EFFECTS OF PHYSIOTHERAPY ON HANDGRIP STRENGTH IN OLDER ADULTS WITH FRAILTY SYNDROME
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511101403
Amanda Valéria Nemésio de Souza1
Gabrielle Pedroza Sobral1
Resumo
A fisioterapia desempenha um papel fundamental no manejo de idosos com síndrome da fragilidade, especialmente na melhora da força de preensão palmar, que é um importante indicador da função muscular global e da independência funcional. Idosos frágeis frequentemente apresentam redução da massa e da força muscular, resultando em desempenho diminuído nas atividades da vida diária, aumento do risco de quedas e perda de autonomia. Intervenções fisioterapêuticas, incluindo treinamento resistido, exercícios funcionais e programas específicos de fortalecimento das mãos, têm demonstrado benefícios significativos na mitigação dessas limitações. Estudos indicam que mesmo programas moderados e estruturados podem aumentar a força de preensão palmar, melhorar a coordenação e a resistência, além de contribuir para um melhor desempenho físico global. Além disso, a fisioterapia promove saúde cardiovascular, equilíbrio e bem-estar psicossocial, fatores essenciais para a manutenção da qualidade de vida nessa população. Programas de exercícios individualizados e supervisionados permitem que os idosos recuperem a força com segurança, reduzam o risco de complicações associadas à fragilidade e preservem a independência nas atividades diárias. Evidências sugerem que a fisioterapia deve ser incorporada aos planos de cuidado integral dos idosos frágeis, prevenindo o declínio funcional e melhorando os desfechos a longo prazo. Dessa forma, a fisioterapia se consolida como intervenção não farmacológica eficaz, capaz de atender às consequências físicas e funcionais da síndrome da fragilidade, enfatizando a importância da avaliação precoce, planejamento individualizado e monitoramento contínuo.
Palavras-chave: fisioterapia; força de preensão palmar; síndrome da fragilidade; idosos; independência funcional
Abstract
Physiotherapy plays a fundamental role in the management of older adults with frailty syndrome, particularly in improving handgrip strength, which is an important indicator of overall muscle function and functional independence. Frail older adults often present with reduced muscle mass and strength, resulting in decreased performance in activities of daily living, increased risk of falls, and loss of autonomy. Physiotherapy interventions, including resistance training, functional exercises, and hand-specific strengthening programs, have shown significant benefits in mitigating these limitations. Studies indicate that even moderate, structured programs can increase handgrip strength, improve coordination and endurance, and contribute to better overall physical performance. Additionally, physiotherapy promotes cardiovascular health, balance, and psychosocial wellbeing, which are essential for maintaining quality of life in this population.
Individualized and supervised exercise programs enable older adults to safely regain strength, reduce the risk of frailty-related complications, and preserve independence in daily activities.
Evidence suggests that physiotherapy should be incorporated into comprehensive care plans for frail older adults, preventing functional decline and improving long term outcomes. Thus, physiotherapy is established as an effective non-pharmacological intervention capable of addressing the physical and functional consequences of frailty syndrome, emphasizing the importance of early assessment, individualized planning, and continuous monitoring.
Keywords: physiotherapy; handgrip strength; frailty syndrome; older adults; functional independence
1. Introdução
A síndrome da fragilidade é uma condição geriátrica caracterizada pela diminuição da reserva funcional e da resistência fisiológica, o que torna o idoso mais suscetível a eventos adversos como quedas, hospitalizações recorrentes, dependência e mortalidade precoce (FRIED et al., 2001; MORLEY et al., 2013).
A fragilidade pode ser definida como uma síndrome clínica que envolve a diminuição das reservas fisiológicas e da resistência contra eventos estressantes, conferindo alto risco de desfechos adversos à saúde, incluindo perda de independência, quedas, hospitalização, institucionalização e mortalidade.(APÓSTOLO et al., 2021).
O fenótipo da fragilidade, proposto por Fried et al. (2001), tornou-se um dos modelos mais utilizados para a identificação dessa condição. Ele é composto por cinco critérios: perda de peso não intencional, fadiga autorreferida, baixa força de preensão palmar, lentidão da marcha e baixa atividade física. A presença de três ou mais desses componentes caracteriza o idoso como frágil, enquanto um ou dois componentes indicam pré-fragilidade. Nesse modelo, a força de preensão palmar ocupa papel central, pois traduz de forma objetiva a redução da reserva muscular e funcional, sendo frequentemente utilizada como marcador clínico do estado de fragilidade.
Entre os marcadores da fragilidade, destaca-se a força muscular, em especial a força de preensão palmar, reconhecida como indicador clínico relevante da funcionalidade global e da capacidade de realizar atividades da vida diária, como segurar utensílios, abrir recipientes e manter a independência (BUCHNER; WAGNER, 1992; BOHANNON, 2019). Evidências demonstram que a baixa força de preensão está associada à limitação funcional, ao risco aumentado de quedas, à perda de autonomia e ao declínio da qualidade de vida (RIJK et al., 2016; CELIS-MORALES et al., 2018).
A fisioterapia desempenha papel essencial na manutenção e na recuperação da funcionalidade em idosos com síndrome da fragilidade. Intervenções baseadas em exercícios resistidos, treino funcional e atividades de estimulação motora têm demonstrado eficácia na melhora da força muscular, do equilíbrio e da mobilidade, impactando positivamente a realização de atividades cotidianas e a qualidade de vida (CADORE; IZQUIERDO, 2013; GOBBO et al., 2014). O treinamento resistido, em especial, é apontado como uma das estratégias mais eficazes para aumento de força e massa muscular, além de reduzir incapacidades relacionadas ao envelhecimento (CADORE; IZQUIERDO, 2013).
Considerando que a manutenção da força muscular é essencial para reduzir riscos de dependência, hospitalizações e mortalidade, compreender de que forma a fisioterapia pode atuar sobre esse marcador permitirá subsidiar protocolos de reabilitação mais específicos e individualizados, contribuindo para a promoção da independência funcional e da qualidade de vida nessa população (BOHANNON, 2019; RIJK et al., 2016).
Diante desse cenário, justifica-se a realização desta revisão integrativa, cujo objetivo é reunir e analisar criticamente as evidências disponíveis acerca dos efeitos da fisioterapia na força de preensão palmar em idosos com síndrome da fragilidade.
METODOLOGIA
Este estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, conduzida segundo as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and MetaAnalyses (PRISMA 2020), com o objetivo de garantir transparência, rigor metodológico e reprodutibilidade no processo de identificação, seleção e síntese das evidências científicas. A formulação da questão de pesquisa foi orientada pela estratégia PICO, descrita a seguir:
P (População): idosos com diagnóstico de síndrome da fragilidade;
I (Intervenção): intervenções fisioterapêuticas, com ênfase em exercícios voltados ao desenvolvimento da força muscular e da preensão manual;
C (Comparação): ausência de intervenção ou abordagem convencional de cuidado;
O (Desfecho): incremento da força de preensão manual, melhora do desempenho funcional e manutenção da independência nas atividades da vida diária.
A pergunta norteadora da revisão foi definida como: “Quais são os efeitos das intervenções fisioterapêuticas sobre a força de preensão manual em idosos com síndrome da fragilidade?”
Bases de dados e estratégia de busca
A busca bibliográfica foi realizada entre setembro e outubro de 2025, sem restrição de idioma, contemplando artigos publicados no período de 2020 a 2025. Foram consultadas as bases PubMed/MEDLINE, LILACS, SciELO e PEDro.
Para a busca, foram utilizadas combinações de descritores controlados e termos livres, articulados por operadores booleanos (AND/OR). O quadro 1 contempla a estratégia de busca utilizada em cada base de dados.
Quadro 1 – Estratégia de busca nas bases de dados
| Base de dados | Estratégia de busca | |
| PUBMED/MEDLINE | ((Frailty OR “Frail Elderly”) AND (“Handgrip Strength” OR “Muscle Strength”) AND (“Physiotherapy” OR “Physical Therapy”)) | |
| Lilacs/BVS | (“Idoso Frágil” OR “Frail Elderly”) AND (“Força de Preensão” OR “Handgrip Strength”) AND (“Fisioterapia” OR “Physical Therapy”) | |
| SciELO | (“frailty” OR “frail elderly”) AND (“hand strength” OR “handgrip strength” OR “grip strength”) AND (“physiotherapy” OR “physical therapy” OR “physical therapy modalities”) | |
| PEDro | (“Frailty” OR “Frail Elderly”) AND (“Handgrip Strength” OR “Muscle Strength”) AND (“Physiotherapy” OR “Physical Therapy”) | |
Critérios de elegibilidade
Foram incluídos estudos originais, como ensaios clínicos randomizados, estudos quase-experimentais e observacionais, envolvendo população idosa com diagnóstico de síndrome da fragilidade, que aplicaram intervenções fisioterapêuticas e avaliaram a força de preensão manual como desfecho primário ou secundário.
Somente foram considerados artigos publicados entre 2020 e 2025, disponíveis na íntegra e de acesso aberto. Por outro lado, foram excluídos estudos editoriais, cartas ao editor ou resumos de conferências, pesquisas que envolveram populações não idosas ou sem diagnóstico de fragilidade, trabalhos sem intervenção fisioterapêutica ou sem avaliação da força de preensão manual, bem como duplicatas ou artigos com dados incompletos e que não tivessem acesso livre nas bases de dados.
Seleção dos estudos
A seleção dos estudos ocorreu em três etapas complementares: identificação, com importação das referências para um gerenciador bibliográfico e remoção de duplicatas; seleção, com leitura de títulos e resumos para exclusão de artigos não pertinentes; e elegibilidade, com análise integral dos textos remanescentes segundo os critérios previamente definidos. Eventuais divergências entre os revisores foram resolvidas por consenso.
O fluxo completo de seleção será apresentado por meio de fluxograma adaptado do PRISMA 2020, contemplando as etapas de identificação, triagem, elegibilidade e inclusão final.
Extração e análise dos dados
Os dados dos estudos incluídos foram extraídos de forma padronizada, contemplando autor, ano, título, delineamento metodológico, objetivos, população e principais resultados. Posteriormente, realizou-se análise crítica e síntese narrativa, integrando e comparando os achados de acordo com a pergunta norteadora da revisão.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Figura 1 – Fluxograma da estratégia de busca utilizada nas bases de dados

Fonte: Adaptado de PRISMA 2020
Tabela 2 – Artigos incluídos na revisão integrativa sobre os efeitos da fisioterapia na força e preensão palmar em idosos com síndrome da fragilidade.



Fonte: Elaborados pelas autoras com base nos estudos selecionados (2025).
A presente revisão teve como pergunta norteadora: “Quais são os efeitos das intervenções fisioterapêuticas sobre a força de preensão manual em idosos com síndrome da fragilidade?”. Após a seleção, foram incluídos sete estudos publicados entre 2020 e 2025, contemplando ensaios clínicos randomizados, estudos experimentais, observacionais e revisões integrativas ou de escopo. Em conjunto, os achados evidenciam que programas de exercícios fisioterapêuticos estruturados apresentam impacto positivo sobre a força de preensão manual, a funcionalidade global e, em alguns casos, sobre a saúde psicossocial de idosos frágeis e pré-frágeis.
Os ensaios clínicos randomizados de Chang et al. (2022) e Sadjapong et al. (2020) oferecem evidências robustas de que programas de exercícios multicomponentes, ou complementados por recursos como dispositivos vibratórios, resultam em ganhos significativos na força muscular, equilíbrio, mobilidade funcional e capacidade cardiorrespiratória. Além disso, Sadjapong et al. (2020) observaram reduções em biomarcadores inflamatórios (IL-6 e PCR), sugerindo que os efeitos da fisioterapia extrapolam o aspecto musculoesquelético e atingem também dimensões biológicas associadas à síndrome da fragilidade.
Do ponto de vista observacional, o estudo de da Silva et al. (2022) reforça a relação entre níveis insuficientes de atividade física, maior prevalência de fragilidade e maior risco de quedas em octogenários, demonstrando que a inatividade está diretamente associada à perda funcional. Por outro lado, a prática regular de atividade física acima de 300 minutos semanais mostrou efeito protetor, evidenciando que a intensidade e a frequência são determinantes para a preservação da força e da autonomia em idosos muito longevos.
Os estudos experimentais ampliam essa análise ao considerar variáveis psicossociais. Dziubek et al. (2020) verificaram que um programa de exercícios de 12 semanas melhorou a força dos membros inferiores em idosos frágeis e pré-frágeis. Contudo, os efeitos emocionais, como redução de sintomas depressivos e de ansiedade, foram significativos apenas nos pré-frágeis, o que sugere que a intervenção precoce pode otimizar os benefícios tanto físicos quanto psicológicos.
As revisões integrativas e de escopo (Silva Neta et al., 2021; Caicedo-Pareja et al., 2024) corroboram esses achados, ao demonstrar que programas multicomponentes, envolvendo exercícios resistidos, aeróbicos e funcionais, são os mais eficazes para melhorar a força de preensão manual e a capacidade funcional. No entanto, ambas ressaltam a heterogeneidade dos protocolos, a variação de intensidade e duração das intervenções, bem como a ausência de padronização nos desfechos, o que dificulta a comparação entre estudos e a consolidação de recomendações universais.
Do ponto de vista clínico e prático, os resultados sugerem que a fisioterapia deve ser incorporada de maneira sistemática aos planos de cuidado de idosos frágeis e pré frágeis, tanto em ambientes hospitalares quanto na comunidade. No contexto brasileiro, esses achados dialogam com a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI), que enfatiza a manutenção da autonomia e independência como diretriz fundamental (BRASIL, 2006). Em âmbito internacional, também estão alinhados às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que define o envelhecimento saudável como a otimização da capacidade funcional ao longo da vida, visando preservar a saúde física, mental e a qualidade de vida dos idosos (OMS, 2015).
Apesar das evidências positivas, algumas limitações metodológicas devem ser consideradas. A maioria dos estudos apresentou amostras reduzidas, tempo limitado de intervenção e ausência de acompanhamento em longo prazo, além de falta de padronização dos instrumentos utilizados para avaliar a força de preensão manual. Tais fragilidades metodológicas reforçam a necessidade de ensaios clínicos multicêntricos, com maior rigor metodológico e robustez estatística, que investiguem não apenas a eficácia, mas também a adesão, a sustentabilidade e o custo-efetividade das intervenções fisioterapêuticas.
Assim, ao responder à questão norteadora, os estudos analisados demonstram que a fisioterapia exerce papel central no manejo da síndrome da fragilidade, promovendo ganhos na força de preensão manual e repercutindo de maneira ampla na funcionalidade, na autonomia, na prevenção de quedas e até em aspectos emocionais. Dessa forma, recomenda-se que programas de exercícios fisioterapêuticos, especialmente os multicomponentes, sejam incorporados como estratégia prioritária nos planos de cuidado integral ao idoso, contribuindo para um envelhecimento mais ativo, independente e saudável.
CONCLUSÃO
A presente revisão integrativa evidenciou que a fisioterapia exerce papel essencial na melhora da força de preensão palmar em idosos com síndrome da fragilidade, favorecendo o aumento da força muscular global, da mobilidade funcional e da autonomia nas atividades da vida diária. Os estudos analisados apontam que programas fisioterapêuticos estruturados, especialmente os multicomponentes, compostos por exercícios resistidos, funcionais e aeróbicos, proporcionam ganhos expressivos na força de preensão manual e contribuem para a redução dos efeitos físicos e psicossociais da fragilidade. Verificou-se ainda que a melhora da força de preensão está associada à diminuição dos níveis de fragilidade, à prevenção de quedas e à manutenção da independência funcional, reforçando a fisioterapia como intervenção não farmacológica eficaz na atenção à pessoa idosa. Contudo, observou-se heterogeneidade nos protocolos de intervenção, amostras reduzidas e ausência de acompanhamento em longo prazo, o que limita a generalização dos resultados. Assim, conclui-se que a fisioterapia se mostra uma estratégia determinante para retardar a progressão da fragilidade e promover a qualidade de vida em idosos, sendo necessária a realização de estudos adicionais, com maior rigor metodológico e padronização de medidas, para consolidar evidências que orientem práticas clínicas mais específicas e eficazes.
Referências
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1Fisioterapia Faculdade Maurício de Nassau – Garanhuns Pernambuco-Brasil. E-mail: gaby.pedroza91@gmail.com / amandanemesio@gmail.com
