CONTROLE DA TEMPERATURA NEONATAL: REVISÃO DE LITERATURA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601071312


Cadma da Silva Pereira; Carla Regina Ribeiro; Cristhiane Taimara Haito; Daniela Falcão Nobre; Marcela Cristina Borges dos Santos; Márcia Viana Carlos Cardoso do Canto; Iaísa Helena Faria Ribeiro Xavier; Rafaela Rodrigues Gomes Alencar; Rafael Ferreira Batista; Tatiane Santana Lima.


RESUMO 

Pois bem, antes de entrarmos no tema do trabalho, devemos lembrar primeiramente, que o controle da temperatura, ou seja, a termorregulação em adultos é alcançada por meio de atividades metabólica e muscular (p. ex., tremores). Por sua vez, durante a gestação, os mecanismos maternos mantêm a temperatura intrauterina regulada. Já após o nascimento, os recém-nascidos precisam adaptar-se ao seu ambiente relativamente frio nas primeiras horas de vida pela produção metabólica de calor, pois não conseguem causar uma resposta de tremor adequada como se fosse adulto. Assim, os neonatos a termo têm uma fonte de termogênese na gordura marrom, que é altamente vascularizada e inervada por neurônios simpáticos. Quando enfrentam estresse do frio, os níveis de norepinefrina aumentam significativamente e atuam no tecido adiposo marrom estimulando a lipólise. A maioria dos ácidos graxos livres (AGL) é reesterificada ou oxidada; ambas as reações produzem e acabam por produzir calor. Entretanto, fatores como a hipóxia ou o bloqueio beta-adrenérgico reduz essa resposta fisiológica. Palavras-chave: Temperatura Neonatal, Controle da temperatura Neonatal, Controle da Temperatura. 

ABSTRACT 

Well, before we get into the topic of the work, we must first remember that temperature control, that is, thermoregulation in adults is achieved through metabolic and muscular activities (e.g., shivering). In turn, during pregnancy, maternal mechanisms maintain intrauterine temperature regulated. After birth, newborns need to adapt to their relatively cold environment in the first hours of life by metabolic heat production, as they cannot cause an adequate shivering response as if they were adults. Thus, term neonates have a source of thermogenesis in brown fat, which is highly vascularized and innervated by sympathetic neurons. When faced with cold stress, norepinephrine levels increase significantly and act on brown adipose tissue to stimulate lipolysis. Most free fatty acids (FFA) are re-esterified or oxidized; Both reactions produce heat. However, factors such as hypoxia or beta-adrenergic blockade reduce this physiological response. Keywords: Neonatal Temperature, Neonatal temperature control, Temperature Control. 

Introdução 

Os neonatos prematuros apresentam exacerbação dos mecanismos de perda de calor combinada com redução da capacidade de produção de calor. Esses problemas especiais na manutenção da temperatura os deixam em desvantagem em comparação com neonatos a termo. 

Diante disso, importante mencionar, que a faixa de normalidade da temperatura corporal do recém-nascido (RN) é de 36,5C a 37C e pode ser estratificada de acordo com sua intensidade em potencial estresse ao frio (hipotermia leve), caracterizada por valores de temperatura entre 36,0C e 36,4oC; hipotermia moderada, entre 32,C e 35,9C e hipotermia grave, onde evidenciam-se temperaturas menores que 32,C. 

Podemos afirmar, que a hipotermia neonatal é considerada um prognóstico grave, que precisa ser ao máximo evitado, prevenindo consequências drásticas nesta população. Logo, quanto mais baixa a temperatura, maiores serão os riscos de morbimortalidade, problemas no crescimento e desenvolvimento da criança, sejam de natureza biológica, comportamental, emocional, social ou de aprendizagem. 

Neonatos prematuros apresentam: 

a)Razão área de superfície cutânea/peso mais alta 
b)Pele extremamente permeável, o que acarreta maior perda transepidérmica de água 
c)Redução da gordura subcutânea, com menos capacidade isolante 
d)Reservas menos desenvolvidas de gordura marrom 
e)Redução da reserva de glicogênio 
f)Incapacidade de receber calorias suficientes para prover nutrientes para a termogênese e o crescimento 
g)Limitação do consumo de oxigênio quando há problemas pulmonares. 

Estresse do frio.  

Os neonatos prematuros sujeitos à hipotermia aguda respondem com vasoconstrição periférica, causando metabolismo anaeróbico e acidose metabólica. Isso pode causar vasoconstrição pulmonar, que leva à piora da hipoxemia, do metabolismo anaeróbico e da acidose. A hipoxemia compromete ainda mais a resposta do recém-nascido ao frio. 

Portanto, os neonatos prematuros correm alto risco de hipotermia e suas sequelas (i. e.,hipoglicemia, acidose metabólica, aumento do consumo de oxigênio). O problema mais comum enfrentado por neonatos prematuros é a perda de calor pelo estresse do frio crônico não reconhecido, resultando em consumo excessivo de oxigênio e incapacidade de ganhar peso. 

“Importante frisar, que a lesão neonatal pelo frio ocorre em neonatos de baixo peso ao nascer (BPN) e em neonatos a termo com distúrbios do sistema nervoso central (SNC). Sendo mais frequente em partos domiciliares, partos de emergência e situações em que não se dá atenção adequada ao ambiente térmico e à perda de calor.Esses recém-nascidos podem ter uma cor vermelho-viva em virtude da incapacidade da oxihemoglobina de dissociar-se em temperatura baixa. Pode haver palidez ou cianose central. A pele pode mostrar edema e esclerema. A temperatura central é com frequência inferior a 32,2°C. Os sinais podem incluir: (i) hipotensão; (ii) bradicardia; (iii) respiração irregular, superficial e lenta; (iv) atividade reduzida; (v) reflexo de sucção débil; (vi) resposta reduzida a estímulos; (vii) reflexos diminuídos; e (viii) distensão abdominal ou vômitos. Há acidose metabólica, hipoglicemia, hiperpotassemia, azotemia e oligúria”. Conforme (Kimberlee Chatson, 2015.pg.209-2014). Negrito nosso. 

Em algumas situações, há sangramento generalizado, incluindo hemorragia pulmonar. É incerto se o aquecimento deve ser rápido ou lento. O ajuste da temperatura cutânea abdominal para 1°C mais alta que a temperatura central em um aquecedor radiante produzirá reaquecimento lento, e um ajuste para 36,5°C também resultará em reaquecimento lento.  

Se o recém-nascido estiver hipotenso, deve-se fornecer solução de NaCl a 0,9% (10 a 20 m/kg); usa-se o bicarbonato de sódio para corrigir a acidose metabólica. A possibilidade de infecção, sangramento ou lesão deve ser investigada e tratada. 

É importante frisar, que a Hipertermia, é definida como temperatura corporal central elevada, pode ser causada por ambiente relativamente quente, infecção, desidratação, disfunção do SNC ou medicamentos. 

A exposição de recém-nascidos à luz solar para tratar a hiperbilirrubinemia é perigosa e pode acarretar hipertermia significativa. 

Se a temperatura ambiente for a causa da hipertermia, o tronco e os membros têm a mesma temperatura e o neonato parece vasodilatado.  

Em contrapartida, os neonatos com sepse muitas vezes apresentam vasoconstrição generalizada e os membros são 2 a 3°C mais frios que o tronco. 

Mecanismos de perda de calor 

Radiação. O calor dissipa-se do neonato para um objeto mais frio no ambiente. Convecção. O calor é perdido da pele para o ar em movimento. A perda depende da velocidade e da temperatura do ar. 

Evaporação. O grau de perda depende principalmente da velocidade e da umidade relativa do ar. Recém-nascidos molhados na sala de parto são especialmente suscetíveis à perda de calor evaporativa. 

Condução. Este é um mecanismo leve de perda de calor que ocorre do neonato para a superfície sobre a qual ele repousa. 

Ambientes térmicos neutros minoram a perda de calor.  

Condições termoneutras existem quando a produção de calor (medida pelo consumo de oxigênio) é mínima e a temperatura central está dentro da faixa normal.  

Em termos gerais, os menores neonatos em cada grupo de peso necessitam de temperatura no segmento mais alto da faixa térmica. Dentro de cada faixa etária, os neonatos mais jovens precisam de temperaturas mais altas. Fonte: Klaus M, Fanaroff A. The physical environment. In: Care of the high risk neonate, 5th ed. Philadelphia: WB Saunders, 2001. 

Medidas para evitar perda de calor Recém-nascido a termo sadio 

As diretrizes de cuidado térmico padrão incluem: (i) manutenção da temperatura da sala de parto em 25°C (OMS); (ii) secar imediatamente o recém-nascido (sobretudo a cabeça); (iii) retirar mantas molhadas e (iv) enrolar o recém-nascido em mantas pré-aquecidas. 

Também é importante pré-aquecer superfícies e minimizar correntes de ar. 

Um gorro é útil para evitar perda significativa de calor pelo couro cabeludo, embora as evidências sugiram que apenas gorros de lã são efetivos. 

O exame físico na sala de parto deve ser realizado com o neonato sob aquecedor radiante. Durante exames prolongados, deve-se utilizar uma sonda cutânea servocontrolada para manter a temperatura cutânea em 36,5°C. 

Recém-nascido enfermo 

As diretrizes de cuidado térmico padrão devem ser seguidas. Intervenções adicionais durante os primeiros 10 minutos podem otimizar a termorregulação. Fontes externas de calor, inclusive o contato pele com pele e colchões aquecidos, comprovadamente reduzem o risco de hipotermia. 

“Barreiras para evitar a perda de calor também devem ser utilizadas no caso de recém-nascidos extremamente prematuros. Esses recém-nascidos devem ser colocados em um nascidos extremamente prematuros. Esses recém-nascidos devem ser colocados em um saco de polietileno imediatamente após o parto; o corpo molhado é colocado no saco até a altura do pescoço. Mantas e gorros de plástico também têm sido efetivos em recém-nascidos com menos de 29 semanas. 

Um aquecedor radiante deve ser utilizado durante a reanimação e a estabilização. Uma incubadora com aquecimento deve ser usada para fins de transporte. 

Na UTIN, os recém-nascidos precisam de um ambiente termoneutro para minimizar o gasto energético; a incubadora deve ser mantida em temperatura apropriada, no modo ar, se não for possível usar uma sonda cutânea devido ao potencial de lesão da pele nos recém-nascidos extremamente prematuros. Uma opção é programar o modo pele ou o servocontrole de tal maneira que o termostato interno da incubadora responda a alterações na pele do recém-nascido para garantir uma temperatura normal apesar de qualquer flutuação ambiental”. Conforme (Kimberlee Chatson, 2015.pg.209-2014). Negrito nosso. 

Já foi estudado, que a umidificação das incubadoras comprovadamente reduz a perda de calor por evaporação e a perda insensível de água. Os riscos e preocupações com possível contaminação bacteriana foram contemplados pelos atuais modelos de incubadora, que incluem dispositivos de aquecimento que elevam a temperatura da água a um nível que destrói a maioria dos microrganismos desfavoráveis. A água é transformada em vapor gasoso e não em névoa, eliminando as gotículas de água como meio de cultura para microrganismos nocivos. 

Os leitos com aquecedor aberto servocontrolado podem ser usados para neonatos muito enfermos quando o acesso é importante. O uso de uma tenda feita de plástico ou cremes que sirvam de barreira, como vaselina ou óleo de girassol, previne a perda de calor por convecção e a perda hídrica insensível. 

As incubadoras de paredes duplas não só limitam a perda de calor por radiação como reduzem as perdas por convecção e evaporação, sempre uma excelente opção. 

“A tecnologia atual inclui o desenvolvimento de dispositivos híbridos, como a Versalet Incuwarmer (Hill-Rom Air-Shields) e a Giraffe Omnibed (Ohmeda Medical), que oferecem ambas as características do leito com aquecedor radiante tradicional e da incubadora em um só equipamento. Isso torna possível a conversão sem sobressaltos entre os modos, o que minora o estresse térmico e permite pronto acesso ao recém-nascido durante procedimentos de rotina e de emergência”. Conforme (Kimberlee Chatson, 2015.pg.209-2014). Negrito nosso. 

Os neonatos prematuros em condição relativamente estável podem ser vestidos com roupa e gorro e cobertos com lençol. Isso deve ser feito o quanto antes, ainda que o neonato esteja sob respirador. A frequência cardíaca e a respiração devem ser monitoradas continuamente, pois a roupa limita a observação. 

Perigos dos métodos de controle da temperatura Hipertermia.  

Um aquecedor servocontrolado pode provocar calor em excesso, o que pode causar hipertermia intensa se a sonda se desprender da pele do recém-nascido. Os alarmes de temperatura estão sujeitos a falhas mecânicas. 

Importante mencionar, que podem existir infecções não detectadas, isso porque, a temperatura servocontrolada pode mascarar hipotermia ou hipertermia associada a infecções. O registro das temperaturas ambiente e central, além da observação para outros sinais de sepse, ajuda a detectar o problema. 

O peso corporal e as entradas e eliminações devem ser monitorados estreitamente em neonatos assistidos sob aquecedores radiantes. 

Métodos 

Trata-se de uma revisão narrativa sobre os aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e clínicos sobre o controle da temperatura neonatal. Para tal fim, realizou-se um levantamento bibliográfico a partir da base de dados “Pubmed”, sendo incluídos os seguintes termos para direcionar a pesquisa: “controle da temperatura neonatal, temperatura neonatal”. 

Os critérios de inclusão para a seleção dos estudos, adotaram-se: (a) artigos nos idiomas português, e inglês; (b) estudos de revisão de literatura ou de revisão sistemática; (c) ano de publicação de janeiro de 2001 a janeiro de 2026; (d) relevância do estudo; (e) presença dos termos “controle da temperatura neonatal, temperatura neonatal”, título e/ou resumo científico. Com relação aos critérios de exclusão, foram levados em consideração: (a) estudos não relacionados ao tema; (b) artigos publicados anteriormente ao ano de 2010; (c) artigos que não contemplem os demais critérios de inclusão. Assim, foram levantados vinte artigos, restando apenas dezesseis selecionados para esta revisão de literatura após a utilização dos critérios de elegibilidade descritos. 

Discussão 

Conforme descrito, vários são os fatores que podem levar os RNs a perderem temperatura corporal, desde a desproporção da temperatura da superfície de contato com o RN, o peso corporal ao nascer, o ambiente; aliado ainda, com a capacidade reduzida de termorregulação desses bebês, especialmente dos prematuros, a hipotermia é um evento muito presente nessa população. 

No mais, em uma pesquisa indiana realizada em 2016 mostrou que a ocorrência de hipotermia foi de 70%. Um estudo de coorte coreano descobriu que a incidência desse evento no RN com menos de 33 semanas de IG admitidos com temperatura abaixo de 36,5°C foi de 74,1%, com média de 36,1°C (±0,6°C) e os admitidos com normotermia foi de 25,2%. 

Nessa mesma toada, em uma pesquisa de base populacional que trabalhou com amostras de 11 países europeus, a prevalência de hipotermia foi de 53,4% em RN admitidos com menos de 32 semanas de idade gestacional. Desses, 12,9% possuíam temperaturas abaixo de 35,5°C8-9-10. Em um estudo observacional retrospectivo canadense que trabalhou com RN abaixo de 33 semanas de idade gestacional internados em UTI neonatal entre janeiro de 2010 a dezembro de 2012, a incidência de hipotermia foi de 35,8% 8-9-10

A incidência de hipotermia à admissão em 4.356 RNMBP distribuídos em 20 unidades de terapia intensiva no Brasil foi de 53,7% (nesse estudo considerado hipotermia quando temperatura axilar abaixo de 36°C até uma hora após admissão). Essa frequência variou entre 19,8% a 93,3% nos centros treinados. Quando considerado o número de crianças com temperatura inferior a 36,5°C na admissão, esses números aumentam, sendo verificada a presença de hipotermia em 100% dos bebês em uma das unidades onde a pesquisa foi realizada 10

Essas discrepâncias na incidência podem ser atribuídas a diferenças nas metodologias aplicadas de cada serviço, como por exemplo, diferentes intervalos de tempo considerados para aferição da temperatura após a administração na UTIN. 

Além disso, semelhante ao que se tem na literatura científica, foi visto que a média de temperatura na admissão aumentou conforme houve incremento da faixa de peso de nascimento e da idade gestacional. 

Outras variáveis associadas à menor temperatura na admissão foram índice de Apgar no quinto minuto de vida e a reanimação neonatal. Em dados publicados na literatura, a temperatura de admissão aumentou o risco de índice de Apgar menor do que 7 no quinto minuto de vida em 1,5 e 2,1 vezes para os bebês admitidos com temperatura entre 36-36,4°C e <35,9°C, respectivamente 11

Quanto às morbidades associadas à hipotermia, alguns estudos demonstram que a temperatura de parto é inversamente proporcional à taxa de mortalidade e sepse neonatal tardia, mostrando que a queda em cada 1°C na temperatura desses RN está relacionada a um aumento em 28% na taxa de mortalidade e um aumento em 11% nos casos de sepse tardia 11,12,13,14.  

Referências 

  1. Neonatologia prática / Richard A. Polin, Mervin C. Yoder; tradução Camila Nogueira. – 5. ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. 
  2. Cramer K, Wiebe N, Hartling L, et al. Heat loss prevention: a systematic review of occlusive skin wrap for premature neonates. J Perinatol 2005;25(12):763–769. 
  3. Klaus MH, Fanaroff AA, eds. The physical environment. In: Care of the high risk neonate. 5th ed. Philadelphia:WB Saunders; 2001. 
  4. McCall EM, Alderdice FA, Halliday HL, et al. Interventions to prevent hypothermia at birth in preterm and/or low birthweight infants. Cochrane Database Syst Rev 2010;(3):CD004210. 
  5. Sherman TI, Greenspan JS, St Clair N, et al. Optimizing the neonatal thermal environment. Neonatal Netw 2006;25(4):251–260. 
  6. Sinclair JC. Servo-control for maintaining abdominal skin temperature at 36°C in low-birth-weight infants. Cochrane Database Syst Rev 2002;1:CD 001074. 
  7. Choi HS, Lee SM, Eun H, Park M, Park K, Namgung R. O impacto de um esforço de melhoria da qualidade na redução da hipotermia na admissão de recém-nascidos prematuros após o parto. Korean J Pediatr. 2018 ago;61(8):239-44. 
  8. Wilson E, Maier RF, Norman M, Misselwitz B, Howell EA, Zeitlin J, et al. Hipotermia na admissão em recém-nascidos muito prematuros e mortalidade e morbidade neonatal. J Pediatr. 2016 Ago;175:61-7.e4. 
  9. Calda JPS, Ferri WAG, Marba STM, Aragon DC, Guinsburg R, Almeida MFB, et al. Morbidade e mortalidade neonatal por hipotermia na admissão: avaliação de uma coorte multicêntrica de recém-nascidos prematuros de muito baixo peso ao nascer de acordo com o desempenho relativo do centro. Eur J Pediatr. 2019 Jul;178(7):1023-32. 
  10. McCall EM, Alderdice F, Halliday HL, Vohra S, Johnston L. Intervenções para prevenir a hipotermia ao nascimento em recém-nascidos prematuros e/ou de baixo peso ao nascer (revisão). Cochrane Database Syst Rev. 2018 fev;2(2):CD004210. 
  11. Sharma D. A hora de ouro da vida neonatal: uma necessidade urgente. Matern Health Neonatol Perinatol. 2017;3:16. DOI:https://doi.org/10.1186/s40748-017-0057-x 
  12. Lyu Y, Shah OS, Ye XY, Warre R, Piedboeuf B, Deshpandey A, et al. Associação entre temperatura de admissão e mortalidade e morbidade grave em recém-nascidos prematuros com menos de 33 semanas de gestação. JAMA Pediatr. 2015 Abr;169(4):e150277. 
  13. Lee NH, Nam SK, Lee J, Jun YH. Impacto clínico da hipotermia na admissão em recém-nascidos de muito baixo peso: resultados da Rede Neonatal Coreana. Korean J Pediatr. 2019 Out;62(10):386-94. 
  14. Soares T, Pedroza GA, Breigeiron MK, Cunha MLC. Prevalence of hypothermia in the first hour of life of premature infants weighing ≤ 1500g. Rev Gaúcha Enferm. 2020 [cited 2023 Jun 10]; 41(spe):e20190094. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-1447.2020.20190094. 
  15. Bernardino FBS, Gonçalves TM, Pereira TID, Xavier JS, Freitas BHBM, Gaíva MAM. Trends in neonatal mortality in Brazil from 2007 to 2017. Cien Saude Colet. 2022 [cited 2023 Jan 15]; 27(2):567-78. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232022272.41192020.  
  16. Garcia KRS, Reis AT, Braga ES, Trugilho FC, Paiva ED, Marta CB. Intervention strategy for prevention of neonatal hypothermia: integration review. Nursing (São Paulo). 2019 [cited 2023 Mar 10]; 22(259):3426-30. DOI: https://doi.org/10.36489/nursing.2019v22i259p3426-3430