REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202511220843
Kamila Barea Villa
Lavinia Mariana De Freitas
Orientador: Prof. Carla De Oliveira Lazzarin
RESUMO
A Incontinência Urinária é uma condição comum entre mulheres, frequentemente associada à idade avançada, gravidez e menopausa. No entanto, estudos recentes demonstram sua ocorrência significativa em mulheres jovens, revelando fatores de risco como fraqueza da musculatura do assoalho pélvico, hábitos miccionais inadequados, consumo excessivo de cafeína e álcool e prática de atividades físicas de alto impacto. Esta revisão de literatura, baseada em artigos publicados nos últimos dez anos, teve como objetivo analisar a prevalência, os fatores associados e as abordagens terapêuticas da IU em jovens. Os achados ressaltam o impacto da disfunção na qualidade de vida, afetando autoestima, vida social e desempenho acadêmico. A fisioterapia, por meio do fortalecimento do assoalho pélvico, mostra-se eficaz como tratamento conservador, acessível e de baixo custo. Destaca-se a necessidade de maior conscientização, diagnóstico precoce e estratégias preventivas voltadas a esse público específico, visando minimizar os efeitos negativos da IU e promover saúde e bem-estar.
Palavras-chave: Incontinência urinária; Assoalho pélvico; Fisioterapia; Mulheres Jovens.
ABSTRACT
Urinary incontinence is a common condition among women, often associated with advanced age, pregnancy, and menopause. However, recent studies demonstrate its significant occurrence in young women, revealing risk factors such as pelvic floor muscle weakness, poor voiding habits, excessive caffeine and alcohol consumption, and high-impact physical activity. This literature review, based on articles published in the last ten years, aimed to analyze the prevalence, associated factors, and therapeutic approaches for UI in young women. The findings highlight the impact of the dysfunction on quality of life, affecting self-esteem, social life, and academic performance. Physical therapy, through strengthening the pelvic floor, has proven effective as a conservative, accessible, and low-cost treatment. The need for greater awareness, early diagnosis, and preventive strategies targeted at this specific population is highlighted, aiming to minimize the negative effects of UI and promote health and well-being.
Keywords: Urinary incontinence; Pelvic floor; Physical therapy; Young women.
1. INTRODUÇÃO
A Incontinência Urinária (IU) é definida como qualquer perda involuntária de urina, sendo classificada conforme os sintomas, se divide principalmente em três tipos: a Incontinência Urinária de Esforço (IUE), que ocorre durante atividades físicas ou esforços como tosse, espirro, sendo ela a mais comum; a Incontinência Urinária de Urgência (IUU), que acontece quando a perda de urina é acompanhada de uma necessidade urgente de urinar; e a Incontinência Urinária Mista (IUM), que combina os dois tipos, ocorrendo tanto devido ao esforço quanto à urgência de urinar (SOUZA, et al. 2021).
A expectativa de vida global está aumentando continuamente, e a IU surge como uma condição de alta prevalência e impacto social significativo, ela causa efeitos negativos em diversos aspectos da vida das mulheres (PONTES, DOMINGUES e KAIZER, 2021; SABOIA et al, 2017; MARINHO et al, 2021; MELO et al, 2023; MOSER et al, 2022).
São diversos fatores de risco relacionados a IU em mulheres, incluindo idade avançada, gravidez, parto vaginal com danos nos nervos periféricos, fáscias e ligamentos, deficiência de estrogênio durante a menopausa, obesidade, tabagismo, doenças relacionadas ao colágeno, fragilidade do tecido conjuntivo e dos músculos do assoalho pélvico, neuropatias, antecedentes de histerectomia entre outros. A prevalência da IU varia entre 25% e 45% em todas as faixas etárias, inclusive em mulheres jovens, essa taxa varia de 1% a 42,20% (MARINHO et al, 2021).
O tratamento da perda urinária gera custos altos para os sistemas de saúde, no Brasil, em 2018, foram gastos R$1,92 bilhões com o tratamento da perda urinária. Esses gastos destacam a necessidade de encontrar métodos de avaliação e tratamento que sejam acessíveis, com baixo custo, baixo risco e comprovada eficácia, para beneficiar os usuários do sistema público de saúde. Essas informações podem ajudar a definir melhor o tratamento a ser feito, apoiar a gestão pública dos serviços de saúde feminina e melhorar as estratégias para lidar com a incontinência (MOSER et al, 2022).
Portanto, o diagnóstico precoce da IU é fundamental e envolve a coleta do histórico da paciente, a realização de um exame físico e a realização de exames complementares, como análises de urina e avaliação do resíduo pós-miccional, para descartar outras condições que possam necessitar de tratamento especializado (SOUZA et al, 2021; MELO et al, 2023; MARINHO et al, 2021).
Quanto ao tratamento da IU, as abordagens recomendadas são as conservadoras e as cirúrgicas, sendo o tratamento conservador o mais indicado, e a intervenção cirúrgica é geralmente considerada quando esse tratamento falha ou nos casos mais complexos de IU. Diversos estudos destacam os benefícios desse tratamento, sugerindo que o manejo não invasivo é apropriado para a IU leve, nesses métodos conservadores temos a fisioterapia que apresenta um papel muito importante na qualidade de vida dessas pacientes que sofrem com a IU, realizando exercícios de reeducação dos músculos do assoalho pélvico (MAP) incluindo contrações voluntárias e fortalecimento (MELO et al, 2023; PTAK et al, 2019; PEREIRA et al, 2022).
A incontinência urinária também se manifesta com frequência em mulheres jovens, mesmo na ausência de fatores clássicos como gestações ou menopausa.
A fisioterapia desempenha um papel fundamental na prevenção e tratamento da incontinência urinária, especialmente por meio da atuação sobre a musculatura do assoalho pélvico. Técnicas como o biofeedback, a eletroestimulação e, principalmente, os exercícios perineais (exercícios de Kegel) promovem melhora no controle esfincteriano, no tônus muscular e na percepção corporal das pacientes. A literatura evidencia que o fortalecimento do assoalho pélvico é eficaz para reduzir os episódios de perda urinária, melhorar a qualidade de vida e prevenir a progressão da disfunção (PTAK et al, 2019; PONTES et al, 2021).
Além disso, a atuação educativa da fisioterapia contribui para a desmistificação da IU e a adesão ao tratamento, promovendo autonomia e prevenção de longo prazo. Portanto, a fisioterapia é uma ferramenta essencial, segura e acessível no cuidado da mulher com IU em qualquer faixa etária. Para tanto, este estudo teve por objetivo analisar a incidência e classificação por meio de uma revisão da literatura, diante das evidências científicas sobre a incontinência urinária em mulheres jovens.
2. MATERIAIS E MÉTODOS
O presente estudo constitui uma revisão de literatura que tem por finalidade reunir, analisar e discutir as informações disponíveis em fontes científicas sobre o tema abordado, permitindo compreender o estado atual do conhecimento e fundamentar teoricamente a pesquisa desenvolvida, com triagem de artigos realizada de março até julho de 2025 nas bases de dados eletrônicas PEDro, Google Acadêmico®, Scielo e Lilacs, BioMed utilizando como palavras-chaves os descritos em saúde: Incontinência Urinária; Assoalho pélvico; Fisioterapia; Mulheres jovens.
Observou-se que a busca com palavras-chave isoladas retornava resultados muito amplos; assim, optou-se por estratégias de pesquisa combinando termos, como “Urinary incontinence”, “Stress urinary incontinence”, “Urgency urinary incontinence”, “Mixed urinary incontinence”, tornando a pesquisa mais específica e direcionada ao tema.
Os critérios de inclusão foram: artigos originais relacionados ao tema de Incontinência urinária, publicados nos últimos 10 anos, ou seja, a partir de 2015 (dois mil e quinze) nos idiomas português e inglês, artigos de estudo transversal, randomizado e controlado, observacional longitudinal, observacional e analítico, metodológico, observacional e transversal e transversal quantitativo disponíveis na íntegra e de forma gratuita.
Os critérios de exclusão foram: artigos fora do tema de pesquisa, artigos de revisão de literatura, opinião, editoriais ou cartas ao editor, artigos que abordassem alguma outra terapia associada além da fisioterapia pélvica. Os artigos duplicados nas bases de dados foram contabilizados apenas uma vez.
O financiamento do estudo foi realizado através de recursos próprios das autoras. Não houve necessidade de submeter ao Comitê de Ética, por se tratar de uma revisão de literatura.
3. RESULTADOS
Foram encontrados nas bases de dados utilizadas 62 (sessenta e dois) estudos, foram excluídos 44 (quarenta e quatro) estudos pois alguns abordavam a incontinência urinária em idosas e outros não estavam dentro do ano desejado que são estudos a partir de 2015, desses 44 estudos, 16 (dezesseis) foram selecionados pela leitura do título, dentre esses 2 (dois) foram excluídos por estarem sem disponibilidade na íntegra, e 4 (quatro) por serem artigos de revisão de literatura.
Após essa análise, restaram 12 (doze) artigos para estudo e desenvolvimento da revisão de literatura pois estavam dentro do critério de inclusão. Foram incluídos artigos de estudo transversal, randomizado e controlado, observacional, longitudinal, observacional e analítico, metodológico, observacional e transversal e transversal quantitativo, os mesmos disponíveis nos idiomas português e inglês. (tabela 1).
Tabela 1- características dos estudos

Fonte: elaborado pelas autoras (2025)
Tabela 2- artigos selecionados



Fonte: elaborado pelas autoras (2025)
4. DISCUSSÃO
4.1 Exercícios do assoalho pélvico
O estudo de Ptak et al, (2019), demonstrou que tanto o fortalecimento isolado dos músculos do assoalho pélvico quanto o treinamento combinado com o músculo transverso do abdome (TrA) proporcionam melhora significativa na qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária de esforç o, sendo o treinamento combinado mais eficaz, especialmente em mulheres com menor número de partos vaginais. De uma forma complementar, Pontes, Domingues e Kaizer, (2021), desenvolveram uma cartilha educativa voltada à orientação sobre exercícios pélvicos, destacando a importância da educação em saúde e do autocuidado. A adesão e o correto aprendizado da técnica se mostraram fatores determinantes para o sucesso terapêutico, em concordância com Ptak, et al, (2019), que também enfatiza a necessidade de supervisão fisioterapêutica para garantir resultados efetivos.
Esses achados convergem com a revisão de Petca, et al, (2023), que ressalta que o treinamento do assoalho pélvico associado a biofeedback e orientações educativas é o tratamento conservador mais indicado e eficaz para mulheres com IU leve e moderada. No entanto, os estudos diferem em relação à frequência e à duração ideais do treinamento, o que evidencia a necessidade de padronização dos protocolos fisioterapêuticos.
Em jovens mulheres, como observado por Marinho, et al, (2021), há prevalência de tônus normal, mas déficit de coordenação e consciência perineal, indicando que, além da força muscular, a reeducação e o treinamento de controle motor são componentes essenciais. Essa observação é reforçada pelo estudo de Sousa, Cunha e Costa, (2024), que verificou melhora significativa dos sintomas de IU e da autopercepção corporal após o fortalecimento pélvico supervisionado, evidenciando o papel do fisioterapeuta na correção da técnica e na motivação da paciente durante o processo.
4.2 Prevalência da incontinência urinária
A prevalência da incontinência urinária entre mulheres jovens apresenta ampla variação na literatura, reflexo de diferenças metodológicas e populacionais. Pereira, et al (2022), encontraram prevalência de 37% entre estudantes de Fisioterapia, predominando a incontinência de esforço, associada a constipação e esforço miccional. Já Marinho, et al, (2021), relataram prevalência de 57,1% entre universitárias, com predomínio da incontinência de urgência. Essa divergência reforça que a prevalência depende da amostra e dos instrumentos de avaliação utilizados.
Comparando com estudos em faixas etárias mais amplas, Moser, et al, (2022), identificaram predominância da incontinência mista (87,2%) em mulheres adultas, enquanto Saboia, et al, (2017), verificaram que esse subtipo também é o que mais afeta a qualidade de vida. Assim, observa-se que, embora a incontinência de esforço seja mais comum em jovens, o tipo misto tende a predominar com o avanço da idade e o aumento do número de partos.
A revisão de Balalau, et al, (2021), reforça que a idade, o índice de massa corporal, o número de partos e a prática de atividades físicas de alto impacto são fatores determinantes para o surgimento da IU. Além disso, o estudo de Long, Cheng, e Zhang, (2024), destaca que a obesidade abdominal está significativamente associada à IU, o que amplia a compreensão dos fatores modificáveis que devem ser abordados na prevenção.
O estudo de Brilhante, et al, (2022), também evidenciou que o isolamento social durante a pandemia de COVID-19 reduziu a frequência da IU de urgência, possivelmente por diminuição do estresse e do esforço físico, mas sem melhora expressiva na percepção de saúde, mostrando que fatores emocionais e sociais também influenciam a prevalência e o impacto da disfunção.
4.3 Qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária
Diversos estudos confirmam que a IU tem impacto negativo na qualidade de vida (QV), afetando aspectos físicos, emocionais, sociais e sexuais. Saboia, et al, (2017), demonstraram que a IU mista está associada aos piores escores de QV, principalmente nos domínios físico e mental, resultado também encontrado por Melo, et al, (2023), que utilizaram as terminologias NANDA-I e NOC para avaliar o comprometimento urinário.
O artigo de Astrom, et al, (2021), indica que a gravidade da IU, e não o subtipo, é o principal determinante da redução da QV, reforçando a importância de diagnóstico e tratamento precoce. Já a meta-análise Tsegaye, et al, (2024), mostrou que cerca de 18% das mulheres com IU desenvolvem sintomas depressivos, destacando a necessidade de uma abordagem interdisciplinar que associe fisioterapia, suporte psicológico e educação em saúde.
Os achados de Sousa, Cunha e Costa, (2023), e de Brilhante, et al, (2022), complementam esse panorama, mostrando que o fortalecimento pélvico supervisionado e o acompanhamento fisioterapêutico têm impacto direto na melhora da autoestima, no retorno às atividades sociais e na percepção de bem-estar. Portanto, a reabilitação fisioterapêutica deve ser vista não apenas como um tratamento físico, mas também como um meio de promover saúde integral.
4.4 Abordagens e perspectivas terapêuticas atuais
Além do fortalecimento do assoalho pélvico, outras estratégias terapêuticas vêm sendo exploradas. Estudos como o de Picado e Cano, (2022), abordam a neuromodulação do nervo tibial posterior como técnica alternativa no controle da IU, com resultados promissores em casos refratários. Da mesma forma, o estudo de Valentini, Robain e Marti, (2014), destaca a importância da avaliação urodinâmica para a personalização do tratamento, auxiliando na diferenciação entre os tipos de IU e na escolha da melhor intervenção.
A revisão de Shaker, et al, (2024), traz uma visão inovadora, sugerindo que alterações no microbioma urinário podem estar associadas à IU, e que a microbiota pode se tornar um alvo terapêutico futuro. Já o estudo de Long, Cheng e Zhang, (2024), ressalta a necessidade de incluir medidas de controle de peso e atividade física orientada como parte do tratamento fisioterapêutico preventivo.
Essas perspectivas complementam o modelo conservador tradicional e indicam que o manejo da IU deve evoluir para um cuidado multidimensional, que envolva avaliação funcional, intervenção muscular, hábitos de vida e aspectos emocionais.
5. CONCLUSÃO
A presente revisão de literatura evidenciou que a incontinência urinária é uma disfunção de alta prevalência que afeta mulheres em diferentes faixas etárias, inclusive jovens e nulíparas. Observou-se que, além de fatores clássicos como idade, gestações e partos, aspectos comportamentais, obesidade, hábitos miccionais inadequados e déficit de consciência perineal também contribuem para o surgimento da disfunção. Os exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico mostraram-se a principal abordagem fisioterapêutica, com eficácia comprovada na redução dos sintomas e na melhora da qualidade de vida, principalmente quando associados à educação em saúde, orientação supervisionada e técnicas complementares de reeducação corporal.
Além do fortalecimento muscular, outras estratégias vêm ganhando espaço, como a neuromodulação do nervo tibial posterior, a análise urodinâmica individualizada e estudos sobre o microbioma urinário, que ampliam a compreensão e o manejo da incontinência. Há consenso de que o diagnóstico precoce e o acompanhamento fisioterapêutico contínuo são fundamentais para prevenir complicações e promover o bem-estar físico e emocional dessas mulheres. Assim, reforça-se a importância de novas pesquisas voltadas à população jovem, de ações educativas sobre saúde pélvica e de políticas públicas que favoreçam o acesso a tratamentos conservadores eficazes e de baixo custo.
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