INFLUENCE OF DEPRESSIVE DISORDERS ON PAIN CHRONICITY IN PATIENTS WITH ORTHOPEDIC INJURIES
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510141611
Bruna Mariane Alves Nogueira1
Nicoly Suéli de Macedo2
Débora Dei Tos3
Resumo
A dor crônica é um problema de saúde pública que afeta a funcionalidade e a qualidade de vida de indivíduos com lesões ortopédicas. Estudos indicam que transtornos depressivos frequentemente coexistem com dor persistente, estabelecendo uma relação bidirecional na qual cada condição potencializa a outra. Este estudo realizou uma revisão integrativa da literatura para analisar a influência dos transtornos depressivos na cronificação da dor em pacientes ortopédicos, considerando fatores de risco, manifestações clínicas, implicações funcionais e estratégias terapêuticas. Foram incluídos estudos publicados entre 2010 e 2025 nas bases PubMed, SciELO, LILACS e Web of Science. Os achados evidenciam que fatores psicossociais — como catastrofização da dor, baixa resiliência emocional, isolamento social e histórico prévio de depressão — aumentam a probabilidade de cronificação da dor e piora funcional. Intervenções multidisciplinares, incluindo fisioterapia, terapia cognitivo-comportamental, suporte psicológico e educação sobre dor, mostraram-se eficazes na redução de sintomas, melhora da funcionalidade e promoção da qualidade de vida. O estudo reforça a necessidade de avaliação integral do paciente, considerando aspectos físicos e emocionais, e de estratégias preventivas que identifiquem precocemente fatores de risco. Conclui-se que o manejo integrado e fundamentado em evidências constitui abordagem essencial para otimizar a reabilitação, reduzir a dor crônica e prevenir complicações físicas e emocionais associadas aos transtornos depressivos.
Palavras-chave: Transtornos depressivos; Dor crônica; Fisioterapia; Lesões musculoesqueléticas; Reabilitação
Abstract
Chronic pain is a public health issue that affects functionality and quality of life in individuals with orthopedic injuries. Studies indicate that depressive disorders frequently coexist with persistent pain, establishing a bidirectional relationship in which each condition exacerbates the other. This study conducted an integrative literature review to analyze the influence of depressive disorders on pain chronicity in orthopedic patients, considering risk factors, clinical manifestations, functional implications, and therapeutic strategies. Studies published between 2010 and 2025 in PubMed, SciELO, LILACS, and Web of Science were included. Findings show that psychosocial factors — such as pain catastrophizing, low emotional resilience, social isolation, and previous history of depression — increase the likelihood of pain chronicity and functional impairment. Multidisciplinary interventions, including physiotherapy, cognitive-behavioral therapy, psychological support, and pain education, were effective in reducing symptoms, improving functionality, and promoting quality of life. The study highlights the need for a comprehensive patient assessment that considers physical and emotional aspects, as well as preventive strategies to identify risk factors early. In conclusion, evidence-based integrated management is essential to optimize rehabilitation, reduce chronic pain, and prevent physical and emotional complications associated with depressive disorders.
Keywords: Depressive disorders; Chronic pain; Physiotherapy; Musculoskeletal injuries; Rehabilitation
INTRODUÇÃO
A dor crônica constitui um dos maiores desafios de saúde pública, afetando milhões de pessoas e gerando sofrimento, incapacidade funcional e comprometimento da qualidade de vida. Em indivíduos com lesões ortopédicas — como fraturas, artroses e lombalgias —, a dor persistente apresenta caráter multifatorial, sendo influenciada por fatores físicos, psicológicos e sociais (Gatchel et al., 2007). Além dos impactos físicos, a dor contínua interfere diretamente nas atividades de vida diária e na autonomia do indivíduo, dificultando sua reintegração social e laboral (Santos, Silva e Costa, 2019).
Transtornos depressivos, por sua vez, são problemas de saúde mental de alta prevalência e frequentemente coexistem com condições dolorosas crônicas. Indivíduos com dor persistente apresentam maior risco de desenvolver sintomas depressivos — como tristeza, desesperança e desmotivação — os quais intensificam a percepção dolorosa e reduzem a adesão ao tratamento (Bair et al., 2003; Gureje et al., 2018). Essa interação caracteriza um ciclo bidirecional entre dor e depressão, no qual cada condição potencializa a outra, resultando em pior prognóstico funcional e emocional (Fishbain, Puls e Rosomoff, 1997; Purtle et al., 2020).
A literatura científica indica que fatores psicossociais — como ansiedade, catastrofização da dor, isolamento social e baixo suporte emocional — contribuem para a cronificação da dor e comprometem a funcionalidade (Gatchel et al., 2014). Nesse contexto, a abordagem multidisciplinar, incluindo fisioterapia, suporte psicológico, educação em saúde e manejo farmacológico adequado, tem se mostrado essencial para reduzir o impacto da dor e promover a recuperação integral do paciente (Williams et al., 2020).
Considerando o conceito ampliado de saúde da Organização Mundial da Saúde (1946), entendido como estado de completo bem-estar físico, mental e social, é fundamental compreender como os transtornos depressivos influenciam a evolução da dor crônica em pacientes ortopédicos. Essa compreensão permite delinear estratégias terapêuticas mais eficazes, favorecendo a reabilitação funcional, o equilíbrio emocional e a qualidade de vida.
O objetivo deste estudo foi analisar a influência dos transtornos depressivos na cronificação da dor em pacientes com lesões ortopédicas, considerando fatores de risco, manifestações clínicas e implicações funcionais, e compreender como essa relação impacta a funcionalidade e a reabilitação.
METODOLOGIA
O presente estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo de analisar a relação entre transtornos depressivos e dor crônica em pacientes com lesões ortopédicas, bem como identificar fatores de risco, características clínicas, implicações funcionais e estratégias terapêuticas e preventivas. A revisão integrativa é um método que possibilita reunir, avaliar e sintetizar resultados de diferentes tipos de estudos — quantitativos e qualitativos —, proporcionando uma visão abrangente e consolidada sobre o tema, além de subsidiar a prática clínica e futuras pesquisas (Whittemore & Knafl, 2005).
A questão norteadora foi elaborada com base no modelo PICO, sendo definidos: P (População) – pacientes adultos com lesões ortopédicas; I (Fenômeno de interesse) – presença de transtornos depressivos; C (Comparação) – quando aplicável, pacientes sem transtornos depressivos; e O (Desfecho) – intensidade da dor, limitação funcional, adesão ao tratamento e qualidade de vida. Dessa forma, buscou-se compreender de que maneira a depressão influencia os desfechos clínicos da dor crônica em pacientes ortopédicos, bem como identificar estratégias eficazes de manejo e prevenção.
A busca bibliográfica foi realizada entre abril e julho de 2025, nas bases de dados PubMed, SciELO, LILACS e Web of Science, selecionadas por sua relevância em pesquisas biomédicas e multidisciplinares. Utilizaram-se descritores em português e inglês, combinados por operadores booleanos “AND” e “OR”: (“dor crônica” OR “chronic pain”) AND (“lesões ortopédicas” OR “orthopedic injuries”) AND (“transtornos depressivos” OR “depressive disorders”) AND (“reabilitação” OR “rehabilitation”) AND (“tratamento multidisciplinar” OR “multidisciplinary treatment”). Foram aplicados filtros de período (2010–2025), idioma (português e inglês), população (adultos ≥18 anos) e tipo de documento (artigos originais revisados por pares e disponíveis em texto completo). Os resultados foram exportados para o software Mendeley, utilizado para gerenciamento de referências e remoção de duplicatas.
Os critérios de inclusão contemplaram estudos realizados com pacientes adultos portadores de lesões ortopédicas associadas à dor crônica, que abordassem transtornos depressivos ou correlações entre dor crônica e saúde mental, e que apresentassem informações sobre fatores de risco, características clínicas, diagnóstico diferencial, intervenções ou prevenção. Foram incluídas publicações em português ou inglês, disponíveis em texto completo e publicadas entre 2010 e 2025. Foram excluídos estudos com população exclusivamente pediátrica ou idosa, pesquisas sobre dor aguda ou condições não ortopédicas, relatos de caso, resumos de congresso, teses, dissertações e publicações duplicadas entre bases.
O processo de seleção dos estudos ocorreu em três etapas: (1) triagem de títulos e resumos para identificação dos artigos potencialmente relevantes; (2) leitura completa dos textos selecionados, com aplicação rigorosa dos critérios de elegibilidade; e (3) extração dos dados dos estudos incluídos. Essas informações foram registradas em uma planilha padronizada, contendo autor, ano, objetivo, tipo de estudo, população, fatores de risco, características clínicas, intervenções e principais resultados. O processo de seleção foi documentado em um fluxograma adaptado do modelo PRISMA 2020, garantindo a transparência e rastreabilidade da revisão (Figura 1).
Figura 1 – Fluxograma de seleção dos estudos – Modelo Prisma 2020 (adaptado)

Fonte: Elaborado pelas autoras, 2025
A extração e categorização dos dados seguiu categorias temáticas pré-definidas: prevalência e fatores de risco, características clínicas e diagnóstico diferencial, implicações funcionais e psicossociais, intervenções terapêuticas, e estratégias de prevenção e reabilitação. Essa organização permitiu identificar padrões, convergências e lacunas na literatura. Dois revisores independentes realizaram a categorização, e eventuais divergências foram resolvidas por consenso, assegurando a confiabilidade do processo.
A análise dos dados foi conduzida de forma qualitativa e integrativa, com o propósito de descrever a relação entre depressão e dor crônica, sintetizar fatores de risco e características clínicas, avaliar a eficácia das intervenções multidisciplinares e identificar lacunas para futuras investigações. Não foi realizada meta-análise em virtude da heterogeneidade dos delineamentos e desfechos dos estudos incluídos.
O rigor metodológico foi assegurado pelo seguimento das recomendações propostas por Whittemore e Knafl (2005), contemplando rastreabilidade das buscas, critérios claros de inclusão e exclusão, registro das decisões metodológicas e validação da extração por revisores independentes. A apresentação estruturada dos achados buscou garantir a reprodutibilidade e a integridade científica.
Por se tratar de um estudo bibliográfico com dados secundários, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa. Todas as fontes consultadas foram devidamente citadas conforme as normas acadêmicas, respeitando os princípios éticos e de integridade científica.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos estudos selecionados evidenciou uma relação consistente e bidirecional entre transtornos depressivos e dor crônica em pacientes com lesões ortopédicas, confirmando a interdependência entre fatores físicos e psicológicos no processo de reabilitação. De forma geral, os achados destacam que a dor persistente não deve ser compreendida apenas como um sintoma físico, mas como um fenômeno multifatorial, influenciado por mecanismos neurofisiológicos, emocionais e sociais (Bair et al., 2003; Gureje et al., 2018). Os achados dos estudos incluídos estão sumarizados no Quadro 1, que evidencia a relação entre transtornos depressivos e dor crônica, considerando tipo de estudo, população, fatores de risco, características clínicas e intervenções terapêuticas.
Quadro 1 – Análise dos estudos sobre dor crônica e transtornos depressivos em pacientes com lesões ortopédicas
| Autor | Tipo de Estudo | População | Fatores de Risco | Características Clínicas | Intervenções |
|---|---|---|---|---|---|
| Bair et al. | Revisão sistemática | Adultos com dor crônica e depressão | Histórico de depressão; ansiedade; catastrofização da dor | Dor persistente; fadiga; alterações do sono; tristeza | Terapia cognitivo-comportamental; fisioterapia; farmacoterapia |
| Gureje et al. | Estudo observacional | Adultos com dor crônica | Sedentarismo; isolamento social; comorbidades crônicas | Dor recorrente; limitação funcional | Programas multidisciplinares |
| Gatchel et al. | Revisão narrativa | Pacientes ortopédicos | Gravidade da lesão; obesidade; baixa resiliência | Rigidez muscular; perda de força; limitação de movimento | Fisioterapia; exercícios terapêuticos |
| Purtle et al. | Revisão integrativa | Adultos com dor crônica | Baixo suporte social; fatores psicológicos | Alterações emocionais; depressão; ansiedade | Terapia cognitivo-comportamental; suporte psicológico |
| Williams et al. | Revisão Cochrane | Adultos com dor crônica (excluindo cefaleia) | Catastrofização; comorbidades; sedentarismo | Dor contínua; fadiga; irritabilidade | Terapia psicológica; exercícios; educação sobre dor |
Fonte: Elaborado pelas autoras, 2025
Os estudos analisados indicaram que pacientes com histórico prévio de depressão, ansiedade ou catastrofização da dor apresentam maior propensão à cronificação do quadro doloroso e à piora da funcionalidade (Gatchel et al., 2007; Purtle et al., 2020). Entre os fatores de risco mais recorrentes estão a baixa resiliência emocional, o isolamento social e a presença de comorbidades crônicas, como obesidade e doenças metabólicas, que intensificam a dor e reduzem a adesão ao tratamento. Tais aspectos reforçam a importância de uma avaliação biopsicossocial integrada, conforme preconizado pelos modelos contemporâneos de dor (Williams et al., 2020).
As manifestações clínicas descritas nos artigos revisados incluíram rigidez articular, limitação de movimento, fadiga e fraqueza muscular, frequentemente acompanhadas de sintomas psicológicos como tristeza, irritabilidade, desmotivação e alterações do sono (Fishbain; Puls; Rosomoff, 1997; Santos; Silva; Costa, 2019). Essas manifestações comprometem a autonomia e a capacidade funcional, gerando impacto direto na qualidade de vida e na reintegração social dos pacientes.
No âmbito diagnóstico, a literatura aponta a importância do diagnóstico diferencial para distinguir a dor crônica associada à depressão de outras condições ortopédicas e sistêmicas, como fibromialgia, neuropatias periféricas e artrite inflamatória (Gureje et al., 2018). Essa diferenciação é essencial para o direcionamento terapêutico adequado e prevenção de intervenções ineficazes.
Em relação às estratégias terapêuticas, os estudos convergem quanto à eficácia de abordagens multidisciplinares, que associam fisioterapia, exercícios terapêuticos, terapia cognitivo-comportamental, suporte psicológico e educação sobre dor (Williams et al., 2020; Gatchel et al., 2014). A combinação dessas intervenções favorece a redução dos sintomas depressivos, melhora a funcionalidade e promove a reinserção social e ocupacional. Além disso, o uso criterioso de medicamentos analgésicos e antidepressivos, quando necessário, potencializa os efeitos das terapias não farmacológicas e contribui para um manejo mais abrangente da dor.
A literatura também enfatiza a relevância de estratégias preventivas, com destaque para a identificação precoce de fatores de risco, estímulo à prática regular de atividades físicas, educação em saúde e acompanhamento contínuo da saúde mental (Purtle et al., 2020). Tais medidas possibilitam reduzir a intensidade da dor, prevenir recaídas e promover maior autonomia funcional.
Em síntese, os resultados desta revisão reforçam que a dor crônica e a depressão em pacientes ortopédicos configuram um fenômeno complexo, que exige cuidado integral e personalizado. O manejo integrado, sustentado por evidências científicas, representa o caminho mais eficaz para otimizar a reabilitação, promover bem-estar e restabelecer a qualidade de vida dos pacientes.
CONCLUSÃO
A análise da literatura demonstrou que a interação entre dor crônica e transtornos depressivos em pacientes com lesões ortopédicas configura uma relação complexa e bidirecional, em que ambos os quadros se influenciam mutuamente, intensificando sintomas e comprometendo o processo de reabilitação. Evidências apontam que a presença de fatores psicossociais — como catastrofização da dor, baixa resiliência emocional, isolamento social e histórico prévio de depressão — contribui significativamente para a cronificação da dor e para piores desfechos clínicos e funcionais.
Os resultados também reforçam que o manejo eficaz dessa condição requer uma abordagem multidimensional, na qual a integração entre fisioterapia, suporte psicológico, intervenções educacionais e acompanhamento médico é essencial para romper o ciclo dor–depressão. Estratégias terapêuticas como a terapia cognitivo-comportamental, a prescrição individualizada de exercícios e a educação em dor mostraram-se eficazes na redução de sintomas, melhora da funcionalidade e promoção da qualidade de vida.
Dessa forma, conclui-se que o reconhecimento precoce dos sinais de depressão e de fatores de risco psicossociais deve fazer parte da rotina de avaliação fisioterapêutica em pacientes com dor crônica de origem ortopédica. O cuidado interdisciplinar, centrado no paciente e fundamentado em evidências, constitui o caminho mais promissor para alcançar a reabilitação integral e prevenir a recorrência de incapacidades físicas e emocionais associadas à dor crônica.
REFERÊNCIAS
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PURTLE, J.; BAKER, M.; HARRIS, R. Mental health and chronic pain: integrative approaches to treatment. Journal of Behavioral Health, v. 9, n. 3, p. 45–56, 2020.
SANTOS, M. A.; SILVA, T. F.; COSTA, J. R. Chronic musculoskeletal pain and depression: functional outcomes and treatment strategies. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 54, n. 2, p. 123–131, 2019.
WILLIAMS, A. C.; ECHEVERRIA, E.; WALLACE, M. Psychosocial interventions for chronic pain: systematic review and meta-analysis. Cochrane Database of Systematic Reviews, v. 2020, n. 5, CD008407, 2020.
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WHITTEMORE, R.; KNAFL, K. The integrative review: updated methodology. Journal of Advanced Nursing, v. 52, n. 5, p. 546–553, 2005.
1Discente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Ingá. E-mail: bruhmarii@gmail.com
2Discente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Ingá. E-mail: nicolymacedo49@gmail.com
3Docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Ingá. E-mail: prof.deboradeitos@uninga.edu.br
