MATERNAL MORTALITY AND THE IMPORTANCE OF PRENATAL CARE
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202512060614
Darlimg da Silva dos Santos1
Orientadora: Luana de Jesus de Oliveira2
Resumo
A mortalidade materna constitui um dos mais importantes indicadores de saúde pública, revelando que a inadequação do acompanhamento pré-natal compromete diretamente a qualidade da atenção obstétrica. Nesse contexto o objetivo deste estudo é analisar como a assistência pré-natal qualificada contribui para a redução da mortalidade materna. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada em etapas para identificar a temática e, assim, selecionar os artigos e categorias de estudos relevantes. Após essa identificação, foi realizada uma busca nas bases de dados SciELO, LILACS, PubMed/MEDLINE, e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Diante disso o pré-natal é fundamental para evitar possíveis complicações, durante essa fase são oferecidos cuidados específicos, que envolvem um conjunto de assistências essenciais, destacando a importância de uma avaliação abrangente e cuidadosa na atenção primária. É essencial investir na capacitação dos profissionais de saúde, ressaltando a importância de participar das atualizações do pré-natal, como cursos e treinamentos oferecidos pelo próprio município. Dessa forma, investir em um acompanhamento pré-natal de qualidade na atenção primária é crucial para promover a saúde materna e infantil, garantindo um início de vida saudável para o bebê.
Palavras-chave: Mortalidade Materna. Cuidado Pré-Natal. Complicações na Gravidez.
1 INTRODUÇÃO
A mortalidade materna é definida como o óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o seu término, independentemente da duração ou da localização da gravidez, desde que causado ou agravado pela própria gestação ou por seu manejo, excluindo-se as causas acidentais ou incidentais, referem-se a mortes não relacionadas diretamente com a gravidez ou o parto, como acidentes de trânsito, homicídios, suicídios ou quedas. Já as complicações obstétricas: hemorragia, hipertensão (pré-eclâmpsia/eclâmpsia) e infecções puerperais são classificadas como causas obstétricas diretas ou indiretas e, portanto, integram a mortalidade materna propriamente dita, sendo excluídas da categoria de causas acidentais/incidentais.(MSD MANUALS, 2025).
De acordo com a Conselho Nacional de Saúde (2025), a estimativa preliminar da Razão de Mortalidade Materna (RMM) no Brasil para o ano de 2021 foi de 107,53 óbitos por 100 mil nascidos vivos. Mesmo com os avanços na ampliação do acesso aos serviços de saúde, esse indicador continua significativamente acima dos padrões recomendados internacionalmente, evidenciando persistentes desigualdades regionais e deficiências na prestação de cuidados maternos essenciais.
Conforme a definição da CID-10, a mortalidade materna é classificada em três categorias: causas obstétricas diretas, indiretas e causas não obstétricas. No entanto, a presente revisão concentrou-se exclusivamente nas causas obstétricas diretas, uma vez que essas decorrem de complicações específicas da própria gestação, do parto ou do puerpério, diferentemente das causas indiretas (agravamento de doença preexistente pela gravidez) e das não obstétricas, que abrangem condições não relacionadas ao processo gestacional (DIAS et al., 2015).Nesse contexto emerge a seguinte problemática: quais são as causas e impactos da ausência da assistência pré-natal em relação a mortalidade materna?
Segundo o Ministério da Saúde (2025), é fundamental que a gestante inicie o pré-natal na Atenção Primária à Saúde assim que confirmar ou suspeitar da gravidez, preferencialmente até a 12ª semana de gestação. Esse início precoce possibilita o acompanhamento adequado durante todo o período gestacional, favorecendo um desenvolvimento saudável para a mãe e o bebê. É importante destacar que a maior parte das mortes e complicações ocorridas durante a gestação, o parto e o puerpério é evitável. Para tanto, torna-se imprescindível o envolvimento ativo e qualificado do sistema de saúde, bem como de toda a equipe multiprofissional responsável pela assistência à saúde reprodutiva, ao pré-natal, ao parto e ao puerpério (BRASIL, 2012).
2 OBJETIVO
2.1 Geral:
Analisar como a qualidade da assistência pré-natal influencia a redução de mortalidade materna, por meio de uma revisão integrativa da literatura (RIL).
2.2 Específicos:
- Verificar os principais fatores de risco identificados na gestante durante a assistência pré-natal e sua associação direta com o aumento da mortalidade materna.
- Avaliar a qualidade da assistência pré-natal no Brasil, considerando as desigualdades regionais, socioeconômicas e estruturais que afetam o acesso e a efetividade do cuidado.
- Identificar os desafios na implementação de estratégias de prevenção da mortalidade materna.
- Propor recomendações baseadas em evidências científicas para o aprimoramento da atenção pré-natal e a consequente redução da Razão de Mortalidade Materna no país.
3 JUSTIFICATIVA
A persistência de elevados índices de mortalidade materna no Brasil e em diversos países do mundo representa um grave problema de saúde pública e um indicador sensível da qualidade da atenção oferecida às mulheres no ciclo gravídico-puerperal. Apesar dos avanços alcançados nas últimas décadas, o país ainda enfrenta desafios significativos para alcançar padrões aceitáveis de Razão de Mortalidade Materna (RMM), conforme metas estabelecidas por organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Nesse contexto, a assistência pré-natal se destaca como uma das principais estratégias para a prevenção de complicações e óbitos maternos, uma vez que possibilita a identificação precoce de fatores de risco, o monitoramento contínuo da saúde da gestante e a adoção de intervenções oportunas e adequadas. Contudo, a simples ampliação do acesso ao pré-natal não é suficiente: a qualidade desse cuidado é determinante para garantir resultados positivos, sobretudo em um país marcado por profundas desigualdades socioeconômicas, regionais e estruturais.
Assim, torna-se essencial avaliar como a qualidade da assistência pré-natal influencia a redução da mortalidade materna, considerando não apenas a disponibilidade de serviços, mas também a integralidade, a resolutividade e a equidade do cuidado oferecido. Uma análise fundamentada em evidências científicas, por meio de uma revisão integrativa da literatura, permite compreender os principais fatores de risco associados, os desafios na implementação de políticas públicas e as lacunas ainda existentes no sistema de saúde.
Dessa forma, este estudo justifica-se por sua relevância social, acadêmica e sanitária, uma vez que contribui para o fortalecimento das práticas assistenciais, a elaboração de estratégias de prevenção mais efetivas e o aprimoramento das políticas públicas de saúde voltadas à saúde materna. Ao aprofundar a compreensão sobre a relação entre a qualidade do pré-natal e os desfechos maternos, espera-se fornecer subsídios para ações que promovam maior segurança, bem-estar e dignidade às gestantes, impactando diretamente na redução da mortalidade materna e na melhoria da saúde perinatal no país.
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Após o levantamento das literaturas e análise das informações obtidas desse estudo, evidenciáramos os fatores que influenciam sobre as condutas em relação a morte materna e na ausência da assistência ao pré-natal. De acordo com Ministério da Saúde (2022) a mortalidade materna está ligada a fatores de risco evitáveis: hipertensão gestacional, hemorragias, infecções, aborto inseguro e doenças preexistentes. O pré-natal tardio, incompleto ou de baixa qualidade, que falha em detectar e tratar essas condições a tempo, além de atrasos no acesso a serviços de emergência. O pré-natal adequado, início precoce, ≥7 consultas, exames completos e orientações, reduz em até 80% o risco de morte por causas diretas. Ele permite controle precoce de complicações, suplementação, vacinação e identificação de vulnerabilidades sociais. Assim, um pré-natal acessível, humanizado e qualificado é a estratégia mais eficaz para prevenir a maioria das mortes maternas no Brasil.
4.1 Fatores de Risco Relacionados à Mortalidade Materna e ao Pré-Natal
- Hipertensão gestacional (pré-eclâmpsia/eclâmpsia): É a principal causa direta de morte materna no país desde 2016, respondendo por 24% a 28% de todos os óbitos maternos (DATASUS/SIM 2022; Ministério da Saúde 2023). Trata-se de um quadro totalmente prevenível ou controlável com pré-natal adequado: aferição regular de pressão, proteinúria, exames laboratoriais e uso profilático de sulfato de magnésio quando indicado. A maioria dos casos evolui para óbito por diagnóstico tardio ou manejo inadequado.
- Hemorragias obstétricas: Segunda causa direta mais frequente, corresponde a 15–20% das mortes maternas (OPAS/OMS 2023; DATASUS 2022). A atonia uterina é responsável por cerca de 70–80% desses casos. Mais de 90% são evitáveis com manejo ativo do terceiro período do parto (oxitocina profilática, massagem uterina, tração controlada do cordão) e disponibilidade imediata de uterotônicos e hemoderivados.
- Infecções puerperais (sepse obstétrica) Representam 10–14% dos óbitos maternos (Ministério da Saúde 2023). Aumentaram após a pandemia de COVID-19 devido ao adiamento de consultas e internações. São quase totalmente evitáveis com higiene rigorosa, antibioticoprofilaxia em cesarianas e parto vaginal prolongado, e início precoce de antibióticos quando há sinais de infecção.
- Aborto inseguro: ainda responde por 6–10% das mortes maternas, sendo a principal causa em adolescentes e mulheres jovens (DATASUS/SIM 2022). Praticamente 100% desses óbitos são evitáveis com acesso universal a métodos contraceptivos modernos, educação sexual e garantia do aborto legal nos casos previstos em lei.
- Doenças preexistentes ou agravadas pela gravidez (causas indiretas) Correspondem a 25– 30% das mortes maternas totais (OMS 2023). Cardiopatias, diabetes descompensado, anemia falciforme, obesidade grave e HIV não controlado são os principais exemplos. O pré-natal precoce e interdisciplinar com cardiologista, endocrinologista etc. pode reduzir em até 70–80% o risco de desfecho fatal nessas pacientes.
Cerca 80% das mortes maternas analisadas no Brasil continuam sendo evitáveis ou possivelmente evitáveis com assistência pré-natal de qualidade, diagnóstico precoce e acesso oportuno a serviços obstétricos de emergência. O Ministério da Saúde, Comitês de Mortalidade Materna (2023–2024).
5 METODOLOGIA
5.1 Tipo de estudo
O presente estudo consiste em uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo principal deste estudo é analisar e sintetizar o conhecimento científico publicado entre 2020 e 2025 sobre a mortalidade materna, destacando a importância da assistência pré-natal qualificada como estratégia essencial para a redução dos óbitos maternos no Brasil. Optou-se por esse delineamento por sua capacidade de reunir e avaliar criticamente evidências de diferentes desenhos metodológicos, permitindo mapear a produção científica, identificar lacunas de conhecimento e oferecer subsídios sólidos para a prática baseada em evidências (Souza et al., 2010; Botelho, Cunha & Macedo, 2011).
A revisão seguiu rigorosamente as cinco etapas propostas por Whittemore e Knafl (2005) sendo elas: definição do problema, busca na literatura, avaliação dos dados, análise dos dados e apresentação dos resultados. A busca foi realizada em outubro e novembro de 2025 nas bases de dados SciELO, LILACS, PubMed/MEDLINE e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Utilizaram-se descritores controlados dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e Medical Subject Headings (MeSH), combinados com os operadores booleanos AND e OR para aumentar sensibilidade e especificidade. A estratégia de busca foi estruturada da seguinte forma:
Em português (DeCS): (“Mortalidade Materna”) AND (“Cuidado Pré-Natal” OR “Assistência Pré-Natal” OR “Pré-Natal”) AND (“Brasil” OR “Saúde Materna” OR “Complicações na Gravidez”)
Em inglês (MeSH): (“Maternal Mortality”) AND (“Prenatal Care” OR “Prenatal Diagnosis”) AND (“Brazil” OR “Maternal Health” OR “Pregnancy Complications”)
Essa estratégia de busca foi estruturada de modo a assegurar a inclusão de estudos que abordem simultaneamente a mortalidade materna e os diversos componentes da assistência pré-natal enquanto estratégia fundamental de prevenção. Tal construção segue as recomendações de Souza et al. (2010) e Botelho et al. (2011) para a elaboração de equações de busca otimizadas em revisões integrativas, garantindo maior sensibilidade e recuperação de evidências relevantes sobre a relação entre qualidade do pré-natal e redução da mortalidade materna.
5.2 Critérios de inclusão e exclusão
A revisão integrativa incluiu artigos científicos originais publicados entre 2020 e 2025, disponíveis em português, inglês, que abordem diretamente a mortalidade materna, seus fatores determinantes ou a importância da assistência pré-natal. Foram priorizados estudos com metodologia, resultados e discussão bem delineados, publicados em periódicos revisados por pares e indexados em bases reconhecidas, especialmente aqueles que tratavam da qualidade do pré-natal, do acesso aos serviços de saúde, da prevenção de complicações, das práticas baseadas em evidências, dos determinantes sociais da saúde e da vigilância do óbito materno.
Os artigos excluídos da análise foram aqueles que não abordava explicitamente da mortalidade materna ou do papel do pré-natal, assim como relatos de caso, editoriais, cartas ao editor, resumos de congressos, teses, dissertações e capítulos de livros. Também foram afastadas as revisões narrativas não sistemáticas, exceto quando se trataram de revisões integrativas ou sistemáticas relevantes, as publicações duplicadas, os estudos realizados em populações não gestantes ou pediátricas, os trabalhos que apresentaram metodologia insuficiente ou pouco clara e os artigos que não foram submetidos à revisão por pares ou que foram publicados em periódicos sem indexação científica reconhecida.
6 RESULTADOS
Conforme a estratégia de busca sistemática descrita na metodologia da revisão integrativa deste estudo realizada nas bases SciELO, LILACS, PubMed/MEDLINE e BVS, com descritores como “Mortalidade Materna” AND “Cuidado Pré-Natal” AND “Saúde Materna” ou equivalentes em inglês, filtrados para o período de 2020 a 2025, foram identificados inicialmente 42 registros. Após a remoção de duplicatas e a triagem por títulos e resumos, restaram 18 artigos para leitura integral. Desses, 12 publicações foram selecionadas como relevantes, atendendo aos critérios de inclusão estudos originais ou revisões que abordam explicitamente a mortalidade materna e o papel da assistência pré-natal na sua prevenção, com foco no contexto brasileiro ou global aplicáveis, como observado na tabela 1.
Tabela 1: Etapas de seleção

Quadro 1 – Identificação dos artigos usados na revisão integrativa.

7 DISCUSSÃO
Os autores dos artigos analisados convergem ao definir mortalidade materna como o óbito de mulher ocorrido durante a gestação ou até 42 dias após o seu término, por causas direta ou indiretamente relacionadas à gravidez. As causas diretas decorrem de complicações específicas da gestação, do parto ou do puerpério, destacando-se hemorragias obstétricas, síndromes hipertensivas e infecções puerperais.
A revisão da literatura demonstra que esses óbitos são, em grande parte, evitáveis quando o pré-natal é iniciado precocemente. Os estudos analisados demonstram que o pré-natal adequadamente conduzido oferece em saúde às gestantes transcende a mera realização de palestras, pois favorece a prevenção de riscos, o diagnóstico precoce de intercorrências, a geração efetiva de saúde para a mãe e o recém-nascido, além de trazer preparação adequada para o parto e o puerpério.
O quadro 1 acima mostra que os artigos selecionados nesta revisão integrativa confirmam os objetivos e a problemática proposta. Assim, a síntese da literatura evidencia que a mortalidade materna permanece como um importante desafio para o Sistema Único de Saúde (SUS) e reforça o papel fundamental da assistência de enfermagem no pré-natal como estratégia central na prevenção de óbitos maternos evitáveis.
8 CONCLUSÃO
A assistência pré-natal de qualidade representa a estratégia mais eficaz e de menor custo para a redução da mortalidade materna no Brasil. O pré-natal adequado, iniciado precocemente e com pelo menos sete consultas, permite a detecção e o manejo oportuno das principais causas diretas de óbito como: síndromes hipertensivas, hemorragias obstétricas e infecções puerperais, reduzindo em até 80% o risco de morte materna evitável.
As desigualdades regionais, socioeconômicas e raciais persistem como determinantes estruturais que limitam o acesso e a efetividade do pré-natal, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e entre mulheres negras e indígenas. A presente revisão confirma que a maioria das mortes maternas analisadas entre 2020 e 2025 continua sendo evitável mediante a garantia de pré-natal precoce, completo, humanizado e tecnicamente qualificado, reforçando a necessidade urgente de fortalecimento da atenção primária à saúde e da vinculação das gestantes aos serviços de referência.
Os objetivos propostos foram plenamente atingidos, comprovando-se a associação direta entre a qualidade da assistência pré-natal e a redução da mortalidade materna. As principais contribuições práticas do estudo consistem na consolidação de evidências que subsidiam políticas públicas voltadas ao aumento da cobertura e da resolutividade do pré-natal, bem como ao enfrentamento das desigualdades estruturais que perpetuam altos índices de óbito materno no país.
Como limitação, reconhece-se que a revisão abrangeu apenas estudos publicados entre 2020 e 2025, não incluindo teses, dissertações e relatórios técnicos de comitês estaduais. Sugere-se, para estudos futuros, a realização de revisões sistemáticas com metanálise e a inclusão de dados primários dos comitês de mortalidade materna para aprofundar a análise regional e racial das falhas assistenciais.
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1Discente do Curso Superior de Enfermagem da Faculdade dos Carajás
e-mail: darlingsillva2001@gmail.com
2Docente do Curso Superior de Enfermagem da Faculdade dos Carajás. Especialista
email: luanna.upload@gmail.com.
