FECHAMENTO DE COMUNICAÇÃO BUCO-SINUSAL COM BOLA DE BICHAT

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511161253


Mayne Depizzol de Amorim
Fernanda Pereira Batista Guimarães


RESUMO 

A comunicação buco-sinusal (CBS) é uma complicação frequente pós-exodontia de molares superiores, exigindo intervenção cirúrgica quando não há fechamento espontâneo. Este artigo teve como objetivo analisar a efetividade e performance clínica da técnica de fechamento de CBS utilizando o corpo adiposo bucal (bola de Bichat) em comparação com outros métodos cirúrgicos, como retalhos vestibulares e palatinos. Por meio de uma revisão integrativa da literatura, constatou-se que a bola de Bichat apresenta elevado índice de sucesso, suportado pela sua rica vascularização, que promove epitelização rápida e reduz o risco de infecções e recidivas. As vantagens incluem baixa morbidade no sítio doador, preservação da profundidade do sulco vestibular e ausência de cicatrizes externas. Conclui-se que a técnica se configura como uma opção superior e confiável, especialmente em casos complexos ou de falha prévia, oferecendo um pós-operatório mais confortável e resultados estéticos funcionais satisfatórios. 

Palavras chaves: Comunicação Buco-Sinusal; Corpo Adiposo Bucal; Bola de Bichat; Cirurgia Oral; Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos. 

ABSTRACT 

Oroantral communication (OAC) is a common complication following the extraction of upper molars, requiring surgical intervention when spontaneous closure does not occur. This article aimed to analyze the effectiveness and clinical performance of the closure technique for oroantral communication (OAC) using the buccal fat pad (Bichat’s ball) compared to other surgical methods, such as vestibular and palatal flaps. Through an integrative literature review, it was found that the buccal fat pad has a high success rate, supported by its rich vascularization, which promotes rapid epithelialization and reduces the risk of infection and recurrence. Advantages include low donor site morbidity, preservation of vestibular sulcus depth, and the absence of external scarring. It is concluded that the technique is a superior and reliable option, especially in complex cases or previous surgical failures, offering a more comfortable postoperative period and satisfactory a esthetic-functional results. 

Keywords: Oroantral Communication; Buccal fat pad; Oral surgery; Reconstructive Surgical Procedures; Bichat’s fat pad. 

1. INTRODUÇÃO 

Dentre os seguimentos da Odontologia, a cirurgia oral é uma parte de grande relevância, sendo um dos procedimentos mais frequentes a extração (exodontia) de dentes. Nas exodontias de molares e pré-molares superiores é comum ocorrer a chamada comunicação buco-sinusal (CBS). Esse quadro é uma complicação cirúrgica significativa que acontece, pois há uma relação muito próxima entre o ápice das raízes desses dentes e o assoalho do seio maxilar, podendo criar um caminho anormal entre a boca e o seio maxilar. Se essa conexão não se fechar sozinha ou for tratada de maneira inadequada, a CBS pode se transformar em uma fístula buco-sinusal. Se transformando em um ponto de entrada para germes da boca, frequentemente causando sinusite maxilar crônica, necessitando assim, de cirurgia para o correto bloqueio do trajeto. (MATOS et al., 2021; REIS et al., 2021; BRANDÃO NETO et al., 2024). 

Diante da complexidade do fechamento da CBS, diversas técnicas cirúrgicas foram desenvolvidas ao longo dos anos. Entre elas, destacam-se os retalhos vestibulares e palatais, enxertos de tecido conjuntivo e o uso de biomateriais. No entanto, a busca por um método que unifique uma alta taxa de sucesso com menor morbidade levou ao ressurgimento e à popularização de uma técnica inovadora. Essa abordagem utiliza uma estrutura anatômica naturalmente disponível, o corpo adiposo bucal, conhecido como Bola de Bichat (ROCHA, 2020; ANAND et al., 2022; MELO et al., 2022). 

O nome “Bichat” é uma homenagem ao renomado anatomista e fisiologista francês Marie François Xavier Bichat (1771-1802). Até hoje conhecido como o “pai da histologia moderna” e um dos fundadores da anatomia geral. Um de seus principais legados foi a descrição dessa massa de tecido adiposo que se localiza na bochecha (HAUBRICH, 2003). 

A crescente aceitação dessa opção traz um questionamento importante para a prática clínica baseada em evidências, como os prós e contras da utilização da bola de Bichat para fechar as comunicações buco-sinusais em comparação com outras técnicas cirúrgicas. Essa questão se faz relevante por ajudar os cirurgiões- dentistas a escolherem o método mais seguro, confiável e confortável para seus pacientes. Principalmente considerando alto índice de sucesso ao utilizar a bola de Bichat em contrapartida relatos do retorno do problema exercendo outras técnicas (UGARTE, 2024). 

Com base no questionamento supracitado, a técnica que utiliza a gordura de Bichat é considerada a mais adequada por estar localizada perto da área afetada, o que torna o acesso cirúrgico mais fácil. Além disso, essa gordura possui uma boa irrigação sanguínea por ser altamente vascularizada, o que ajuda na cicatrização e reduz o risco de complicações após a cirurgia. Também existem estudos que indicam que essa técnica causa poucas mudanças estéticas e funcionais, como a diminuição do sulco vestibular, algo comum ao utilizar retalhos vestibulares, mantendo assim a funcionalidade da boca (CANDAMOURTY et al., 2012; KFOURI et al., 2021; OLIVEIRA, 2022; ARAÚJO, 2024). 

Para explorar essas premissas, esta revisão de literatura tem como principal objetivo analisar a técnica de fechamento da CBS com a bola de Bichat em comparação com outras técnicas disponíveis. Ademais avaliar sua eficácia clínica e taxas de sucesso, além de examinar suas vantagens estéticas, especialmente a preservação do sulco vestibular. Também descreve o processo de cicatrização, que é favorecido pela boa vascularização da área. Além de, investigar o perfil de complicações ligado ao local doador. 

2. MATERIAIS E MÉTODOS 

Esta pesquisa busca sintetizar e avaliar as evidências atualmente existentes sobre o método de fechamento da comunicação buco-sinusal com a bola de Bichat, comparar sua eficácia, vantagens e desvantagens com outras técnicas cirúrgicas. 

O mecanismo de seleção foi realizado em três etapas: a triagem inicial pelo tema, a análise de resumos e, por fim, a leitura completa dos artigos que são conceitualmente relevantes. Os dados coletados foram organizados e analisados levando em conta as características do estudo, a técnica cirúrgica utilizada, a taxa de sucesso, o tempo para cicatrização do epitélio, mudanças no sulco vestibular, complicações relatadas e problemas na área doadora. 

A integração dos dados foi obtida por meio de análise de conteúdo sobre a temática, o que permitiu comparar a técnica da bola de Bichat com outras abordagens cirúrgicas de acordo com os objetivos definidos. Foram incluídos estudos que, mesmo não fazendo comparações diretas, permitissem entender as vantagens e desvantagens com base nos resultados apresentados. 

Para coletar os dados, foi realizado um levantamento de artigos relevantes que tratassem diretamente da técnica da bola de Bichat e suas comparações, sejam elas explícitas ou implícitas, com outras técnicas. 

A busca foi realizada em bases de dados eletrônicas, incluindo Google Acadêmico, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e PubMed, utilizando descritores como “comunicação bucosinusal”, “bola de Bichat“, “Bichat’s fat pad” “fechamento cirúrgico”, “retalho vestibular” e “retalho palatino”, combinados pelos conectores lógicos para refinar os resultados — operadores booleanos AND (E) e OR (OU). 

O conjunto analisado consistiu em artigos científicos completos publicados entre 2003 e 2025, em português ou inglês, focando em relatos de caso, séries de casos e artigos de revisão que detalhasse a técnica cirúrgica, os cuidados durante e após a operação, além dos resultados e complicações. 

Assim, este trabalho se organiza como uma revisão integrativa da literatura, baseada em relatos de caso e estudos clínicos recentemente publicados, para oferecer uma análise comparativa sólida e ajudar na tomada de decisões fundamentadas no tratamento da CBS. 

3. REVISÃO LITERÁRIA 

3.1 EFICÁCIA CLÍNICA E TAXAS DE SUCESSO DA BOLA DE BICHAT 

A técnica que usa o tecido adiposo da boca mostra grande eficácia clínica no fechamento de comunicações entre a boca e os seios nasais, com taxas de sucesso entre 90% e 100%, conforme relatos em diferentes estudos de casos. Um estudo feito em 2014, registrando 30 casos apresentou sucesso de 93,3% nos procedimentos. A positividade do resultado reforça-se no surgimento de relatos mais recentes que registram o fechamento completo da comunicação em acompanhamentos que variaram de 3 meses a 1 ano e 3 meses, sem sinais de retorno do problema (DHIBA, 2014). 

Além disso, pesquisas de longo prazo acompanharam pacientes por até 15 meses e mostraram que os resultados satisfatórios se mantiveram ao longo do tempo (AMORIM et al., 2020; MELO et al., 2022). 

Em quadros clínicos mais complexos, a presente técnica mantém uma performance estável, não havendo registros de recidiva ao utilizar a bola de Bichat para o fechamento buco-sinusal, mesmo quando aplicada em casos que anteriormente usaram retalhos vestibulares e falharam. Sendo consistente e segura em cenários clínicos desafiadores (BRANDÃO NETO et al., 2024; UGARTE, 2024). 

3.2 VANTAGENS ESTÉTICAS E PRESERVAÇÃO ANATÔMICA 

As vantagens da técnica de fechamento de CBS se destaca em relação às outras abordagens cirúrgicas. Os retalhos vestibulares, como por exemplo, apresentam registros com alto índice de sulcos vestibulares diminuídos, acarretando problemas como comprometer reabilitações futuras. Outro exemplo são retalhos palatais que deixam extensa área cruenta (com sangramento ativo) que cicatrizam por segunda intenção, requerem maior tempo cirúrgico e expõe o paciente a um processo de maior desconforto (ROCHA, 2020; ANAND et al., 2022). 

Esta abordagem em relação a estética, é especialmente valiosa, uma vez que mantém a dimensão vertical do vestíbulo e evita a formação de cicatrizes significativas. Também se destaca, a capacidade desta gordura bucal de se integrar harmonicamente aos tecidos adjacentes, sem induzir deformidades ou assimetrias. Desse modo, por ser um modo operatório totalmente intra-oral, oferece um resultado final elevado no ponto de vista funcional e estético, atendendo as necessidades estéticas contemporâneas (ARAÚJO, 2024). 

3.3 PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO E VASCULARIZAÇÃO 

A acelerada cicatrização observada na abordagem com a bola de Bichat é diretamente atribuível à sua notória vascularização, proveniente dos ramos das artérias maxilar e facial. Esta rica irrigação sanguínea promove uma epitelização rápida da massa adiposa, que tipicamente ocorre entre duas a quatro semanas, mesmo quando parte do enxerto permanece inicialmente exposta na cavidade oral (CANDAMOURTY et al., 2012; ROCHA, 2020). 

O surgimento de uma barreira epitelial eficaz em curto prazo representa uma vantagem significativa sobre técnicas que utilizam materiais avasculares, pois reduz substancialmente o período de vulnerabilidade à contaminação bacteriana e acelera o tempo total de recuperação do paciente, oferecendo um período pós cirúrgico com melhor qualidade de vida (KFOURI et al., 2021). 

A epitelização espontânea da superfície exposta do corpo adiposo bucal, documentada em estudos, pode ocorrer de forma centrípeta, partindo das bordas da ferida em direção ao centro, criando uma cobertura mucosa durável e funcional. Este processo biológico natural elimina a carência de enxertos de pele ou membranas adicionais, simplificando o procedimento e reduzindo custos (PINTO-NETO et al., 2023). 

3.4 MORBIDADE NO SÍTIO DOADOR E COMPLICAÇÕES 

A morbidade associada ao sítio doador da bola de Bichat é considerada baixa quando comparada a outras técnicas cirúrgicas. Complicações significativas no local de coleta do panículo adiposo são raras, restringindo-se geralmente a edema pós- operatório transitório e, ocasionalmente, hematomas de resolução espontânea (LOSS, 2022; OLIVEIRA, 2022). 

Não foram relatadas nos estudos analisados sequelas funcionais ou estéticas de longo prazo decorrentes da remoção parcial do tecido gorduroso bucal, nem injúrias as estruturas neuro-vasculares importantes quando realizada técnica cirúrgica adequada. Esta segurança do procedimento reforça seu perfil de baixo risco, especialmente, quando contrastado com a potencial morbidade de retalhos palatais, que podem envolver dor significativa e risco de sangramento da artéria palatina maior (CAPALBO-SILVA et al., 2022). 

3.5 ANÁLISE COMPARATIVA DE COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 

A confrontação das taxas de complicações pós-operatórias revela um perfil favorável para a utilização da técnica com a bola de Bichat. Sendo que, as principais complicações reportadas incluem necrose parcial do tecido adiposo, que geralmente se resolve com a epitelização sem comprometer o resultado final, e infecções de baixa prevalência (FERREIRA et al., 2024; GADELHA et al., 2024). 

Em contraste, os retalhos vestibulares apresentam maior incidência de deiscência de sutura, redução do fundo de vestíbulo e retração tecidual, enquanto os retalhos palatais estão associados à significativo desconforto pós-operatório, sangramento e potencial necrose do retalho (AMORIM et al., 2020). 

A abordagem com a bola de Bichat demonstrou particular eficácia na prevenção de recidivas, mesmo em comunicações de maiores dimensões, estabelecendo-se como alternativa confiável com menor índice de complicações graves (REIS et al., 2021). 

3.6 APLICABILIDADE EM CASOS ESPECIAIS 

A versatilidade da técnica com a bola de Bichat estendeu-se a populações específicas, como pacientes diabéticos, onde revelou eficiência clínica quando associada a retalho vestibular, e em casos com envolvimento sinusal mais complexo, onde pode ser combinada com membranas de colágeno para otimizar os resultados (CAPALBO-SILVA et al., 2022; GADELHA et al., 2024). 

A referida adaptabilidade a diferentes cenários clínicos, incluindo situações onde outras técnicas teriam limitações, reforça sua aplicabilidade expandida na prática cirúrgica oral, oferecendo uma solução confiável mesmo em condições sistêmicas desfavoráveis ou em presença de comorbidades locais (MATOS et al., 2021). 

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Com fundamento nas evidências levantadas, constata-se que com a bola de Bichat destaca-se como uma escolha confiável e vantajosa para o fechamento de comunicações buco-sinusais quando comparada aos métodos convencionais. Esta superioridade é evidenciada pela combinação única de benefícios que atende aos objetivos inicialmente propostos: 

  • Alta eficácia clínica, com taxas de sucesso consistentemente superiores a 90%. 
  • Preservação estética e funcional ao manter a arquitetura do recesso vestibular. 
  • Cicatrização acelerada sustentada por sua notória vascularização. 
  • Baixa morbidade no sítio doador. 
  • Menor incidência de complicações pós-operatórias significativas quando comparada a retalhos vestibulares e palatinos. 

Além disso, os pressupostos que fundamentaram este estudo mostraram-se consistentes com os achados: 

  • A topografia anatômica privilegiada e a excelente vascularização de fato facilitam o acesso cirúrgico, aceleram a cicatrização e reduzem complicações. 
  • A técnica minimiza alterações estéticas e funcionais, preservando a integridade da cavidade oral. 
  • A técnica mostrou-se particularmente vantajosa em casos complexos e de recidiva, nos quais métodos convencionais haviam falhado anteriormente. 

Como limitações desta revisão, reconhece-se a escassez de estudos comparativos que quantifiquem de forma precisa as diferenças entre as técnicas. 

Recomenda-se, portanto, a realização de pesquisas que comparem objetivamente parâmetros como tempo de epitelização, dor pós-operatória e satisfação do paciente entre as diferentes abordagens. 

Para a prática clínica, sugere-se a consideração da bola de Bichat como opção de primeira linha para à coaptação de CBS em dimensões reduzidas a moderadas, especialmente quando a preservação anatômica, harmonia estética e o conforto pós-operatório são prioritários. 

5. REFERÊNCIAS 

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