RISK FACTORS AND PREVENTION OF NASAL SEPTUM INJURY IN PRETERM INFANTS USING CPAP: AN INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511241206
Camila Aparecida Moreira Fernandes
Kelly de Jesus Almeida Carvalho
Rafaella Rocha Figueiredo
Nayara Caroline Pereira
RESUMO
A lesão de septo nasal constitui uma das complicações mais recorrentes entre recém-nascidos prematuros (RNPT) submetidos à Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP), devido à fragilidade cutânea inerente à prematuridade, ao uso prolongado do dispositivo e às variações no ajuste e monitoramento da interface. Considerando a relevância clínica e epidemiológica desse evento adverso, esta revisão integrativa teve como objetivo identificar, analisar e sintetizar as evidências científicas brasileiras publicadas em 2025 sobre os fatores de risco e as estratégias de prevenção da lesão de septo nasal em RNPT em uso de CPAP. A busca contemplou artigos completos, monografias e relatórios institucionais disponíveis em português, nas bases Google Scholar e repositórios acadêmicos, seguindo critérios de inclusão previamente estabelecidos. Os resultados evidenciam que os principais fatores associados às lesões incluem o baixo peso ao nascer, idade gestacional reduzida, imaturidade da pele, inadequação da interface nasal, pressão excessiva da fixação, ausência de protocolos padronizados e tempo prolongado de ventilação não invasiva. As estratégias preventivas mais eficazes envolvem a correta seleção e adaptação das interfaces, uso de barreiras protetoras, monitorização periódica da integridade cutânea, capacitação das equipes e implementação de protocolos multiprofissionais estruturados. Conclui-se que a prevenção da lesão de septo nasal depende de práticas sistematizadas e da atuação integrada entre fisioterapia e enfermagem, embora ainda haja escassez de estudos com métodos robustos capazes de quantificar a efetividade das intervenções preventivas.
Palavras-chave: prematuridade; CPAP nasal; lesão de septo nasal; ventilação não invasiva; fisioterapia neonatal.
ABSTRACT
Nasal septum injury is one of the most frequent complications among preterm newborns (PTNB) undergoing Continuous Positive Airway Pressure (CPAP), resulting from the intrinsic cutaneous fragility of prematurity, prolonged device use, and inconsistencies in interface fitting and monitoring. This integrative review aimed to identify, analyze, and synthesize Brazilian scientific evidence published in 2025 regarding risk factors and preventive strategies for nasal septum injury in PTNB receiving CPAP. The search included full articles, undergraduate theses, and institutional reports available in Portuguese, retrieved from Google Scholar and academic repositories, following predefined inclusion criteria. The findings show that the main associated factors include low birth weight, reduced gestational age, skin immaturity, inadequately sized nasal interfaces, excessive fixation pressure, lack of standardized protocols, and prolonged use of noninvasive ventilation. Effective preventive strategies encompass proper interface selection and adaptation, use of protective barriers, periodic skin integrity monitoring, staff training, and the implementation of structured multidisciplinary protocols. It is concluded that preventing nasal septum injury relies on systematic practices and coordinated actions between physiotherapy and nursing teams, although evidence capable of quantifying the effectiveness of these interventions remains scarce.
Keywords: prematurity; nasal CPAP; nasal septum injury; noninvasive ventilation; neonatal physiotherapy.
1 INTRODUÇÃO
A prematuridade permanece como um dos maiores desafios da neonatologia contemporânea, representando a principal causa de morbimortalidade no período neonatal. Recém-nascidos prematuros (RNPT), definidos como aqueles nascidos com menos de 37 semanas de idade gestacional, apresentam limitações estruturais e fisiológicas significativas, especialmente no que diz respeito à integridade da pele e ao sistema respiratório. A imaturidade pulmonar, caracterizada por déficit de surfactante, baixa complacência e inadequada arquitetura alveolar, contribui para um padrão respiratório instável e maior risco de complicações (CASTRO; MACEDO, 2024).
A ventilação não invasiva (VNI), principalmente por meio da Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP), representa uma das intervenções mais utilizadas e eficazes para estabilização respiratória em RNPT. O CPAP promove aumento da capacidade residual funcional, melhora da troca gasosa e redução do esforço respiratório. Entretanto, o uso prolongado desta terapia está diretamente associado ao desenvolvimento de lesões por pressão na região nasal, especialmente na columela e no septo (DOMINGOS et al., 2025).
A lesão de septo nasal é considerada um evento adverso frequente em unidades neonatais, variando de hiperemia leve a ulcerações profundas, podendo até requerer suspensão temporária do CPAP. A etiologia envolve múltiplos fatores, como interface mal dimensionada, uso de força excessiva na fixação, movimentação do RN, tempo prolongado de VNI e ausência de protocolos assistenciais padronizados (LUIZ et al., 2025).
Além dos fatores extrínsecos, o RNPT apresenta características biológicas que potencializam a ocorrência de lesões, como pele fina, reduzido tecido subcutâneo, maior permeabilidade e vulnerabilidade a agentes mecânicos. A atuação da fisioterapia neonatal, em conjunto com a enfermagem, tem papel essencial tanto no manejo respiratório quanto na prevenção de lesões decorrentes dos dispositivos utilizados (PUC GOIÁS, 2025).
Diante disso, compreender os fatores associados e as estratégias preventivas disponíveis é fundamental para minimizar danos e aprimorar a qualidade da assistência neonatal. Assim, este estudo tem como objetivo identificar e analisar as evidências científicas nacionais sobre fatores de risco e estratégias de prevenção da lesão de septo nasal em RNPT em uso de CPAP, publicadas nos anos de 2024 e 2025.
2 MÉTODO
Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, método que permite reunir, analisar e sintetizar evidências provenientes de diferentes tipos de documentos, incluindo artigos científicos, Trabalhos de Conclusão de Curso e relatórios institucionais, relacionados à atuação da fisioterapia na prevenção e manejo da lesão de septo nasal associada ao uso de CPAP em recém-nascidos prematuros (RNPT). A busca foi realizada no ano de 2025 nas plataformas Google Scholar, repositórios institucionais de universidades brasileiras e bases de periódicos nacionais, utilizando os descritores “prematuridade”, “CPAP nasal”, “lesão nasal”, “lesão de septo nasal”, “ventilação não invasiva” e “fisioterapia neonatal”, combinados por operadores booleanos.
Foram incluídos estudos publicados entre 2024 e 2025, em língua portuguesa, com acesso integral ao texto, que abordassem fatores de risco, estratégias de prevenção ou atuação fisioterapêutica no contexto do CPAP nasal em RNPT. Foram considerados artigos científicos, trabalhos acadêmicos e documentos institucionais pertinentes ao tema. Excluíram-se estudos anteriores a 2024, textos em outros idiomas, documentos sem acesso completo ou que não apresentassem relação com a atuação da fisioterapia ou com a lesão de septo nasal associada à ventilação não invasiva.
O processo de seleção ocorreu em três etapas sucessivas: leitura de títulos (106 registros), leitura dos resumos (34 registros) e leitura integral dos textos potencialmente elegíveis (12 registros). Ao final, seis estudos atenderam aos critérios estabelecidos e compuseram a amostra final da síntese. Para cada documento selecionado, foram extraídas informações referentes ao tipo de estudo, ano de publicação, intervenções fisioterapêuticas descritas, fatores de risco, estratégias preventivas identificadas, indicadores de resultado (quando disponíveis) e limitações metodológicas.
A análise dos dados foi conduzida de forma temática, estruturando-se os achados em três eixos principais: fatores de risco associados ao desenvolvimento de lesão de septo nasal, estratégias preventivas adotadas pelas equipes multiprofissionais e contribuições específicas da fisioterapia no contexto da ventilação não invasiva em prematuros.
3 RESULTADOS
A amostra final desta revisão integrativa foi composta por seis estudos, sendo quatro artigos científicos publicados em 2025, um Trabalho de Conclusão de Curso e um relatório institucional, que abordaram diferentes aspectos relacionados aos fatores de risco, prevenção e atuação fisioterapêutica frente à lesão de septo nasal em recém-nascidos prematuros (RNPT) em uso de CPAP nasal. De modo geral, os estudos evidenciaram a elevada frequência desse agravo no contexto neonatal e ressaltaram a necessidade de práticas assistenciais mais padronizadas.
Em relação aos fatores intrínsecos, todos os estudos analisados destacaram a imaturidade cutânea do RNPT como elemento central no desenvolvimento de lesões. A pele mais fina, a menor espessura do estrato córneo, a baixa produção de colágeno e a ausência de tecido subcutâneo tornam o prematuro mais vulnerável a danos mecânicos, especialmente quando submetido ao contato prolongado com interfaces nasais. Castro e Macedo (2024) reforçam que a fragilidade da epiderme e a reduzida capacidade de regeneração tecidual explicam a rápida evolução de hiperemia para ulcerações profundas quando não há intervenções preventivas adequadas. Além disso, peso ao nascer inferior a 1500 g e idade gestacional reduzida foram destacadas como condições que aumentam substancialmente o risco de lesão, uma vez que quanto menor o nível de maturidade estrutural, maior a probabilidade de dano.
Quanto aos fatores extrínsecos, os artigos convergem em apontar a inadequação da interface nasal como uma das principais causas evitáveis de lesão. Prongas em tamanho inadequado, posicionamento incorreto, desalinhamento da interface, excesso de tensão na fixação e materiais rígidos foram citados repetidamente como fatores que aumentam a pressão sobre a columela. O estudo de Luiz et al. (2025) evidenciou que grande parte das lesões estava associada à escolha incorreta do tamanho da pronga, além de falhas na inspeção periódica da pele durante a permanência do dispositivo. O tempo prolongado de uso da VNI também foi apontado como fator relevante. A revisão sistemática de Domingos et al. (2025) demonstrou que períodos superiores a sete dias elevam expressivamente o risco de dano tecidual, especialmente quando associados a interfaces rígidas ou mal estabilizadas.
Outros fatores extrínsecos identificados incluem limitações estruturais das unidades, como equipes reduzidas, número insuficiente de profissionais treinados e inadequação de materiais. O relatório institucional da PUC Goiás (2025) mostrou que, em unidades sem protocolos assistenciais bem definidos, as taxas de lesão eram significativamente maiores. A ausência de treinamentos específicos sobre CPAP, manuseio incorreto das prongas e falta de indicadores assistenciais de acompanhamento foram elementos associados à maior incidência de lesões.
No que se refere às estratégias preventivas, os estudos analisados demonstraram que intervenções simples e de baixo custo podem reduzir substancialmente a ocorrência de lesões. Entre as medidas mais citadas estão o uso de barreiras protetoras, como placas de hidrocoloide na columela, que atuam diminuindo a pressão e o atrito; a alternância entre diferentes interfaces (prongas e máscara nasal) quando clinicamente possível; a inspeção frequente da integridade cutânea; e a capacitação continuada da equipe de enfermagem e fisioterapia. O TCC da UNILEÃO (2025) e o estudo de Luiz et al. (2025) enfatizam que a correta fixação e adaptação do dispositivo são ações diretamente relacionadas à redução das lesões, evidenciando a importância de procedimentos padronizados e monitoramento contínuo.
Além disso, o estudo de Cavalcante et al. (2025), que abordou a efetividade clínica do CPAP, reforça que o manejo adequado da ventilação não invasiva, com ajustes individualizados do nível de pressão e estratégias fisioterapêuticas integradas, também contribui para diminuir o tempo de uso da interface nasal, reduzindo assim a exposição da pele à pressão contínua. Esse conjunto de evidências aponta que a atuação do fisioterapeuta vai além da escolha e ajuste da interface, abrangendo intervenções que podem otimizar a ventilação espontânea e acelerar o desmame da VNI, diminuindo o risco de lesões associadas ao uso prolongado do dispositivo.
Por fim, observou-se que, apesar do consenso sobre os principais fatores de risco e estratégias preventivas, ainda há escassez de estudos que avaliem quantitativamente a efetividade dessas medidas, sendo necessária uma maior padronização das práticas assistenciais e ampliação de estudos aplicados ao contexto neonatal brasileiro. Em síntese, os resultados demonstram que a lesão de septo nasal é um evento multifatorial, mas amplamente prevenível quando há monitoramento adequado, capacitação profissional e implementação de estratégias de cuidado baseadas em evidências.
4 DISCUSSÃO
Os achados desta revisão demonstram que a lesão de septo nasal em recém-nascidos prematuros submetidos ao CPAP nasal é um fenômeno multifatorial, resultante da interação entre vulnerabilidades biológicas próprias da prematuridade e fatores extrínsecos relacionados ao manejo do dispositivo respiratório pelas equipes assistenciais. Assim como evidenciado nos estudos analisados, a fragilidade cutânea característica do RNPT permanece como o principal fator predisponente, uma vez que a pele imatura apresenta baixa resistência mecânica, menor espessura do estrato córneo e reduzida capacidade de regeneração, tornando-se altamente suscetível ao cisalhamento e à pressão contínua exercida pelas prongas nasais.
Castro e Macedo (2024) reforçam que a estrutura cutânea do prematuro o torna vulnerável mesmo diante de pressões relativamente baixas, justificando a rápida progressão de lesões quando não há monitoramento sistemático da interface. Essa susceptibilidade é amplificada quando associada a fatores extrínsecos amplamente descritos na literatura, especialmente a inadequação da interface. O estudo de Luiz et al. (2025) apontou que o dimensionamento incorreto das prongas e a falta de simetria na fixação estão entre as principais causas evitáveis de lesões, demonstrando que o ajuste inadequado do dispositivo é um problema recorrente em UTINs brasileiras.
Outro ponto relevante diz respeito ao tempo de uso do CPAP, elemento indicado por Domingos et al. (2025) como fator de risco determinante. A permanência prolongada da interface em contato direto com a columela favorece o desenvolvimento de hiperemia persistente, edema e ulceração, sobretudo quando somada à movimentação espontânea do RN. A necessidade de reavaliações frequentes do ajuste e da pressão exercida pelo dispositivo mostra-se, portanto, essencial para reduzir o dano tecidual.
Os estudos também mostraram que fatores organizacionais influenciam diretamente a incidência da lesão. O relatório institucional da PUC Goiás (2025) evidenciou que, em unidades sem protocolos assistenciais estruturados ou rotinas padronizadas de inspeção da pele, ocorreu maior incidência de lesões, evidenciando a importância do estabelecimento de normas internas bem definidas. A ausência de capacitação contínua das equipes e a realização de cuidados de forma não padronizada reforçam a necessidade de treinamento multiprofissional sistemático.
A atuação da fisioterapia destaca-se como ponto central no manejo preventivo e terapêutico da lesão de septo nasal. Além de realizar a seleção e a adaptação adequadas das interfaces, o fisioterapeuta desempenha papel fundamental na otimização da ventilação não invasiva, por meio do ajuste de pressões, do monitoramento contínuo da estabilidade respiratória e da condução do desmame. O estudo de Cavalcante et al. (2025) demonstra que o manejo fisioterapêutico qualificado contribui para reduzir o tempo de exposição ao CPAP, diminuindo a probabilidade de ocorrência de lesões cutâneas associadas ao uso prolongado.
Ainda que os artigos analisados apresentem convergência quanto aos fatores de risco e às estratégias de prevenção, observa-se uma lacuna metodológica importante, com predominância de estudos descritivos, documentos institucionais e revisões integrativas, sem ensaios clínicos ou estudos comparativos robustos. Essa ausência limita a generalização dos achados e reforça a necessidade de pesquisas futuras que avaliem, de forma sistemática, a eficácia de intervenções como o uso de hidrocoloide, a alternância de interfaces e a padronização de protocolos multiprofissionais.
Em síntese, a discussão evidencia que a lesão de septo nasal associada ao CPAP é amplamente prevenível quando há cuidado multiprofissional estruturado, monitoramento rigoroso e estratégias adequadas de manejo, cabendo à fisioterapia papel central na condução dessas práticas.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta revisão integrativa permitiu identificar, organizar e analisar os principais fatores de risco e estratégias de prevenção relacionados à ocorrência de lesão de septo nasal em recém-nascidos prematuros submetidos ao uso de CPAP. Os achados reforçam que esse agravo é frequente em UTINs brasileiras e está associado tanto às vulnerabilidades próprias da prematuridade quanto às práticas assistenciais adotadas pelas equipes de saúde.
Entre os fatores de risco mais relevantes destacam-se a imaturidade cutânea, o baixo peso ao nascer, a inadequação do tamanho e do ajuste da interface nasal, a pressão excessiva na fixação, a falta de monitorização contínua da integridade da pele e o tempo prolongado de uso do CPAP. Tais fatores demonstram que o desenvolvimento da lesão depende não apenas das condições biológicas do RNPT, mas também da qualidade do manejo clínico e da padronização dos cuidados oferecidos.
As estratégias de prevenção evidenciadas nos estudos incluem o uso de barreiras protetoras, como placas de hidrocoloide, inspeção frequente da região nasal, alternância entre tipos de interface, escolha criteriosa do tamanho das prongas, capacitação contínua das equipes de enfermagem e fisioterapia e implementação de protocolos assistenciais baseados em evidências. A atuação da fisioterapia mostra-se central em diversas etapas do cuidado, desde o ajuste adequado da interface até o manejo respiratório que contribui para o desmame do CPAP e redução do tempo de exposição ao dispositivo.
Embora os estudos incluídos apresentem contribuições importantes, limitações metodológicas foram identificadas, especialmente a ausência de estudos com delineamentos experimentais ou comparativos que permitam avaliar de forma quantitativa a eficácia das estratégias preventivas. Assim, recomenda-se que futuras pesquisas explorem intervenções específicas em maiores populações e em diferentes contextos assistenciais, buscando padronizar práticas e fortalecer a prevenção da lesão de septo nasal.
Conclui-se que a prevenção desse agravo exige uma abordagem multiprofissional integrada, com participação ativa da fisioterapia e da enfermagem, aliada à implementação de protocolos bem estruturados e à vigilância contínua da integridade cutânea. A adoção de práticas baseadas em evidências tem potencial para reduzir significativamente a incidência da lesão, promovendo maior segurança e qualidade no cuidado neonatal.
REFERÊNCIAS
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DOMINGOS, João Emanuel Pereira; TAVARES, Ana Raquel Bezerra Saraiva; SILVA, Vanusa Maria Gomes Napoleão; MAGALHÃES, Beatriz de Castro; MAIA, Guilhermi da Silva; CHAVES, Edna Maria Camelo. Prevenção de lesão por uso de dispositivo de ventilação não invasiva em prematuros: revisão sistemática. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 46, e20240262, 2025. DOI: 10.1590/1983-1447.2025.20240262.pt.
LUIZ, Arthur Henrique; ISHAC, Keli Fernanda dos Santos; BORGES, Paola Carla Oliveira; MAIGRET, Simone Buchignani; MINHARRO, Michelle Cristina de Oliveira. Processo de enfermagem na prevenção de lesão de septo nasal em recém-nascido pré-termo: revisão integrativa. Revista Pró-UniverSUS, v. 16, n. 3, p. 214–220, 2025. DOI: 10.21727/rpu.16i3.5293.
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UNILEÃO. Cuidados de enfermagem na prevenção de lesão de septo nasal por CPAP em neonatologia: revisão integrativa. Trabalho de Conclusão de Curso — Centro Universitário UNILEÃO, 2025.
