THE PRACTICE OF BODYBUILDING AND PREGNANCY: AN INTEGRATIVE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202510191727
Iuri Jalison Goes De Souza
Orientador (A): Maria Irany Knackfuss
RESUMO
A percepção de que a saúde de alguém era determinada pela idade que uma pessoa poderia alcançar já vem sendo tangenciada, uma vez que o estado de saúde da população está intimamente ligado aos indicadores de saúde e os fatores de risco a eles associados. O que significa dizer, que mesmos apresentando uma maior expectativa de vida, isso não as tornas mais saudáveis, o que historicamente se tornou um problema, visto que até meados da década de 70 os cuidados com a saúde da mulher eram majoritariamente voltados para o para as fases da gestação, além de profundas desigualdades socioeconômicas, que por muitas vezes gera a falta de acesso aos serviços de saúde. O que consequentemente, gera vários fatores desfavoráveis para essa população, com destaque para a obesidade que vivenciada por mulheres de diferentes faixas etárias e classes sociais. O presente estudo é de caráter descritivo com recorte transversal, que ocorrerá por meio de um levantamento dos dados secundários contidos nos prontuários das mulheres entre 21 e 69 anos de idade praticantes de exercícios físicos no Centro de Referência e Controle de Obesidade. Logo, este estudo tem como objetivo analisar o perfil dos fatores de risco associados à saúde de mulheres obesas.
Palavras-chave: Exercício Físico, Indicadores de saúde comunitária, Síndrome metabólica, Obesidade, Saúde da mulher.
ABSTRACT
The perception that someone’s health was determined by the age a person could reach has already been challenged, since the health status of the population is closely linked to health indicators and the risk factors associated with them. This means that even though they have a longer life expectancy, this does not make them healthier, which has historically become a problem, since until the mid-1970s, women’s health care was mostly focused on the stages of pregnancy, in addition to profound socioeconomic inequalities, which often lead to a lack of access to health services. This consequently generates several unfavorable factors for this population, with emphasis on obesity experienced by women of different age groups and social classes. This study is descriptive in nature with a cross-sectional design, which will occur through a survey of secondary data contained in the medical records of women between 21 and 69 years of age who practice physical exercise at the Obesity Reference and Control Center. Therefore, this study aims to analyze the profile of risk factors associated with the health of obese women.
Key words: Physical exercise, Community health indicators, Metabolic syndrome, Obesity, Women’s health.
1 INTRODUÇÃO
Por muito tempo havia-se uma percepção de que a saúde de alguém era determinada pela idade que uma pessoa poderia alcançar, todavia com os avanços obtidos nas últimas décadas em ciência e tecnologia percebeu-se que não somente o tempo, mas também a qualidade de vida se tornara essencial ao se falar da saúde da população. Nesse sentido, é possível constatar que mesmo as mulheres tendo uma expectativa de vida de 79,9 em detrimento da expectava dos homens que é de 72,8 isso não significa dizer que elas tenham uma vida mais saudável do que a dos homens (Barroso et al.,2023).
Historicamente os cuidados com a saúde da mulher sofreram um descaso acentuado, visto que em meados do século 20, mais especificamente entre os anos de 1930 e 1970 a saúde da mulher era restrita aos períodos da gravidez e do parto, o que só reforçava a visão mais biologista, relativa à reprodução e do papel da mulher como mãe e doméstica (Souto; Moreira, 2021).
Esse recorte histórico aprofundou ainda mais as desigualdades socioeconômicos entre homens e mulheres o que gera impactos educacionais, de empregos e salários, o que por sua vez as tornam mais suscetíveis a violência doméstica e falta de acesso aos serviços de saúde (Cobo; Cruz; Dick, 2021).
Apesar dos vários avanços alcançados em relação aos direitos das mulheres na área da saúde, isso não as tornam necessariamente mais saudáveis, haja posto que ainda exista uma alta prevalência de doenças que assolam esse grupo, como doenças mentais, doenças sexuais, doenças infectocontagiosas e as doenças crônicas não transmissíveis, como é o caso da obesidade (Silva, 2022).
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a obesidade pode ser compreendida como acúmulo excessivo de gordura corporal, que pode gerar vários problemas à saúde, o que levou o Ministério da saúde (MS) juntamente com a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) a fazer um levantamento sobre a taxa de obesidade no Brasil, que revelou que até o ano de 2021 cerca de 22,4% dos adultos do Brasil estão em estado de obesidade (Brasil, 2023).
A obesidade se tornou um risco tão significativo que entre os brasileiros, que entre os anos de 2010 e 2021 foram totalizados 24.678 óbitos entre pessoas de 30 a 69 anos, sendo que entre e número de mortes a maioria foram mulheres, que juntas totalizaram 57% dos casos. Além disso, ao observar o recorte por faixa etária foi possível identificar que 15% e 25% das mortes foram com mulheres de 30 a 39 anos e de mulheres de 40 a 49 anos, enquanto mulheres mais velhas entre 50 e 59 e de 60 a 69, apresentaram ambas o percentual de 30%, o que sugere que caso a obesidade não seja combatida e mitigada durante a juventude, poderá ser um fator de risco ainda maior na velhice (Brasil, 2023).
Ao se falar de saúde é difícil não se remeter a doença, uma vez que ambos se encontram intimamente entrelaçados, o que significa dizer que tanto os indicadores de saúde quanto seus riscos associados então interdependentes, ou seja, a prevalência dos indicadores de saúde depende da contenção dos fatores de risco para que o corpo possa se manter em estado de homeostase (Negraes; Barba, 2022).
2 METODOLOGIA
Este estudo trata-se de uma pesquisa de revisão integrativa, onde foram estipulados os seguintes critérios de inclusão: estudos observacionais, ensaios clínicos, que apresentassem correlação entre protocolos de exercício resistido e/o exercício aeróbico no trato de pessoas com obesas com síndrome metabólica, que tivessem uma população composta pessoas adultas na faixa etária entre 21 e 69 anos. Sendo selecionados estudos escritos em português e/ou inglês, publicados nos últimos 5 anos.
Enquanto os critérios de exclusão, foram isentos os artigos que tivessem em outros métodos de tratamento para síndrome metabólica, como dietas mediterrâneas ou cetogênicas e aplicação de aplicação de fármacos. A pesquisa foi realizada entre os meses de maio e junho de 2025, utilizando como base artigos indexados nos periódicos Pubmed, BVS LILACS e Cochrane.
Como estratégia de busca, foram usados os seguintes descritores oficiais: ” Metabolic syndrome” [Mesh]; “Exercise” [Mesh]; “Obesity” [Mesh]. A combinação desses termos foi realizada utilizando o operador booleano “AND”. Todas as palavras chaves estão devidamente indexadas no DeCS/MeSH na base de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS).
Os procedimentos seguiram as seguintes etapas de execução: primeira etapa, a identificação do tema e seleção da hipótese/questão de pesquisa; já na segunda etapa, foi feito a definição dos critérios de inclusão e exclusão de estudos/ amostragem ou busca nas bases de dados; na terceira etapa, a definição das informações a serem apreciadas pelos estudos selecionados/ categorização dos estudos; durante quarta etapa, avaliação dos estudos incluídos na revisão integrativa; na quinta etapa, foi realizado a interpretação dos resultados; e na sexta e última etapa, foi destinada a apresentação da revisão/síntese do conhecimento.
Todo o processo de seleção e triagem dos artigos foram executados oir meio da utilização da plataforma online Rayyan QCRI.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Diante do levantamento das bases de dados, foram encontrados 426 artigos, sendo detectados 144 em duplicata. Após a exclusão dos estudos por duplicata, 352 estudos foram submetidos à leitura dos seus respectivos títulos e resumos resultando, o que culminou no número total de 336 artigos excluídos, dos quais 16 artigos apresentaram-se para elegíveis para apreciação do texto completo. Sendo assim, dos artigos remanescentes foram retirados aqueles que apresentaram caraterísticas destoantes dos critérios preestabelecidos, entres eles estão: fuga do tema; população com menores que 21 anos de idade; estudo e outros métodos de pesquisa que não apresentaram correlação delineando um total de 36 excluídos. Assim, os estudos incluídos para análise qualitativa resultaram em 4 artigos (Figura 1).

Figura 1- Fluxograma do processo de seleção dos estudos incluídos
Fonte: O autor (2025)
Nesse ensejo, são apresentados os resultados obtidos por meio da concepção autores dos estudos incluídos nesta pesquisa, com ênfase no efeito dos diferentes tipos de treinamento nos fatores de risco de pessoas obesas com síndrome metabólica. Como mostrado no quadro abaixo, estão os artigos selecionados, os tipos de estudos, a amostra e suas principais características, bem como os resultados e conclusões.
Sendo assim, ao analisar os artigos selecionados, foi observado que protocolos de treinamento envolvendo exercícios resistidos e/o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) desempenham efeito benéfico em vários dos fatores de risco que presentes em pessoas obesas com síndrome metabólica, como a redução do quadro hipertensivo, dos níveis de triglicerídeos e da circunferência abdominal, além da melhoria nos níveis de HDL e da sensibilidade a insulina. Além disso, foi possível verificar entre os artigos, que não só houve mudanças em outros marcadores metabólicos, como também em outros medidas antropométricas de indivíduos em seus respectivos estudos.
Nesse sentido, os estudos selecionados nesta pesquisa apresentam o exercício resistido e o HIIT como métodos de treinamento eficazes no que se diz respeito à redução dos fatores de risco associados a obesos com síndrome metabólica.
Dado posto, na tabela 1, estão presentes os artigos que abordam perspectivas convergentes no que se diz respeito a melhoria de alguns marcadores metabólicos e medidas antropométricas de pessoas obesas com síndrome metabólica através do exercício resistido e/ou HIIT, destacando os alguns dos benefícios que esses métodos de exercício podem propiciar.

Tabela 1 – Síntese dos estudos primários incluídos na revisão integrativa (n=5), (2025)
Fonte: (O autor, 2025)
O sedentarismo demostra ser um dos principais catalisadores no que se diz respeito aos fatores de risco a saúde, uma vez que o comportamento sedentário pode ocasionar no agravo de várias condições, como a obesidade e a síndrome metabólica. Dito isto, a prática de exercícios físicos e a redução do comportamento sedentário possuem um papel fundamental nesse processo, o que significa dizer que realização de atividade física de intensidade modera a vigorosa, com duração de 30 a 40 minuto, demostrou ser crucial para o combate dessas doenças (Sjöros et al., 2023).
Nesse sentido, é possível observar que o aumento nos níveis de atividade física diários ocasionou tanto uma redução no IMC, quanto na circunferência da cintura, sendo esta uma similaridade de ambos os grupos. Já em relação aos níveis de insulina, foi percebido que no grupo INT, a insulina em jejum diminuiu em relação ao grupo CONT, mas que não houve mudanças na sensibilidade à insulina, ou seja, antes haver de qualquer melhoria na sensibilidade à insulina, a insulina no plasma e os níveis de glicose devem cair Sjöros et al., 2023).
A prática regular de exercícios físicos aprimora os elementos associados à Síndrome Metabólica e ao Diabetes Mellitus tipo 2. Uma vida ativa regula os baixos níveis de colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL-c) no sangue, diminuindo o peso, a hipertrigliceridemia, a obesidade visceral e a hipertensão. Sendo assim, adotar um estilo de vida mais ativo é fundamental para aprimorar e prevenir riscos metabólicos (Mascaró et al., 2022).
O exercício físico por si só já apresenta uma melhoria substâncias em vários aspectos de pessoas com síndrome metabólica, mas quando associado com uma dieta os resultados podem ser ainda mais profícuos, como foi possível constatar em alguns testes que indivíduos que tiveram aumentos significativos na preensão manual sentada, no número flexões de braço, além de aumentos significativos nas taxas de VO2 máx. (Mascaró et al., 2022).
Geralmente, o tratamento da síndrome metabólica requer o uso de vários medicamentos. Entretanto, apesar do uso de diversos medicamentos, nem sempre é possível controlar adequadamente os fatores de risco oriundos de cada pessoa. Por outro lado, os poli fármacos resultam em interações entre medicamentos e uma má adesão ao tratamento, levando a resultados negativos no tratamento e em uma gestão imprópria da doença. Logo, a mudança nos hábitos comportamentais, acompanhada por tratamento farmacológicos, é uma constante na vida de pessoas com síndrome metabólica (Morales-palomo et al., 2023).
Ao serem submetido a uma rotina de exercícios físicos durante 5 anos foi observado redução tanto na pressão arterial quanto nas taxas de glicemia, o que não sou reduziu a quantidade de uso dos medicamentos relativos a essas comorbidades, como também reduziu o consumo geral de medicamentos consumido por esse grupo. Entretanto, houve um aumento no consumo desses mesmos medicamentos no grupo controle após 2 anos de estudo, havendo também outo aumento na fase terminal do estudo, mais especificamente após 5 anos (Morales-palomo et al., 2023).
Com o crescimento da expectativa de vida e da obesidade global, elevou-se a preocupação com a prevalência de Síndrome Metabólica, uma vez que dada sua interrelação de condições crônicas, como a hipertensão, associados a fatores de risco, como obesidade abdominal, dislipidemia aterogênica (triglicerídeos altos, partículas pequenas de LDL, colesterol HDL reduzido) e resistência à insulina (com ou sem intolerância à glicose) (Sardeli et al., 2022).
Durante um período de 16 semanas de intervenção conjunta entre o treinamento com atividades aeróbicas e de exercícios resistidos foi constatado, que em mulheres idosas com síndrome metabólica e hipertensão, apresentaram uma ampliação tanto da aptidão cardiorrespiratória, quanto da força muscular. Não obstante, por mais que tenha havido mudanças metabólicas significativas, apenas 4 indicadores metabólicos sofreram melhorias, sendo eles o 2-oxobutirato, 3-hidroxibutirato, ornitina e acetoacetato (Sardeli et al., 2022).
A obesidade mórbida, caracterizada por um Índice de Massa Corporal (IMC) de 40kg/m2, também conhecida como obesidade grau 3, é uma grave condição que pode levar a consequências cardiometabólicas letais, sendo uma das mais conhecidas a síndrome metabólica, que geram maiores índices de mortalidade totais, quando se comparado a pessoas com IMC normais (Delgado-Floody et al., 2021).
Ao avalizar as diferenças entre a aplicação de dois protocolos, onde o primeiro era iniciado HIIT mais o treinamento resistido, enquanto o segundo era teve a ordem invertido, ou seja, exercício resistido mais HIIT, constatou-se que ambos os grupos apresentaram melhoras significativas na pressão arterial, mas houve mudanças significativas na aptidão física no grupo HIIT mais exercício resistido em comparação com o grupo exercícios resistido mais HIIT. No entanto, essa foi a única diferença significativa entre os dois grupos, visto que ao analisar o valor delta de variação pré e pós teste, não foram detectadas mudanças significativas (Delgado-Floody et al., 2021).
Levando em consideração as discussões realizadas, a prática do exercício físico, seja ele o treinamento aeróbico o treinamento resistido, traz benefícios significativamente relevantes para pessoas obesas com síndrome metabólica, assim sendo fundamental o acompanhamento de um profissional de educação física para realizar a prescrição de maneira individualizada, assegurando dos diferentes protocolos de treinamento para a promoção da saúde dessa população.
4 CONCLUSÃO
Portanto, concluísse que a redução do comportamento sedentário e a prática de exercícios físicos, em especial o treinamento resistido e/ou a combinação com o HITT, apresentaram diversos benefícios no que se refere aos marcadores cardiometabólicos, medidas antropométricas e ganho de força para pessoas obesas com síndrome metabólica.
Nesse sentido, essa revisão apresenta-se como uma significativa contribuição para o profissional de Educação Física entender melhor alguns dos fatores de risco associado a obesos com síndrome metabólica, e alguns dos protocolos de exercícios utilizados no acompanhamento desses indivíduos.
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