REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511051617
M.V. Paola Almeida de Araújo Góes
Bióloga: Vanglezza Menon Tavolazzi
Orientador: Miguel Girão de Mônaco
RESUMO
O presente estudo aborda a criação de répteis como pets não convencionais, com foco no manejo domiciliar e no bem-estar animal. Foi realizado um levantamento de dados por meio de formulário online, com participação de 30 tutores, identificando-se maior ocorrência de jabutis e cágados. A pesquisa destacou a necessidade de conhecimento técnico para suprir exigências nutricionais, fisiológicas e ambientais desses animais, prevenindo enfermidades decorrentes de manejo inadequado. Os resultados reforçam a importância da conscientização dos tutores e da adoção de práticas responsáveis para garantir saúde e qualidade de vida aos répteis em cativeiro.
PALAVRA CHAVE: Répteis; Pets não convencionais; Manejo domiciliar; Bem-estar animal; Criação de répteis.
ABSTRACT
This study addresses the keeping of reptiles as non-conventional pets, focusing on home management and animal welfare. Data were collected through an online survey with 30 participants, revealing a higher occurrence of tortoises and turtles. The findings emphasize the need for technical knowledge to meet the nutritional, physiological, and environmental demands of these animals, preventing diseases caused by inadequate care. The results highlight the importance of raising owner awareness and adopting responsible practices to ensure the health and welfare of reptiles in captivity.
INTRODUÇÃO
A relação entre os seres humanos e os animais sempre foi influenciada por múltiplos fatores ao longo da história, inicialmente, os animais eram utilizados como recurso alimentar e força de trabalho e com o tempo, passaram também a desempenhar um papel afetivo, sendo integrados à vida cotidiana como companheiros, o que contribuiu para o desenvolvimento do processo de domesticação. (1). Embora cães e gatos ainda sejam os animais de estimação mais populares na atualidade, tem-se observado um crescente interesse por espécies consideradas exóticas ou não tradicionais, sendo assim foi criado o conceito de ‘Novos Animais de Companhia’, que inclui aves, répteis e pequenos mamíferos (2).
Nos últimos anos, o setor pet tem apresentado uma expressiva expansão em nível global, impulsionada principalmente pelo papel cada vez mais relevante que os animais de estimação ocupam no núcleo familiar, sendo assim no Brasil se destaca nesse novo cenário, figurando como o segundo país com maior número de cães, gatos e aves ornamentais e de canto, além de ocupar a terceira posição em população total de pets, dados este que são confirmados por relatórios da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (3).
Considerando o dinamismo e o expressivo potencial de expansão do mercado pet, torna-se fundamental uma análise cuidadosa do segmento que envolve os animais não convencionais mantidos como animais de estimação (4).
O interesse por animais exóticos como opção de companhia tem se intensificado nos últimos anos, tornando-se uma prática cada vez mais comum, dentre esses, os répteis se destacam como alternativa para quem busca espécies não convencionais, porém esse grupo apresenta uma série de exigências particulares no que diz respeito ao manejo em cativeiro, porém por possuírem necessidades fisiológicas e ambientais específicas, os cuidados básicos com esses animais demandam atenção especial e conhecimento técnico por parte dos tutores para que haja um manejo adequado (5).
Antes de adquirir animais exóticos, é fundamental que o tutor busque informações em fontes confiáveis da literatura especializada e essa precaução visa prevenir diversas complicações, tais como: a ocorrência de doenças / enfermidades; a compra em estabelecimentos irregulares, que contribui com o tráfico ilegal de fauna silvestre; e impactos ambientais negativos, como a liberação inadequada desses animais na natureza em casos de abandono ou desistência da criação, dentre os quais essa última questão é agravada pela escassez de instituições capacitadas para acolher esses indivíduos e pela ausência de mecanismos eficazes de fiscalização quanto à devolução inadequada ao ambiente natural (4).
OBJETIVO GERAL
O presente estudo tem como objetivo realizar um levantamento de dados, por meio da aplicação de formulário eletrônico (Google Forms), acerca da prevalência de tutores que mantêm répteis como pets não convencionais. Paralelamente, busca-se promover a conscientização sobre as práticas adequadas de manejo dos principais grupos de répteis mais frequentemente observados em ambiente domiciliar.
OBJETIVO ESPECÍFICO
Realizar a disseminação de orientações de manejo adequado para a manutenção desses animais, no qual será elaborado e enviado para os tutores ao final desta pesquisa. O estudo tem como base o crescente interesse da população em adquirir pet não convencional.
METODOLOGIA
1. LEVANTAMENTO DADOS
Realizar o levantamento de dados referentes à quantidade de tutores que possuem répteis como animais de estimação “pets não convencionais”, tais como jabuti, cágado, jiboia, gecko, lagarto e iguana. A coleta das informações será realizada por meio de uma plataforma online Google Forms, que será disponibilizada a diversos participantes, vale ressaltar que a pesquisa será realizada de forma voluntária e as identidades mantidas em sigilo (6).
2. MANEJO E BEM ESTAR
Realizar um estudo acadêmico direcionado aos dois principais répteis mantidos como pets não convencionais, com ênfase na avaliação do manejo adequado em ambiente domiciliar. Busca-se, ainda, analisar aspectos relacionados à alimentação apropriada e ao bem-estar desses animais, a fim de contribuir para a produção de conhecimento científico e para a promoção de práticas responsáveis na criação desses pets.
RESULTADOS DA PESQUISA
Foi realizado um levantamento de dados acerca de tutores que possuem répteis como animais de estimação “pets não convencionais”. A pesquisa contou com a participação voluntária de 30 pessoas que mantém répteis como animais pets, entre os animais relatados, identificou-se a presença de 3,3% da espécie dragão-barbudo (Pogona vitticeps), 66,7% de jabutis (Chelonoidis denticulata e Chelonoidis carbonaria), 16,7% de cágados (Trachemys scripta elegans) e 13,3% de outros animais não especificados. Estudos indicam que os répteis mantidos como pets não convencionais correspondem também à maioria dos animais entregues aos centros de triagem em todo o Brasil (7). Entre eles, os Testudines destacam-se por serem popularmente reconhecidos como animais tranquilos e sociáveis, sobretudo no convívio com crianças. Essa percepção de que são animais que demandam poucos cuidados faz com que sejam frequentemente escolhidos como pets não convencionais por famílias brasileiras.
Considerando a representatividade das respostas, optou-se por direcionar a análise para os grupos com maior número de proprietários, ou seja, jabutis e cágados, abordando aspectos relacionados ao manejo e ao bem-estar dessas espécies em ambiente domiciliar, conforme o gráfico 1.

Gráfico 1: Proporção de espécies de répteis não convencionais relatadas por tutores participantes da pesquisa.
DISCUSSÃO / MANEJO E BEM ESTAR
Diante desse cenário e do compartilhamento da pesquisa, observou-se que muitas pessoas não aderiram ao estudo, possivelmente por receio de identificação ou pelo fato de muitos animais serem provenientes de herança familiar, adquiridos em épocas em que não existiam criadores legalizados. Outro ponto que chamou atenção foi o crescente número de pets não identificados corretamente, indicando que alguns tutores podem não conhecer a espécie exata de seu animal. A pesquisa teve grande abrangência, incluindo não apenas quelônios, mas também jibóias, lagartos, iguanas, lagartixa-leopardo e pítons, o que reforça a diversidade de répteis mantidos como animais de companhia e a necessidade de conscientização sobre manejo responsável.
1. FISIOLOGIA / MANEJO EM TERRÁRIO
Os quelônios / testudines são animais ectotérmicos, ajustando sua temperatura corporal através da troca de calor com o ambiente, ou seja, depende exclusivamente da temperatura do meio ao redor para o seu funcionamento metabólico. A exposição à luz solar não apenas eleva a temperatura corporal, como também favorece o crescimento, melhora a digestão, contribui para a síntese de vitamina D “sendo essencial para a produção de ovos” e ajuda na redução de possíveis ectoparasitas (8). Desta forma todo terrário deve ter a Luz UVB para seus répteis, sendo essencial para a síntese de vitamina D3, necessária para a absorção de cálcio e saúde óssea (9). Dessa forma, é fundamental orientar os tutores quanto à importância de disponibilizar um terrário adequado, equipado com iluminação apropriada, o que, infelizmente, ainda não corresponde à realidade da maioria dos casos.
Os cágados precisam de gradientes térmicos (área aquática e área seca) para regular sua temperatura corporal. Para Trachemys scripta e T. dorbigni, a temperatura ideal fica entre 25°C e 32°C (10).
São animais que habitam tanto ambientes terrestres quanto aquáticos, desempenhando diversas funções ecológicas, incluindo a dispersão de sementes (11). Os quelônios terrestres apresentam cascos mais altos do que largos e patas grandes e robustas, lembrando a estrutura das patas de elefantes, sendo apropriadas para o solo. Já os quelônios aquáticos possuem cascos achatados, que facilitam o deslocamento na água, e membranas interdigitais nas patas, aumentando a eficiência na natação e se adaptando ao ambiente aquático (8). Todos os animais da ordem Chelonia são ovíparos, o que significa que seus embriões se desenvolvem dentro de ovos, os ninhos normalmente estão escondidos em buracos na terra ou areia de acordo com a espécie (12).
São animais que também necessitam de água limpa, filtrada e com parâmetros controlados (pH, amônia, nitrito) evitando doenças de pele e problemas respiratórios em testudines, principalmente aqueles provenientes de ambiente aquáticos, onde permanecem parte do tempo dentro da água (13).
2. MANEJO NUTRICIONAL
Todos os quelônios apresentam hábitos alimentares onívoros, consumindo uma ampla variedade de alimentos, ou seja, sua alimentação é constituída por plantas, flores, frutos, sementes, insetos, peixes e matéria orgânica em decomposição, dependendo de cada espécie específica (12). Em cativeiro, ou seja, mantida como pet não convencional, sua dieta pode ser complementada com rações comerciais de qualidade e apropriadas para espécies terrestres “jabutis” e aquáticas “cágados” (14).
Dieta de jabuti independentemente da espécie, mantida como pet não convencional, deve ser composta de 85% de vegetais, dentre eles couve, brócolis, chicória, cenoura, pepino e demais itens folhosos e raízes; 10% de frutas, dentre elas: abacate, mamão, melancia, melão, banana e etc; e 5% de proteína animal, como por exemplo, ovos cozidos com casca, larvas de tenébrios, carne e etc (15). Muitos tutores cometem equívocos na alimentação dos jabutis, negligenciando a oferta de itens proteicos. Embora a necessidade proteica desses animais seja proporcionalmente menor, ela ainda é essencial para o bom funcionamento fisiológico. Outro aspecto frequentemente observado é o fornecimento de frutas e verduras em estado de decomposição, desconsiderando que esses alimentos também podem causar enfermidades nos animais.

Gráfico 2: Alimentação ideal para jabutis.
Alimentação de cágados “tartarugas de água doce” mantidas como pet não convencional, recomenda-se que sua dieta seja composta de 80% de proteína animal, 15% de vegetais e 5% de frutas, ou seja, sua alimentação difere bastante dos jabutis (16). No caso da alimentação dos cágados, a ausência de vegetais na dieta é uma das principais falhas cometidas pelos tutores. Muitos acreditam, de forma equivocada, que esses animais são predominantemente carnívoros ou que sua alimentação deve se restringir ao camarão Gammarus, o que pode resultar em diversos desequilíbrios nutricionais.

Gráfico 3: Alimentação ideal para cágados.
3. ASPECTOS COMPORTAMENTAIS QUELÔNIOS
Estudos etológicos demonstram que jabutis e tartarugas-de-ouvido-vermelho mantêm uma série de comportamentos naturais, como escavação, exploração do ambiente, alimentação diversificada e, em alguns casos, interação social, dessa forma, torna-se fundamental a oferta de ambientes que possibilitem a expressão dessas atividades naturais, a fim de prevenir situações de estresse, reduzir o risco de distúrbios comportamentais e promover o bem-estar geral dos animais em cativeiro (17). Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos tutores atualmente é a disponibilidade de um espaço adequado para manter jabutis. Muitos vivem em apartamentos ou residências sem quintal, e, mesmo quando há área externa, esta costuma ser revestida por piso em vez de terra, o que dificulta a locomoção do animal e pode levar ao desenvolvimento de problemas locomotores.
São animais que ao se sentirem ameaçados tem como resposta, se esconder em sua carapaça, protegendo as patas, a cabeça e a cauda, permanecendo completamente imóveis (8). Muitas crianças não compreendem as necessidades e limitações do animal, e acabam puxando suas patas ou cabeça, o que pode resultar em fraturas e outros ferimentos.
4. ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL
Tipos de enriquecimento para tartarugas aquáticas e possíveis adaptações para jabutis: Estrutural: Inserção de plataformas para assoalhamento, áreas com diferentes profundidades, plantas aquáticas e esconderijos (18). Alimentar: Oferecer alimentos variados e métodos que simulam a busca natural, como esconder alimentos em substratos ou em recipientes que exigem manipulação (19). Sensorial: Estímulos visuais, auditivos e táteis que promovam curiosidade e atividade (20). Estudos indicam que o enriquecimento reduz comportamentos estereotipados e agressivos, melhora a saúde física e aumenta a atividade física, prevenindo obesidade (21). Um tipo de enriquecimento ambiental que estimula fortemente os sentidos olfativo e tátil dos jabutis é o uso de pétalas de flores, que podem ser ingeridas e, ao mesmo tempo, proporcionam novas texturas no ambiente. Aliadas à presença de tocas, essas estratégias oferecem conforto, segurança e bem-estar ao animal.
5. MANEJO INADEQUADO EM QUELÔNIOS / ENFERMIDADES
A ausência de substrato adequado para escavação, aliada à falta de estímulos ambientais, contribuiu para o desenvolvimento de distocia em fêmeas, caracterizada pela retenção de ovos na cavidade celomática, desta forma o tratamento inicial é medicamentoso com ocitocina e borogluconato de cálcio, quando ineficaz é necessária uma celiotomia para remoção dos ovos (22).
O piramidismo é uma alteração na conformação do casco do jabuti, caracterizada pelo crescimento anormal das escamas em formato de pirâmide. Esse distúrbio está associado a deficiências nutricionais e metabólicas, sendo mais comum em filhotes quando a dieta e a exposição à radiação ultravioleta são inadequadas, desta forma o tratamento consiste em ajustes na alimentação e no manejo ambiental, incluindo a correção da dieta e a exposição adequada à luz UV, visando à melhora da saúde e bem-estar do animal (23). Muitos tutores acreditam que jabutis com o casco em formato de pirâmides estão saudáveis ou que se tratam de exemplares com características estéticas diferenciadas. Dessa forma, não percebem que o animal apresenta um distúrbio de crescimento no casco e, consequentemente, deixam de buscar orientação veterinária para a correção do manejo inadequado.
Obesidade em tartaruga Trachemys dorbigni em cativeiro, sendo resultado de dieta inadequada e falta de atividade física, ou seja, falta de estímulos ambientais, desta forma, a prevenção da obesidade em animais de cativeiro contaria com manejo correto incluindo a oferta de uma dieta balanceada e a promoção de atividades que estimulem o comportamento natural da espécie (6). Muitos indivíduos apresentam obesidade, o que compromete a função respiratória e dificulta a ventilação adequada.
A hipovitaminose A é uma condição nutricional grave que afeta a saúde ocular e respiratória dos quelônios. Nos animais estudados, constatou-se que essa deficiência foi principalmente decorrente de manejo alimentar inadequado, caracterizado pela oferta de dietas pobres em vitamina A. Esses achados destacam a importância de um manejo nutricional correto e balanceado para garantir o bemestar e a saúde desses quelônios mantidos em cativeiro (24).Os sinais clínicos incluem: falta de apetite, olho inchado, descamação do casco, chegando a problemas respiratórios graves (25). A correção da hipovitaminose deve ser realizada pelo médico veterinário especializado em animais silvestres, dentre os manejos adequados inclui a utilização de complementos vitamínicos, alimentos ricos em carotenóides e verduras escuras (26). Como mencionado anteriormente, muitos tutores acreditam, de forma equivocada, que os cágados se alimentam exclusivamente de camarão Gammarus, o que representa um erro alimentar grave. Essa prática compromete o equilíbrio nutricional e pode resultar em deficiências severas que afetam diretamente a saúde e a longevidade do animal.
Hipovitaminose D, deriva de uma alimentação desbalanceada e pouca exposição solar, desta forma o animal fica com diversas complicações, dentre elas na absorção de cálcio e fósforo, ou seja, prejudicando o desenvolvimento esquelético (26).
O crescimento do interesse por répteis como pets não convencionais, incluindo os quelônios, evidencia a necessidade de maior conscientização sobre o bem-estar e o manejo adequado desses animais. Os dados obtidos neste trabalho revelam que a maioria dos tutores nunca levou seus animais a um médico veterinário especializado em fauna silvestre, o que levanta dúvidas sobre a real condição de saúde desses animais, considerando que muitos podem passar semanas sem alimentação adequada. Além disso, questiona-se se os tutores estão verdadeiramente preparados para prover um ambiente que permita comportamentos naturais, como escavação, e se oferecem nutrição equilibrada, acesso a água limpa e fontes de aquecimento adequadas.
CONCLUSÃO
O presente estudo evidencia que, apesar do crescente interesse em manter répteis como pets não convencionais, muitos tutores ainda apresentam dificuldades significativas em fornecer manejo adequado, incluindo alimentação balanceada, ambiente apropriado e estímulos comportamentais. As falhas identificadas, como deficiência nutricional, ausência de iluminação UVB, espaço inadequado e falta de enriquecimento ambiental, contribuem para o desenvolvimento de distúrbios de saúde, como piramidismo, obesidade e hipovitaminoses. Assim, torna-se imprescindível intensificar a conscientização e a orientação dos tutores, promovendo práticas responsáveis que assegurem o bem-estar, a saúde e a longevidade desses animais em cativeiro.
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