REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202509071527
Paulo Teles Martins1; Elisandra Boscato2; Solange Simões Monteiro3; Tatiana Alves Sales De Sousa4; Brena Pollyanna Pereira Da Mota5; Naercya Fernandes Martins6; Valmielda Oliveira De Souza Rêgo7; Marcos Vitor Costa Castelhano8
RESUMO: No contexto das últimas décadas, observa-se o crescimento pertinente de políticas públicas educacionais, estudos acadêmicos especializados e dos engajamentos colaborativos mediante os diferentes cenários da Educação Inclusiva dentro e fora do Brasil, apresentando-se como movimentação significativa, apesar das contradições e dos obstáculos ainda presentes em torno de tais discussões fundamentais. Dentro das perspectivas associadas à EI, destaca-se que as constituições e contribuições piagetianas se esboçam como implicações teórico-práticas importantes em tais eixos discursivos, haja vista que considera a pertinência de uma educação centrada no alunato, ao mesmo tempo que estrutura aspectos formativos e interativos nas mediações e consolidações intersubjetivas, influindo na elucidação de aspectos educativos inclusivos e equitativos. Partindo dos fatores supracitados, o estudo em questão discorre sobre os aspectos práticos e direcionais da EI nos cenários educativos atuais, tendo como plano de fundo as metodologias vivenciais enquanto alternativas pedagógicas, considerando as perspectivas e contribuições associadas aos enfoques piagetianos. Para isso, valeu-se da metodologia de revisão narrativa como principal forma de captação e organização informativa-acadêmica, utilizando de artigos científicos, capítulos de livro e outras obras especializadas, relacionadas à temática em questão, como principais fontes de busca, geralmente localizadas nas plataformas digitais do Google Acadêmico, Scielo e PePSIC, Portal CAPES e outros repositórios especializados. Portanto, expostos as comunicações e objetivações iniciais, seguem os demais pontos e centramentos relacionados às interações significativas entre a EI, os espectros metodológicos vivenciais na educação contemporânea e os aportes piagetianos na atualidade, indo além das ramificações superficiais.
Palavras-chave: Educação Inclusiva. Metodológico-vivencial. Piaget. Construtivismo. Contemporaneidade.
ABSTRACT: In recent decades, we have observed a significant growth in public education policies, specialized academic studies, and collaborative engagement across the various scenarios of Inclusive Education within and outside Brazil. This represents a significant movement, despite the contradictions and obstacles still present in these fundamental discussions. Within the perspectives associated with ECE, it is noteworthy that Piagetian constitutions and contributions emerge as important theoretical and practical implications in these discursive axes, given that they consider the relevance of student-centered education while also structuring formative and interactive aspects in intersubjective mediation and consolidation, influencing the elucidation of inclusive and equitable educational aspects. Based on the aforementioned factors, this study discusses the practical and directional aspects of ECE in current educational settings, using experiential methodologies as pedagogical alternatives as a backdrop, considering the perspectives and contributions associated with Piagetian approaches. To this end, narrative review methodology was used as the primary means of capturing and organizing academic information, utilizing scientific articles, book chapters, and other specialized works related to the topic in question as the primary search sources. These sources are generally located on the digital platforms of Google Scholar, Scielo, and PePSIC, the CAPES Portal, and other specialized repositories. Therefore, having outlined the initial communications and objectives, the remaining points and focuses related to the significant interactions between ECE, the experiential methodological spectra in contemporary education, and Piagetian contributions today follow, going beyond the superficial ramifications.
Keywords: Inclusive Education. Experiential Methodology. Piaget. Constructivism. Contemporaneity.
RESUMEN: En las últimas décadas, hemos observado un crecimiento significativo en las políticas públicas de educación, los estudios académicos especializados y el compromiso colaborativo en los diversos escenarios de la Educación Inclusiva dentro y fuera de Brasil. Esto representa un movimiento significativo, a pesar de las contradicciones y obstáculos aún presentes en estas discusiones fundamentales. Dentro de las perspectivas asociadas con la ECE, cabe destacar que las constituciones y contribuciones piagetianas emergen como importantes implicaciones teóricas y prácticas en estos ejes discursivos, dado que consideran la relevancia de la educación centrada en el estudiante a la vez que estructuran aspectos formativos e interactivos en la mediación y consolidación intersubjetiva, influyendo en la elucidación de aspectos educativos inclusivos y equitativos. Con base en los factores mencionados, este estudio discute los aspectos prácticos y direccionales de la ECE en los entornos educativos actuales, utilizando metodologías experienciales como alternativas pedagógicas como telón de fondo, considerando las perspectivas y contribuciones asociadas a los enfoques piagetianos. Para ello, se empleó la metodología de revisión narrativa como principal medio para recopilar y organizar la información académica, utilizando artículos científicos, capítulos de libros y otras obras especializadas relacionadas con el tema en cuestión como fuentes de búsqueda principales. Estas fuentes se encuentran generalmente en las plataformas digitales de Google Académico, Scielo y PePSIC, el Portal CAPES y otros repositorios especializados. Por lo tanto, tras delinear las comunicaciones y los objetivos iniciales, se presentan los puntos y enfoques restantes relacionados con las interacciones significativas entre la ECE, los espectros metodológicos experienciales en la educación contemporánea y las contribuciones piagetianas en la actualidad, trascendiendo las ramificaciones superficiales.
Palabras clave: Educación Inclusiva. Metodología Experiencial. Piaget. Constructivismo. Contemporaneidad.
INTRODUÇÃO
No contexto das últimas décadas, observa-se o crescimento pertinente de políticas públicas educacionais, estudos acadêmicos especializados e dos engajamentos colaborativos mediante os diferentes cenários da Educação Inclusiva dentro e fora do Brasil, apresentando-se como movimentação significativa, apesar das contradições e dos obstáculos ainda presentes em torno de tais discussões fundamentais (Sant’Ana, 2005).
Dentro das perspectivas associadas à EI, destaca-se que as constituições e contribuições piagetianas se esboçam como implicações teórico-práticas importantes em tais eixos discursivos, haja vista que considera a pertinência de uma educação centrada no alunato, ao mesmo tempo que estrutura aspectos formativos e interativos nas mediações e consolidações intersubjetivas, influindo na elucidação de aspectos educativos inclusivos e equitativos (Neto, 2025).
Partindo dos fatores supracitados, o estudo em questão discorre sobre os aspectos práticos e direcionais da EI nos cenários educativos atuais, tendo como plano de fundo as metodologias vivenciais enquanto alternativas pedagógicas, considerando as perspectivas e contribuições associadas aos enfoques piagetianos.
Para isso, valeu-se da metodologia de revisão narrativa como principal forma de captação e organização informativa-acadêmica, utilizando de artigos científicos, capítulos de livro e outras obras especializadas, relacionadas à temática em questão, como principais fontes de busca, geralmente localizadas nas plataformas digitais do Google Acadêmico, Scielo e PePSIC, Portal CAPES e outros repositórios especializados.
Portanto, expostos as comunicações e objetivações iniciais, seguem os demais pontos e centramentos relacionados às interações significativas entre a EI, os espectros metodológicos vivenciais na educação contemporânea e os aportes piagetianos na atualidade, indo além das ramificações superficiais.
DESENVOLVIMENTO
Em uma ótica geral, entende-se que a EI se apresenta como um direito fundamental pautado nas garantias de acesso e permanência de todos os sujeitos nos ambientes escolares, independente de suas condições físicas, acadêmicas, sociais, culturais e/ou diagnósticas, levando em consideração os princípios essenciais de diversidade e de equidade (Carvalho et al., 2025).
Nesse sentido, o desenvolvimento de políticas públicas educacionais de matriz inclusiva e de metodologias pedagógicas amplas e/ou adaptadas torna viável o manejo participativo e significativo de obstáculos estruturais que afetam negativamente o cotidiano e as relações intersubjetivas de pessoas com deficiência e/ou inseridas em panoramas de vulnerabilidade social (Carvalho, 2005).
Somado a isto, destaca-se que a edificação de uma inclusão escolar plena e assertiva se apresenta como uma circunstância árdua e progressiva nos espectros atuais, dado que se faz necessário uma reestruturação geral e específica no sistema educacional e nas concepções inclusivas (Silva Neto et al., 2018).
Continuando a ideia supracitados, Silva Neto e colaboradores (2018) enfatizam que, além da ampliação das políticas públicas educacionais de caráter inclusivo, as noções, sejam implícitas e/ou explícitas em inclusão social, devem ser ressignificadas pela sociedade em geral e pelos profissionais que atuam nos ambientes educativos, mobilizando toda a comunidade escola a participar de tais transformações necessárias.
Para Lima (2025), as mudanças estruturais nos âmbitos educativos-inclusivos permitiram variados fatores direcionais entre as ações comunitárias e os apoios governamentais, englobando lapidações relacionadas ao investimento arquitetônico e de infraestrutura, a capacitação de profissionais e a sensibilização e conscientização societárias.
Desse modo, as pontuações citadas acima demarcam alguns dos principais elementos deficitários nas contextualizações nacionais, revelando que tais aspectos englobam circunstâncias multifatoriais nos diferentes âmbitos estruturantes presentes nas composições educacionais e sociais, diretamente influenciadas pelos retrospectos históricos (Lima, 2005).
Ainda nesse raciocínio, a consolidação dos elementos abordados permite a efetivação de uma educação cada vez mais inclusiva e democrática, promovendo edificações interativas e plurais nos cenários sociais e escolares, mutuamente falando, aliando metodologias especializadas, o ensino de qualidade e as variadas dimensionalidades sociointeracionais (Pereira et al., 2025).
Em um campo metodológico-vivencial, Silva e colaboradores (2025), em seus estudos voltados as possíveis interseções entre a EI e as tecnologias assistivas, enfatizam que os aportes técnicos-experienciais permitem caminhos dialógicos e interdisciplinares para a consolidação de formações idiossincráticas e funcionais, possibilitando que os sujeitos presentes no convívio escolar, sobretudo estudantes com incapacidades, necessidades específicas e/ou vulnerabilidades setoriais, consigam lapidar condições de autonomia, independência e qualidade de vida,
Isto posto, os autores (2025) comentam que metodologias pedagógicas aplicativas inseridas no universo da EI, principalmente nos âmbitos das tecnologias assistivas, foco do estudo em questão, tendem sistematizar potenciais significativos quando somados com elaborações inovadoras, ambientes estruturados e capacitação profissional especializada, indo de encontro com lógicas unilaterais e mecânicas.
Seguindo tal lógica. Castelhano e colaboradores (2023) abordam que as constantes e estratégias vivenciais em EI permitem lapidações transversais e direcionais dentro e fora dos meios educacionais, trazendo à tona que os modelos e aplicações de natureza interativa são alternativas e ferramentas essenciais nas atuações pedagógicas mediante as suas potencialidades integrativas e inclusivas na valorização da diversidade intersubjetiva.
Adentrando os enfoques piagetianos, observa-se que Diniz e Rodrigues (2021), a partir dos campos comparativos entre o pensamento sócio-histórico e as perspectivas construtivistas, apresentam que tais óticas expressam a necessidade da escola enquanto espaço favorecedor de práticas lúdicas e adaptadas em um sentido educacional inclusivo, promovendo estratégias e meios assertivos para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos sujeitos em suas idiossincrasias, englobando, sobretudo, os estudantes com necessidades específicas.
Com isso, os pesquisadores (2021) deixam explícito que, por intermédio dos enfoques listados, as experiências educativas, tendo como plano central as diretrizes inclusivas e integradoras, possibilitam a consolidação de estruturas efetivas de plenitude, destacando que as atividades pedagógicas, quando fermentadas para além das pontuações unilaterais, devem conservar as suas competências vinculares e participativas.
Na obra de Piletti e Rosato (2012), esboça-se que um dos principais diferenciais das composições e das elaborações piagetianas giram em torno da compreensão do desenvolvimento global do sujeito e de seus processos formativos associados, demonstrando que cada estágio desenvolvimentista se caracteriza por necessidades, obstáculos e funcionamentos específicos, devendo também ser alocados e subsidiados nas atuações pedagógicas.
Nesse segmento, as contribuições construtivistas-interacionistas explicitam que, mesmo que existam fases preditivas para o desenvolvimento global, em uma ótica cognitiva e interativa, o sujeito é intimamente influenciado pelos caracteres maturacionais, ambientais, emocionais e sociais em um viés intersubjetivo, indo de encontro com interpretações ancoradas na anulação da individualidade formativa (Piletti; Rosato, 2012).
Coadunando com a ideia acima, Piaget (2016) aborda que a criança, assim como os sujeitos de forma ampliada, constrói ativamente as suas estruturas e esquemas cognitivos, deixando claro que tais fomentações estão diretamente atreladas às tendências individuais e as prerrogativas ambientais, visualizando o desenvolvimento humano por via de uma ótica dinâmica.
Segundo Loch (2007), as aproximações entre as perspectivas construtivistas de Piaget e as metodologias aplicativas em EI vão além de um campo ideário em si mesmo, dado que as implicações piagetianas trazem à tona ramificações e noções pedagógicas centradas no aluno, englobando convergências diretas, indiretas e teóricas em seus processos de inserção técnica-vivencial, indo além de vieses unitários-mecânicos.
De tal modo, as metodologias vivenciais em ótica piagetiana trazem à tona reflexos da acessibilidade ambiental, espacial e escola em suas globalidades circunscritas, enfocando os seus saberes e práticas tanto para o sujeito, como também para o ambiente que o rodeia, englobando, de mesmo modo, as articulações e estabelecimentos presentes nos espaços educacionais em suas especificidades e magnitudes (Loch, 2007).
Sendo assim, conclui-se que as perspectivas piagetianas representam constantes e panoramas teórico-práticos e científicos de matriz significativa em relação às potencialidades desenvolvimento de metodologias vivenciais e de direcionamentos educacionais inclusivos, levando em consideração as variáveis do desenvolvimento humano, das formações intersubjetivas, em seus sentidos amplos, e as facetas societárias e ambientais envolvidos em tais processos dinâmicos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante dos elementos abordados, elucida-se que os enfoques piagetianos, considerando as suas contribuições e implicações pedagógicas, permeiam composições teórico-práticas significativas na organização direcional e nas atividades adaptadas ante as consolidações da EI nos cenários educacionais, visto que englobam conceituações constitutivas e operacionalizações que servem de força motriz das atuações práticas e executórias nos diferentes âmbitos educativos na contemporaneidade.
Isto posto, como abordado no decorrer da presente pesquisa, ressalta-se que os moldes construtivistas-interacionais não se prendem a formulações unilaterais e generalizadas em si mesmas, tendo em vista que, a partir de seu vasto arcabouço teórico-prático e metodológico, trazem conceitos, elaborações e composições direcionais que podem ser adaptadas a cada contexto e necessidade pedagógica, desprendendo-se alternativas infalíveis ou altamente generalizadas.
Nos panoramas gerais, mesmo com as inúmeras teorias e políticas educacionais pautadas na EI, fica evidente que as contribuições piagetianas encontram lugares de primazia perante das contextualizações da EI na atualidade, alocando-se como eixo sistêmico e sistemático de efetivação participativa nos âmbitos educacionais e nas atuações pedagógicas, distanciando-se de prerrogativas tecnicistas.
REFERÊNCIAS
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DINIZ, Marcia Isabel; RODRIGUES, Leandro. EMPREGO DO LÚDICO COMO ESTRATÉGIA PARA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONTRIBUIÇÕES DE PIAGET A VYGOTSKY. Journal of Research & Development/Revista de Investigación & Desarrollo, v. 11, n. 11, 2021.
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1Formação:Licenciatura Plena em Matemática – 2009 Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL); Especialização 1: Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância – 2013 – Universidade Federal Fluminense (UFF); especialização 2: Novas Tecnologias No Ensino da Matemática – 2016 – Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestrando em Tecnologias Emergentes na Educação – Must University – E-mails: teles100@bol.com.br – ptelesmartins081@gmail.com
2Pedagoga. Pós graduada. Especialização em Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University
3Graduada em Ciências Contábeis pela Unemat Universidade do Estado de Mato Grosso. Especialista em Gestão Escolar pela UCB Universidade Castelo Branco. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. Email: solangetga@yahoo.com.br
4Licenciada em Letras Libras pela universidade federal da Paraíba (2019) e em pedagogia: administração e supervisão educacional pela universidade estadual do Piauí (2008). Atua na área de Educação profissional, coordenação e gestão escolar e possui experiência em Língua Brasileira de Sinais
5Graduação: Letras licenciatura plena em Língua Inglesa, língua portuguesa e literaturas. FIBRA – faculdade integrada Brasil Amazônia. Especialização: Ensino-Aprendizagem em Língua Inglesa e Literatura. ESMAC – escola superior Madre Celeste. Especialização: Língua Portuguesa: uma abordagem textual. UFPA – Universidade Federal do Pará.
6Graduada em Letras pela Universidade Federal do Pará. Especialista em EJA e Educação Profissional pela Anhanguera. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.
7Graduada em Pedagogia (Licenciatura Plena) pela Universidade Federal do Piauí – UFPI. Pós-graduada em Pedagogia Empresarial pela Faculdade Integrada de Jacarepaguá – FIJ. Pós-Graduada em Docência na Educação Profissional e Tecnológica pelo IFNMG (cursando). Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.
8Mestre em Ciências da Educação.
