FISIOTERAPIA NA DOENÇA DE ALZHEIMER: REVISÃO SISTEMÁTICA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202510142035


Daniela de Santana Riello Penhoela
Giovana Soares da Silva
Karla de França Garcia
Maria Thalita Felix dos Santos
Orientador(A): Profº Ms Chrystianne de Melo Setter


RESUMO

O presente Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo compreender a progressão da Doença de Alzheimer (DA) e identificar quais técnicas e recursos fisioterapêuticos são utilizados no manejo dessa condição neurodegenerativa, por meio de uma revisão sistemática da literatura. Foram analisados artigos científicos publicados em bases como PubMed, SciELO, Google Acadêmico, BVS, ERIC e MedLine.

Os resultados apontam que a fisioterapia exerce papel essencial na manutenção da mobilidade, prevenção de complicações motoras e melhora da qualidade de vida, sobretudo em fases moderadas e avançadas da doença. Intervenções fisioterapêuticas, como exercícios de fortalecimento, treino de equilíbrio, mobilidade funcional e técnicas respiratórias, mostraram-se eficazes para retardar o declínio funcional. A revisão reforça a importância da abordagem multidisciplinar e destaca a necessidade de políticas públicas que ampliem o acesso ao tratamento fisioterapêutico no Sistema Único de Saúde (SUS).

Palavras-chave: Alzheimer. Fisioterapia. Qualidade de vida. Reabilitação

ABSTRACT

This Final Paper aims to understand the progression of Alzheimer’s Disease (AD) and to identify which physiotherapy techniques and resources are used in the management of this neurodegenerative condition, through a systematic literature review. Scientific articles published in databases such as PubMed, SciELO, Google Scholar, BVS, ERIC and MedLine were analyzed.

The results show that physiotherapy plays an essential role in maintaining mobility, preventing motor complications and improving quality of life, especially in moderate and advanced stages of the disease. Physiotherapeutic interventions, such as strengthening exercises, balance training, functional mobility and respiratory techniques, proved to be effective in slowing functional decline. The review reinforces the importance of a multidisciplinary approach and highlights the need for public policies to expand access to physiotherapy treatment within the Brazilian Unified Health System (SUS).

Keywords: Alzheimer’s Disease. Physiotherapy. Quality of life. Rehabilitation.

INTRODUÇÃO

A Doença de Alzheimer (DA) é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta predominantemente idosos, caracterizando-se por declínio cognitivo, alterações comportamentais e comprometimento funcional. Inicialmente, a doença compromete regiões cerebrais como o hipocampo, responsável pela memória, e, à medida que progride, afeta outras áreas, levando à perda de autonomia e qualidade de vida dos pacientes (FERREIRA et al., 2022).

A Doença de Alzheimer (DA) é a principal causa de demência em idosos no Brasil, representando entre 50% e 60% dos casos, conforme indicado por estudos nacionais (SILVA; SOUZA; MENEZES, 2021). Atualmente, estima-se que 1,2 milhão de brasileiros convivam com a doença, com cerca de 100 mil novos casos diagnosticados anualmente (AGÊNCIA GOV, 2023).

O envelhecimento populacional tem contribuído para o aumento da incidência da D A, representando um desafio crescente para os sistemas de saúde e para a sociedade em geral (SILVA; SOUZA; MENEZES, 2021).

Além disso, a prevalência da DA aumenta significativamente com a idade, variando de 0,16% entre indivíduos de 65 a 69 anos até 23,4% em pessoas com mais de 85 anos (SILVA; SOUZA; MENEZES, 2021). O aumento da expectativa de vida no Brasil, evidenciado pelo crescimento de 57,4% no número de idosos entre 2010 e 2022, sugere que a incidência de Alzheimer continuará a crescer nas próximas décadas (AGÊNCIA GOV, 2023).

A Doença de Alzheimer possui etiologia multifatorial, envolvendo fatores genéticos, ambientais e processos biológicos. Mutações nos genes APP, PS1 e PS2 estão relacionadas às formas hereditárias de início precoce, enquanto a presença da Apolipoproteína E está associada ao aumento do risco da forma esporádica. Além disso, níveis elevados de colesterol, hipertensão e outras condições metabólicas estão entre os fatores ambientais que podem favorecer o desenvolvimento da doença (FERREIRA et al.,2022)

Processos inflamatórios e estresse oxidativo também desempenham papel fundamental na progressão da DA. A ativação de células do sistema imune no cérebro e a produção de radicais livres contribuem para a degeneração dos neurônios, levando ao declínio cognitivo. Assim, a interação entre predisposição genética, hábitos de vida e alterações celulares ajuda a explicar a complexidade da origem da doença (SILVA;SOUZA;MENEZES,2021;RIBEIRO;OLIVEIRA,2019;CARVALHO et al.,2021).

Fisiopatologicamente, a DA é caracterizada pela deposição extracelular de placas de β-amiloide e emaranhados neurofibrilares intracelulares de proteína tau hiperfosforilada, resultando em neurodegeneração e atrofia cerebral (RIBEIRO; OLIVEIRA, 2019).

Clinicamente, a DA manifesta-se inicialmente por perda de memória recente e dificuldades de aprendizagem. Com a progressão, surgem alterações na linguagem, funções executivas e habilidades motoras. Nos estágios avançados, os pacientes podem apresentar apatia, agitação, agressividade e desorientação (SOUZA et al., 2018).

A Doença de Alzheimer (DA) evolui por estágios distintos, cada um com características específicas. No estágio inicial, conhecido como fase leve, os pacientes apresentam dificuldades com tarefas complexas e esquecimentos frequentes. A memória recente é a mais afetada, enquanto a memória remota permanece relativamente preservada. Alterações sutis na linguagem e dificuldades em encontrar palavras também são comuns. Nessa fase, os indivíduos podem manter certa independência, mas começam a necessitar de apoio em atividades mais exigentes (CARVALHO et al., 2007).

À medida que a doença progride para o estágio moderado, as limitações tornam-se mais evidentes. Os pacientes apresentam dificuldades significativas em atividades cotidianas, como gerenciar finanças, cozinhar ou realizar tarefas domésticas. A memória de eventos recentes deteriora-se ainda mais, e podem surgir desorientação temporal e espacial. Alterações comportamentais, como irritabilidade, agitação e sintomas depressivos, são frequentes. Nessa fase, a supervisão torna-se essencial para garantir a segurança e o bem-estar do paciente (CARVALHO et al., 2007).

No estágio avançado, ou fase grave, a dependência é quase total. Os pacientes perdem a capacidade de comunicação verbal eficaz, podendo limitar-se a poucas palavras ou tornar-se não verbais. A mobilidade é comprometida, levando frequentemente à necessidade de assistência para locomoção. Funções básicas, como alimentação e higiene pessoal, requerem auxílio integral. Além disso, complicações como infecções recorrentes e dificuldades de deglutição são comuns, aumentando o risco de mortalidade (CARVALHO et al., 2007).

O prognóstico da DA é de declínio progressivo, com sobrevida média após o diagnóstico variando entre 8 a 10 anos. A velocidade da progressão pode ser influenciada por fatores como idade de início, comorbidades e intervenções terapêuticas (FREITAS; NASCIMENTO, 2022).

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento multidisciplinar integral e gratuito para pacientes com Alzheimer, incluindo medicamentos que ajudam a retardar a progressão dos sintomas (AGÊNCIA GOV, 2023). 

O tratamento da DA é multidisciplinar, envolvendo abordagens farmacológicas e não farmacológicas. Medicamentos como inibidores da colinesterase e antagonistas do receptor NMDA são utilizados para aliviar sintomas cognitivos. Intervenções não farmacológicas incluem terapia ocupacional, suporte psicológico e atividades que estimulem a cognição (MARTINS et al., 2020).

A fisioterapia desempenha um papel crucial na manutenção da mobilidade e prevenção de complicações motoras na DA. Alterações motoras podem surgir nos estágios moderados da doença, incluindo dificuldades na marcha e equilíbrio, aumentando o risco de quedas (SANTOS; LIMA; OLIVEIRA, 2019). A intervenção fisioterapêutica precoce visa retardar o declínio funcional, promover a independência nas atividades diárias e melhorar a qualidade de vida (CARVALHO et al., 2021).

Escolhemos abordar a fisioterapia na Doença de Alzheimer devido à experiência de alguns integrantes acompanharem familiares acometidos por essa condição. Buscamos compreender melhor as intervenções disponíveis para auxiliar na prevenção e manejo, visando oferecer suporte adequado e melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores.

METODOLOGIA

Método: A metodologia deste estudo é no formato de uma revisão sistemática, pois neste tipo de pesquisa é possível averiguar um conjunto de informações sobre determinado assunto e conhecer os dados e resultados relevantes, auxiliando o profissional na busca e orientação de informações, que tenham fundamentos em evidências científicas para poder direcionar e traçar os objetivos e condutas adequadas da prática clínica 

Critério de elegibilidade: Essa revisão será realizada por meio da estratégia de PICO observada abaixo. A estratégia de PICO é um acrônimo para Paciente, Intervenção, Comparação e “Outcomes” (Desfecho). Em uma revisão sistemática esses quatro componentes são elementos fundamentais para a questão da pesquisa e busca bibliográfica sobre o assunto (SANTOS et al., 2007)

Descrição da estratégia de PICO 

P – Pacientes que tenham a doença de Alzheimer. Estudos que apresentarem outros tipos de patologias serão excluídos. 

I – O uso da fisioterapia em pacientes com doença de Alzheimer. 

C – Comparação de técnicas e recursos usados na Fisioterapia Motora. 

O – Desfecho de quando e como a fisioterapia atua na doença de Alzheimer. 

Fontes de dados e estratégia de busca: Será realizado uma revisão sistemática a partir de uma consulta retrospectiva sem limites cronológicos, os artigos serão selecionados em seis bases de dados bibliográficos – Ferramenta de busca: PubMed, Scientific Electronic Library Online (SciELO), Google Acadêmico, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Education Resources Information Center (ERIC) e Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MedLine). A coleta de artigos será iniciada em abril de 2025 até setembro de 2025, sendo que a estratégia de busca foi realizada por meio do cruzamento de descritores da saúde (DeCS e MeSHs) e termos relevantes para o tema, nos idiomas inglês, português e espanhol. Para as buscas nas bases de dados serão utilizados os seguintes descritores: “Physical Therapy Modalities” (DeCs) and “Alzheimer Disease “(DeCs) OR “Physiotherapy” (DeCs)  OR “Alzheimer Disease “(DeCs)

As informações relevantes, encontradas nos artigos, serão apresentadas em forma de tabelas descritivas, considerando-se as seguintes variáveis: ano de publicação, tipo de estudo, amostra, objetivos, técnicas de avaliação, intervenção e resultados. A análise dos resultados será realizada por uma análise descritiva.

RESULTADOS PARCIAIS

Durante a pesquisa realizada entre março e agosto de 2025, foram localizados 42 estudos. Após leituras críticas em grupo e aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 12 artigos foram selecionados para compor esta revisão sistemática.

Grande parte dos estudos evidenciou benefícios da fisioterapia no tratamento de pacientes com Alzheimer, principalmente no controle de sintomas motores, na preservação da autonomia funcional e na melhoria da qualidade de vida (ANDRADE, 2024; BRANDÃO, 2024).

Os principais recursos fisioterapêuticos encontrados foram:

  • exercícios aeróbicos leves,
  • treino de equilíbrio e marcha,
  • alongamentos,
  • fisioterapia respiratória,
  • atividades de estimulação cognitiva associadas a movimentos corporais (REVISTA FT, 2024; SOUZA et al., 2025).

Muitos estudos mostram que o movimento é mais do que uma questão física, ele também é psicológico, social e até emocional. Quando falamos de programas de exercícios voltados para a saúde e a qualidade de vida, não estamos lidando apenas com a melhora da força ou da resistência, mas também com a possibilidade de recuperar autonomia, confiança e até mesmo um senso de pertencimento.

É importante também pensar no tempo. Muitas vezes, as pessoas esperam resultados rápidos, mas o corpo precisa de constância. Programas mais longos, que ultrapassam 12 semanas, oferecem benefícios mais sólidos e perceptíveis, tanto na mobilidade quanto nas atividades diárias. Isso mostra que a reabilitação e o cuidado com a saúde não devem ser vistos como algo pontual, mas sim como um investimento contínuo na qualidade de vida.

Observamos que o grande desafio é incentivar a adesão e criar programas que sejam prazerosos, porque a motivação é um fator-chave para a continuidade. Exercícios em grupo, atividades adaptadas às preferências individuais e acompanhamento profissional podem fazer toda a diferença nesse processo. Por fim, vale destacar o que já foi comprovado cientificamente, “Programas multimodais (exercícios aeróbicos, de força e equilíbrio) apresentaram resultados mais consistentes que intervenções isoladas” (CÂMARA-CALMAESTRA et al., 2022). 

DISCUSSÃO

Os achados desta revisão demonstram que a fisioterapia tem impacto positivo e direto na qualidade de vida dos pacientes com Alzheimer, mesmo sendo uma doença progressiva e sem cura. A prática regular de exercícios físicos auxilia na plasticidade neural, favorecendo a manutenção da função cognitiva e motora (PAHLAVANI, 2023).

Estudos analisados reforçam que estratégias como reabilitação da marcha, fortalecimento muscular e uso de tecnologias, como gameterapia, têm mostrado benefícios adicionais (SOUZA et al., 2025).

Apesar disso, ainda há desafios quanto à padronização dos protocolos fisioterapêuticos, especialmente no contexto do SUS. Profissionais relatam dificuldades em manter atendimentos contínuos devido a limitações de acesso e recursos (DIPRAT TREVISAN et al., 2021).  Portanto, fica evidente que a fisioterapia deve ser considerada parte essencial do cuidado multidisciplinar em Alzheimer, não apenas pelo impacto motor, mas também pelos efeitos positivos na cognição, no bem-estar e no suporte ao cuidador, a fisioterapia não apenas contribui para o bem-estar físico, como também pode desacelerar o avanço da doença por meio de exercícios específicos, ela mantém a funcionalidade, preserva a autonomia e auxilia o paciente a realizar suas atividades diárias com mais segurança e qualidade de vida.

CONCLUSÃO

A Doença de Alzheimer representa um dos maiores desafios para a saúde pública diante do envelhecimento crescente da população. Essa condição não afeta apenas a memória e as funções cognitivas, mas repercute diretamente na autonomia e na qualidade de vida de quem a vivencia, além de impactar famílias inteiras que assumem o papel de cuidado diário.

Nesse cenário, a fisioterapia surge como um recurso essencial. Quando iniciada de forma precoce e mantida continuamente, contribui para a preservação da funcionalidade, previne complicações motoras e favorece o bem-estar físico e emocional. Mais do que exercícios, trata-se de um cuidado que promove movimento, dignidade e esperança, permitindo que o paciente mantenha sua independência pelo maior tempo possível. As evidências reunidas em estudos recentes confirmam que programas multimodais e estratégias inovadoras de fisioterapia retardam a progressão da doença e reduzem a sobrecarga sobre os cuidadores. Esses benefícios não se restringem ao paciente, mas se estendem ao núcleo familiar, trazendo alívio, segurança e qualidade às relações afetadas pelo Alzheimer.

Diante disso, torna-se cada vez mais necessário que sejam desenvolvidos protocolos específicos de fisioterapia voltados para cada estágio da doença. Ao mesmo tempo, é fundamental que políticas públicas ampliem o acesso a esses serviços no Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo que o cuidado especializado não seja privilégio de poucos, mas um direito assegurado a todos.

Assim, o enfrentamento do Alzheimer passa a ser visto não apenas como uma questão médica, mas também social e humana, onde a fisioterapia desempenha um papel decisivo na construção de uma vida mais plena, mesmo em meio aos limites impostos pela doença.

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