DIFERENÇAS REGIONAIS NA PREVALÊNCIA DE MUTAÇÕES BRCA1 E BRCA2 NO BRASIL: UMA REVISÃO NARRATIVA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510141724


Dallynne Bárbara Ramos Venancio1
Orientador: Jacinto da Costa Silva Neto2
Coorientador: Pierre Teodosio Felix3


RESUMO

Introdução: O câncer de mama é a neoplasia maligna mais incidente entre mulheres no Brasil, e aproximadamente 5 a 10% dos casos estão associados à predisposição hereditária, principalmente envolvendo os genes BRCA1 e BRCA2. Objetivo: Revisar a literatura sobre a prevalência de mutações BRCA1/2 no Brasil, com foco nas diferenças regionais. Metodologia: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura publicada entre 2010 e 2025, consultando bases de dados como PubMed, SciELO, LILACS e literatura cinzenta. Foram incluídos estudos originais e revisões que apresentaram dados de frequência de mutações BRCA1/2 em diferentes regiões do Brasil. Resultados e discussões: Os resultados indicam heterogeneidade regional significativa: prevalência variando de 3,8% na Bahia a até 13% em pacientes com histórico familiar, sendo o Sudeste e Sul as regiões mais estudadas. Mutações fundadoras, como BRCA1 e BRCA2, predominam em regiões com forte imigração europeia, enquanto no Nordeste são observadas variantes de origem ibérica. O Norte do país apresenta escassez de dados, mas não significa necessariamente que a doença seja menos incidente, mas sim que existe menor diagnóstico, registro e pesquisa, reflexo de desigualdades regionais no acesso à saúde e na produção científica. Além da heterogeneidade genética, diferenças no acesso à testagem genética e ao aconselhamento oncológico contribuem para disparidades na detecção precoce e prevenção do câncer hereditário. Conclusão: A compreensão das diferenças regionais na prevalência de mutações BRCA1/2 é essencial para subsidiar políticas públicas, orientar estratégias de rastreamento e prevenção e promover uma abordagem mais equitativa no cuidado de mulheres com risco hereditário de câncer de mama no Brasil. Estudos futuros devem ampliar o foco para regiões menos representadas e considerar painéis multigênicos.

Palavras-chaves: Câncer de mama; BRCA1; BRCA2; Epidemiologia

ABSTRACT

Introduction: Breast cancer is the most common malignancy among women in Brazil, and approximately 5 to 10% of cases are associated with a hereditary predisposition, mainly involving the BRCA1 and BRCA2 genes. Objective: To review the literature on the prevalence of BRCA1/2 mutations in Brazil, focusing on regional differences. Methodology: A narrative review of the literature published between 2010 and 2025 was conducted, consulting databases such as PubMed, SciELO, LILACS, and gray literature. Original studies and reviews that presented data on the frequency of BRCA1/2 mutations in different regions of Brazil were included. Results and Discussion: The results indicate significant regional heterogeneity: prevalence ranging from 3.8% in Bahia to up to 13% in patients with a family history, with the Southeast and South being the most studied regions. Founder mutations, such as BRCA1 and BRCA2, predominate in regions with strong European immigration, while variants of Iberian origin are observed in the Northeast. Data scarcity in the North of the country does not necessarily mean that the disease is less prevalent, but rather that there is less diagnosis, reporting, and research, reflecting regional inequalities in access to healthcare and scientific production. In addition to genetic heterogeneity, differences in access to genetic testing and oncological counseling contribute to disparities in the early detection and prevention of hereditary cancer. Conclusion: Understanding regional differences in the prevalence of BRCA1/2 mutations is essential to inform public policies, guide screening and prevention strategies, and promote a more equitable approach to the care of women at hereditary risk of breast cancer in Brazil. Future studies should expand the focus to underrepresented regions and consider multigene panels.

Keywords: Breast cancer; BRCA1; BRCA2; Epidemiology

1. INTRODUÇÃO

O câncer de mama é a neoplasia maligna mais incidente entre as mulheres no mundo, com estimativa de mais de 2,3 milhões de novos casos em 2020, representando um grave problema de saúde pública global (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2023). No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou, para o triênio 2023–2025, cerca de 73 mil novos casos anuais, configurando-se como o câncer mais frequente entre mulheres em praticamente todas as regiões do país, com exceção do câncer de pele não melanoma (INCA, 2023).

Embora a maioria dos casos seja esporádica, aproximadamente 5 a 10% dos diagnósticos estão relacionados à predisposição hereditária, sendo os genes BRCA1 e BRCA2 os principais responsáveis por essa suscetibilidade (EWALD, et al., 2009). Portadores de mutações patogênicas nesses genes apresentam risco cumulativo ao longo da vida que pode variar entre 55 a 72% para câncer de mama e entre 17 a 44% para câncer de ovário (DALY et al., 2023).

Dessa forma, a identificação dessas mutações têm implicações diretas na prevenção, no rastreamento e na escolha terapêutica, especialmente com o advento de terapias-alvo, como os inibidores de Poli ADP-ribose polimerase (PARP). O cenário brasileiro apresenta particularidades que tornam o estudo da prevalência dessas mutações ainda mais relevante. O país é marcado por uma intensa miscigenação populacional, resultado da contribuição genética de povos indígenas, africanos, europeus e asiáticos. Essa diversidade pode influenciar significativamente a distribuição das mutações BRCA1/2, assim como a ocorrência de mutações fundadoras, já descritas em determinados grupos étnicos no Sul e Sudeste do Brasil (ASHTON-PROLLA; VARGAS, 2014).

Além disso, existem desigualdades regionais no acesso à testagem genética e ao aconselhamento oncológico, que se concentram principalmente em centros de referência das regiões Sul e Sudeste. Em contrapartida, o Norte e o Nordeste ainda enfrentam desafios relacionados à infraestrutura, disponibilidade de serviços especializados e políticas públicas de saúde direcionadas ao câncer hereditário (SCHAFER et al., 2021).

Diante desse contexto, compreender as diferenças regionais na prevalência das mutações BRCA1/2 no Brasil é essencial para orientar estratégias de rastreamento mais efetivas, promover equidade no acesso ao diagnóstico molecular e subsidiar políticas de saúde que considerem a diversidade populacional e as desigualdades estruturais do país (ALEMAR et al., 2016).

Por tanto o objetivo geral desse artigo é analisar as diferenças regionais na prevalência de mutações BRCA1 e BRCA2 no Brasil, destacando as particularidades genéticas e as desigualdades no acesso à testagem genética entre as diferentes regiões do país. 

2. METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se como uma revisão narrativa da literatura sobre a prevalência de mutações BRCA1/2 no Brasil. Foram consultadas as bases de dados PubMed, SciELO, LILACS e BVS, além de literatura cinzenta, como teses, dissertações e relatórios do INCA. A literatura publicada entre 2005 a 2025 foi considerada, para garantir a atualização dos dados. Foram utilizados descritores do DeCS: Câncer de Mama; BRCA1; BRCA2; Predisposição Genética a Doenças; Epidemiologia; Brasil, além de termos adicionais: Mutação Fundadora, Hereditary Breast Cancer, Diferenças Regionais e Prevalência. Houve combinação de termos com operadores booleanos: (“BRCA1” OR “BRCA2”) AND “Câncer de Mama” AND “Brasil”; (“Hereditary Breast Cancer” AND “BRCA1/BRCA2” AND “Brazil”); (“Mutação Fundadora” AND “prevalência” AND “região”).

Foram incluídos estudos originais e revisões que apresentaram dados de frequência de mutações BRCA1/2 em diferentes regiões do Brasil, publicados em português, inglês ou espanhol. Foram excluídos estudos realizados fora do Brasil, relatos de casos isolados ou com amostras inferiores a 10 pacientes.

A seleção e análise dos estudos permitiram organizar os resultados em tabelas comparativas por região, considerando autor, ano, região, tamanho da amostra, prevalência e tipo de mutação. Foi realizada análise crítica das diferenças regionais e lacunas na literatura.

3. RESULTADOS

A busca e seleção de estudos permitiram identificar pesquisas que analisaram a prevalência de mutações BRCA1 e BRCA2 em diferentes regiões do Brasil, abrangendo trabalhos de caráter multicêntrico, coortes hospitalares e revisões sistemáticas. Observou-se grande heterogeneidade nos dados, tanto em termos de prevalência quanto em relação às mutações fundadoras identificadas, refletindo diferenças populacionais e regionais.

Tabela 1 – Estudos brasileiros sobre a prevalência das mutações BRCA1 e BRCA2 por Região.

REGIÃOAUTORES/ANOAMOSTRA/LOCALPRINCIPAIS ACHADOS
GeralDufloth et al., 200531 pacientes, SP13% de mutações em BRCA1/2 em casos com histórico familiar
Sudeste/SulCattani & Telk, 2021 (revisão sistemática)12 estudos (2011–2019)Prevalência de 0,65% a 27,3%; destaque para BRCA1 c.5266dupC (5382insC)
NacionalGuindalini et al., 2022 (Sci Rep)1.663 pacientes (multicêntrico)10% portadoras de BRCA1/2; alta frequência de TP53 R337H
Sul (RS)Ewald et al., 2009Casuística no RSRearranjos em BRCA1/2; mutação fundadora BRCA2 c.156_157insAlu
Nordeste (BA)Santos das Virgens, 20233.100 pacientes, Bahia3,8% com variantes P/PP em BRCA1/2; influência genética ibérica

Fonte: Autor (2025)

Os dados revelam diferenças significativas tanto na prevalência quanto no tipo de mutações fundadoras. O Sudeste e Sul são mais estudados, enquanto o Norte e Nordeste apresentam menor representatividade, refletindo desigualdade no acesso à testagem genética.

A heterogeneidade regional evidencia a prevalência de mutações BRCA1/2 varia de 3,8% na Bahia a 13% em pacientes com histórico familiar, chegando a 27,3% em alguns estudos do Sudeste/Sul. O Sudeste concentra a maioria dos estudos, enquanto o Norte e Nordeste apresentam menor representatividade, indicando lacunas na literatura. Já o Sudeste e Sul apresentam mutações fundadoras com predominância de BRCA1 c.5266dupC e BRCA2 c.156_157insAlu, associadas à origem europeia das populações dessas regiões (DUARTE et al., 2025). No Nordeste, foram identificadas variantes de origem ibérica (espanhola e portuguesa), refletindo a miscigenação local.

A diversidade genética dos estudos multicêntricos destaca a presença de mutações em outros genes como TP53 (R337H), mostrando que o foco exclusivo em BRCA1/2 pode subestimar o risco hereditário. A desigualdade no acesso à testagem genética, mostra que a concentração de centros de referência no Sudeste e Sul favorece o diagnóstico nessas regiões. Já o Norte e Nordeste ainda enfrentam barreiras de infraestrutura e cobertura de aconselhamento genético, limitando a detecção precoce.

Os resultados indicam que a distribuição de mutações BRCA1/2 no Brasil é desigual, influenciada tanto pela miscigenação populacional quanto pelo acesso aos serviços de saúde (FERNANDES et al., 2016). Essa heterogeneidade reforça a necessidade de políticas de rastreamento regionalizadas e de estudos multicêntricos que incluam regiões menos representadas, a fim de promover estratégias de prevenção e diagnóstico mais equitativas.

4. DISCUSSÃO

Os resultados da revisão evidenciam uma heterogeneidade significativa na prevalência de mutações BRCA1 e BRCA2 entre as regiões brasileiras, refletindo tanto a diversidade genética quanto as disparidades no acesso aos serviços de saúde. Estudos do Sudeste e Sul indicam maior prevalência de mutações fundadoras, como BRCA1 c.5266dupC e BRCA2 c.156_157insAlu, provavelmente associadas à imigração europeia e à concentração de centros de referência (CATTANI & TELK, 2021; EWALD et al., 2009).

No Nordeste, embora menos estudado, observam-se variantes com origem ibérica, demonstrando a influência da miscigenação local na distribuição genética (SANTOS DAS VIRGENS, 2023). Já o Norte do país sofre uma escassez de dados sobre câncer de mama por um conjunto de fatores históricos, estruturais e socioeconômicos, devido a região possui menos hospitais de referência oncológica e centros de diagnóstico em comparação com o Sudeste e o Sul, isso reduz tanto a capacidade de rastrear a doença (mamografias, exames genéticos, biópsias) quanto de registrar os casos.

A análise dos dados mostra também que estudos multicêntricos identificaram mutações em outros genes de predisposição, como TP53 (R337H), destacando que focar exclusivamente em BRCA1/2 pode subestimar o risco hereditário no Brasil (GUINDALINI et al., 2022).

Além da heterogeneidade genética, as diferenças regionais de infraestrutura e acesso à saúde impactam diretamente na detecção precoce e na prevenção do câncer de mama hereditário. Regiões com menor oferta de testes genéticos podem ter pacientes subdiagnosticados, o que compromete estratégias de rastreamento, aconselhamento familiar e tomada de decisões terapêuticas (FERNANDES et al., 2016).

Esses achados corroboram estudos internacionais que associam a prevalência de mutações hereditárias à composição genética da população e às desigualdades no acesso à saúde, reforçando a importância de estratégias de saúde pública adaptadas regionalmente.

5. CONCLUSÃO

A prevalência de mutações BRCA1/2 no Brasil apresenta variação regional significativa, sendo mais bem caracterizada no Sudeste e Sul. Mutações fundadoras são mais frequentes em regiões com forte imigração europeia. É necessária a expansão da testagem genética e do aconselhamento oncológico para todas as regiões. Estudos futuros devem utilizar painéis multigênicos e incluir regiões pouco representadas, garantindo uma visão mais completa do risco hereditário.

A compreensão dessas diferenças regionais é essencial para subsidiar políticas públicas, orientar estratégias de rastreamento e prevenção e promover uma abordagem mais equitativa no cuidado de mulheres com risco hereditário de câncer de mama no Brasil.

6. REFERÊNCIAS 

ALEMAR, Bárbara et al. Prevalence of Hispanic BRCA1 and BRCA2 mutations among hereditary breast and ovarian cancer patients from Brazil reveals differences among Latin American populations. Cancer Genetics, v. 209, n. 9, p. 417-422, 2016. DOI: 10.1016/j.cancergen.2016.06.008.

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1Mestranda do Programa de Pós-graduação em Saúde Translacional (UFPE).
2Orientador e Pós-doutor pela McGill University-Departament of Oncology/Faculty of Medicine/Division of Cancer Epidemiology (Montreal/Canadá).
3Coorientador e doutor em Genética (UFPE)