NECROPSY AND FORENSIC EXPERTISE IN DENTISTRY
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202510241515
Natalia Bradolim1
Gabriela Coutinho1
Jorge Baccaro2
RESUMO
A Odontologia Forense é uma especialidade fundamental na identificação humana em contextos forenses, sobretudo quando métodos tradicionais como digitais ou reconhecimento facial são inviáveis. A resistência dos dentes a condições extremas torna a necropsia odontológica uma ferramenta valiosa na elucidação de crimes e desastres em massa. Este trabalho apresenta uma revisão sobre os métodos de identificação odontológica, destacando a evolução histórica da área, a atuação do cirurgião-dentista na perícia e necropsia, e a contribuição da odontologia na reconstrução de crimes. Enfatiza-se o papel das inovações tecnológicas, como softwares de modelagem tridimensional e bancos de dados digitais, que aumentam a precisão e agilidade dos processos investigativos. A Odontologia Forense, portanto, mostra-se essencial tanto para a identificação de vítimas quanto para o esclarecimento de eventos criminosos, consolidando-se como ferramenta indispensável na Medicina Legal contemporânea.
Palavras-Chaves: Odontologia Legal. Perícia Odontológica. Necropsia Odontológica. Identificação Humana.
1. INTRODUÇÃO
A Odontologia Forense desempenha um papel crucial na identificação humana em casos forenses, especialmente quando métodos como impressões digitais ou reconhecimento facial não são viáveis. A análise das arcadas dentárias e a necropsia odontológica são essenciais, pois os dentes resistem a condições extremas, como incêndios, decomposição avançada ou fragmentação, tornando a identificação possível mesmo em cenários adversos. A necropsia odontológica se destaca como ferramenta eficaz em desastres em massa e investigações criminais modernas (Vlasiadis & Koutsamani, 2023; Chaves et al., 2025).
Além da identificação post mortem, a Odontologia Forense também contribui para a análise de danos corporais, como em casos de agressões, homicídios ou mordidas. O cirurgião-dentista, como perito, é responsável pela elaboração de laudos que auxiliam no esclarecimento das circunstâncias dos crimes, sendo frequentemente o único meio viável de identificação quando restos humanos estão muito deteriorados (Fauziah, Darmadi, Budihardjo & Wah Juningrum, 2025). A atuação do dentista na perícia é essencial para garantir precisão e confiabilidade no processo investigativo, especialmente com o uso de novas ferramentas digitais e inteligência artificial (Radu, Hoge, Carașca & Radu, 2025).
Este trabalho tem como objetivo revisar os métodos de identificação odontológica utilizados em casos forenses, com foco na necropsia odontológica, nas técnicas periciais, nos desafios recentes e nas inovações tecnológicas da área. Busca-se destacar o papel do cirurgião-dentista na Medicina Legal, sua contribuição na identificação de vítimas e na elaboração de laudos periciais, além de discutir os avanços que têm transformado a Odontologia Forense, tais como digitalização, modelagem 3D, registros odontológicos padronizados e métodos de correspondência automatizada (Vlasiadis & Koutsamani, 2023; Chaves et al., 2025; Radu, Hogea, Carașca & Radu, 2025).
A Odontologia Legal exerce papel fundamental na identificação humana, especialmente quando métodos tradicionais, como impressões digitais e reconhecimento facial, não são viáveis. A necropsia odontológica destaca-se pela resistência dos dentes a condições extremas, possibilitando a identificação mesmo em situações de destruição tecidual (Radu et al., 2025). Com os avanços tecnológicos, como a reconstrução tridimensional e o uso do DNA dentário, a perícia odontológica tornou-se ainda mais precisa e relevante (Chaves et al., 2025).
Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo analisar a importância da necropsia e da perícia odontológica na elucidação de casos forenses, compreendendo métodos de identificação post mortem, discutindo o valor dos registros odontológicos, explorando o uso do DNA e avaliando o papel do cirurgião-dentista no contexto legal. A pesquisa justifica-se pela necessidade de aprofundar o conhecimento sobre a atuação pericial odontológica e de evidenciar os avanços científicos que fortalecem a Odontologia Forense como instrumento essencial na Medicina Legal (Vlasiadis & Koutsamani, 2023).
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1 História da Odontologia Forense
A Odontologia Forense tem suas raízes no estudo da Medicina Legal e na aplicação das ciências odontológicas para a identificação de vítimas. O uso de dentes para identificação post mortem remonta ao século XIX, quando foi reconhecido o potencial dos elementos dentários para resistirem a condições extremas, como fogo e decomposição, tornando-se uma ferramenta essencial em investigações forenses (TEIXEIRA et al., 2017). No Brasil, a especialização em Odontologia Forense consolidou-se ao longo do século XX, sendo reconhecida como disciplina científica autônoma e indispensável à Medicina Legal (SILVA et al., 2017). Inicialmente voltada à identificação visual das arcadas dentárias, a área evoluiu para incorporar técnicas radiográficas e comparações com registros odontológicos ante mortem (VALENTE et al., 2018).
2.2 Identificação Post Mortem
A identificação post mortem é uma das principais áreas de atuação da Odontologia Forense, especialmente em casos em que métodos como impressões digitais ou reconhecimento facial não são viáveis (PEREIRA et al., 2018). O estudo das arcadas dentárias possibilita identificar vítimas de desastres em massa, como incêndios, acidentes aéreos e naufrágios, nos quais o corpo pode estar severamente danificado. Os dentes são estruturas altamente resistentes e menos suscetíveis à decomposição e a danos causados por temperaturas extremas (COSTA, SILVA FILHO & LIMA, 2019). Assim, a Odontologia Forense representa muitas vezes a única opção viável de identificação de corpos carbonizados ou em avançado estado de decomposição (PEREIRA et al., 2019). A comparação entre registros odontológicos e dados coletados do cadáver é fundamental para confirmar a identidade da vítima (MOREIRA & COSTA, 2019).
2.3 Papel do Cirurgião-Dentista na Perícia e Necropsia Odontológica
O cirurgião-dentista tem papel central na perícia odontológica, realizando exames detalhados das arcadas dentárias, identificando lesões e elaborando laudos periciais que servem como prova em processos judiciais (ALMEIDA et al., 2019). Durante a necropsia odontológica, o profissional analisa características dentárias e, quando necessário, realiza a extração de DNA da polpa dentária, ampliando a precisão da identificação post mortem (NASCIMENTO, LOPES & ALMEIDA, 2020). A habilidade do dentista em observar restaurações, próteses e condições patológicas é essencial para a identificação correta (MACHADO et al., 2020). Além disso, o cirurgião-dentista é fundamental na elaboração de laudos em casos de agressão, auxiliando na determinação de traumas e lesões dentárias relacionadas a crimes (PINTO et al., 2019).
2.4 Contribuição da Odontologia para Reconstrução Criminal
A Odontologia Forense também contribui para a reconstrução de cenários criminais. A análise de lesões dentárias e marcas de mordida fornece informações sobre o tipo de agressão e o possível agressor, sendo útil em casos de homicídios e abusos (SILVA et al., 2020). Essas evidências permitem estabelecer a dinâmica do crime e a intensidade dos impactos, além de servirem para vincular suspeitos a delitos (SANTANA, 2020). A integração de dados odontológicos com outras evidências forenses tem se mostrado cada vez mais eficaz para elucidar crimes violentos (SANTOS et al., 2020).
2.5 Avanço de Softwares
O avanço das tecnologias digitais transformou a prática da Odontologia Forense. Softwares especializados permitem a criação de modelos tridimensionais das arcadas dentárias, facilitando a comparação e o reconhecimento de vítimas (SOUZA, MATOS & LIMA, 2020). Esses recursos são fundamentais em desastres em massa, proporcionando identificação rápida e precisa (OLIVEIRA et al., 2021). A implementação de bancos de dados odontológicos digitais otimizou o cruzamento de informações entre vítimas e suspeitos (OLIVEIRA & SILVA, 2021). Além disso, o uso de impressoras 3D e escaneamento digital tem permitido reconstruções detalhadas e eficientes (OLIVEIRA et al., 2021).
2.6 Papel e Aplicação da Odontologia Forense Atualmente
Atualmente, a Odontologia Forense desempenha papel essencial na Medicina Legal, sendo amplamente aplicada em casos de homicídios, acidentes e desastres naturais (ANDRADE et al., 2021). Além da identificação post mortem, auxilia na análise de lesões e traumas faciais, contribuindo para esclarecer a dinâmica de crimes (SANTOS et al., 2022). O uso de tecnologias avançadas, como modelagem digital e extração de DNA da polpa dentária, tem ampliado a precisão da perícia (MOURA et al., 2023). A documentação odontológica, como radiografias e modelos dentários, é fundamental para evitar trocas de identidade e garantir a integridade das investigações (MOURA et al., 2023). Com o avanço das ferramentas digitais e genéticas, a odontologia forense tornou-se ainda mais eficaz e indispensável nas ciências criminais (WEI et al., 2023).
3. METODOLOGIA
O presente estudo caracteriza-se como uma revisão de literatura integrativa, de natureza qualitativa e descritiva, com o objetivo de analisar a importância da necropsia e da perícia odontológica na identificação humana e na elucidação de casos forenses. As buscas foram realizadas nas bases SciELO, PubMed e PeDro, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, utilizando descritores em português e inglês, como Odontologia Forense, Perícia Odontológica, Identificação Post Mortem e Forensic Dentistry. Foram incluídos artigos publicados entre 2015 e 2025, em português ou inglês, disponíveis em texto completo e relacionados à aplicação da odontologia forense na identificação humana. Excluíram-se trabalhos duplicados, revisões narrativas sem rigor metodológico e publicações sem relação direta com o tema. Os dados foram organizados em planilha eletrônica e analisados qualitativamente, permitindo identificar os principais avanços, métodos e contribuições da odontologia forense. Essa metodologia garantiu uma seleção criteriosa e atualizada das fontes, assegurando a relevância científica e a confiabilidade das informações apresentadas.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
A presente revisão de literatura permitiu identificar que a Odontologia Forense exerce papel essencial na identificação humana, especialmente em situações nas quais métodos tradicionais, como impressões digitais ou reconhecimento facial, não podem ser aplicados. Isso se deve à alta resistência dos tecidos dentários a condições extremas, como carbonização e decomposição, o que torna a necropsia odontológica um recurso altamente eficaz para a confirmação de identidade (Almeida et al., 2019).
Durante a análise dos artigos selecionados, observou-se que a atuação do cirurgião-dentista forense é determinante no processo pericial, pois combina a avaliação morfológica das arcadas dentárias com a extração e análise de DNA da polpa dentária, técnica que assegura resultados mesmo quando outros métodos falham (Wei et al., 2023). Essa integração entre conhecimento clínico e tecnologia molecular amplia a confiabilidade das identificações post mortem e reforça a importância do profissional odontolegista nos processos de necropsia.
Os estudos também evidenciaram que a análise de marcas de mordida e de traumas dentários constitui um importante meio de reconstrução da dinâmica criminal, auxiliando na identificação do tipo de agressão, da força aplicada e até na associação de suspeitos a vítimas em casos de homicídios e abusos (Pereira et al., 2018). Esses dados reforçam a relevância da interpretação pericial odontológica não apenas na identificação, mas também na reconstituição de eventos criminosos.
Outro ponto destacado foi o avanço tecnológico aplicado à área. O uso de softwares de reconstrução tridimensional (3D), aliado à criação de bancos de dados digitais odontológicos, tem otimizado o processo de comparação de registros ante mortem e post mortem, reduzindo o tempo de análise e aumentando a precisão das conclusões (Moreira & Costa, 2019). Ferramentas digitais de escaneamento e impressão 3D vêm sendo amplamente utilizadas para a reprodução virtual das arcadas dentárias, possibilitando comparações mais detalhadas e minimizando falhas humanas na identificação (Oliveira & Silva, 2021).
Os resultados obtidos nesta revisão foram organizados e comparados de acordo com os objetivos da pesquisa, sintetizando as contribuições mais relevantes da literatura recente. A integração de métodos tradicionais e recursos tecnológicos mostra-se como o caminho mais promissor para o futuro da Odontologia Forense, fortalecendo sua atuação dentro da Medicina Legal e aprimorando os processos investigativos e judiciais (Nascimento et al., 2020).
Assim, a análise dos dados permitiu concluir que a Odontologia Forense contemporânea não apenas mantém sua importância histórica na identificação humana, mas também se expande como um campo de inovação tecnológica, contribuindo de forma decisiva para a elucidação de crimes, desastres em massa e investigações complexas.
5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente pesquisa demonstrou que a Odontologia Forense exerce papel decisivo na identificação humana em contextos forenses, atendendo plenamente aos objetivos propostos na introdução. Verificou-se que, diante da impossibilidade de aplicação de métodos tradicionais, como impressões digitais ou reconhecimento facial, a necropsia odontológica se consolida como uma das ferramentas mais eficazes, graças à resistência dos dentes a condições extremas, como carbonização, decomposição ou fragmentação. Essa característica permite a identificação post mortem mesmo em cenários de destruição tecidual severa, confirmando a relevância dos métodos odontológicos para a Medicina Legal (Radu et al., 2025; Chaves et al., 2025).
Além da função identificadora, o estudo confirmou que o cirurgião-dentista forense possui um papel essencial na elaboração de laudos periciais e na análise de danos corporais, como em casos de agressões, homicídios ou marcas de mordida. Sua atuação garante a precisão dos resultados e o esclarecimento das circunstâncias dos crimes, reforçando o compromisso da Odontologia com a verdade científica e jurídica (Fauziah et al., 2025).
Os avanços tecnológicos recentes, como o uso de softwares de modelagem e reconstrução tridimensional (3D), o escaneamento digital, a impressão 3D e o emprego de bancos de dados informatizados, tornaram os processos periciais mais ágeis, precisos e confiáveis (Vlasiadis & Koutsamani, 2023). Tais recursos, aliados ao estudo genético do DNA dentário, representam um marco na modernização das práticas forenses, ampliando o potencial de identificação e de investigação criminal.
Conclui-se, portanto, que os objetivos deste trabalho foram alcançados ao demonstrar que a Odontologia Forense é uma interface essencial entre ciência e justiça, contribuindo não apenas para a identificação de vítimas e suspeitos, mas também para o fortalecimento do sistema jurídico e para a consolidação da perícia odontológica como instrumento indispensável à elucidação de crimes e desastres em massa.
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1Discente do Curso Superior de Odontologia do Instituto Unigranrio Afya Campus Duque de Caxias e-mail:naty_bradolim@hotmail.com|gabicoutinhoodonto@gmail.com
2Docente do Curso Superior de Odontologia do Instituto Unigranrio Afya Campus Duque de Caxias. Especialista em Odontologia Legal , Especialista em Imaginologia e Radiologia Odontológica (PPGMAD/UNIR). jorge.neves@unigranrio.edu.br
