HEALTH EDUCATION IN NURSING: STRATEGIES FOR THE PREVENTION OF ARTERIAL HYPERTENSION IN URBAN AREAS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510141318
Leticia Gomes Melo Tavares¹
Lucicleia Barbosa Fernandes¹
Orientador: Prof. Lânderson Laífe B. Gutierres²
RESUMO
A educação em saúde promovida pela enfermagem constitui uma estratégia fundamental para a prevenção da hipertensão arterial, ao proporcionar compreensão sobre a doença, disseminação de conhecimento, mudança de comportamento e adesão ao tratamento. O papel do enfermeiro nas ações educativas abrange estratégias tradicionais, como palestras, atividades comunitárias e o programa Hiperdia, abordando aspectos relacionados ao peso corporal, alimentação equilibrada, consumo de álcool, tabagismo, sedentarismo e acompanhamento médico. Tais medidas são essenciais para sensibilizar a população sobre os fatores de risco e promover a saúde cardiovascular.
Em Porto Velho/RO, diversas iniciativas urbanas reforçam essas estratégias educativas. Políticas de urbanismo e mobilidade contribuem para a criação de espaços estratégicos que incentivam a prática de atividades físicas e hábitos saudáveis, como academias públicas em praças, ciclovias, pistas de caminhada e áreas de lazer ao ar livre. Esses ambientes estimulam a população a abandonar o sedentarismo, integrando o cuidado à saúde ao cotidiano urbano.
Alguns desses espaços públicos promovem também a mobilização social, por meio de parcerias com associações de bairros ou voluntários, oferecendo programas de bem-estar, como aulas de dança, zumba e atividades coletivas. Feiras ao ar livre disponibilizam alimentos saudáveis e fortalecem a educação nutricional, enquanto áreas verdes e a apreciação do pôr do sol em locais como a Estrada de Ferro Madeira Mamoré proporcionam momentos de lazer, relaxamento e melhoria do bem-estar mental. Ademais, academias privadas complementam essas estratégias, ampliando as oportunidades de prática regular de exercícios. Assim, a integração entre educação em saúde, políticas públicas urbanas e espaços de lazer contribui significativamente para a prevenção da hipertensão arterial, promovendo saúde e qualidade de vida à população.
Palavras-chaves: Hipertensão arterial, estratégias, urbanismo, mobilidade, educação
1. INTRODUÇÃO
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma das doenças crônicas mais prevalentes no mundo e está associada ao aumento do risco de complicações graves como acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica e morte prematura. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (2020), a HAS atinge cerca de 30% da população adulta brasileira e é responsável por pouco mais de 7 milhões de óbitos por ano em todo o mundo, de acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde.
Em âmbito nacional, dados da pesquisa Vigitel (2023) apontam que 24,3% dos adultos afirmam ter recebido diagnóstico médico de hipertensão. A prevalência é maior entre as mulheres (26,4%) do que entre os homens (21,7%) e aumenta com a idade, atingindo mais de 60% da população com 65 anos ou mais (BRASIL, 2023a). Em Porto Velho, capital do estado de Rondônia, a pesquisa Vigitel de 2018 revelou que 18,9% da população local declarou ser hipertensa, com maior proporção entre o sexo feminino (21 %) (BRASIL, 2018).
Frente a essa realidade, a educação em saúde torna-se uma ferramenta indispensável para o enfrentamento da HAS. A literatura científica reconhece que ações educativas desenvolvidas por profissionais de saúde, em especial da enfermagem, contribuem significativamente para a promoção de hábitos saudáveis, adesão ao tratamento e monitoramento regular da pressão arterial (Alves et al., 2023). A atuação do enfermeiro no contexto da Atenção Primária à Saúde é estratégica, pois envolve desde a identificação precoce da doença até o acompanhamento contínuo do paciente e da comunidade, por meio de intervenções educativas e práticas integradas de cuidado (Reis et al., 2019).
A abordagem educativa da enfermagem, aliada ao suporte institucional das políticas públicas, tem mostrado resultados positivos na redução da incidência e das complicações da hipertensão arterial, além de promover maior autonomia dos pacientes no manejo da própria saúde (Oliveira et al., 2020). Assim, a educação em saúde se consolida como um dos principais instrumentos de controle da HAS no Brasil.
No cenário da saúde pública, a hipertensão arterial apresenta-se como um agravo fortemente influenciado pelo estilo de vida e pelo contexto em que os indivíduos estão inseridos. Nas áreas urbanas, a organização dos perímetros urbanos pode atuar como elemento facilitador da prevenção, uma vez que espaços bem planejados oferecem locais adequados para a prática de atividades físicas, lazer comunitário e maior acesso a serviços de saúde. Dessa forma, o ambiente urbano, quando estruturado de maneira estratégica, torna-se aliado da educação em saúde conduzida pelo enfermeiro, favorecendo a conscientização da população adulta quanto à importância de hábitos saudáveis para a redução dos fatores de risco relacionados à hipertensão arterial.
A expansão de áreas urbanas com infraestrutura adequada, como calçadas acessíveis, ciclovias e espaços públicos para atividades físicas, incentiva hábitos de vida mais saudáveis entre a população. Além disso, a proximidade de serviços essenciais, como unidades de saúde e mercados com alimentos frescos, favorece o acesso a cuidados médicos e a uma alimentação balanceada, ambos fundamentais para o manejo da pressão arterial. Assim, a urbanização bem estruturada contribui para a promoção da saúde cardiovascular e a redução dos fatores de risco associados à hipertensão.
Este trabalho tem como objetivo analisar a incidência da hipertensão arterial na população de Porto Velho, Rondônia, com ênfase no papel da educação em saúde realizada pela enfermagem como estratégia essencial de prevenção e controle da doença. Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica, baseado em dados epidemiológicos, que visa contribuir para a formulação de estratégias mais eficazes no enfrentamento desse relevante problema de saúde pública. O estudo propõe investigar o perfil da população hipertensa no município, identificando os principais fatores de risco associados à hipertensão arterial em diferentes faixas etárias e grupos socioeconômicos. Além disso, busca compreender os desafios relacionados ao controle da doença e à adesão ao tratamento, bem como avaliar as ações de educação em saúde voltadas à sua prevenção. Nesse cenário, destaca-se também o papel positivo da urbanização de Porto Velho, que tem possibilitado a ampliação da infraestrutura urbana e dos serviços de saúde, favorecendo o acesso à atenção básica, à informação e a práticas de promoção da saúde. A urbanização contribui ainda para a implementação de espaços públicos adequados para atividades físicas, além de facilitar a atuação das equipes multiprofissionais em áreas antes de difícil alcance. Espera-se que os resultados obtidos reforcem a importância do trabalho integrado entre os profissionais da saúde e a valorização da educação em saúde como ferramenta indispensável para o cuidado integral do paciente hipertenso.
2. REFERENCIAL TÉORICO
No Brasil, a hipertensão atinge cerca de 27,9% da população adulta, sendo mais prevalente entre mulheres e idosos. Essa realidade está associada a fatores como envelhecimento, baixa escolaridade e dificuldades no acesso a serviços de saúde, especialmente em comunidades de menor renda (BRASIL, 2023a).
Fatores genéticos, ambientais e comportamentais estão associados ao desenvolvimento da HAS. A American Heart Association aponta que o consumo excessivo de sal, o sedentarismo e uma alimentação inadequada estão entre os principais fatores modificáveis que contribuem para o aumento da pressão arterial (AMERICAN HEART ASSOCIATION, 2021a).
Nesse contexto, a educação em saúde surge como uma estratégia fundamental no enfrentamento da doença. Paralelamente às ações em saúde, a urbanização planejada tem se mostrado uma aliada importante na promoção da saúde cardiovascular e no enfrentamento da hipertensão arterial sistêmica. Cidades que investem em infraestrutura urbana adequada como espaços públicos para a prática de atividades físicas, transporte acessível, áreas verdes e disponibilidade de alimentos saudáveis favorecem ambientes propícios à adoção de estilos de vida mais saudáveis. Esses fatores urbanos contribuem diretamente para a redução dos níveis de sedentarismo, obesidade e estresse, todos associados ao aumento da pressão arterial. Assim, a urbanização, quando alinhada às políticas públicas de saúde, pode ampliar o alcance das estratégias preventivas, especialmente em comunidades vulneráveis, reforçando o papel do território na construção de ambientes promotores de saúde.
Em termos epidemiológicos, plataformas como o Vigitel e o DATASUS fornecem dados relevantes para o acompanhamento da hipertensão em diversas regiões do país. Em Porto Velho, por exemplo, a taxa de hipertensão está abaixo da média nacional, mas ainda exige ações preventivas contínuas para minimizar os impactos da doença (BRASIL, 2019).
Nesse contexto, a urbanização planejada pode desempenhar um papel estratégico na promoção da saúde, especialmente em áreas urbanas em crescimento como Porto Velho. A ampliação de espaços públicos, a melhoria do acesso à atenção básica e a criação de ambientes que incentivem a prática de atividades físicas e o consumo de alimentos saudáveis são medidas que podem contribuir significativamente para a redução dos fatores de risco relacionados à hipertensão, reforçando a importância da integração entre planejamento urbano e políticas de saúde.
Em Porto Velho atualmente foi criado o projeto municipal ‘Sempre em Movimento’, desenvolvido em cinco polos urbanos, disponibiliza diversas modalidades físicas como caminhada, dança e hidroginástica, sendo uma estratégia efetiva na promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas como a hipertensão arterial, especialmente entre idosos. (SAVINO, 2025), conforme a figura 1:
Figura 1 – Grupo praticando zumba no programa Sempre em Movimento

Fonte: Foto de José Carlos/Secom, Prefeitura de Porto Velho, 2025.
A urbanização crescente e o estilo de vida sedentário predominante nas cidades brasileiras têm sido fatores determinantes para o aumento dos casos de hipertensão arterial, uma das principais condições crônicas não transmissíveis que acometem a população adulta.
Nesse contexto, os espaços urbanos destinados à prática de atividades físicas, como academias ao ar livre, pistas de caminhada, ciclovias e praças públicas com infraestrutura adequada, representam alternativas acessíveis e eficazes para a promoção da saúde e a prevenção da hipertensão arterial. Esses ambientes, como ilustram a Figura 2 e a Figura 3, quando aliados a políticas públicas de incentivo ao exercício físico e ao trabalho educativo dos profissionais de enfermagem, tornam-se ferramentas estratégicas para a mudança de hábitos da população.
A atuação da enfermagem, por meio da educação em saúde, pode ser potencializada nesses locais por meio da realização de orientações, rodas de conversa, ações coletivas de rastreamento de pressão arterial e campanhas de incentivo à atividade física regular. Além disso, o uso desses espaços públicos promove não apenas benefícios físicos, mas também contribui para o bem-estar mental, a socialização e a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos, especialmente em comunidades urbanas de baixa renda, onde o acesso a academias privadas ou a serviços de saúde preventivos é limitado.
Dessa forma, integrar ações educativas e de prevenção à hipertensão em ambientes urbanos de lazer e esporte configura-se como uma estratégia eficaz e sustentável no enfrentamento das doenças crônicas, especialmente quando conduzidas por profissionais da saúde capacitados, como os enfermeiros da atenção básica.
Figura 2 – Academia pública ao ar livre em praça urbana de Porto Velho (RO)

Foto de José Carlos/Secom, Prefeitura de Porto Velho, 2020.
Figura 3 – Espaço de caminhada em área urbana utilizado por moradores para lazer e atividade física

Fonte: Foto de José Carlos/Secom, Prefeitura de Porto Velho, 2025.
Apesar da existência de academias públicas distribuídas pela cidade de Porto Velho, bem como de espaços voltados ao lazer e à prática de atividades físicas, além de projetos comunitários direcionados à promoção do movimento corporal e estratégias voltadas à prevenção da hipertensão arterial, os índices de prática regular ainda permanecem abaixo do esperado. Segundo dados do Vigitel (2021), apenas 37,1% dos adultos da capital cumprem as recomendações mínimas de atividade física no tempo livre, o que posiciona Porto Velho na 18ª colocação entre as capitais brasileiras.
Esse resultado demonstra que, mesmo diante da disponibilidade de recursos estruturais e de políticas públicas já existentes, grande parte da população continua fisicamente inativa. Tal cenário sugere não apenas dificuldades de adesão individual, mas também barreiras de ordem cultural, social e econômica que influenciam a prática regular de exercícios.
Dessa forma, evidencia-se a necessidade de fortalecer programas de educação em saúde, com foco em estratégias contínuas de conscientização, acompanhamento e incentivo, a fim de ampliar o engajamento populacional em hábitos de vida saudáveis e reduzir o risco de desenvolvimento de doenças crônicas, como a hipertensão arterial.
3. METODOLOGIA
A presente pesquisa caracteriza-se como um estudo de abordagem quantitativa, fundamentado na análise de dados secundários extraídos do sistema DATASUS. A investigação foi desenvolvida por meio de uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo de reunir e sintetizar o conhecimento científico disponível sobre a hipertensão arterial, com ênfase na realidade do estado de Rondônia, considerando também a influência de aspectos relacionados à urbanização como fator de impacto na prevalência e controle da doença.
Para a seleção dos estudos que compuseram a revisão integrativa, foram utilizadas as seguintes bases de dados e plataformas eletrônicas: Google Acadêmico, SciELO (Scientific Electronic Library Online), periódicos científicos eletrônicos e protocolos de enfermagem do programa Hiperdia.
As palavras-chave utilizadas incluíram: Educação em saúde, hipertensão, fisiopatologia arterial, tratamento, incidência, prevalência da hipertensão e urbanização.
Inicialmente, foram identificados 44 estudos relacionados ao tema. No entanto, apenas 17 artigos atenderam aos critérios de inclusão previamente estabelecidos. Os critérios adotados foram: publicações disponíveis na íntegra, redigidas em língua portuguesa e algumas delas em língua inglesa, publicadas nos últimos cinco anos, que abordassem a hipertensão arterial, seus fatores de risco, estratégias de prevenção e controle, bem como estudos que analisassem a influência do ambiente urbano e das condições de urbanização sobre a saúde cardiovascular, especialmente no contexto do município de Porto Velho – RO.
Os dados obtidos foram organizados e analisados de forma descritiva, com o intuito de identificar a prevalência e a incidência da hipertensão arterial na população estudada, compreender os fatores de risco associados, analisar o papel do ambiente urbano na promoção da saúde e levantar as estratégias educativas utilizadas na prevenção e controle da doença.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
Os dados evidenciam que, em Porto Velho, a prevalência de adultos que realizam atividade física regular no tempo livre ainda é inferior ao desejado, mesmo diante da disponibilidade de academias públicas, espaços de lazer e projetos municipais de incentivo. O Vigitel (2021) aponta que apenas 37,1% da população adulta atinge a recomendação mínima de atividade física semanal, posicionando a capital na 18ª colocação nacional. Esse resultado revela que, apesar das iniciativas implementadas, como o projeto municipal Sempre em Movimento, há um desafio persistente em estimular mudanças de comportamento de forma ampla e sustentável.
Ao relacionar os dados locais com o panorama nacional, observa-se que a prevalência de hipertensão no Brasil (27,9%) ainda é fortemente impactada por fatores como envelhecimento, baixo nível de escolaridade e limitações de acesso aos serviços de saúde (BRASIL, 2023a). Em Porto Velho, embora a taxa esteja abaixo da média nacional, a manutenção de hábitos sedentários configura um risco considerável para o avanço da hipertensão arterial e outras doenças crônicas.
Nesse contexto, a análise dos resultados demonstra que a existência de espaços urbanos planejados e de políticas públicas, por si só, não garante adesão populacional às práticas de vida saudável. É necessário compreender as barreiras culturais, sociais e econômicas que dificultam a adoção da atividade física como parte do cotidiano. Além disso, a atuação da enfermagem, por meio da educação em saúde, mostra-se central para transformar esses ambientes em espaços de promoção ativa de hábitos saudáveis, utilizando estratégias como rodas de conversa, campanhas de rastreamento de pressão arterial e orientações coletivas.
Assim, os resultados indicam que Porto Velho avança na oferta estrutural e programática para a promoção da saúde, mas ainda apresenta limitações na adesão da população, o que reforça a importância de políticas integradas que articulem planejamento urbano, educação em saúde e acompanhamento contínuo dos indivíduos em risco. Essa articulação é essencial para reduzir os índices de inatividade física e, consequentemente, prevenir complicações associadas à hipertensão arterial sistêmica.
5. CONCLUSÃO
Portanto, a Hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença crônica de maior prevalência mundial, apresentando índices mais elevados entre adultos do sexo feminino. Diante desse cenário, a atuação do enfermeiro na educação em saúde torna-se fundamental, pois envolve não apenas a promoção, mas também a prevenção, o tratamento e o acompanhamento contínuo dos indivíduos acometidos.
No contexto das estratégias educativas convencionais da enfermagem, destacam-se as ações desenvolvidas nas áreas urbanas de Porto Velho/RO, que incluem políticas de urbanismo e mobilidade, bem como a utilização de espaços públicos e privados que favorecem a prática de atividades físicas. Entre eles, estão as academias ao ar livre, projetos comunitários como as aulas de zumba, o Espaço Alternativo, academias privadas e as feiras livres, que proporcionam convivência social, lazer e valorização dos ambientes urbanos da cidade.
A integração dessas estratégias amplia a visão do enfermeiro quanto à importância de incentivar a população a aderir não apenas às práticas educativas tradicionais, mas também ao uso consciente e regular dos espaços disponíveis na cidade. A educação em saúde na enfermagem, portanto, ultrapassa o papel preventivo, promovendo o autocuidado e o bem-estar integral do indivíduo.
Entretanto, observa-se que, apesar da existência de ambientes e projetos voltados à prática de atividades físicas, a população de Porto Velho ainda não é suficientemente incentivada a utilizá-los como forma de prevenção da hipertensão arterial, evidenciando a necessidade de maior engajamento e políticas públicas mais eficazes de incentivo à saúde preventiva.
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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¹Discente do Curso Superior de Enfermagem do Instituto UNAMA – Centro Universitário da Amazônia, Campus Porto Velho. E-mail: leticia.tavares@exemplo.com / mailto:lucicleia.fernandes@exemplo.com
²Docente do Curso Superior de Enfermagem do Instituto UNAMA – Centro Universitário da Amazônia, Campus Porto Velho. Enfermeiro. Mestre em Ensino de Ciências da Saúde (UNIR). E-mail: landerson.gutierres@exemplo.com
