REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202512210828
Axel Souza Pereira1
Thiago de Lima Torres2
Teresinha Cicera Teodora Viana3
RESUMO
A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma infecção respiratória comum em crianças menores de dois anos, sendo o vírus sincicial respiratório (VSR) o principal agente etiológico. A doença provoca inflamação das vias aéreas inferiores, obstrução de bronquíolos e sintomas como tosse, coriza, febre, sibilos e dificuldade respiratória. Fatores de risco incluem prematuridade, doenças crônicas, idade inferior a três meses e exposição materna à fumaça. Este estudo teve como objetivo analisar a eficácia da fisioterapia respiratória em crianças com BVA atendidas na Atenção Primária à Saúde do município de Pimenta Bueno – RO, além de investigar a incidência da doença entre maio e novembro de 2024. Foram incluídas 10 crianças, cujos atendimentos fisioterapêuticos foram avaliados quanto a sintomas, ausculta pulmonar, técnicas aplicadas e evolução clínica. Os resultados mostraram melhora clínica significativa, com redução dos sintomas e melhora da ausculta em poucos dias. As técnicas mais utilizadas foram a manobra de Aumento do Fluxo Expiratório (AFE), exercícios ativos com shaker respiratório, tosse assistida e reexpansão pulmonar, aplicadas de acordo com a idade, compreensão e necessidade de cada paciente. Conclui-se que a fisioterapia respiratória desempenha papel essencial na melhora clínica de crianças com BVA, favorecendo a eliminação de secreções, a função pulmonar e a prevenção de complicações. O estudo reforça a importância de abordagens individualizadas e contínuas na atenção primária, e sugere a necessidade de pesquisas futuras com amostras maiores e acompanhamento a longo prazo.
Palavras-chave: Bronquiolite viral aguda; Fisioterapia respiratória; Crianças.
INTRODUÇÃO
A bronquiolite é uma síndrome infecciosa viral aguda, sendo o principal agente etiológico o vírus sincicial respiratório (VSR). A doença inicia-se no trato respiratório superior e, em seguida, progride para as vias respiratórias inferiores, resultando na obstrução das vias aéreas de pequeno calibre. Esta patologia é uma das principais causas de hospitalização de crianças com até dois anos, com uma taxa de mortalidade que pode variar de 1% a 3% em crianças sem comorbidades (Dias et al., 2022). Contudo pode ser ocasionada também por outros vírus, como a parainfluenza, adenovirus, coronavirus, influenza, rinovírus (Oliveira; Meneguzzi; Kalil, 2018). Essa condição, que é mais comum nos primeiros dois anos de vida, é causada por uma infecção viral que provoca inflamação nas vias respiratórias. O vírus é transmitido por contato direto com pessoas infectadas ou pela inalação de gotículas expelidas ao tossir ou espirrar, que podem contaminar as mucosas dos olhos, boca e nariz, além de superfícies e objetos (Barbosa; Talim; Porto; Freitas., 2024).
O vírus apresenta um padrão sazonal, levando a variações na incidência das infecções de acordo com as condições climáticas, a altitude e a latitude. Epidemias são frequentemente registradas em períodos de temperaturas amenas e maior precipitação. A doença tende a surgir entre o outono e a primavera, com um pico de casos no inverno. No entanto, nos trópicos, essa sazonalidade é menos definida, resultando em uma ocorrência mais imprevisível (Dantas, 2019).
Segundo Andrade et al (2024) alguns fatores podem influenciar a transmissão e gravidade da doença, dentre esses podemos citar, inalação de ar frio e seco, a permanência por longo período em ambiente fechado, pois ambos podem prejudicar a função ciliar e a inibição das respostas antivirais que são dependentes da temperatura. Essa condição é causada por agentes virais, que levam à infecção e à obstrução das vias aéreas de pequeno calibre, resultando em sintomas respiratórios notáveis, como tosse e dificuldade para respirar. A identificação precoce e o tratamento adequado são fundamentais para prevenir complicações, especialmente em crianças mais vulneráveis (Luisi, 2008).
Fatores de risco para o desenvolvimento da bronquiolite viral aguda (BVA) incluem prematuridade, doenças pulmonares crônicas, doenças cardíacas complicadas, imunodeficiências, idade inferior a 3 meses e a presença de outras condições crônicas. Além disso, estudos apontam que a exposição da mãe à fumaça durante a gestação está relacionada à maior gravidade da BVA causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) nos bebês (Queiroz et al., 2023).
Segundo Prado e Novais (2024) cerca de 0,5% a 2% dos lactentes previamente saudáveis que contraem o vírus sincicial respiratório necessitam de hospitalização, sendo que entre 0,5% a 1% desses casos requerem internação em unidade de terapia intensiva (UTI), com suporte de ventilação mecânica. A bronquiolite viral aguda é responsável por cerca de 3 a 4 milhões de internações anuais.
De acordo com Gonçalves (2022) as crianças hospitalizadas devido o quadro de bronquiolite apresenta maior risco de ficar com sequela pulmonar, dentre as sequelas podemos citar com maior frequência a tosse e sibilância recorrente.
OBJETIVOS
Analisar a eficácia da fisioterapia respiratória nos casos de bronquiolite atendidos na Atenção Primária à Saúde no município de Pimenta Bueno – RO, em um determinado período, bem como analise da incidência desta patologia atendida na atenção básica do município.
METODOLOGIA
A presente pesquisa foi submetida a avaliação pelo CEP (comitê de ética e pesquisa), e aprovada com o N° de parecer N° 7.744.672. Este estudo trata-se de uma pesquisa longitudinal quali quantitativa com analise univariada, realizada através da análise dos registros de atendimentos fisioterapêuticos realizadas aos pacientes pediátricos com bronquiolite. Foi realizado a coleta de dados através do prontuário eletrônico do paciente (PEC), na plataforma esus no período de maio a novembro de 2024, o critério de inclusão foi criança com bronquiolite sem outras patologias respiratórias associadas. Tal pesquisa determinou analisar quais as técnicas abordadas durante o atendimento, bem como também o número de sessões até a alta fisioterapêutica, assim também como a ausculta pulmonar no início do tratamento, foi possível analisar também a quantidade de pacientes atendidos a cada mês.
RESULTADOS
Foram incluídas nesta pesquisa o total de 10 crianças que foram atendidas na UBS dentro do período de abril a novembro de 2024, todas com diagnostico médico fechado para bronquiolite sem outra patologia respiratória associada que poderia vir a interferir nos resultados da pesquisa. Estes pacientes foram atendidos diariamente conforme disponibilidade dos pais ou responsáveis e também disponibilidade de agenda do profissional. Durante o atendimento foi realizado um conversa com os pais ou responsável, para entender o caso clinico, bem como qual foi o primeiro sintomas apresentado, assim como a quantidade de dias de sintomas, e quais os sintomas estaria apresentando naquele momento. Dentre os sintomas dos pacientes os mais frequentes foram, tosse, tosse secretiva, coriza, e febre recente, nos achados de ausculta pulmonar destacavam-se roncos, estertores crepitantes e sibilos.
GRAFICO I: Número de crianças atendidas durante respectivo mês.

Fonte: próprio autor.
Nos meses de maio, junho, julho e agosto, foi realizado o atendimento de 2 crianças em cada um deles, já em setembro e novembro foi realizado apenas atendimento de 1 criança em ambos, por outro lado na data de inicio da pesquisa que se deu no mês de abril, não obteve nenhum atendimento, assim também como em outubro não foi realizado atendimento no tratamento de bronquiolite.
GRAFICO II: Sintomatologia.

Fonte: próprio autor.
Dentre os sintomas os descritos pelos pais no momento da avaliação foram: tosse, tosse secretiva, coriza, febre recente. Sendo que das 10 crianças, 9 delas apresentaram tosse, sendo 8 com tosse secretiva e 1 apenas tosse, 5 apresentaram coriza e 3 com relato de febre recente.
Nesta pesquisa foi possível também fazer uma analise dos achados de ausculta pulmonar, o qual obteve uma predominância de presença de roncos na ausculta, pois todas as 10 crianças apresentaram roncos, sendo que 6 delas apresentou mais de uma alteração de ausculta, e dessas 6, 3 com presença de roncos associados a estertores crepitantes, e 3 com roncos e presença de sibilância. Com uma evolução clinica o qual no primeiro dia de sintoma possuía 2 ou mais sintomas associados evoluindo para apenas 1 sintoma já no segundo dia e a grande maioria evoluiu para assintomático dentre o 3° e 5° dia de atendimentos.
As técnicas utilizadas no tratamento da sintomatologia destes pacientes foram, AFE (aceleração do fluxo expiratório), exercício ativo uso de shaker respiratório, tosse assistida, técnica de reexpansão pulmonar, vale ressaltar que a manobra de AFE foi utilizada em todos os pacientes e que as demais técnicas foram utilizadas conforme avaliação e objetivo, tendo em vista a função da técnica, assim como o uso de exercício com shaker e tosse assistida necessita do grau de compreensão da criança atendida. Já as citadas anteriormente era realizada pelo profissional fisioterapeuta, contudo as técnicas utilizadas possuíam os mesmo objetivo que era a facilitação da eliminação da secreção e aumento da capacidade pulmonar bem como melhora da troca gasosa e expectoração.
Gráfico III: Técnicas utilizadas.

Fonte: próprio autor.
Manobra de AFE (aceleração de fluxo expiratório), foi utilizada no atendimento de todos os 10 pacientes, enquanto o uso do shaker respiratório foi utilizado em exercício ativo em 7 pacientes, pois necessita de um grau de compreensão do paciente para a realização do exercício, paciente necessita compreender o ato de soprar de forma eficaz e com força, o uso da tosse assistida foi utilizada em 6 pacientes, respeitando também o grau de compreensão de cada um, já a técnica de reexpansão pulmonar foi utilizada apenas em dois pacientes devido apresentarem diminuição da ausculta pulmonar. Vale ressaltar que as técnicas foram de forma associada, ou seja os pacientes eram atendidos com duas ou mais técnicas das citadas, isso de acordo com o sintoma avaliado e objetivo determinado naquele atendimento.
DISCUSÃO
A bronquiolite é uma infecção viral que atinge os bronquíolos, tendo o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) como a causa mais comum. Esse processo leva à dificuldade na saída do ar dos pulmões e à hiperinsuflação. Os sinais clínicos mais frequentes incluem tosse, espirros, febre leve a moderada, palidez, falta de apetite, respiração rápida, aceleração dos batimentos cardíacos e sinais de esforço respiratório. Geralmente há queda na saturação de oxigênio, e a ausculta pode mostrar roncos, sibilos, redução do murmúrio vesicular e, por vezes, crepitações finas ou episódios de apneia (Lins et al., 2025).
Segundo Bispo (2021), a fisiopatologia da BVA, bem como os resultados observados por meio da análise dos escores de desconforto respiratório e gravidade da doença, entende-se que a eliminação de secreção é, de fato, a base da melhora na amostra estudada; visto que as manobras fisioterapêuticas não podem afetar o edema e o broncoespasmo, presentes durante a progressão da doença.
A fisioterapia respiratória tem sido de grande valor no tratamento e na prevenção de complicações respiratórias, cujo objetivo é favorecer melhora da relação ventilação- perfusão, diminuir esforço respiratório com a desobstrução das vias aéreas, causadas pelo excesso de muco, fazendo com que previna possíveis atelectasias (Martins et al., 2021). Por meio da aplicação de técnicas de higiene brônquica, exercícios de mobilização e manobras de reexpansão pulmonar (Fonseca et al., 2025).
Sua abordagem envolve técnicas e práticas como: AFE, Temp brusco, Temp lento, vibrocompressão dentre outras, que são aplicadas tanto em adultos quanto em crianças, devendo sempre levar em consideração os fatores anatômicos e fisiológicos específicos de cada faixa etária (Abreu et al., 2021). Carvalho et al (2023), descreve a manobra de Aumento do Fluxo Expiratório (AFE) como uma técnica que consiste na aplicação coordenada de compressões torácicas e abdominais, visando intensificar o fluxo aéreo durante a expiração e, consequentemente, favorecer o deslocamento de secreções brônquicas por meio de um incremento súbito desse fluxo. Segundo Pupin (2009), a manobra de AFE é considerada uma técnica atual da fisioterapia respiratória, contudo sem evidencias clinicas de eficácia, devido poucos estudos avaliarem sua eficácia, entretanto foi uma das técnicas utilizadas neste estudo evidenciando assim eficácia associada as demais que foram utilizadas em conjunto.
Segundo Silva et al, (2008) a manobra de AFE (aceleração do fluxo expiratório) foi descrita entre os anos 1960 e 1970 pelo fisioterapeuta francês Joel Barthe, o qual descrevia como uma técnica de esvaziamento passivo de secreções brônquicas causadas pelo aumento do fluxo expiratório e apoio abdominal, e a partir da CONFERENCE DE CONSENSUS SUR LA KINESITHERAPIE RESPIRATOIRE de 1994, foi padronizado o nome “aumento do fluxo expiratório”, sendo assim substituído o termo “aceleração” por “aumento”, neste artigo foi abordado ainda como aceleração do fluxo expiratório, entretanto é a mesma técnica sendo apenas utilizado a nomenclatura antiga.
O shaker é um protótipo nacional do FLUTTERV VPR1, com um valor mais acessível, cuja função é favorecer o clearance mucociliar, ou seja ajudar na eliminação de secreção, em seu estudo o qual abordava sobre o tratamento de pacientes com fibrose cística, que também há um aumento de secreção pulmonares, o shaker se demonstrou tão eficaz quanto o Flutter na eliminação de secreção (Suzan, 2006). Sendo uma das técnicas utilizadas neste estudo, justamente com a associação das demais técnicas já citadas cujo objetivo também eram ajudar e/ou auxiliar na remoção e eliminação de secreção.
No presente estudo foi possível observar que a fisioterapia respiratória realizada diariamente levando em consideração a avaliação de cada individuo e o uso da técnicas adequadas é de suma importância e responsável pela melhora do quadro clinico em um curto período, corroborando com achados em um estudo realizado por Fontes e Ferreira (2018), o qual observou-se que as crianças atendidas diariamente com técnicas de fisioterapia respiratória obteve redução rápida dos sintomas respiratórios, clínicos, melhora da ausculta pulmonar e tosse.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A bronquiolite viral aguda se configura como uma condição respiratória significativa na população pediátrica, especialmente em crianças menores de dois anos, podendo resultar em hospitalizações e, em casos mais graves, em necessidade de suporte ventilatório. O estudo evidenciou que a intervenção fisioterapêutica desempenha um papel fundamental na melhora clínica desses pacientes, contribuindo para a eliminação de secreções, redução do desconforto respiratório e melhora da ausculta pulmonar em curto período. Entre as técnicas utilizadas, a manobra de Aumento do Fluxo Expiratório (AFE) mostrou-se eficaz em todos os pacientes, evidenciando sua relevância no contexto da fisioterapia respiratória infantil, quando associada a outras abordagens, como o uso do shaker, tosse assistida e técnicas de reexpansão pulmonar. A escolha das técnicas deve levar em consideração a idade, o grau de compreensão da criança e os objetivos terapêuticos individuais, garantindo um atendimento personalizado e seguro.
Os resultados obtidos reforçam que a fisioterapia respiratória, aplicada de forma contínua e adequada, é capaz de reduzir rapidamente os sintomas respiratórios, melhorar a função pulmonar e prevenir complicações decorrentes da BVA. Dessa forma, destaca- se a importância do acompanhamento fisioterapêutico na atenção primária à saúde como estratégia de promoção da recuperação e prevenção de sequelas respiratórias em crianças acometidas por bronquiolite. Por fim, recomenda-se a realização de estudos futuros com maior número de pacientes e análise de desfechos clínicos de longo prazo, a fim de consolidar a eficácia das técnicas fisioterapêuticas e aprimorar protocolos de atendimento para crianças com bronquiolite viral aguda.
REFERENCIAS
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1Fisioterapeuta residente do programa de Residência Multiprofissional em fisioterapia na saúde da família do município de Pimenta Bueno-RO 2025.
Email:axelsouzafisio@gmail.com
2Mestre em Ciências de Saúde Ambiental- pela UNITAU Email: thiagotorresjp3@gmail.com
3Mestre em Ciências da Saúde 2017. ORCID.org/0000-0003-28858394 Email: teresinhaenfermeira@hotmail.com
