MEDICALIZATION OF PERFORMANCE IN MEDICAL EDUCATION: BETWEEN COGNITIVE DOPING AND THE USE OF ANXIOLYTICS AMONG MEDICAL STUDENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510101708
Phydias de Oliveira Costa1
Bruno Martins dos Santos2
Bianca Santos Luz França3
Daniel Mesaque Viana Silva4
Orientador: Prof. DSc Pedro Fonseca de Vasconcelos5
Resumo
O presente artigo analisa o fenômeno da medicalização da performance no contexto da formação médica, abordando o uso não prescrito de estimulantes — como o metilfenidato e a lisdexanfetamina — e de ansiolíticos — como benzodiazepínicos e antidepressivos ISRSs — entre acadêmicos de Medicina, compreendidos como estratégias de enfrentamento à exaustão emocional e à sobrecarga cognitiva impostas pelo ambiente universitário. Trata-se de uma revisão narrativa baseada em publicações nacionais e internacionais (2010–2025), complementada por análise bioética sobre autonomia, justiça e responsabilidade profissional. Os resultados apontam prevalência elevada do uso indevido de psicofármacos, associada à cultura da hiperprodutividade e à normalização do sofrimento mental durante a graduação médica. Conclui-se que a medicalização da performance representa um desafio ético e institucional urgente, exigindo políticas educacionais voltadas à promoção de saúde mental e à revalorização do autocuidado como dimensão da ética médica.
Palavras-chave: medicalização da performance. doping cognitivo. ansiolíticos. estudantes de Medicina. ética médica.
1. INTRODUÇÃO
A formação médica é reconhecida como um dos processos educacionais mais desafiadores e extenuantes do ensino superior. O estudante de Medicina enfrenta uma carga horária intensa, exposição precoce ao sofrimento humano e uma pressão constante por excelência acadêmica e moral. Diversas pesquisas nacionais e internacionais apontam que essa trajetória, embora vocacional, é permeada por elevados índices de sofrimento psíquico, estresse, ansiedade e sintomas depressivos (DYRBYE et al., 2014; ROTENSTEIN et al., 2016).
No Brasil, a situação assume contornos ainda mais preocupantes, dado o contexto de sobrecarga curricular, limitações estruturais das instituições de ensino e desigualdades socioeconômicas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país figura entre os que apresentam maiores taxas de transtornos de ansiedade e depressão no mundo, com impacto significativo entre jovens universitários (OMS, 2022). Nesse ambiente, emergem estratégias de adaptação que ultrapassam o campo do saudável, configurando um fenômeno de medicalização da performance, no qual o uso de psicofármacos torna-se instrumento de regulação do rendimento e da vida emocional.
O conceito de medicalização refere-se à ampliação progressiva da intervenção médica sobre aspectos da vida cotidiana, transformando experiências subjetivas — como cansaço, desânimo ou dificuldade de concentração — em questões passíveis de tratamento medicamentoso (CONRAD, 2007). No contexto universitário, essa tendência manifesta-se sob duas vertentes inter-relacionadas: o doping cognitivo, associado ao uso de estimulantes como o metilfenidato (Ritalina®) e a lisdexanfetamina (Venvanse®) para aumentar a concentração e o desempenho intelectual; e a automedicação ansiolítica, que envolve o uso de benzodiazepínicos ou antidepressivos para conter a ansiedade e permitir o descanso artificial.
Ambas as práticas compartilham a mesma lógica: a crença de que o corpo e a mente podem — e devem — ser quimicamente ajustados às exigências externas. Esse comportamento reflete a internalização de uma cultura da produtividade exaustiva e da competitividade acadêmica, o que Byung-Chul Han (2017) denominou “sociedade do cansaço”, na qual o indivíduo é simultaneamente explorador e explorado de si mesmo. No caso dos estudantes de Medicina, essa autoexploração adquire um paradoxo ético: aqueles que serão futuros prescritores tornam-se usuários precoces de medicamentos controlados, muitas vezes sem acompanhamento médico.
O doping cognitivo e a automedicação ansiolítica, embora opostos nos seus efeitos farmacológicos — um estimula, o outro seda —, são expressões complementares de um mesmo fenômeno: a tentativa de restaurar um equilíbrio inatingível entre exigência e exaustão. Enquanto os estimulantes são utilizados para manter o foco e o vigor mental em longos períodos de estudo, os ansiolíticos e antidepressivos tornam-se mecanismos de compensação para o colapso emocional resultante dessa sobrecarga. Essa oscilação entre euforia e apatia química ilustra um ciclo vicioso de regulação farmacológica da subjetividade.
Diante desse contexto, desenvolve-se um estudo voltado a compreender empiricamente o uso de ansiolíticos — com e sem prescrição médica — entre acadêmicos de Medicina do Sudoeste da Bahia, relacionando fatores como gênero, semestre do curso, diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e impacto sobre o desempenho acadêmico.
Dessa forma, o presente artigo assume duplo objetivo: por um lado, discutir a medicalização da performance como categoria teórica que abrange tanto o uso de estimulantes quanto de ansiolíticos na formação médica; por outro, contextualizar o fenômeno observado na pesquisa local dentro do panorama nacional e internacional sobre o sofrimento psíquico e a ética da performance na educação médica. Trata-se, portanto, de uma reflexão que une epistemologia, bioética e saúde pública, na busca por compreender como a lógica da produtividade química ameaça os fundamentos humanísticos da Medicina.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1 A medicalização da performance na formação médica
O termo medicalização da performance designa o processo pelo qual as fronteiras entre o normal e o patológico são redefinidas de acordo com expectativas sociais de produtividade. A partir do século XX, especialmente após a Segunda Guerra Mundial, a farmacologia passou a desempenhar papel central na regulação da vida cotidiana, permitindo que sentimentos como cansaço, ansiedade e tristeza fossem reinterpretados como disfunções tratáveis (CONRAD, 2007).
No campo da Medicina, a medicalização assume uma forma paradoxal: aqueles que aprendem a curar adoecem sob o peso de um sistema formativo que exige autocontrole absoluto. O estudante de Medicina internaliza desde cedo a ideia de que falhar é inaceitável — o que o leva a buscar estratégias para manter o desempenho idealizado. O resultado é a expansão do uso instrumental de medicamentos: estimulantes para estudar, ansiolíticos para dormir, antidepressivos para suportar a rotina.
Essa lógica reflete o que Byung-Chul Han (2017) descreve como a “sociedade do desempenho”, na qual a autoexploração substitui a exploração externa. O sujeito contemporâneo não é mais coagido por um chefe, mas por sua própria necessidade de ser produtivo. No ambiente acadêmico, essa ideologia se traduz em jornadas extenuantes, autoexigência, culpa pelo descanso e adoecimento mental disfarçado de “esforço exemplar”. O uso de substâncias psicoativas, nesse contexto, torna-se um mecanismo de adaptação e sobrevivência, não apenas uma forma de vício.
2.2 O doping cognitivo: busca de eficiência e risco ético
O doping cognitivo é definido como o uso não terapêutico de medicamentos que melhoram artificialmente o desempenho cognitivo — memória, atenção e vigília — em indivíduos saudáveis (DIETZ et al., 2022). Entre as substâncias mais utilizadas destacam-se o metilfenidato e a lisdexanfetamina, ambos de prescrição controlada conforme a Portaria SVS/MS nº 344/1998 (ANVISA, 2025).
A prevalência de uso indevido entre estudantes universitários varia de 10 % a 35 %, alcançando índices ainda mais altos em cursos de Medicina (CÂNDIDO et al., 2019; MAIER et al., 2018). A motivação predominante é a necessidade de manter concentração em longas sessões de estudo, sobretudo em períodos de provas e preparação para a residência. Muitos estudantes relatam adquirir o medicamento de colegas ou familiares diagnosticados com TDAH, o que caracteriza uso ilícito e potencialmente perigoso (MOREIRA et al., 2024).
Os efeitos imediatos incluem aumento da vigilância, sensação de energia e melhora transitória da memória de trabalho. No entanto, o uso crônico pode causar taquicardia, insônia, irritabilidade, dependência psicológica e sintomas de psicose induzida (REPANTIS et al., 2010). O paradoxo ético é evidente: o estudante de Medicina, que será futuro prescritor de medicamentos controlados, recorre a eles sem prescrição, reproduzindo uma cultura de transgressão silenciosa.
Além disso, o doping cognitivo cria distorções de justiça acadêmica. Estudantes que não fazem uso dessas substâncias competem em condições desiguais, o que subverte os princípios de mérito e equidade. Como argumentam Beauchamp e Childress (2013), o princípio da justiça — central na bioética — exige que oportunidades sejam distribuídas de modo equitativo; quando o desempenho é obtido por meios farmacológicos ilícitos, a integridade do processo educativo é comprometida.
2.3 A automedicação ansiolítica: sofrimento, alívio e dependência
Se o doping cognitivo representa o polo da aceleração, o uso de ansiolíticos configura o polo da desaceleração. Trata-se da busca química por repouso diante da exaustão. Benzodiazepínicos como o clonazepam, o alprazolam e o diazepam, bem como antidepressivos da classe dos ISRSs (sertralina, fluoxetina, escitalopram), são amplamente utilizados para manejar sintomas de ansiedade, insônia e fadiga (SILVEIRA et al., 2014).
Estudos brasileiros apontam prevalência entre 20 % e 30 % de uso de ansiolíticos entre estudantes de Medicina, com predomínio entre mulheres e alunos dos semestres clínicos, quando o contato com pacientes e a sobrecarga emocional se intensificam (DA ROSA SILVEIRA et al., 2014; CÂNDIDO et al., 2019). Pesquisas recentes têm buscado compreender esse fenômeno no Sudoeste da Bahia, relacionando fatores como prescrição médica, automedicação e efeitos adversos.
Embora o uso de ansiolíticos possa, em certos casos, aliviar sintomas legítimos de ansiedade, seu uso indiscriminado pode levar à dependência química e à tolerância farmacológica. O estudante passa a necessitar de doses crescentes para obter o mesmo efeito, o que agrava o ciclo de exaustão e comprometimento cognitivo. Em muitos casos, o ansiolítico é utilizado não como terapia, mas como estratégia de sobrevivência emocional diante de um sistema educacional que naturaliza o sofrimento.
Essa medicalização do mal-estar desloca o foco do problema: em vez de questionar as condições estruturais da formação médica — carga horária excessiva, competitividade e ausência de suporte psicológico —, transfere-se a responsabilidade ao indivíduo, que passa a “se ajustar” quimicamente para suportar a pressão. O sintoma é tratado, mas a causa permanece.
2.4 Dimensões éticas e implicações na formação médica
O fenômeno da medicalização da performance transcende o campo clínico e insere-se no domínio ético. O uso de psicofármacos sem indicação médica, ainda que com fins de rendimento, fere princípios fundamentais da ética médica e da bioética, especialmente os da autonomia, não maleficência e justiça (BEAUCHAMP; CHILDRESS, 2013).
Em termos de autonomia, o estudante acredita exercer liberdade ao escolher usar medicamentos, mas essa decisão é condicionada por pressões externas — curriculares, culturais e institucionais. Trata-se, portanto, de uma autonomia aparente, exercida sob coerção simbólica. Quanto à não maleficência, o risco de dependência, eventos adversos e impacto psicológico a longo prazo demonstra que o uso não supervisionado causa danos reais.
No plano da justiça, a desigualdade se manifesta tanto na vantagem cognitiva gerada pelo uso de estimulantes quanto na invisibilidade do sofrimento daqueles que recorrem aos ansiolíticos. A formação médica, centrada em métricas de desempenho e em um ideal de invulnerabilidade, reforça essa desigualdade. A ética profissional, que deveria promover empatia e cuidado, acaba fragilizada pela cultura da autossuficiência.
Além disso, o uso indevido de psicofármacos na graduação pode influenciar práticas clínicas futuras. Pesquisas mostram que profissionais que utilizaram medicamentos sem prescrição durante a formação tendem a banalizar o uso dessas substâncias em sua vida adulta e na prática médica (MAIER et al., 2018). Assim, a medicalização da performance compromete não apenas a saúde do estudante, mas também a integridade da profissão.
3. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A medicalização da performance na formação médica emerge como um fenômeno multifacetado, que revela tanto a vulnerabilidade emocional dos estudantes quanto a rigidez estrutural do modelo educacional vigente. O uso de estimulantes e ansiolíticos sem prescrição médica, ainda que motivado por metas acadêmicas e exaustão, reflete a naturalização da ideia de que o corpo e a mente podem — e devem — ser ajustados para atender às demandas de produtividade.
No caso específico dos estudantes de Medicina, essa prática adquire um peso ético singular. Ao se tornarem usuários precoces de substâncias controladas, os futuros médicos experimentam na própria trajetória formativa os riscos do uso farmacológico irresponsável que mais tarde deverão prevenir em seus pacientes. Essa contradição pedagógica coloca em xeque os fundamentos éticos e humanísticos da profissão, convertendo o aprendizado do cuidado em um processo de adoecimento silencioso.
A pesquisa em desenvolvimento sobre o uso de ansiolíticos entre estudantes de Medicina propõe-se a quantificar e qualificar esse fenômeno, relacionando variáveis como semestre, gênero e contexto socioeconômico. Trata-se de uma iniciativa pioneira no estado da Bahia, cuja relevância ultrapassa a dimensão regional, pois permite compreender como o sofrimento psíquico e o comportamento farmacológico dos estudantes se articulam à lógica nacional de medicalização da vida acadêmica.
Os dados preliminares disponíveis na literatura apontam que cerca de um quarto dos estudantes de Medicina brasileiros fazem uso de psicofármacos com ou sem prescrição, sendo os ansiolíticos e antidepressivos as drogas mais comuns (SILVEIRA et al., 2014; CÂNDIDO et al., 2019). Esses índices sugerem a presença de um contexto institucional adoecedor, onde a ansiedade, a insônia e o medo do fracasso são tratados como problemas individuais, e não como sintomas coletivos de um modelo de ensino desumanizado.
Frente a essa realidade, é imprescindível que as escolas médicas adotem políticas integradas de promoção da saúde mental, assegurando acesso a acompanhamento psicológico, espaços de escuta e metodologias pedagógicas que favoreçam o aprendizado significativo. A formação médica deve ser compreendida não apenas como aquisição de competências técnicas, mas como um processo ético de constituição do sujeito que cuida — de si e do outro.
Do ponto de vista bioético, urge resgatar o sentido de autonomia genuína, baseada na reflexão crítica e na liberdade informada, e não na submissão às pressões institucionais. O estudante que recorre a fármacos para estudar ou dormir não age de forma plenamente autônoma, mas sob coerção simbólica de um sistema que recompensa o desempenho em detrimento da saúde.
Por fim, é necessário que o debate sobre o uso de estimulantes e ansiolíticos na formação médica seja incorporado ao currículo, não como mera advertência, mas como componente essencial da ética profissional. O combate à medicalização da performance não se limita à proibição de substâncias, mas exige uma reconfiguração profunda da cultura acadêmica, substituindo o paradigma da exaustão pelo da integridade.
Somente ao reconhecer o estudante como sujeito vulnerável, dotado de limites e de direito ao cuidado, será possível formar médicos capazes de exercer uma medicina verdadeiramente humana, consciente e ética — uma medicina que não apenas cura, mas compreende e previne o adoecimento que ela mesma pode gerar.
REFERÊNCIAS
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Lista de substâncias sujeitas a controle especial no Brasil: Atualizações da Portaria SVS/MS nº 344/1998. Brasília: ANVISA, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/controlados/lista-substancias .Acesso em: 5 out. 2025.
BEAUCHAMP, T. L.; CHILDRESS, J. F. Principles of Biomedical Ethics. 7. ed. Oxford: Oxford University Press, 2013.
CÂNDIDO, R. C. F. et al. Prevalence of and factors associated with the use of methylphenidate among undergraduate students in Brazil. einstein (São Paulo), v. 17, n. 4, eAO4851, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/eins/a/7C3CGD7PGJfD6P8hQbTg6Zy/. Acesso em: 5 out. 2025.
CONRAD, P. The Medicalization of Society: On the Transformation of Human Conditions into Treatable Disorders. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2007.
DA ROSA SILVEIRA, R. et al. Patterns of non-medical use of methylphenidate among 5th and 6th year medical students. Jornal de Pediatria, v. 90, n. 4, p. 410-417, 2014.Disponível em: https://www.scielo.br/j/jped/a/F3xcnfVdZjFbDTT3jH9hhtB/?lang=en. Acesso em: 5 out. 2025.
DIETZ, P. et al. The prevalence of pharmacological neuroenhancement among students before and during the COVID-19 pandemic: results of a repeated cross-sectional study. Frontiers in Public Health, v. 10, 813328, 2022.DOI: 10.3389/fpubh.2022.813328. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpubh.2022.813328/full. Acesso em: 5 out. 2025.
DYRBYE, L. N. et al. Burnout among U.S. medical students, residents, and early career physicians relative to the general U.S. population. Academic Medicine, v. 89, n. 3, p. 443-451, 2014. DOI: 10.1097/ACM.0000000000000134. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24448053/ .Acesso em: 5 out. 2025.
HAN, B.-C. Sociedade do cansaço. Petrópolis: Vozes, 2017.
MAIER, L. J.; FERRIS, J. A.; WINSTOCK, A. R. Pharmacological cognitive enhancement among non-ADHD individuals: a cross-national study. International Journal of Drug Policy, v. 58, p. 104-112, 2018. DOI: 10.1016/j.drugpo.2018.05.009. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.drugpo.2018.05.009 .Acesso em: 5 out. 2025.
MOREIRA, J. E. et al. Adverse events and safety concerns among university students using psychostimulants: prevalence and correlates. einstein (São Paulo), v. 22, eAO0895, 2024. DOI: 10.31744/einstein_journal/2024AO0895. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39661862/ .Acesso em: 5 out. 2025.
REPANTIS, D.; SCHLATTMANN, P.; LAISNEY, O.; HEUSER, I. Modafinil and methylphenidate for neuroenhancement in healthy individuals: a systematic review. Pharmacological Research, v. 62, n. 3, p. 187-206, 2010. DOI: 10.1016/j.phrs.2010.04.002. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.phrs.2010.04.002. Acesso em: 5 out. 2025.
ROTENSTEIN, L. S. et al. Prevalence of depression, depressive symptoms, and suicidal ideation among medical students: a systematic review and meta-analysis. JAMA, v. 316, n. 21, p. 2214-2236, 2016. DOI: 10.1001/jama.2016.17324. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27923088/ . Acesso em: 5 out. 2025.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). World Mental Health Report: Transforming Mental Health for All. Geneva: WHO, 2022. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240053860 . Acesso em: 5 out. 2025.
1Phydias de Oliveira Costa – Mestre em Direito pela Escola Paulista de Direito (EPD). Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Excelência (UNEX), Vitória da Conquista – BA. E-mail: phydiasoliveira@hotmail.com. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/3689184568333663.
2Bruno Martins dos Santos – Graduado em Enfermagem pelo Centro Universitário UNIFTC Salvador. Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Excelência (UNEX), Vitória da Conquista – BA. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/4901195011399989.
3Bianca Santos Luz França – Graduanda em Medicina pelo Centro Universitário de Excelência (UNEX), Vitória da Conquista – BA.. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/5250928139863205.
4Daniel Mesaque Viana Silva – Graduando em Medicina pelo Centro Universitário de Excelência (UNEX), Vitória da Conquista – BA. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/7105870393282045.
5Pedro Fonseca de Vasconcelos – Doutor em Ciências da Saúde. Professor do Centro Universitário de Excelência (UNEX), Vitória da Conquista – BA. E-mail: pedro.vasconcelos@ftc.edu.br . Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9343810008592675.
