REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202509142130
Maria dos Remédios de Brito Silva1; Irlane Lisley da Silva Passos2; Maria Eduarda de Oliveira Bernardes3; Gabriela Cristina Pereira de Oliveira4; Ana Paula Duque Estrada Pacheco5; Elielza de Jesus Souza6; Fabiane Ribeiro7; Marcos Vitor Costa Castelhano8
RESUMO: Os ambientes educacionais se apresentam como espaços simbólicos, interativos e sociais na formação individual-coletiva dos seus membros circundantes, demonstrando a necessidade de consolidações de aspectos metodológicos-vivenciais de matriz colaborativa, fomentando, antes de tudo, formação de sujeitos críticos e socialmente engajados. Dentro dos enfoques educativos, Freire (1996) aborda que os processos educacionais devem ser alocados para além da hierarquização e/ou da padronização de saberes especificados, promovendo tendências libertadoras da boniteza do aprender e do ensinar em suas conjunções dinâmicas, tratando o aluno como agente de autonomia a partir de suas vivências e historicidades idiossincráticas. Mediante dos elementos avistados, o presente estudo discute sobre o imago conceitual e experiencial do aluno como agente de autonomia dentro dos escritos freirianos, assim como de autores associados a tal espectro teórico-prático, tendo como plano de fundo os paralelos centrais entre as resultantes compreensivas de matriz crítica e os cenários educativos atuais. Para tanto, o método de revisão narrativa, enquanto possibilidade técnica em pesquisa bibliográfica, foi empregada como alternativa na construção argumentativa e revisão de dados acadêmicos, tendo como base artigos científicos, capítulos de livros e outras obras especializadas associadas ao tema descrito, sendo localizados nas plataformas digitais do Google Acadêmico, Scielo e PePSIC. Sendo assim, exposto os campos introdutórios e as objetivações gerais de pesquisa, seguem as demais pontuações de pesquisa, objetivando reflexões, apontamentos e discussões sobre o aluno como agente de autonomia à luz das elaborações freirianas.
Palavras-chave: Freire. Aluno. Autonomia. Educação.
ABSTRACT: Educational environments present themselves as symbolic, interactive, and social spaces in the individual-collective development of their surrounding members, demonstrating the need to consolidate collaborative methodological and experiential aspects, fostering, above all, the development of critical and socially engaged individuals. Within educational approaches, Freire (1996) argues that educational processes must be allocated beyond the hierarchy and/or standardization of specified knowledge, promoting liberating tendencies of the beauty of learning and teaching in their dynamic conjunctions, treating the student as an agent of autonomy based on their idiosyncratic experiences and historicities. Based on the elements identified, this study discusses the conceptual and experiential image of the student as an agent of autonomy within Freire’s writings, as well as those of authors associated with this theoretical-practical spectrum, against the backdrop of the central parallels between the comprehensive results of a critical matrix and current educational scenarios. To this end, the narrative review method, as a technical possibility in bibliographic research, was employed as an alternative for constructing arguments and reviewing academic data. This method was based on scientific articles, book chapters, and other specialized works related to the topic described, located on the digital platforms Google Scholar, Scielo, and PePSIC. Therefore, having outlined the introductory fields and general research objectives, the remaining research points follow, aiming to foster reflections, notes, and discussions on the student as an agent of autonomy in light of Freire’s elaborations.
Keywords: Freire. Student. Autonomy. Education.
RESUMEN: Los entornos educativos se presentan como espacios simbólicos, interactivos y sociales en el desarrollo individual y colectivo de sus miembros, lo que demuestra la necesidad de consolidar aspectos metodológicos y experienciales colaborativos, fomentando, sobre todo, el desarrollo de individuos críticos y socialmente comprometidos. Dentro de los enfoques educativos, Freire (1996) argumenta que los procesos educativos deben asignarse más allá de la jerarquía o estandarización de conocimientos específicos, promoviendo tendencias liberadoras de la belleza del aprendizaje y la enseñanza en sus conjunciones dinámicas, considerando al estudiante como un agente de autonomía basado en sus experiencias e historicidades idiosincrásicas. Con base en los elementos identificados, este estudio discute la imagen conceptual y experiencial del estudiante como agente de autonomía en los escritos de Freire, así como en los de autores asociados a este espectro teórico-práctico, en el contexto de los paralelismos centrales entre los resultados integrales de una matriz crítica y los escenarios educativos actuales. Para ello, se empleó el método de revisión narrativa, como una posibilidad técnica en la investigación bibliográfica, como alternativa para la construcción de argumentos y la revisión de datos académicos. Este método se basó en artículos científicos, capítulos de libros y otras obras especializadas relacionadas con el tema descrito, disponibles en las plataformas digitales Google Scholar, Scielo y PePSIC. Por lo tanto, tras definir los campos introductorios y los objetivos generales de la investigación, se presentan los puntos restantes, con el objetivo de fomentar reflexiones, observaciones y debates sobre el estudiante como agente de autonomía a la luz de las elaboraciones de Freire.
Palabras clave: Freire. Estudiante. Autonomía. Educación.
INTRODUÇÃO
Os ambientes educacionais se apresentam como espaços simbólicos, interativos e sociais na formação individual-coletiva dos seus membros circundantes, demonstrando a necessidade de consolidações de aspectos metodológicos-vivenciais de matriz colaborativa, fomentando, antes de tudo, formação de sujeitos críticos e socialmente engajados (Jacome et al., 2024).
Dentro dos enfoques educativos, Freire (1996) aborda que os processos educacionais devem ser alocados para além da hierarquização e/ou da padronização de saberes especificados, promovendo tendências libertadoras da boniteza do aprender e do ensinar em suas conjunções dinâmicas, tratando o aluno como agente de autonomia a partir de suas vivências e historicidades idiossincráticas.
Mediante os elementos avistados, o presente estudo discute sobre a imagem conceitual e experiencial do aluno como agente de autonomia dentro dos escritos freirianos, assim como de autores associados a tal espectro teórico-prático, tendo como plano de fundo os paralelos centrais entre as resultantes compreensivas de matriz crítica e os cenários educativos atuais.
Para tanto, o método de revisão narrativa, enquanto possibilidade técnica em pesquisa bibliográfica, foi empregado como alternativa na construção argumentativa e revisão de dados acadêmicos, tendo como base artigos científicos, capítulos de livros e outras obras especializadas associadas ao tema descrito, sendo localizados nas plataformas digitais do Google Acadêmico, Scielo e PePSIC.
Sendo assim, expostos os campos introdutórios e as objetivações gerais de pesquisa, seguem as demais pontuações de pesquisa, objetivando reflexões, apontamentos e discussões sobre o aluno como agente de autonomia à luz das elaborações freirianas.
DESENVOLVIMENTO
Em um primeiro momento, esboça-se que as edificações propostas ao longo da vida e obra de Paulo Freire permitem mudanças paradigmáticas nos campos educacionais contemporâneos, trazendo à tona a educação enquanto motor central do desenvolvimento de perspectivas críticas, interativas e socioculturais nas atividades e experiências educativas, distanciando-se dos moldes tradicionais (Gadotti, 2019).
Nesse sentido, Castelhano, Santos e Ferreira (2023) exprimem que compreensões educativas pautadas para além das unilateridades técnicas em si mesmas, fomentando proposições dialógicas nas interações dentro e fora da sala de aula, trazendo à tona eixos libertadores e socialmente engajados nas edificações pedagógicas.
Ainda nesse raciocínio, Formiga, Castelhano e Silva (2023) abordam que o pensamento freiriano lapida noções voltadas aos aspectos e possibilidades transformadoras da educação, considerando os seus sentidos individuais-coletivos, demonstrando que, mesmo com a presença notável de contrastes sistêmicos e funcionais nos âmbitos sociais e educativos, os espectros educacionais continuam sendo uma base necessária e essencial para formação global e idiossincrática do sujeito.
No estudo de Silva, Santos e Castelhano (2023), a partir de diálogos direcionais entre as obras de gadottianas e as perspectivas freirianas, extremamente influentes em suas edificações teórico-práticas, avista-se que os espaços escolares, a partir de suas potencialidades cidadãs e formativas, devem permitir a consolidação de tendências participativas, valorizando os panoramas socioculturais, comunitários e intersubjetivos presentes nas constituições educativas.
Com isso, entende-se que, partindo dos alinhamentos entre a educação contemporânea e as tendências freirianas, as consolidações da autonomia do alunato se tornam cenários prováveis a partir do momento que as aplicações e expressões educativas se propõem a edificar espaços e experiências transformadoras, levedando em consideração os sujeitos por intermédio de suas necessidades, demandas e interesses (Brito et al., 2024).
De forma complementar, pontua-se que os estudos desenvolvidos por Freire, ao longo de sua jornada vivencial, profissional e acadêmica, não se limitam a ações fragmentadas nos polos educativos, um exemplo disso pode ser visto nos de trabalhos de Castelhano e colaboradores (2023), pautado nas interações entre os campos freirianos e psicológicos-críticos acerca da Educação de Jovens Adultos – EJA, e de Jacome e pesquisadores (2023), direcionado a partir dos diálogos significativos entre os estudos do autor e as perspectivas socioambientais.
Na obra Pedagogia do Oprimido, Freire (1974) retrata que as estruturações educacionais atuais são regidas pelas lógicas bancárias, que direcionam as atuações pedagógicas através de mediações mecânicas mediante as noções de aprendizagem do alunato, baseando-se no viés de transmissão de conhecimentos social e historicamente lapidados, não existindo uma participação ativa do estudante.
Nessa perspectiva, o aluno é visto como um depósito passivo de informações, uma vez que as tendências bancárias, em suas instâncias metodológicas e antidialógicas, edificando, ao mesmo tempo que perpetuam, meios padronizados e reprodutórios, servindo de força motriz para a dominação social e a posição submissa do sujeito oprimido em suas historicidades e atuações contingentes (Freire, 1974).
Em contrapartida, o autor (1974), ao se distanciar de tais modelos dominantes nos espectros socioeducacionais, propõe o desenvolvimento e consolidação de uma pedagogia dialógica de matriz libertadora, trazendo à tona que as práticas educativas, como um todo, considerando também as suas especificidades, vai além das atitudes de exposição de saberes, promovendo as forças de saberes e experienciais por via de uma postura pedagógica horizontalizada voltadas à conscientização e autonomia do sujeito.
Em outra produção, no caso a Pedagogia da Esperança, Freire (1992) aborda que, a partir de releituras de seus escritos e panoramas teórico-práticos anteriores, o educador, sobretudo em suas óticas e ações dialógicas, esboça-se como uma personagem central nas transformações e atuações direcionais na educação contemporânea, estando aberto para os contatos diretos com as realidades, necessidades e interesses dos alunos.
Dessa forma, a esperança, visualizada não como um substantivo irrestrito, expressa-se como um conjunto de ações, de atuações e de atitudes necessárias e contínuas nos espaços e objetivações educacionais, mobilizando visualizações e mudanças perante dos panoramas e contradições dos cenários educacionais atuais (Freire, 1992).
Seguindo tal lógica, a esperança, no sentido ético e dinâmico da palavra, encontra as suas matrizes no pensamento freiriano por intermédio dos olhares e práticas críticas, tendo em mente que qualquer tipo de transformação significativa ganha espaços amplos através das mobilizações individuais-coletivas, distanciando-se de posições passivas e/ou de aceitação incondicional dos obstáculos presentes nos âmbitos sociais, históricos e educacionais (Freire, 1992).
Para Freire (1996), em obras posteriores, a exemplo de Pedagogia da Autonomia, as práticas pedagógicas devem seguir liames democráticos, inclusivos e éticos mediante as idiossincrasias estruturais e individuais-coletivas em que os estudantes estão inseridos, demonstrando que o ensino-aprendizagem também participa da formação crítica do aluno perante das cosmovisões e atuações em sociedade.
Nesse segmento, o professor, ao relativizar a sua posição magnânima de saber, geralmente defendida nos moldes educacionais de caráter tradicional, permite-se participar e encontrar os alunos através de seus interesses e historicidades intersubjetivas, demonstrando que, além do ensinar em um sentido direcional, o educador deve estar disposto a apreender com o seu alunato, assumindo um papel de curiosidade, de busca e de ignorância consciente (Freire, 1996).
Ainda em tais colocações, Freire (1996) defende que um dos objetivos centrais das práticas educacionais, como um todo dinâmico e multifatorial, giraria em torno da autonomia do educando, promovendo uma capacitação vivencial e uma tomada de consciência crítica, assim como a fomentação de meios dialógicos para a compreensão e atuação sobre a sua realidade global, não se prendendo apenas aos vieses tecnicistas.
Para finalizar, pontua-se que o aluno, enquanto personagem central nas discussões e experiências educativas, partindo das premissas e edificações freirianas, deve ser visualizado como um sujeito ativo e dotado de uma historicidade intersubjetiva, desmontando a necessidade das atuações educacionais se basearem em óticas libertadoras e dialógicas, servindo de força motriz para a autonomia e formação cidadã e crítica dos membros presentes nos universos educativos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em síntese, destaca-se que as noções atreladas à autonomia dos alunos na obra de Freire, considerando os seus vastos percursos teórico-práticos e experienciais, ultrapassa as óticas mecânicas que visualizam os espectros de tal conceito ancoradas em uma ótica individualizada, posto que a autonomia, como exposto no texto científico, insere-se nos engajamentos individuais-coletivos dentro e fora dos espaços educacionais, tendo como matrizes a formação crítica do sujeito, indo de encontro com as premissas opressoras instauradas ao decorrer das estruturações societárias.
Complementando a fala acima, fica claro que as transformações propostas por uma educação libertadora e dialógica, ao mesmo tempo que dialética e multimodal, são elementos centrais para a formação crítica do sujeito, levando em consideração a sua participação ativa e crítica nos espectros da autonomia, ressaltando que quando somadas com políticas públicas e com o engajamento coletivo tendem a servir de vetores centrais em tais consolidações pedagógicas e educativas.
REFERÊNCIAS
BRITO, J. F. ; FERNANDES, J. M. B. ; VICENTE, V. L. ; FERNANDES, T. V. ; CASTELHANO, MARCOS VITOR COSTA ; RAMALHO NETO, A. E. ; MEDEIROS, E. S. . A AUTONOMIA ENQUANTO RESULTANTE EDUCATIVA: UM DIÁLOGO ENTRE FREIRE E AS POSSIBILIDADES EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS. In: Marcos Vitor Costa Castelhano e colaboradores. (Org.). TEMAS EDUCACIONAIS NA CONTEMPORANEIDADE: EXPOSIÇÕES DIALÓGICAS. 1ed.Belém-PA: RFB Editora, 2024, v. 1, p. 9-16.
CASTELHANO, M. V. C. ; SANTOS, A. B. ; FERREIRA, P. L. . As elaborações freirianas perante das compreensões educativas na contemporaneidade: levantamentos dialógicos. REVISTA COOPEX, v. 14, p. 4250-4257, 2023.
CASTELHANO, M. V. C.; SANTOS, P. F. ; LUCIO, A. S. ; RAMALHO NETO, A. E. ; LUCIO, G. H. ; SOUSA, J. F. . Eja e as possibilidades educacionais-políticas da democratização do saber: diálogos entre freire e o modelo psicológico crítico. REVISTA COOPEX, v. 14, p. 2397-2406, 2023.
FORMIGA, M. M. M. ; CASTELHANO, M. V. C. ; SILVA, E. B. E. . A POTÊNCIA TRANSFORMATIVA DA EDUCAÇÃO EM VISTA DE SEUS CONTRASTES: UM OLHAR FREIRIANO. Revista Científica Integr@ção, v. 4, p. 134-140, 2023.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: Um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio Janeiro: Paz e Terra, 1992
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1974.
JACOME, K. L. B. ; CASTELHANO, M. V. C. ; SILVA, A. M. ; SILVA, M. D. P. ; SILVA, M. D. P. ; GOMES, A. P. M. ; GUIMARAES, J. A. A. ; SILVA, W. S. . O pensamento freiriano e as modalidades ambientais perante dos âmbitos pedagógicos contemporâneos: pontuações reflexivas-executórias. REVISTA COOPEX, v. 14, p. 4219-4226, 2023.
JACOME, K. L. B. ; CASTELHANO, M. V. C. ; RIBEIRO, W. R. ; FERREIRA, P. L. ; GUIMARAES, T. T. S. . A INSTITUIÇÃO ESCOLAR E AS FORMAÇÕES INDIVIDUAIS-COLETIVAS DO ALUNO: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO FREIRIANO. In: Marcos Vitor Costa Castelhano et al.. (Org.). SOCIEDADE E OS ÂMBITOS EDUCATIVOS NA CONTEMPORANEIDADE: TEMÁTICAS VARIADAS. 1ed.Pombal-PB: Editora Verde – GVAA, 2024, v. 1, p. 9-18.
SILVA, A. F. ; SANTOS, P. F. ; CASTELHANO, M. V. C. . A ESCOLA DOS SONHOS E AS POSSIBILIDADES PARTICIPATIVAS: REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO FREIRIANO NA CONTEMPORANEIDADE. Revista Científica Integr@ção, v. 4, p. 141-147, 2023.
1Licenciada em Pedagogia. Pós graduação em docência do Ensino Superior. Mestranda em Tecnologia Emergentes em Educação.
2Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU. Especializada em Psicopedagogia pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.
3Licenciada em Pedagogia. Pós-graduada em Educação Especial e AEE. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação.
4Pedagoga. Especialista em Tecnologias, Mídias e Linguagens na Educação pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. Email gabis.cristina.oliva@gmail.com.
5Graduada em Letras. Pós-graduada em Revisão de texto. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação.
6Licenciada em Pedagogia- Magistério . Pós graduada em Docência do Ensino Superior. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação.
7Técnica em Edificações. Graduada em Arquitetura e Urbanismo. Graduada em Pedagogia, Pós graduada em Educação e Gestão Ambiental. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação.
8Mestre em Ciências da Educação pela World University Ecumenical, tendo o diploma reconhecido no território nacional na área de Ensino pela Universidade Metropolitana de Santos – UNIMES.
