REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202601281140
Maria Izabel Pontes Laghi1
Sueli Aparecida Martins Cordeiro Caris2
Norma Barbado3
RESUMO: Este artigo apresenta uma experiência pedagógica desenvolvida com alunos do 5º ano do Ensino Fundamental em uma escola pública de Umuarama-PR, cujo objetivo foi promover a conscientização socioambiental e desenvolver atitudes sustentáveis por meio de práticas lúdicas de reutilização de materiais, articulando a Educação Ambiental aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A intervenção ocorreu em três momentos: sensibilização e discussão sobre resíduos e reciclagem; oficina prática de criação de objetos utilizando materiais reaproveitados; e socialização dos trabalhos em uma exposição escolar com roda de reflexão. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com dados coletados por observação, diário de campo e registros fotográficos, analisados segundo a técnica de análise de conteúdo. Os resultados demonstraram engajamento, criatividade e compreensão das relações entre consumo, descarte e preservação ambiental, além do fortalecimento do senso de responsabilidade e participação coletiva. A experiência evidenciou que práticas pedagógicas criativas, interativas e contextualizadas contribuem para o desenvolvimento de valores e comportamentos sustentáveis desde os anos iniciais. Recomenda-se a ampliação de ações similares e sua inserção permanente no Projeto Político-Pedagógico da escola.
Palavras-chave: Aprendizagem Significativa. Sustentabilidade. Formação Cidadã. Prática Pedagógica. Responsabilidade Coletiva.
ABSTRACT: This article presents a pedagogical experience carried out with 5th-grade students from a public school in Umuarama, Paraná (Brazil), whose objective was to promote socio-environmental awareness and foster sustainable attitudes through playful recycling-based activities, integrating Environmental Education with the Sustainable Development Goals (SDGs). The intervention took place in three stages: a sensitization and discussion session on waste and recycling; a hands-on workshop in which students created objects using recyclable materials; and an exhibition of the results followed by a group reflection session. This qualitative study used direct observation, field notes, and photographic records as data collection instruments, and the material was analyzed using content analysis. Findings revealed student engagement, creativity, and an increased understanding of the relationship between consumption, waste, and environmental preservation, as well as strengthened responsibility and collective participation. The experience indicates that creative, interactive, and contextualized teaching practices contribute to the development of sustainable values and behaviors from early schooling years. It is recommended that initiatives of this nature be expanded and incorporated into the school’s Pedagogical Plan.
Keywords: Meaningful Learning. Sustainability. Civic Education. Pedagogical Practice. Collective Responsibility.
1. INTRODUÇÃO
As mudanças ambientais globais e a intensificação das crises climáticas colocam a humanidade diante de desafios éticos, sociais e ecológicos que exigem da educação uma revisão profunda de seus objetivos, conteúdos e metodologias. Nesse cenário, a Educação Ambiental (EA), quando articulada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), configura-se como um eixo estratégico para a formação de sujeitos críticos, sensíveis e comprometidos com a construção de sociedades mais justas, solidárias e ambientalmente responsáveis (Silva; Loureiro, 2021).
No âmbito escolar, a EA não pode ser reduzida a ações pontuais ou meramente informativas; ao contrário, deve ser concebida como prática transversal, interdisciplinar e transformadora, capaz de integrar reflexão, sensibilidade e participação ativa dos estudantes em seu contexto sociocultural (Jacobi, 2020). Contudo, ainda são frequentes práticas pedagógicas distantes da realidade discente ou centradas apenas na transmissão de conceitos, o que limita a mobilização de valores, atitudes e comportamentos sustentáveis no cotidiano escolar.
Diante desse cenário, emerge o problema que orienta esta investigação: como promover, no cotidiano escolar e desde os anos iniciais, experiências pedagógicas capazes de desenvolver atitudes socioambientais e valores de sustentabilidade de forma significativa, participativa e lúdica? A relevância dessa reflexão reside no papel imprescindível da escola na formação de cidadãos capazes de compreender os impactos do consumo, valorizar os recursos naturais e agir coletivamente frente aos desafios ambientais contemporâneos, contribuindo para a efetivação da Agenda 2030 em nível local.
A Agenda 2030 da ONU, aprovada em 2015, propõe 17 ODS que orientam políticas públicas e ações educativas em escala global. Entre eles, o ODS 4 prioriza uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade; o ODS 13 convoca à ação urgente contra as mudanças climáticas; e o ODS 15 enfatiza a necessidade de conservar os ecossistemas terrestres e a biodiversidade (Nações Unidas, 2015). Esses objetivos destacam a importância de projetos pedagógicos que promovam o pensamento crítico, o protagonismo estudantil e a formação cidadã desde a infância.
Neste contexto, este trabalho apresenta uma experiência pedagógica desenvolvida com alunos do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Senador Souza Naves, em Umuarama-PR, durante o segundo semestre de 2024. O objetivo da proposta foi promover a conscientização socioambiental e desenvolver atitudes sustentáveis por meio de práticas lúdicas de reutilização de materiais, articulando a Educação Ambiental aos ODS e favorecendo o protagonismo discente no processo de aprendizagem.
2. MATERIAL E MÉTODOS
2.1 Caracterização do local e participantes
O artigo foi desenvolvido a partir de uma experiência com dezoito estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Senador Souza Naves, localizada em Umuarama – PR. Os participantes foram alunos com idades entre 10 e 11 anos, no turno da tarde, no período de setembro a outubro de 2025.
A prática foi conduzida pela professora regente Maria Izabel Pontes Laghi, autora deste estudo e docente da turma, e com a participação de Sueli que auxiliou e participou das atividades no âmbito das aulas de EA. Do ponto de vista ético, a atividade foi integrada ao planejamento pedagógico da escola, com anuência da equipe diretiva e acompanhamento da coordenação escolar.
2.2 Abordagem Metodológica
A abordagem qualitativa, de natureza interventiva, permitiu observar como a ludicidade contribui para o desenvolvimento de valores ecológicos e atitudes sustentáveis no ambiente escolar. As oficinas e atividades propostas tiveram caráter participativo e interdisciplinar, sendo analisadas a partir de uma perspectiva crítica e emancipatória da EA. Essas abordagens foram baseadas nos estudos de Bogdan e Biklen (2018), valorizando a observação direta e a análise das interações e produções dos estudantes.
2.3 Instrumento para Coleta de Dados
A coleta de dados foi realizada por meio de observação direta, diário de campo, registros fotográficos e análise das produções dos estudantes. O tratamento das informações adotou abordagem qualitativa, descritiva e interpretativa, fundamentada nos princípios da análise de conteúdo, buscando identificar evidências de engajamento, desenvolvimento do pensamento crítico, colaboração e compreensão dos conceitos ambientais apresentados, especialmente vinculados ao ciclo de vida dos materiais e ao papel individual e coletivo na promoção da sustentabilidade.
2.4 Procedimentos Metodológicos (etapas)
A prática pedagógica integrou os princípios da Educação Ambiental aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 13 e 15) e ocorreu ao longo de três momentos articulados. No primeiro, realizou-se uma roda de conversa para explorar os conceitos de lixo, reciclagem e ciclo de vida dos materiais, utilizando a garrafa PET como exemplo ilustrativo. Foram exibidas imagens e vídeos educativos, e os alunos trouxeram de casa resíduos previamente higienizados, posteriormente classificados coletivamente em recicláveis, orgânicos e reaproveitáveis criativos, permitindo identificar conhecimentos prévios e iniciar o processo de sensibilização.
No segundo encontro, os estudantes foram divididos em pequenos grupos e desafiados a criar objetos a partir dos materiais recolhidos. Entre as produções surgiram porta-lápis, brinquedos, vasos decorados e jogos educativos, evidenciando a criatividade e a cooperação dos participantes. A professora atuou como mediadora, orientando sobre o manuseio dos materiais e incentivando o diálogo e o protagonismo infantil.
O terceiro encontro consistiu na exposição dos trabalhos no pátio escolar, com apresentação oral dos estudantes sobre o processo de criação e o novo uso dos materiais. Em seguida, desenvolveu-se uma roda de reflexão sobre atitudes sustentáveis e a importância da reciclagem, culminando na elaboração de cartazes de conscientização ambiental com frases produzidas coletivamente.
2.5 Material Utilizado
Para o desenvolvimento das atividades foram utilizados principalmente materiais recicláveis trazidos pelos próprios estudantes, incluindo garrafas PET, tampinhas plásticas, latas, caixas de papelão, rolos de papel e embalagens longa vida previamente higienizadas. Além desses insumos reutilizáveis, foram empregados materiais de apoio necessários para o manuseio e montagem dos objetos, tais como tesoura sem ponta, cola branca, cola quente e fita adesiva.
Materiais diversos para acabamento e decoração também foram disponibilizados pela escola e pela professora, como tintas guache, pincéis, papéis coloridos, EVA, botões, tecidos e retalhos, permitindo que os estudantes personalizassem suas criações e explorassem diferentes possibilidades estéticas e estruturais.
Para a exposição dos trabalhos e o registro do processo pedagógico, foram utilizados cartolina, canetas coloridas, cartazes e câmera fotográfica, com o objetivo de documentar as produções, valorizar o protagonismo dos alunos e possibilitar a socialização das aprendizagens com a comunidade escolar.
2.6 Avaliação da Aprendizagem
A avaliação da aprendizagem ocorreu de forma processual, formativa e participativa, acompanhando o desenvolvimento das atividades ao longo das aulas. Foram considerados o envolvimento dos estudantes nas discussões e rodas de conversa, a colaboração entre os colegas durante as etapas de criação, a criatividade e o empenho demonstrados na construção dos objetos com materiais recicláveis, bem como a capacidade de explicar o processo de reaproveitamento e refletir criticamente sobre os impactos ambientais e o papel individual na promoção da sustentabilidade.
Dessa forma, a avaliação valorizou atitudes, aprendizagens socioambientais e competências relacionadas à responsabilidade coletiva, ao protagonismo e ao pensamento reflexivo, em consonância com os princípios da Educação Ambiental crítica e da formação integral.
2.7 Método de análise dos dados
A análise dos dados obtidos na intervenção seguiu uma abordagem qualitativa, fundamentada nos princípios da análise de conteúdo, conforme proposto por Bardin (2016), buscando interpretar significados, comportamentos e aprendizagens emergentes a partir da prática pedagógica. Inicialmente, os registros provenientes do diário de campo, das observações diretas e dos registros fotográficos foram organizados de forma sistemática, assegurando fidelidade às situações vivenciadas no contexto escolar.
Em seguida, procedeu-se à leitura flutuante e à categorização inicial do material empírico, etapa que permitiu identificar unidades de registro relacionadas ao desenvolvimento da consciência ambiental, à colaboração entre pares, ao protagonismo discente e às atitudes de cuidado com o espaço escolar e com os materiais reutilizados. As categorias de análise foram construídas com base na relação entre os objetivos da intervenção e os pressupostos teóricos da Educação Ambiental crítica, priorizando evidências de sentido e transformação nas práticas e percepções dos estudantes.
O processo analítico foi guiado por uma perspectiva interpretativa, preservando o contexto social e educativo da experiência e considerando o sentido atribuído pelos sujeitos às suas ações, em consonância com a abordagem qualitativa descrita por Lüdke e André (2013). Essa opção metodológica justifica-se pela natureza da investigação, voltada à compreensão de processos formativos, atitudes e sensibilizações, elementos que não podem ser reduzidos a mensurações numéricas, mas demandam interpretação e reflexão a partir da interação entre pesquisador, participantes e ambiente escolar.
Dessa forma, a análise privilegiou a identificação de aprendizagens significativas, evidências de reflexão crítica e comportamentos socioambientais emergentes, permitindo compreender de que maneira a prática pedagógica contribuiu para o desenvolvimento de valores sustentáveis e para a apropriação consciente dos princípios da Educação Ambiental e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A experiência pedagógica desenvolvida com os estudantes do 5º ano favoreceu o engajamento ativo, a criatividade e o desenvolvimento da consciência socioambiental. Observou-se participação contínua em todas as etapas da proposta, desde os momentos de sensibilização e diagnóstico até a produção dos materiais e a socialização dos resultados. Os alunos demonstraram entusiasmo ao explorar diferentes formas de reaproveitamento de resíduos, transformando garrafas PET, tampinhas, rolos de papel e latas em porta-lápis, brinquedos, vasos de plantas e jogos educativos.
A fim de evidenciar a relação entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável trabalhados, as habilidades desenvolvidas e as principais manifestações observadas ao longo da prática pedagógica, apresenta-se o Quadro 1.
Quadro 1: Relação entre ODS, habilidades e evidências na prática pedagógica
| ODS Trabalhado | Habilidades Desenvolvidas | Evidências Observadas |
| ODS 4 — Educação de Qualidade | • Comunicação oral e escrita • Pensamento crítico e argumentação • Colaboração em grupo | • Apresentação dos objetos produzidos • Troca de ideias nas rodas de conversa • Produção de cartazes e mensagens ecológicas |
| ODS 13 — Ação Contra a Mudança Global do Clima | • Consciência ambiental e responsabilidade socioambiental • Capacidade de identificar impactos ambientais • Práticas de redução, reutilização e reciclagem | • Separação adequada dos resíduos • Engajamento nas oficinas com materiais reaproveitados • Comentários espontâneos sobre reduzir o lixo e evitar desperdício |
| ODS 15 — Vida Terrestre | • Valorização da natureza e cuidado com o ambiente • Empatia e responsabilidade coletiva • Iniciativa para cuidar de plantas e espaços verdes | • Construção do “Cantinho Sustentável” • Discussões sobre preservação ambiental • Cuidado com as plantas e zelo pelo ambiente escolar |
Fonte: elaborado pelas autoras (2025).
Conforme demonstrado no Quadro 1, as atividades possibilitaram o desenvolvimento de competências cognitivas, socioemocionais e ambientais, alinhando experiências concretas aos princípios da Agenda 2030 e às diretrizes da Educação Ambiental crítica.
A exposição dos objetos produzidos no pátio escolar possibilitou o compartilhamento das aprendizagens com a comunidade escolar e estimulou o sentimento de pertencimento dos estudantes, que explicaram os processos de criação, a origem dos materiais utilizados e suas novas funções. Esse momento evidenciou autonomia, comunicação e reflexão crítica, indicando que a prática contribuiu para tornar visível o protagonismo infantil no contexto escolar.
Além das produções materiais, as observações em diário de campo registraram avanços no comportamento e nas atitudes dos estudantes em relação ao descarte consciente, ao cuidado com o ambiente escolar e ao reconhecimento do valor dos recursos naturais. Pequenos gestos cotidianos, como a preocupação em descartar corretamente papéis e reutilizar frascos e embalagens, puderam ser identificados como resultados diretos da intervenção.
A ludicidade constituiu o eixo estruturante da proposta e se revelou um potente recurso para promover aprendizagens significativas e sensibilização ambiental. Conforme Vygotsky (1991) e Kishimoto (2002), o brincar favorece a expressão, a criatividade e a internalização de valores; tais pressupostos foram confirmados ao longo da prática, quando os alunos demonstraram compreensão sobre o ciclo de vida dos materiais, a importância da reciclagem e a necessidade de reduzir o desperdício. Esses achados corroboram pesquisas contemporâneas que apontam a eficácia de atividades lúdicas e práticas na Educação Ambiental (Silva; Cavalcanti, 2023; Cunha; Vieira, 2021; Souza et al., 2023).
Em consonância com os princípios da Agenda 2030, os resultados indicaram que o contato direto com os ODS 4 (Educação de Qualidade), 13 (Ação Climática) e 15 (Vida Terrestre) contribuiu para fortalecer a responsabilidade socioambiental das crianças. As discussões fomentaram reflexões sobre o papel individual e coletivo na proteção ambiental, reforçando a ideia de que a escola é um ambiente privilegiado para a formação ecológica e cidadã (ONU, 2015; Jacobi, 2020; Carvalho, 2022).
De modo geral, a prática demonstrou que experiências pedagógicas contextualizadas e interativas potencializam a aprendizagem sobre sustentabilidade, promovendo o desenvolvimento de valores, atitudes cooperativas e senso de responsabilidade. Os resultados reiteram que o envolvimento ativo dos estudantes, aliado ao uso de materiais concretos e à mediação sensível, contribui para a construção de comportamentos ambientalmente responsáveis desde os anos iniciais da escolarização.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A experiência pedagógica realizada com estudantes do 5º ano demonstrou que a integração entre Educação Ambiental, ludicidade e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável constitui um caminho potente para promover aprendizagens significativas, participação ativa e formação cidadã. Ao vivenciar um processo que envolveu reflexão, produção criativa com materiais recicláveis, socialização e diálogo, os alunos ampliaram sua compreensão sobre consumo, resíduos e responsabilidade socioambiental, evidenciando mudanças de atitude e maior sensibilidade em relação ao cuidado com o ambiente escolar e com o planeta.
Os resultados observados reforçam o papel da escola enquanto espaço privilegiado para a construção de valores ecológicos e práticas sustentáveis desde os anos iniciais, em consonância com uma perspectiva de Educação Ambiental crítica e emancipatória. A participação colaborativa dos estudantes, o protagonismo discente na execução das atividades e a capacidade de relacionar ações cotidianas aos princípios da Agenda 2030 indicam que intervenções lúdicas e contextualizadas favorecem o desenvolvimento cognitivo, socioemocional e ético.
Com base nos achados, recomenda-se a continuidade e ampliação de projetos dessa natureza, envolvendo outras turmas, etapas de ensino e unidades escolares, bem como a inclusão permanente de ações socioambientais no Projeto Político-Pedagógico da instituição. Sugere-se, ainda, o fortalecimento de parcerias entre escola, família e comunidade, de modo a expandir o alcance das práticas sustentáveis para além do ambiente escolar e consolidar uma cultura de responsabilidade ambiental coletiva.
Por fim, destaca-se a importância de sistematizar e monitorar iniciativas desse tipo, produzindo indicadores de acompanhamento que permitam avaliar o impacto das ações e orientar melhorias contínuas. A experiência apresentada evidencia que, quando associada a metodologias participativas e a processos de reflexão crítica, a Educação Ambiental contribui para formar sujeitos conscientes, autônomos e comprometidos com o desenvolvimento sustentável, alinhando escola, território e Agenda 2030.
REFERÊNCIAS
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BOGDAN, R. C.; BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora, 1994.
CARVALHO, I. C. de M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2022.
CUNHA, M. da S.; VIEIRA, R. M. Educação ambiental crítica e práticas escolares: caminhos para a sustentabilidade. Revista Educação e Meio Ambiente, v. 32, n. 2, p. 45-60, 2021.
JACOBI, P. Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 15, n. 1, p. 09-25, 2020.
KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2. ed. São Paulo: EPU, 2013.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
MORAES, R. Análise de conteúdo. Revista Educação, Porto Alegre, v. 22, n. 37, p. 7-32, 1999.
ONU — Organização das Nações Unidas. Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Nova York: ONU, 2015.
SANTOS, B.; ALMEIDA, L. Educação ambiental e ludicidade: experiências formativas na escola. Revista Diálogo Educacional, v. 22, n. 3, p. 120-138, 2022.
SILVA, J.; CAVALCANTI, C. Práticas lúdicas e educação ambiental no ensino fundamental: reflexões e caminhos. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 18, n. 2, p. 152-170, 2023.
SILVA, L.; LOUREIRO, C. F. B. Educação ambiental crítica: fundamentos e práticas. Revista Pesquisa em Educação Ambiental, v. 16, n. 1, p. 33-51, 2021.
SOUZA, A. M.; LIMA, F.; GOMES, R. Educação ambiental na prática escolar: experiências e desafios. Revista Práxis Educacional, v. 19, n. 4, p. 88-107, 2023.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
1Especialista em Docência para a Educação Profissional e Tecnológica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo(IFES), maria.pontes@edu.umuarama.pr.gov.br
2Graduada em Pedagogia pela Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (FECILCAM) e em História Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI). Pós Graduada em Educação Especial: Atendimento às Necessidades Especiais pela União das Escolas Superiores Vale Ivaí(UNIVALE), em Orientação e Supervisão em Educação pela Faculdade Estadual de Educação, Ciências e Letras de Paranavaí (FAFIPA), em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Instituto RHEMA. Atua como Pedagoga e Professora. Contato: sueli.caris@escola.pr.gov.br
3Doutora em Agronomia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), norma.barbado@ifpr.edu.br
