ASSISTÊNCIA HUMANIZADA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

ASISTENCIA HUMANIZADA DEL EQUIPO DE ENFERMERÍA EN LA UNIDAD DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202512210907


Anatalia dos Santos Luz Pereira1; Ávila Lidiane Furtado Meguis2; Iarlen da Silva Brito3; Italo Harrison Luz Pereira4; Maria Renata Lima de Sousa5; Orientadora: Jamilly Karoliny da Silva Miranda6


Resumo

Introdução: A Unidade de Terapia Intensiva Neonatal é um ambiente de assistência à saúde que promove cuidados de alta-complexidade aos neonatos. Preconiza-se ações voltadas ao respeito, à individualidade e ao acolhimento do recém-nascido e sua família, buscando estimular o vínculo entre pais e bebê durante sua permanência no hospital e após a alta. Objetivo: Compreender o papel do enfermeiro e a importância da humanização nos cuidados prestados ao recém-nascido e à família na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal Metodologia: Pesquisa de revisão bibliográfica com abordagem qualitativa, respeitando o recorte temporal entre (2020 e 2025). Os materiais usados para compor o estudo foram retirados das seguintes plataformas: BVS, SCIELO e LILACS. Resultados e discussões: Evidenciou-se que a relevância da atuação do enfermeiro em uma UTI Neonatal, não está relacionada meramente a realização de procedimentos técnicos, está inserido em todos os processos como agente ativo na construção de um ambiente que prioriza a humanização do cuidado, desempenhando papel multifacetado nesse contexto, atuando como cuidador, educador, comunicador e defensor dos direitos dos pacientes e de suas famílias.

Palavras-chave: Humanização da assistência; Enfermagem; Unidade de terapia intensiva neonatal

1 INTRODUÇÃO

A humanização nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) constitui um elemento central para garantir cuidado seguro, integral e sensível ao recém-nascido e à família. A assistência neonatal envolve dimensões técnicas, emocionais e relacionais que influenciam o processo de recuperação do bebê. Trata-se de um setor reconhecido como um ambiente de alta complexidade, marcado por tecnologias avançadas e situações críticas que exigem preparo profissional e capacidade de promover práticas humanizadas que assegurem conforto e dignidade aos envolvidos (Mufato e Gaíva, 2022).

A Política Nacional de Humanização (PNH) vem se consolidando como uma forma eficaz de acelerar o processo de recuperação de recém-nascidos (RN). O Ministério da Saúde preconiza várias ações voltadas ao respeito, à individualidade e ao acolhimento do RN e sua família, buscando estimular o vínculo entre pais e bebê durante sua permanência no hospital (Luz e Silva, 2022).

O período neonatal, pode-se dizer que é uma fase compreendida entre o nascimento do RN (Recém-Nascido) é 28 dias de vida e aparentemente quando apresenta alguma deficiência ou patologia, seja por prematuridade ou peso abaixo da média. Esses RN´s (Recém-Nascidos) devem ter um atendimento específico e prioritário no ambiente da UTI Neonatal. E esse atendimento deve ser de extrema importância para a qualidade à sua condição de saúde. Para garantir uma melhoria à sua patologia, contando com ajuda de terapias e medicações (Silva et al., 2020).

Desta forma, a UTIN é o local destinado à assistência de suporte avançado de vida principalmente a recém-nascidos prematuros que necessitam de cuidados constantes por um longo período. Portanto, conta com a atuação de uma equipe multiprofissional capacitada para lidar com as demandas vigentes. A presença da equipe de enfermagem exerce um papel fundamental nos cuidados, principalmente em relação à prestação de assistência complexa, execução de procedimentos, contato direto com o paciente, avaliação das necessidades, contato com os familiares auxiliando na realização do cuidado intra hospitalar e contribuindo com as práticas humanizadas (Silvestrini et al., 2025).

Uma das características definidoras da UTI neonatal são os altos índices de morbimortalidade, devido à grande fragilidade do neonato e um maior risco para adquirir patologias indesejadas e muitas vezes trazem sequelas irreversíveis, podendo aumentar o período de internação do paciente, com isso o sofrimento de toda a família, inclusive dos pais, tende a aumentar (Silva, Santos e Ayoama, 2020).

A internação do RN na UTIN causa em seus genitores uma experiência dolorosa, um misto de sentimentos como a angústia, ansiedade, medo, e o cansaço físico e mental. Dito isto, estar sempre presente e disponível, incentivando o vínculo afetivo, dar apoio emocional, mantê-los informados sobre o estado de saúde do bebê, dar atenção e cuidar com carinho do seu filho, atendendo as suas expectativas, é a visão que os pais têm do profissional que consideram como humanizado, o qual desempenha com zelo seu papel na assistência humanizada (Aguiar, 2023).

Com base no exposto, o objetivo deste artigo é compreender o papel do enfermeiro e a importância da humanização nos cuidados prestados ao recém-nascido e à família na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, evidenciando atribuições, desafios e contribuições para a qualidade da assistência.

2 METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se como uma revisão de literatura com abordagem qualitativa. Como afirmam Sonaglio et al., (2022), a revisão de literatura possibilita ao pesquisador sintetizar conhecimentos, identificar lacunas e ampliar a compreensão sobre determinado tema por meio da análise de estudos publicados. Da mesma forma, destaca-se que a abordagem qualitativa possibilita compreender fenômenos complexos ligados à saúde, considerando dimensões subjetivas, sociais e humanas, fundamentais para estudar o cuidado neonatal.

Para garantir a atualidade das informações, foram selecionados artigos científicos publicados entre os anos de 2020 e 2025. A escolha desse recorte temporal objetiva assegurar que os achados reflitam práticas, discussões e diretrizes contemporâneas relacionadas à assistência neonatal e às ações de humanização desenvolvidas pelo enfermeiro. Delimitar o período de coleta é essencial para assegurar relevância científica e coerência entre o material analisado e os objetivos da pesquisa.

A busca pelos materiais foi realizada em bases de dados de acesso aberto, entre elas BVS, SCIELO e LILACS, que disponibilizam ampla variedade de artigos relacionados a temática em questão. A escolha dessas bases é coerente com recomendações metodológicas, pois ambas reúnem produções indexadas, revisadas por pares e amplamente utilizadas na pesquisa em Enfermagem.

Para a seleção dos estudos, foram utilizados descritores pertinentes ao objeto de pesquisa, combinados entre si para ampliar a precisão dos resultados, como: Humanização da assistência, Enfermagem e Unidade de terapia intensiva. A estratégia de combinação de descritores sugere o uso de palavras-chave múltiplas para garantir amplitude e especificidade no processo de busca.

Os critérios de inclusão definidos para este estudo compreenderam: artigos publicados em português, disponíveis na íntegra, que abordassem diretamente a atuação do enfermeiro na UTIN e sua relação com práticas de humanização. Foram incluídos estudos completos que apresentassem fundamentação teórica consistente e que contribuíssem para a compreensão do tema investigado. Como critérios de exclusão, desconsideraram-se trabalhos que não dialogavam com o objetivo da pesquisa, artigos incompletos, resumos simples, duplicações ou estudos que não tratavam da humanização no contexto neonatal. A definição de critérios claros, assegura transparência, rigor metodológico e reprodutibilidade ao estudo.

A etapa de leitura dos artigos selecionados ocorreu de forma minuciosa, permitindo identificar elementos essenciais para a construção analítica deste estudo. A interpretação qualitativa possibilitou reconhecer como o enfermeiro se insere na dinâmica da UTIN, quais práticas humanizadas são desenvolvidas, de que modo ocorre a participação da família no processo assistencial e quais desafios permeiam a atuação profissional. A etapa de análise envolve categorização, interpretação e síntese das informações levantadas, permitindo que o pesquisador construa compreensões significativas sobre o fenômeno estudado. Assim, este estudo buscou respeitar todas essas etapas para assegurar a profundidade da análise proposta.

3   RESULTADOS E DISCUSSÕES

3.1 UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

A Unidade de Terapia Intensiva Neonatal emerge como um ambiente de extrema complexidade, onde os (RN’s) enfrentam desafios significativos em seus primeiros dias de vida. Nesse contexto, a atuação do enfermeiro desempenha um papel crucial na promoção de uma assistência humanizada, capaz não apenas em abordar as demandas clínicas, mas também proporcionar um ambiente compassivo e centrado no paciente (Barbosa et al., 2024).

Este cenário complexo da UTINEO é um lugar de acolhimento aos prematuros e seus familiares que passam por uma fase complicada na vida, com isso dependem do apoio de todos os profissionais da saúde, pois muitos não têm conhecimento e acham que a terapia intensiva é um lugar que prepara para a morte, no entanto precisam de esclarecimentos que na UTI é uma assistência 24 horas, na qual os profissionais preparados estão em vigilância sempre (Silva, Santos e Ayoama, 2020).

Nos últimos anos, muitas mudanças têm ocorrido no contexto da assistência hospitalar no Brasil, em especial nas UTI. Uma das principais mudanças diz respeito à evolução tecnológica nessas unidades, o que tem influenciado na mudança do perfil dos pacientes internados nas terapias intensivas, principalmente no que se refere a estadia e nível de atenção requerido, levando em consideração que com mais recursos terapêuticos e tecnológicos à disposição, os casos abordados nesse setor passaram a ser somente os mais graves e mais complexos (Prazeres et al., 2021).

3.2 CUIDADOS DE ENFERMAGEM HUMANIZADOS NA UTI NEONATAL

A enfermagem está sempre junto às práticas dos cuidados prestados ao bebê. Os achados mostram que essa presença constante faz do enfermeiro o profissional que melhor conhece as respostas do (RN), permitindo intervenções rápidas e humanizadas. O conhecimento específico sobre humanização e desenvolvimento neonatal, fortalece a atuação sensível e segura dos profissionais (Leite et al., ,2021).

Mufato e Gaíva (2022) discorrem que a humanização é fundamental na UTINEO, considerando as necessidades emocionais e psicológicas do bebê. A empatia, aparece como elemento central nos resultados, sendo decisiva para a construção de um ambiente acolhedor e confiável.

Segundo Silva, Santos e Ayoama (2020) o papel da enfermagem é de suma importância na UTINEO, neste local o enfermeiro é responsável pela acomodação do RN na incubadora, verificando a temperatura da incubadora, os reflexos de luz, umidade, pois ali é a estadia do prematuro, e precisa estar adequado. Aferir sinais vitais, verificar se precisa de algum procedimento especial, radiografias, observar a ventilação caso o prematuro esteja em ventilação mecânica, alimentação adequada, prescrita pelo médico, sendo assim, a observação da aceitação está com a enfermagem.

Prazeres et al., (2021) ressaltam que a equipe de enfermagem está diretamente ligada na prevenção da infecção na UTINEO, por passar a maioria do tempo em cuidado e vigilância dos RN e assim, têm uma responsabilidade maior com o cuidado, de tal modo cabe a ela junto de outros profissionais contribuir para a sua prevenção. A enfermagem também desempenha o papel fundamental na avaliação e minimização da dor, de modo a intervir no curso de manifestações clínicas que interfiram no conforto. Os enfermeiros também executam estratégias fomentar a amamentação, tais como a orientação da pega correta, higiene das mamas e ordenha, as quais se incluem no processo do aleitamento materno, e são instrumentos de educação que compartilham o conhecimento às nutrizes.

As práticas humanizadas incluem também técnicas como lavagem das mãos, PICC (cateter central de inserção periférica) adequado, protetor ocular, oxigenoterapia e o método canguru. A literatura identificou ainda que a UTINEO que adotam essas práticas apresenta melhores indicadores de segurança e qualidade na assistência. Os resultados reforçam que o enfermeiro é o profissional mais presente no cuidado direto, desempenhando atividades vitais e ajustando intervenções conforme a resposta do neonato (Ramos et al., 2021).

Pode-se destacar o método canguru, como uma das metodologias aplicadas no âmbito de humanização que mais geram benefícios para os bebês e seus responsáveis. O método canguru favorece a integralidade do cuidado do RN por possibilitar o contato direto da mãe com a criança, desenvolvendo um sentimento de maior domínio do RN. Com isso, os efeitos estimulantes recebidos durante a hospitalização são minimizados, facilitando seu desenvolvimento. A mudança de comportamento do RN é perceptível com a presença da mãe, os autores sugerem o incremento de estabilidade hemodinâmica, evitando maiores complicações e promovendo seu desenvolvimento saudável e com mais rapidez (Silva, Melo e Silva, 2022).

Objetiva-se, portanto, proporcionar durante o período de internação, uma experiência menos estressante e dolorosa para os neonatos e seus familiares. São exemplos de meios de humanização a visitação aberta, que consiste no livre acesso dos pais à UTINEO, que tem como consequência a transmissão de segurança e confiança dos pais quanto ao atendimento prestado pelos profissionais, visto que o livre acesso os permite acompanhar de perto toda a rotina de cuidados e procedimentos realizados com seu filho, podendo assim comprovar a maneira como aplicam a humanização no dia a dia na unidade (Aguiar, 2023).

3.3 A IMPORTÂNCIA DA FAMILIA NA UTI NEONATAL

Leite et al., (2020) diz que, a hospitalização de uma criança, em especial no período neonatal constitui-se em um evento danoso ao binômio mãe-filho, podendo desencadear uma série de fragilidades. O medo, na ocasião, deve-se, primordialmente, à ideia de que o RN passará a pertencer aos profissionais e não aos pais.

Segundo Fonseca et al., (2020) afirmam que os enfermeiros das UTINEO tratam e cuidam também das famílias dos bebês nascidos hospitalizados, a maioria deles acreditam que a presença dos pais é essencial para a recuperação dos pacientes. Os resultados da literatura analisada demonstram que essa presença familiar contínua, estimulada e orientada pelos enfermeiros, favorece a estabilidade fisiológica do recém-nascido, reduz níveis de estresse, promove maior regulação cardiorrespiratória e fortalece o vínculo afetivo, considerado essencial para a evolução clínica.

Esse contato com a família faz com que as mães se sintam mais confiantes nos profissionais. Cegano et al. (2020) afirmam que a equipe multiprofissional tem como objetivo minimizar o sofrimento e amenizar dificuldades. Os resultados encontrados demonstram que essa atuação integrada melhora o acolhimento e fortalece a rede de apoio emocional, indispensável na UTIN.

De acordo com Anacleto et al., (2021), o enfermeiro é essencial na assistência na UTINEO, pois todo tipo de informação é repassado a ele, assim como o plano de alta hospitalar, do mesmo modo, esses profissionais repassam as orientações para os pais referentes à amamentação, higiene e continuidade dos cuidados, sendo que todas essas informações garantem uma qualidade de assistência e ótimo crescimento e desenvolvimento. O estudo reforça que a comunicação clara, contínua e afetiva é um dos aspectos mais valorizados pelos pais, que afirmam sentir-se mais preparados para cuidar do bebê no domicílio quando orientados pela enfermagem. Assim, a atuação comunicativa se torna um instrumento de humanização e segurança, reduzindo riscos no pós-alta e garantindo maior seguimento do tratamento.

Sendo assim, toda essa participação do enfermeiro nos cuidados passa a gerar confiança nos pais da criança, eficácia e aceitação quanto ao tratamento, fomentando uma ação positiva na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Os resultados mostram que a parceria entre equipe e família diminui conflitos, melhora a comunicação e fortalece o ambiente terapêutico, tornando o cuidado mais eficiente e integral.

Pesquisas apontam o descontentamento dos familiares a respeito da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, que é descrita por eles como um espaço desagradável, restrito, desconfortável, responsável por sensações e hábitos indelicados e que afasta a participação dos responsáveis. Por conta disso, torna-se fundamental mudar esse entendimento social, que relaciona a palavra UTI à definição de sofrimento e até mesmo a óbito e apoiar a assistência de uma forma em que os pais tenham liberdade para exercerem seus papéis mesmo em um ambiente hospitalar (Silva et al., 2021).

4 CONCLUSÃO

Ao longo deste estudo, identificou-se a relevância da atuação do enfermeiro na UTI Neonatal, não apenas como um profissional de saúde que realiza procedimentos técnicos, mas também como um agente ativo na construção de um ambiente que prioriza a humanização do cuidado. O enfermeiro desempenha um papel multifacetado nesse contexto, atuando como cuidador, educador, comunicador e defensor dos direitos dos pacientes e de suas famílias.

Além disso, a capacitação do enfermeiro em habilidades de escuta ativa, empatia e apoio psicossocial desempenha um papel essencial na promoção da humanização. A capacidade de compreender as necessidades emocionais das famílias, bem como de estabelecer uma comunicação eficaz, contribui para a construção de um ambiente de cuidado mais acolhedor e centrado no paciente.

Ademais, a comunicação efetiva entre a equipe multiprofissional e a família é essencial para a eficiência durante a prestação dos cuidados, tanto na identificação de necessidades individuais dos RNs e na inclusão da mãe nos cuidados, visto que a proximidade dos pais e sua participação ativa nas decisões melhora o suporte emocional e a saúde física da mãe e do bebê.

Sabe-se que a UTI Neonatal é um lugar onde os pais precisam sentir a humanização e com método canguru a participação da família é primordial no acompanhamento dos cuidados aos recém-nascidos. As pessoas que passam por uma situação de ter um filho que acabou de nascer e está em estado grave estão extremamente abaladas psicologicamente e, com isso, os profissionais da saúde são importantes nesse momento para passar um pouco de tranquilidade e segurança.

Constatou-se também que os profissionais de enfermagem atuantes nas UTINEO compreendem o significado de humanização e seu efeito, utilizando de seu conhecimento técnico-científico e experiência de prática clínica para embasar seus cuidados sob uma perspectiva mais afetiva e acolhedora. Compreendem assim a importância deste atendimento humanizado para o RN e seus familiares, fortalecendo os vínculos em todas as oportunidades.

Portanto, é notória a necessidade da construção de normas institucionais específicas e elevação das divulgações da Política Nacional de Humanização, para que a humanização seja eficiente na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. No entanto, a pesquisa ressalta a importância da humanização e as vantagens que ela oferece para a equipe envolvida no cuidado e para os responsáveis do RN que está internado, dando significado à humanização e mostrando o quanto é indispensável para todos que estão compreendidos nesse processo.

REFERÊNCIAS

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1 Discente do Curso Superior de ENFERMAGEM do Instituto UNIPLAN Campus BRAGANÇA/PA. e-mail: anapereira.trac123@gmail.com.
2 Discente do Curso Superior de ENFERMAGEM do Instituto UNIPLAN Campus BRAGANÇA/PA. e-mail: avilameglins55@gmail.com.
3 Discente do Curso Superior de ENFERMAGEM do Instituto UNIPLAN Campus BRAGANÇA/PA. e-mail: iarlensilva2@gmail.com.
4 Discente do Curso Superior de ENFERMAGEM do Instituto UNIPLAN Campus BRAGANÇA/PA. e-mail: italo.trac2002@gmail.com.
5 Discente do Curso Superior de ENFERMAGEM do Instituto UNIPLAN Campus BRAGANÇA/PA. e-mail: mariarenatalimadesousa1234lima@gmail.com.
6 Docente do Curso Superior de ENFERMAGEM do Instituto UNIPLAN Campus BRAGANÇA/PA. e-mail: jamillymiranda854@gmail.com.