POSTOPERATIVE COMPLICATIONS IN MYOCARDIAL REVASCULARIZATION SURGERIES
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511061955
Lucas Pereira Vedoin1
RESUMO
A doença arterial coronariana (DAC) é uma das principais causas de morbimortalidade mundial, resultante da obstrução das artérias coronárias por placas ateroscleróticas, o que compromete o fluxo sanguíneo e pode levar a eventos graves, como infarto agudo do miocárdio. Entre as opções terapêuticas, a angioplastia coronária percutânea tem se destacado como intervenção eficaz para restaurar a perfusão miocárdica. Este estudo, conduzido como uma Revisão Integrativa da Literatura, teve como objetivo analisar a eficácia e a segurança da angioplastia coronária, comparando o uso de stents farmacológicos e convencionais. A busca foi realizada nas bases PubMed, LILACS, BVS e SciELO, seguindo o protocolo PRISMA e utilizando a estratégia PICO. Foram incluídos sete estudos recentes, publicados entre 2020 e 2024, que investigaram diferentes populações e contextos clínicos. Os resultados demonstraram que os stents farmacológicos apresentaram menor incidência de reestenose, trombose tardia e necessidade de reintervenção, além de redução de eventos cardíacos adversos, quando comparados aos stents metálicos convencionais. Esses dispositivos também se mostraram eficazes e seguros em pacientes com alto risco de sangramento e em casos de revascularização complexa. Apesar das limitações metodológicas observadas em alguns estudos, os achados reforçam que os stents farmacológicos representam um avanço significativo no tratamento da DAC, proporcionando melhores desfechos clínicos e maior durabilidade do tratamento. Recomenda-se que pesquisas futuras ampliem o acompanhamento a longo prazo e explorem novas gerações de stents para consolidar esses resultados.
Palavras-chave: Angioplastia coronária; Stents farmacológicos; Cirurgia.
ABSTRACT
Coronary artery disease (CAD) is one of the leading causes of morbidity and mortality worldwide, resulting from the obstruction of coronary arteries by atherosclerotic plaques, which compromise blood flow and may lead to severe events such as acute myocardial infarction. Among therapeutic options, percutaneous coronary angioplasty has emerged as an effective intervention to restore myocardial perfusion. This study, conducted as an Integrative Literature Review, aimed to analyze the efficacy and safety of coronary angioplasty by comparing the use of drug-eluting stents (DES) and conventional bare-metal stents (BMS). The search was performed in PubMed, LILACS, BVS, and SciELO databases, following the PRISMA protocol and using the PICO strategy. Seven recent studies published between 2020 and 2024 were included, investigating different populations and clinical contexts. The results showed that drug-eluting stents presented lower rates of restenosis, late thrombosis, and reintervention, as well as a reduction in adverse cardiac events compared to conventional metallic stents. These devices also proved to be effective and safe in patients with high bleeding risk and in complex revascularization cases. Despite some methodological limitations observed in the studies, the findings reinforce that drug-eluting stents represent a significant advancement in the treatment of CAD, providing better clinical outcomes and greater long-term durability. Future research should include larger samples and longer follow-up periods to further consolidate these results.
Keywords: Coronary angioplasty; Drug-eluting stents; Coronary artery disease; Efficacy; Safety.
INTRODUÇÃO
A doença arterial coronariana (DAC) é uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo, representando um importante desafio para a cardiologia moderna. Caracteriza-se pelo estreitamento ou obstrução das artérias coronárias devido à formação de placas ateroscleróticas, comprometendo o fluxo sanguíneo para o miocárdio e podendo resultar em angina, infarto agudo do miocárdio e, em casos graves, morte súbita. O manejo da DAC envolve mudanças no estilo de vida, tratamento medicamentoso e intervenções invasivas, entre as quais a angioplastia coronária tem se destacado como procedimento essencial para restaurar a perfusão miocárdica (Cunha et al., 2025).
A angioplastia coronária, também conhecida como intervenção coronária percutânea (ICP), é uma técnica minimamente invasiva utilizada para dilatar artérias coronárias obstruídas, melhorando o fluxo sanguíneo e aliviando sintomas como dor torácica. Tradicionalmente, a angioplastia envolve o uso de balões para abrir a artéria, mas, ao longo dos anos, novas estratégias foram desenvolvidas para reduzir complicações e melhorar os resultados a longo prazo. Nesse contexto, o uso de stents, estruturas metálicas inseridas na artéria para mantê-la aberta, tornou-se uma prática comum (Rodrigues et al., 2024).
Existem dois tipos principais de stents utilizados na prática clínica: os convencionais, também chamados de stents metálicos nus, e os stents farmacológicos, revestidos com medicamentos que atuam na prevenção da reestenose, ou seja, da reobstrução da artéria após a intervenção. Os stents convencionais, apesar de eficazes na manutenção imediata da luz arterial, apresentam taxas mais elevadas de reestenose, demandando, muitas vezes, novas intervenções. Já os stents farmacológicos surgiram como uma evolução tecnológica, oferecendo um mecanismo adicional de proteção contra a proliferação celular que leva à reestenose (Sá et al., 2024).
A eficácia da angioplastia, portanto, não se limita à simples abertura da artéria, mas também envolve a manutenção da permeabilidade arterial ao longo do tempo e a redução de eventos cardiovasculares adversos. Estudos clínicos comparativos têm avaliado o desempenho de stents convencionais e farmacológicos, considerando desfechos como infarto, necessidade de reintervenção e mortalidade cardiovascular. Essa avaliação é fundamental para orientar a escolha do dispositivo mais adequado para cada paciente, considerando fatores clínicos, anatômicos e de risco individual (Erzinger et al., 2024).
Além da eficácia, a segurança da angioplastia também é um ponto central na decisão terapêutica. Complicações como trombose do stent, sangramentos associados ao uso de anticoagulantes e reações adversas ao material do stent exigem monitoramento cuidadoso. O desenvolvimento de stents farmacológicos trouxe avanços na segurança, mas também demanda atenção quanto ao uso prolongado de terapias antiplaquetárias e acompanhamento clínico contínuo (Maia et al., 2024).
A escolha entre técnicas convencionais e stents farmacológicos depende de uma avaliação individualizada, que leve em conta a complexidade da lesão coronária, histórico de eventos cardiovasculares, comorbidades e preferências do paciente. Protocolos clínicos e diretrizes internacionais têm orientado a prática baseada em evidências, reforçando a importância de decisões fundamentadas na comparação entre eficácia, segurança e custos do procedimento (Erzinger et al., 2024).
Diante desse cenário, este estudo objetiva analisar a eficácia e a segurança da angioplastia coronária, comparando os resultados do uso de técnicas convencionais e de stents farmacológicos em pacientes com doença arterial coronariana.
METODOLOGIA
Trata-se de uma Revisão Integrativa da Literatura, realizada com o intuito de reunir e analisar evidências sobre o tema. A condução e a apresentação dos resultados seguiram o protocolo PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), que garante maior transparência e reprodutibilidade à pesquisa.
A investigação foi guiada segundo a estratégia PICO, conforme demonstrado abaixo:
– P (População): pacientes com doença arterial coronariana submetidos à angioplastia coronária;
– I (Intervenção): uso de stents farmacológicos;
– C (Comparação): uso de stents convencionais;
– O (Outcomes – Resultados): eficácia e segurança do procedimento, incluindo taxas de reestenose, trombose, reintervenção e eventos cardíacos adversos.
Com base na estratégia PICO, definiu-se a seguinte pergunta norteadora: Qual é a eficácia e a segurança do uso de stents farmacológicos em comparação aos stents convencionais em pacientes com doença arterial coronariana?
O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases: National Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A estratégia de busca para cada base de dados foi detalhada no quadro abaixo.
Quadro 1 – Detalhamento da estratégia de busca nas bases de dados selecionadas.
| Data | Base De Dados | Estratégia De Busca | Resultados |
| 29/10/25 | PUBMED | (“Coronary Angioplasty”[MeSH Terms] OR “Percutaneous Coronary Intervention” OR “PCI” OR “Coronary Angioplasty”) AND (“Drug-Eluting Stents”[MeSH Terms] OR “Pharmacological Stents” OR “DES” OR “Drug Eluting Stent”) AND (“Bare Metal Stents”[MeSH Terms] OR “Conventional Stents” OR “Balloon Angioplasty”) AND (“Treatment Outcome”[MeSH Terms] OR “Efficacy” OR “Effectiveness”) AND (“Safety” OR “Adverse Effects” OR “Complications”) | 1.202 Artigos |
| 29/10/25 | BVS | (“Stents Farmacológicos” OR “Stents Eluidores de Fármacos” OR “Drug-Eluting Stents”) AND (“Stents Convencionais” OR “Stents Metálicos Desnudos” OR “Bare Metal Stents”) AND (“Angioplastia Coronária” OR “Intervenção Coronária Percutânea”) AND (“Eficácia” OR “Segurança” OR “Complicações”) | 894 Artigos |
| 29/10/25 | LILACS | (“Stents Farmacológicos” OR “Stents Eluidores de Fármacos” OR “Drug-Eluting Stents”) AND (“Stents Convencionais” OR “Stents Metálicos Desnudos” OR “Bare Metal Stents”) AND (“Angioplastia Coronária” OR “Intervenção Coronária Percutânea”) AND (“Eficácia” OR “Segurança” OR “Complicações”) | 38 Artigos |
| 29/10/25 | SCIELO | (“stents farmacológicos” OR “stents eluidores de fármacos” OR “drug-eluting stents”) AND (“stents convencionais” OR “stents metálicos desnudos” OR “bare metal stents”) AND (“angioplastia coronária” OR “intervenção coronária percutânea”) AND (“eficácia” OR “segurança” OR “complicações”) | 16 Artigos |
Foram considerados critérios de inclusão estudos originais do tipo coorte, caso-controle, transversal, observacionais, ensaios clínicos, estudos quantitativos ou qualitativos, disponíveis na íntegra, publicados nos últimos 05 anos, publicados em todos os idiomas. Já os critérios de exclusão abrangeram revisões, artigos pagos, duplicados em mais de uma base de dados e estudos que não abordassem o tema em questão. O detalhamento da seleção dos estudos foi apresentado na Figura 1.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
O processo de seleção da amostra iniciou-se com a identificação de 2.105 estudos nas bases de dados PubMed, BVS, Lilacs e Scielo. Após a exclusão de 850 trabalhos fora do recorte temporal, 1.255 estudos seguiram para triagem. Nessa etapa, foram removidos 667 estudos por duplicidade ou indisponibilidade. Restaram 588 artigos para análise, dos quais 388 foram excluídos por estarem indisponíveis na íntegra ou por fuga do tema. Em seguida, 200 estudos foram avaliados integralmente quanto à elegibilidade, resultando na exclusão de 193 por serem pagos ou não responderem à questão de pesquisa. Assim, o total final de estudos incluídos na revisão foi de 7.
Figura 1: Fluxograma de seleção da amostra.

Os estudos selecionados para a amostra foram organizados no quadro abaixo, estruturado entre as respectivas informações de: Título, autor, ano de publicação, periódico, método e principais desfechos.
Quadro 1: Descrição dos estudos selecionados para a amostra.




A literatura científica mostra que os stents farmacológicos têm se mostrado mais eficazes e seguros. Gök et al. (2024), por exemplo, observaram que o uso de stents com liberação de fármacos, principalmente os de maior diâmetro, reduziu significativamente os casos de reestenose e os eventos cardíacos adversos maiores após cinco anos de acompanhamento. Esse achado mostra o quanto os avanços tecnológicos têm contribuído para a melhora dos resultados clínicos.
Em um estudo de acompanhamento prolongado, Walse et al. (2023) também destacaram o bom desempenho dos stents farmacológicos, com menor incidência de trombose tardia e menos necessidade de novas intervenções, quando comparados aos stents metálicos convencionais. Apesar disso, os autores não encontraram diferenças expressivas na mortalidade geral, o que indica que outros fatores, como hábitos de vida e comorbidades, também influenciam no prognóstico a longo prazo dos pacientes com doença coronariana.
Por outro lado, Nestler et al. (2022) compararam a angioplastia com stents e a cirurgia de revascularização do miocárdio. O estudo envolveu uma grande amostra e mostrou que os pacientes que receberam stents farmacológicos tiveram taxas de sobrevida semelhantes às da cirurgia, porém com menor tempo de internação e menos complicações hemorrágicas. Esses resultados reforçam que, além de eficaz, a angioplastia com stents farmacológicos é um procedimento menos invasivo e com recuperação mais rápida.
Na mesma linha, Chang et al. (2021) avaliaram os resultados dos stents farmacológicos de nova geração e encontraram uma redução importante na reestenose intrastent e na ocorrência de infarto recorrente. Esses dispositivos mais modernos possuem revestimentos biocompatíveis e liberação controlada de medicamentos antiproliferativos, o que diminui as reações inflamatórias e melhora a cicatrização da artéria, proporcionando maior segurança e durabilidade do tratamento.
Quando se trata de pacientes com alto risco de sangramento, uma preocupação frequente é a possibilidade de aumento de complicações com o uso de stents farmacológicos. Entretanto, Gravel et al. (2021) mostraram que esses stents não elevaram significativamente os eventos hemorrágicos e, ainda assim, reduziram a trombose e a necessidade de nova revascularização. Esse resultado é importante porque demonstra que a eficácia e a segurança dos stents farmacológicos se mantêm mesmo em populações com maior vulnerabilidade clínica.
Outra contribuição relevante vem do estudo de Fahrni et al. (2020), que avaliou o uso desses dispositivos em enxertos de veia safena. Os resultados mostraram melhor perviedade dos enxertos e menor ocorrência de eventos cardíacos adversos no grupo que recebeu stents farmacológicos. Isso reforça que, mesmo em situações mais complexas, como revascularizações anteriores, esses dispositivos continuam mostrando resultados superiores.
De forma semelhante, Chang et al. (2020) estudaram pacientes com infarto agudo do miocárdio e fibrilação atrial, grupo que apresenta alto risco de complicações. O estudo revelou que o uso de stents farmacológicos reduziu significativamente a incidência de nova oclusão coronariana e a necessidade de novas intervenções, além de diminuir a mortalidade cardiovascular em um período de 12 meses. Esses achados demonstram o potencial terapêutico dos stents farmacológicos em casos clínicos de maior gravidade.
Ao observar o conjunto dos estudos analisados, nota-se uma tendência consistente em favor dos stents farmacológicos. Eles demonstram maior eficácia na prevenção da reestenose, menor risco de trombose e redução de eventos cardíacos adversos em diferentes grupos de pacientes (Gök et al., 2024; Walse et al., 2023; Chang et al., 2021). Ainda que as taxas de mortalidade total nem sempre apresentem diferença significativa, os benefícios clínicos e funcionais são claros e relevantes para a qualidade de vida dos pacientes.
Esses resultados também estão de acordo com a literatura mais atual, que aponta que os avanços tecnológicos nos stents tanto nos materiais quanto nos fármacos utilizados têm reduzido complicações e aumentado a segurança dos procedimentos (Gravel et al., 2021; Fahrni et al., 2020). A melhora na biocompatibilidade dos polímeros, somada à experiência dos profissionais e ao uso de técnicas mais precisas de implantação, contribui diretamente para a redução de riscos e para melhores desfechos clínicos.
CONCLUSÃO
Os resultados analisados confirmam que os stents farmacológicos são mais eficazes e seguros que os convencionais no tratamento da doença arterial coronariana. Entre os principais desfechos, destacam-se a menor incidência de reestenose, trombose tardia e necessidade de reintervenções, além da redução de eventos cardíacos adversos. Esses dispositivos também demonstraram bom desempenho em pacientes de maior risco, apresentando vantagens em termos de recuperação e segurança clínica.
Apesar dos avanços, as pesquisas apresentaram limitações, como amostras reduzidas e acompanhamento de curto prazo. Assim, sugere-se que estudos futuros ampliem o número de participantes, avaliem o desempenho de diferentes gerações de stents e explorem fatores que influenciam os resultados a longo prazo, contribuindo para aprimorar as estratégias terapêuticas na cardiologia intervencionista.
REFERÊNCIAS
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1Médico, Clínica Médica – HCAN/MT
E-mail: lucasvedoin@hotmail.com
