EPIDEMIOLOGIA DO ALZHEIMER NA CIDADE DE PORTO NACIONAL-TO E O USO DE FITOTERÁPICOS NO PROLONGAMENTO DO BEM-ESTAR DO PACIENTE 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202510182316


Janielle Dias de Sousa Lima
Luis Gustavo A. B. Carneiro1
Michelle Geovanna Campos Oliveira
Orientadora: Ma. Taynara Augusta Fernandes


RESUMO

Introdução: O Alzheimer consiste em uma doença degenerativa e irreversível, sendo caracterizada, principalmente, pela perda de memória e disfunção intelectual. O acometimento precoce é aos 40 anos, apresentando recorrência familiar, e tardio aos 60 anos de idade. É uma doença de prevalência considerável e afeta não somente o paciente, mas também todo o seu conjunto familiar, sobretudo, no estado emocional e psíquico. Objetivos: Objetiva-se com o presente estudo analisar o perfil epidemiológico básico da doença de Alzheimer em indivíduos residentes em Porto Nacional – TO, bem como coletar dados sobre o número de casos de Alzheimer na população de Porto Nacional; identificar a idade e o sexo dos pacientes acometidos pela doença em questão e avaliar a utilização do tratamento fitoterápico no prolongamento do bem-estar do paciente com Alzheimer. Os dados serão coletados a partir da análise de prontuários dos pacientes. Além disso, será realizado uma revisão sistemática da literatura acerca do uso de fitoterápicos, buscando compreender o uso prolongado melhora o bem-estar desses pacientes. Metodologia: A presente pesquisa possui caráter qualiquantitativo, observacional, analítico do tipo transversal sobre pacientes idosos diagnosticados com Alzheimer. A população será composta por idosos residentes de Porto Nacional diagnosticados com Alzheimer. Resultados Esperados: Espera-se com a realização do presente trabalho verificar o perfil epidemiológico da Doença de Alzheimer nos moradores de Porto Nacional – TO.

Palavras-chave: Alzheimer. Fitoterápicos. Qualidade de vida.  

ABSTRACT

Introduction: Alzheimer’s is a degenerative and irreversible disease, characterized mainly by memory loss and intellectual dysfunction. Early involvement is at 40 years of age, presenting familial recurrence, and late at 60 years of age. It is a disease of considerable prevalence and affects not only the patient, but also his entire family set, especially in the emotional and psychic state. Objectives: The objective of this study is to analyze the basic epidemiological profile of Alzheimer’s disease in individuals living in Porto Nacional – TO, as well as to collect data on the number of Alzheimer’s cases in the population of Porto Nacional; identify the age and gender of patients affected by the disease in question and evaluate the use of herbal treatment in prolonging the well-being of Alzheimer’s patients. Data will be collected from the analysis of patients’ medical records. In addition, a systematic review of the literature on the use of herbal medicines will be conducted, seeking to understand the prolonged use of the well-being of these patients. Methodology: This research has a qualitative, observational, cross-sectional analytical character about elderly patients diagnosed with Alzheimer’s. The population will be composed of elderly residents of Porto Nacional diagnosed with Alzheimer’s. Expected Results: It is expected with the accomplishment of this study to verify the epidemiological profile of Alzheimer’s disease in the residents of Porto Nacional – TO.

Keywords: Alzheimer’s. Herbal. Quality of life.

1 INTRODUÇÃO

O Alzheimer consiste em uma doença degenerativa e irreversível, sendo caracterizada, principalmente, pela perda de memória e disfunção intelectual. O acometimento precoce é aos 40 anos, apresentando recorrência familiar, e tardio aos 60 anos de idade. É uma doença de prevalência considerável e afeta não somente o paciente, mas também todo o seu conjunto familiar, sobretudo, no estado emocional e psíquico (MARTINS; HANSEL; SILVA, 2016).

É importante relatar que o neuropatologista Alois Alzheimer, responsável pela descoberta da doença, identificou lesões desconhecidas em determinadas regiões do cérebro, o qual descreveu uma atrofia nos neurônios, as principais células cerebrais, cuja essa atrofia é resultado da perda das sinapses e dos neurônios (ARAÚJO et al., 2013).

Com isso, a doença de Alzheimer é uma das causas mais importantes de síndrome demencial e a sua prevalência aumenta gradualmente com o envelhecimento, visto que o maior fator de risco é a idade e o envelhecimento está ligado com a diminuição de grupos de células nervosas nas áreas cortical e subcortical, tornando ainda mais visíveis os sintomas da demência (FALCO et al., 2016).

Em se tratando de intervenções terapêuticas, nota-se a realização de fitoterapia, o qual diz respeito a uma forma de tratamento baseado em plantas, geralmente quando utilizadas como matéria-prima de determinados produtos, remédios ou medicamentos. Desse modo, o objetivo principal do tratamento fitoterápico é induzir as defesas naturais do organismo e atuar com maior eficácia ao ser utilizado constantemente (CARVALHO et al., 2008)

Portanto, observa-se que o uso das plantas medicinais continua crescendo progressivamente no tratamento dos problemas de saúde, devido à efetividade progressiva que faz com que haja uma maior adesão ao tratamento quando associado ao medicamentoso (FIGUEIREDO; GURGEL; JUNIOR, 2013).

A fitoterapia proporciona ao paciente um bem-estar prolongado, de modo que a qualidade de vida do mesmo é ampliada durante o seu tratamento. Consequentemente, o tratamento se torna mais fácil visto que o físico está diretamente associado ao psicológico e o paciente apresenta satisfação.

1.1 PROBLEMA DE PESQUISA

Qual a prevalência do Alzheimer na cidade de Porto Nacional-TO, qual o perfil epidemiológico básico da doença e o uso do tratamento fitoterápico prolonga o bemestar dos acometidos?

1.2 HIPÓTESE

A prevalência do Alzheimer em Porto nacional segue a mesma taxa brasileira que é de 0,04%. A idade de início dos sintomas é dos 40 aos 60 anos com maior prevalência no sexo masculino. O tratamento fitoterápico em pacientes com Alzheimer promove uma qualidade de vida melhor em relação a sintomatologia da doença.

1.3 JUSTIFICATIVA 

Ao observar a lacuna existente na qualidade de vida dos pacientes acometidos por Alzheimer, é de extrema importância conhecer a prevalência da doença na população, juntamente ao perfil epidemiológico dos acometidos. Ademais, é inegável a importância da busca pela efetividade dos fitoterápicos para essa doença, visando um prolongamento do bem-estar do indivíduo.

Compreende-se que a área da fitoterapia é uma fonte de resultados surpreendentes e tem forte potencial para o tratamento do Alzheimer, podendo minimizar suas consequências e retardar seu agravamento, consequentemente, melhorando a qualidade de vida do portador dessa doença.

Logo, a falta de reflexão sobre a efetividade dos fitoterápicos sob a ótica do prolongamento da qualidade de vida do paciente com Alzheimer pode prolongar o seu sofrimento, gerando desconforto não apenas para o paciente, mas também para os familiares.

2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL 

Analisar o perfil epidemiológico básico da doença de Alzheimer em indivíduos residentes em Porto Nacional – TO. 

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  1. Coletar dados sobre o número de casos de Alzheimer na população de Porto Nacional. 
  2. Identificar a idade e o sexo dos pacientes acometidos pela doença em questão.
  3. Avaliar a utilização do tratamento fitoterápico no prolongamento do bem estar do paciente com Alzheimer. 
3 REFERENCIAL TEÓRICO
3.1 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES COM ALZHEIMER

O Alzheimer é um problema comum a nível mundial e é reconhecida como uma patologia neurodegenerativa, sendo o principal agente causador da demência, além de ser um grande desafio para a saúde global. É um problema que se caracteriza através de multifatores que são capazes de provocar degeneração neuronal que se generaliza, além de ocasionar em dano sináptico que atinge especialmente o córtex e o hipocampo, levando ao atrofiamento cerebral difusa. A doença primitiva acontece por meio da formação de placas amiloides extracelulares compostos por depósitos peptídicos de amiloide-β (Aβ), provenientes da clivagem da proteína precursora de amilóde (APP) e entrelaçados neurofibrilares intracelulares (NFT) composto por proteína tau (proteína associada a microtúbulos) (CORREIA et al., 2021).

O MS (2012) caracteriza o Alzheimer em quatro estágios, sendo estes o estágio I, estágio II, estágio III e estágio IV. O estágio I é a fase inicial, ao qual ocorre a perda da memória, instabilidade drástica de humor e personalidade. O estágio II é a fase moderada, onde o indivíduo fica com dificuldade de desenvolver atividades rotineiras, como andar sozinho, e por este motivo necessita de monitoramento. O estágio III, é a fase grave e afeta a capacidade motora do portador de Alzheimer. Nesta fase o portador começa a apresentar incontinência urinária, fecal e dificuldade de se alimentar. O estágio IV é a fase terminal. Nesta fase a pessoa apresenta perda total da sua capacidade motora, ficando restrito ao leito e perde, na sua grande maioria das vezes, suas lembranças.

A ocorrência do Alzheimer é mais comum em indivíduos com idade acima de 65 anos e recebe diversas denominações, como demência senil, Alzheimer senil, dentre outras. Essa patologia, raramente, pode ocorrer de forma precoce, a partir dos 40 anos de idade, quando está associada a heranças ou mutações autossômicas dominantes (FAVARETTO et al., 2021). É uma doença que evolui com o envelhecimento, sendo a idade o maior fator predisponente para a doença. Sua prevalência é dobrada a cada cinco anos, a partir dos 65 anos de idade (SOARES et al., 2017).

Têm-se observado uma alta prevalência do Alzheimer em indivíduos do sexo feminino, sendo que esse fator pode ser explicado devido a várias condições relacionadas ao desenvolvimento de outras comorbidades, como é o caso da diabetes mellitus e da obesidade. Outra hipótese relevante é a de que as mulheres, quando mais jovens, são protegidas contra o estresse oxidativo devido a presença de estrógenos, porém, essa proteção, após a menopausa, é perdida. Diferentemente ocorre no sexo masculino, onde há um aumento gradual do estresse oxidativo cerebral conforme ocorre o progresso da idade (SOARES et al., 2017).

Logo, segundo dados publicados pelo IBGE, o Brasil possui em torno de 1,2 milhões de indivíduos com Alzheimer, sendo que a cada ano, estima-se que a incidência será de 100 mil novos casos, onde no ano de 2030 esse número poderá dobrar. Dessa maneira, observa-se que o Instituto Alzheimer Brasil afirma que um novo caso aparece a cada cinco segundos (BIGUETI; LELLIS; DIAS, 2018).

3.2 PREDOMINÂNCIA DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Qualifica-se que nos países desenvolvidos, o Alzheimer apresenta uma prevalência de, aproximadamente 1,5% na faixa etária dos 65 anos, chegando a 30% na idade de 80 anos. Esse índice, nos Estados Unidos, é de 3% a 11% em pessoas com 65 anos a mais, sendo que em pessoas com mais de 85 anos, estimase que de 25 a 47% possuem demência. No ano de 2019, nesse mesmo país, 4,5 milhões de idosos foram diagnosticados com Alzheimer, acarretando um gasto de, aproximadamente, 100 bilhões de dólares na saúde pública, provocando um grande impacto social (APRAHAMIAN; MARTINELLI; YASSUDA, 2009).

No Brasil, projeções revelam que a prevalência média desta patologia se encontra mais elevada que a mundial, onde pacientes com 65 anos de idade ou mais, há o aumento de casos, passando de 7,6% para 7,9% entre os anos de 2010 a 2020, surgindo 55.000 novos casos, anualmente (GUTIERREZ et al., 2014). 

Assim, a estatística é bem semelhante à mundial. Em estudo epidemiológico descritivo, retrospectivo realizado entre os anos de 2010 e 2019 no Brasil, verificouse que ocorreram 164.976 óbitos por Alzheimer, sendo que a região Sudeste foi a que obteve maior número de mortes, com 90.288 (54,72%). Ademais, a região Sul, apresentou maior taxa de mortalidade, com 6,12%, seguida da região Nordeste, com 2,61%. Ainda, observou-se que a região Norte apresentou os menores números de óbitos (3.828) e de taxa de mortalidade (1,21%) (MATOS et al., 2021).

Aprahamian; Martinelli e Yassuda (2009) destacam que a prevalência da demência aumenta de maneira progressiva conforme o envelhecimento populacional, sendo que a idade é o maior fator de risco para a doença. Idosos entre 60 e 64 anos de idade, apresentam prevalência de 0,7%, idosos entre 70 e 79 anos possuem uma prevalência de 5,6%, e os nonogenários apresentam uma prevalência de 38,6% de contraírem Alzheimer. Os autores destacaram, ainda, que a incidência se demonstra crescente mesmo na faixa etária dos mais idosos, ou seja, acima dos 95 anos.

Em uma pesquisa desenvolvida por Correia et al. (2021), com o objetivo de analisar os dados epidemiológicos da morbidade hospitalar e a mortalidade ocasionadas pela Doença de Alzheimer no Estado de Sergipe, entre os anos de 2008 e 2018, os autores constataram que a maior parte das internações foram de pessoas do sexo feminino (treze) contra (oito) do sexo masculino. A faixa etária mais atendida foi a de pacientes com 80 anos ou mais, com doze ocorrências. Entre os pacientes com 70 anos até 79 anos completos foram realizados seis atendimentos. Em dois casos os pacientes possuíam entre 60 e 69 anos de idade, porém realizaram atendimentos apenas um caso na faixa etária entre 50 e 59 anos de idade e os pacientes com 80 anos ou mais, pela própria progressão da doença, são os que apresentam as maiores complicações na Doença de Alzheimer. 

Ainda abordando tal estudo, verificou-se que a taxa de óbito foi de 23,8%, com cinco óbitos registrados durante esse período, sendo três pacientes do sexo masculino e dois do sexo feminino. Ainda, foi observado que dois pacientes com idade entre 70 e 79 anos evoluíram a óbito, com uma taxa de letalidade de 33,33%. Entre os 12 pacientes com 80 anos ou mais internados, dois morreram, apresentando letalidade de 16,66%, porém o único paciente internado registrado com idade entre 50 e 59 anos faleceu, representando uma letalidade de 100% (CORREIA et al., 2021).

Diante desse cenário, Favaretto et al. (2021) estimaram o predomínio do Alzheimer no estado brasileiro do Tocantins (TO) e constataram que a porcentagem estimada de usuários exclusivos do Sistema Único de Saúde (SUS), entre 2008 e 2017, variou de 93,22 a 95,03%, sendo a média dos 10 anos foi de 94,02%. Dessa forma, os dados encontrados refletem cerca de 94% da população do estado do Tocantins, cuja população, considerando-se todos municípios, ao longo dos 10 anos analisados, apresentou prevalência indireta de Alzheimer média de 2,4%, sendo os valores mais elevados de 33% em Lavandeira (2012) e Oliveira de Fátima (2015), 25% em Brasilândia do Tocantins (2014) e 20% em Chapada da Natividade (2013), Rio da Conceição (2015) e Ipueiras (2017).

3.3 FATORES DE RISCO DO ALZHEIMER

Warren et al. (1997), afirmam que o Alzheimer tem uma etiologia complexa, onde fatores genéticos e ambientais tem influências na patogênese. A idade, o sexo, a poli proteína E4, a idade paterna avançada, a doença cerebrovascular, o infarto do miocárdio (IAM), o trauma cranioencefálico (TCE) e os defeitos imunológicos são os principais fatores predisponentes para o desenvolvimento de Alzheimer, da mesma forma que as doenças cromossômicas, os agentes infecciosos, as toxinas, a ocupação e o nível escolar (GHEZZ; SHIP, 2000).

Existem quatro importantes fatores predisponentes bem definidos, tais como a idade, o histórico familiar, a Síndrome de Down e a Apolipoproteína E-4 (GONÇALVES; CARMO, 2012). Os numerosos aspectos de risco relacionados à genética como APP (proteína precursora do amilóide), PS1 (presenilina 1) e PS2 (presenilina 2) estão relacionadas ao Alzheimer, cujo efeito comum é aumentar a concentração do peptídeo beta-amilóide de 42 aminoácidos que contribuem para a síntese de placas neuríticas (GONÇALVES; CARMO, 2012). 

Assim, diante da existência do alelo do gene a polipoproteína E do tipo 4, refere à uma expressiva aproximação ao International Journal of Health Management, apresentando número de placas senis e placas vasculares, ademais de uma minimização da responsabilidade colinérgica em cérebros de indivíduos portadores de tal doença (SERENIKI; VITAL, 2008).

Estudos epidemiológicos demonstraram que em indivíduos com Alzheimer, a frequência do alelo e4 é desproporcionalmente elevada. Assim, indivíduos portadores de alelos e4 no cromossomo 19 têm um maior risco de desenvolverem Alzheimer de início mais tardio embora este gene em si não possa ser visto como a causa da doença (GONÇALVES; CARMO, 2012). Diante disso, nota-se que há vários fatores de risco relacionados à esta patologia, principalmente relacionados à fatores genéticos.

3.4 OS PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS DO ALZHEIMER

São existentes diversas apresentações de sinais e sintomas na Doença de Alzheimer, contribuindo para o diagnóstico clínico, uma vez que o comprometimento neurológico ocasionado por esta mazela é nítido, o que facilita o processo de diagnosticar o cliente. 

O termo demência designa a uma síndrome clínica adquirida, caracterizada por um conjunto de sinais e sintomas que se expressam por dificuldades de memória, transtornos de linguagem, alterações comportamentais e prejuízos nas atividades de vida diária. A perca da memória por curto prazo é um dos sinais clínicos do Alzheimer, além disto, os casos em que há lapsos de memória, redução da condição cognitiva de raciocínio, distúrbios de movimentos e linguagem, também se caracterizam como sinais clínicos desta patologia (WEBERS; HENEKA; GLEESON, 2019).

As manifestações neuropsiquiátricas, também denominadas sintomas comportamentais e psicológicos da demência, se definem por um conjunto de sintomas e sinais relacionados a transtornos da percepção, do conteúdo do pensamento, do humor ou do comportamento, ocorrendo em 80-90% dos pacientes durante o curso da demência e possuindo variações de acordo com a gravidade e o subtipo da doença, afetando regiões específicas do cérebro (MORELATO et al., 2014).

Existem estudos dos quais afirmam que o a doença por ser responsável pelo comparecimento de sintomas comportamentais que apresentam subsíndromes, como euforia, hiperatividade, irritabilidade, agitação, delírio, alucinação, dentre outros.

3.5 A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PARA A DOENÇA DE ALZHEIMER

Quando o Alzheimer é diagnosticado na sua fase inicial, é possível garantir aos pacientes uma vida mais longa e com maior qualidade. Quanto mais a doença se evolui, mais alterações cognitivas são apresentadas, como é o caso da perda de memória, da capacidade e da concentração executiva, o que acaba afetando a funcionalidade e o comportamento do paciente. Com a realização de um diagnóstico precoce é possível ofertar acesso à informação, apoio e medicações (MORAES FILHO et al., 2020).

Assim, quando um indivíduo é diagnosticado com Alzheimer, é necessário ter a oportunidade de participar do planejamento da sua vida e de suas finanças, além de comunicar seus desejos em relação aos cuidados com sua saúde no futuro. Com o diagnóstico precoce, consegue-se reduzir as complicações, tais como a depressão, a maior perda de memória, da capacidade de reconhecer rostos familiares, os locais e objetos e a perda de algumas funções motoras (MORAES FILHO et al., 2020).

A suspeita diagnóstica do Alzheimer é realizada clinicamente, porém seu diagnóstico é feito apenas post mortem, através da necrópsia anatomopatológica. No diagnóstico clínico vários marcadores são utilizados in vivo para sugerir, com grande probabilidade, o diagnóstico de Alzheimer, como é o caso da ressonância magnética, PET-scan, dentre outros. Sabe-se que, atualmente, o Alzheimer não apresenta terapia de cura, porém a conduta clínica favorece a redução dos fatores de risco, como é o caso da hiperlipidemia, da depressão, da hipertensão, do tabagismo, dentre outros, sendo que para tanto é importante adotar ou preservar os fatores protetivos, como lazer, treinamento cognitivo, esportes, cuidados com a saúde em geral, além do uso de medicações, como anticolinesterásicos ou agonistas glutamatérgicos,  para melhorar os sintomas (FAVARETTO et al., 2021). 

Soares et al. (2017) destacam que o uso de terapia farmacológica se baseia em inibidores de acetilcolinesterase, possuindo como objetivo reduzir a velocidade de progressão ou estabilizar os comprometimentos cognitivos e comportamentais da doença. Atualmente, esse medicamento é ofertado pelo SUS, distribuído por meio do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), sendo que a principal linha de tratamento é a Rivastigmina, a Galantamina e a Donepezila. Tais medicamentos atuam no retardo da evolução natural da doença e permitem a melhora cognitiva temporária do paciente.

3.6 TERAPIA FITOTERÁPICA PARA O BEM-ESTAR DO PACIENTE COM ALZHEIMER

As novas alternativas terapêuticas têm sido uma busca constante para o tratamento de doenças, sendo a fitoterapia uma alternativa de extrema importância para o tratamento do Alzheimer, uma vez que é grande o número de pessoas acometidas por esse mal, além destes pacientes apresentarem quadros cada vez mais agressivos da doença. A procura pela fitoterapia pode ser justificada devido os questionamentos da população, em geral, sobre o uso de fármacos e seus efeitos colaterais, fazendo com que se busque alternativas mais saudáveis. Essa alternativa possui grandes vantagens além de apresentarem efeitos colaterais reduzidos, como por exemplo o valor de mercado mais acessível para a população (OLIVEIRA et al., 2016).

O tratamento fitoterápico é um recurso utilizado para prevenir e tratar diversas doenças, por meio da utilização de plantas medicinais, podendo ser utilizado em qualquer pessoa. Embora seu uso possa trazer benefícios e malefícios à população devido ao uso inadequado de algumas plantas, como consequência a morte do paciente. Tem-se presenciado um aumento no uso dos recursos fitoterapêuticos, demonstrando um papel essencial na Atenção Primária à Saúde, consolidada pelas diretrizes da atual Política Nacional de Medicina Natural e Práticas Complementares, desenvolvida pelo Ministério da Saúde (SILVESTRE NETO et al., 2014).

Atualmente, é observado um grande interesse pelas plantas medicinais, sendo que dos 252 fármacos considerados primários e essenciais pela Organização Mundial da Saúde, 11% são exclusivamente de origem vegetal, além de existir um grande número de medicamentos sintéticos obtidos através de precursores naturais. Assim, é estimado que cerca de 60% dos fármacos antineoplásicos e antiinfecciosos presentes no mercado ou em ensaios clínicos são de origem natural (SANTOS, 2016).

Achados da literatura apontam que os pacientes que fazem uso de fitoterápicos tem mostrado melhoras significativas no tratamento da Doença de Alzheimer, apresentando melhorias no fluxo cerebral sanguíneo, aumento dos receptores nicotínicos, uma vez que fazem com que o estimulo neuronal seja eficaz, propiciando melhoras na cognição, na memória e no retardo do progresso neurodegenerativo (FORLENZA, 2005).  Oliveira et al. (2016) destacam que o cérebro é muito sensível a danos oxidativos e, por isso, a introdução de plantas medicinais apresentam ações como antioxidantes, anti-inflamatórias, vasodilatadoras, proporcionando diversos benefícios, como por exemplo o uso do Ginkgo biloba em pacientes com Alzheimer, trazendo benefícios cognitivos extremamente satisfatórios.

A flora brasileira tem inúmeras plantas que vêm sendo utilizadas em pacientes com doença de Alzheimer, sendo espécies conhecidas por serem tônicas, fortificantes e revigorantes como AbiesholophyllaMaxim (abeto da Manchúria ou abeto agulha); AsterscaberThunb; Bacopamonnieri (L.) Wettst; Camelliasinensis (L.) Kuntze; CoptischinensisFranch; Coriandrumsativum L.; Curcuma longa L.; DioscoreajaponicaThunb.; Dioscoreanipponica Makino; Dipsacusasper Wall. ex DC.; Ginkgo biloba L.; HedyotisdiffusaWilld.; Huperziaserrata (Thunb.) Rothm.; Liriopeplatyphylla f. variegata (L.H. Bailey) Ishii&Hosaka; MagnoliaofficinalisRehder& E.H. Wilson; MeliatoosendanSiebold&Zucc.; Melissa officinalis L.; Moringa oleiferaLam (SANTOS, 2016).

Por fim, é importante destacar que a doença de Alzheimer é uma doença familiar que muda profundamente o cotidiano das famílias. Devido os cuidados necessários com o paciente, os familiares tornam-se vítimas da doença, roubando suas reservas, incertezas e a imprevisibilidade, abalando a sua moral e crença de que estejam proporcionando um cuidado digno ao paciente. Assim, ao cuidar de uma pessoa com Alzheimer, o cuidador, seja ele familiar ou não, se depara com vários fatores que influenciam na aceitação do diagnóstico, lidando com um stress cada vez maior, administrando o conflito dentro da família e planejando o futuro. Devido a esses problemas, o cuidador fica vulnerável a doenças físicas, perda de peso, depressão, insônia, álcool, abusar física e verbalmente do paciente, além de abusar de medicamentos psicotrópicos (CALDEIRA; RIBEIRO, 2004).

4 METODOLOGIA
4.1 DESENHO DO ESTUDO

A presente pesquisa possui caráter qualiquantitativo, observacional, analítico do tipo transversal sobre pacientes idosos diagnosticados com Alzheimer. O projeto será submetido ao comitê de Ética em pesquisa e somente será iniciada a pesquisa após a sua aprovação. Os dados serão coletados a partir da análise de prontuários dos pacientes. Além disso, será realizado uma revisão sistemática da literatura acerca do uso de fitoterápicos, buscando compreender o uso prolongado melhora o bem-estar desses pacientes.

4.2 LOCAL E PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA PESQUISA

A coleta de dados será realizada na Unidade Básica de Saúde Maria da Conceição Pereira da Silva Ceiça, Unidade Básica de Saúde Maria da Conceição Moura Aires e Unidade de Saúde Familiar Nana Prado C. Souza no período de agosto a novembro de 2022. Unidade de saúde familiar Nana prado C SouzaR. Pte. Alta, 107-237 – Jardim Mun., Porto Nacional – TO.

A Unidade Básica de Saúde Maria da Conceição Pereira da Silva Ceiça está localizada na no bairro de Setor Aeroporto em Porto Nacional – TO, na região Oriental do Tocantins, possuindo atendimentos nas especialidades de Fisioterapia, Enfermagem, Odontologia, Clínico Geral, Ginecologista e Médico da Família.

Ademais, a Unidade Básica de Saúde Maria da Conceição Moura Aires está localizada na Rua Maria Angélica da Silva Prado, Setor Nova Capital, contando com atendimentos nas especialidades de Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia.

Já a Unidade de Saúde Familiar Nana Prado C Souza, localiza-se na Rua Ponte Alta, Setor Jardim Municipal disponibilizando serviços na área de Clínica Geral, mas principalmente voltado para a Saúde Familiar.

4.3 POPULAÇÃO E AMOSTRA

A população será composta por idosos residentes de Porto Nacional diagnosticados com Alzheimer. A amostra será constituída na análise de 0 prontuários, sendo baseada no nível de confiança de 90% com margem de erro de 10%. O tipo de amostragem será por conveniência.

4.4 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO
  • Pacientes a partir de 65 anos de idade.
  • Pacientes atendidos na Unidade Básica de Saúde Maria da Conceição Pereira da Silva Ceiça ou na Unidade Básica de Saúde Maria da Conceição Moura Aires no período de 2014 a 2021.
  • Pacientes com diagnóstico de doenças neurodegenerativas.
4.5 CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO
  • Pacientes sem o diagnóstico de doença de Alzheimer;
  • Pacientes que não fazem uso de fitoterápicos para tratamento da doença de Alzheimer.
4.6 VARIÁVEIS
  • Faixa etária.
  • Estado civil.
  • Peso.
  • IMC.
  • Sexo.
  • Comorbidades.
  • Profissão.
  • Medicamentos em uso.
  • Transtornos psicológicos.
  • Hábitos de vida.
4.7 INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS, ESTRATÉGIAS DE APLICAÇÃO, ANÁLISE E APRESENTAÇÃO DOS DADOS

O estudo terá início somente após a aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade FAPAC/ITPAC – Porto Nacional. A pesquisa será realizada conforme as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde).

A coleta de dados será realizada a partir de análise de prontuários já disponíveis dentro das Unidades Básicas de Saúde. Concomitantemente à revisão de prontuário, será realizado revisão bibliográfica do tema, pesquisando nas plataformas Scientific Electronic Library Online (Scielo), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), MEDLINE e UPTODATE, bem como livros, teses de doutorado e mestrado.

Serão utilizados, para fundamentos, os estudos publicados na língua portuguesa e inglesa, predominantemente entre os períodos de 2015 a 2021. Para a pesquisa dos artigos foram utilizados termos contidos nos Descritores de Ciências da Saúde (DECS), como: “Alzheimer”, “Fitoterápicos”, “Qualidade de vida”.

Os dados serão analisados e compilados em tabelas e apresentados e de gráficos, que serão realizados no Excel, assim como na forma de texto.

5. DELINEAMENTO DE PESQUISA

Inicialmente os participantes serão selecionados de acordo com os critérios de inclusão e exclusão da pesquisa. Em seguida, será analisados os prontuários dos pacientes cujas informações contidas nesse documento serão inseridas em formulário próprio (APÊNDICE 1), contendo os seguintes campos para preenchimento: idade, sexo, estado civil, peso, IMC, comorbidades, profissão, medicamentos em uso, transtornos psicológicos e hábitos de vida.

Os dados serão coletados pelos pesquisadores nos períodos matutino e vespertino de segunda a sexta feira nas Unidades Básicas de Saúde selecionadas para coleta de dados.  

6. ASPECTOS ÉTICOS

O presente projeto de pesquisa seguirá todo o protocolo para a pesquisa com seres humanos conforme preconiza a Resolução 466/2012 do Conselho Nacional De Saúde. Para isso será submetido, ao comitê de Ética em Pesquisa da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL – TO e seu início se dará após a aprovação pelo CEP.

Foi dispensada a utilização do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), pois o presente estudo irá realizar a análise dos prontuários da Unidades Básicas de Saúde e, dessa maneira, não haverá nenhum contato pessoal com os pacientes e/ou responsáveis.

6.1 RISCOS

A pesquisa ocorrerá em mínimos riscos de constrangimento em relação a pesquisa, pois os pesquisadores não terão contato com os pacientes. 

6.2 BENEFÍCIOS

 Os benefícios encontrados serão levantar informações a respeito da epidemiologia do Alzheimer e o uso de fitoterápicos, a fim de promover o bem-estar do paciente, o que poderá subsidiar a elaboração de ação e projetos por parte da Unidade Básica de Saúde ou da Secretária Municipal de Saúde de Porto Nacional – TO para trabalhar com esse público alvo.

6.3 CRITÉRIOS PARA SUSPENDER OU ENCERRAR A PESQUISA

 É valido ressaltar que poderão haver momentos de suspensão ou encerramento da pesquisa, se, no caso, as Unidades de Saúde selecionadas suspenderem a mesma ou até mesmo se ocorrer uma nova recidiva do COVID-19 sendo necessário a paralisação dos atendimentos presenciais.

7. DESFECHO 
7.1 DESFECHO PRIMÁRIO

Espera-se com a realização do presente trabalho verificar perfil epidemiológico da Doença de Alzheimer nos moradores de Porto Nacional – TO.

7.2 DESFECHO SECUNDÁRIO

Os resultados esperados no final da presente pesquisa tendem a certificar a utilização do tratamento fitoterápico como promoção do bem-estar do paciente.

REFERÊNCIAS

APRAHAMIAN, Ivan; MARTINELLI, José Eduardo; YASSUDA, Mônica Sanches. Doença de Alzheimer: revisão da epidemiologia e diagnóstico. Revista da Sociedade Brasileira de Clínica Médica v, 7, p. 27-35, 2009. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/1679-1010/2009/v7n1/a27-35.pdf. Acesso em: 2 out. 2021.

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