus, responsável pela sustentação e manutenção do tônus muscular. Fatores como partos vaginais, alterações hormonais e procedimentos cirúrgicos pélvicos podem provocar enfraquecimento muscular, levando a disfunções que afetam diretamente a qualidade de vida da mulher, como a incontinência urinária (MARTINS; CORREIA, 2025).

A incontinência urinária é uma disfunção do assoalho pélvico caracterizada pela perda involuntária de urina que afeta, principalmente, mulheres e gera comprometimentos sociais e psicológicos, sendo muitas vezes vista como uma condição normal durante a gestação. Quanto a sua prevalência, quanto maior o número de variáveis como número de gestações e de  partos normais, maiores as chances de ter IU (MENDES et al., 2016). Ela pode ser considerada transitória ou permanente e manifestar-se em três formas principais: de esforço, de urgência e mista. Os sintomas incluem: urgência miccional, aumento da frequência urinária e desconforto pélvico, tornando indispensável a adoção de estratégias preventivas e de reabilitação ainda durante o período gestacional para reduzir a incidência e a progressão desses quadros (MARTINS; CORREIA, 2025).

A fisioterapia pélvica tem papel fundamental, pois realiza técnicas específicas, como a massagem perineal fazendo com que o períneo se torne mais forte e flexível, facilitando o processo sem causar grandes prejuízos (SILVA; RAIMUNDO, 2024). Com o avanço da pesquisa na fisiologia do trato urinário inferior e técnicas de diagnóstico aprimoradas, os exercícios fisioterapêuticos se tornam tratamento padrão na recuperação física das puérperas nesse período, atuando na recuperação, prevenção e tratamento dessas disfunções já instaladas, podendo ser iniciada logo no pós-parto. Auxiliando na recuperação e promovendo  maior entendimento quanto aos recursos e protocolos que devem ser utilizados pelos fisioterapeutas em puérperas com fraqueza do assoalho pélvico (CARACIOLA; LIMA, 2024).

Dentre algumas escolhas como métodos de tratamento fisioterapêutico para o assoalho pélvico estão: o biofeedback, o qual utiliza um dispositivo que exibe sinais durante a contração voluntária dos MAP e os apresenta à mulher de forma auditiva e/ou visual, proporcionando à mulher uma consciência correta da contração do MAP. Ele seria mais eficaz ao ser associado ao treinamento do assoalho pélvico (TMAP), em relação ao TMAP isolado em mulheres com IU. Outro  exercício fisioterapêutico importante é a eletroterapia, realizada através da contração passiva dos músculos elevadores do ânus, elevando o fluxo sanguíneo para os MAP, reorganizando a conexão neuromuscular e melhorando a função das fibras musculares (BARBOSA, 2023).

Dessa forma, o objetivo deste artigo é investigar e comparar os recursos e protocolos fisioterapêuticos que auxiliam no tratamento da musculatura do assoalho pélvico no pós-parto. 

2 METODOLOGIA

2.1 TIPO DE ESTUDO

Este artigo trata-se de uma revisão bibliográfica.

2.2 COLETA DE DADOS 

A coleta dos dados foi feita através de pesquisa bibliográfica e documental online, em língua portuguesa e língua inglesa, com o intuito de relacionar os dados a serem interpretados para apresentá-los. Buscas concentradas nas seguintes bases de dados: PubMed, SCIELO, Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Researchgate. 

A pesquisa teve como parâmetro os seguintes descritores: “fisioterapia”, “incontinência urinária”, “pós parto”,  “physiotherapy”, “urinary incontinence”, “postpartum”  

2.3 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO  

– Estudos que falam de mulheres em idade reprodutiva; 

Estudos que falam sobre mulheres que tenham passado pelo trabalho de parto; 

Estudos que falam sobre mulheres com diagnóstico confirmado de incontinência urinária 

Estudos que falam sobre a uroginecologia como uma subespecialidade médica específica da fisioterapia. 

– Artigos com ensaios clínicos randomizados 

2.4 CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO  

– Estudos que falam sobre homens; 

Estudos que falam sobre mulheres que não estiveram em trabalho de parto;

Artigos não disponibilizados na íntegra;

Artigos sem literatura para discussão;

Artigos anteriores a 2015 

– Qualquer outra publicação sem caráter científico.  

2.5 PERÍODO ANALISADO 

Artigos que datam 2015 até 2025.

3 RESULTADOS 

A Figura (1) demonstra o fluxograma dos artigos definidos para inclusão, dividido em  subgrupos artigos para discussão, artigos de referência e ainda os excluídos.

Figura 1: Fluxograma de artigos escolhidos.

Fonte: Autoria própria, 2025.

Tabela (1) resume as características desse estudo.

Tabela 1: Autores escolhidos para discussão

AUTORESPOPULAÇÃO INTERVENÇÃORESULTADOS 
VARGAS et al., 202435 mulheres puérperas que tiveram o parto realizado no Hospital Universitário Materno Infantil (HUMAI), na cidade de Ponta Grossa, Paraná e foram aleatoriamente designadas para três grupos: TMAP (n = 12), LPF (n = 12) e placebo/intervenção mínima (IM) (n = 11). Foram testados os efeitos do LPF e do TMAP em três grupos: LPF (n = 12), TMAP (n = 12) e intervenção mínima/placebo (IM, n = 11). Os três grupos receberam as intervenções de forma on-line.Os treinamentos com LPF e TMAP apresentaram melhores resultados em comparação à IM em alguns distúrbios relacionados às DMAP após 12 semanas de tratamento. O LPF foi mais eficaz sobre a incontinência urinária de esforço em 12 semanas e sobre dispareunia em 6 e 12 semanas.    
JOHANNESSEN et al., 2020722 mulheres grávidas saudáveis maiores de 18 anos com um feto vivo único. 383 no grupo de exercícios e 339 no grupo de controle. As mulheres no grupo de exercícios receberam um programa de exercícios padronizado de 12 semanas, incluindo treinamento dos músculos do assoalho pélvico, com aulas de exercícios em grupo uma vez por semana, conduzidas por um fisioterapeuta, e sessões de exercícios em casa duas vezes por semana. Os controles receberam cuidados pré-natais padrão. Entre as 722 mulheres que responderam três meses após o parto, 29% relataram incontinência urinária em comparação com o grupo de cuidados pré-natais padrão.  A cesárea reduziu, sensivelmente, o risco de incontinência urinária após três meses, em comparação com o parto vaginal.
STAFNE et al., 2021855 mulheres com idades entre 18 e 22 anos escolhidas inicialmente. 429 estavam no grupo de intervenção e 426, no grupo de controle.  O grupo de intervenção recebeu instruções individuais sobre realização do TMAP e exercícios de relaxamento de outros músculos. As mulheres do grupo de controle receberam cuidados pré-natais padrão e informações por escrito, sem instruções individuais, sobre atividade física e TMAP.130 mulheres foram analisadas no grupo de exercícios e 96, no grupo de controle. A IU foi relatada por 78 (51%) no grupo de intervenção e 63 (57%) no grupo de controle Devido à baixa taxa de resposta (35%), não foi possível concluir sobre os efeitos em longo prazo do TMAP pré-natal na IU. 
ROZIANA et al., 202540 mulheres com idades entre 20 e 30 anos, que relataram incontinência urinária por, pelo menos, 2 meses após o parto e foram divididas em dois grupos de 20 pessoas.Um grupo fez exercícios eletroestimulação e o outro, exercícios de Kegel. O grupo que fez eletroestimulação recebeu a terapia três vezes por semana durante cinco semanas, enquanto o grupo Kegel foi instruído a realizar exercícios diários durante oito semanas. Ambos os grupos mostraram melhoras significativas nas pontuações UDI-6, nos resultados do teste de absorvente de 1 hora e na força muscular do assoalho pélvico em comparação com antes do tratamento. O grupo que fez eletroestimulação teve força muscular  maior do que o grupo Kegel.
Fonte: Autoria própria, 2025.

4 DISCUSSÃO

Os achados deste estudo mostram as discussões a respeito do melhor tipo de tratamento para as puérperas que estavam sofrendo com incontinência urinária (IU). Separadas em grupos de estudos ou em tratamentos individualizados, os resultados mostraram que os exercícios fisioterapêuticos foram de grande importância como forma de prevenção e também de tratamento. Estudos em longo prazo também puderam comprovar que a falta de protocolos fisioterapêuticos atrapalha a cura da mulher. 

Os resultados de Roziana e seus colaboradores (2015) demonstraram melhora significativa nos sintomas de incontinência, com sessões curtas e ajustes individualizados de intensidade de estimulação eletromagnética (EM). Essa técnica apresentou ganhos significativos no fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico por meio da estimulação elétrica e favoreceu o aumento da produção de colágeno, contribuindo para o controle urinário e melhora funcional. Os resultados foram semelhantes aos exercícios de Kegel, porém alcançados em menor tempo e com menos sessões, indicando que tanto a EM quanto os exercícios de Kegel são eficazes no tratamento da IUE, sendo a primeira, uma alternativa viável para mulheres com dificuldade de adesão aos exercícios, sendo recomendada a continuidade da prática dos exercícios de Kegel após a terapia para manter os benefícios alcançados.

Buscando resultados em curto prazo, usando duas técnicas comparativas, assim como nos achados de Roziana e colaboradores (2015), Vargas e colaboradores (2024) analisam os efeitos dos métodos de Treinamento dos Músculos do Assoalho Pélvico (TMAP) e da técnica de Low Pressure Fitness (LPF) em comparação a um grupo de intervenção mínima (IM) sobre os distúrbios musculares do assoalho pélvico (DMAP) no pós-parto. Os resultados mostraram que ambas as técnicas apresentaram melhora significativa nos sintomas de incontinência urinária após 12 semanas, com redução nos sintomas e melhora na função do assoalho pélvico, principalmente no grupo LPF em relação ao TMAP.  Esses exercícios podem gerar benefícios expressivos em um período relativamente curto de intervenção.

Em se tratando de combinações de exercícios fisioterapêuticos, Zizzi e seus colaboradores (2017) afirmam que um programa de exercícios com ginástica aeróbica de alto e baixo impacto associado ao treinamento do assoalho pélvico melhorou sua atividade e não reduziu a qualidade de vida em relação à incontinência urinária pré-natal. Para prevenir o escape urinário durante o exercício, foi proposto o uso da técnica “the knack”, que consiste em uma contração rápida, forte e bem cronometrada do assoalho pélvico antes e durante esforços físicos que aumentam a pressão intra-abdominal (como pular ou correr). O uso associado de feedback ou biofeedback também foi um recurso comum e benéfico para ensinar a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico e melhorar seu desempenho.

Dentre as possibilidades de tratar a IU de forma conservadora, Barbosa (2018) analisa o treinamento do assoalho pélvico (TMAP) supervisionado por fisioterapeutas deve ser recomendado como intervenção de primeira linha de tratamento para mulheres com sintomas de incontinência urinária de esforço (IUE), incontinência urinária de urgência (IUU) e incontinência urinária mista (IUM).  Quanto a forma de aplicação, o estudo de Johannessen e colaboradores (2020) analisou os efeitos do treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) e seu fortalecimento, reforçada por orientações domiciliares. Os resultados dessa intervenção indicaram que, a melhora da função muscular do assoalho pélvico durante a gestação, contribuiu para a prevenção e tratamento da UI no período pós-parto imediato, pois teve um efeito protetor significativo, especialmente em mulheres que já apresentavam incontinência durante a gestação. 

Enquanto Johannessen e colaboradores (2020) analisam resultados de estudos pré-natais para melhores resultados no período pós-parto, os resultados de Zizzi e colaboradores (2017) se voltam para o fortalecimento muscular do assoalho pélvico (FMAP) somente no período puerperal, com anotações a respeito do período gestacional. Tipo de parto, peso do bebê, relatos de incontinência urinária previa e outros fatores foram levados em consideração. A gravidez e o parto não alteram significativamente o fortalecimento do assoalho pélvico, mas, parece haver um consenso dos autores de que, após o parto, há redução sensível nos valores da FMAP. 

Os achados de Stafne e colaboradores (2022) e Vargas e colaboradores (2024) reforçam a importância da identificação precoce de mulheres com IU durante a gestação e da implementação de programas de reabilitação direcionados. Seus estudos sugerem que novos trabalhos devem explorar a influência da intensidade dos exercícios e a adesão em longo prazo ao TMAP na saúde do assoalho pélvico feminino, como estratégia preventiva e terapêutica, assim como concluíram Johannessen e colaboradores (2020). 

Em relação à qualidade de vida, para Vargas e seus colaboradores (2024), os grupos de intervenção demonstraram leve melhora, acrescentando o método LPF como complemento ao TMAP, visando reduzir o desconforto associado no período pós-parto. Já a pesquisa de Roziana e seus colaboradores (2015) comparou a eficácia da eletroestimulação muscular (EM) e dos exercícios de Kegel no tratamento da incontinência urinária de esforço (IUE). Por fim, para Stafne e seus colaboradores (2022) complementam que a prática regular de exercícios físicos não se associou à ocorrência de IU.

Todos os estudos mostraram algum tipo de limitação nos resultados finais, seja por falta de quórum ou descontinuidade de acompanhamento e persistência nos exercícios. Em curto prazo, número reduzido de participantes, questionários em formato on-line das intervenções e limitações de amostras foram obstáculos citados. Já aqueles em longo prazo, passaram por dificuldades com pesquisas de resultados relevantes, mas baixa taxa de resposta e a ausência de dados detalhados sobre novas gestações e a prática de TMAP após o parto, além da falta de resultados com diferença significativa entre os grupos de exercícios, no que diz quanto à adesão ao tratamento. Apesar das restrições, os estudos conseguiram demonstrar a importância dos exercícios fisioterapêuticos para mulheres puérperas a fim de cuidar e prevenir a IU.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 

A IU no pós-parto é uma condição relevante que impacta significativamente a qualidade de vida das mulheres, demandando atenção e intervenções adequadas. A abordagem fisioterapêutica do TMAP demonstrou ser uma estratégia eficaz e benéfica na prevenção e tratamento da incontinência urinária, tanto sozinho, quanto combinado a outros tipos de exercícios fisioterapêuticos, como low pressure fitness (LPF), eletroestimulação muscular (EM) e biofeedback, favorecendo o engajamento das pacientes no próprio cuidado. 

A atuação do fisioterapeuta é fundamental na prevenção, tratamento e reabilitação das disfunções da musculatura do assoalho pélvico em puérperas. A supervisão profissional também contribui para a adesão aos programas, ajuste da intensidade e frequência dos exercícios e prevenção de sobrecarga ou lesões, permitindo alcançar resultados significativos de forma estruturada e segura, promovendo melhora da função muscular, trazendo qualidade de vida e percepção corporal das mulheres. 

REFERÊNCIAS

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1Acadêmicos do curso Fisioterapia do Centro Universitário IBMR. E-mail: cris_maciel2016@hotmail.com Artigo apresentado como requisito parcial para a conclusão do curso de Graduação em Fisioterapia do IBMR. 2025

2Orientadora: Prof. Pamela Martin Bandeira. Fisioterapeuta