REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202510251039
Fabiano Marcos Martini1; Claudia Carbonera Martini2; Paulo Teles Martins3; Ana Carolina da Silva Dias4; Alessandra dos Santos Oliveira5; Regiane Cristina Pereira6; Rosimeire Aparecida Rodrigues Fassaluci7; Marlene Hupp de Barros Cruz8
RESUMO
O presente artigo analisa a transição do cenário de exclusão digital para o de pertencimento digital, destacando como as tecnologias emergentes podem ser mediadoras de práticas educacionais inclusivas. Fundamentado em autores como Bonilla e Pretto (2011), Pischetola (2016), Nemer (2022), Neves (2019) e Valente e Freire (2018), o estudo propõe uma reflexão sobre o papel da educação e das políticas públicas na promoção da equidade digital e na consolidação de uma cultura de participação e autoria no ambiente virtual. A discussão aborda as desigualdades estruturais identificadas em pesquisas recentes do Cetic.br (2022) e de Alves, Lima e Madeira (2017), enfatizando que a democratização do acesso à Internet precisa ser acompanhada de formação docente, engajamento comunitário e valorização dos saberes locais. Por meio da análise teórica e de exemplos de práticas pedagógicas inovadoras, argumenta-se que o pertencimento digital representa mais do que a inclusão tecnológica: constitui-se como processo de reconhecimento, autonomia e exercício de cidadania. Conclui-se que o uso crítico e criativo das tecnologias emergentes, aliado a políticas intersetoriais de educação e comunicação, pode transformar o espaço digital em um território de participação social, diversidade e emancipação. Assim, da exclusão à inclusão, e desta ao pertencimento digital, percorre-se um caminho que reafirma o papel da educação como mediadora fundamental de justiça social e transformação cultural.
Palavras-chave: Inclusão digital; Pertencimento digital; Tecnologias emergentes; Educação; Políticas públicas.
ABSTRACT
This article analyzes the transition from digital exclusion to digital belonging, highlighting how emerging technologies can mediate inclusive educational practices. Based on authors such as Bonilla and Pretto (2011), Pischetola (2016), Nemer (2022), Neves (2019), and Valente and Freire (2018), the study reflects on the role of education and public policies in promoting digital equity and consolidating a culture of participation and authorship in virtual environments. The discussion addresses the structural inequalities identified in recent research by Cetic.br (2022) and Alves, Lima, and Madeira (2017), emphasizing that the democratization of Internet access must be accompanied by teacher training, community engagement, and appreciation of local knowledge. Through theoretical analysis and examples of innovative pedagogical practices, it is argued that digital belonging represents more than technological inclusion: it constitutes a process of recognition, autonomy, and the exercise of citizenship. The study concludes that the critical and creative use of emerging technologies, combined with intersectoral education and communication policies, can transform digital spaces into territories of social participation, diversity, and emancipation. Thus, from exclusion to inclusion, and from inclusion to digital belonging, the path reaffirms education’s role as a key mediator of social justice and cultural transformation.
Keywords: Digital inclusion; Digital belonging; Emerging technologies; Education; Public policies.
RESUMEN
El presente artículo analiza la transición del escenario de exclusión digital al de pertenencia digital, destacando cómo las tecnologías emergentes pueden ser mediadoras de prácticas educativas inclusivas. Basado en autores como Bonilla y Pretto (2011), Pischetola (2016), Nemer (2022), Neves (2019) y Valente y Freire (2018), el estudio propone una reflexión sobre el papel de la educación y de las políticas públicas en la promoción de la equidad digital y en la consolidación de una cultura de participación y autoría en el entorno virtual. La discusión aborda las desigualdades estructurales identificadas en investigaciones recientes de Cetic.br (2022) y de Alves, Lima y Madeira (2017), enfatizando que la democratización del acceso a Internet debe ir acompañada de la formación docente, la participación comunitaria y la valorización de los saberes locales. A través del análisis teórico y de ejemplos de prácticas pedagógicas innovadoras, se argumenta que la pertenencia digital representa más que la inclusión tecnológica: constituye un proceso de reconocimiento, autonomía y ejercicio de la ciudadanía. Se concluye que el uso crítico y creativo de las tecnologías emergentes, aliado a políticas intersectoriales de educación y comunicación, puede transformar el espacio digital en un territorio de participación social, diversidad y emancipación. Así, desde la exclusión hasta la inclusión, y de esta hacia la pertenencia digital, se recorre un camino que reafirma el papel de la educación como mediadora fundamental de la justicia social y la transformación cultural.
Palabras clave: Inclusión digital; Pertenencia digital; Tecnologías emergentes; Educación; Políticas públicas.
INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas, as tecnologias digitais se tornaram elementos centrais da vida contemporânea, influenciando as formas de interação, aprendizagem e produção de conhecimento. Contudo, a promessa de democratização do acesso à informação e à educação mediada por tecnologia ainda não se concretizou plenamente, sobretudo em contextos de desigualdade social e regional. Bonilla e Pretto (2011) enfatizam que a inclusão digital não se limita ao fornecimento de equipamentos ou à conectividade, mas envolve a apropriação crítica das tecnologias e sua utilização como instrumentos de cidadania. Nesse sentido, a exclusão digital não é apenas técnica, mas também simbólica e cultural, afetando a capacidade de determinados grupos participarem ativamente da cultura digital. Surge, então, o conceito de pertencimento digital, que expressa o reconhecimento e a integração de indivíduos e comunidades no ecossistema tecnológico, não apenas como usuários, mas como produtores e mediadores de sentido.
Compreender a transição da exclusão ao pertencimento digital requer analisar as condições estruturais e pedagógicas que sustentam as práticas educativas. Pischetola (2016) argumenta que a inclusão digital na educação depende mais das estratégias de mediação docente do que da simples inserção de dispositivos tecnológicos. Essa visão é corroborada por Lima e Andrade (2013), ao defenderem que políticas públicas eficazes de inclusão digital devem contemplar dimensões culturais, sociais e pedagógicas, garantindo que a tecnologia seja instrumento de emancipação e não de reprodução de desigualdades. No Brasil, estudos do Cetic.br (2022) apontam que fatores como renda, escolaridade e infraestrutura ainda determinam o acesso e o uso produtivo da Internet, tornando essencial o desenvolvimento de políticas intersetoriais e ações comunitárias que promovam equidade e acesso significativo.
A emergência de tecnologias emergentes, como inteligência artificial, realidade aumentada e plataformas interativas, amplia as possibilidades de inovação pedagógica e de engajamento dos sujeitos. Valente e Freire (2018) destacam que essas inovações só adquirem sentido quando vinculadas a metodologias que respeitem a diversidade e incentivem a autoria. A coletânea Educação e Tecnologias: Experiências, Desafios e Perspectivas (CAPES, 2020) demonstra que práticas pedagógicas que integram metodologias ativas e recursos digitais podem fortalecer vínculos de pertencimento e reduzir barreiras de aprendizagem. Neves (2019) complementa que o papel da escola é criar pontes entre a cultura digital e a cultura escolar, de modo a favorecer o protagonismo e a participação crítica dos estudantes. Assim, o pertencimento digital não se resume à familiaridade tecnológica, mas à capacidade de se reconhecer como parte de uma comunidade conectada, produtiva e colaborativa.
Por outro lado, a infraestrutura tecnológica e a desigualdade de acesso continuam sendo entraves estruturais. Alves, Lima e Madeira (2017) evidenciam que o déficit de conectividade em regiões periféricas restringe as oportunidades de inclusão e limita o alcance das políticas públicas. Já o estudo Inclusão Digital como Política Pública: Brasil e América do Sul em Perspectiva (IRIS, 2021) destaca experiências latino-americanas que articularam educação, telecomunicações e desenvolvimento social, alcançando resultados significativos na redução da exclusão digital. Nemer (2022), ao analisar práticas tecnológicas em favelas brasileiras, revela que o pertencimento digital também nasce de resistências cotidianas e do uso criativo da tecnologia para afirmação identitária e comunitária. Dessa forma, discutir o caminho da exclusão ao pertencimento digital significa repensar o papel das tecnologias emergentes como mediadoras da inclusão, da participação social e da transformação educacional.
DESENVOLVIMENTO
A consolidação de práticas inclusivas mediadas por tecnologias emergentes pressupõe compreender a inclusão digital como um processo social, pedagógico e político em constante construção. Bonilla e Pretto (2011) defendem que a democratização do acesso às tecnologias deve estar associada à formação crítica e à participação social, evitando que a inclusão se reduza a um discurso tecnicista. Nesse sentido, a noção de pertencimento digital surge como um conceito ampliado, que ultrapassa o simples uso de dispositivos e envolve o engajamento ativo dos sujeitos na produção de conhecimento e na vida pública digital. Em escolas públicas brasileiras, por exemplo, projetos de criação de podcasts, jornais digitais e feiras de inovação têm promovido o protagonismo estudantil, mostrando que a tecnologia pode ser um instrumento de emancipação quando vinculada à autonomia e à autoria. Essas experiências reforçam que o pertencimento digital se constrói pela prática e pela possibilidade de expressar-se na cultura digital de forma crítica e criativa.
De acordo com Pischetola (2016), a inclusão digital deve ser compreendida como uma nova cultura pedagógica, na qual o uso das tecnologias precisa estar integrado aos processos de ensino e aprendizagem, e não apenas como ferramenta de apoio. A autora destaca que práticas de gamificação, uso de realidade aumentada e plataformas colaborativas têm o potencial de promover o engajamento e a personalização da aprendizagem, desde que fundamentadas em metodologias participativas. Nemer (2022) reforça esse ponto ao mostrar que o uso criativo da tecnologia em comunidades periféricas, como a criação de aplicativos locais ou o ensino colaborativo via redes sociais, revela o poder de apropriação tecnológica de grupos historicamente excluídos. Esses exemplos mostram que o pertencimento digital emerge do reconhecimento de saberes locais e da valorização de experiências culturais diversas, transformando as tecnologias emergentes em pontes de inclusão social.
Para Lima e Andrade (2013), o enfrentamento das desigualdades digitais requer políticas públicas intersetoriais que articulem educação, infraestrutura e cidadania. Segundo os autores, programas governamentais de inclusão só alcançam efetividade quando vinculados à formação continuada de professores e à criação de espaços comunitários de aprendizagem. O estudo Fronteiras da Inclusão Digital (Cetic.br, 2022) confirma essa necessidade ao evidenciar que regiões com investimento simultâneo em conectividade e capacitação docente apresentam maiores índices de uso significativo da Internet. Em alguns municípios nordestinos, por exemplo, projetos de inclusão digital associados a laboratórios maker e escolas conectadas têm fortalecido o sentimento de pertencimento de jovens que antes não se viam representados nas práticas digitais. Assim, o desafio contemporâneo está em garantir que as tecnologias emergentes sirvam como meios de ampliação de oportunidades e não como novos mecanismos de exclusão.
A relação entre tecnologia e pertencimento digital também se manifesta na forma como a escola se reconfigura para integrar práticas inovadoras. Valente e Freire (2018) apontam que as tecnologias emergentes, quando alinhadas a metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, laboratórios virtuais e realidade imersiva, criam ambientes de aprendizagem inclusivos, participativos e criativos. A coletânea Educação e Tecnologias: Experiências, Desafios e Perspectivas (CAPES, 2020) reúne experiências em escolas e universidades brasileiras que demonstram a importância de metodologias que estimulem o protagonismo discente. Neves (2019) complementa que a formação docente deve contemplar o desenvolvimento de competências digitais críticas, preparando o professor para atuar como mediador entre cultura escolar e cultura digital. Dessa forma, o pertencimento digital é promovido quando o processo educativo reconhece o estudante como sujeito ativo e cocriador de saberes no espaço tecnológico.
No entanto, o avanço das tecnologias emergentes não elimina as barreiras estruturais e simbólicas que ainda limitam o acesso e o uso qualificado da tecnologia. Alves, Lima e Madeira (2017) destacam que o déficit de infraestrutura tecnológica, especialmente em comunidades rurais e periferias urbanas, aprofunda o abismo digital e compromete o potencial das políticas inclusivas. Para superar esse quadro, o relatório Inclusão Digital como Política Pública: Brasil e América do Sul em Perspectiva (IRIS, 2021) propõe a criação de ecossistemas digitais comunitários que articulem conectividade pública, formação de lideranças locais e incentivo à produção de conteúdo regional. Essas ações favorecem o surgimento de uma cultura de pertencimento digital baseada na colaboração e na autonomia. Exemplos práticos podem ser observados em telecentros comunitários, projetos de Wi-Fi social e redes escolares abertas que permitem a apropriação tecnológica por parte das comunidades, promovendo práticas sustentáveis de inclusão digital.
Por fim, discutir a transição da exclusão ao pertencimento digital implica reconhecer que a tecnologia, por si só, não garante inclusão nem pertencimento. Como salientam Bonilla e Pretto (2011) e Pischetola (2016), o verdadeiro desafio está na mediação humana, na formação crítica e na transformação das relações pedagógicas. Nemer (2022) mostra que o pertencimento digital emerge da resistência cotidiana de sujeitos marginalizados que encontram nas tecnologias um espaço de voz e visibilidade. Neves (2019) acrescenta que o papel da educação é consolidar essas práticas, integrando-as aos currículos e reconhecendo a pluralidade de experiências digitais. Desse modo, as tecnologias emergentes devem ser entendidas como ferramentas para o desenvolvimento humano e social, capazes de converter exclusão em pertencimento, desigualdade em oportunidade e distanciamento em comunidade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O percurso desenvolvido ao longo deste estudo permitiu compreender que a inclusão digital, quando mediada por tecnologias emergentes, deve ultrapassar a dimensão instrumental e técnica para atingir o campo simbólico, social e político do pertencimento digital. Bonilla e Pretto (2011) evidenciam que o verdadeiro sentido da inclusão está na formação crítica e na autonomia dos sujeitos diante das tecnologias, o que implica repensar as práticas pedagógicas, as políticas públicas e as estruturas institucionais. Nemer (2022) reforça essa perspectiva ao mostrar que o pertencimento digital nasce do uso criativo e socialmente situado da tecnologia, sobretudo em comunidades vulnerabilizadas, nas quais o digital se torna instrumento de resistência e expressão. Assim, a transformação da exclusão em pertencimento não depende apenas de conectividade, mas de oportunidades concretas de autoria, diálogo e representação na esfera digital.
Pischetola (2016) e Neves (2019) destacam que a escola, enquanto espaço de socialização do conhecimento, ocupa papel central nesse processo. Para que o pertencimento digital se efetive, é necessário que o ambiente escolar acolha a cultura digital dos estudantes e promova práticas pedagógicas que articulem inovação tecnológica e criticidade. Experiências relatadas por Valente e Freire (2018) e pela coletânea Educação e Tecnologias: Experiências, Desafios e Perspectivas (CAPES, 2020) demonstram que o uso de metodologias ativas como projetos interdisciplinares, aprendizagem baseada em problemas e simulações em realidade aumentada, contribui significativamente para o engajamento e a inclusão de estudantes com diferentes perfis socioculturais. Tais iniciativas, ao estimular a autoria e a colaboração, fortalecem o sentimento de pertencimento digital e transformam o espaço educacional em um ambiente de criação coletiva.
Entretanto, é imprescindível reconhecer que a democratização das tecnologias emergentes ainda enfrenta limitações estruturais e regionais. O relatório Fronteiras da Inclusão Digital (Cetic.br, 2022) e as análises de Alves, Lima e Madeira (2017) indicam que a ausência de infraestrutura adequada e de políticas integradas compromete o alcance das ações inclusivas. Para Lima e Andrade (2013), políticas públicas de inclusão digital só alcançam efetividade quando associadas à formação docente e à promoção de redes locais de conhecimento. Nesse sentido, o estudo do Instituto IRIS (2021) aponta que experiências bem-sucedidas em países da América do Sul se apoiaram em ecossistemas digitais colaborativos, nos quais a conectividade se alia à autonomia tecnológica comunitária. O Brasil, portanto, avança quando investe em práticas que conciliam tecnologia, educação e cidadania.
Conclui-se, portanto, que o pertencimento digital representa o estágio mais elevado da inclusão tecnológica, por reunir as dimensões do acesso, da apropriação crítica e da participação social. Ele simboliza o reconhecimento dos sujeitos como produtores de cultura, capazes de agir e intervir no mundo digital com consciência e responsabilidade. As tecnologias emergentes, quando mediadas pedagogicamente e orientadas por princípios éticos e inclusivos, podem transformar o cenário educacional e social brasileiro, ampliando horizontes de aprendizagem e reduzindo desigualdades históricas. Como enfatizam Bonilla e Pretto (2011), a inclusão não é um fim, mas um caminho de construção coletiva, um processo em que o digital se torna espaço de encontro, criação e pertencimento.
REFERÊNCIAS
ALVES, P.; LIMA, M.; MADEIRA, S. Telecomunicações e inclusão digital. Brasília: Ministério das Comunicações, 2017.
BONILLA, M. H. S.; PRETTO, N. D. L. (org.). Inclusão digital: polêmica contemporânea. Salvador: EDUFBA, 2011.
CAPES. Educação e tecnologias: experiências, desafios e perspectivas. Brasília: CAPES, 2020. Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/. Acesso em: 10 out. 2025.
CETIC.BR. Fronteiras da inclusão digital: dinâmicas sociais e políticas públicas. São Paulo: CGI.br/NIC.br, 2022. Disponível em: https://cetic.br/publicacoes/. Acesso em: 10 out. 2025.
INSTITUTO IRIS. Inclusão digital como política pública: Brasil e América do Sul em perspectiva. Belo Horizonte: IRIS, 2021. Disponível em: https://irisbh.com.br/publicacoes/. Acesso em: 10 out. 2025.
LIMA, M. C.; ANDRADE, T. N. (orgs.). Desafios da inclusão digital: teoria, educação e políticas públicas. São Paulo: Annablume, 2013.
NEMER, D. Tecnologia do oprimido: desigualdade e cotidiano digital nas favelas do Brasil. São Paulo: Editora Ubu, 2022.
NEVES, B. C. Inclusão digital na educação: ciborgues, hackers e políticas públicas. Curitiba: CRV, 2019.
PISCHETOLA, M. Inclusão digital e educação: a nova cultura da sala de aula. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio, 2016.
VALENTE, J. A.; FREIRE, F. M. P. (orgs.). Tecnologia e educação: passado, presente e o que está por vir. Campinas: NIED/UNICAMP, 2018.
1Licenciado em Educação Física. Especialização em Educação Física: Movimento Humano. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação.
2Licenciada em Ciências, habilitação em Química. Especialização em Ciências Naturais do Ensino Fundamental e Médio – Biologia e Química. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação.
3Licenciado em Matemática. Pós-graduado em Novas Tecnologias no Ensino de Matemática. Mestrando em Tecnologias Emergentes na Educação.
4Licenciada em Pedagogia. Pós graduada em Autismo. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação.
5Licenciado em Pedagogia. Pôs graduado em Ciência da Religião Área de Conhecimento: Humanidades e Artes. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação.
6Licenciatura em História pela Universidade Estadual de Mato Grosso- UNEMAT. Especialista em Informática Educativa pela Universidade Federal de Lavras – UFLA. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail. recryspe@gmail.com.
7Licenciada em Letras. Licenciada em Pedagogia. Pós graduada em Gestão Escolar. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação.
8Graduação em Administração pela Fundação Universidade do Tocantins – UNITINS. Especialização em Gestão Escolar pela Faculdades Integradas de Várzea Grande – FIVE. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail: marlene20216@student.mustedu.com.
